I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS"

Transcrição

1

2 I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS Custos Industriais e Custos Não Industriais Custos controláveis e não controláveis Custos directos e custos indirectos Custos reais ou custos teóricos Custos fixos, custos variáveis e custos semivariáveis

3 I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS De acordo com a NCRF 18-Inventários, os custos de conversãoincluem os custos directamente relacionados com as unidades de produção, tais como mão-de-obra directa ou gastos gerais de produção fixos e variáveis que sejam incorridos ao converter matérias em bens acabados. Os gastos gerais de produção fixos são os custos indirectos de produção que permaneçam relativamente constantes independentemente do volume de produção, tais como a depreciação e manutenção de edifícios e de equipamentos de fábricas e os custos de gestão e administração da fábrica. Os gastos gerais de produção variáveis são os custos indirectos de produção que variam directamente, ou quase directamente, com o volume de produção tais como materiais indirectos.

4 A tomada de decisões é um processo relacionado com o futuro e, como tal, compreende a eleição de várias alternativas. Para tomar uma decisão, o gestor dever-se-á concentrar na informação de custos e proveitos que seja relevantee não propriamente nos custos históricos.

5 2.1 CUSTOS RELEVANTES Quando se analisam informações sobre custos, o custo a considerar dependerá dos objectivos pretendidos com o controlo. Conforme o propósito da análise a efectuar, deverão ser utilizados custos diferentes.

6 Os CUSTOS RELEVANTES são os que se vêm afectados por uma decisão. Como tal, ao avaliar que decisão tomar perante várias alternativas, apenas se devem ter em consideração os custos relevantes. Na maioria dos casos, os custos relevantes designam-se também por CUSTOS INCREMENTAIS(custos adicionais que se produzem quando se toma uma determinada decisão).

7 Por sua vez, os CUSTOS IRRELEVANTESsão aqueles que não são afectados por determinada decisão. Os custos já incorridos no passado ou aqueles em que se vai incorrer como consequência de decisões já tomadas são custos irrelevantes para a tomada de decisões. Ou seja, não se podem evitar independentemente da decisão em questão.

8 2.2 -TOMADA DE COM INFORMAÇÕES SOBRE CUSTOS A maioria das decisões, sobretudo de curto prazo, requerem, para serem avaliadas correctamente, dados da contabilidade de custos. Entre estas decisões destacam-se as seguintes:

9 FIXAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA: ACEITAR OU REJEITAR UM PEDIDO/ENCOMENDA ESPECIAL Com a informação sobre custos fixos e custos variáveis por unidade vendida, a empresa pode realizar uma análise custo -volume-resultados dos distintos preços possíveis. Esta análise informa os resultados obtidos para cada combinação. Mas além disso, para fixar preços de venda, deve ter-se em conta a estratégia da empresa.

10 Igualmente há que considerar factores externos, tais como por exemplo: o preço que o cliente está disposto a pagar, os preços fixados pela concorrência e a existência ou não de restrições legais em relação aos preços. Esta é a informação relevante para a fixação dos preços de venda desde o ponto de vista da contabilidade de gestão.

11 A fixação de preços de venda é uma decisão de marketing. No entanto deve ser tomada tendo por base informações sobre custos. Frequentemente é referido que para se determinar o preço de venda de um produto, deve adicionar-se ao seu custo total, uma determinada margem de benefício. Esta posição não é válida em muitas empresas, uma vez que em muitos casos é o próprio mercado quem orienta as decisões. De qualquer forma, é útil conhecer os diversos componentes do custo total do produto.

12 Matérias primas 50 Matérias primas e mão de obra directa variável 60 Matérias primas, mão de obra directa variável e outros custos variáveis 70 Custos variáveis + custos fixos de fabrico 80 Custos variáveis + custos fixos de fabrico, comerciais e administrativos 85 Custo total 90

13 No exemplo acima, apresenta-se o intervalo em que oscila o custo de um produto em função dos custos que nele se incorporem. O intervalo vai desde 50 u.m. até 90 u.m. (custo total). Este intervalo pode variar em função dos critérios que se adoptem em decisões tais como o critério para valorizar as saídas (FIFO,Custo médio, etc) ou o critério para imputar os custos fixos (Sistema de Custeio Total, Sistema de Custeio Variável, Sistema de Custeio Racional), ou os custos indirectos. Dispor deste tipo de informações ajuda bastante a avaliar decisões como a fixação do preço de venda. O preço de venda deverá cobrir os custos totais

