cerâmica vermelha ESTUDOS DE MERCADO SEBRAE/ESPM 2008 Relatório Completo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "cerâmica vermelha ESTUDOS DE MERCADO SEBRAE/ESPM 2008 Relatório Completo"

Transcrição

1 cerâmica vermelha ESTUDOS DE MERCADO SEBRAE/ESPM 2008 Relatório Completo

2 2008, Sebrae - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Adelmir Santana Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Paulo Tarciso Okamotto Diretor - Presidente Luiz Carlos Barboza Diretor Técnico Carlos Alberto dos Santos Diretor de Administração e Finanças Luis Celso de Piratininga Figueiredo Presidente Escola Superior de Propaganda e Marketing Francisco Gracioso Conselheiro Associado ESPM Raissa Rossiter Gerente Unidade de Acesso a Mercados Miriam Machado Zitz Gerente Unidade de Atendimento Coletivo - Indústria Patrícia Mayana Coordenadora Técnica Laura Gallucci Coordenadora Geral de Estudos ESPM Helena Oliveto Greco Coordenadora Carteira de Oleiro Cerâmico Laura Gallucci/Reynaldo Dannecker Cunha Pesquisadores ESPM Laura Gallucci Revisora técnica ESPM

3 E S T U D O S D E M E R C A D O S E B R A E / E S P M S E T E M B R O D E Cerâmica Vermelha para Construção: Telhas, Tijolos e Tubos Relatório Completo

4 Índice I. Panorama Atual sobre Mercado de Produtos em Cerâmica Vermelha para... Construção (CVPC): Telhas, Tijolos e Tubos Introdução Metodologia utilizada Histórico da Cerâmica No Mundo No Brasil Definição de Produto Cerâmico A Cerâmica Vermelha Panorama Atual da Cerâmica Vermelha para Construção (CVPC): Telhas,. Tijolos e Tubos O Setor de Não-Metálicos CVPC O Mercado Brasileiro e sua Produção Origem da Produção Arranjos Produtivos Locais (APLs) Estudo de Caso em APL Mercado Externo Exportação de Produtos Cerâmicos Importação de produtos cerâmicos Consumo de Cerâmica Vermelha Consumo per Capita Cadeia Produtiva Elos e Agentes da Cadeia Produtiva Insumos Argila Consumo Energético Produção Certificação Legislação Normas técnicas Licenciamento Ambiental Estruturas de Apoio à Produção de CVPC Programas e Projetos Nacionais e Estaduais de Interesse do Setor PBQP-H: Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat Projetos SEBRAE...41

5 4.5. Produtores Produto Principais Problemas em Relação aos Produtos Preços Preços de Venda Consumidor Análise do Consumidor Brasileiro a partir da Pesquisa de Orçamentos... Familiares (POF) Análise do Consumidor Brasileiro a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Consumidor: Processo de Decisão de Compra Concorrência Distribuição Comunicação: Análise sob a Perspectiva das Arenas da Comunicação Propaganda Tradicional Cadeias de Varejo Moda Marketing Esportivo Eventos Promocionais Varejo Digital, Internet etc...72 II. Diagnóstico do Mercado de Cerâmica Vermelha Análise PFOA Tendências de Mercado Estratégia Competitiva para o Setor Proposta Estratégica: Realização de Benchmarking do Cimento... (Produto Substituto)... 77

6 III. Referências Bibliografia Sites IV. Glossário... 85

7 I. Panorama Atual sobre Mercado de Produtos em Cerâmica Vermelha para Construção (CVPC): Telhas, Tijolos e Tubos

8 1. Introdução É aceito como fato que o sucesso e o futuro de uma empresa dependem do nível de aceitação dos seus produtos e serviços pelos consumidores, da sua capacidade de tornar acessíveis esses produtos nos pontos de venda adequados ao mercado potencial - na quantidade e na qualidade desejadas e com preço competitivo - e do grau de diferenciação entre sua oferta de produtos e serviços frente à concorrência direta e indireta. A análise mercadológica insere-se nesse contexto como um instrumento fundamental para os empresários das micro e pequenas empresas. A dinâmica dos mercados modifica-se continuamente e as exigências dos consumidores alteram-se e se ampliam na mesma velocidade. A falta de um conhecimento abrangente sobre o ambiente de negócios, a cadeia produtiva do setor de atuação, os mercados atuais e potenciais e os avanços tecnológicos que impactam da produção à comercialização de produtos e serviços pode levar o empresário a perder oportunidades significativas de negócios, além de colocar em risco não só seu crescimento e sua lucratividade, como a própria sobrevivência da empresa. A maior parte dos empresários que gerem micro e pequenas empresas não tem uma compreensão ampla sobre características, desejos, necessidades e expectativas de seus consumidores e de seus clientes atuais (por exemplo, os inúmeros intermediários que participam da cadeia produtiva entre o produtor e os consumidores finais). Conseqüentemente, esses empresários tendem a desenvolver produtos, colocar preços e selecionar canais de distribuição a partir de critérios que atendem à sua própria percepção (às vezes, parcial e viesada) sobre como deve ser seu modelo de negócios. ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 8 Uma identificação mais precisa do perfil dos clientes e consumidores atuais e potenciais, bem como dos meios e das ferramentas que podem ser utilizadas para atingir (fisicamente) e atender esses mercados ajudam o empresário a concentrar seus investimentos, suas ações e seus esforços de marketing e vendas nos produtos/serviços, mercados, canais e instrumentais que lhe garantam maior probabilidade de aceitação, compra e, principalmente, fidelização de consumidores. Esta é, indiscutivelmente, uma das principais razões do sucesso das empresas de qualquer porte. As tendências e as ações apresentadas neste conjunto de estudos fornecem elementos norteadores ao empresário com dois objetivos principais: no curto prazo, apontar caminhos quase prontos para detectar, adaptar-se e atender às demandas de novos mercados, novos canais de distribuição e novos produtos, sempre visando agregar valor à sua oferta atual valor este definido a partir dos critérios do mercado, e não do empresário. no médio e longo prazo, pela sua familiarização com o uso dos instrumentos apresentados e com a avaliação dos resultados específicos dos vários tipos possíveis de ação, o empresário estará habilitado a aumentar a sua própria capacidade de detecção e análise de novos mercados, novos canais de distribuição e novos produtos com maior valor agregado, acompanhando a evolução do ambiente de negócios (inclusive em termos tecnológicos), de forma a melhorar, cada vez mais, a qualidade de suas decisões com foco estratégico de médio e longo prazo.

