Implementação da vigilância de PB y MB na Região das Américas

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1 .. Implementação da vigilância de PB y MB na Região das Américas Simpósio Internacional de Doença Pneumocócica e Influenza São Paulo, 20 e 21 de Setembro de 2007 Lúcia Helena de Oliveira Maria Tereza da Costa Unidade de Imunizações/ Área da Família e Saúde Comunitária

2 Principais tópicos Doença pneumocócica e pneumococo Antecedentes da vigilância de laboratório na Região Bases para a proposta de Vigilância Sentinela Hospitalaria Definição de casos Monitoramento de dados Atividades realizadas Recomendações e próximos passos

3 A doença pneumocócica Streptococcus pneumoniae (pneumococo), Haemophilus influenza tipo b (Hib) e Neisseria meningitidis (meningococo), são as bactérias responsáveis pela maioria dos episódios das infecções invasivas em crianças menores de 5 anos. Em 2005, a OMS estimou que a doença pneumocócica causa 1,6 milhões de mortes anuais 0.7 a 1 milhão em crianças menores de 5 anos. A grande maioria destas mortes ocorrem em paises pobres e em crianças menores de 2 anos É considerado um dos maiores problemas de saúde pública no mundo.

4 Doença pneumocócica invasiva: as manifestações mais comuns são as pneumonias com empiema e/ou bacteremia, bacteremia febril e meningites. Doenca pneumocócica não invasiva: as mais comuns são otite media, sinusite e bronquites e que também são as manifestações menos severas da infecção pneumocócica. Nos paises em desenvolvimento as pneumonias não bacteremicas causam a maioria das mortes por pneumococo em crianças. Fonte: WER, num 12, 2007, 82, Fuente: OMS

5 Estão identificados mais de 90 sorotipos de pneumococo com base em suas diferentes cápsulas de polissacarídeo e mais de 40 subgrupos. 11 sorotipos causam 75% das doenças invasivas graves no mundo. No entanto, existe uma variabilidade da prevalência dos sorotipos por grupo de idade e por países. Fuente: OMS

6 Carga da doença Letalidade da meningite bacteriana: Hib 3% a 6% Meningococo 8% a 15% Pneumococo : entre 10% a 30% Se estima que aproximadamente 30% de todos os sobreviventes de uma meningite bacteriana podem ter una seqüela permanente.

7 Antecedentes Desde 1993 a Região das Américas conta con uma rede de vigilância laboratorial destas três bactérias, coordenada pela OPS: SIREVA. Entretanto estes dados, na maioria dos países, não permite uma analise epidemiológica em relação a estas doenças que possa sustentar a introdução de uma nova vacina e servir de linha de base para avaliar seu impacto.

8 Mexico 62% El Caribe 65% Cobertura de Vacunas Conjugadas para Neumococos 4 6B 9V 14 18C 19F 23F = 7-val Venezuela 70% Colombia 70% Brasil 63% Chile 41% Paraguay 60% América Latina 58,9% Argentina 53% Uruguay 51% Fonte:SIREVA-

9 Cobertura de vacina pneumocócica 10 valente em 6 países da Região das Américas, ,5% Fonte: Garcia S, Levine OS, Cherian T, Gabastou JM, Andrus J and the Working Group members. Pneumococcal disease and vaccination in the Americas; an agenda for accelerated vaccine introduction. Rev Panam Salud Pública/Pan Am J Public Health. 2006; 19(5):

10 Cobertura de vacina pneumocócica 13 valente em 6 países da Região das Américas, ,1% Fonte: Garcia S, Levine OS, Cherian T, Gabastou JM, Andrus J and the Working Group members. Pneumococcal disease and vaccination in the Americas; an agenda for accelerated vaccine introduction. Rev Panam Salud Pública/Pan Am J Public Health. 2006; 19(5):

11 XVI Reunião do Grupo Técnico Assessor sobre Doenças Preveníveis por Vacinação, México, Novembro, 2004 Recomendações: Fortalecimento dos componentes clínicos e epidemiológicos da vigilância de pneumococo; Estudos de carga de doença e estudos econômicos; Manter o alto nível de desempenho da rede de laboratórios; A OPS em nível regional deve apoiar aos países através de reuniões e de supervisão.

12 47 Conselho Diretivo, WDC, Setembro, 2006 Resolução CD47.R10 Resolve: 1. c) apoiar as metas de redução da mortalidade infantil, conforme a Visão e Estratégia Mundial de Imunização e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio por doenças associadas a rotavirus, pneumococo e HPV d) utilize o Fundo rotatório para a compra de novas vacinas Solicita a OPS: 2. c) apoiar as atividades dos países para integrar os estudos econômicos ao processo decisório para a introdução de novas vacinas e subutilizadas g) prepare, de a conhecer e apóie a implementação de protocolos para a introdução de novas vacinas

13 Vigilância epidemiológica das pneumonias e meningites bacterianas em menores de 5 anos Implementar a vigilância epidemiológica em hospitais sentinela Manter a capacidade e qualidade da rede de laboratórios existentes Estandardizar a definição de casos Coletar dados epidemiológicos de todos os pacientes que cumprem com o critério de caso estabelecido; Analisar e divulgar dados através de pagina web e publicação de artigos.