14 Por outro lado, a fixação do preço de venda pode fazer-se com maior conhecimento de causa se se considera o CUSTO VARIÁVEL OU O CUSTO OBJECTIVO ( Target Cost ):

15 Custo variável: Se durante um determinado período se coloca a possibilidade de atender um pedido especialde um cliente, não previsto inicialmente, podem considerar-se para a fixação do preço de venda, unicamente os custos variáveis, uma vez que os restantes custos são independentes, quer se atenda a este pedido ou não, já que são fixos (desde que não se ultrapasse o limite da capacidade instalada).

16 No exemplo acima, os custos relevantes em relação a este pedido especial são de 70 u.m.. Pode-se concluir que um pedido especial deverá ser aceite sempre que o preço de venda cubra os custos variáveis totais. Não obstante, esta abordagem só será válida sempre que a empresa tenha capacidade excedentária já que, caso contrário, os custos fixos aumentarão. Também só será válida se a empresa conseguir cobrir os seus custos fixos com outros pedidos.

17 Exemplo 2: Um fabricante recebeu a oferta de um contrato especial para fabricar equipamento. Por esse contrato, o cliente está disposto a pagar u.m., sempre que se cumpram determinados requisitos. Efectuouse o seguinte cálculo de custos previsional:

18 Material Mão de obra (subcontratos) Gastos Gerais de Fabrico (variáveis) Gastos Gerais de Fabrico (fixos) Custos Estimado Custos Estimado

19 Comparando o custo estimado ( ) com o preço oferecido ( ), obtemos um benefício de , mas é incorrecto assumir que os benefícios totais aumentarão apenas este valor. Os custos fixos existentes não se alteram se se aceita o pedido (pressupondo que a empresa tem capacidade suficiente). Como tal, a este novo pedido não se devem acrescentar os custos fixos, uma vez que estes já estão diluídos na produção já existente. A forma correcta de apresentar a informação será:

20 Vendas Custos variáveis: Materiais Mão de obra Gastos gerais variáveis Custos Variáveis Totais Margem de Contribuição

21 Exemplo 3: Uma determinada empresa produtora de equipamento electrónico recebeu a proposta de um contrato especial para fabricar um determinado tipo de televisores. Por esse contrato o cliente está disposto a pagar u.m. sempre que se cumpram os requisitos do respectivo caderno de encargos. Os gestores da empresa, após receberem o respectivo estudo de viabilidade da proposta, apresentaram a seguinte estrutura de custos para a mesma:

22 Matérias Primas Mão de obra Directa (Custo Fixo) Mão de obra Directa (Custo Variável) Gastos Gerais de Fabrico Variáveis Gastos Gerais de Fabrico Fixos Total de Custos previsto u m u m u m u m u.m u m

23 Se a empresa tem os seus os custos fixos já diluídos na produção existente e tem capacidade não utilizada suficiente para realizar o contrato, os únicos custos relevantes para tomar a decisão são os respectivos custos variáveis associados à proposta. Assim, a proposta, verificados estes requisitos, traz uma contribuição positiva à empresa no valor de u.m. Logo, a empresa deve aceitar a proposta.

24 Custo objectivo ou Target Cost Uma das abordagens actuais possíveis para resolver o problema da fixação de preços de venda é o designado CUSTO OBJECTIVO OU TARGET COST. Este custo consiste em tomar como ponto de partida o preço de venda objectivo do mercado. Em determinados sectores, este preço é o que garante uma determinada quota de mercado. Noutros casos, por exemplo em sectores regulamentados, é o preço fixado ao qual os compradores estão dispostos a comprar o produto. Se a este preço de venda, se reduzir a margem desejada, obtém-se o preço máximo ao qual a empresa deve produzir o produto.

25 Preço de venda objectivo do mercado -Margem de benefício desejada = Custo objectivo (target cost)

26 Ou seja, o custo objectivo é a diferença entre o preço de venda ideal do mercado e a margem de benefício desejada pela empresa. Com base nestas informações, os departamentos de Investigação e Desenvolvimento, produção e contabilidade devem trabalhar em conjunto para conseguir produzir a este custo.