9 O empresário, tendo as informações destes estudos como suporte, será capaz de descortinar cenários futuros e de antecipar tendências que o auxiliarão a definir suas estratégias de atuação, tanto individuais quanto coletivas. Além de informações detalhadas sobre consumidores, é fundamental que o empresário tenha levante, sistematicamente, informações sobre os concorrentes e seus produtos, o ambiente econômico regional e nacional e as políticas governamentais que possam afetar o seu negócio. Assim, antes de estabelecer estratégias de marketing ou vendas, é preciso que o empresário busque acesso a informações confiáveis sobre o mercado em que atua, seja em nível nacional, regional e local. A informação consistente, objetiva e facilmente encontrada é uma necessidade estratégica dos empresários. A competitividade do mercado exige hoje o acesso imediato a informações relevantes que auxiliem a tomada de decisões empresariais. Com esse conjunto de estudos, o SEBRAE disponibiliza um relatório abrangente sobre diferentes setores, com forte foco na análise mercadológica e que visa suprir as carências do empreendedor em relação ao conhecimento atualizado do mercado em que atua, seus aspectos críticos, seus nichos não explorados, tendências e potencialidades. Esta Análise Setorial de Mercado é mais uma das ferramentas que o SEBRAE oferece aos empresários de micro e pequenas empresas para que possam se desenvolver, crescer e lucrar com maior segurança e tranqüilidade, apoiados em informações que possibilitam a melhoria na qualidade da tomada de decisões gerenciais. As informações contidas no conjunto de relatórios foram obtidas, primordialmente, por meio de dados secundários, em âmbito regional e nacional, com foco no mercado interno. Cada relatório disponibiliza para as MPEs atuantes no segmento estudado: informações de qualidade sobre oferta, demanda, estrutura de mercados, cenários e tendências; 9 identificação de pontos fortes e fracos e das principais oportunidades e ameaças que se delineiam para cada setor; proposições de ações estratégicas que visam ampliar a visão estratégica do empresário sobre seu negócio e, sobretudo, apontar caminhos para a agregação de valor aos produtos e serviços atualmente comercializados por essas empresas Metodologia utilizada cerâmica vermelha De forma sintética, o estudo foi desenvolvido de acordo com o seguinte processo metodológico: predominância de pesquisas documentais (ou seja, via dados secundários), coletados junto a diversas fontes públicas, privadas, de caráter nacional, regional ou local, sempre obtidas de maneira ética e legal; para complemento, correção e confirmação dos dados obtidos por via secundária, e na medida da disponibilidade para colaborar por parte de acadêmicos, experts e profissionais dos respectivos setores, foram realizadas pesquisas qualitativas (por telefone e/ou ).

10 Para tornar transparente a origem das informações contidas nos relatórios, todas as fontes primárias e secundárias consultadas são adequadamente identificadas no capítulo Referências. 2. Histórico da Cerâmica 2.1. No Mundo Estudos arqueológicos indicam a ocorrência de utensílios cerâmicos a partir do período Pré-neolítico (25000 a.c.) e de materiais de construção, como tijolos, telhas e blocos, por volta de 5000 a 6000 a.c. Segundo pesquisa da Faculdade de Tecnologia de Lisboa, peças cerâmicas elaboradas com argila datam de 4000 a.c., elaboradas com formas bem definidas, mas utilizando processo que não contemplava o cozimento das mesmas. 1 Datam também dessa mesma época os indícios da utilização de tijolos na construção, fabricados na Mesopotamia. Os primeiros tijolos queimados datam de 3000 a.c., cuja aplicação estava voltada aos revestimentos externos e muros de proteção, apesar da técnica ter se desenvolvido séculos antes, especialmente na queima de utensílios domésticos. E entre 1600 e 1100 a.c. foram encontrados, onde ficava localizada a Babilônia, alguns exemplares de tijolos queimados. Em 430 a.c. foram encontradas telhas na Grécia, além de indícios de sua utilização na China e Japão por volta do mesmo período. ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 10 Alguns anos depois, em torno de 280 a.c., identifica-se a utilização, por parte dos Romanos, da utilização de barro cozido para construção de telhados, assim como para fabricação de divindades, objetos ornamentais e artefatos utilitários. A atividade foi aprimorando-se e, por volta do século I a.c., começa a revelar evolução na qualidade proveniente da tecnologia produtiva empregada resultando peças de maior valor estético e monetário No Brasil No Brasil, há mais de 2000 anos, antes mesmo da descoberta do Brasil, existia no país a atividade de fabricação de cerâmicas, representada por potes, baixelas e outros artefatos cerâmicos. 2 A cerâmica mais elaborada foi detectada na Ilha de Marajó; do tipo marajoara, tem sua origem na avançada cultura indígena da Ilha. Entretanto, estudos arqueológicos indicam que a presença de uma cerâmica mais simples ocorreu na região amazônica, há mais de 5000 anos atrás. 1 Fonte: SANTOS, Cláudia de Souza. A indústria cerâmica em Barra Bonita (SP) e suas relações com a Usina Hidrelétrica de Bariri: panorama e perspectiva Dissertação (Mestrado em Geociências) Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Campinas, Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/ document/?down=vtls >. Acesso em: 2 mar Fonte: ACERTUBOS (Associação Latino Americana dos Fabricantes de Tubos Cerâmicos). A história da cerâmica. Site institucional. Tambaú (SP), sd. Disponível em: Acesso em: 2 mar