14 Além disto Estudos para estimar a incidência de infecções bacterianas invasivas em crianças menores de cinco anos (estudos de base populacional) Estudos para estimar a incidência de doença pneumocócica invasiva em outros grupos de idade Estudos econômicos

15 Tipo de Vigilância Recomendação: vigilância de pneumonias e meningites através de unidades sentinelas hospitalares. Justificativa para utilizar esta forma de vigilância: Os < 5 anos com PB frequentemente são hospitalizados. Todo caso de meningite bacteriana requer hospitalização. Hospitais sentinela devem: viabilizar cultivo de amostras de sangue ter diagnostico radiológico para os caso prováveis de PB.

16 Definição de caso de pneumonia Caso suspeito de pneumonia Todo paciente menor de 5 anos de idade hospitalizado com diagnóstico médico de pneumonia adquirida na comunidade. Caso provável de pneumonia bacteriana (PB) Todo caso suspeito com una radiografia de tórax onde seja identificado um padrão radiológico compatível com pneumonia bacteriana. Caso confirmado de PB Todo caso provável de pneumonia bacteriana no qual e isolados Hi, pneumococo ou outra bactéria. Caso descartado de PB* Todo caso suspeito com radiografia de tórax onde NAO seja identificado um padrão radiológico compatível com pneumonia bacteriana. * Para fim de VE

17 Captação de casos hospitalizados por suspeita médica de pneumonia adquirida na comunidade Avaliar a inclusão na vigilância de influenza e outros virus respiratorios RX de tórax Não RX de tórax compatível com pneumonia bacteriana Caso inadequadamente investigado Sim Não Caso provável de pneumonia bacteriana Caso descartado de pneumonia bacteriana** Obtenção e processamento de amostras de sangue e de líquido pleural para cultivo Isolamento de Hi* ó Spn* Ou outra bactéria Não se isola nenhuma bactéria Caso confirmado de pneumonia bacteriana Pelo agente isolado *a cepa isolada de Hi, Spn ou Nm deve ser enviada ao Laboratório de Referencia Nacional. **para fim de vigilância

18 Definição de caso de meningite. Caso suspeito de meningite Todo paciente menor de 5 anos hospitalizado por diagnóstico médico de meningite. Caso provável de meningite bacteriana (MB) Todo caso suspeito em que o exame de LCR é compatível com etiologia bacteriana, ou seja, apresenta pelo menos uma das características seguintes: Turbidez; Leucócitos aumentados (> de 100/mm3); Leucócitos entre /mm3 e elevação de proteínas (> 100 mg/dl) o diminuição da glicose (< 40 mg/dl). Caso confirmado de MB Todo caso suspeito no qual se identificou ou se cultivou uma bactéria (Hi, meningococo, pneumococo ou outra) no LCR o sangue. Caso descartado de MB Todo caso suspeito onde o exame do LCR não é compatível com etiologia bacteriana, não se cultivou nem se identificou nenhuma bactéria no LCR ou sangue.

19 Monitoramento mensal de dados Vigilância da pneumonias 1.Número de hospitalizações em < 5 anos 2. Número de suspeitos de pneumonia 3. Número de suspeitos de pneumonia com RX de tórax e fichas epidemiológicas preenchidas 4. Número de casos prováveis de PB 5. Número de casos prováveis de PB com amostra de sangue para cultivo 6. Número de casos prováveis de PB com amostra de líquido pleural para cultivo* 7. Número de confirmados de PB com isolamento de: Hib, Hi (nao b), Spn, Outras bactérias 8. Número de casos de NB** que faleceram *Casos com derrame pleural e indicação de toracocentese ** Casos provaveis e confirmados

20 Monitoramento mensal de dados: Vigilância de meningites 1. Número de todas as hospitalizações em < 5 anos 2. Número de suspeitos de meningites 3. Número de suspeitos de meningites com amostra de LCR e fichas epidemiológicas preenchidas 4. Número de confirmados de MB com isolamento de: Hib, Hi (no b), Spn, outras bactérias 5. Número de casos de MB* que faleceram *Casos prováveis e confirmados

21 Guia regional de vigilância Surveillance of Bacterial Pneumonia and Meningitis in Children under 5 A Practical Guide Preliminary version December, 2006 Pan American Health Organization Regional Office of the World Health Organization Washington, D.C. ESPANHOL INGLES

22 México Visitas aos países para apoiar na implementação desta vigilância Guatemala El Salvador Nicarágua Honduras Costa Rica Venezuela Equador Perú Brasil Paraguai Argentina

23 Recomendações Passos: 1. Estabelecer uma equipe em nível nacional/estadual/municipal; 2. Elaborar um protocolo com lineamentos gerais; 3. Selecionar os hospitais sentinela; 4. Sensibilizar e treinar a equipe do hospital para VE; 5. Notificar e investigar os casos; 6. Avaliar o sistema 7. Retroalimentar os profissionais de saúde.

24 Próximos passos Simpósio de Pneumococo (MS/OPAS/IVS/CDC/PneumoAdip) Argentina: países do Cone Sul, Dezembro 2007 Publicação da guia regional Apoio técnico aos países para a implementação/fortalecimento da vigilância, estudos de base populacional e estudos econômicos (PRO VAC) assessoria de consultor internacional contratação de profissional nacional Manter as atividades de fortalecimento da coordenação da vigilância epidemiológica e laboratório e Disseminação da informação gerada pelos países por pagina web Promover a integração da vigilância de pneumonias com a vigilância de influenza e outros vírus respiratórios

25 Obrigada!

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