27 FABRICAR OU SUBCONTRATAR Para este tipo de decisões, devem ser comparados os custos que desapareceriam, no caso de subcontratar, com o preço oferecido pelo subcontratado.

28 Neste tipo de decisões, há que ter em consideração outros factores de tipo estratégico, tais como: a qualidade do produto, a garantia de que o subcontratado mantenha as suas condições a longo prazo e a importância estratégica que tem na empresa a função que se está a avaliar. Este último aspecto é bastante importante já que, ainda que por vezes se torne mais barato produzir fora, existem determinadas funções chave para a empresa que não deverão ser subcontratadas.

29 Assim como no tipo de decisão anterior, outro dado chave a considerar é a parte de custos fixos e variáveis que a empresa tem. Igualmente, os custos relevantes são os custos variáveis.

30 Exemplo 4: Uma determinada empresa tem a possibilidade de subcontratar a fabricação anual de um artigo. O subcontratado pede u.m. Por outro lado, de acordo com as informações sobre custos da empresa, o produto custa u.m.:

31 Matérias primas = 400 Outros custos variáveis = 200 Custos industriais fixos = Custos industriais variáveis = 100 Custo total = 2.000

32 Devem ser considerados exclusivamente os custos que desapareceriam se optássemos pela subcontratação, ou seja, 700, uma vez que os custos fixos mantêm-se, quer se aceite ou não o contrato:

33 Matérias primas = 400 Outros custos variáveis = 200 Custos industriais variáveis = 100 Custo total a desaparecer = 700

34 Como tal, deveríamos optar pela não subcontratação.

35 Exemplo 5: Uma determinada empresa apresenta a seguinte estrutura de custos para uma produção anual do produto x de unidades:

36 Matérias Primas Mão de obra Directa Gastos Gerais de Fabrico Variáveis Gastos Gerais de Fabrico Fixos Total de Custos u m u m u m u m u m

37 A empresa, que produz outro tipo de produtos, está a estudar a possibilidade de subcontratar a produção anual do produto x. Por essa subcontratação, é-lhe oferecido um preço de 0,8 por cada unidade produzida. A empresa deverá subcontratar a produção do produto x?

38 Dado que caso a empresa decida subcontratar a produção, os custos fixos continuam a manter-se na empresa, então os custos relevantes para tomar a decisão são apenas os custos variáveis: Custo por unidade se não se subcontrata = / unidades = 1,325/unidade Custo por unidade se se subcontrata = 0,8 + (CF/produção) = 0,8 + (95.000/ ) = 0,8 + 0,475 = 1,275 Como tal, a empresa deverá optar pela subcontratação, uma vez que o custo de produção resulta mais baixo.

39 ELIMINAÇÃO DE UMA PARTE DA EMPRESA / DEIXAR DE FABRICAR UM PRODUTO NÃO RENTÁVEL Neste tipo de decisões avalia-se a conveniência de eliminar produtos, ou deixar de trabalhar para um cliente ou grupo de clientes, ou eliminar uma zona de vendas ou canal de distribuição, ou eliminar uma fábrica, entre outros

40 Supondo que os rendimentos do segmento correspondente desapareceriam, convém estudar ainda os efeitos produzidos noutros segmentos da empresa. Por exemplo, ao eliminar um produto podem produzir-se modificações nas vendas de outros produtos que, em alguns casos podem ser beneficiados por essa decisão e, noutros casos, podem ser prejudicados.

41 Os custos relevantes são os que desapareceriam se se opta pela eliminação. Em principio, estes custos que desapareceriam Em principio, estes custos que desapareceriam são os custos variáveis mas por vezes pode também desaparecer algum custo que até ao momento era fixo.

42 Demonstração de Resultados Com segmento X Sem segmento X Rendimentos Gastos 150 (130) 140 (100) Resultados 20 40

43 Perante a informação anterior, parece razoável, pelo menos sob o ponto de vista estritamente económico, a decisão de eliminar o segmento em questão (produto, canal de distribuição, serviço, mercado, etc).

44 SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PRODUTIVOS Para a avaliação deste tipo de decisões, deve- se comparar a poupança em custos que se produzirá com o novo equipamento produtivo com o custo de aquisição desse mesmo equipamento, ao qual se deverá deduzir os rendimentos com a venda do equipamento antigo.

