REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998

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1 REGULAMENTAÇÃO DOS ARTIGOS 30 E 31 DA LEI Nº 9.656, DE 1998 Dezembro, 2011 Mauricio Ceschin Diretor-Presidente

2 Art. 30 da Lei nº 9.656/98 Art. 30. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o 1 o do art. 1 o desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa, é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral. (Redação dada pelo art. 1º da Medida Provisória nº , de 2001) 1 o O período de manutenção da condição de beneficiário a que se refere o caput será de um terço do tempo de permanência nos produtos de que tratam o inciso I e o 1 o do art. 1 o, ou sucessores, com um mínimo assegurado de seis meses e um máximo de vinte e quatro meses. (Redação dada pelo art. 1º da Medida Provisória nº , de 2001) 2 o A manutenção de que trata este artigo é extensiva, obrigatoriamente, a todo o grupo familiar inscrito quando da vigência do contrato de trabalho.

3 Art. 30 da Lei nº 9.656/98 3 o Em caso de morte do titular, o direito de permanência é assegurado aos dependentes cobertos pelo plano ou seguro privado coletivo de assistência à saúde, nos termos do disposto neste artigo. 4 o O direito assegurado neste artigo não exclui vantagens obtidas pelos empregados decorrentes de negociações coletivas de trabalho. 5 o A condição prevista no caput deste artigo deixará de existir quando da admissão do consumidor titular em novo emprego. (Redação dada pelo art. 1º da Medida Provisória nº , de 2001) 6 o Nos planos coletivos custeados integralmente pela empresa, não é considerada contribuição a co-participação do consumidor, única e exclusivamente, em procedimentos, como fator de moderação, na utilização dos serviços de assistência médica ou hospitalar. (Redação dada pelo art. 1º da Medida Provisória nº , de 2001)

4 Art. 31 da Lei nº 9.656/98 Art. 31. Ao aposentado que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o 1º do art. 1º desta Lei, em decorrência de vínculo empregatício, pelo prazo mínimo de dez anos, é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho, desde que assuma o seu pagamento integral. (Redação dada pelo art. 1ºda Medida Provisória nº , de 2001) 1º Ao aposentado que contribuir para planos coletivos de assistência à saúde por período inferior ao estabelecido no caput é assegurado o direito de manutenção como beneficiário, à razão de um ano para cada ano de contribuição, desde que assuma o pagamento integral do mesmo. (Redação dada pelo art. 1ºda Medida Provisória nº , de 2001) 2º Para gozo do direito assegurado neste artigo, observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos 2º, 3º, 4º, 5º e 6º do art. 30. (Redação dada pelo art. 1ºda Medida Provisória nº , de 2001) 3º Para gozo do direito assegurado neste artigo, observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos 2º e 4º do art. 30.

5 Resolução Consu n.º 20 (art. 30 da Lei 9.656/98) Art. 2º Para manutenção do exonerado ou demitido como beneficiário de plano ou seguro de assistência à saúde, as empresas empregadoras devem oferecer plano próprio ou contratado e as empresas operadoras ou administradoras de planos ou seguros de assistência à saúde devem oferecer à empresa empregadora, que o solicitar, plano de assistência à saúde para ativos e exonerados ou demitidos. 1º É facultada a manutenção em um mesmo plano, para ativos e exonerados ou demitidos, desde que a decisão seja tomada em acordo formal firmado entre a empresa empregadora e os empregados ativos ou seus representantes legalmente constituídos. 2º No caso de manutenção de planos separados para ativos e inativos, e ambos os planos forem contratados com operadoras, é obrigatório que a empresa empregadora firme contratos coletivos empresariais para os ativos e para os inativos, em nome dos empregados e ex-empregados, respectivamente, para ambos os planos, com uma única operadora, devendo, também o plano de inativos, abrigar o universo de aposentados. (Redação dada pelo art. 30 da RN nº 195, de 2009)

6 Resolução Consu n.º 21 (art. 31 da Lei 9.656/98) Art. 2º Para manutenção do aposentado como beneficiário de plano ou seguro de assistência à saúde, as empresas empregadoras devem oferecer plano próprio ou contratado e as empresas operadoras ou administradoras de planos ou seguros de assistência à saúde devem oferecer à empresa empregadora, que o solicitar, plano de assistência à saúde para ativos e aposentados. 1º É facultada a manutenção, em um mesmo plano, para ativos e aposentados, desde que a decisão seja tomada em acordo formal, firmado entre a empresa empregadora e os empregados ativos ou seus representantes legalmente constituídos. 2º No caso de manutenção de planos separados para ativos e inativos, e ambos os planos forem contratados com operadoras, é obrigatório que a empresa empregadora firme contratos coletivos empresariais para os ativos e para os inativos, em nome dos empregados e ex-empregados, respectivamente, para ambos os planos, com uma única operadora, devendo, também o plano de inativos, abrigar o universo de aposentados. (Redação dada pelo art. 30 da RN nº 195, de 2009).

