Perguntas e respostas sobre o preço fixo.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Perguntas e respostas sobre o preço fixo."

Transcrição

1 Perguntas e respostas sobre o preço fixo. Rafael Martínez Alés, consultor editorial, Espanha 1. O que é preço fixo ou o único dos livros? Que um mesmo livro seja vendido ao mesmo preço em todo o território nacional, seja em Barcelona ou em Madri ou no mais recôndito povoado insular. Que um mesmo livro se venda ao mesmo preço em todos os pontos de venda, já seja em uma livraria, em uma grande superfície ou em um jornaleiro. Que um mesmo livro tenha o mesmo preço em qualquer época do ano. A Lei do Livro (9/1975) estabeleceu como obrigatório o preço de venda em livrarias com objeto de evitar atuações desleais (Preâmbulo). 2. Quem estabelece o preço fixo? Para que o preço seja o mesmo em todos os estabelecimentos, deve ser fixado pelo produtor, em nosso caso pelo editor. Quando o preço é fixado pelo varejista, chama-se preço livre ou de mercado. 3. Como e porque surgiu este sistema? Historicamente, são muitos os países nos quais o preço fixo dos livros se instaurou, de uma ou outra maneira, há mais de um século (Reino Unido, os países da área do alemão, França, Espanha, etc.) para responder às necessidades colocadas pelo desenvolvimento do comércio moderno. Apesar de que tenha sido no Reino Unido onde se encontrou sua formulação teórica e onde primeiro se generalizou. O primeiro e principal objetivo do preço fixo dos livros foi o poder garantir um preço igual em todo o território da Nação e, conseguintemente, preços estáveis e mais baratos. Porém, imediatamente foram constatados outros efeitos claramente benéficos: O preço fixo contribuiu, sem dúvida alguma, a uma maior difusão de muitos livros, especialmente dos científicos e dos técnicos. Evitou o desabastecimento e os abusos, sobretudo nos lugares onde a concorrência era menor ou inexistente, pelas circunstancias geográficas, e garantiu a concorrência leal entre os livreiros. Permitiu e favoreceu a existência de uma oferta plural e diversificada, o que fomentou e estimulou a compra por impulso. Acabou sendo sistema que permitia um cálculo inequívoco e fácil dos direitos de autor.

2 Permitiu o nascimento e o desenvolvimento das livrarias modernas, onde começou a se aplicar o princípio de compensar perdas com benefícios. Ou seja, acabou sendo uma boa solução que favoreceu ao comércio do livro e, por conseqüência, o desenvolvimento da indústria industria editorial: os escritores tiveram mais editoriais onde publicar, multiplicaram-se as edições, incrementara-se as tiragens e se venderam muitos mais livros. 4. A livre competição suprime ou dificulta o preço fixo? De forma alguma. Os editores ou produtores devem competir entre si e competem fortemente. Somente se modifica a competição entre varejistas que, ao não poder competir no preço, hão de competir em serviços, no profissionalismo e na variedade de oferta editorial de sua livraria. No caso do livro, existem diferentes objetivos de interesse público que justificam a sustentabilidade do preço fixo e não parece que, até o momento, tenha sido encontrado um sistema de distribuição alternativo que provoque menos restrições à concorrência. 5. Por que se diz que o livro não é um produto como os demais? Porque não é. Eis aqui alguma das razões: 1. Em primeiro lugar, porque o livro é um instrumento privilegiado para a difusão da cultura e da educação, ou seja, trata-se de um bem cultural. 2. Porque cada título, cada livro é uma criação original do espírito, independente e diferente de qualquer outra, o que torna os livros em outros tantos protótipos. 3. Porque os livros competem entre si de uma maneira peculiar e não como os produtos comerciais ordinários: não se elege entre uma novela de Cela, de García Márquez, de Vargas Llosa ou de Pérez Reverte, como se elege entre as diversas marcas de eletrodomésticos, de detergentes ou de batatas fritas. 4. Porque o número de referências disponíveis não tem comparação em nenhuma outra indústria: na Espanha são mais de os títulos disponíveis em todas as matérias, características e especialidades, o que constitui a diversa e variadíssima oferta editorial. 5. Porque como conseqüência do anterior, o livro tem uma rentabilidade duvidosa e desigual que requer um equilíbrio entre os livros de grande venda e os de rotação lenta. 6. Por que as livrarias são imprescindíveis? Porque, dadas as características peculiares do livro, é necessário que esteja o mais próximo possível do leitor, única forma de que encontre ao seu público. Porque dada à diversidade da oferta editorial, o comércio do livro exige locais e pessoal especializados. Por isto, não é possível reflexionar sobre uma política cultural ou política editorial, sem prestar uma especial atenção às livrarias. Um dos mais importantes objetivos do preço fixo dos livros é fazer possível uma extensa e eficiente rede de livrarias, que compitam entre si, na diversidade e variedade da oferta editorial e