45 + Poupança em custos com o novo equipamento produtivo + Rendimentos pela venda do equipamento antigo - Custo da aquisição do equipamento novo = Benefício ou perda adicional se se substitui o equipamento

46 Os dados anteriores são os que realmente são relevantes em relação a este tipo de decisões. No caso do equipamento dispor de uma vida útil superior a um ano, o custo de aquisição do novo equipamento, deduzido dos rendimentos pela venda do equipamento antigo, amortizar-se-ia ao longo do período de vida útil.

47 Exemplo 6: Uma empresa adquire uma máquina por 50 u.m. com uma vida útil de 10 anos. Um ano mais tarde, sai para o mercado uma nova máquina por 150 u.m. com uma vida útil de 10 anos, mas com uma maior produtividade e que, como tal, permitirá reduzir diversos custos variáveis (matérias primas, mão de obra, etc). O vendedor da nova máquina oferece 40 u.m. pela primeira e aceita-a como parte do pagamento da nova máquina. Como tal o custo anualda nova máquina é de 11 u.m. (150-40/10 anos).

48 Para avaliar se se deve ou não substituir a nova máquina pela segunda, deve-se saber a poupança de gastos ou o incremento em rendimentos que permite a segunda máquina. Suponhamos que a segunda máquina permite uma poupança anual em matéria prima e mão de obra variável de 15 u.m., durante toda a vida útil da nova máquina. Neste caso, a poupança conseguida supera o custo adicional que gera a nova máquina:

49 POUPANÇA ANUAL ADICIONAL = 15 CUSTOS ANUAIS ADICIONAIS = 11

50 Não se considera o que custou a primeira máquina pois este é um custo irrelevante (é incorrido por uma decisão já tomada no passado).considera-se sim o valor de liquidação da 1ª máquina, ao deduzi-lo da nova máquina.

51 Em resumo, para tomar esta decisão, devemos calcular: valor actualdo investimento a efectuar na segunda máquina, o valor da liquidação da 1ª máquina e os fluxos de caixa adicionais que gerará a nova máquina

52 VARIAÇÃO DA LIQUIDEZ NA EMPRESA = 1N poupança gerada pela nova máquina (1+k) nṉ (Valor de aquisição da nova máquina - Valor de liquidação da máquina antiga)

53 K = custo de oportunidade, ou seja, o preço do dinheiro N = vida útil da máquina nova No caso da máquina gerar poupanças durante um prazo superior a um ano, devem ser actualizadas para convertê-las em unidades monetárias de hoje. Em principio, será recomendável substituir a máquina quando aumente a liquidez da empresa.

54 Casos práticos A, B, C e D

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

COMISSÃO DE INSCRIÇÃO

COMISSÃO DE INSCRIÇÃO COMISSÃO DE INSCRIÇÃO JURI DE EXAME PROVA DE EXAME Artigo 13.º do Regulamento de Inscrição e Exame ANO 2007 2º Grupo de Matérias DATA PROGRAMAS DETALHADOS DOS MÓDULOS QUE INTEGRAM O EXAME DO 2º GRUPO DE

Leia mais

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados.

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados. Exame de Contabilidade Analítica (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) 15/Outubro/2005 VERSÃO A Grupo I 1. Diga qual das afirmações está correcta: a)

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Apresentação e Capítulo I I A ou ou Interna como Instrumento de de Gestão Apresentação Objectivos da disciplina Programa Metodologia / Método de Estudo Avaliação Bibliografia -2-

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura).

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura). NCRF 18 Inventários Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 2 - Inventários, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008

Leia mais

4. Sistemas de custeio

4. Sistemas de custeio Contabilidade Analítica 4º semestre Conceição Gomes, Nuno Arroteia 4. Sistemas de custeio 2 Custeio total Custeio variável Custeio racional (SNC) 3 Custeio total Custeio total MD MOD Custo do produto Prod.