7 Observações Gerais O plano de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos empregados e deve ser incentivado Os empregadores que tem resistido a implementar o plano contributário unificado para empregados, demitidos e aposentados o fazem: Pela elevação do custo do plano que ocorre para empregadores e empregados devido ao subsídio cruzado do financiamento com a população ex-empregados e aposentados. Ela contabilização do passivo referente ao déficit atuarial com o plano de ex-empregados ou aposentados (regras contábeis internacionais e adotadas pelo Brasil) que tende a inviabilizar o subsídio continuado por parte da empresa, ainda que ela possa arcar com as despesas iniciais E porque os ativos nem sempre podem ou querem subsidiar os custos dos ex-empregados ou aposentados. Em um sistema de repartição simples, os ativos contribuem para os exempregados ou aposentados. A Lei diz que o ex-empregado ou aposentado deve assumir o pagamento integral ou seja, ela garante o acesso ao plano sem subsídio do empregador.

8 Observações Gerais Pesquisa realizada pela Consultoria Towers Watson junto a empresas que tem planos contributários demonstram que as empresas vem adotando as seguintes práticas: Retirando a contribuição fixa de seus planos, assumindo maior participação no custeio dos ativos, evitando assim o risco associado ao benefício para ex-empregados ou aposentados Reduzindo o padrão dos benefícios dos ativos para absorver o impacto da retirada da contribuição fixa Tentando repassar o custo do plano dos ex-empregado ou aposentado como previsto em Lei muitas vezes de forma ineficaz, considerando que se o plano for mantido junto com os ativos sempre haverá algum tipo de subsídio Absorvendo o impacto dos custos (incluindo a contabilização dos passivos) 8

9 Por que Regulamentar? A decisão de regulamentar foi tomada no intuito de definir, entre outros: O conceito de: - contribuição - mesmas condições de cobertura assistencial - novo emprego (para fins da perda do direto de permanência no plano) - obrigatoriamente (extensão a todo grupo familiar obrigatoriamente) Aplicabilidade ou não aos planos anteriores à Lei (contagem do tempo de contribuição); Aplicabilidade ao aposentado que continua trabalhando na mesma empresa; Inclusão de novo cônjuge ou novo filho no(s) plano(s) de ex-empregado(s) ou aposentado(s); Contagem do tempo de contribuição na vigência da Lei, mesmo com mudança de Operadora de Saúde; 9

10 Pontos de atenção para o Regulador A oferta de benefício saúde para empregados no país é facultativa A ANS estabelece regras a serem observadas pelas operadoras de planos de saúde, não podendo impor regras aos empregadores. Com a introdução das novas regras de contabilização para empresas, em 2008, a manutenção de ex-empregados ou aposentados no mesmo plano de saúde dos demais empregados implica na formação de um passivo crescente para o empregador com risco para a sustentabilidade do plano no longo prazo. A impossibilidade de manter os ex-empregados ou aposentados em planos separados pode estimular o empregador a suprimir a contribuição dos empregados para o plano de saúde de modo a não possibilitar a elegibilidade aos referidos direitos pelos seus empregados quando da sua demissão sem justa causa ou aposentadoria. É importante ter um olhar de longo prazo para a sustentabilidade dos planos coletivos empresariais. 10

11 Histórico da proposta de atualização da regulamentação Instauração da Câmara Técnica com representantes de toda a sociedade 08/07/2010. Última reunião (total de 4) 05 de Outubro de Minuta avaliada pela Procuradoria Federal junto à ANS antes da Consulta Pública. Consulta Pública 19/04/2011 a 18/05/2011 (prorrogada até 02/06/2011). Avaliação da Diretoria Colegiada - por 5 vezes (autorizar a Consulta Pública; discussão do art. 20 pool de risco; discussão pool de risco e sua vinculação a Programas de Prevenção e Promoção da Saúde; para apreciação; e para aprovação). 11