3 na qualidade dos serviços. Para isto, precisam poder equilibrar suas contas entre os livros de venda rápida e os de escassa rotação, ou seja, precisam do preço fixo. 7. Quais são as conseqüências na Espanha com o preço fixo ou único dos livros? Vigente há mais de 100 anos, apresenta um balance sumamente positivo, do qual destacaríamos: A existência e desenvolvimento de uma extensa rede de livrarias. A sustentabilidade e a difusão da pluralidade cultural e lingüística da Espanha. A pluralidade e a diversidade da edição espanhola e sua fortaleza em toda a área idiomática. Uma clara e eficaz contenção dos preços. 8. Quais são as vantagens que o preço fixo aporta ao comprador de livros? O leitor, comprador e consumidor final dos livros terão, pelo menos, as seguintes vantagens: Poderá encontrar muitos mais títulos e mais variados. Contará com livros de maior qualidade, apesar de serem de circulação restrita. Poderá comprar os livros ao mesmo preço sempre e em todos os lugares. Os livros estarão em maior número de pontos de venda. Contará com estabelecimentos especializados, como são as livrarias. Encontrará pessoal especializado, os livreiros, que os atenderão com mais eficiência. Ninguém poderá vender os livros a um preço superior do indicado pelo editor no seu catálogo e o preço do livro será sempre, e não só temporalmente, o mais baixo possível. 9. O preço fixo dos livros é uma anomalia na economia do livre mercado? Em absoluto. Os jornais e as revistas e, pelas mesmas razões que os livros, têm um preço fixo e, portanto, são vendidos ao mesmo preço em todos os pontos de venda, sem que isto afete o livre mercado nem a liberdade de expressão, senão pelo contrário. 1 Os preços médios dos livros em 1998 estão, em pesetas constantes, por baixo dos preços de 1985 e inclusive, em pesetas corriqueiras, estão por baixo dos de Em 1999, a repercussão dos livros no IPC foi negativa (-1, 3) (Cf. MEC, Panorámica de la edición española de libros 1998 e INE, Banco de datos TEMPUS, IPC, Índice clase Libros, Periódicos y Revistas). 2 Em nosso país, estas Leis são: Lei 7/1998, de 15 de janeiro, de Ordenação do Comércio Varejista; Lei 3/1991, de 19 de janeiro, de Competição Desleal; Lei 16/1989, de 17 de julho, de Defesa da Competição e Lei 52/1999, de 28 de dezembro de reforma da Lei de Defesa da Competição.

4 O mesmo ocorre com outros muitos produtos de diversa índole, como são - por exemplo - o tabaco e os medicamentos. No caso do livro, a concorrência e o livre mercado estão garantidos pela pluralidade de empresas editoriais, que competem duramente entre si, e pelo livre acesso de qualquer cidadão ou instituição à atividade editorial. 10. É ó mesmo preço livre do que desconto livre? Não. De forma alguma. Fala-se de preço livre quando o preço de venda ao público (P.V.P.) é estabelecido pelo varejista, de acordo com as regras do mercado e com as Leis do Comércio. Estas Leis estabelecem as regras do jogo e pretendem impedir que se imponha uma lei do mais forte. O preço livre é aquele que se aplica na maioria dos produtos. Os estabelecimentos de venda competem entre si na hora de fixar seus respectivos preços em função de suas peculiares circunstâncias, no marco e com as limitações estabelecidas pelas Leis. Pelo contrário, o desconto livre sobre um hipotético preço fixo é uma absoluta anomalia. Não existe nem na Espanha, nem em país algum de nosso entorno econômico, um só produto ao que se aplique este sistema, exceto na Espanha para os livros de texto, tal e como o autoriza o Real Decreto Lei 6/2000. Este sistema não se limita às leis do mercado nem às regras e limitações estabelecidas pelas leis antes citadas. É claramente uma aposta pelo mais forte, que privilegia a uns poucos operadores em detrimento da imensa maioria. Em nosso caso, privilegia às grandes superfícies comerciais às custa das livrarias, sejam estas pequenas, médias ou grandes. Pelo que é claramente contrário à livre competição. Com preço fixo e com preço livre é possível a concorrência. Com descontos livres, é absolutamente impossível. 11. Quem pode ser beneficiado com autorização de descontos? Teoricamente o consumidor, mas se for verdade, será por pouco tempo. Logo o desconto se aplicará sobre um preço inicial de referência mais alto, o qual garante as margens comerciais do varejista e do editor, pelo que o preço pago pelo consumidor ou não terá diminuído ou será inclusive - maior. Assim, se um livro que estivesse marcado a 700 pesetas custasse 700 pesetas, logo, esse mesmo livro estaria marcado a pesetas e, com a dedução de 25% de desconto, custaria 750 pesetas. A quem realmente beneficia o sistema é às grandes superfícies comerciais, que podem anunciar descontos em qualquer momento em um bem de primeira necessidade e tornar o desconto em um reclamo para o resto dos produtos, para os que não possam anunciar descontos, exceto nas temporadas estritas de liquidações. A autorização para anunciar descontos em temporada de vendas está expressamente proibida para todos os demais produtos, porque é a forma mais eficaz de eliminar aos competidores mais débeis, que não podem compensar os descontos com os ganhos em outros produtos. 3 Continua-se aqui com o esquema de François Rouet, o qual se reproduz na pág..----

