MELHORAMENTO GENÉTICO DA PRECOCIDADE SEXUAL NA RAÇA NELORE

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1 MELHORAMENTO GENÉTICO DA PRECOCIDADE SEXUAL NA RAÇA NELORE Fábio Dias 1 ; Joanir P. Eler 2 ; José Bento S. Ferraz 2 ; Josineudson A. II de V. Silva 3 1 Zootecnista, MSc. Agro Pecuária CFM Ltda, Av. Feliciano Sales Cunha, São José do Rio Preto, SP. E 2 Docente do Grupo de Melhoramento Animal da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP, Pirassununga, SP. Caixa Postal 23, Pirassununga, SP. E mail: 3 Bolsista de Pós-Doutorado da FAPESP. FZEA/USP Introdução Em qualquer sistema de produção de gado de corte, a reprodução é um componente de grande importância para um desempenho econômico lucrativo. Várias são as citações regularmente publicadas em revistas especializadas sobre a contribuição da reprodução para a rentabilidade da pecuária de corte. Embora a ênfase quase sempre tenha sido dada à seleção para desempenho ponderal, os criadores de gado de corte conhecem os benefícios potenciais da seleção para características reprodutivas. Após a publicação de trabalhos desenvolvidos na Universidade do Colorado (Evans et ali., 1999 e Doyle et ali., 2000) e após várias análises realizadas na raça Nelore, os quais foram agora enviados para publicação (Eler et ali., 2001), a Agropecuária CFM Ltda publicou em seu Sumário de Touros Nelore 2000, uma lista dos melhores touros para uma característica relacionada com a precocidade sexual, medida diretamente na fêmea e que, portanto, faz parte dos seus objetivos de seleção. Esta característica é a prenhez de novilhas, que pode ser definida como a observação de uma novilha conceber e permanecer prenhe até o diagnóstico de gestação, dado que a ela teve oportunidade de ser acasalada. No referido Sumário de Touros, a característica foi designada como Probabilidade de Prenhez de Novilhas (PP14). No trabalho enviado para publicação em revista internacional a designação da característica foi mantida (Eler et al., 2001). As metodologias de análise de características reprodutivas, medidas diretamente na fêmea, tiveram desenvolvimento mais lento e estas características foram até agora, pouco exploradas em termos

2 84 - II Simpósio de Produção de Gado de Corte práticos. Algumas razões poderiam ser citadas para esse menor desenvolvimento: 1) conceito pré-estabelecido de que características relacionadas com a fertilidade de fêmeas são de baixa herdabilidade e por isto de difícil mudança genética; 2) as associações de raça não pediam dados de prenhez de novilha aos criadores e, por isto, não se dispunha de dados para análise; e, 3) o desenvolvimento de procedimentos analíticos para dados categóricos, como é o caso da Probabilidade de Prenhez, é recente. Além disto, os procedimentos são um pouco mais complexos do que aqueles utilizados para características representadas por variáveis contínuas, como as características de desempenho ponderal, por exemplo. Estudos recentes na Universidade do Colorado apresentam estimativas de herdabilidade variando entre 0,14 e 0,27 para a Probabilidade de Prenhez de Novilhas. Trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de Melhoramento Animal (GMA) da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA/USP/Pirassununga) revelam herdabilidade de 0,55 (Eler et ali., 2001). Há uma razão lógica para se acreditar nesta herdabilidade alta. A raça Nelore, ao contrário das raças Hereford e Angus, analisadas no Colorado, não são selecionadas para precocidade. A taxa reprodutiva é baixa. Taxas reprodutivas muito baixas poderiam levar à estimação de coeficientes de herdabilidade mais altos. As diferenças entre reprodutores são visíveis e grandes em populações com baixas taxas reprodutivas. Observações práticas na população permitem também constatar o controle genético da precocidade sexual. CARACTERÍSTICA ECONOMICAMENTE IMPORTANTE Os programas de melhoramento genético de bovinos de corte têm utilizado com muita ênfase o perímetro escrotal (PE). Esta característica é no entanto apenas indicadora da fertilidade da novilha, principalmente da idade à puberdade. Por outro lado, a Probabilidade de Prenhez é medida diretamente na novilha, leva em conta a sua fertilidade inerente e, por isto, é a característica econômica de interesse, ou o objetivo de seleção. A característica tem várias propriedades que a tornam um candidato à inclusão nos objetivos de seleção: os registros

