Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico; a mediação tecnológica nas práticas didático-pedagógicas *

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico; a mediação tecnológica nas práticas didático-pedagógicas *"

Transcrição

1 Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico; a mediação tecnológica nas práticas didático-pedagógicas * Maria Rita Neto Sales Oliveira Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Introdução Inicialmente, gostaria de mencionar alguns aspectos tomados como ponto de partida para o conteúdo a ser aqui abordado. Em primeiro lugar, tenho como preocupação não apenas retomar estudos já realizados sobre o tema em diversos fóruns de discussão, tais como os Grupos de Trabalho da ANPEd. Sem desconsiderar tais estudos, porquanto defendo que o conhecimento é histórico e social, além de prático, pretendo apresentar algumas reflexões mais recentes em torno da temática. Além disso, as opções feitas e a abordagem do conteúdo aqui apresentado implicam, obviamente, concepções e posições que assumo sobre a matéria e têm como ponto de partida o que o tema proposto sugere: tomar a tecnologia como foco central de nossas discussões. * Trabalho apresentado no GT Didática, durante a 24ª Reunião Anual da ANPEd, realizada em Caxambu-MG, de 7 a 11 de outubro de 2001 Da expressão mediação para a expressão intermediações tecnológicas Inicialmente, importa registrar concepções de tecnologia, educação e da própria característica de mediação, tal como aqui defendidas. Em uma perspectiva técnico-científica, tecnologia refere-se à forma específica da relação entre o ser humano e a matéria, no processo de trabalho, que envolve o uso de meios de produção para agir sobre a matéria, com base em energia, conhecimento e informação. Nesse sentido e conforme tenho defendido em outros estudos (por exemplo: Oliveira, 1999, 2000), a tecnologia refere-se a arranjos materiais e sociais que envolvem processos físicos e organizacionais, referidos ao conhecimento científico aplicável. No entanto, a tecnologia não é propriedade neutra ligada à eficiência produtivista, e não determina a sociedade, da mesma forma que esta não escreve o curso da transformação tecnológica. Ao contrário, as tecnologias são produtos da ação humana, historicamente construídos, expressando relações sociais das quais dependem, mas que também são influenciadas por eles. Os produtos e Revista Brasileira de Educação 101

2 Maria Rita Neto Sales Oliveira processos tecnológicos são considerados artefatos sociais e culturais, que carregam consigo relações de poder, intenções e interesses diversos. Quanto à educação, entende-se que ela é um trabalho concreto de produção e reprodução social da existência humana, nas esferas material e espiritual, pelo qual os atores da situação pedagógica relacionamse entre si e com o mundo natural e social. Nesse trabalho, defendo o compromisso com a formação humana ligada à assimilação, construção e produção cultural e não apenas à transmissão de idéias, valores e conhecimentos. Nesse sentido, a educação escolar, articulada às bases materiais da sociedade e a outras práticas sociais com as quais se relaciona dialeticamente, é prática intencional transformadora. Dentro disso, a concepção de educação aqui assumida envolve o compromisso com a superação das relações de desigualdade, dominação, exploração e exclusão societárias. Finalmente, a propriedade de mediação da tecnologia, tal como expressa na formulação do tema, implica sua situação em um conjunto de relações, de ações recíprocas, no interior das práticas didático-pedagógicas. No entanto, não é raro entender-se, sob a expressão mediação, relações lineares, determinismos e modelos conectivos entre os fenômenos aos quais se referem. Nessa perspectiva, mediação tecnológica poderia ser entendida como mera ponte estabelecida entre as práticas pedagógicas, entre aspectos delas, ou até mesmo entre essas práticas e outras práticas sociais, consideradas de forma independente umas das outras. Talvez essas questões pareçam superadas; entretanto, não é essa superação que tenho encontrado presente no discurso e na prática educacional, em diferentes tempos e espaços no país. Assim, considero importante, inicialmente, que o nosso entendimento da questão da tecnologia nas práticas didático-pedagógicas seja formulado pela expressão intermediações, justificando o subtítulo: da expressão mediação para a expressão intermediações tecnológicas, no tratamento da tecnologia nas práticas didático-pedagógicas. Do recurso tecnológico e das hipóteses da tecnologia educacional revisitada, do modelo de competência e do mito da tecnologia à superação dos problemas, reducionismos e limites nelas presentes Embora, por razões óbvias, não pretenda me estender acerca do tema da tecnologia educacional tratada, particularmente no Brasil, na década de 1970 e início da década de 1980, importa retomar o fato de que ela é marcada pela visão e crítica correspondente dos aparatos tecnológicos entendidos como recursos supostamente neutros a serem utilizados nas práticas didático-pedagógicas de sala de aula ou na organização do processo de trabalho pedagógico na escola. Isso posto, da segunda metade da década de 1980 até a primeira metade da década de 1990, no período que antecedeu a aprovação da LDB de 1996, pode-se dizer que há refluxo da posição de defesa do uso das tecnologias como meios supostamente neutros nas práticas didático-pedagógicas e também refluxo das críticas a respeito. Mas a questão permanece, com ênfase, no âmbito das propostas e discussões ligadas agora à informática na escola e vinculadas principalmente aos centros-piloto de informática na educação, criados no segundo semestre de 1984 em cinco universidades do país. Os educadores e professores que lidam com a área e as orientações das políticas públicas para ela organizam-se em torno da proposta de alternativas, não necessariamente excludentes, denominadas como: informática na educação (uso de recursos informáticos na gestão e administração escolar, na organização de dados na pesquisa educacional, ou nas exposições didáticas); informática educacional (uso de software para ensinar); e informática educativa (para caracterizar, em geral, os programas computadorizados interativos, no ensino, fundados no construtivismo piagetiano). Essas alternativas consolidam-se, na segunda metade da década de 1990, quando a questão das tecnologias reaparece com uma nova força no contexto do trabalho escolar, quer no âmbito da sala de aula, propriamente dita, quer no âmbito da gestão e administração. Nessa 102 Set/Out/Nov/Dez 2001 Nº 18