Leia mais

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia

ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.12.2010 COM(2010) 774 final Anexo A/Capítulo 08 ANEXO A à Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo ao Sistema europeu de contas nacionais

Leia mais

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano Contabilidade e Controlo de Gestão Ano letivo 2013/2014 Gustavo Dias 5.º Semestre Orçamento anual: instrumento de planeamento a curto prazo que permitirá à empresa quantificar os seus objectivos em termos

Leia mais

ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE

ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE ANTÓNIO BALTAZAR MORTAL PROFESSOR ADJUNTO DA ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO HOTELARIA E TURISMO DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE GLOSSÁRIO DE CONTABILIDADE ANALÍTICA NOVEMBRO 2001 NOTA PRÉVIA O principal objectivo

Leia mais

Departamento comercial e Marketing

Departamento comercial e Marketing Departamento comercial e Marketing Tânia Carneiro Nº20 12ºS Departamento Comercial Noção e objectivos da função comercial O departamento de vendas é considerado por muitos como mais importante da empresa,

Leia mais

CONTABILIDADE DE GESTAO I. 1º Mini Teste Ano lectivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade. 28 de Março de 2012 Duração: 75 min

CONTABILIDADE DE GESTAO I. 1º Mini Teste Ano lectivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade. 28 de Março de 2012 Duração: 75 min CONTABILIDADE DE GESTAO I 1º Mini Teste Ano lectivo de 2011/2012 1º Ano de Finanças & Contabilidade 28 de Março de 2012 Duração: 75 min Tenha em atenção: 1 Não deve desagrafar o teste. Vai ter de o entregar

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas.

CONTABILIDADE DE CUSTOS. A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A necessidade da análise e do controle dos gastos empresariais acentua-se à medida que cresce a competição entre as empresas. A Contabilidade de Custos que atende essa necessidade

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

Efólio A Contabilidade de Gestão

Efólio A Contabilidade de Gestão Efólio A Contabilidade de Gestão Grupo 1 1 A Contabilidade Analítica é obrigatória e visa o apuramento dos custos de produção. A contabilidade analítica não é obrigatória para todas as empresas, logo a

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa

Manual do Revisor Oficial de Contas IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa IAS 7 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 7 (REVISTA EM 1992) Demonstrações de Fluxos de Caixa Esta Norma Internacional de Contabilidade revista substitui a NIC 7, Demonstração de Alterações na

Leia mais

EGEA ESAPL - IPVC. Orçamentos Anuais Parciais de Actividade

EGEA ESAPL - IPVC. Orçamentos Anuais Parciais de Actividade EGEA ESAPL - IPVC Orçamentos Anuais Parciais de Actividade Elaboração de Orçamentos Os resultados de uma empresa, ou de qualquer uma das suas actividades, podem ser apurados (ou calculados de forma previsional)

Leia mais

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS

1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS 1 INTRODUÇÃO 1.1. DEFINIÇÃO DE PROJECTO DE INVESTIMENTOS Ao abordarmos o conceito de projecto de investimento começaremos por citar algumas definições propostas por alguns autores e instituições de reconhecido

Leia mais

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura White Paper #6 Revisão 2 Resumo Nesta comunicação é descrito um método melhorado para medir o Custo Total de Exploração (TCO) da infraestrutura

Leia mais

NCRF 19 Contratos de construção

NCRF 19 Contratos de construção NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico

O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico INTRODUÇÃO 1. Desenvolvimento histórico O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico Alguns marcos de desenvolvimento: Séc. XV introdução das partidas dobradas

Leia mais

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto:

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto: Directiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Maio de 1999, relativa a certos aspectos da venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO V Objectivo Análise do Risco Operacional e Financeiro Grau de Alavanca Operacional Grau de Alavanca Financeiro Grau de Alavanca Combinado O Efeito Alavanca Financeiro RISCO E ANÁLISE

Leia mais

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas

UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas UFCD 6222 - Introdução ao código de contas e normas contabilísticas C O M P I L A Ç Ã O D E M A T E R I A I S Conteúdo programático Código das contas Meios Financeiros Líquidos Contas a receber e a pagar

Leia mais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais

CONTABILIDADE. Docente: José Eduardo Gonçalves. Elementos Patrimoniais CONTABILIDADE Docente: José Eduardo Gonçalves Ano: 2008/2009 Universidade da Madeira Elementos Patrimoniais Activo Recurso controlado pela entidade como resultado de acontecimentos passados e do qual se

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

CAPITULO 7. Poupança e Investimento

CAPITULO 7. Poupança e Investimento CAPITULO 7 Poupança e Investimento A utilização do rendimento o consumo e a poupança Os destinos da poupança a importância do investimento O financiamento da actividade económica A utilização do rendimento

Leia mais

O valor do dinheiro varia ao longo do tempo, ou seja, não é indiferente dispor hoje ou daqui a um ano de uma dada quantia em dinheiro.