11 No que tange à cerâmica vermelha, as escassas e imprecisas informações referem-se à utilização no período Colonial, a partir de técnicas de produção rudimentares introduzidas pelos jesuítas, que necessitavam de tijolos para construção de colégios e conventos. A partir de 1549, com a chegada de Tomé de Sousa ao país, é estimulada a produção material de construção para o desenvolvimento de cidades mais bem planejadas e elaboradas. Em 1575 há indícios do uso de telhas na formação da vila que viria a ser a cidade de São Paulo/SP. E foi a partir desse estímulo que começa a se desenvolver a atividade cerâmica de forma mais intensa, sendo as olarias o marco inicial da indústria em São Paulo. Com maior concentração nas últimas décadas do século XIX, a produção nas olarias se dava por meio de processos manuais, e em pequenos estabelecimentos, e tinham como produto final tijolos, telhas, tubos, manilhas, vasos, potes e moringas, os quais eram comercializados localmente. A primeira grande fábrica de produtos cerâmicos do Brasil foi fundada em São Paulo, em 1893, por quatro irmãos franceses, naturais de Marselha, com o nome de Estabelecimentos Sacoman Frères, posteriormente alterado para Cerâmica Sacoman S.A., a qual encerrou suas atividades em O nome das telhas conhecidas por francesas ou marselhesas é devido à origem destes empresários. 3 Nos últimos anos do século XIX e início do XX houve um processo de especialização nas empresas cerâmicas, o que gerou uma separação entre olarias (produtoras de tijolos e telhas) e cerâmicas (produtoras de itens mais sofisticados, como manilhas, tubos, azulejos, louças, potes, talhas etc.) Definição de Produto Cerâmico Para classificar um produto cerâmico 4 deve-se levar em consideração o emprego dos seus produtos, natureza de seus constituintes, características texturais do biscoito (massa base), além de outras características cerâmicas, técnicas e econômicas. 11 A tabela abaixo relaciona os setores cerâmicos, bem como seus produtos e as respectivas matérias-primas utilizada e processo de fabricação. Nesse sentido, a partir da matéria-prima utilizada identificam-se as cerâmicas tradicionais (ou silicáticas) de base argilosa, tais como: cerâmica estrutural ou vermelha, cerâmica branca e de revestimentos. cerâmica vermelha 3 Fonte: ABC (Associação Brasileira de Cerâmica). Anuário brasileiro de cerâmica. São Paulo, 1979, p Cerâmica = do grego κέραμος argila

12 Tabela 1 - Principais setores cerâmicos, matérias-primas e processo de fabricação Tipo de Classificação Grupo**/ Setor Produto Argila Matéria-prima Não -Plástica Argila Caulim Feldspato Filito Talco Calcário Quartzo Outros Moagem via úmida Processo de Moagem via seca Extrusão Tornearia Prensagem Colagem Temperatura de Queima ( C) > ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 12 Cerâmica silicática de base argilosa (ou tradicional) Outros 1 Cerâmica Vermelha 2 Cerâmica Branca 3 Revestimentos Blocos, lages P P Telha P O P P Agregado leve P O P Grês Sanitário P S P O S O P Porcelana Mesa P P P P S S O Porcelana Eletr. P P P P S S O Faiança P O S S S P S P P Pisos Rústicos P O P Pisos via Seca P P P Azulejo P P O S S P P Piso Gresificado O P S S P O S P O P Grês Porcelânico P S P O S O P P 4 Refratários O O P 5 Isolantes O O P 6 Especiais O P 7 Cimento S P S O P 8 Vidro S P P P = Processo ou composição principal (> 20 %) S = Processo ou composição segundária (< 10%) O = Processo ou composição ocasional Fonte: MOTTA, José Francisco Marciano; ZANARDO, Antenor; CABRAL JÚNIOR, Marsis. As matérias-primas cerâmicas: parte I o perfil das principais indústrias cerâmicas e seus produtos. Cerâmica Industrial, São Carlos, v.6, n.2, mar./abr., Nota: (*) e (**) Classificação de Schuller & Henniche; (***) O feldspato (ou concentrado de feldspato) é usado apenas nas porcelanas e, eventualmente, no grês porcelânico, enquanto que nos demais produtos são utilizadas rochas feldspáticas. 5 Fonte: MOTTA, José Francisco Marciano; ZANARDO, Antenor; CABRAL JÚNIOR, Marsis. As matérias-primas cerâmicas: parte I o perfil das principais indústrias cerâmicas e seus produtos. Cerâmica Industrial, São Carlos, v.6, n.2, mar./abr., Disponível em: <http://www.ceramicaindustrial.org.br/pdf/ v06n02/v6n2_4.pdf>. Acesso em: 17 mar