3 Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico condição, podem-se identificar o que denomino de hipóteses: da tecnologia educacional revisitada, do modelo de competência e do mito da tecnologia. A hipótese da tecnologia educacional revisitada refere-se ao [...] resgate da importância da tecnologia educacional, tal como defendida pelo tecnicismo pedagógico, mas tratada, agora, de forma diferente: a partir de discussões relativas ao paradigma da empresa flexível e integrada; e (estreitamente ligado a isso) em termos da consideração das tecnologias no trabalho escolar não apenas como método/recurso de ensino, (ou de gestão escolar), mas também como conteúdo/objeto de ensino.(oliveira, 1999, p. 155). Essa posição envolve a defesa da presença das novas tecnologias na escola, particularmente o microcomputador, na condução e na organização dos processos educativos com e para o uso da tecnologia, respectivamente nos casos em que: se utiliza o microcomputador como recurso didático ou as novas tecnologias organizacionais na administração (por exemplo: a Gerência da Qualidade Total GQT); essas tecnologias são inseridas como componentes do conteúdo curricular nas escolas, com o objetivo de preparar o aluno para uma nova sociedade, cheia de tecnologias. A posição descrita acarreta problemas quando, na defesa do domínio do aparato tecnológico por parte do aluno, em função do fato de o seu não domínio implicar um novo fator de desigualdade e exclusão societárias, não há a preocupação com o entendimento socioistórico desse aparato. Acarreta problemas também quando se desconhece que a transferência de métodos de gestão da produção na reestruturação pósfordista para o setor educacional e escolar está comprometida com a internalização das relações de produção, enquanto componente da inserção social. Dentro disso, os processos educativos e as relações sociais que se estabelecem na escola não são apenas formadores mais eficientes de novas qualificações, nem lidam apenas com o desenvolvimento de competências. De forma mais ampla, eles envolvem a construção de nova cultura, centrada em valores e objetivos da nova dinâmica da produção e do consumo. Não se pode desconsiderar que as estratégias culturais e educacionais do novo capitalismo envolvem a construção de novas subjetividades, na formação de novos trabalhadores que não apenas demonstrem novos requisitos de qualificação, ou novas competências, mas que sejam viáveis segundo valores e objetivos do estágio atual de acumulação do capital. Dentro disso, os novos recursos e meios tecnológicos, no âmbito das práticas didático-pedagógicas, estão relacionados, também, com processos de mobilização de subjetividades. Relacionada à anterior, a hipótese do modelo de competência identificaria a posição pela qual, com base no paradigma da empresa flexível e integrada, se defende a presença das tecnologias, na educação e no ensino, a partir do relacionamento entre educação e trabalho, mediado pela questão da exigência de um novo padrão de formação profissional, diante do uso de novas tecnologias no setor produtivo. Nesse sentido, defende-se o uso de novas tecnologias de cunho informacional nos processos escolares de formação de novos trabalhadores, que estariam sendo requeridos pelo estágio atual de desenvolvimento tecnológico, por um processo didático-pedagógico que não deveria e não poderia ser atrasado. (Oliveira, 1999, p. 152). Essa posição implica problemas, reducionismos, quando assume a suposta generalização da reestruturação produtiva no país e a trata como destino e destituída de conflitos; quando afirma, de forma absoluta, a elevação e a mudança da natureza dos requisitos de qualificação do trabalhador, de quem estariam sendo requeridas novas competências; e quando equaciona as questões educacionais nos limites da modernização econômica e dos interesses empresariais. Finalmente, em estreita relação com as hipóteses mencionadas e, a rigor, quase sempre presente em suas formulações, encontra-se a hipótese do mito da tecnologia, ou seja, afirmar-se que o uso das novas tecnologias no ensino, particularmente o microcomputador, garante melhorias na aprendizagem e no desenvolvimento do aluno. Essa posição é denominada de mito da tecnologia, uma vez que implica a ilusão de se atribuir aos recursos tecnológicos um valor acima das suas Revista Brasileira de Educação 103

