Vigilância sentinela das PB e MB em menores de 5 anos

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1 .. Vigilância sentinela das PB e MB em menores de 5 anos Simpósio Internacional de Doença Pneumocócica e Influenza São Paulo, 2 e 21 de Setembro de 27 Lúcia Helena de Oliveira Maria Tereza da Costa Unidade de Imunizações Área da Família e Saúde Comunitária

2 Vigilância Sentinela de Pneumonias e Meningites Bacterianas em Menores de 5 Anos na Região das Américas Sumário da apresentação: Antecedentes da vigilância Situação atual - Avanços Principais desafios Recomendações para a vigilância

3 Antecedentes... A vigilância de pneumonias e meningites bacterianas na Região foi retomada a partir de junho de 26, quando começa a elaboração de uma guia, padronizando os principais conceitos e dados a coletar, a quatro mãos na OPS: Área de Saúde Familiar e Comunitária (FCH)/Unidade de Imunizações (IM); Área de Tecnologia e Serviços de Saúde (TSH)/Unidade de Medicamentos Essenciais, Vacinas y Tecnologias em Saúde (EV). Também começa o processo de integração à vigilância de Influenza (IRAG), em um trabalho conjunto da Unidade de Imunizações e a Unidade de Doenças Transmissíveis da OPS.

4 A integração entre os diversos atores em cada país s (PAI, VE, Serviços, Atenção à Criança, a, Laboratório rio de Referência Nacional e outros) é considerada elemento chave para o êxito desta vigilância.

5 Vigilância Sentinela de Pneumonias e Meningites Bacterianas em Menores de 5 Anos na Região das Américas Esta proposta de vigilância foi novamente apresentada, discutida amplamente e consensuada entre os países da Região em Dezembro de 26 em São Paulo, Brasil.

6 Situação atual A Guia Regional está disponível desde maio de 27; Os países têm adequado a Guia Regional a sua realidade e elaborado seus protocolos; selecionado seus hospitales sentinelas; sensibilizado/capacitado as equipe locais e começado a vigilância.

7 Lineamentos gerais necessários à vigilância regional: Estratégia da vigilância; População alvo da vigilância; Definições de caso; Dados a coletar; Periodicidade da informação.

8 Estratégia da vigilância Vigilância Sentinela Hospitalar

9 População alvo da vigilância Menores de cinco anos de idade

10 Definição de caso de pneumonia Caso suspeito de pneumonia Todo paciente menor de 5 anos de idade internado com diagnóstico médico de pneumonia adquirida na comunidade. Caso provável vel de pneumonia bacteriana (PB) Todo caso suspeito com una radiografia de tórax onde se identifique um padrão radiológico compatível com pneumonia bacteriana. Caso confirmado de PB Todo caso provável de pneumonia bacteriana no qual se isolou Hi, pneumococo ou outra bactéria. Caso descartado de PB Todo caso suspeito com una radiografia de tórax onde NÃO se identifica um padrão radiológico compatível com pneumonia bacteriana.

11 Definição de caso de pneumonia As alterações radiológicas típicas t das pneumonias bacterianas são as condensações unifocais ou multifocais. Segundo a padronização da OMS para a interpretação de radiografia de tórax t de pneumonias em crianças, as, nas pneumonias bacterianas está presente uma imagem densa, de aspecto de algodão (infiltrado alveolar), que compromete parcial ou totalmente um ou mais segmentos de um ou mais lobos pulmonares ou um pulmão completo. Frequentemente apresenta o broncograma aéreo a e em algumas situações se associa a derrame pleural.