13 2.4 A Cerâmica Vermelha Os produtos da cerâmica vermelha caracterizam-se pela cor vermelha de seus produtos, representados por tijolos, blocos, telhas, tubos, lajes para forro, lajotas, vasos ornamentais, agregados leve de argila expandida e outros. No caso específico desse estudo será dada atenção a três dos principais itens acima citados, quais sejam, tijolos, telhas e tubos. No que se refere à matéria-prima, o setor de cerâmica vermelha utiliza basicamente argila comum, em que a massa é tipo monocomponente - só argila - e pode ser denominada de simples ou natural. 6 A massa ideal é obtida, em geral, com base na experiência acumulada, visando uma composição ideal de plasticidade e fusibilidade, facilitando o manuseio e propiciando resistência mecânica durante a queima. 3. Panorama Atual da Cerâmica Vermelha para Construção (CVPC): Telhas, Tijolos e Tubos O Setor de Não-Metálicos Antes da avaliação específica da CVPC, é importante considerar o setor no qual a mesma se insere, qual seja, o de não-metálicos. 13 Esse setor é composto por cimento, cerâmica vermelha, cerâmica de revestimento, vidro e cal que, juntos, correspondem a mais de 90% da produção, do consumo, do faturamento e do emprego total do setor; louças sanitárias, louças de mesa, refratários, colorifícios e gesso, que correspondem ao restante (menos de 10%). cerâmica vermelha 6 Fonte: MOTTA, 2001, op. cit. Continua

14 Tabela 2 - O setor de transformação de não-metálicos em grandes números INDICADORES x 2004 (em %) PRODUÇÃO (em milhões/toneladas Mt) ,9 (1) CONSUMO APARENTE (em milhões/toneladas Mt) ,1 (1) FATURAMENTO (em bilhões de US$) 9,42 11,47 20,7 (1) PIB SETORIAL (em bilhões de US$) 7,23 7,77 7,5 PARTICIPAÇÃO NO PIB NACIONAL (em %) 0,93 0,97 - EXPORTAÇÕES (em bilhões de US$) 0,83 0,92 10,8 PARTICIPAÇÃO NAS EXPORTAÇÕES (em %) 0,86 0,78 - IMPORTAÇÕES (em bilhões de US$) 0,36 0,41 13,9 PARTICIPAÇÃO NAS IMPORTAÇÕES (em %) 0,57 0,56 - SALDO DA BALANÇA COMERCIAL DOS NÃO METÁLICOS (em bilhões de US$) 0,47 0,51 8,5 Fonte: Adaptado de MME (Ministério de Minas e Energia). SGM (Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral. Anuário estatístico do setor de transformação de não-metálicos. Brasília, ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 14 Tabela 3 Consumo aparente per capita dos principais produtos não-metálicos Brasil (1995/2005) e mundo (2005) 1995 Brasil 2000 Brasil 2002 Brasil 2003 Brasil 2004 Brasil 2005 Brasil 2005 Mundo CIMENTO (em kg/hab) CERÂMICA DE REVESTIMENTO (em m2/hab) CERÂMICA VERMELHA (em peças/hab) 1,64 2,31 2,59 2,35 2,47 2,40 (1) 1,15 nd (4) nd (4) 345 (2) nd (4) VIDRO (em kg/hab) 10,5 11,4 11,4 11,5 12,6 12,4 (3) 20 Fonte: Adaptado de MME/SGM, 2006, op. cit. Nota: (1) Desse total, estima-se que 67% correspondam a pisos, 26% a revestimento de paredes, 5% a porcelanato e 2% a revestimento de fachadas; (2) Desse total, estima-se que 75% correspondam a blocos e tijolos e 25% a telhas; (3) Desse total, estima-se que 31% correspondam a embalagens, 13% a vidros domésticos, 29% a vidros técnicos e 27% a vidros planos; (4) nd: dado não disponível. Observação: Para se chegar ao cálculo per capita, estima-se que o peso médio de uma peça de cerâmica equivale a 2 kg e que 1 m 3 de cerâmica de revestimento equivale a 13 kg. 7 Fonte: MME (Ministério de Minas e Energia). SGM (Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral. Anuário estatístico do setor de transformação de não-metálicos. Brasília, Disponível em: <http:// 9F0D?channelId=45>. Acesso em: 20 maio 2007.

15 Tabela 4 - Consumo energético do setor de transformação de não-metálicos: total e produtos cimento e cerâmicas - em 1000 tep (1) CIMENTO CERÂMICAS (todos os tipos) TOTAL DO SETOR DE NÃO METÁLICOS NÃO METÁLICOS BRASIL PARTICIPAÇÃO DO SETOR DE NÃO-METÁLICOS NO TOTAL BRASIL (em %) 3,56 4,08 3,74 3,50 3,29 3,42 Fonte: Adaptado de MME/SGM, 2006, op. cit. Nota: (1) tep = toneladas equivalentes de petróleo, onde 1 tep = 41,87 x 1 bilhão J = 10 x 10 bilhões cal = 11,63 MWh. Em 2005, a energia para a produção de cimento originou-se das seguintes fontes: 67% de coque de petróleo, 12,3% de eletricidade, 8,9% de carvão vegetal e 11,6% de outras fontes. No mesmo ano, a matriz energética para a produção de cerâmica (todos os tipos) estava assim distribuída: 48% de lenha, 26% de gás natural, 7,9% de eletricidade e 10,3% de outras fontes CVPC Os dados sobre o setor de cerâmica no Brasil apresentam divergência entre as principais associações representativas. A ANICER (Associação Nacional da Indústria Cerâmica) aponta que o mercado conta com cerca de empresas entre cerâmicas e olarias, sendo responsável por mais de 400 mil empregos diretos, 1,25 milhões indiretos e gerando um faturamento anual de R$ 6 bilhões (4,8% do faturamento da indústria da construção civil). 8 Por outro lado, a ABC (Associação Brasileira de Cerâmica) contabiliza, especificamente para a cerâmica vermelha, a existência de empresas de pequeno porte distribuídas pelo País, empregando cerca de 300 mil pessoas, e gerando um faturamento da ordem de R$ 2,8 bilhões. 9 O fato da existência de informações divergentes liga-se a um grande problema que permeia toda a cadeia da Construção Civil no Brasil, qual seja o índice de informalidade. Um estudo realizado pela UNC (União Nacional da Construção) 10 em agosto de 2006 revelou que, dos R$37,85 bilhões de Valor Adicionado ao PIB nacional, 22,5% vieram da atividade informal. 15 cerâmica vermelha 8 Fonte: ANICER (Associação Nacional da Indústria Cerâmica). Site institucional. Rio de Janeiro, sd. Disponível em: < Acesso em: 17 mar Fonte: ABC (Associação Brasileira de Cerâmica) apud IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo). Imprensa: notícia qualidade na cerâmica vermelha. São Paulo, 15 maio Disponível em: < Acesso em: 16 maio Fonte: UNC (União Nacional da Construção). A construção do desenvolvimento sustentado: a importância da construção na vida econômica e social do país. São Paulo, ago p. Disponível em: < sindusconsp.com.br/especiais/uniao_nacional_construcao/doc_unc.pdf>. Acesso em: 10 fev

