BACHARELADO EM FISIOTERAPIA RAQUEL NETO DELFINO ROBERTA MOREIRA DE OLIVEIRA

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1 BACHARELADO EM FISIOTERAPIA RAQUEL NETO DELFINO ROBERTA MOREIRA DE OLIVEIRA EFEITOS DA GINÁSTICA LABORAL EM FUNCIONÁRIOS DE CONFECÇÃO TÊXTIL CATAGUASES 2010

2 BACHARELADO EM FISIOTERAPIA RAQUEL NETO DELFINO ROBERTA MOREIRA DE OLIVEIRA EFEITOS DA GINÁSTICA LABORAL EM FUNCIONÁRIOS DE CONFECÇÃO TÊXTIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Bacharelado em Fisioterapia da Faculdade Sudamérica. Orientador: Fabrício Sette Abrantes Silveira CATAGUASES 2010

3 RAQUEL NETO DELFINO ROBERTA MOREIRA DE OLIVEIRA EFEITOS DA GINÁSTICA LABORAL EM FUNCIONÁRIOS DE CONFECÇÃO TÊXTIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para obtenção do título de Bacharelado em Fisioterapia pelo curso de Fisioterapia da Faculdade Sudamérica. Orientador: Fabrício Sette Abrantes Silveira Aprovado em / / BANCA EXAMINADORA Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence Componente da Banca Examinadora Instituição a que pertence

4 Sumário 1. Resumo Introdução Justificativa Objetivos Gerais Objetivos Específicos Metodologia Resultados e Discussão Conclusão Referências Bibliográficas Anexos Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Questionário Pré e Pós-Ginástica Laboral Mapa de Desconforto Postural...12

5 6 Efeitos da Ginástica Laboral em Funcionários de Confecção Têxtil Raquel Neto Delfino¹, Roberta Moreira de Oliveira¹, Fabrício Sette Abrantes Silveira² Resumo Introdução: A ginástica laboral (GL), é constituída por exercícios físicos, compostos principalmente por alongamentos, sendo realizada dentro ou fora de uma empresa, com duração entre cinco e trinta minutos por seção, de preferência três vezes por semana; visa prevenir os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORTs), proporcionar melhora da auto-imagem, reduzir dores, reduzir o estresse e melhor o relacionamento inter-pessoal. Objetivo: Este projeto objetivou identificar o perfil dos trabalhadores, quadros álgicos, fornecer orientações posturais e avaliar os efeitos da GL aplicados em uma confecção de tecidos. Metodologia: Para este estudo, foi utilizado um questionário pré e pós GL e um mapa de desconforto postural. A amostra foi composta por 15 funcionários do setor de acabamento, com duração de 10 minutos, 3 vezes por semana, por um período de 3 meses, totalizando 38 sessões. Resultados: Foi constatado entre as funcionárias, idade média de 32 anos e permanência em torno de 9 h diárias na empresa, melhora significativa na percepção de dor, melhora da relação inter-pessoal, diminuição do cansaço, aumento da produtividade, sendo que 100% delas relatam estarem satisfeitas com a prática de GL. Conclusão: Apesar da boa recepção da GL e da evidente melhora da rotina dos funcionários, os resultados não são definitivos e é recomendado um novo experimento futuro com reavaliação dos métodos e aumento da amostragem e do período de estudo. Palavras-Chave: Ergonomia, Ginástica Laboral, Trabalho, Dort. 1. Aluna do Curso de Bacharelado em Fisioterapia 2. Professor Orientador do Curso de Fisioterapia