4 Maria Rita Neto Sales Oliveira possibilidades de influência na melhoria do processo ensino-aprendizagem (Oliveira, 1999, p. 153). No entanto, no interior dessa posição, lida-se, de forma contraditória, com a natureza atribuída à tecnologia. Esta teria caráter quase sagrado e perene, demandando celebração. Ao mesmo tempo, teria caráter efêmero, pelo qual a tecnologia é entendida como uma mercadoria, para ser consumida e trocada, em um mercado competitivo e integrado. Este ponto é problemático, sobretudo quando se ignora também que os novos aparatos tecnológicos informacionais não são destituídos de cultura, de linguagem, de reconceptualizações do espaço e do tempo, e que imprimem as características próprias de sua lógica, por exemplo, nos conteúdos de ensino com os quais lidam. Em síntese, as visões apresentadas envolvem limites quando não expressam, na teoria e na prática, o entendimento da tecnologia em termos do contexto mais amplo do novo modo de desenvolvimento, no estágio atual de acumulação capitalista. Isto tem a ver com o entendimento do denominado novo paradigma tecnológico. Das hipóteses ao paradigma tecnológico 1 Para uma crítica ao trabalho de Castells, ver Demo (2001). Segundo este autor, Castells: possui uma visão americanizada do No novo modo de desenvolvimento, a fonte de produtividade encontra-se na tecnologia da informação, ou seja, na geração de conhecimentos, de processamento de informação e de comunicação de símbolos. A rigor, conhecimentos e informação são fundamentais em todos os modos de desenvolvimento. No entanto, no novo modo de desenvolvimento, o diferencial é o fato de a principal fonte de produtividade ser a ação de conhecimentos sobre os próprios conhecimentos. A partir daí, pode-se dizer que este é um modo de desenvolvimento informacional, constituído por um novo paradigma tecnológico. Com base na trilogia de Manuel Castells: A sociedade em rede (2000b), O poder da identidade (2000a) e Fim de milênio (1999), 1 são características desse novo paradigma: a) a sua matéria-prima é a informação; b) possui ampla penetrabilidade, ou seja, o efeito das novas tecnologias é penetrável em todos os processos da existência individual e coletiva, pois a informação é parte integral de toda atividade humana; c) implica convergência e interdependência tecnológicas, resultantes da lógica compartilhada entre diferentes tecnologias, na geração da informação; d) relaciona-se à lógica de redes e, ligado a isso, implica flexibilidade, capacidade de reconfiguração das organizações, que são aspectos decisivos em uma sociedade caracterizada por constante mudança e fluidez organizacional. Nesse sentido, as tecnologias da informação viabilizam mudança de regras, sem destruir uma dada organização, visto que a base material desta pode ser reprogramada e reaparelhada. Para a discussão do tema, importa lembrar ainda que esse novo paradigma tecnológico é apropriado para as relações capitalistas de produção baseadas: na globalização, no trabalho e na empresa voltados para a flexibilidade; na política destinada ao processamento instantâneo de novos valores e humores públicos; em uma organização social que lida com a superação do tempo e do espaço de lugares, e com a reorganização das relações de poder e de interações entre identidades culturais, sem ameaças à estrutura social vigente. Dentro do exposto, as novas tecnologias da informação, no designado capitalismo informacional, estão integrando o mundo em redes globais de instrumentalidade, gerando as comunidades virtuais, no espaço de fluxos. No entanto, em um mundo de fluxos globais de riqueza, poder e imagens, há a tendência da construção da ação social e de políticas em torno de identidades primárias, enraizadas no tempo e no espaço de lugares. Nesse sentido, surgem novos sujeitos e novas identidades, pelas quais os atores sociais se reconhecem, com base em atributos culturais inter-relacio- conhecimento e entende-o em seu caráter de aplicação e não como uma categoria em si; desconhece a crise do emprego e o caráter excludente da economia intensiva de conhecimento; desconhece, também, a intenção de competitividade presente na defesa neoliberal da educação de qualidade. 104 Set/Out/Nov/Dez 2001 Nº 18