16 A despeito dessas inconsistências, dada a existência de várias empresas pulverizadas no mercado nacional, a principal convergência em relação às empresas que produzem cerâmica vermelha é o fato de serem, em sua maioria, de micro, pequeno e médio portes que, segundo dados do SEBRAE, utilizam processos produtivos tradicionais. Como esforço para reverter este quadro, vários empresários passaram a investir em novas tecnologias, capacitação da mão-de-obra e melhoria da qualidade dos produtos a fim de sobreviver em um mercado altamente competitivo O Mercado Brasileiro e sua Produção Conforme citado anteriormente, o mercado nacional carece de informações exatas, que proporcionariam maior capacidade de avaliação e de realização de ações adequadas ao desenvolvimento do setor. De qualquer forma, os dados disponíveis publicados oferecem uma ordem de grandeza sobre o segmento, além de um acompanhamento sobre a evolução do mesmo. Além disso, em função da relevância da fonte, serão adotados os dados da ANICER/ABC como os mais representativos para essa análise. Nesse sentido, pode-se verificar que em 2005 foram produzidas 63,6 bilhões de peças, das quais 75% foram blocos/tijolos. A produção total aponta um crescimento de mais de 113% em relação a 2004 (crescimento por produto: tijolos/blocos (90,5%) e telhas (239%). ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 16 Quanto aos tubos, foi possível identificar dados da Associação Latino-Americana de Fabricantes de Tubos Cerâmicos (ACERTUBOS), disponíveis na análise da ANICER, estimando a produção em 2005 em km/ano (valor alcançado por 10 empresas do setor). Tabela 5 - Produção brasileira de cerâmica vermelha (em bilhões de unidades) Produtos Blocos/Tijolos 25,5 25,2 25,2 25,2 48,0 Telhas 4,6 4,6 4,6 4,6 15,6 Total 30,1 29,8 29,8 29,8 63,6 Fonte: ANICER (Associação Nacional da Indústria Cerâmica). Site institucional. Rio de Janeiro, sd.

17 Tabela 6 - Produção brasileira de cerâmica vermelha (em bilhões de unidades/km) Nº Empresas Aproximado % Aproximado por Área Produção/Mês (Nº de Peças) Consumo-Ton/ Mês (Matéria Prima: Argila) Blocos / Tijolos % Telhas % Tubos 12 0,1% 325,5 Km* - Fonte: ANICER, sd, op. cit. Nota: (*) Produção apontada pela Associação Latino Americana de Fabricantes de Tubos Cerâmicos (ACERTUBOS), considerando o número de 10 empresas, responsáveis pela fabricação de km/ano. Considerando-se os dados do IBGE, baseado no mercado formal de 2005 (uma vez que pouco mais de 1200 empresas geraram informação à Pesquisa Industrial de 2005), tem-se uma visão mais focada do mercado. A produção de tijolos foi de cerca de 2,8 bilhões de unidades e a de blocos, em torno de 63 milhões de unidades; a produção de telhas foi de mais de 1,6 bilhões (superior aos dados apontados anteriormente) e a de tubos atingiu quase 44 mil t - ou o equivalente a 43 mil km³ ou 3,5 mil km lineares. Quanto ao faturamento alcançado, a pesquisa revelou um valor bastante inferior ao estimado pela ANICER/ABC, que é de R$803 milhões. Tabela 7 - Produção e vendas dos produtos e/ou serviços industriais, segundo classe de atividade e descrição dos produtos Brasil 2005 Código Classe de atividades e descrição dos produtos Número de Produto Valor R$ Telhas de cerâmica Mil Tijolos de cerâmica para construção Tijolos perfurados, tapa-vigas, tapa-traves, tijolos de revestimento, etc., de cerâmica Tubos, canos, calhas e outros acessórios para canalização, de cerâmica Mil Vendas Valor R$ Mil kg cerâmica vermelha