O valor do dinheiro varia ao longo do tempo, ou seja, não é indiferente dispor hoje ou daqui a um ano de uma dada quantia em dinheiro. Tópico complementar 5. Valor temporal do dinheiro Objectivo específico: No final deste capítulo, o leitor deverá estar apto a: - Conhecer o significado e o modo de utilização da taxa de actualização (medida

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA

ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações da análise tradicional e

Leia mais

GESTÃO. 6. A Informação Financeira. 6. A Informação financeira 1

GESTÃO. 6. A Informação Financeira. 6. A Informação financeira 1 GESTÃO 6. A Informação Financeira 6. A Informação financeira 1 Conteúdo Temático 1. A organização da informação financeira: o papel da Contabilidade; Introdução aos principais mapas e conceitos 2. O Balanço

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos

Leia mais

CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS DE CUSTOS

CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS DE CUSTOS CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS DE CUSTOS Bruni & Fama (2007), explicam que a depender do interesse e da metodologia empregada, diferentes são as classificações empregadas na contabilidade de custos. Os sistemas,

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO.

OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO. OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO. ÍNDICE INTRODUÇÃO OS BENEFÍCIOS DO RENTING VANTAGENS FISCAIS O RENTING REDUZ CUSTOS PERMITE MANTER A LIQUIDEZ E AS LINHAS DE CRÉDITO INTACTAS FINANCIAMENTO

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS

Leia mais

ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h. Grupo I (5 valores)

ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h. Grupo I (5 valores) UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia ADMISSÃO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Prova de Economia 24 de Junho de 2008 Duração: 2h Grupo I (5 valores) Para cada uma das seguintes

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

Custos da empresa. Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência

Custos da empresa. Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência Custos da empresa, economias de escala, gama e experiência IST, LEGI - Teoria Económica II Margarida Catalão Lopes 1 Custos da empresa Como vimos, a óptima para a empresa depende da receita, mas depende

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova Governo da Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2015 (1.ª É poca) Prestação de provas para registo como auditor de contas 30 de Maio de 2015

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL 1. Introdução Uma empresa é administrada para satisfazer os interesses e objetivos de seus proprietários. Em particular, a organização de atividades econômicas em

Leia mais

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS

CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS CÓDIGO EUROPEU DE CONDUTA DE VENDA DIRECTA FACE A REVENDEDORES, ENTRE REVENDEDORES E ENTRE COMPANHIAS 2. GERAL 1. 1. Introdução O Código Europeu de Conduta de Venda Directa face a Revendedores, entre Revendedores

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Análise de Projectos ESAPL / IPVC Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Uma definição de empresa Uma empresa é um sistema em que se coordenam, para

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS 23.4.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 102/1 II (Actos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 330/2010 DA COMISSÃO de 20 de Abril de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

1. NECESSIDADE DE UM SISTEMA DE CUSTEIO

1. NECESSIDADE DE UM SISTEMA DE CUSTEIO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO É a etapa do processo do planejamento estratégico em que se estima (projeta) e determina a melhor relação entre resultados e despesas para atender às necessidades

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Norma contabilística e de relato financeiro 27

Norma contabilística e de relato financeiro 27 Norma contabilística e de relato financeiro 27 Instrumentos financeiros Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais de Contabilidade IAS 32 Instrumentos Financeiros:

Leia mais

C O N T A B I L I D A D E

C O N T A B I L I D A D E Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos ISCSP (UTL), Lisboa C O N T A B I L I D A D E Pedro V Matos ISEG-UTL 1 Análise Financeira e Contabilidade 2 1 Função Financeira O que é a Função Financeira? Consiste

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães Página 1 de 7 Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1 - O presente Regulamento estabelece

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental

ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS

MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS Sistemas de Informação Contabilística e Financeira CASO 4 PARTE 1 e 2 (enunciado e resolução) 2007/2008 CASO 4 Enunciado (PARTE 1) Tendo presente o contributo da estrutura

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA - FGV

MATEMÁTICA FINANCEIRA - FGV MATEMÁTICA FINANCEIRA - FGV 01. (FGV) O preço de venda de um artigo foi diminuído em 20%. Em que porcentagem devemos aumentar o preço diminuído para que com o aumento o novo preço coincida com o original?