5 Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico nados, que prevalecem sobre outras fontes de significado e experiência. Presencia-se, assim, uma oposição fundamental entre o instrumentalismo universal abstrato e as identidades particularistas, historicamente enraizadas, ligadas, por exemplo, a raças, etnias, crenças, nações. Dessa forma, em um entendimento amplo do novo paradigma tecnológico, junto aos processos de transformação tecnológica e econômica, não se podem desconsiderar as transformações culturais, propriamente ditas. Elas envolvem relações de gênero, raça, etnia, movimentos sociais de defesa pelos direitos humanos, movimento ambientalista, entre outros, no bojo de resistências à nova ordem global. Nos estudos sobre as interdeterminações tecnológicas nas práticas didáticopedagógicas, importa que haja espaços para as discussões das relações entre ser e rede. E, dentro disso, importa registrar pelo menos dois pontos. Primeiro, em um mundo de desigualdade e exclusão societárias, em que há poucas oportunidades, não apenas no espaço dos fluxos, mas também no espaço dos lugares, para os não-iniciados em computadores, para os não-atualizados com as novas tecnologias informacionais, constrói-se uma lógica de exclusão dos próprios agentes da exclusão. Assim, em oposição à rede, reafirmam-se velhas e constroem-se novas identidades culturais. Estas resistem a sua discriminação e excluem a rede, elas próprias, ou se integram a ela, por meio de atividades marginais aos valores assumidos pelo sistema social mais amplo. De fato, a realidade virtual e o tempo intemporal no novo paradigma tecnológico, em escala global, não destroem a especificidade da história, da cultura e das instituições territorializadas, que reagem diferentemente às novas tecnologias da informação. Segundo, as interdeterminações entre tecnologia, sociedade e cultura, e entre tecnologia e as práticas didático-pedagógicas não são construídas em termos de atributos materiais bons ou maus da tecnologia. Obviamente esta não é neutra, mas as propriedades das matrizes de interação entre as forças tecnológicas, construídas pelos seres humanos, e eles próprios, individual ou coletivamente considerados, porquanto não são questões de destino, devem ser submetidas a estudo e investigação. Retomando, então, o tema das tecnologias nas práticas didático-pedagógicas no país, no interior do novo paradigma informacional, importa tecer alguns comentários sobre o Livro verde (Brasil, 2000). Este contém as metas e o conjunto de ações do Programa Sociedade da Informação, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia do País, cuja execução envolve o período do ano de 2001 até O objetivo do Programa é acelerar a introdução das tecnologias informacionais na empresa brasileira, para alavancar o desenvolvimento da economia, em sua inserção na sociedade internacional e no sistema econômico mundial. Ao lado disso, o Programa compromete-se com a universalização dos benefícios da sociedade da informação e o uso crescente dos meios eletrônicos para gerar uma administração eficiente e transparente. Assim, sua finalidade está referida a integrar e coordenar o desenvolvimento e a utilização de serviços avançados de computação, comunicação e informação e de suas aplicações na sociedade. Breve análise do documento, à luz das considerações feitas, sugere que a fundamentação do Programa equilibra-se entre uma dupla posição. De um lado, advogam-se benefícios econômicos da sociedade da informação, vista como uma realidade global; mostramse os seus riscos entendidos, apenas, no domínio das relações de distribuição, consumo, ou apropriação diferencial da riqueza, gerada pelos novos meios tecnológicos, considerados, eles mesmos, uma riqueza; e evidencia-se, enfim, uma visão tecnocrática e de determinismo econômico. De outro, defendem-se a construção de uma sociedade mais justa, fundada na riqueza da diversidade e identidade cultural; a efetiva participação social como sustentáculo da democracia; e a sustentabilidade de um padrão de desenvolvimento, que respeite as diferenças e busque o equilíbrio regional. Quanto ao lugar da educação no Programa, ela aparece fundamentalmente como meio para impulsionar a sociedade da informação no país. Com isso, encontram-se as propostas de: a) tratamento das novas Revista Brasileira de Educação 105

