A CONTRIBUIÇÃO DOS PRESSUPOSTOS ONTOLÓGICOS, GNOSIOLÓGICOS, AXIOLÓGICOS E TELEOLÓGICOS PRESENTES NA METODOLOGIA CRÍTICO-SUPERADORA DA EDUCAÇÃO FÍSICA.

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1 A CONTRIBUIÇÃO DOS PRESSUPOSTOS ONTOLÓGICOS, GNOSIOLÓGICOS, AXIOLÓGICOS E TELEOLÓGICOS PRESENTES NA METODOLOGIA CRÍTICO-SUPERADORA DA EDUCAÇÃO FÍSICA. Prof. Ms. Roseane Cruz Freire Rodrigues (FASNE/PE) Este estudo é uma síntese desenvolvida na disciplina Marxismo, Teoria do Conhecimento e Educação do Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação na Universidade Federal da Bahia, no ano de 2012, através do acúmulo de referenciais acadêmicas trabalhadas em sala de aula. Como questão central, perguntamos se a Metodologia Crítico-Superadora, enquanto referência de luta pela formação humana na Educação Física, contribui para a formação de professores de caráter humana se apropriando dos pressupostos filosóficos: ontológicos, gnosiológico, axiológicos e teleológicos (POLITZER, 2001 e LOMBARDI, 2009) dos estudos da concepção materialista e dialética da história (MARX, 2010; MARX e ENGELS, 2007). Para isso tomamos como objetivo geral: Reconhecer os pressupostos filosóficos: ontológicos, gnosiológicos, axiológicos e teleológicos que sustentam a concepção materialista e dialética da história, em relação à especificidade: Compreender o sentido e significado da formação humana, Relacionar a concepção materialista e dialética da história com a Metodologia Crítico-Superadora; Elucidar quais os pressupostos filosóficos: ontológicos, gnosiológicos, axiológicos e teleológicos, que fundamenta a teoria marxista na Metodologia Crítico-Superadora. Em relação à metodologia da pesquisa configura-se como uma pesquisa bibliográfica em que adotamos Marconi e Lakatos (2010) como referência. Através de um conjunto de referencias e estudos conseguimos concluir que a Metodologia Crítico-Superadora (COLETIVO DE AUTORES, 1992 e 2012) esta fundamentada nos pressupostos filosóficos: ontológicos, gnosiológicos, axiológicos e teleológicos da concepção materialista e dialética da história, contribuindo assim para uma formação humana. Com isso garantimos que os alunos de graduação nos cursos de formação de professores em Educação Física que se apoiam na Metodologia Crítico-Superadora como referencia, se apropriam do conhecimento científico produzido pelo homem. PALAVRAS CHAVES: Pressupostos Filosóficos; Formação Humana; Metodologia Crítico-Superadora; Tomando como objeto a formação de professores de Educação Física, partimos do conhecimento que na formação social brasileira trava-se uma disputa pela direção da formação de professores em geral e na especificidade na Educação Física. Para guisa deste estudo perguntamos: a Metodologia Crítico-Superadora esta se apropriando dos pressupostos filosóficos: ontológicos, gnosiológicos, axiológicos e teleológicos da Concepção Materialista e Dialética da História, contribuindo para a formação humana dos alunos nos cursos de licenciatura em Educação Física? Para isso analisaremos as obras de referenciais marxistas e a metodologia Crítico-Superadora utilizando um estudo bibliográfico