12 Classificação de um caso de pneumonia em um hospital sentinela

13 Infecções respiratórias bacterianas x virais As infecções virais no trato respiratório influem sobre vários dos fatores de defesa do hospedeiro e preparam o caminho para uma subseqüente infecção bacteriana Sant Anna CC, D Elia C. Bronquiolitis. In: Infecciones respiratorias en niños. Benguigui Y, Antuñano FJL, Schmunis G, Yunes J, editors. Washington, D.C, Organización Panamericana de la Salud p

14 Definição de caso de meningite Caso suspeito de meningite Todo paciente menor de 5 anos internado por diagnóstico médico de meningite. Caso provável vel de meningite bacteriana (MB) Todo caso suspeito que o exame do líquor é compatível com etiologia bacteriana, quer dizer, apresenta pelo menos uma das características seguintes: Turvação; Leucócitos aumentados (> de 1/mm3); Leucócitos entre 1-1/mm3 e elevação de proteínas (> 1 mg/dl) ou diminuição da glicose (< 4 mg/dl). Caso confirmado de MB Todo caso suspeito no qual se identificou ou se cultivou uma bactéria (Hi, meningococo, pneumococo ou outra) no líquor ou sangue. Caso descartado de MB Todo caso suspeito onde o exame do líquor não é compatível com etiologia bacteriana, não se cultivou nem identificou nenhuma bactéria no líquor ou sangue.

15 Classificação de um caso de meningite em um hospital sentinela

16 Classificação de um caso de meningite em um hospital sentinela Criança < de 5 anos internada por suspeita de meningite Obtenção de sangue para cultura Identificação ou cultura de Hi* ou Nm* ou Spn* ou outra bactéria Caso confirmado de MB *A cepa isolada deve ser enviada ao laboratório Nacional de Referencia para sua caracterização

17 Periodicidade da informação (nível regional) É mensal (todo dia 1 de cada mês).

18 Dados de um hospital sentinela Vigilância de Pneumonias * Desde a semana 11 Dados Março* Abril Maio No de crianças as <5 anos internadas Suspeitos de pneumonias Suspeitos de pneumonias com fichas e raios X Casos prováveis veis de PB Casos prováveis veis de PB com sangue para cultura Casos prováveis veis de PB com líquidol pleural para cultura Casos confirmados: Hib Hi não b Spn Outros Spn 1 Óbitos

19 Dados de um hospital sentinela Vigilancia de Meningite Dados No de crianças as < 5 anos internadas Março* Abril * Desde a semana 11 Maio Suspeitos de meningite Suspeitos de meningite com fichas e líquorl Casos prováveis veis de MB Casos confirmados: Hib; Hi não b Nm Spn Outras 1 1 Óbitos

20 Avanços VE na América Central Na América Central El Salvador e Guatemala já contam com a vigilância em seus hospitais sentinelas e estão notificando desde abril 27.

21 Avanços VE na América Central

22 Avanços VE na América do Sul

23 Principais desafios Alguns países ainda não iniciaram a vigilância; Outros iniciaram, têm seu protocolo organizando internamente a vigilância, mas ainda não definiram/estabeleceram seus hospitales sentinelas; Outros estabeleceram seus hospitales sentinelas mas não começaram a VE; Alguns começaram, mas ainda não estão notificando; Outros já estão notificando regularmente.

24 Recomendações Para os países que ainda não começaram a vigilância, recomenda-se os seguintes passos: 1. Compor a equipe sentinela nacional; 2. Elaborar o protocolo com os lineamentos gerais; 3. Selecionar o hospital sentinela; 4. Sensibilizar/atualizar/preparar o hospital para a VE; 5. Começar a vigilância; 6. Notificar; 7. Fazer o seguimento; avaliar; 8. Retroalimentar o sistema.

25 Recomendações Para os países que ainda não estabeleceram seus hospitais, identificar pelo menos um para começar.

26 Recomendações Para os que estabeleceram o(os) hospital(is) sentinela mas não começaram, se recomenda os seguintes passos: Identificar os principais impedimentos; Sugere-se como estratégia fazer uma reunião mensal da equipe sentinela nacional; Supervisar semanalmente os hospitais; Divulgar amplamente a VE nos hospitais selecionados (produzir cartazes e outros materiais de divulgação para os hospitais); Retroalimentar sistematicamente todo o sistema.

27 Recomendações Para os que já começaram ou que já tem a data estabelecida para começar, se solicita fazer as notificações oportunamente.

28 Obrigada!

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