MELHORIAS NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS NA EMBRAPA SOJA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MELHORIAS NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS NA EMBRAPA SOJA"

Transcrição

1 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to MELHORIAS NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS NA EMBRAPA SOJA ALEXANDRE BRIGHENTI Embrapa Soja Londrina PR

2 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to HISTÓRICO: Em 1999, foi iniciada uma ação de análise e melhoria de processos relacionados ao uso de produtos fitossanitários (herbicidas, inseticidas e fungicidas) na Embrapa Soja. OBJETIVOS PRINCIPAIS: i) identificar os principais problemas existentes no processo de utilização de produtos fitossanitários em campos experimentais e casas-de-vegetação e; ii) propor e implementar ações de utilização racional dos agrotóxicos que pudessem eliminar ou minimizar os efeitos dos problemas encontrados.

3 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to PROBLEMAS LEVANTADOS: as operações de manuseio e preparo dos produtos fitossanitários, antes da aplicação, eram realizadas em locais inapropriados; verificou-se pouco conhecimento dos aplicadores de agrotóxicos sobre os devidos cuidados no manuseio desses produtos; havia ainda a necessidade de melhorias no que se refere aos equipamentos de aplicação (tratores e pulverizadores) e; a necessidade de uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPI).

4 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to PROBLEMAS LEVANTADOS (cont.): armazenamento incorreto de produtos e destino inadequado das sobras de caldas de pulverização; produtos vencidos e embalagens cuja tríplice-lavagem não era feita de forma correta; armazenamento e destino das embalagens vazias eram feitos de forma indevida; possíveis riscos de contaminação do usuário e do meio ambiente.

5 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES: a orientação dos empregados sobre as normas a serem seguidas para o bom andamento do processo; a realização de palestras, no sentido de sensibilizar os empregados da necessidade de melhorias, bem como alertá-los para os riscos à saúde humana e o impacto ao meio ambiente; a realização de cursos periódicos de treinamentos em tecnologia de aplicação de agrotóxicos (cursos de reciclagem); a centralização das atividades; a renovação e o reparo dos equipamentos para aplicação de produtos fitossanitários

6 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to RESULTADOS MAIS RELEVANTES: melhoria na qualidade dos serviços, em função da atualização dos conhecimentos dos empregados; a centralização das atividades relacionadas ao processo permitiu melhores condições de trabalho, facilitando o manuseio seguro dos agrotóxicos; as embalagens tríplice-lavadas, perfuradas e armazenadas em compartimento próprio são agora, sistematicamente, enviadas para galpões do Programa Terra Limpa; houve redução considerável dos restos de calda de pulverização e da lavagem dos tanques dos pulverizadores, evitando desperdício de produtos e produtos vencidos; uso correto dos equipamentos de proteção individual.

7 M in isté rio d a A g ric u ltu ra P e cu á ria e A b a st e cim e n to AÇÕES DE MELHORIA GALPÃO DE APOIO

8 Planta baixa. Galpão de Apoio a Aplicação de Defensivos Agrícolas. 5, 00 m 4,00 m Rampa para abastecer 4,00 m WC Armário EPI 0m 4,00 m Embalagem vazia 500 cm Armário Varanda Calçada 1,00 m Fossa 17,00 m

9 Componentes do Galpão de Apoio

10 Componentes do Galpão de Apoio

11 Componentes do Galpão de Apoio

12 Componentes do Galpão de Apoio

13 ANTES - DEPOIS

14 ANTES - DEPOIS

15 ANTES - DEPOIS

16 ANTES - DEPOIS

17 ANTES - DEPOIS

18 Necessidades de melhoria Treinamentos periódicos dos empregados Alocar um empregado responsável pelas ações realizadas em todo o processo. Construção de uma sala para armazenamento de produtos dos laboratórios e casas-de-vegetação Melhorias na cabine fechada dos tratores Aquisição de trator com maior capacidade de pulverização e com cabine fechada

19 Obrigado a todos ALEXANDRE BRIGHENTI Embrapa Soja Londrina, PR Tel: (43)

DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS

DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS A participação da Corol Cooperativa Agroindustrial juntamente com o Sistema OCB/SESCOOP na Campanha Nacional de Destinação Adequada das Embalagens Vazias

Leia mais

Módulo 5. Tecnologia de aplicação

Módulo 5. Tecnologia de aplicação Módulo 5 Tecnologia de aplicação Tecnologia de Aplicação Aldemir Chaim Embrapa Meio Ambiente Fernando Adegas Embrapa Soja Luiz Guilherme Rebello Wadt Embrapa Meio Ambiente Roberto Teixeira Alves Embrapa

Leia mais

APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS. Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas

APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS. Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas INTRODUÇÃO É a aplicação uniforme de um defensivo agrícola na forma líquida, utilizando a energia

Leia mais

Seleção de Pontas de Pulverização

Seleção de Pontas de Pulverização JORNADAS DE ACTUALIZACIÓN EN TECNOLOGÍAS DE APLICACIÓN EN CULTIVOS EXTENSIVOS Seleção de Pontas de Pulverização Otavio J. G. Abi Saab Prof. Mecanização Agrícola Universidade Estadual de Londrina Estado