5 É legalmente permitido, que as grandes superfícies possam compensar suas perdas ou menores ganhos na venda de livros com a venda de outros artículos que não tem nada a ver com a cultura, e se impede aos livreiros que possam compensar suas perdas nos livros minoritários e de rotação lenta com as vendas de outros livros. 12. Quais podem ser as conseqüências de uma eventual ruptura ou abandono do sistema do preço fixo ou único dos livros? Em função de haver alguns precedentes, não é difícil prever quais seriam as conseqüências do abandono do preço fixo, conseqüências - por outra parte -facilmente dedutíveis de uma análise objetiva do problema, que pode ficar assim sintetizado : 1ª etapa Redução dos preços de alguns livros de grande venda ou de consumo obrigado e aplicação de descontos nas grandes superfícies, com grande capacidade financeira. Utilização dos preços dos livros de grande venda como reclamo, por parte das grandes superfícies, que podem compensar as perdas com outros artigos. Impossibilidade dos livreiros para fazer o mesmo, por causa de seus custos e de sua menor capacidade financeira e porque precisamente somente podem compensar suas perdas nos livros de rotação lenta com os de grande venda ou de venda mais ou menos segura. 2ª etapa Drástica redução das vendas no canal livreiro, expansão das vendas nas grandes superfícies, especialmente nos livros de grande venda ( best sellers ) ou de consumo obrigado (livros de texto). Desaparecimento de livrarias e concentração da venda nas grandes lojas. 3ª etapa Controle da demanda por parte das grandes superfícies, que impõem seus gostos e suas condições econômicas. Redução da qualidade, da quantidade e da variedade da oferta editorial. Forte redução das vendas totais. 4ª etapa Desaparecimento de editoriais, especialmente das pequenas e médias e, por conseguinte, concentração do setor. Busca e desenvolvimento exclusivamente da edição de best sellers.

6 5ª etapa Uma vez controlado o mercado pelas grandes superfícies, supressão da redução de preços e dos descontos. Aumento dos preços dos livros originalmente pela redução das tiragens. Aumento dos preços de venda como conseqüência da concentração da oferta e para os baixos preços aplicados a alguns poucos livros.

O preço do livro na Espanha

O preço do livro na Espanha O preço do livro na Espanha Por: Virginia de Pablo, revista Delibros, Espanha. Surgiu em Londres, em 1829, quando um destacado grupo de livreiros pressionou ao Governo para que se acabasse com os descontos

Leia mais

O acesso ao livro e o preço único

O acesso ao livro e o preço único O acesso ao livro e o preço único Marcelo Uribe, Diretor Editorial Edições Era, México A história de nosso desenvolvimento como espécie teve - no livro e em nossa leitura - um de seus instrumentos mais

Leia mais

A indústria da editoria pode exercer-se,

A indústria da editoria pode exercer-se, Fernando Pessoa A indústria da editoria pode exercer-se, A indústria da editoria pode exercer-se, e efectivamente se exerce, de duas maneiras: ou isoladamente, ou em conjunção com o comércio de livraria.

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 5.409, DE 2013

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 5.409, DE 2013 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 5.409, DE 2013 Altera o 5º do art. 32 da Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, que dispõe sobre a comunicação audiovisual

Leia mais

Alguém já viu o vídeo na Internet sobre a invenção do LIVRO DE PAPEL?

Alguém já viu o vídeo na Internet sobre a invenção do LIVRO DE PAPEL? E-BOOK O que é? Al é já i íd I b Alguém já viu o vídeo na Internet sobre a invenção do LIVRO DE PAPEL? LIVRO DE PAPEL - a grande invenção! Sem cabos. Sem circuitos elétricos. Sem bateria. Sem necessidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR Referências: Processo SECOM nº 00170.001719/2008-71.

Leia mais

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071 A Artigo 19 apresenta análise comparada de países que permitem publicidade e propaganda comercial em rádios comunitárias em referência à minuta do Projeto Legislativo do Senado que propõe possibilitar

Leia mais

Um fantasma percorre o mundo do livro. É o fantasma do preço fixo.