2 1.PRESSUPOSTOS FILOSÓFICOS (Ontologia, Gnosiologia, Axiologia e Teologia). Partilhamos da posição filosófica que afirma a necessidade da existência de pressupostos nos sistemas teóricos e o reconhecimento deles no processo de apropriação de uma teoria do conhecimento. Para a análise da teoria da Concepção Materialista e Dialética da História estamos considerando os (1) os pressupostos ontológicos, que visam responder à pergunta sobre o que é o homem e como o homem se faz homem; (2) os pressupostos gnosiológicos que tratam da resposta à pergunta sobre a possibilidade de o homem conhecer a realidade, sobre a relação do homem com a realidade, sobre os caminhos mais eficientes para reconhecermos a verdade; (3) os pressupostos axiológicos que buscam responder à pergunta sobre quais são e como são produzidos os valores que orientam as ações humanas; (4) os pressupostos teleológicos que tratam da pergunta sobre a direção das ações humanas (POLITZER, 2001, LOMBARDI, 2009). Para melhor compreensão sobre essas categorias iremos nos apropriar dos estudos de Politzer (2001) e Lombardi (2009): A questão ontológica fundamental - O que é? que, como se sabe, tem sido feita em dois sentidos: por um lado, no sentido mesmo de existir, expressando a existência da realidade - O que existe? ; mas também significando a natureza própria de alguma coisa, ao que os gregos denominavam de essência da realidade - Qual é a essência daquilo que existe?. Ao fazer a pergunta ontológica com essa forma O que é? a realidade,antes una e indivisível, acabou se transformando, nas mãos dos filósofos gregos, numa realidade que comportava duas dimensões - ser e pensamento - em seus múltiplos aspectos.o ser (do grego on; do Lat. sedere assentar) é o conceito filosófico que designa todas as coisas materiais, a matéria, a natureza, a realidade e todos os objetos, fatos e fenômenos materiais que existem fora de nosso pensamento. O conceito de ser engloba uma unidade articulada tanto existência como essência de tudo o que existe. O conceito de ser, do ponto de vista gramatical, pode ser entendido como verbo ou como substantivo. Como verbo tem dois sentidos básicos: expressando existência - "algo é" - ou expressando ligação - "algo ex". Como substantivo refere-se a uma essência, isto é, ao ser que é intrínseco de alguém, de algo ou de alguma coisa. A tradição filosófica grega tendeu a privilegiar a última acepção,definindo o ser como o princípio constitutivo único e a razão fundamental da realidade,mas trata-se de uma noção que não foi tomada de uma maneira única na história da filosofia (LOMBARDI, 2009, p.123) De acordo com a citação acima entendemos que a ontologia na concepção seja de existir ou da natureza se remete a entendê-la o que é o homem, como o homem se transformou neste ser que chamamos de homem, compreendendo que a sua transformação e construção é histórica. Politzer (1970) aborda que, para os gregos antigos a filosofia era o amor pelo saber, pelo conhecimento, a pessoa sábia correspondia a um grande conhecedor 00196

3 do mundo e do próprio homem. A consciência é o reflexo do movimento da matéria, no cérebro do homem. (POLITZER, 1970, p.141), a consciência é o ato de conhecer algo na perspectiva histórica. Também denominada de epistemologia ou teoria do conhecimento, a gnosiologia: [...] trata-se da parte da filosofia que tem como objeto o estudo da origem, da possibilidade, da natureza, dos limites, das formas e da validade do conhecimento humano (problema da verdade). O termo Gnosiologia [do grego gnosis = conhecimento e do latim logos = estudo, ciência] etimologicamente o termo significa teoria do conhecimento), foi definido como o estudo da essência, da origem, e da validade do conhecimento. As clássicas questões gnosiológicas perguntam: O que é o conhecimento? O que podemos conhecer? Existe a verdade? Como podemos conhecê-la? Qual é o critério de verdade? Qual é o valor dos nossos conhecimentos? (LOMBARDI, 2009, p.127). O terceiro campo da filosofia é: A axiologia (do grego άξιος "valor" + λόγος "estudo, tratado" = teoria dos valores e/ou da ação): caracterizado como o estudo da origem, da essência e da evolução dos valores e dos princípios da ação (e que englobou, ainda enquanto filosofia, os conhecimentos de ética, de estética, de direito, de política, de antropologia, de psicologia...). No âmbito da axiologia se colocavam questões como: Qual é o valor das coisas? Como devemos agir? O que devemos fazer? Como devemos comportar-nos? O que podemos esperar? Para onde vamos? Qual é o sentido da vida? Qual é o destino da humanidade? (LOMBARDI, 2009, p.130). São indagações fundamentais que levam o homem a se posicionar diante de si mesmo, diante do outro, diante do mundo. Por fim, a teleologia que nos remete ao trabalho, uma atividade vital planejada, consciente e dirigida para as ações que iremos tomar. Teleologia: Hipótese segundo a qual todos os seres da natureza terão um fim (telos, em grego=fim), um objectivo determinado i. De acordo com seus estudos filosóficos e sua formação Lombardi (2009), faz uma aproximação entre o que nos leva a agir e a ação propriamente dita, daí ele não conceitua separadamente, a axiologia e a teleologia. 2. FORMAÇÃO HUMANA Vimos anteriormente como os pressupostos filosóficos podem contribuir para a condução da formação do homem numa perspectiva omnilateral. A formação omnilateral ou formação humana possui a concepção da liberdade no que se refere às determinações da sociedade burguesa, além de representa uma formação ampla do homem nas suas múltiplas possibilidades. Nessa perspectiva tomamos como base o estudo Souza Júnior (2010) em Marx e a Crítica da Educação que aponta: 00197