3 II Simpósio de Produção de Gado de Corte - 85 dos dados de prenhez de novilha não têm custos adicionais, pois já são normalmente controlados pelos criadores. Os métodos de diagnóstico de prenhez estão bem estabelecidos (palpação retal ou ultra-som, por exemplo), os procedimentos analíticos já foram desenvolvidos e a DEP pode ser informada em porcentagem. A predição do mérito genético (Diferenças Esperadas de Progênie -DEP s) para Probabilidade de Prenhez tem grande potencial para melhorar a fertilidade da novilha e custa muito pouco. Para uma melhor interpretação desta DEP, tome-se o seguinte exemplo de dois touros extremos da análise realizada pelo GMA (Eler et ali., 2001), touros A e B, sendo cada um acasalado com grupos diferentes de vacas do mesmo rebanho. Para simplicidade, assuma-se que toda a progênie é formada de novilhas, todas são retidas para acasalar, e todas têm oportunidade igual no acasalamento. O touro A tem uma DEP de PP14 igual a 25 e o touro B uma DEP igual a 25. Em média, as novilhas filhas do touro A terão uma probabilidade 50% maior de conceber e permanecer prenhes quando comparadas com as filhas do touro B. Este foi o caso extremo mas, para a maioria dos touros, as diferenças, embora menores, são significativas. Assim, a seleção baseada nas DEPs para PP14 levaria a um rápido progresso genético para a precocidade sexual. Para a predição das DEPs é, no entanto, fundamental a percepção e o interesse dos criadores. Nas raças européias, quando se fala de prenhez de novilha está implícito que é em torno de um ano de idade. Para os zebuínos, a idade de reprodução sempre foi tida como 24 meses ou mais. No caso de seleção para precocidade, como na raça Nelore, por exemplo, há necessidade de expor as fêmeas jovens ao touro ou inseminá-los. Só recentemente, grupos como a CFM iniciaram este trabalho, expondo todas as novilhas aos 14 meses de idade, independentemente do peso. Os resultados da CFM são encorajadores e irão certamente desafiar as Associações de Criadores a colher os dados de prenhez de novilha e, quem sabe, dentro de algum tempo, desenvolver também as suas DEPs para PP14. Ao se dar ênfase à característica Probabilidade de Prenhez, poderia então ser argumentado que a coleta de dados de perímetro escrotal (PE) seria então um esforço perdido! Na verdade não é. O perímetro escrotal, avaliado em torno dos 14 meses de idade, é um bom preditor da puberdade da novilha nesta mesma idade. Trabalhos

4 86 - II Simpósio de Produção de Gado de Corte recentes desenvolvidos pelo GMA têm mostrado correlação genética negativa (portanto favorável) de até 40% com idade ao primeiro parto e correlação positiva de 35% com precocidade de acabamento que, por sua vez, poderia estar relacionada com a precocidade sexual. Deve-se, no entanto observar que se trata de PE aos 14 meses correlacionado com idade ao primeiro parto de fêmeas que foram expostas pela primeira vez aos 14 meses de idade. Mais importante ainda seriam os procedimentos analíticos utilizados em análises de características múltiplas permitindo que os dados de perímetro escrotal contribuam com informações para aumentar a acurácia da predição das DEPs para Probabilidade de Prenhez (Evans et al.,1999; Doyle et al., 2000). As análises têm indicado, no entanto, que a relação entre PE e Probabilidade de Prenhez de Novilhas não é linear. A forma desta relação genética precisa ser bem determinada para que o perímetro escrotal seja incorporado rotineiramente à avaliação genética da Probabilidade de Prenhez. A obtenção da correlação entre perímetro escrotal e PP14 em análise bi-característica tem apresentado problemas analíticos que ainda necessitam ser solucionados. Uma forma alternativa de avaliar a relação entre as duas características seria a utilização de grupos genéticos. Trabalhos da Universidade do Colorado mostraram a não linearidade da correlação genética em raças européias. Na raça Nelore foram realizadas pelos pesquisadores do GMA, duas análises uni-característica para obtenção das DEPs para PP14 e para PE (ainda não publicado). Na análise para PP14, os animais fundadores (com pai e/ou mãe desconhecidos) foram classificados de acordo com suas DEPs para PE, formando assim 5 grupos genéticos. Para esses animais fundadores, os pais foram substituídos pelo grupo genético correspondente. A análise para PP14 foi novamente processada e a solução para os grupos genéticos mostrou que os animais com DEPs mais altas para PE apresentavam 10% a mais de probabilidade de prenhez do que os animais com DEP em torno de zero. A análise reversa foi também realizada, ou seja, grupos genéticos para PP14 substituindo os pais dos animais fundadores na análise de PE. Os resultados mostraram que os animais de DEPs mais altas para PP14 são também os melhores para PE. A partir da incorporação do PE nas análises de PP14 e obtenção das DEPs para esta característica, as DEPs para Perímetro Escrotal não