Um fantasma percorre o mundo do livro. É o fantasma do preço fixo. Um fantasma percorre o mundo do livro. É o fantasma do preço fixo. Bernardo Jaramillo H. Consultor de Indústrias Culturais, Colômbia. Choro pelo desaparecimento de 10% das livrarias. Mas estávamos falando

Leia mais

Dinâmica Competitiva na Indústria de Cartões de Pagamento no Brasil

Dinâmica Competitiva na Indústria de Cartões de Pagamento no Brasil Dinâmica Competitiva na Indústria de Cartões de Pagamento no Brasil Juan Pérez Ferrés 4 de dezembro de 2009 2º SEMINÁRIO DE DIREITO CONCORRENCIAL DO BANCO DO BRASIL A Concorrência no Mercado de Cartões

Leia mais

Qual a Relação entre Informação, Sociedade, Organização e Desenvolvimento Econômico? Síntese e Comentários Sobre Ensaios Produzidos pelos Alunos

Qual a Relação entre Informação, Sociedade, Organização e Desenvolvimento Econômico? Síntese e Comentários Sobre Ensaios Produzidos pelos Alunos Qual a Relação entre Informação, Sociedade, Organização e Desenvolvimento Econômico? Síntese e Comentários Sobre Ensaios Produzidos pelos Alunos Jorge H. C. Fernandes 20 de Abril de 1999 Ensaios A Informação

Leia mais

Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América

Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América Prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo Medellín comemora as melhores histórias da Ibero- América Regras da terça edição de 2015 Por favor, leia com atenção as regras antes de iniciar o processo de

Leia mais

Ivo Camargo Jr. Consultoria e Representação Comercial PROPOSTA COMERCIAL

Ivo Camargo Jr. Consultoria e Representação Comercial PROPOSTA COMERCIAL Ivo Camargo Jr. Consultoria e Representação Comercial PROPOSTA COMERCIAL APRESENTAÇÃO Ivo Camargo Jr. Consultoria e Representação Comercial A Ivo Camargo Jr. Consultoria e Representação Comercial nasceu

Leia mais

ABERTURA DO MERCADO BRASILEIRO DE AVIAÇÃO: A QUESTÃO DA CABOTAGEM E DA PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO NAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS

ABERTURA DO MERCADO BRASILEIRO DE AVIAÇÃO: A QUESTÃO DA CABOTAGEM E DA PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO NAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS ABERTURA DO MERCADO BRASILEIRO DE AVIAÇÃO: A QUESTÃO DA CABOTAGEM E DA PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO NAS COMPANHIAS AÉREAS BRASILEIRAS por Victor Carvalho Pinto 1. Conceituação Os parâmetros básicos

Leia mais

NORMA DE APLICAÇÃO SOBRE A VALORAÇÃO ADUANEIRA DE MERCADORIAS

NORMA DE APLICAÇÃO SOBRE A VALORAÇÃO ADUANEIRA DE MERCADORIAS MERCOSUL/LXVII GMC / P DEC. Nº 01/07 NORMA DE APLICAÇÃO SOBRE A VALORAÇÃO ADUANEIRA DE MERCADORIAS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 17/94 do Conselho do Mercado

Leia mais

OS SABERES DOS PROFESSORES

OS SABERES DOS PROFESSORES OS SABERES DOS PROFESSORES Marcos históricos e sociais: Antes mesmo de serem um objeto científico, os saberes dos professores representam um fenômeno social. Em que contexto social nos interessamos por

Leia mais

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»]

[Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa. [Projecto «Olisipo»] Fernando Pessoa [Projecto «Olisipo»] [Projecto «Olisipo»] Mau grado o desenvolvimento, sobretudo recente, do comércio e da indústria portugueses, Portugal não existe ainda como colectividade comercial

Leia mais

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam

Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam Grupo 3 - Cadeias em que oportunidades e ameaças são localizadas e ou se anulam 3.1 Cosméticos Diagnóstico Os países desenvolvidos dominam o mercado mundial do setor de cosméticos, perfumaria e artigos

Leia mais

Administrando os canais de distribuição (aula 2)

Administrando os canais de distribuição (aula 2) 13 Aula 2/5/2008 Administrando os canais de distribuição (aula 2) 1 Objetivos da aula Explicar como os profissionais de marketing usam canais tradicionais e alternativos. Discutir princípios para selecionar

Leia mais

AMMPL (BME) Código de Conduta

AMMPL (BME) Código de Conduta AMMPL (BME) Código de Conduta 1 Código de Conduta da AMMPL (BME) I Introdução A Association Materials Management, Purchasing and Logistics (Associação de Gestão de Materiais, Compras e Logística, AMMPL

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Repasse de ICMS de medicamentos SP

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Repasse de ICMS de medicamentos SP Repasse de ICMS de medicamentos SP 11/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 4. Conclusão... 6 5. Referências... 6 6.

Leia mais

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista.