4 O conceito de omnilateralidade, por seu turno, diz respeito a uma formação humana de caráter mais amplo, que depende da ruptura com a sociabilidade burguesa, com a correspondente divisão do trabalho, com as relações de alienação e estranhamento, com o fetichismo, com o antagonismo de classes. (SOUZA JÚNIOR, 2010, p.84) E como esta humanização acontece na escola e nas universidades ambiente que é constituído também, por relações sociais? Nesta perspectiva a educação possui o papel fundante de promover a humanização entre o educando e o educador, que parte do diálogo para o amadurecimento dos sujeitos. Segundo Duarte e Saviani (2012), Por esse caminho a pedagogia ganha condições de assumir a perspectiva ontológica, apreendendo a educação, isto é, o processo de formação humana, como o contínuo movimento de apropriação das objetivações humanas produzidas ao longo da história. (DUARTE e SAVIANI, 2012, p.34). 3. METODOLOGIA CRÍTICO-SUPERADORA Na especificidade no campo da Educação temos a Educação Física, dentre as propostas metodológicas nesta área do conhecimento temos a Metodogia Crítico- Superadora fundamentada na história e na atividade humana. Esta metodologia se apropria dos temas da cultura corporal como os esportes, a ginástica, o jogo, as lutas e a dança, historicizando-os além de ratificar sobre a importância da apreensão do conhecimento teórico-prático por meio da ação-reflexão-ação, possibilitando a ampliação do seu acervo cultural mediante a constatação, compreensão e explicação da realidade. É fundamental para essa perspectiva da prática pedagógica da Educação Física o desenvolvimento da noção de historicidade da cultura corporal. É preciso que o aluno entenda que o homem não nasceu pulando, saltando, arremessando, balançando, jogando etc. Todas essas atividades corporais foram construídas em determinadas épocas históricas, como respostas a determinadas estímulos, desafios e necessidades. (COLETIVO DE AUTORES, 2012, p.40). 4. PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES: De acordo com o estudo, reconhecemos que os pressupostos ontológicos, gnosiológicos, axiológicos e teleológicos dão sustentação a Concepção Materialista e Dialética da História estão presentes na Metodologia Crítico-Superadora contribuindo para uma formação humana, de acordo com alguns trechos retirados (a seguir na tabela) do livro: Metodologia do Ensino da Educação Física do Coletivo de Autores (1992). Finalizamos este estudo de forma ainda embrionária, porém, as primeiras aproximações nos mostram que os pressupostos ontológicos, gnosiológicos, axiológicos 00198

5 e teleológicos da teoria marxista estão presentes na Metodologia Crítico-Superadora, tem como base fundante explicar como se ensina e como se aprende, a coerência entre a teoria e a prática, numa perspectiva formativa humana. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino de Educação Física. São Paulo: Cortez Editora, LOMBARDI, José Claudinei. Reflexões sobre Educação e Ensino na Obra de Marx e Engles. Tese de Livre Docência da Educação. Departamento de Filosofia e História da Educação. Faculdade de Educação da Universidade de Campinas. SP, POLITZER, Georges. Princípios Fundamentais da Filosofia. São Paulo. Editora: Hemus, DUARTE, Newton e SAVIANI, Dermeval (orgs.). Pedagogia Histórico-Crítica e Luta de Classes na Educação Escolar. Campinas, SP: Associados, SOUZA JÚNIOR, Justino. Marx e a Crítica da Educação: Da Expansão Liberal- Democrática à Crítica Regressivo-Destritiva do Capital. Aparecida, SP: Ideias e Letras, i Retirado :Questões política-ideológicas com atualidade (Consulta em Março de 2013). TABELA Pressupostos Ontologia: O que é o homem e como o homem se faz homem? Gnosiologia: Qual a possibilidade de o homem conhecer a realidade e a ele mesmo? Axiologia: Quais são e como são produzidos os valores que orientam as ações humanas? Teleologia: Que direção e finalidade as ações humanas pode levar? Metodologia Crítico-Superadora (COLETIVO DE AUTORES) É trabalho quando desenvolve diferentes movimentos sistematizados, organizados, articulados e institucionalizados, transformados, portanto numa produção simbólica: um jogo, uma ginástica, um esporte, uma dança, uma luta. (p.40) Assim o homem, simultaneamente ao movimento histórico da construção da sua corporeidade, foi criando outras atividades, outros instrumentos e através do trabalho foi transformando a natureza, construindo a cultura e se construindo. (p.40) A judicativa dessa reflexão contribui para o desenvolvimento da identidade de classe dos alunos, quando situa esses valores na prática social capitalista da qual são sujeitos históricos. Nessa perspectiva o Esporte, enquanto tema da cultura corporal, é tratado pedagogicamente na Escola de forma crítico-superadora, evidenciando-se o sentido e o significado dos valores que inculca e as normas que o regulamentam dentro de nosso contexto sócio- histórico. (p.41) Essa direção, dependendo da perspectiva de classe de quem reflete, poderá ser conservadora ou transformadora dos dados da realidade diagnosticados e julgados. (p.27) 00199

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