6 Maria Rita Neto Sales Oliveira tecnologias como um recurso, apontando-se para a necessidade de serem superadas antigas deficiências do sistema educacional, ainda ligadas ao analfabetismo, e de serem criadas competências requeridas pela nova economia. Nesse sentido, é valorizada a educação à distância, com o uso de tecnologias da informação, cujo uso contribuiria, ele mesmo, para a familiarização e o acesso dos educandos em relação aos novos meios tecnológicos; b) tratamento das novas tecnologias como um conteúdo do sistema educacional, para prover a alfabetização digital, a aplicação de tecnologias e a geração de novos conhecimentos. No entanto, causa perplexidade a seguinte afirmação, no Livro verde: Há argumentos no sentido de que, para países em desenvolvimento, a capacidade de absorver novas tecnologias e de colocá-las em aplicação é tão ou mais importante do que a capacidade de gerar essas tecnologias. Ao lado disso, a educação é entendida como um processo de formação para a cidadania, que exige acesso à informação e ao conhecimento e à capacidade crítica para processá-los. Por todo o exposto, no que diz respeito às intermediações entre tecnologia e educação, o Programa vai ao encontro de contradições também presentes, por exemplo, na atual reforma da educação profissional no país, a qual busca equilibrar-se sobre a polarização: um projeto democrático de formação de cidadania calcado na igualdade e liberdade, aproximando-se de uma proposta de educação tecnológica para todos, e um projeto de modernização calcado na eqüidade e voltado para o mercado, que se distanciaria dessa proposta. (Oliveira, 2000, p.46.). À guisa de conclusão: algumas implicações A partir do exposto, deve-se buscar ultrapassar os problemas aqui apontados. Isso implica, necessariamente, o reconhecimento de que a presença das tecnologias da informação e da comunicação na educação e, particularmente, dos recursos da internet: a) não é em si um fator de equalização social, nem uma condição suficiente ou mesmo necessária para a formação crítica e criativa do aluno; b) está conectada com o modo de desenvolvimento informacional, com a denominada sociedade do conhecimento, que não se pauta por valores de justiça e inclusão social, democratização dos bens materiais e simbólicos construídos, sim, pelo esforço coletivo; c) em conseqüência, não lida com recursos tecnológicos neutros e não viabiliza o acesso ao universo de conhecimento da humanidade. Cabe lembrar, no mínimo, que o conhecimento não está disponível para todos, porquanto envolve vantagem comparativa, e mais: conhecimento de ponta é objeto de patente. As características da sociedade do conhecimento nem sempre se relacionam à democratização do saber. Assim, o barateamento dos recursos tecnológicos e a sua oferta no cenário educacional cumprem funções mais ligadas ao consumo do que à intenção de construção da cidadania e respeito aos direitos humanos; d) envolve novos problemas ligados a questões éticas, de segurança e de propriedade intelectual. Deve-se buscar também propor a informática como objeto de estudo e não apenas como recurso de ensino-aprendizagem. Esse estudo deveria ser informado por pesquisas na área que investiguem: a) a questão do próprio uso da informática na educação, a partir da experiência e práticas não desenvolvidas pela defesa a priori de que esse uso está relacionado à melhoria do processo ensino-aprendizagem e à aprendizagem significativa; b) a cultura da informática, salientando-se as propriedades dos recursos informacionais, não reduzidas à questão da racionalidade computacional e sua analogia com a racionalidade humana. Importa pesquisar, por exemplo, características da linguagem da informática, não entendida apenas em seus aspectos lógicos, mas, sobretudo, em seus aspectos de interação, que definem tribos diferenciadas de usuários; c) a cultura da informática e suas relações com a cultura escolar e outros universos culturais. Cabe perguntar: em que medida o uso, por exemplo, da internet favorece a construção de uma perspectiva intercultural na escola ou o fortalecimento de posturas monoculturais ou de preconceitos em relação à cultura dos diferentes, ou, ainda, em que medida o uso da internet implica uma cultura diferente, no entrecruzamento das culturas na escola? 106 Set/Out/Nov/Dez 2001 Nº 18