6 7 Introdução Atualmente, a adequação do ambiente de trabalho não é considerada ideal em grande parte das empresas. É comum haver uma prioridade em uma maior capacidade dos trabalhadores produzirem ao menor custo operacional, por vezes não havendo investimento em uma melhor infra-estrutura para seus funcionários. Segundo Couto (1995 apud PIMENTA, 2006) ergonomia é um conjunto de ciências e tecnologias, que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho, basicamente procurando adaptar as condições de trabalho às características do ser humano. A ergonomia pode ser entendida como uma forma de trazer bem-estar aos seres humanos, podendo ser atingida através de mudanças físicas do ambiente, como melhorias de objetos de trabalho, mudanças de comportamento e postura na execução das atividades, aspecto que constituiu o objeto de estudo do trabalho aqui realizado. Esta mudança de funcionamento do corpo das pessoas pode ser feita, por exemplo, através da pratica correta de esportes ou atividades terapêuticas. Uma das atividades que têm sido amplamente divulgada e aplicada no mercado de trabalho brasileiro é a ginástica laboral (GL), que é realizada dentro ou fora da empresa, onde os funcionários recebem acompanhamento de um fisioterapeuta. A GL é efetuada primariamente através de exercícios de alongamento e com duração variável entre cinco e trinta minutos por seção, com a freqüência que for conveniente, de preferência de três a seis vezes por semana. É desenvolvida em coletividade, porém os exercícios são feitos levando em consideração as características individuais de cada trabalhador. Existem três tipos de GL, são elas a preparatória, a compensatória e a de relaxamento. A GL preparatória é realizada no inicio do expediente e visa o aquecimento, a preparação da musculatura e das articulações que serão utilizadas no trabalho, prevenindo acidentes, distensões musculares e doenças ocupacionais; a GL compensatória é realizada no meio do expediente, previne a fadiga naqueles que realizam movimentos repetitivos, atividades com sobrecarga muscular ou, se o

7 8 ambiente é estressante, tem o objetivo de diminuir as tensões musculares provocadas pelo trabalho; e a GL de relaxamento é realizada no fim do expediente, é mais indicada para quem atende ao público, para extravasar as tensões acumuladas nas diversas regiões do corpo (MENDES & LEITE, 2004 apud SOARES 2006). A GL visa prevenir as doenças ocupacionais e os DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), diminuir os acidentes de trabalho, prevenir a fadiga muscular, corrigir vícios posturais, melhorar a disposição do funcionário ao iniciar e retornar ao trabalho e promover maior integração no ambiente de trabalho, além de proporcionar benefícios tanto para os funcionários quanto para as empresas. Para os funcionários a GL proporciona melhora da autoimagem, redução das dores, redução do estresse e alívio das tensões, melhoria do relacionamento interpessoal, maior resistência à fadiga central e periférica, aumento da disposição e motivação para o trabalho, melhoria da saúde física, mental e espiritual. Já para a empresa, espera-se com a GL aumento da produtividade, diminuição de incidência de doenças ocupacionais, menores gastos com despesas médicas, marketing social, redução do índice de absenteísmo e rotatividade dos funcionários, redução dos números de erros e falhas, pois os funcionários ficam mais espertos e motivados (MENDES E LEITE, 2004 apud RESENDE et al 2006). De acordo com Alves (2000 apud SANTOS 2007), os exercícios em forma de GL ativam a circulação periarticular com aquecimento tecidual e neuromuscular, que é imprescindível às atividades relacionadas a atenção e tomadas de decisão que resultam em atos motores. Estes fatores proporcionam ganho de força pelo alongamento muscular restaurador do potencial contrátil, melhorando o retorno venoso, a capacidade ventilatória e a postura, reduzindo, também, o estresse. A dificuldade de implantação da GL, segundo alguns autores é de responsabilidade dos profissionais que não a planejam como deveriam: a GL pode fornecer todos esses benefícios, dependendo da competência, grau de conscientização e postura ética adotada pelos profissionais que a conduzem (MILITÃO, 2001 apud SOARES, 2006). Também da influência negativa dos