18 Fonte: Reproduzido de IBGE. Pesquisa industrial anual (PIA) produtos Rio de Janeiro, Origem da Produção As argilas de queima vermelha ou argilas comuns são as que mais se destacam entre as substâncias minerais, em função do volume de produção e do maior consumo, sendo especialmente utilizadas na produção de cerâmica vermelha e de revestimento. Por se tratar de matérias-primas de baixo valor unitário, os produtores consideram inviável o transporte a grandes distâncias, condicionando a instalação de unidades industriais cerâmicas o mais próximo possível das jazidas. As reservas de argila para cerâmica vermelha são de grande porte e distribuem-se por praticamente todas as regiões do país, sendo que essa matéria-prima representa entre 40 a 50% das substâncias minerais produzidas no país. De forma geral, a localização das cerâmicas é determinada por dois fatores principais, quais sejam, a proximidade das jazidas (em função do volume de matéria-prima processada e da necessidade de transporte desse grande volume e peso) e a proximidade dos mercados consumidores. Conforme Bustamante e Bressiani, 12 assim é descrita a atividade e seus limitadores geográficos: Movimenta ao redor de de toneladas de matérias primas ao ano, com reflexos nas vias de transportes, e no meio ambiente de lavra de argila. Seu raio médio de ação quanto ao envio dos produtos está nos 250 km, a partir do qual o transporte inviabiliza. Para as telhas o alcance é maior podendo estar nos 500 km havendo casos de 700 km para telhas especiais. (BUSTAMANTE e BRESSIANI, 2000, p. 31) ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 18 Uma avaliação sobre os dados de 2005 disponíveis no banco de dados SIDRA (IBGE) 13 revelou que, entre as várias empresas produtoras de produtos cerâmicos (o que inclui as cerâmicas vermelhas), a maioria se concentra na região SE (41,7%), seguida pela S (30,2%) e NE (15,7%). 11 Fonte: IBGE. Pesquisa industrial anual (PIA) produtos Rio de Janeiro, Disponível em: < Acesso em: 02 fev Fonte: BUSTAMANTE, Gladstone Motta; BRESSIANI, José Carlos. A indústria cerâmica brasileira. Cerâmica Industrial, São Carlos, v.5, n.3, maio/jun., Disponível em: <http://ceramicaindustrial.org.br/search. php?f=2&search=a+cer%e2mica+industrial&match=2&date=0&fldsubject=1#>. Acesso em: 17 mar Fonte: IBGE. SIDRA (Sistema IBGE de Recuperação Automática). Banco de dados agregados. Rio de Janeiro, Disponível em: < Acesso em: 20 fev

19 Tabela 8 - Dados gerais das empresas por faixas de pessoal ocupado total, segundo seção, divisão e grupo da classificação de atividades, em nível Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação da sede da empresa 2005 Variável = Número de empresas (Unidade) Classificação nacional de atividades econômicas (CNAE) = 26.4 Fabricação de produtos cerâmicos Faixas de pessoal ocupado = Total Ano = 2005 Brasil, Região e UF Brasil Norte 579 Rondônia 97 Acre 53 Amazonas 59 Roraima 13 Pará 207 Amapá 26 Tocantins 124 Nordeste Maranhão 166 Piauí 88 Ceará 486 Rio Grande do Norte 285 Paraíba 125 Pernambuco 198 Alagoas 39 Sergipe 93 Bahia 435 Sudeste Minas Gerais Espírito Santo 138 Rio de Janeiro 332 São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste 934 Mato Grosso do Sul 194 Mato Grosso 229 Goiás cerâmica vermelha

20 Distrito Federal 15 Fonte: Reproduzido de IBGE. SIDRA (Sistema IBGE de Recuperação Automática). Banco de dados agregados. Rio de Janeiro, Reconhecendo-se, portanto, que as regiões Sudeste e Sul juntas representam cerca de 72% das empresas cadastradas - além de serem as áreas de maior produção nacional - pode-se ESTUDOS DE MERCADO sebrae/espm 20 identificar os principais pólos produtivos. Figura 1 Principais pólos de cerâmica vermelha em alguns estados do Sul/Sudeste Fonte: Reproduzido de TANNO, Luiz Carlos; MOTTA, José Francisco Marciano. Panorama setorial: minerais industriais. Cerâmica Industrial, São Carlos, v.5, n.3, maio/jun., Outro indício que revela a existência dos pólos produtores de cerâmica vermelha liga-se, 14 Fonte: TANNO, Luiz Carlos; MOTTA, José Francisco Marciano. Panorama setorial: minerais industriais. Cerâmica Industrial, São Carlos, v.5, n.3, maio/jun., Disponível em: <http://ceramicaindustrial.org.br/search. php?f=2&search=motta&match=2&date=0&fldauthor=1&fldsubject=1#>. Acesso em: 17 mar

A indústria cerâmica brasileira

A indústria cerâmica brasileira A indústria cerâmica brasileira Gladstone Motta Bustamante 1 e José Carlos Bressiani 2 1 Ex-presidente da Associação Brasileira de Cerâmica, GMB-Consultoria 2 Ex-presidente da Associação Brasileira de

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SUBSÍDIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA DE CERÂMICA VERMELHA

TERMO DE REFERÊNCIA SUBSÍDIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA DE CERÂMICA VERMELHA TERMO DE REFERÊNCIA SUBSÍDIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA DE CERÂMICA VERMELHA 1. A CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA CERÂMICA Segundo a Associação

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

PRODUÇÃO GESSO NO BRASIL de 1999 a 2006 em 10 3 ton. Ano 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006. Gesso 960 1.080 1.240 1.400 1.680 1.920 2.123 2.

PRODUÇÃO GESSO NO BRASIL de 1999 a 2006 em 10 3 ton. Ano 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006. Gesso 960 1.080 1.240 1.400 1.680 1.920 2.123 2. PRODUÇÃO GESSO NO BRASIL de 1999 a 2006 em 10 3 ton. Ano 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Gesso 960 1.080 1.240 1.400 1.680 1.920 2.123 2.130 Premoldado 396 420 480 590 730 782 928 1.120 Acartonado**

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas As diretrizes estratégicas dão foco ao negócio Perspectivas Simplificar e agilizar a utilização

Leia mais

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro)

INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS. Outubro/2012 (dados até setembro) INDICE DE CONFIANÇA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (ICMPE) NO BRASIL Outubro/2012 (dados até setembro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nas MPE brasileiras

Leia mais

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF Dezembro de 2013 OBJETIVO Promover a competitividade das micro e pequenas empresas

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 PER DA IND PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia José Augusto

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 PRODUTOS MERCADO DE CIMENTO NO BRASIL - 2012 26 mil toneladas EXPORTADO (0,05%) 53% Paraguai 34% Bolívia 68,8 MILHÕES DE TONELADAS