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009. (Do Sr. Dep. Paulo Pimenta e outros) Altera dispositivos da Constituição Federal para estabelecer a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

Nossos. Princípios. de Atuação

Nossos. Princípios. de Atuação Nossos Princípios de Atuação O cumprimento de nossos Princípios de Atuação nos ajuda a tomar decisões e atuar com integridade e profissionalismo. CARTA DO PRESIDENTE O Grupo Telefônica passou por mudanças

Leia mais

Preço único do livro: solução frágil para um problema grave

Preço único do livro: solução frágil para um problema grave Preço único do livro: solução frágil para um problema grave Fabio Sá-Earp e George Kornis*, Pesquisadores da UFRJ, Brasil O problema: a questão da liberdade econômica Um galo sozinho não tece uma manhã:

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 10 07 / 2014 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013

BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 10 07 / 2014 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 10 07 / 2014 BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013 INFORMATIVO num Editorial - 10ª Edição Prezado leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz

Leia mais

PAINEL CONFIANÇA Propósito elevado Cultura consciente Liderança consciente Orientação para todos os envolvidos no negócio

PAINEL CONFIANÇA Propósito elevado Cultura consciente Liderança consciente Orientação para todos os envolvidos no negócio PAINEL CONFIANÇA 2 PAINEL CONFIANÇA O Capitalismo Consciente é uma nova abordagem para condução dos negócios que as melhores empresas do mundo estão adotando. Essas empresas são guiadas por um conjunto

Leia mais

as ambientais no Varejo Mudanças

as ambientais no Varejo Mudanças 17 Aula 22/5/2008 Mudanças as ambientais no Varejo 1 Objetivos da aula Explicar a mudança na composição dos varejistas. Identificar os modos pelos quais os avanços tecnológicos influenciam o varejo Avaliar

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 677, de 2007, que dispõe sobre o compartilhamento da infraestrutura

Leia mais

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO ANL 2012

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO ANL 2012 JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO ANL 2012 Com a presença de mais de 100 executivos e profissionais do segmento do livro, aconteceu na capital paulista no último dia 04 de dezembro, o Jantar de Confraternização

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

3º ENCONTRO DA ORIZICULTURA PORTUGUESA

3º ENCONTRO DA ORIZICULTURA PORTUGUESA 3º ENCONTRO DA ORIZICULTURA PORTUGUESA ASSOCIAÇÃO DE ORIZICULTORES DE PORTUGAL FIGUEIRA DA FOZ 16 DE FEVEREIRO DE 2012 1. A Centromarca 2. A distribuição moderna 3. As relações produção / distribuição

Leia mais

Catalunha, uma aposta no comércio de proximidade. Setembro, 2014

Catalunha, uma aposta no comércio de proximidade. Setembro, 2014 Catalunha, uma aposta no comércio de proximidade Setembro, 2014 ÍNDICE Modelo catalão do comércio Resistência do modelo Ação da Generalitat MODELO CATALÃO DO COMÉRCIO O modelo catalão do comércio baseia-se

Leia mais

Capítulo 03 Mercados regionais

Capítulo 03 Mercados regionais Capítulo 03 Mercados regionais As organizações decidem atuar no mercado global quando sabem que o crescimento externo será maior do que o interno. Nesse sentido, a China é um dos mercados para onde as

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

Mercado de Cartões de Crédito: Análise PLS 213/2007 e PLS 677/2007

Mercado de Cartões de Crédito: Análise PLS 213/2007 e PLS 677/2007 1 Mercado de Cartões de Crédito: Análise PLS 213/2007 e PLS 677/2007 Secretaria de Acompanhamento Econômico 1 Brasília 27 de maio de 2008 2 ESTRUTURA A Secretaria de Acompanhamento Econômico/MF Panorama

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo

Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo BRIEFING DE PRODUTO Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo Modelo Extraído dos livros: Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar

Leia mais

O sistema de preços fixos do livro na Alemanha Uma breve visão geral da história, das regulamentações e o efeito da sustentabilidade do preço a varejo

O sistema de preços fixos do livro na Alemanha Uma breve visão geral da história, das regulamentações e o efeito da sustentabilidade do preço a varejo O sistema de preços fixos do livro na Alemanha Uma breve visão geral da história, das regulamentações e o efeito da sustentabilidade do preço a varejo Verena Sich, advogada do departamento jurídico da

Leia mais

Pirataria editorial na Internet

Pirataria editorial na Internet Pirataria editorial na Internet Marta Malmierca. Diretora do Departamento de Serviços Jurídicos e Licenças CEDRO As primeiras referências históricas sobre a pirataria, datam do século V antes de Cristo,

Leia mais

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal?