8 9 trabalhadores, quando são descomprometidos e não aceitam a melhoria, ou não entendem a importância da GL (MENDES & LEITE, 2004 apud SOARES, 2006). A qualidade de vida e eficiência do trabalhador é uma preocupação antiga do homem, que vem desde a busca do aprimoramento dos instrumentos primitivos, junto com a constante melhoria das condições de trabalho. Chaves (2001 apud SANTOS, 2007) complementa que a qualidade de vida no trabalho abrange a relação trabalho, trabalhadores e organizações, com base em métodos de administração e seus reflexos na motivação dos trabalhadores e, ainda, no desempenho da organização do trabalho. O modo de vida que levamos favorece uma vida sedentária, e a natureza do trabalho moderno leva a realização de movimentos repetitivos e posturas incorretas, estes fatores levam ao surgimento de problemas como os DORT. Segundo Couto (1998 apud SANTOS,2007) DORT são definidos como transtornos funcionais, mecânicos e lesões de músculo, tendões, de fáscias, bolsas articulares e extremidades ósseas nos membros superiores, ocasionados pela utilização biomecânica incorreta dos membros superiores, resultando em fadiga, queda da performance no trabalho, incapacidade temporária e, conforme o caso, evoluindo para uma síndrome dolorosa crônica e, nesta fase, agravada por todos os fatores psíquicos (inerentes ao trabalho ou não), capazes de reduzir o limiar de sensibilidade dolorosa do indivíduo. Elas podem ser controladas se descobertas no início da manifestação dos sintomas. Os DORT acometem de duas a três vezes mais mulheres que homens, em parte graças a maior fragilidade de sua estrutura corporal e variação hormonal. Além disso, as mulheres enfrentam uma jornada de trabalho prolongada pelas atividades domésticas, que ainda são consideradas de sua responsabilidade na maior parte das famílias. DORT têm sido um dos problemas que mais tem afetado as empresas, gerando despesas para os proprietários, como tratamento médico para os funcionários e transtornos com a justiça, além das desvantagens para os trabalhadores, entre elas o possível sofrimento psicológico e numerosos quadros álgicos.

9 10 Vários pesquisadores apontaram entre as causas de LER/DORT posturas inadequadas como sentar-se por muito tempo sem apoio na lombar, natureza e repetitividade de movimentos e aplicação de forças, que podem influenciar diretamente no sistema músculo-esquelético do trabalhador. Os fatores causais indiretos relacionam-se ao conteúdo das atividades e à qualidade da comunicação, períodos prolongados de trabalho, ausência de pausas, não rotatividade de tarefas e fatores psicológicos, tais como o estresse, pressão pela produção e o relacionamento entre chefias e funcionários (MACIEL, 2005). Em todos os casos, independente das causas das lesões e distúrbios ou do gênero dos funcionários, há um consenso de que a GL leva a uma melhoria do diaa-dia de empresas e seus funcionários. A GL pode ser oferecida dentro da própria empresa em horário pré-determinado, em que os funcionários têm uma folga, com a opção de realizar os exercícios. Conhecendo os benefícios que podem ser obtidos com a implantação de GL na rotina dos funcionários, buscamos uma empresa que pudesse ser alvo desta implantação e de estudos dos possíveis resultados. Uma das atividades comuns na cidade de Dona Euzébia (Zona da Mata de Minas Gerais) é a confecção de tecidos, que apesar da modernização de métodos e maquinário utilizados, depende primariamente de pessoas e atividades por elas realizadas, atividades estas que tendem a ser manuais, metódicas e repetitivas. Assim, o objetivo desse estudo é realizar a GL em uma confecção na referida cidade. Justificativa Este trabalho tem como intuito ampliar nossos conhecimentos em ergonomia, implantar um programa de GL na confecção de tecidos na cidade de Dona Euzébia, tendo em vista a ocorrência de afastamento de trabalho de uma funcionária com DORT, com relato de um novo caso na empresa e verificar os efeitos da mesma para os trabalhadores.