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Parte A - Questões Múltipla Escolha

Parte A - Questões Múltipla Escolha Matriz Energética Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara Parte A - Questões Múltipla Escolha LISTA DE EXERCÍCIOS 1 1) Uso de fontes renováveis de energia no mundo. Fonte: Rio de Janeiro: IBGE, 21 O uso de

Leia mais

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE FLORIANÓPOLIS, 11/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação de

Leia mais

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Estado Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

e renda Superintendência Nacional Estratégia Competitividade das MPE Associação e a cooperação Micro e Pequeno Empreendedorismo

e renda Superintendência Nacional Estratégia Competitividade das MPE Associação e a cooperação Micro e Pequeno Empreendedorismo e renda Superintendência Nacional Estratégia Competitividade das MPE Micro e Pequeno Empreendedorismo e renda Superintendência Nacional Estratégia Competitividade das MPE Micro e Pequeno Empreendedorismo

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE MÓVEIS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE MÓVEIS Importação 3,3% Residenciais 67,7% Mercado interno 96,4% Escritório 16,6% INDÚSTRIA

Leia mais

Política e Estratégia para a Indústria da Construção Civil e Materiais de Construção. Maputo. 07 de dezembro de 2012

Política e Estratégia para a Indústria da Construção Civil e Materiais de Construção. Maputo. 07 de dezembro de 2012 Política e Estratégia para a Indústria da Construção Civil e Materiais de Construção Maputo 07 de dezembro de 2012 1 Objetivo Geral Analisar as condições atuais e um possível desenho de política e estratégia

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Outubro de 2015 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho Cimento no Brasil Presidente Cimento O cimento é um aglomerante hidráulico obtido pela moagem de clínquer portland ao qual se adiciona, durante a operação, a quantidade necessária de uma ou mais formas

Leia mais

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing

FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE MAIO/2013 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia -5,12% em Maio O Índice Nacional da Construção

Leia mais

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades

Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

Solução de problemas tecnológicos e de gestão

Solução de problemas tecnológicos e de gestão Solução de problemas tecnológicos e de gestão para micro, pequenas e médias empresas Programa de Apoio Tecnológico às Micro, Pequenas e Médias Empresas do Estado de São Paulo Extensão Tecnológica Programa

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI Seminário Metas do Plano e dos Sistemas Municipal, Estadual e Nacional de Cultura Vitória-ES 05/Dez/2011 Secretaria de Articulação Institucional SAI A Construção

Leia mais

A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais

A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais A Visão da Indústria do Cimento Sergio Maçães Integração de atividades minerais e industriais Mineração: calcário matéria prima básica

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,52% em agosto O Índice Nacional da Construção

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e o Artesanato Mineral no Estado do Pará - Realidade ou Esperança? SEBRAE/PA

Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e o Artesanato Mineral no Estado do Pará - Realidade ou Esperança? SEBRAE/PA Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e o Artesanato Mineral no Estado do Pará - Realidade ou Esperança? SEBRAE/PA Abril de 2012 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará SEBRAE/PA JOSÉ

Leia mais

Índice da apresentação

Índice da apresentação Cenário da reparação de veículos 2013 Índice da apresentação 1. Indicadores 2. Ameaças e oportunidades 3. Cenário futuro Indicadores Total 5.565 Municípios NORTE 449 Amazonas 62 Pará 143 Rondônia 52 Acre

Leia mais

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Atualização: 26/outubro Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança

Leia mais

O potencial da carne bovina brasileira nos circuitos não aftósicos

O potencial da carne bovina brasileira nos circuitos não aftósicos O potencial da carne bovina brasileira nos circuitos não aftósicos Professor: Raphael Rocha Formado em Administração, especialista em Marketing, pela UFRJ, com MBA em Gestão de Negócios, Comércio e Operações

Leia mais

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 O setor de tecnologia da informação está incluído, de forma mais agregada, nas atividades de serviços prestados às empresas, segundo a &ODVVLILFDomR1DFLRQDOGH$WLYLGDGHV

Leia mais

INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA PRODUÇÃO DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL

INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA PRODUÇÃO DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL Cadeia Produtiva da Construção Civil - PlanHab INTEGRAÇÃO ENTRE OS SEGMENTOS DA CADEIA PRODUTIVA, DA DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO ATÉ O USUÁRIO FINAL Prof. Alex Abiko Escola Politécnica USP 09 de Abril de

Leia mais

O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL

O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL ANAIS DA 67ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC - SÃO CARLOS - SP - JULHO/2015 O PAPEL DAS FEIRAS DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL Antes de entender qual a diferença entre educação formal e não formal é preciso entender

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

Dimensão econômica. Quadro econômico

Dimensão econômica. Quadro econômico Dimensão econômica Quadro econômico Dimensão econômica 42 Produto interno bruto per capita O Produto Interno Bruto per capita indica a renda média da população em um país ou território e sua variação é

Leia mais

Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho

Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho CAPACIDADE DOS PORTOS BRASILEIROS Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho 1 Novembro 2012 Esse estudo pretende chegar a um volume máximo de soja, milho e derivados, que pode ser exportado, por meio

Leia mais

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional Desafio Fomentar o Uso do Poder de Compra do Governo Junto aos Pequenos Negócios para Induzir

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,59% em Junho O Índice Nacional da Construção

Leia mais

TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS

TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS DEPEC - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS OUTUBRO DE 2015 1 PRODUTOS 2 Os tratores e máquinas agrícolas são movidos a diesel. São fabricados os seguintes tipos