12 Quadro Comparativo Anterior: Atual: Planos separados, com possibilidade de se juntar, desde que por acordo formal entre empregador e empregados (Resoluções Consu n.º 20 e 21) Cada contrato e plano, individualmente, tem reajuste calculado com base na sua sinistralidade Sem definição de oferta de planos para ex-empregados e aposentados nas mesmas condições assistenciais Planos separados ou único por definição do empregador e podendo ser fruto de acordo entre empregador e empregados Toda a carteira de aposentados e demitidos recebe reajustes calculado por pool de risco Definição das mesmas condições assistenciais na oferta para aposentados ou demitidos

13 Quadro Comparativo Anterior: Financiamento integral pelo beneficiário, com pagamento inicial pela média do custo por beneficiário, sem informação do custo por faixa etária (reajuste excessivo após 1 ano) Exclusão do beneficiário sem garantias de sua comunicação para exercício do direito Com o encerramento dos prazos para a manutenção do ex-empregado e aposentado como beneficiário, o mesmo busca um plano no mercado cumprindo carência e CPT Atual: Financiamento integral facultando o subsídio, com informação do custo por beneficiário por faixa etária para identificação do custo integral no momento da aposentadoria A exclusão somente será efetivada mediante prova da comunicação para o exercício do direito No encerramento de prazo ou a qualquer tempo, há o exercício da portabilidade para plano individual ou coletivo por adesão equivalente 13

14 Avanços com o novo normativo aprovado 1. Definição de que a contribuição do empregado é aquela realizada a qualquer tempo ainda que o pagamento não esteja ocorrendo no momento da demissão ou exoneração sem justa causa ou aposentadoria. 2. Definição da expressão mesmas condições assistenciais - mesma segmentação e cobertura, mesma rede, mesmo padrão de acomodação e mesma abrangência geográfica. 3. Definição de novo emprego como vínculo profissional que possibilite o ingresso do exempregado em um plano de assistência a saúde coletivo empresarial, coletivo por adesão ou de autogestão. 4. Esclarecer a expressão obrigatoriamente para extensão do benefício a todo o grupo familiar do ex-empregado ou aposentado 5. Garantia de que o ex-empregado ou aposentado tem o direito de manter a condição de beneficiário individualmente, ou com parte do seu grupo familiar. 6. Possibilidade de inclusão de novo cônjuge e filhos no período de manutenção da condição de beneficiário no plano de ex-empregados ou aposentados. 14

15 Avanços com o novo normativo aprovado 7. Garantia de que os ex-empregados ou aposentados e seus dependentes permanecerão na mesma operadora contratada para os empregados ativos. 8. Garantia do exercício do direito mesmo que o pagamento não esteja ocorrendo no momento da demissão ou exoneração sem justa causa ou aposentadoria. 9. Garantia da transparência com a informação ao empregado do valor correspondente ao seu custo por faixa etária e da tabela de preços por faixa etária que será adotada, com as devidas atualizações, na manutenção da condição de beneficiário, e a garantia de que estas tabelas estarão disponíveis a qualquer tempo para consulta. 10. Garantia de que o plano separado para os ex-empregados ou aposentados terá a mesma segmentação e cobertura, rede assistencial, padrão de acomodação em internação, área geográfica de abrangência e fator moderador do contratado para os empregados ativos. 11. Manutenção da condição de beneficiário como aposentado, na hipótese em que o mesmo permanece trabalhando na mesma empresa. 15

16 Avanços com o novo normativo aprovado 12. Os períodos de contribuição do empregado decorrentes da contratação do empregador com as várias operadoras serão considerados. 13. Contagem do prazo de 30 dias (manutenção da condição de beneficiário) somente se inicia a partir da sua comunicação inequívoca. 14. Contagem do tempo de contribuição para planos regulamentados e adaptados (definição de que a contribuição é do empregado independentemente da operadora) 15. No caso de plano separado, toda a carteira dos planos de ex-empregados ou aposentados de uma operadora será tratada pela operadora de forma unificada para fins de apuração de reajuste (pool de risco). 16. Direito à portabilidade de carências: para plano de saúde individual ou familiar ou coletivo por adesão. 16

17 Obrigado!

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