5 II Simpósio de Produção de Gado de Corte - 87 seriam mais usadas nas decisões de seleção porque a acúracia da seleção seria mais baixa com a utilização simultânea das duas características. Embora possa parecer o contrário, é intuitivo pensar que numa tomada de decisão de seleção, a utilização das duas informações para o mesmo objetivo seria um complicador desnecessário uma vez que uma delas já estaria incorporada na outra. A Probabilidade de Prenhez é uma característica que poderá revolucionar a seleção para precocidade sexual nas raças zebuínas, mas para a predição das DEPs é fundamental a percepção e o interesse dos criadores. Há necessidade de expor os animais jovens ao touro ou inseminá-los. Há necessidade de identificação dos lotes de vacas expostas, para formação de grupos contemporâneos adequados. Os resultados da CFM são encorajadores e, além de colocar no mercado touros com maior probabilidade de produção de filhas que emprenham aos 14 meses de idade, irão certamente desafiar outros grupos privados e e/ou associações de criadores a colher dados de prenhez de novilhas no sentido de melhorar a precocidade sexual na raça Nelore. Em algumas regiões, e dependendo da disponibilidade de pastagens, poderia ser discutido um programa alternativo de prenhez de 18 meses. Em relação ao programa tradicional de prenhez aos 24, este teria a vantagem de adiantar o parto em seis meses, permitindo um maior descanso antes da próxima estação de monta e conseqüentemente aumentando a taxa de prenhez com possível diminuição da porcentagem de descarte de fêmeas primíparas. Isto implicaria, no entanto, em uma estação de monta especial ou fora de época, com sérios complicadores para o manejo da propriedade. Não acreditamos todavia que esta alternativa seja um substituto para o programa de prenhez aos 14 meses. UM PROGRAMA DE SELEÇÃO PARA PRECOCIDADE SEXUAL No programa da Agro-Pecuária CFM, o PE sempre fez parte do índice de seleção e as fêmeas que não emprenham aos dois anos sempre foram descartadas. Em 1991 iniciou-se uma estação de monta fora de época para prenhez aos 18 meses, que ainda é utilizado em uma das fazendas. Em 1994 foi iniciado o programa de prenhez aos 14 meses, com todas as fêmeas desmamadas no rebanho participando da

6 88 - II Simpósio de Produção de Gado de Corte estação de monta. Em geral tem sido utilizada a monta natural, controlada ou com reprodutores múltiplos. No primeiro ano a taxa foi muito baixa, em torno de 11%, passando a uma média atual de cerca de 25%, sendo que a última safra já atingiu 40% de novilhas prenhes em uma das fazendas. Nesta fazenda, as fêmeas da safra 2000 foram assim classificadas: Total de fêmeas prenhes Fêmeas com primeiro parto em torno de 24 meses Fêmeas com primeiro parto até 36 meses Uma indicação do controle genético da precocidade sexual pode ser vista na tabela abaixo que se refere à estação de monta de 2000 e que tendem a confirmar a estimativa elevada do coeficiente de herdabilidade. Coeficiente de herdabilidade 55% (estimado recentemente) Taxa de prenhez entre touros Variando de 0 a 55% Filhas de Fêmeas comuns (não precoces) 19% de prenhez Filhas de vacas super precoces 40% de prenhez (Fazenda SF) Touros Tops (tabela a seguir) Vários filhos entre os líderes para PP14