Leia mais

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS

DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Conheça os significados dos principais termos técnicos utilizados na IGNIOS no âmbito dos: DADOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Criação de Valor Valor criado pela empresa num período temporal (fonte: Demonstração

Leia mais

INVENTÁRIOS (IAS 2) Conceitos gerais Mensuração e perdas por imparidade Inventário permanente e intermitente CMVMC e variação da produção

INVENTÁRIOS (IAS 2) Conceitos gerais Mensuração e perdas por imparidade Inventário permanente e intermitente CMVMC e variação da produção AULA 05 INVENTÁRIOS (IAS 2) Conceitos gerais Mensuração e perdas por imparidade Inventário permanente e intermitente CMVMC e variação da produção - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Serviço ao cliente (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Serviço ao cliente reconhecido como um aspecto importante do negócio da empresa dificuldade de definir

Leia mais

POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING

POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING COMPETÊNCIAS COGNITIVAS - Capacidade de análise crítica - ADENDA POLÍTICA DE PREÇO O EM PLANEAMENTO DE MARKETING Generalidades; A política de preço e o marketing mix os custos e os preços; a procura e

Leia mais

PROCESSO DE CONVERGÊNCIA DA CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL. Parte 2 Procedimento Contábil da Depreciação

PROCESSO DE CONVERGÊNCIA DA CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL. Parte 2 Procedimento Contábil da Depreciação PROCESSO DE CONVERGÊNCIA DA CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL Parte 2 Procedimento Contábil da Depreciação Como visto na parte 1, ao concluir a identificação e o respectivo registro de cada bem permanente

Leia mais

! " # $%&' (") *+)( *+)* , " # - %. " / 012 $ )"* *+)( 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6! ! " '.! " 7 . % "' *+)( $%, % " ## *++* -. - ! $ ." )+#.

!  # $%&' () *+)( *+)* ,  # - %.  / 012 $ )* *+)( 012+4 # *+)( 012 55  6! !  '.!  7 . % ' *+)( $%, %  ## *++* -. - ! $ . )+#. !! " # $%&' (") *+)( *+)*, " # %. " / 012 $ )"* *+)( 3 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6!! " '.! " 7. % "' *+)(!, $%, % " ## *++*. 7! $." )+#. *+)*!! 28" *+)(. "' $%981!5": *+)(*+);!)5) *++**++

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES

PERGUNTAS FREQUENTES PERGUNTAS FREQUENTES Porque devemos utilizar a empresa Tungsten-Network para enviar as nossas facturas? Para além das vantagens indicadas anteriormente, a facturação electrónica é o método preferido pela

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal Preâmbulo Para cumprimento do disposto na alínea c) do nº1 e nas alíneas f), h) e i) do nº 2, todos do artigo 68º da Lei nº 169/99 de 18 de

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Capítulo Capítulo CONCEPÇÃO DO SISTEMA DE CONTABILIDADE DE GESTÃO A Contabilidade de Gestão, como instrumento essencial de apoio ao processo de tomada de decisão, deve contribuir

Leia mais

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados

Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3

Leia mais

INTRODUÇÃO objectivo

INTRODUÇÃO objectivo INTRODUÇÃO O tema central deste trabalho é o sistema de produção just-in-time ou JIT. Ao falarmos de just-in-time surge de imediato a ideia de produção sem stocks, inventários ao nível de zero, produção

Leia mais

Agenda Evolução de mapas legais Obrigado AGENDA Evolução do Normativo Contabilístico Nacional SNC Demonstrações Financeiras A nova terminologia Dificuldades de transição Siglas SNC: Sistema de Normalização

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações

Leia mais

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira

1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA CAP. b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA A influência do Imposto de renda Do ponto de vista de um indivíduo ou de uma empresa, o que realmente importa, quando de uma Análise de investimentos, é o que se ganha

Leia mais

Dossiê de Preços de Transferência

Dossiê de Preços de Transferência Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades

Leia mais

CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO. Atividades Práticas

CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO. Atividades Práticas CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 1 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): Atividades Práticas ( ) Os custos fixos são totalmente dependentes dos produtos e volumes de produção executados no período.