10 11 Objetivos Gerais Identificar os efeitos da GL aplicados ao ambiente de trabalho em uma confecção de tecidos e orientações posturais. Objetivos Específicos Identificar as regiões corporais com maior prevalência de dores e sua intensidade, decorrentes do trabalho em uma confecção; Verificar os efeitos da GL na prevenção de LER/DORT; Verificar a satisfação dos funcionários com a GL; Verificar os efeitos da GL na produtividade dos trabalhadores. Metodologia O presente estudo foi desenvolvido em uma empresa de confecção de tecidos na cidade de Dona Euzébia MG. Foi proposta uma abordagem quantitativa e qualitativa, com a coleta de dados em dois momentos (inicio e término do tratamento), tendo os participantes autorizado sua participação através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que foi devidamente assinado por eles. (Anexo I) Como instrumento avaliativo, foi utilizado um questionário pré e pós GL, semiestruturado modificado e adaptado às necessidades da presente pesquisa, contendo questões objetivas e discursivas. Os questionários continham questões buscando os dados pessoais e profissionais dos participantes. (Anexo II) Além deste, foi aplicado um mapa de desconforto postural proposto pelos autores Corllett e Bishop (1976), com um diagrama com a descrição das regiões corporais. Assim buscou-se que o participante relatasse as regiões corporais comprometidas juntamente com o grau de desconforto ou dor percebida durante a jornada de trabalho assinalados pelo trabalhador. (Anexo III)

11 12 Os questionários foram auto aplicativos. Uma semana após, os trabalhadores devolveram os questionários ao proprietário da empresa, que repassou para as acadêmicas responsáveis pelo presente estudo. A GL foi realizada no período do dia 05 de julho de 2010 e encerrado no dia 30 de setembro do mesmo ano, com duração de 03 (três) meses e com freqüência de 03 (três) vezes por semana (segunda, quarta e sextas-feiras); duração de 10 minutos por dia antes do expediente diurno, totalizando 38 sessões,sendo os exercícios compostos principalmente por alongamentos variáveis. Os dados foram representados em gráficos com valores percentuais e de forma descritiva. Resultados e Discussão Verificou-se que todos os funcionários foram do sexo feminino. A freqüência, duração dos exercícios e o tempo de permanência da GL na empresa foram estabelecidos mediante a disponibilidade dos proprietários e das acadêmicas responsáveis pelo trabalho. As voluntárias que participaram das atividades possuíam uma idade média de 32 anos, com escolaridade variável, sendo que 40,0% possuíam o primeiro grau incompleto, 46,7% o segundo grau incompleto e 13,3% segundo grau completo. Das 15 funcionárias, nenhuma apresenta grau superior em curso ou concluído. Elas também foram questionadas sobre o tempo de trabalho com essa atividade, este tempo foi em média de 5 anos e oito meses. Das funcionárias, 46,7% apresentam de 1 a 5 anos de profissão; 33,3% delas apresentam de 6 a 10 anos; 13,3% de 11 a 15 anos e 6,7% apresentam tempo de atividade acima de 15 anos. Nenhuma delas possuía outro emprego ou trabalho (exceto as atividades domésticas). As funcionárias permaneceram em torno de 9hs diárias na empresa, trabalhando em regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com pausas para almoço e café. As mesmas, em geral, mostraram-se satisfeitas com o seu trabalho e com o relacionamento com as colegas de trabalho, assim como o ambiente e as condições nele encontradas, segundo informações coletadas. É

12 13 importante ressaltar que alguns artigos afirmam que as funcionárias relatam-se satisfeitas por medo de perderem seus empregos, conforme (Basile, 2004). Em uma pesquisa inicial foram apresentadas 30 questões que facilitariam a classificação das pessoas envolvidas nas atividades de GL. O resultado auxiliou a escolha do tipo de exercícios a serem propostos e as regiões a serem tratadas. Os exercícios foram constituídos de alongamento para pescoço, membro superior (MMSS), tronco e membro inferior (MMII), associando os mesmos com consciência e controle do padrão respiratório, conforme Figuras 1 a 3. Figura 1: Ginástica Laboral realizada na confecção de Tecidos na cidade de Dona Euzébia MG enfatizando alongamento de punho, 2010.

13 14 Figura 2: Ginástica Laboral realizando alongamento da musculatura lateral de tronco. Figura 3: Ginástica Laboral realizando alongamento de extensores de joelho e dorsiflexores de tornozelo. Canete et al.(apud Oliveira, 2007) afirma que a GL atua de forma preventiva e terapêutica nos casos de LER/DORT, enfatizando o alongamento e a compensação das estruturas musculares envolvidas nas tarefas ocupacionais diárias. Já Herbert e Gabriel (2002 apud Albuquerque, 2005), concluíram em seu

14 15 estudo que alongamento antes e depois dos exercícios físicos não promove a prevenção de distensões musculares nem previne lesões musculares de atletas. Entre as respostas obtidas pelas funcionárias, 100% delas não utilizam salto alto para o trabalho. Além disso, nunca foram afastadas de sua função por lesão adquirida em serviço. Elas também consideraram boas as condições de temperatura e luz no ambiente de trabalho. Apenas uma funcionária recebeu tratamento fisioterápico antes do início de nossas atividades, por motivo alheio a atividade que ela exerce na empresa. Foi constatado que as funcionárias sabem da importância de variar a postura durante a execução de suas atividades na empresa para evitar os DORTS, mas não o fazem com a freqüência desejável. Segundo Nahas (2001 apud MARTINS 2001), a saúde é um dos nossos atributos mais preciosos. Mesmo assim, a maioria das pessoas só pensa em manter ou melhorar a saúde quando esta se acha ameaçada mais seriamente e os sintomas da doença são evidentes. Através de outros resultados da pesquisa inicial foi verificado que a atividade exercida pelas funcionárias provoca desgaste físico considerável, pois houve manifestação de cansaço durante e após o expediente. Quanto à interferência do cansaço nas atividades diárias, todas elas concordaram que há queda de rendimento de menor ou maior importância. Foi observado melhora da queixa de cansaço durante e após o expediente no questionário pós-ginástica laboral em 100% das respostas obtidas, conforme Gráficos 1 e 2.

15 16 Cansaço Pré Ginástica Laboral Cansaço Durante o Expediente Cansaço Após o Expediente Frequência (%) Nenhum Muito Pouco Médio Bastante Grau de Cansaço Grau Gráfico 1: Queixa de cansaço durante e após o expediente de trabalho no questionário pré GL. Cansaço Pós Ginástica Laboral Cansaço Durante o Expediente Cansaço Após o Expediente Frequência (%) Nenhum Muito Pouco Médio Bastante Grau de Grau Cansaço Gráfico 2: Queixa de cansaço durante e após o expediente de trabalho no questionário pós GL. De acordo com Dishman, et al. (1998 apud Albuquerque, 2005), a prática de intervenções com GL possui indícios de melhorias das condições físicas dos participantes, mas os benefícios são pequenos.

16 17 Foram examinados os resultados relacionados a possíveis dores experimentadas pelas funcionárias, que podem estar ou não relacionadas a sua função na empresa. Em relação a existência de dores em sua rotina, 80,0% delas afirmaram tê-las durante e após o horário de trabalho, e 20,0% não apresentam dor ou não responderam essa pergunta no questionário, conforme as intensidades relatadas apresentadas no Gráfico 3. Ocorrência de Dor Significativa Dor durante a jornada de trabalho Dor após a jornada de trabalho Frequência (%) Sem Resposta Sem Dor Pouca Mediana Forte Grau de Grau Dor Gráfico 3 - Respostas dadas quanto a ocorrência de dores durante e após o horário de trabalho, sendo que 80% apresentam dor durante e após, e 20% não apresentam dor ou não responderam essa pergunta no questionário. Os mapas de desconforto postural utilizados nas duas etapas do programa, demonstrou as regiões que as funcionárias apresentaram quadro álgico, conforme Figura 04.

17 18 Figura 04: Mapa de Desconforto Postural que foi apresentado às funcionárias. Os dados que apresentaremos a seguir serão referentes ao questionário préginástica laboral e pós-ginástica laboral. Os dados que estiverem entre parênteses serão do questionário pós ginástica laboral. Segundo Silva (1991, apud Gravina 2006), as principais queixas de saúde de bancários são reclamações generalizadas de estresse, nervosismo, ansiedade, gastrite, sem contar a tensão e a dor de cabeça crônica. Em nosso estudo, as respostas obtidas pelas funcionárias da confecção foram 53,3% (40,0%) apresentaram dor na região da cabeça, sendo 26,7% (20,0%) como dor leve, 20,0% (20,0%) dor moderada e 6,7% (0,0%) dor forte, conforme Gráfico 4.

18 19 Ocorrência de Dor na Cabeça Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 04: Ocorrência de dor na região da cabeça conforme questionário pré-ginástica laboral e pós-ginástica laboral. Verificou-se na região do pescoço que 40,0% (33,3%) queixaram-se de dor, sendo 20,0% (20%) dor leve, 13,3% (6,7%) dor moderada e 6,7% ( 6,7% ) dor forte, conforme Gráfico 5. Ocorrência de Dor no Pescoço Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 5: Ocorrência de dor na região do pescoço conforme questionário pré e pós GL.

19 20 De acordo com o estudo de Abrahão e Duarte (2007), a coluna lombar foi apontada como região afetada na maioria dos casos (59%), seguida de coluna cervical (55%), ombro (36%) e coluna dorsal (30%). Em nosso estudo encontramos 66,6% (53,3%) apresentaram dor ou na coluna superior ou na coluna inferior, sendo 33,3% (33,3%) com intensidade leve, 13,3% (13,3%) com intensidade moderada e 20,0% (6,6%) com intensidade forte, conforme Gráfico 6. Ocorrência de Dor na Coluna Superior e Coluna Inferior Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 6: Ocorrência de Dor na Coluna Superior e Coluna Inferior conforme questionário pré e pós GL. A prevalência de dor nos ombros direito e esquerdo foi de 66,7% (53,3%), sendo 33,3% (33,3%) intensidade leve, 33,3% (20,0%) intensidade moderada e 0,0% para intensidade forte, conforme Gráfico 7.

20 21 Ocorrência de Dor nos Ombros Direito e Esquerdo Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 7: Ocorrência de dor nos ombros direito e esquerdo. A incidência de dor em cotovelo direito e cotovelo esquerdo foi de 46,7% (33,3%), sendo 26,7% (20,0%) para dor leve, 20,0% (13,3%) para dor moderada e 0,0% para dor forte, conforme Gráfico 8. Ocorrência de Dor no Cotovelo Direito e Esquerdo Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 8: Ocorrência de dor no cotovelo direito e esquerdo.

21 22 O estudo de Abrahão e Duarte (2007) aponta que outras regiões de dor também foram citadas, tais como punho (27%), mão (19%) e cotovelo (14%). Em nosso estudo encontramos algia em punhos e mãos direito e esquerdo, 26,7% (20,0% ) apresentaram dor nessa região; sendo 13,3% (13,3%) dor leve, 13,3% (6,7%)dor moderada e 0% dor forte, conforme Gráfico 9. Ocorrência de Dor em Punhos e Mãos Direito e Esquerdo Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 9: Ocorrência de dor em punhos e mãos direito e esquerdo. O quadro álgico da região do quadril direito e quadril esquerdo foi de 33,3% (33,3%), sendo 6,7% (13,3%) para dor leve, 20,0% (13,3%) dor moderada e 6,7% (6,7%) para dor forte, conforme Gráfico 10.

22 23 Ocorrência de Dor no Quadril Direito e Esquerdo Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor Gráfico 10: Ocorrência de dor no quadril direito e esquerdo. Ao verificar o quadro álgico na região do joelho direito e esquerdo, nenhuma das funcionárias queixaram-se de dor. E ao analisarmos a dor na região do tornozelo e pé direito e esquerdo, 66,7% (66,7%) queixaram-se de dor, sendo 40,0% (46,7%) dor leve, 20,0% (13,3%) dor moderada e 6,7% (6,7%) para dor forte, conforme Gráfico 11. Ocorrência de Dor no Tornozelo e Pé Direito e Esquerdo Pré Ginástica Laboral Pós Ginástica Laboral Frequência (%) Dor Leve Moderada Forte Grau de Grau Dor

23 24 Gráfico 11: Ocorrência de dor no tornozelo e pé direito e esquerdo conforme questionário pré e pós GL. De acordo com Dishman, et al., 1998 (apud Albuquerque, 2005), há indícios de que os empregados preferem não realizar exercícios físicos no trabalho. Já Martins e Martins, 2000 (apud Albuquerque, 2005), afirmam que os funcionários tiveram boa aceitação do programa da GL e que parece ter sido eficaz na prevenção de LER/DORT. Com relação a satisfação das funcionárias do presente estudo em realizar a GL, a avaliação foi 100% favorável, sendo todas as respostas Boa ou Muito Boa. Elas informaram também que a freqüência desejável de prática da GL é de 3 vezes ou mais por semana e que o ambiente, o bem estar e o tempo de GL foram satisfatórios. Foi verificado após o estudo um aumento significativo na produção neste setor, segundo relato do gerente de produção mediante ao controle individual de produção de cada funcionário. De acordo com ele, durante os 3 meses de aplicação da GL, dobrou-se o número de peças produzidas e reduziu-se o número de queixas durante o expediente, em comparação ao três meses anteriores e posteriores a ginástica. Tal fato sugere ser devido a prática da GL. Com base nisso, sugere-se novos estudos com maior amostragem para comprovar tal relato. É importante ressaltar que antes da aplicação da GL, levou-se em consideração a execução da atividade dos trabalhadores no setor de acabamento visando um programa adequado às reais necessidades de cada participante do programa.

24 25 Conclusão Concluiu-se com base no estudo, que os exercícios empregados na empresa obtiveram resultados positivos, partindo do pressuposto que todos os nossos objetivos foram alcançados; prevenção de Ler/Dort, melhora do quadro álgico, bem estar dos funcionários e aumento da produtividade. No entanto não podemos afirmar que todos esses fatores foram melhorados com a GL isoladamente. Com relação aos resultados positivos da GL, apresentados pelos diferentes autores, destacam-se o alivio das dores corporais, a diminuição dos casos de LER/DORT, o aumento da produtividade e um maior retorno financeiro para as empresas (Alves e Vale, 1999 apud Oliveira 2007). Sugere-se, portanto, que a Ginástica Laboral foi eficiente na prevenção das doenças ocupacionais, sendo considerada uma alternativa para o problema, com maior êxito quando associada a outras mudanças. Devido a pequena amostra do nosso trabalho, sugere-se outros estudos com amostras maiores, para confirmar os achados do presente estudo.

25 26 Referências Bibliográficas 1- ABRAHÃO, Pérsia do Nascimento; DUARTE, Marcelo Silva. Incidências e Prevalências de dores em funcionários administrativos de uma instituição particular de ensino superior do município do Rio de Janeiro, BARBOSA, Rita Viviane Branco; JOIA, Luciane. Mexa-se: Ginástica Laboral! Abordagem Ergonômica: Sedentarismo entre funcionários da faculdade São Francisco de Barreiras, BASILE, Daniel Raul Santurio. Avaliação da incidência de lombalgia nos trabalhadores envolvidos na atividade de capina na cultura do café p. (Dissertação de Mestrado). Centro Universitário de Caratinga/UNEC. Caratinga, GONDIM, Kamilla de Mendonça; MIRANDA, Maira Di Ciero; GUIMARÃES, José Maria Ximenes; ALENCAR, Bárbara Pereira D. Avaliação da prática de ginástica laboral pelos funcionários de um hospital público, Revista Rene Fortaleza, v.10, n.2, pag , abril/junho MACIEL, Regina Heloisa; ALBUQUERQUE, Ana Maria F. Costa; MELZER, Adriana C.; LEÔNIDAS, Suzete Rodrigues. Quem se beneficia dos programas de Ginástica laboral, Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, vol.8, p , MARTINS,Caroline de Oliveira; DUARTE,Maria de Fátima da Silva. Efeitos da Ginástica Laboral em Servidores da Reitoria da UFSC, Rev.Bras.Ciên. e Mov. Brasília, v.8 n.4, pag 07-13, setembro OLIVEIRA, João Ricardo Gabriel de. A Importância da Ginástica Laboral na Prevenção de Doenças Ocupacionais, Revista de Educação Física, 139:40-49, 2007.

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