7 Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico Deve-se ainda estudar, nos processos de educação à distância mediada pelo computador: a) a relação da flexibilização do tempo para as atividades de ensino- aprendizagem com questões de intensificação do trabalho docente; b) as novas características do papel do professor e dos processos de avaliação. Deve-se, finalmente, lidar com os recursos tecnológicos da sociedade do conhecimento de forma crítica, o que envolve o entendimento de que: a) esses recursos estão inscritos nas relações capitalistas de produção, num contexto de redefinição da teoria do capital humano, que é reconceptualizado, nas novas organizações, como capital intelectual; b) esses recursos articulam-se com questões atuais do desemprego estrutural e subemprego; c) no entanto, o conhecimento e o desenvolvimento tecnológico são forças materiais também na concretização de valores que se relacionam com os interesses dos excluídos, contradizendo os valores próprios da acumulação capitalista; d) em todo o contexto discutido, a educação assume papel crucial na socialização e construção do conhecimento e da cultura, podendo ultrapassar o caráter instrumental do conhecimento, tendo em vista a formação de cidadãos comprometidos com: a democracia, a igualdade e a inclusão sociais; a tolerância e o diálogo intercultural. MARIA RITA NETO SALES OLIVEIRA é professora adjunta do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) e professora titular aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. Publicou: A reconstrução da didática; elementos teórico-metodológicos. (3ª ed. Campinas: Papirus, 2000); 20 anos de ENDIPE (em V. M. F. Candau. Didática, currículo e saberes escolares. Rio: DP&A, 2000); A pesquisa em didática no Brasil (em S. G. Pimenta. (org.). Didática e formação de professores; percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. 3ª ed. São Paulo, Cortez, 2001). Organizou, em colaboração com C. Ferreti e J. R. Silva Júnior, Trabalho, formação e currículo (São Paulo, Xamã, 1999). Pesquisa atual: A prática pedagógica no ensino tecnológico e a noção de competência. Referências Bibliográficas BRASIL, Ministério da Ciência e Tecnologia, (2000). Livro verde. (www.socinfo.org.br). CASTELLS, M., (1999). Fim de milênio. São Paulo: Paz e Terra (vol. 3: A era da informação: economia, sociedade e cultura)., (2000a). O poder da identidade.2ª ed. São Paulo: Paz e Terra (vol. 2: A era da informação: economia, sociedade e cultura)., (2000b) A sociedade em rede.3ª ed. São Paulo: Paz e Terra (vol. 1: A era da informação: economia, sociedade e cultura). DEMO, P., (2001). Educação e conhecimento; relação necessária, insuficiente e controversa. 2ª ed. Petrópolis: Vozes. OLIVEIRA, M.R.N.S., (1999). Tecnologias interativas e educação. Educação em Debate, Fortaleza, n. 37, p OLIVEI- RA, M.R.N.S., (2000). Mudanças no mundo do trabalho: acertos e desacertos na proposta curricular para o ensino médio (Resolução CNE 03/98). Diferenças entre formação técnica e formação tecnológica. Educação & Sociedade, Campinas, n.70, p , abril. Revista Brasileira de Educação 107