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? A realidade comercial que podemos designar por Distribuição Moderna começou

Leia mais

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI - RNTI (publicação oficial do Setor de TIC) Atualização desde documento: 12.08.2015 Todos sabem e principalmente nós que a tecnologia da informação e comunicação está presente no dia a dia de praticamente

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 398, de 2012, do Senador Pedro Taques, que

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

FALANDO PARA O MUNDO. www.espm.br/centraldecases

FALANDO PARA O MUNDO. www.espm.br/centraldecases FALANDO PARA O MUNDO www.espm.br/centraldecases FALANDO PARA O MUNDO Preparado pelo Prof. Marcus S. Piaskowy. Este caso foi escrito inteiramente a partir de informações cedidas pela empresa e outras fontes

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO CONTEXTO No final da Idade Média (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis. A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa

Leia mais

Principais observações, conclusões e recomendações

Principais observações, conclusões e recomendações Síntese Principais observações, conclusões e recomendações 1.1 Política comunitária das oleaginosas A União Europeia é um dos principais operadores do mercado mundial das oleaginosas. Trata-se, com efeito,

Leia mais

Divisão Alimentícia I. PRODUTOS

Divisão Alimentícia I. PRODUTOS Divisão Alimentícia I. PRODUTOS No segmento alimentício a Saggio oferece uma linha de produtos solúveis, instantâneos e outros produtos diferenciados, verdadeiras especialidades, aliando a mais moderna

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO PROJETO DE LEI N o 3.231, DE 2004 Dispõe sobre os direitos de propriedade intelectual e direitos do consumidor relativos a programas de computador,

Leia mais

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS Quem não sabe línguas estrangeiras não sabe nada de si próprio. (Goethe) No Livro Branco lançado em 1995, Ensinar e Aprender: Rumo à Sociedade

Leia mais

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens.

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens. Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios www.siemens.com/compliance "A cultura de uma empresa e seus valores fazem a diferença.

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal

Brasil e suas Organizações políticas e administrativas. Brasil Atual 27 unidades político-administrativas 26 estados e distrito federal Brasil e suas Organizações políticas e administrativas GEOGRAFIA Em 1938 Getúlio Vargas almejando conhecer o território brasileiro e dados referentes a população deste país funda o IBGE ( Instituto Brasileiro

Leia mais

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas Análise Economia e Comércio / Desenvolvimento Carolina Dantas Nogueira 20 de abril de 2006 O processo de abertura comercial da China:

Leia mais

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS

EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS EFICÁCIA E APLICAÇÃO DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS 1 Eficácia é o poder que tem as normas e os atos jurídicos para a conseqüente produção de seus efeitos jurídicos próprios. No sábio entendimento do mestre

Leia mais

Portal Trade- O apoio às suas Exportações

Portal Trade- O apoio às suas Exportações International Desk -Direcção de Negócio Internacional- Portal Trade- O apoio às suas Exportações Casa de Espanha 6 de Março de 2014 Santander, um grupo financeiro líder Best Bank in the World 2012 2008

Leia mais

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário.

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário. Palavras do Presidente do Supremo Tribunal Administrativo Conselheiro Manuel Fernando dos Santos Serra Na Sessão de Abertura do Colóquio A Justiça Administrativa e os Direitos Administrativos Especiais

Leia mais

Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias

Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias GESTÃO O declínio dos jornais Poucos setores sofreram tanto com o avanço das tecnologias de informação como o de jornais. Por longo tempo, eles foram o meio privilegiado pelo qual as pessoas tinham acesso

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1

GESTÃO LOGÍSTICA 05. O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia. Padrões de SaC. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA 2004-05 05 Capítulo - 2 Índice 1. Introdução 2. Definição de 3. 4. Desenvolvimento e Documentação de Padrões de SaC 5. Barreiras a uma Estratégia efectiva de SaC 6. Melhorar o Desempenho

Leia mais

IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI

IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI IMPOSTOS FEDERAIS: II, IE E IPI CAIO AUGUSTO TAKANO MESTRANDO EM DIREITO ECONÔMICO, FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO USP ESPECIALISTA EM DIREITO TRIBUTÁRIO IBET PROFESSOR-ASSISTENTE DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO DO

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA ÍNDICE Carta da Administração...3 1) Os nossos Princípios...4 2) O Comitê de Ética...4 3) Responsabilidades...4 4) Penalidades...4 5) Comunicação das Transgressões...5 6) Denúncias...5

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA Giovanna Filomena Silveira Teles Advogada. Pós-graduanda em Direito Civil pela Faculdade de Direito Milton Campos 1. BREVE HISTÓRICO DO DIREITO EMPRESARIAL Para melhor compreendermos

Leia mais

Uma visão dos aspectos regulatórios da Tecnologia da Informação

Uma visão dos aspectos regulatórios da Tecnologia da Informação Uma visão dos aspectos regulatórios da Tecnologia da Informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 AVALIANDO A EVOLUÇÃO DO CICLO DE CAIXA DA EMPRESA Cálculo e interpretação dos prazos médios de recebimento de vendas, giro de estoques e prazo médio de pagamento de compras.