Leia mais

Courobusiness em Alagoas

Courobusiness em Alagoas Courobusiness em Alagoas Descrição Atração e instalação de empreendimentos de curtumes para o desenvolvimento e consolidação da cadeia produtiva do couro no Estado de Alagoas. Entidades responsáveis Célula

Leia mais

O cenárioeconômicoe as MPE. Brasília, 1º de setembro de 2010. Luciano Coutinho

O cenárioeconômicoe as MPE. Brasília, 1º de setembro de 2010. Luciano Coutinho O cenárioeconômicoe as MPE Brasília, 1º de setembro de 2010 Luciano Coutinho O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira pode crescer acima de 5% a.a. nos próximos cinco

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012

Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012 Projeto Aceleração de Negócios FACCAMP 2012 Objetivos e Metas Alavancar a empresa de uma forma sustentável, não apenas ambiental mas financeiramente. Introdução Histórico Tijolo Muralha da China construída

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr

Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança Metodologia Seleção

Leia mais

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina CH/EM Caro Aluno, Esta oficina tem por objetivo analisar as principais características de um dos principais indicadores socioeconômicos utilizados na

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 23/01/15 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),

Leia mais

Topic 13: Commercializing Intellectual Property Assets: Case Study No. 2

Topic 13: Commercializing Intellectual Property Assets: Case Study No. 2 Training of Trainers Program on Effective Intellectual Property Asset Management by Small and Medium Sized Enterprises (SMEs) in Portuguese-Speaking African Countries (PALOP) Lisboa, Portugal 11 de abril

Leia mais

CONSTRUINDO RIO SUSTENTÁVEL 2012/2015

CONSTRUINDO RIO SUSTENTÁVEL 2012/2015 PROGRAMA DE COMPETITIVIDADE DAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS DO ENCADEAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONSTRUINDO RIO SUSTENTÁVEL 2012/2015 Desempenho recente da Construção Civil De

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil A ABIPLAST representa as empresas de transformação de material plástico ( 3ª geração ) e as Industrias de Reciclagem de Material Plástico.

Leia mais

DECOMTEC. Convênio FIESP/MDIC APL DE CERÃMICA VERMELHA- ITÚ. Desenvolvimento Industrial Regional/Local OUTUBRO/07

DECOMTEC. Convênio FIESP/MDIC APL DE CERÃMICA VERMELHA- ITÚ. Desenvolvimento Industrial Regional/Local OUTUBRO/07 DECOMTEC Desenvolvimento Industrial Regional/Local Convênio FIESP/MDIC APL DE CERÃMICA VERMELHA- ITÚ OUTUBRO/07 1 Desenvolvimento de Processo Produtivo para novos produtos: Trabalhar e aprofundar as pesquisas

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

Cerâmica mais sofisticada

Cerâmica mais sofisticada tecnologia indústria y Cerâmica mais sofisticada Desenvolvimento tecnológico nas fábricas de pisos e azulejos leva o Brasil ao posto de segundo produtor mundial Yuri Vasconcelos Nos últimos 15 anos o Brasil

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012 Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer A demanda crescente nos mercados interno e externo por combustíveis renováveis, especialmente o álcool, atrai novos investimentos para a formação

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Informações do Domicílio Notas Técnicas

Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Informações do Domicílio Notas Técnicas Pesquisa Nacional de Saúde Módulo de Informações do Domicílio Notas Técnicas Sumário Origem dos dados... 3 Descrição das variáveis disponíveis para tabulação... 4 Variáveis de conteúdo... 4 Média moradores/domicílios...

Leia mais

Qualidade dos Serviços Situação Atual e Perspectivas COELCE 30/06/2011

Qualidade dos Serviços Situação Atual e Perspectivas COELCE 30/06/2011 Qualidade dos Serviços Situação Atual e Perspectivas COELCE 30/06/2011 Agenda O grupo Endesa 1 Características da COELCE e do estado do Ceará 2 Qualidade dos Serviços Técnicos e Comerciais 3 Investimentos

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Ubirajara Sampaio de Campos Subsecretário de Petróleo e Gás Secretaria de Energia do Estado de São Paulo Santos Offshore 09 Abril 2014 Indústria

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

Programa de Fomento aos Arranjos Produtivos Locais Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo

Programa de Fomento aos Arranjos Produtivos Locais Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo Programa de Fomento aos Arranjos Produtivos Locais Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo Coordenadoria de Desenvolvimento Regional e Territorial CONCEITO

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Educação e trabalho em saúde

Educação e trabalho em saúde Educação e trabalho em saúde Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS/UERJ. Coordenadora Geral do ObservaRH. Diretora do Centro Colaborador

Leia mais

Possíveis impactos do REACH nas micro e pequenas empresas do Brasil. MDIC/SECEX Brasília, DF - 7 de abril de 2009

Possíveis impactos do REACH nas micro e pequenas empresas do Brasil. MDIC/SECEX Brasília, DF - 7 de abril de 2009 Possíveis impactos do REACH nas micro e pequenas empresas do Brasil MDIC/SECEX Brasília, DF - 7 de abril de 2009 Possíveis Impactos nas MPE: Redução de vendas Redução de mercados Férias coletivas Perda

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Inventar com a diferenca,

Inventar com a diferenca, Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL O presente documento tem por objetivo

Leia mais

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS,

Leia mais

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 24 e 25 de outubro de 2013 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO PARCERIAS INTERORGANIZACIONAIS: ESFORÇO INOVADOR NO SETOR DE AÇÚCAR E ÁLCOOL JEFFERSON SILVA DE PÁDUA

Leia mais

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014 MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre A Coordenação Geral

Leia mais

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA ASSUNTOS TRATADOS Cartilha sobre produtos e serviços bancários para Micro e Pequenos Empresários Apresentação dos cases de sucesso e fracasso no setor da Construção Civil Notícias sobre o Fórum Permanente

Leia mais