8 Resumos/Abstracts mais ligados aos movimentos sociais, que recorrem dominantemente à teoria social e à antropologia e os autores mais ligados a questões pedagógicas, que tendem a se apoiar na teorização de currículo, na teoria crítica, nos estudos culturais e no pensamento pósmoderno e pós-estrutural. Recent scientific production on curriculum and multiculturalism in Brazil ( ): advances, challenges and tensions This article presents an analysis of recent Brazilian scientific production on curriculum and multiculturalism. It examines articles published between 1995 and 2000 in the following journals: Cadernos de Pesquisa, Revista Brasileira de Educação, Educação & Realidade, Educação & Sociedade e Educação em Revista. It also focuses on papers presented at the Annual Meetings of ANPEd during the same period. The study aims at identifying the main themes and arguments, the most significant theoretical influences, the methodological procedures employed, the contributions and the gaps. The tensions and challenges observed in the articles are also discussed. The paper insists on the importance of a dialogue between those authors more closely associated with social movements who are chiefly influenced by social theory and anthropology and those authors more closely associated with curriculum and pedagogy who are influenced by critical theory, cultural studies, post-modernism and post-structuralism. Iria Brzezinski e Elsa Garrido Análise dos trabalhos do GT Formação de Professores: o que revelam as pesquisas do período O texto analisa setenta trabalhos apresentados no GT Formação de Professores da ANPEd, no período As pesquisas foram organizadas segundo cinco descritores: formação inicial de professores, formação continuada, práticas pedagógicas, profissionalização docente e revisão da literatura sobre formação de professores. O estudo procura oferecer uma visão compreensiva sobre as questões, os referenciais teóricos e os avanços do conhecimento na área, explorando relações, explicitando divergências e delineando tendências de pesquisa. O conjunto dos trabalhos traz contribuições para fundamentar e subsidiar propostas e políticas de formação e de desenvolvimento profissional docente. Papers presented in the Working Group on Teacher Formation what the research in the period reveals This texts sets out to analyse seventy papers presented in the ANPEd Working Group on Teacher Formation during the period The research was organised employing five categories: initial teacher formation, continued formation, pedagogical practices, teacher professionalisation and literature review on teacher formation. The study seeks to offer a comprehensive vision with regard to theoretical frameworks and recent advances in the area, exploring relations, expressing divergences and outlining research tendencies. The set of papers offers contributions to substantiate proposals and policies for teacher formation and professional development. Maria Rita Neto Sales Oliveira Do mito da tecnologia ao paradigma tecnológico; a mediação tecnológica nas práticas didático-pedagógicas O objetivo principal do texto é apresentar uma visão crítica da tecnologia no âmbito da educação e do ensino. Aborda três hipóteses sobre a matéria: tecnologia educacional revisitada, modelo da competência e mito da tecnologia, evidenciando seus problemas, reducionismos e limites. Em seqüência, discute as características do novo paradigma tecnológico, e alguns aspectos do Livro verde do Ministério da Ciência e Tecnologia do país. Como conclusão, levanta algumas implicações da necessária superação dos problemas apontados, para o entendimento e tratamento crítico das tecnologias nas práticas didático-pedagógicas. From the myth of technology to the technological paradigm: technological mediation in pedagogical practices The main objective of the text is to present a critical perspective on technology in education and teaching. Three hypotheses are discussed: educational technology revisited, the competence model and the myth of technology. The text also discusses the characteristics of the new technological paradigm and some aspects of The green book published by the brazilian Ministry of Science and Technology. In conclusion, the article points to some of the implications linked to a critical understanding and treatment of technology in teaching and educational practice. Bernardete Angelina Gatti Reflexão sobre os desafios da pósgraduação: novas perspectivas sociais, conhecimento e poder O artigo salienta as diferenças entre o momento histórico em que os programas de mestrado e doutorado foram criados e o momento atual. Discute-se o papel social desses cursos na dicotomia conhecimento x poder e o dilema a ser enfrentado por mestrados e doutorados que vêm sendo instados, pela sociedade, a abrir-se a novas modali- Revista Brasileira de Educação 153

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível?

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? 1 A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? Natália Regina de Almeida (UERJ/EDU/CNPq) Eixo Temático: Tecnologias: Pra que te quero? Resumo As novas tecnologias estão trazendo novos

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. Resumo INCLUSÃO DIGITAL Leandro Durães 1 A inclusão digital que vem sendo praticada no país tem abordado, em sua

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica.

Palavras-Chave: Projeto Político-Pedagógico; Prática Pedagógica; Currículo Interdisciplinar; Proposta Pedagógica. A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO LICEU ESCOLA DE ARTES E OFÍCIOS MESTRE RAIMUNDO CARDOSO: UM ESTUDO AVALIATIVO JUNTO A PROFESSORES E ALUNOS *Alcemir Pantoja Rodrigues ** Arlete Marinho Gonçalves Universidade do

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS

A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS A IMPORTÂNCIA DOS FUNCIONÁRIOS NO PROCESSO EDUCATIVO NAS ESCOLAS Carine Ferreira Machado Virago 1 Carla Cristiane Costa 2 Resumo: A nova conjuntura educacional, voltada especialmente a uma educação integral

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA REGIÃO SUDESTE, ÁREA 46 DA CAPES, SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA. Osmair Benedito da Silva (Departamento de Química, Universidade