Leia mais

IMPACTO DA DESVALORIZAÇÃO DO REAL NOS ÚLTIMOS 48 MESES NA ECONOMIA POPULAR

IMPACTO DA DESVALORIZAÇÃO DO REAL NOS ÚLTIMOS 48 MESES NA ECONOMIA POPULAR IMPACTO DA DESVALORIZAÇÃO DO REAL NOS ÚLTIMOS 48 MESES NA ECONOMIA POPULAR JOÃO RICARDO SANTOS TORRES DA MOTTA Consultor Legislativo da Área IX Economia ESTUDO JANEIRO/2000 Câmara dos Deputados Praça dos

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO

RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO RECURSOS HUMANOS FINANCEIRO VENDAS PRODUÇÃO DEPARTAMENTO MERCADOLÓGICO Introduzir no mercado os produtos ou serviços finais de uma organização, para que sejam adquiridos por outras organizações ou por

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador WALTER PINHEIRO

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador WALTER PINHEIRO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado n 689, de 2011, do Senador Vital do Rêgo, que acrescenta 3º ao art. 84 da Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, para

Leia mais

Perguntas & Respostas. Decisão Condenatória da SPORT TV por abuso de posição dominante

Perguntas & Respostas. Decisão Condenatória da SPORT TV por abuso de posição dominante Perguntas & Respostas Decisão Condenatória da SPORT TV por abuso de posição dominante 1. O que é um abuso de posição dominante? O conceito de abuso de posição dominante está relacionado com os comportamentos

Leia mais

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor Movimento incentiva a escolha pelos pequenos negócios na hora da compra A iniciativa visa conscientizar o consumidor que comprar dos pequenos é um ato de cidadania que contribui para gerar mais empregos,

Leia mais

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO

PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO REGRESSO À CASA Concurso para a selecção da REDACÇÃO e CONSELHO EDITORIAL do JORNAL ARQUITECTOS PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO I. RESPOSTAS Formatos: os formatos previstos são a edição online, o fórum na internet,

Leia mais

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 ASPECTOS HISTÓRICOS Em passado remoto, o Estado de São Paulo tentou instituir a cobrança do ICMS na importação de mercadorias e o fez por decreto.

Leia mais

ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO

ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO ACORDO SOBRE MEDIDAS DE INVESTIMENTO RELACIONADAS AO COMÉRCIO Os Membros, Considerando que os Ministros acordaram em Punta del Este que "em seguida a um exame da operação dos Artigos do GATT relacionados

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

O desafio: A vantagem da Videojet:

O desafio: A vantagem da Videojet: Nota de aplicação Tinta Tintas coloridas para embalagens de ponto de venda O desafio: O ambiente de varejo é um mercado em constante evolução, com maior ênfase na embalagem, que não só protege os produtos

Leia mais

FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE

FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE FICHA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AZEITE CENÁRIO DE ANTECIPAÇÃO BREVE CARATERIZAÇÃO DIAGNÓSTICO O ANÁLISE INTERNA - PONTOS FORTES O ANÁLISE INTERNA - PONTOS FRACOS O ANÁLISE EXTERNA - OPORTUNIDADES OU OPORTUNIDADES

Leia mais

E-books e o futuro das bibliotecas: evolução ou revolução?

E-books e o futuro das bibliotecas: evolução ou revolução? O Goethe-Institut São Paulo, a Maison de France e o Instituto Cervantes com o apoio da Fundação Memorial da América Latina convidam para o colóquio internacional E-books e o futuro das bibliotecas: evolução

Leia mais

Política de Recursos Humanos e Prevenção de Riscos Laborais

Política de Recursos Humanos e Prevenção de Riscos Laborais LIVRO DE POLÍTICAS ÍNDICE Lista de políticas: SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO Política de Sustentabilidade Política de Inovação ÂMBITO ECONÔMICO E DE BOA GOVERNANÇA Política de Anticorrupção Política de Antitruste

Leia mais

IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO

IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO Excelentíssimo Senhor GILBERTO JOSÉ SPIER VARGAS MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA Esplanada dos Ministérios Bloco A, 8º Andar Brasília - DF Assunto: Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel

Leia mais

CASSIANO LUIZ CRESPO ALVES NEGRÃO. Consultor Legislativo da Área VII Sistema Financeiro, Direito Comercial, Econômico e Defesa do Consumidor

CASSIANO LUIZ CRESPO ALVES NEGRÃO. Consultor Legislativo da Área VII Sistema Financeiro, Direito Comercial, Econômico e Defesa do Consumidor VIABILIDADE DE PROJETO DE LEI PARA EXCLUIR, DA LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA, AS INTEGRANTES DO SETOR DE LIMPEZA, ASSEIO, CONSERVAÇÃO E SEGURANÇA CASSIANO LUIZ CRESPO ALVES NEGRÃO Consultor Legislativo

Leia mais

MARKETING ESTRATÉGICO

MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING ESTRATÉGICO Os 4 Ps CONCEITO DE PRODUTO E SERVIÇO Um produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou desejo. Serviço é qualquer ato ou desempenho, essencialmente

Leia mais

Jornalismo Interativo

Jornalismo Interativo Jornalismo Interativo Antes da invenção da WWW, a rede era utilizada para divulgação de informações direcionados a públicos muito específicos e funcionavam através da distribuição de e-mails e boletins.

Leia mais

Vantagens Competitivas (de Michael Porter)

Vantagens Competitivas (de Michael Porter) Vantagens Competitivas (de Michael Porter) CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: SOARES, Claudio César. Introdução ao Comércio Exterior Fundamentos Teóricos do Comércio Internacional.

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17)

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17) 1984L0450 PT 12.06.2005 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa

Leia mais

BASES GERAIS PARA A INTEGRAÇÃO NA PLATAFORMA ECOCERNES.COM (.ORG /.ES)

BASES GERAIS PARA A INTEGRAÇÃO NA PLATAFORMA ECOCERNES.COM (.ORG /.ES) BASES GERAIS PARA A INTEGRAÇÃO NA PLATAFORMA ECOCERNES.COM (.ORG /.ES) CERNES é um projeto europeu cofinanciado pelo Programa Operativo de Cooperação Territorial Espanha-Portugal 2007-2013 (POCTEP), cujo

Leia mais

I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS

I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS Custos Industriais e Custos Não Industriais Custos controláveis e não controláveis Custos

Leia mais

Plano de Compatibilização entre Portugal e Espanha no sector energético

Plano de Compatibilização entre Portugal e Espanha no sector energético Plano de Compatibilização entre Portugal e Espanha no sector energético Sumário No sentido de aprofundar o MIBEL - Mercado Ibérico de Electricidade, e em linha com o Acordo de Santiago de Compostela e

Leia mais

Deve-se proibir a diferenciação de preços entre compras à vista e com cartão de crédito? Paulo Springer de Freitas 1

Deve-se proibir a diferenciação de preços entre compras à vista e com cartão de crédito? Paulo Springer de Freitas 1 Deve-se proibir a diferenciação de preços entre compras à vista e com cartão de crédito? Paulo Springer de Freitas 1 De tempos em tempos a sociedade debate se deve ser permitida a diferenciação de preços

Leia mais

QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA?

QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA? QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA? FERNANDO B. MENEGUIN 1 A Análise Econômica do Direito Tributário promove uma união entre o direito tributário e a economia, com o intuito de melhorar a

Leia mais

"Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria"

Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria Nº EDIÇÃO: 816 30.MAI.13 ENTREVISTAS Edmar Bacha, economista e ex-presidente do BNDES "Desvalorizar o real e abrir mais o País dariam um rumo à indústria" O economista Edmar Bacha, que integrou a equipe

Leia mais

Conheça o Projeto Integração

Conheça o Projeto Integração Conheça o Projeto Integração Em nosso projeto, atuam em conjunto diversos órgãos de defesa dos consumidores: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Ministério Público Federal, Defensoria Pública

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 13/XIII/1ª PREFERÊNCIA PELA PRODUÇÃO ALIMENTAR LOCAL NAS CANTINAS PÚBLICAS

PROJETO DE LEI N.º 13/XIII/1ª PREFERÊNCIA PELA PRODUÇÃO ALIMENTAR LOCAL NAS CANTINAS PÚBLICAS PROJETO DE LEI N.º 13/XIII/1ª PREFERÊNCIA PELA PRODUÇÃO ALIMENTAR LOCAL NAS CANTINAS PÚBLICAS Nota justificativa A dependência alimentar do exterior é bastante acentuada no nosso país, ultrapassando os

Leia mais

REGULAMENTO DA REVISTA ELETRÔNICA MULTIDISCIPLINAR CIÊNCIA & INOVAÇÃO DA FACULDADE DE AMERICANA

REGULAMENTO DA REVISTA ELETRÔNICA MULTIDISCIPLINAR CIÊNCIA & INOVAÇÃO DA FACULDADE DE AMERICANA REGULAMENTO DA REVISTA ELETRÔNICA MULTIDISCIPLINAR CIÊNCIA & INOVAÇÃO DA FACULDADE DE AMERICANA Art. 1º - A Revista Eletrônica Ciência & Inovação, em versão exclusivamente eletrônica, de orientação pluralista,

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

Ponto de Vista CADERNOS DE SEGURO. O futuro dos resseguradores

Ponto de Vista CADERNOS DE SEGURO. O futuro dos resseguradores 24 O futuro dos resseguradores ROBERTO CASTRO Um dos efeitos trazidos pelo ressurgimento do liberalismo três décadas atrás, no bojo do processo de aprofundamento da integração econômica, política, cultural

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 1 Negócios Internacionais: Fundamentos 2004 Prentice Hall, Inc 1-1 Objectivos do Capítulo Definir negócios internacionais

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador FRANCISCO DORNELLES

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador FRANCISCO DORNELLES PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em caráter terminativo, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 18, de 2011 (Projeto de Lei nº 4.605, de 2009, na origem), do Deputado

Leia mais