Leia mais

TP.100. Política de Segurança da Informação

TP.100. Política de Segurança da Informação Manual do utilizador TP.100 Política de Segurança da Informação Órgão: Versão: 1.0 Data inicial: 2006/05/25 Última alteração: 2006/05/25 (referência) 2/8 Índice de conteúdos 1.- INTRODUÇÃO... 3 2.- INFORMAÇÃO...

Leia mais

Filosofia e Conceitos

Filosofia e Conceitos Filosofia e Conceitos Objetivo confiabilidade para o usuário das avaliações. 1. Princípios e definições de aceitação genérica. 2. Comentários explicativos sem incluir orientações em técnicas de avaliação.

Leia mais

Introdução à Contabilidade 2014/2015. Financeira

Introdução à Contabilidade 2014/2015. Financeira Introdução à Contabilidade 2014/2015 Financeira 2 Sumário 1. O papel da contabilidade nas organizações. 2. A contabilidade externa vs a contabilidade interna. 3. Os diversos utilizadores da contabilidade.

Leia mais

2. CONTABILIDADE NACIONAL

2. CONTABILIDADE NACIONAL 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura

Leia mais

UMA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EFICIÊNCIA AMBIENTAL DE EMPRESAS INDUSTRIAIS

UMA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EFICIÊNCIA AMBIENTAL DE EMPRESAS INDUSTRIAIS UMA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EFICIÊNCIA AMBIENTAL DE EMPRESAS INDUSTRIAIS António Casimiro de Freitas Borges Barreto Archer Engenheiro Químico e Mestre em Engenharia do Ambiente, UP Professor

Leia mais

EXERCÍCIO: R: 12.000 / 12,00 = 1.000 quotas

EXERCÍCIO: R: 12.000 / 12,00 = 1.000 quotas 1- Um senhor resolveu investir num Fundo de investimento, informou-se sobre o valor da ação e entregou seu dinheiro sob responsabilidade da administração do fundo. Ele tinha R$ 12.000,00 e o valor da ação

Leia mais

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:

2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação: 1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve

Leia mais

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais

Leia mais

Ponto de Equilíbrio Contábil

Ponto de Equilíbrio Contábil CONTABILIDADE DE CUSTOS Prof. Viviane da Costa Freitag 3. ANÁLISE CUSTO X VOLUME X LUCRO A análise da relação Custo x Volume x Lucro, busca apresentar o comportamento dos custos e do lucro em função do

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA

CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA CAPÍTULO 2 MATEMÁTICA FINANCEIRA A Matemática Financeira se preocupa com o valor do dinheiro no tempo. E pode-se iniciar o estudo sobre o tema com a seguinte frase: NÃO SE SOMA OU SUBTRAI QUANTIAS EM DINHEIRO

Leia mais

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer interpretativo da ERSE (ao abrigo do artigo 290.º do Regulamento de Relações Comerciais) Julho de 2005 ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer

Leia mais

COMO CALCULAR E PROJETAR A DEPRECIAÇÃO PELO MÉTODO DA LINHA RETA COM O AUXÍLIO DO EXCEL

COMO CALCULAR E PROJETAR A DEPRECIAÇÃO PELO MÉTODO DA LINHA RETA COM O AUXÍLIO DO EXCEL COMO CALCULAR E PROJETAR A DEPRECIAÇÃO PELO! O que é Depreciação?! Quais os problemas da Depreciação?! O problema da Vida Útil?! Como calcular o valor da depreciação pelo Método da Linha Reta no Excel?

Leia mais

O NÍVEL DE INEFICIÊNCIA DAS EMPRESAS PROPOSTA DE NOVO INDICADOR DE GESTÃO. João de Quinhones Levy*

O NÍVEL DE INEFICIÊNCIA DAS EMPRESAS PROPOSTA DE NOVO INDICADOR DE GESTÃO. João de Quinhones Levy* Revista FOCUS e Diário Económico Maio / 2001 O NÍVEL DE INEFICIÊNCIA DAS EMPRESAS PROPOSTA DE NOVO INDICADOR DE GESTÃO João de Quinhones Levy* O custo de produção de uma empresa, quer se trate de um projecto,

Leia mais