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Mariana da Rocha C. Silva Mariana C. A. Vieira Simone C. Marconatto Faculdade de Educação-Unicamp Educação e Mídias

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA UTILIZANDO TECNOLOGIAS

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA UTILIZANDO TECNOLOGIAS I Mostra de Iniciação Científica I MIC 23 e 24 de setembro de 2011 Instituto Federal Catarinense Campus Concórdia Concórdia SC INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS: REFLEXÕES PARA O PROFESSOR

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS: REFLEXÕES PARA O PROFESSOR EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS: REFLEXÕES PARA O PROFESSOR Carina Aparecida Bento da Costa 1 Cláudia da Silva Cunha 2 Liliane Patrícia Oliveira Rezende 3 RESUMO O presente trabalho consiste em fazer uma reflexão

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino

Palavras-chave: Formação, Aprendizagem, Ensino LABORATÓRIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Cármen Lúcia Rodrigues * RESUMO O presente texto busca explicar o que é o Laboratório de Ensino e Aprendizagem do curso de Pedagogia ULBRA/Guaíba, relatando suas funções,

Leia mais

Educação a Distância: Opção Estratégica para Expansão do Ensino Superior Anaci Bispo Paim

Educação a Distância: Opção Estratégica para Expansão do Ensino Superior Anaci Bispo Paim Educação a Distância: Opção Estratégica para Expansão do Ensino Superior Anaci Bispo Paim Conselheira do Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior EAD NO BRASIL 1ª Fase: Década de 60 Ensino

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Teoria e Planejamento Curricular I Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) Currículo:

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil. Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil. Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹ Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil Educação: Ensino, pesquisa e extensão! Solange Barreto Chaves¹ Resumo O presente texto tem por objetivo refletir e discutir sobre a integração entre ensino,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Paradigmas de Organização Escolar: pressupostos teóricos e práticos. Administração/gestão escolar: teorias e tendências atuais no Brasil. A escola concebida e organizada a partir das Diretrizes

Leia mais

4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA. 4.1. Apresentação

4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA. 4.1. Apresentação 4. CURSO DE EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE E CIDADANIA 4.1. Apresentação O Curso de Educação na Diversidade e Cidadania é um curso de formação continuada de professores de educação básica, com carga horária de

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

A Prática Educativa na EAD

A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD Experiências na tutoria em EAD Disciplina de Informática Educativa do curso de Pedagogia da Ufal nos pólos de Xingó, Viçosa e São José da Laje (2002-2004).

Leia mais

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO ANÁLISE DOS ASPECTOS TEÓRICO METODOLÓGICOS DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO Andrelisa Goulart de Mello Universidade Federal de Santa Maria andrelaizes@gmail.com Ticiane

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Ação Educativa em Espaços não Escolares Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo)

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

Plano de Ensino Docente

Plano de Ensino Docente Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA REDES SOCIAIS COMO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Guilherme Garcez Cunha, UNIPAMPA Campus Dom Pedrito, guilhermecunha@unipampa.edu.br; Franciele B. de O. Coelho,

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Ciências Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conteúdos e fundamentos

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Planejamento e Avaliação da Educação Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário resumo) Aspectos históricos

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE*

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* 1 O ENSINO DE ESPANHOL COMO LE COM OS RECURSOS EDUCACIONAIS ABERTOS NA PLATAFORMA MOODLE* Resumo Este trabalho se propõe a analisar o curso de extensão universitária CESB (Curso de Espanhol Básico) para

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE: SUBSÍDIOS PARA UMA REFLEXÃO Monique da Silva de Araujo UNESA monique_msa@yahoo.com.br Daniela Punaro Baratta de Faria UNESA daniela.punaro@gmail.com

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

The present study discusses the legacy of the last 30 years of the Special Education's

The present study discusses the legacy of the last 30 years of the Special Education's A educação inclusiva e a universidade brasileira Enicéia Gonçalves Mendes 1 egmendes@power.ufscar.br RESUMO O presente artigo aborda o legado de 30 anos da história da institucionalização da Educação Especial

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco.

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. Autora: Maria José de Souza Marcelino. Orientador: Professor Dr. Washington Luiz Martins (UFPE). Instituto

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL Coleção EDUCAÇÃO SUPERIOR Coordenação editorial: Claudenir Módolo Alves Metodologia Científica Desafios e caminhos, Osvaldo Dalberio / Maria

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais