SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ

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1 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ ANA ADÉLIA MARCHINI A INTERNET COMO MEIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA CORNÉLIO PROCÓPIO, PARANÁ 2009

2 ANA ADÉLIA MARCHINI A INTERNET COMO MEIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA Artigo Científico apresentado à Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) como requisito para aprovação no Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) da Secretaria de Estado da Educação Paraná, na área de Língua Estrangeira Moderna Inglês, com o tema O uso de tecnologias avançadas para o ensino e aprendizagem da língua inglesa, sob a orientação da Professora Doutora Mara Peixoto Pessoa. CORNÉLIO PROCÓPIO, PARANÁ 2009

3 ANA ADÉLIA MARCHINI A INTERNET COMO MEIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA Orientadora: Mara Peixoto Pessoa Conceito: Aprovado em de de 2009 CORNÉLIO PROCÓPIO, PARANÁ 2009

4 A INTERNET COMO MEIO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA INGLESA 1 Ana Adélia Marchini 2 RESUMO Relato e análise de experiências exploratórias com ambientes virtuais encontrados a partir de investigações sobre as potencialidades e aplicações da WEB no ensino de inglês. Avalia os avanços e problemas encontrados na implementação de atividades de pesquisa, comunicação e interação através de webquest, de construção da homepage e da participação em projeto colaborativo com alunos de oitava série da rede pública do Estado do Paraná. Reflete sobre o papel do professor na adoção de uma postura de pesquisador na construção de sua prática docente. PALAVRAS-CHAVE: WEB, ensino de inglês, webquest, homepage, projeto colaborativo, professor pesquisador ABSTRACT Report and analysis of exploratory experiments with virtual environments found from research on the potential applications of the WEB in English teaching. This article evaluates the advances and problems faced in the implementation of research activities, communication interaction through webquest, homepage building and participation in collaborative project with students from eighth grade public school in the state of Parana. It reflects on the teacher's role in adopting a stance of a researcher in the construction of their teaching practice. KEYWORDS: WEB, English teaching, Webquest, homepage, collaborative project, teacher-as-researcher INTRODUÇÃO Este trabalho tem por objetivo abordar o uso da Internet como uma ferramenta disponível a professores e alunos no ensino e na aprendizagem de língua inglesa e analisar a implementação de atividades de pesquisas, através da 1 Artigo científico apresentado à Universidade Estadual do Norte do Paraná, como requisito para aprovação no Programa de Desenvolvimento Educacional da Secretaria de Estado da Educação Paraná, sob a orientação da Professora Doutora Mara Peixoto Pessoa. 2 Professora PDE/PR (Programa de Desenvolvimento Educacional do Estado do Paraná em parceria com a UENP) graduada em Letras, Pós-graduada em Língua Portuguesa pela FAFI e docente da disciplina de Língua Estrangeira Moderna: Inglês na Escola Estadual Professor Paulo Mozart Machado EF, Uraí, PR.

5 Webquest; de criação da homepage dos alunos da oitava série da Escola Estadual Professor Paulo Mozart Machado Ensino Fundamental e de experimentações com projeto colaborativo, através do site Kidlink. Como professora de língua inglesa não tinha me beneficiado, tanto quanto poderia tê-lo feito, dos modernos e eficientes métodos de ensino-aprendizagem desenvolvidos na última década. Através da minha participação, nos anos de 2008 e 2009, no Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), voltado à formação continuada de professores da Educação Básica na rede pública de ensino do Estado do Paraná, tive a oportunidade de estudar e explorar possibilidades viáveis de ensino de línguas estrangeiras por meio da Internet disponibilizadas no Paraná Digital e aplicar com os meus alunos no seu ambiente escolar, porque a partir deste ano minha escola de atuação passou a contar com o laboratório de informática equipado e com conectividade. Sendo assim, a minha pesquisa teve como objetivo tornar a Internet uma tecnologia de uso coletivo, multiplicar e otimizar seu uso como recurso educacional para o corpo docente, através do Grupo de Trabalho em Rede (GTR), na modalidade de ensino a distância, para professores da rede estadual do Paraná, onde atuei como tutora, realizado no período de 27/10/08 a 21/06/09 e do Grupo de Apoio à Implementação do Projeto PDE na Escola, para professores da escola e do município, realizado no período de 07/03/2009 a 20/06/2009, e discente da comunidade escolar para permitir aos alunos, durante o ano letivo de 2009, diferentes maneiras de visualizar os conteúdos programáticos e, por conseqüência, uma melhor compreensão dos assuntos tratados em aula, buscando a melhoria do rendimento escolar e a inclusão digital. Para tanto, não pretendo apresentar dados quantitativos nem discorrer em uma análise minuciosa dos dados obtidos. Apresento considerações a respeito das minhas impressões sobre a atuação dos alunos durante o decorrer das atividades. Para isso, levarei em conta a produção científica de outros professores na área e as Diretrizes Curriculares para o Ensino de Língua Estrangeira Moderna do Estado do Paraná. discute que A respeito do papel da informática nas décadas futuras, Schaff (2007, p.155) A sociedade informática proporcionará os pressupostos para uma vida humana mais feliz; eliminará aquilo que tem sido a principal fonte da má qualidade de vida das massas na ordenação do cotidiano: a miséria ou,

6 pelo menos, a privação. Abrirá possibilidades para a plena auto-realização da personalidade humana, seja liberando o homem do árduo trabalho manual e do monótono e repetitivo trabalho intelectual, seja lhe oferecendo tempo livre necessário e um imenso progresso do conhecimento disponível, suficientes para garantir seu desenvolvimento. Deste modo, o homem receberá tudo o que constitui o fundamento de uma vida mais feliz. Todo o restante dependerá dele, de sua atividade individual e social. Como professora, preciso contribuir com a inserção dos meus alunos nesse universo. Ainda que seja uma projeção para as próximas décadas, que aos nossos olhos chegue a parecer-se com o mundo da ficção científica, é preciso pensar que o que é difícil de alcançar para a nossa geração, para as crianças que nascem hoje, ou para as pessoas que ainda são jovens, será realidade. Daí a relevância social do trabalho desenvolvido, uma vez que busca ampliar as possibilidades de interação digital. É preciso se pensar na formação de um aluno capaz de aprender individualmente e de forma colaborativa, ao mesmo tempo em que adquire habilidade de trabalhar com a tecnologia. O ensino de língua estrangeira moderna proposto nas Diretrizes Curriculares do Governo do Estado do Paraná, para os anos finais do ensino fundamental e para o ensino médio, prevê a formação de um estudante capaz de reconhecer e compreender a diversidade linguística e cultural com o objetivo de se engajar discursivamente e de perceber as possibilidades de construção de significados em relação ao mundo em que vive. (PARANÁ, 2008). Para que isso se efetive, faz-se necessário superar a visão de ensino de língua estrangeira apenas como meio para se atingir fins comunicativos, mas que contribua para reduzir desigualdades sociais e desvelar as relações de poder que as apóiam. (PARANÁ, 2008, p.9). Os fundamentos teórico-metodológicos que referenciam as Diretrizes Curriculares da rede pública de educação básica do Estado do Paraná de língua estrangeira moderna são orientados pela pedagogia crítica, cuja abordagem valoriza a escola como espaço social democrático, responsável pela apropriação crítica e histórica do conhecimento, como instrumento de compreensão das relações sociais para a transformação da realidade. (PARANÁ, 2008, p.12) Dessa forma, a escolarização preocupa-se não apenas com o saber como resultado, mas com o processo de sua produção e as tendências de sua transformação. A Escola tem o papel de informar, mostrar, desnudar, ensinar regras, não apenas para que sejam

7 seguidas, mas principalmente para que possam ser modificadas (PARANÁ, 2008, p.12). Assim, o ensino de Língua Estrangeira deve ser norteado para um propósito maior de educação, buscando relações entre língua, texto e sociedade, as novas tecnologias e as estruturas de poder que lhes subjazem (GIROUX, 2004 apud PARANÁ, 2008, p.12). Schaff (2007, p.73-74) afirma que O computador é um produto do homem, portanto é parte da sua cultura. Esta tecnologia está destinada a revolucionar o processo de formação da cultura e hoje já testemunhamos o início desta revolução. O computador servirá a muitos fins: como supermemória artificial que aliviará bastante a carga de memória humana hoje necessária, tornando assim muito mais fácil o processo de ensino; como executor, com uma rapidez surpreendente, de operações combinatórias; como idealizador de novos métodos de conhecimento humano em muitas disciplinas, incluindo aquelas que no início se acreditava estarem fechadas às técnicas informáticas (investigação histórica, jurisprudência etc.); como fator de um processo mais ágil de aprendizado e de verificação dos conhecimentos do aluno, também por meio do método da conversação com a máquina etc. Diante do exposto, através do tema: O uso de tecnologias avançadas para o ensino e aprendizagem da língua inglesa buscou-se modificar as abordagens pedagógicas tradicionais para alcançar uma aprendizagem de língua inglesa satisfatória através da inserção do computador com acesso à internet como ferramenta educacional. O interesse deste projeto foi promover a interação das habilidades de falar, ouvir, escrever e ler, através da utilização das tecnologias de forma que os alunos conheçam suas diversas possibilidades metodológicas para o aprendizado e uso da língua ao mesmo tempo que desenvolvam a capacidade de usar a Internet, acessar websites e links apresentados nas aulas. O uso da Internet em nosso país data do final da década de 80. Porém, seu uso para fins educacionais ainda não está ocorrendo em grande escala. O Governo do Estado do Paraná, através do programa Paraná Digital, atingiu na primeira semana de julho de 2008 o índice esperado de duas mil escolas com acesso à Internet. Isso significa que 95,24% do total de estabelecimentos de ensino da rede já contam com laboratório de informática equipado e com conectividade, meta do programa iniciado no segundo mandato do governador Roberto Requião (SUDE INFORMAÇÃO, edição 17, junho 2008). Deve-se estar atento ao fato de que, usar a Internet como instrumento educacional exige uma mudança no paradigma do processo de ensino e

8 aprendizagem e a comunidade escolar (professores, diretores, supervisores, alunos etc.) deve estar envolvida no contexto estrutural dessa mudança. A Internet deve ser vista como um instrumento a mais, ao lado de outras tecnologias, num processo que vai exigir integração, comunicação, motivação e atitude pró-ativa. Para o filósofo Pierre Lévy (1999, p.238), não basta estar na frente de uma tela, munido de todas as interfaces amigáveis que se possa pensar, para superar uma situação de inferioridade. É preciso, antes de mais nada, estar em condições de participar ativamente dos processos de inteligência coletiva que representam o principal interesse do ciberespaço. Paralelamente ao acesso ao computador e a cibercultura, a participação nos processos de inteligência coletiva precisa ser disponibilizada. Isso passa por orientar os alunos, através de iniciativas específicas, sobre como descortinar os espaços digitais da inteligência coletiva, apontando as ferramentas que possibilitem pesquisas, que permitam selecionar e interagir com sites voltados para a produção de conteúdos inteligentes. Conhecer as novas tecnologias, pesquisar, analisar e fazer uma reflexão crítica sobre as possibilidades viáveis para o ensino de língua inglesa mediado pelo computador, nos laboratórios de informática das escolas públicas do Estado do Paraná, é uma tarefa desafiante e desperta no professor a urgência de mudança da abordagem tradicional para um novo paradigma educacional. A INTERNET EM UM NOVO PARADIGMA EDUCACIONAL Segundo Moran (1997, p.150), A chave do sucesso está em integrar a Internet com as outras tecnologias - vídeo, televisão, jornal, computador. Integrar o mais avançado com as técnicas já conhecidas, dentro de uma visão pedagógica nova, criativa, aberta. Não se pode negar que usar a Internet como instrumento educacional exigiu uma mudança no paradigma do processo de ensino e aprendizagem, uma vez que como professora precisei assumir o papel de coordenadora do processo de aprendizagem. Acompanhar, incentivar, sugerir, questionar e aprender junto com os alunos passaram a ser atitudes comuns no laboratório de informática. Ensinar utilizando a Internet pressupõe uma atitude do professor diferente do convencional. O professor não é o informador, o que centraliza a informação. A informação está

9 em inúmeros bancos de dados, revistas, livros e endereços de todo o mundo (MORAN, 1997, p.149). Ao inserir o computador conectado à Internet no processo de ensino e aprendizagem de língua inglesa, fez-se necessário repensar a prática, as escolhas, as decisões e as atitudes inerentes ao uso dessas tecnologias, além de assumir um papel de mediador. No contexto da sociedade digital, o educador deixa de ser aquele que sabe para torna-se aquele que pesquisa e que constrói o seu novo conhecimento junto com seus alunos. Em várias situações, quando interrogada por um aluno no laboratório de informática sobre o resultado de determinada ação, tinha como resposta Vamos experimentar e ver o que acontece, porque também estou aprendendo junto com vocês. Essa reação não criou nenhum problema para os alunos, pelo contrário, todos pareciam à vontade para fazer as tentativas necessárias e aprender com seus erros e acertos. Purger (2002), considera que o professor pode desenvolver sua consciência crítica, desde que reflita sobre seu cotidiano em sala de aula e sobre os fatos sociais que também exercem influência na sua forma de ensinar e, quando apresenta as abordagens de investigação em sala de aula, lista procedimentos sugeridos por Richards Lockhart (1994), que poderão ser usados pelo professor que pretenda investigar seu ensino em sala de aula: - Diários. Experiências profissionais escritas ou gravadas. - Relatórios de aula. Anotações das lições e seus aspectos mais importantes. - Pesquisa-ação. Implementação de um plano de ação que traga mudanças em algum aspecto, para a sala do professor e inovações para tal. Na implementação da minha proposta, utilizei as posturas pedagógicas mencionadas e os procedimentos sugeridos. Primeiramente, precisei familiarizar-me com o computador, sua linguagem, seus ambientes offline e, depois, online, aprendendo a fazer uso dessa ferramenta como recurso pedagógico no meu cotidiano escolar. Em seguida, precisei aprender como organizar, preparar e executar as aulas no laboratório de modo que os alunos pudessem ter clareza do que e como fazer, considerando suas limitações tanto no domínio da língua inglesa quanto no domínio do uso do computador e da internet. Cada aula, fornecia dados importantes a serem considerados no planejamento da aula seguinte, tendo em vista a melhoria da minha prática pedagógica.

10 RAZÕES PARA USO DA INTERNET NAS AULAS DE INGLÊS Moran (1997) descreve os vários tipos de aplicações educacionais da Internet: - pesquisa: pode ser individual ou em grupo, nas aulas ou em casa, como tarefa obrigatória ou de iniciativa livre do aluno. - comunicação: entre professores e alunos, entre professores e professores, entre alunos. - apoio ao ensino: através da obtenção de recursos pedagógicos como textos, vídeos, imagens, planos de aula. - divulgação: através do site da escola ou de blogs, onde os professores ou alunos podem criar suas homepages, divulgando suas produções. As razões que levam me levaram a integrar a Internet nas aulas estão ligadas ao interesse de expor os alunos ao inglês cotidianamente, através do contato com falantes nativos ou falantes de inglês como segunda língua, encontrando amigos para correspondência por , por prazer, dentro e fora da sala de aula. A comunicação estabelecida nesse contexto deixa de ser fruto de simulações e passa a fornecer possibilidades de interações reais que ultrapassam os muros da sala de aula tradicional ao possibilitar o contato com pessoas de diversas partes do mundo, o que é fundamental para o ensino de línguas. Além disso: - O aluno amplia as conexões lingüísticas, as geográficas e as interpessoais porque interage com inúmeros gêneros textuais, imagens, podendo se deslocar em diferentes espaços, culturas, tempos e adquirir uma visão mais ampliada da sua realidade ao comunicar-se com pessoas, online e offline do mundo inteiro. - A Internet estimula o desenvolvimento da intuição, da flexibilidade mental, da adaptação a ritmos diferentes. O ritmo das descobertas de informações por acerto e erro, desenvolve a intuição e a flexibilidade mental devido a não linearidade das conexões, que se ligam por hipertextos. Dentro do hipertexto existem vários links, que permitem tecer o caminho para outras janelas, conectando algumas expressões com novos textos, fazendo com que estes se distanciem da linearidade da página e se pareçam mais com uma rede que oferece possibilidades diferentes de navegação. Assim, a maior parte das seqüências é imprevisível e uma mesma pessoa pode ter dificuldade em refazer uma navegação. Por permitir a pesquisa individual, na qual cada aluno segue o seu próprio ritmo e a pesquisa em grupo, em

11 que se desenvolve a aprendizagem colaborativa, a Internet ajuda na adaptação a ritmos diferentes. - Aprender a usar computadores proporciona uma forte motivação interna para aprender inglês. Para a maioria dos nossos alunos, usar computadores é ainda relativamente novo e, por isso, uma experiência excitante. Dessa forma, os alunos estão motivados a usar o computador nas aulas, uma vez que todos querem fazer parte do universo da www. - A Internet situa o inglês num contexto internacional. Os alunos rapidamente descobrem por si mesmos que a maioria das informações na Internet está em inglês. Eles também descobrem que podem usar inglês como meio de aprender e comunicar com pessoas do mundo todo, e não somente com falantes nativos. Eles se alegram com a descoberta de que embora não saibam chinês, por exemplo, podem trocar s com alguém de Hong Kong e encontrar sites com informações sobre estes lugares. - Projetos online são interativos. Até mesmo quando os alunos estão simplesmente olhando sites, eles estão escolhendo de forma ativa o que querem olhar na seqüência. A busca de informação envolve o trabalho do aluno que precisa preencher campos fornecendo informações pessoais a fim de se cadastrarem em determinados sites. A maioria dos endereços eletrônicos tem para que os visitantes possam pedir informações ou enviar sugestões para o criador do site, o que faz a Internet mais interativa do que um livro ou revista. Correspondência por e- mail e utilização do site da turma e da escola são atividades com alto grau de interação. ATIVIDADES DE IMPLEMENTAÇÃO A intervenção pedagógica aconteceu na Escola Estadual Professor Paulo Mozart Machado EF, situada na Alameda Professor Jean Fumiere, nº 135, Uraí, Núcleo de Cornélio Procópio, Estado do Paraná. As turmas envolvidas na implementação da proposta pedagógica foram de oitava série, turmas A, B e C do período matutino, totalizando 83 alunos. Foram elaborados planos de aula contemplando atividades online no laboratório de informática. Depois de cada aula, registros e apontamentos foram

12 realizados sobre o andamento das mesmas para analisar as implicações do uso dos recursos utilizados no processo de ensino e aprendizagem. A preparação da primeira aula começou na sala de aula onde os alunos receberam seu Código Geral de Matrícula (CGM) e senha, cadastrados pela funcionária da escola responsável pelo laboratório de informática, e orientações sobre o endereço digital a ser utilizado, além de esclarecimento sobre os objetivos a serem alcançados. Por terem pouco domínio de digitação, muitos tiveram dificuldade para acessar o Paraná Digital e recorreram ao auxílio da professora e/ou de colegas. No laboratório, as desigualdades encontradas quanto à utilização das ferramentas tecnológicas, começaram pela incapacidade de digitação do CGM e senha dos alunos que não tinham acesso a computador e Internet em casa e com pouca familiaridade de uso desses recursos tecnológicos. Por outro lado, entre os alunos com computador e Internet particular, alguns demonstraram a capacidade de buscar e usar ferramentas de idioma de forma autônoma para solucionar dúvidas durante a execução das atividades. O planejamento das atividades de pesquisa através da Webquest, de divulgação e interação através da homepage das oitavas e da participação do projeto colaborativo buscou considerar essas desigualdades e proporcionar, principalmente aos alunos com pouca capacidade digital, condições de aumentar o domínio das ferramentas tecnológicas e a autonomia para aprender a partir da mediação do computador e da Internet. A PESQUISA NA INTERNET ATRAVÉS DA WEBQUEST De acordo com Moran (1997), são inúmeras as possibilidades de pesquisa para professores e estudantes, durante e fora do horário de aula. O estudante iniciante pode se empolgar ao perceber que uma pesquisa apresenta um grande número de resultados. Mas pode desanimar-se ao constatar a impossibilidade de esgotá-la, a presença de repetições e de indicações equivocadas e que os resultados variam de acordo com os diferentes programas de busca. Podem ser feitas pesquisas com objetivos específicos. Todos os alunos pesquisam os mesmos endereços indicados pelo professor, o que possibilita maior

13 aprofundamento dos resultados, ou fazem uma busca não direcionada sobre o mesmo assunto, o que pode levar a resultados imprevistos. Outra possibilidade é a pesquisa de temas diferentes, como atividade individual ou em pequenos grupos. Pode ser a partir de um tema escolhido pelo grupo e realizada em horário de aula ou não e, depois, ser apresentada para o professor e colegas. Ao final da aula-pesquisa, pedir aos alunos que: - relatem uma síntese do que encontraram de mais importante; - gravem as principais páginas para leitura mais detalhadas em busca de coincidências e divergências entre os resultados encontrados e as informações já estudadas em livros e durante a aula. A partir dos encaminhamentos sugeridos por Moran, investiguei sobre Webquest (WQ) e no endereço <http://webquest.sp.senac.br/textos/como> encontrei o seu conceito, seus tipos e suas seções. O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da Universidade Estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa. Webquest é uma atividade investigativa que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na WEB. Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos. A webquest sempre parte de um tema e propõe uma tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor, que podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na WEB. Pode ser: Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos. Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos. Como regra geral, uma webquest é constituída de sete seções: 1ª. A Introdução é um texto curto, que apresenta o tema e antecipa para os alunos que atividades eles terão de realizar. Se a WQ tem um cenário ou pede

14 representação de papéis ("Você é um detetive tentando descobrir um poeta misterioso"), isso deve ser mencionado na Introdução. 2ª. Tarefa descreve que produto se espera dos alunos ao final da webquest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo (um determinado software, por exemplo). Exemplos: resolver um problema, solucionar um mistério, formular e defender uma opinião, analisar uma problemática, colocar em palavras uma descoberta pessoal, elaborar um resumo, inventar uma mensagem persuasiva, redigir um relato jornalístico ou outra atividade que exija dos aprendizes processar e transformar as informações coletadas. 3ª. O Processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a Tarefa. Quanto mais detalhado for o processo, melhor. Exemplos: 1. Primeiro, formem grupos de três alunos. 2. Em seguida, decidam o papel que cada um vai representar. 4ª. As fontes de informação (também chamadas de recursos) são os sites e páginas da WEB que o professor escolhe e que devem ser consultados pelos alunos para realizar a Tarefa. 5ª. Na Avaliação, o aluno deve ser informado sobre como o seu desempenho será avaliado e em que casos a verificação será individual ou coletiva. 6. A Conclusão deve resumir, em poucas frases, os assuntos explorados na webquest e os objetivos supostamente atingidos. 7ª. A seção de Créditos deve apresentar as fontes de todos os materiais utilizados na webquest: imagens, músicas, textos, livros, sites, páginas da WEB. O passo seguinte consistiu na investigação do endereço <http://webquest.org/index.php> onde encontrei o site <http://questgarden.com> que permitia o uso gratuito por trinta dias, dentro dos quais, após a inscrição, pude visitar o banco de dados de webquest, selecionar, salvar na minha pasta e alterar conforme a necessidade dos meus alunos. Fáceis de acessar e de rápido download, as webquest selecionadas precisam ser publicadas e recebem o endereço de acesso Uniform Resource Locator (URL) para que os alunos possam fazer uso delas por doze meses. O banco de dados do site dispõe de um grande número de webquest o que tornou o processo de pesquisa e seleção mais demorado. Além disso, precisei atualizar o Windows Explorer por exigência do site, pois a versão disponível no meu computador não estava carregando algumas páginas. O site sugere o Mozilla Firefox

15 como navegador. Embora tivesse atualizado o Windows Explorer, passei a trabalhar com o Mozilla Firefox porque a navegação realmente era melhor. A preparação desta atividade foi mais fácil do que o esperado. A organização do site favorece o trabalho rápido. Da inscrição à publicação não houve dificuldade. Além disso, nele encontrei material original publicado por professores nativos para seus alunos. Precisei só fazer a adaptação dos textos levando em conta o nível de competência linguística dos meus alunos. Na busca no banco de dados, encontrei uma webquest com o título Have you got the intelligence to catch the robber? elaborada originalmente com a finalidade de exercitar o emprego da estrutura to have got explorando vocabulário referente à descrição física: vestuário, características físicas. Como o vocabulário correspondia ao que estava sendo estudando no livro didático 3 das oitavas, além de estar elaborada de uma forma bem atrativa e nos moldes que havia pesquisado, resolvi fazer adequações para usá-la com a finalidade de mostrar o que era e como se organizava uma webquest. Os alunos, em dupla, para acessá-la, digitaram a URL: <http://questgarden.com/77/27/1/ />. Como se tratava da primeira aula no laboratório de informática, a digitação do Cadastro Geral de Matrícula (CGM), a senha e do endereço da webquest foi um problema para alguns alunos, que precisaram da minha ajuda ou dos colegas na digitação. Outro fator a ser considerado, foi a dificuldade de compreensão da tarefa e do vocabulário impedindo que algumas duplas conseguissem finalizar a tarefa com sucesso por não serem capazes de fazer relação com o que já fora estudado em sala e nem de utilizar ferramentas de tradução, como por exemplo, do Google. A atividade foi concluída em uma aula pela maioria dos alunos. Todos demonstraram interesse em realizar a atividade, apesar das dificuldades quanto ao domínio do vocabulário e das ferramentas do ambiente. Quatro alunos da 8ª A e cinco alunos da 8ª B utilizaram o Google para tradução. Os mais rápidos, pesquisaram, por conta própria, através do Google, no Senac o que é webquest. Na conclusão da tarefa, alguns tiveram dificuldade na formulação da resposta em inglês. Problemas técnicos também interferiram no encaminhamento da aula com a 8ª C. Seis máquinas não puderam ser utilizadas por estarem com problema no 3 LIBERATO, Wilson. English Information. Vol. 4. São Paulo: FTD, 2005.

16 mouse. E, por isso, os alunos que tiveram de trocar de máquina ficaram atrasados e acabaram não concluindo a atividade. Quanto ao acesso a outros endereços, no total das turmas: A, B e C, quatro entraram no YouTube e uma aluna teve o seu acesso bloqueado durante a aula. Em sala de aula, discuti com os alunos a impressão que tiveram, suas dificuldades e os aspectos positivos da atividade. A conclusão geral foi de que todos apreciaram a metodologia utilizada, mesmo os que não conseguiram concluir, sentiram-se felizes de estar no laboratório e utilizando a língua inglesa num contexto diferente. O próximo passo consistiu na preparação de outra webquest, a partir de nova pesquisa no banco de dados do site. Tomando por base duas webquest selecionadas e o conteúdo estudado em sala sobre passado simples dos verbos regulares e irregulares, foi elaborada a WQ com o título: Famous People que, após publicação, recebeu o endereço: <http://questgarden.com/80/26/0/ />. Como alguns alunos tiveram dificuldade na digitação correta do endereço na atividade anterior, a criação da página da turma veio como uma forma rápida e fácil para resolver esta questão. O endereço é fácil de memorizar, e, uma vez no site, o aluno acessa as atividades através de links. Por ser uma WQ curta, a previsão era de 1 h/a no laboratório e 1 h/a na sala de aula. A maior dificuldade foi a leitura no momento da pesquisa. Alguns alunos não entenderam inicialmente as estratégias de leitura 4 scanning para encontrar informações específicas como: nome, data de nascimento e morte, feito e curiosidades sobre esta pessoa. Para estes alunos, o importante era fazer primeiro a tradução integral do texto para depois encontrar as informações pedidas. A maioria dos alunos realizou a atividade. Fizeram a produção das biografias em inglês, a partir dos dados pesquisados. O resultado foi positivo. A conclusão da webquest aconteceu com a apresentação do trabalho utilizando as mídias: DVD e TV Pendrive 5. Alguns alunos tiveram que adiar a apresentação para aula seguinte 4 Sobre estratégias de leitura, visite: Acesso em 10 de jun A TV Pendrive é aparelhos televisor de 29 polegadas com entradas para VHS, DVD, cartão de memória e pen drive e saídas para caixas de som e projetor multimídia, instalados nas salas de aula. O projeto inclui a distribuição de um dispositivo pen drive 2G aos professores da rede para armazenar vídeos, áudios, imagens e animações. Este se ajusta ao computador ou ao televisor. Para maiores esclarecimentos, visite o sítio: <http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=4>.

17 por não conseguirem abrir seus trabalhos pela dificuldade em fazer a conversão nos formatos.jpg para slides e.mpg para vídeos. Honestamente, eu também estou aprendendo. Muitos estão dando aula para mim sobre como utilizar o Movie Maker. Eu ainda sou da geração Power Point. DIVULGANDO OS TRABALHOS: CONSTRUINDO O SITE DA TURMA A publicação dos trabalhos realizados pelo professor com sua turma é uma forma de proporcionar aos alunos a troca de idéias e compartilhar os resultados de suas pesquisas com o mundo. Há uma gama de possibilidades e formatos. Por exemplo, o professor pode publicar trechos de produções escritas, fotografias com legendas ou mesmo organizar um questionário interativo onde os visitantes possam deixar suas dúvidas ou sugestões para que os alunos respondam. Podem ser utilizados: - o site da sua escola - <http://wordpress.com> - <www.blogger.com> - <http://pbworks.com> São sites de fácil utilização, onde o professor e alunos podem postar rapidamente o que pensam, interagir com as pessoas e muito mais. São gratuitos. A partir dessa pesquisa, busquei navegar em cada um dos endereços acima e acabei escolhendo o <http://pbworks.com> para a criação da homepage. O site envia s com links para vídeos explicativos sobre as ferramentas do ambiente, endereços de páginas construídas para visitação e permite o controle das edições feitas pelos alunos. Partindo das leituras, a finalidade era divulgar. Porém, percebi que precisava de um ambiente que organizasse as atividades de cada aula, ao mesmo tempo que facilitasse aos alunos o acesso aos endereços, visto que muitos tiveram dificuldade com a digitação e acabavam se atrasando na execução das tarefas. A partir de orientações da assessoria pedagógica da Coordenação Regional de Tecnologia na Educação (CRTE) de Cornélio Procópio, foi criada a página <http://labclassesdiary.pbworks.com>, a qual acabei abandonando, por enquanto, mas, futuramente, será utilizada com sextas e sétimas séries.

18 Para as oitavas, criei a homepage <http://8thgradelabclass.pbworks.com/>. Passo a passo, estou explorando as possibilidades, aprendendo como utilizar as ferramentas disponíveis. A organização do ambiente e a disposição das atividades facilitaram o acesso dos alunos aos sites utilizados, indicados ali em forma de links. O endereço não se mostrou tão fácil de digitar para alguns alunos, conforme o esperado. Por outro lado, tudo fica registrado ali. Funciona como um diário das atividades. O Pbworks oferece um controle para o acesso dos usuários. No momento do cadastro, eles podem receber diferentes níveis de acesso por parte do administrador: leitor, escritor, editor e administrador. Para interação, basta ser cadastrado como leitor. Para construção de páginas, é preciso ser cadastrado como escritor. O editor além de editar, pode excluir ou renomear páginas, arquivos e pastas. O administrador é o responsável pela área de trabalho. Cabe a ele cadastrar, alterar o nível de acesso ou excluir usuários, além das funções já citadas. Para incluir os usuários no ambiente, basta preencher o campo e informar o nível de acesso. Para os alunos que não têm , o site oferece a opção de criar contas de uso em sala de aula para acesso à área de trabalho. Esta ferramenta permite gerar automaticamente nomes de usuário e senhas para quem não têm um endereço eletrônico. O professor só precisa imprimir uma lista das contas para informar a seus alunos. Apesar disso, preferi ensinar aqueles que não tinham a criar uma conta a partir do Gmail e do Hotmail, pois seria mais uma oportunidade para aprenderem sobre o uso das ferramentas da Internet e de informática. Porém, descobri depois, que embora o Hotmail possa ser acessado no Paraná Digital, não disponibiliza a página para criar uma nova conta. Assim, os alunos que conseguiram sozinhos fizeram uso do Gmail. Aqueles que não conseguiram durante a aula, e fizeram numa Lan House, optaram pelo Hotmail. O interesse em cadastrar os usuários teve como propósito promover a interação dos alunos das diferentes turmas no ambiente, a partir da criação de questões interativas. Porém, até o momento, a participação dos alunos têm sido tímida. Primeiro porque a maioria não tem acesso a computadores em casa. Além disso, uma parte sente dificuldade em expressar suas idéias em inglês e fica pouco à vontade de compartilhá-las com seus colegas. Outros, pela pouca familiaridade com as ferramentas do ambiente, ainda têm dificuldade acessar como usuário, fazer o login, informando o nome de usuário e senha do . São ações que só serão

19 internalizadas com a repetição e aumento da freqüência de aulas no laboratório não só em inglês, mas também nas demais disciplinas. COMUNICAÇÃO NA INTERNET ATRAVÉS DOS PROJETOS COLABORATIVOS As escolas, em conjunto com os alunos, podem desenvolver trabalhos sobre um determinado assunto e, posteriormente, através do uso da Internet podem incrementá-los e divulgá-los em outras instituições. Através da elaboração do projeto colaborativo, pode-se realizar diversas construções, tais como: pesquisas de dados/informações sobre diferentes locais que utilizam a língua inglesa como idioma predominante, elaboração de comunidades que abordem um assunto específico vinculado ao conteúdo em estudo, utilização de um Wiki, (ambiente virtual que permite a edição do conteúdo presente por inserções dos alunos e professores), como por exemplo, <http://pbworks.com>. Utilizando a autora Paiva (2006) como referencial teórico, entre outras sugestões de endereços na área de ensino da língua inglesa, encontrei o Kidlink. Durante o início dos meus trabalhos com meus alunos, fui encontrando informações mais atualizadas sobre esta organização. O endereço de acesso indicado era <http://venus.rdc.puc-rio.br/kids/kidlink/>. Antes de tudo, visitei o endereço, divulguei para os professores envolvidos no Grupo de Apoio e no Grupo de Trabalho em Rede online. Todos gostaram, porque as páginas e a ficha de inscrição estavam em português, o que facilitaria o acesso inicial dos alunos. Para participar do projeto é preciso registrar os alunos na comunidade. Iniciei o registro dos alunos das oitavas A, B e C no começo de junho de Primeiramente, fiz minha inscrição. Como não recebi nenhum confirmando meu apelido e senha, não soube orientar meus alunos no momento do preenchimento da ficha sobre o nome do professor. Como os alunos não conseguiam finalizar a inscrição por causa de problemas com esse campo, orienteios que deixassem em branco essa informação, porque os que assim procederam, conseguiram enviar o formulário. Já no mesmo dia, recebi o primeiro da coordenadora Pia Avolio de Martino, voluntária da associação: Eu vi muitos registros no Kidlink da Escola Estadual Professor Paulo Mozart Machado. Como os estudantes não escreveram o nome do professor envolvido em

20 seus formulários, espero não incomodá-la (eu vi que você é professora em Uraí), se perguntar se eles são seus alunos. Desculpe por isso, mas estamos trabalhando muito para fazer do Kidlink uma plataforma melhor. Obrigada. Pia Avolio de Martino - coordenadora Depois disso, recebi outro que esclareceu o motivo da dificuldade de registro do formulário de inscrição dos alunos. Segundo Pia Avolio de Martino, o site Kidlink estava sendo renovado por seus voluntários e estavam ocorrendo muitas alterações. Após a reformulação, todas as atividades passaram a ser executadas no Kidspace, que é uma plataforma onde os professores e os alunos podem trabalhar depois de serem registrados, e muitas das páginas antigas foram armazenadas em arquivos. Houve também mudanças das quatro perguntas do registro, mas como nenhum dos voluntários realizou a tradução para o português, os meus alunos encontraram apenas as questões antigas, além disso, o endereço também havia sido alterado, e, por isso, as páginas 6 indicadas por mim através do link disponível na homepage das oitavas não estavam abrindo, por não estarem mais funcionando. O endereço <http://venus.rdc.puc-rio.br/kids/kidlink/> usado por mim para o preenchimento do formulário de inscrição dos meus alunos, embora estivesse funcionando, não era atualizado há muito tempo. O novo endereço para registro e para acesso ao Kidlink passou a ser: <http://www.kidlink.org/registration/> <http://www.kidlink.org/kidspace/start.php>. Conforme orientações recebidas, meus alunos deveriam ir para a nova página de registro ou começar a navegar no KidCenter ou em outros links sugeridos na barra lateral. Os alunos já matriculados poderiam ir para MyPages, (primeiro login com seu apelido e senha) e clicar em "Minha autoapresentação" ou em Adicionar dados sobre mim. Esta é a área onde podem editar respostas e outros dados como senha, e também mudar configurações ou outras informações. É importante salientar a dedicação da coordenadora durante o processo de renovação do Kidlink, sempre acompanhando e orientando o meu trabalho e dos meus alunos nessa comunidade online. Fiquei feliz ao receber seu convite para ajudar na tradução das novas questões para o português, solicitação que atendi prontamente. 6 <http://www.kidlink.org/english/general/response.html;> <http://www.kidlink.org/registration/index.php?action=newuser&language=portugues>

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