7 II Simpósio de Produção de Gado de Corte - 89

8 90 - II Simpósio de Produção de Gado de Corte ADAPTAÇÃO DAS FÊMEAS SUPER PRECOCES AO SISTEMA DE PRODUÇÃO Outro aspecto a ser considerado é a adaptação das fêmeas super precoces ao sistema de produção exclusivamente em pasto. Alguns elementos indicam que as fêmeas que parem aos 2 anos não são prejudicadas neste sistema. a) na safra a taxa de prenhez foi de 85%. b) as fêmeas adultas que tiveram o primeiro parto aos 24 meses apresentaram taxa de prenhez semelhante às demais do rebanho. c) a correlação entre idade ao primeiro parto e peso aos 550 dias foi próxima de zero. METAS DO PROGRAMA A meta final do programa de melhoramento para precocidade sexual proposto pela empresa é ter 100% das fêmeas parindo aos 24 meses. A situação atual permite prever que a meta poderá ser alcançada em poucos anos. a) hoje são fêmeas super precoces (FSP). Mais 700 estão sendo incorporadas em b) pela estratégia atual (monta aos 14 meses, com 25 a 30% de prenhez), pode-se atingir fêmeas super precoces em mais 9 anos. a) todavia, utilizando-se transferência de embriões (TE) das fêmeas super precoces, o tempo poderá ser encurtado para 6 anos. b) há ainda a chance da taxa de prenhez aumentar com a seleção de touros baseada na DEP para PP14, iniciada na estação de monta de PROGRAMA DE TE COM FSP O programa iniciou-se em 1998 com a seleção de 12 FSP como doadoras. Os critérios então adotados foram: a) todas as doadoras haviam parido aos 2 anos de idade b) nenhuma havia falhado nas estações de monta subseqüentes

9 II Simpósio de Produção de Gado de Corte - 91 c) todas eram DECA 1 (melhores 10% ) para índice CFM (quem engloba DEPs para peso à desmama, ganho de peso pós-desmama, perímetro escrotal e musculatura) d)todas eram DECA 1 para peso aos 550 dias. Das 12 doadoras, 6 tinham 4 crias, 1 tina 3, 1 tinha 2 e 4 tinha apenas 1 cria. Foram produzidos 150 embriões Em 2001 foram selecionadas 40 fêmeas super precoces. Todas foram escolhidas com os mesmos cuidados tomados anteriormente. Foram produzidos cerca de 800 embriões. No intuito de se fazer uma correção das distorções ambientais, as receptoras utilizadas foram todas Nelore de 24 meses e a implantação foi realizada nos primeiros 15 dias da estação de monta para que houvesse a formação adequada de grupos contemporâneos (todos em um mesmo grupo) Para as próximas safras, a seleção dos touros a serem utilizados na produção de super precoces levará em conta as DEPs para PP14, além do índice CFM. CONSIDERAÇÕES FINAIS 1. Um trabalho de simulação realizado em conjunto com a FNP Consultoria de São Paulo mostrou que a prenhez de 14 meses é a variável individual de maior impacto sobre o desempenho econômico. 2. A reprodução aos 14 meses não requer grande aumento de investimento em alimentação. 3. É a melhor alternativa para melhorar sistemas de produção de baixo custo. 4. Um alerta: não adianta ser só precoce, o animal precisa ser também ganhador de peso, ou seja, deve ser bem equilibrado.

10 92 - II Simpósio de Produção de Gado de Corte REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Doyle, S.P.; Golden, B.L.; Green, R.D.; Brinks, J.S. Additive genetic parameter estimates for heifer pregnancy and subsequente reproduction in Angus females. J. Anim. Sci : Eler, J.P.; Silva, J.A.V.; Ferraz, J.B.S.; Dias, F.; Oliveira, H.N.; Evans, J.L.; Golden, B.L. Genetic Evaluation of the Probability of Pregnancy at 14 Months for Nelore Heifers. J. Animal Sci (enviado para publicação) Evans, J. L.; Golden, B.L; Bourdon, R.M.; Long, K.L. Aditive genetic relationship between heifer pregnancy and scrotal circumference in Hereford cattle. J. Anim. Sci :2621 a 2628 Ferraz, J.B. S; Eler, J.P. Coeficientes de herdabilidade para efeitos diretos (h 2 ) e efeitos maternos (h 2 m) para as características analisadas no Sumário de Touros CFM, Sumário de Touros Nelore 2000/Agro-Pecuária CFM, 2000, p.13.

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