Leia mais

5.9 Controle de Pragas e Doenças

5.9 Controle de Pragas e Doenças 5.9 Controle de Pragas e Doenças 1 5.9.1 Medidas gerais de controle de pragas 2 a) Métodos Legislativos -Realizado pelo serviço de vigilância sanitária; - Consiste na fiscalização de portos, aeroportos,

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Promoção a Saúde do Trabalhador da Saúde: O uso de Luvas e a lavagem correta das mãos entre os profissionais da

Leia mais

POP - PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO. Processo de Controle de Pragas / Dedetização

POP - PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO. Processo de Controle de Pragas / Dedetização 1 de 6 OBJETIVO Formalizar as atividades relacionadas ao processo de Controle de Pragas / Dedetização, conforme abaixo: 1. PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DOS PRODUTOS Receber e conferir os produtos com

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO 5S E GESTÃO DE ESTOQUES DE ITENS PARA AULA PRÁTICA: EXPERIÊNCIA NO CAMPUS EXPERIMENTAL DE ITAPEVA.

UTILIZAÇÃO DO 5S E GESTÃO DE ESTOQUES DE ITENS PARA AULA PRÁTICA: EXPERIÊNCIA NO CAMPUS EXPERIMENTAL DE ITAPEVA. UTILIZAÇÃO DO 5S E GESTÃO DE ESTOQUES DE ITENS PARA AULA PRÁTICA: EXPERIÊNCIA NO CAMPUS EXPERIMENTAL DE ITAPEVA. MELHORES PRÁTICAS DE GESTÃO UNESP ÁGUAS DE LINDÓIA/SP SETEMBRO/2010 Introdução O entendimento

Leia mais

SEGURANÇA NA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS E FLORESTAIS

SEGURANÇA NA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS E FLORESTAIS SEGURANÇA NA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS E FLORESTAIS Documento Técnico elaborado por: Celestino Soares Setembro de 2014 Divisão de Sanidade O presente documento pretende

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

Tratamento Térmico de Resíduos. Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico

Tratamento Térmico de Resíduos. Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico Florianópolis, 21 de outubro de 2013 Assuntos: Plano de Consultoria do Teste de Queima; Diagnóstico Inicial; Plano do Teste de Queima; Plano de

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura. Apresentação base

Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura. Apresentação base Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura Apresentação base - 2016 1 Sumário O que é o VALORFITO Como funciona Situação actual Evolução e desafios para o futuro Apresentação base

Leia mais

Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista

Universidade Federal de São Paulo Campus Baixada Santista REGULAMENTO DAS SALAS DE CULTURA DE CÉLULAS DO As salas de cultura compõem um laboratório multiusuário específico para condições para experimentação e manutenção de células vivas em ambiente adequado,

Leia mais

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria

GLADIADOR Melhor relação peso/potência da categoria GLADIADOR 2300 Melhor relação peso/potência da categoria Catálogo virtual Português Ago/2016 GLADIADOR 2300 O pulverizador autopropelido Gladiador 2300 apresenta grande autonomia de trabalho, possibilitando

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Esponja Bombril Códigos Internos: Antiaderente Superfícies Delicadas: Unitária 17014 / Embalagem Econômica 17023 Multiuso Limpeza

Leia mais

Tecnologia de Aplicação

Tecnologia de Aplicação Tecnologia de Aplicação Rodolfo G. Chechetto Engenheiro Agrônomo O que é Tecnologia de Aplicação? Conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os produtos fitossanitários, suas formulações

Leia mais

Apresentação Aquisição do agrotóxico Cuidados no manuseio do agrotóxico...07

Apresentação Aquisição do agrotóxico Cuidados no manuseio do agrotóxico...07 Índice Apresentação...03 1. Aquisição do agrotóxico...04 1.1. Transporte do agrotóxico...04 1.2. Armazenamento do agrotóxico...06 2. Cuidados no manuseio do agrotóxico...07 2.1. Equipamentos de Proteção

Leia mais

O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA LAVOURA DE ARROZ IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE GARUVA- SC

O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA LAVOURA DE ARROZ IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE GARUVA- SC Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA LAVOURA DE ARROZ IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE GARUVA- SC Dione Nery Cavalcanti Benevenutti (*),

Leia mais

TRILHA DO CONHECIMENTO Agronegócio

TRILHA DO CONHECIMENTO Agronegócio TRILHA DO CONHECIMENTO Agronegócio A GESTÃO AMBIENTAL NO AGRONEGÓCIO A utilização do GIS como ferramenta de apoio na SLC Agrícola Paula Silvério Eng. Ambiental HISTÓRIA DA SLC AGRÍCOLA VISÃO GERAL DA SLC

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE SOJA - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Janeiro/2015

CUSTO DE PRODUÇÃO DE SOJA - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Janeiro/2015 MATO GROSSO - Janeiro/2015 R$ 0,00 R$ 0,00 Nordeste Médio-Norte Oeste Centro-Sul Sudeste Mato Grosso 1.448.440 3.365.849 1.710.450 668.615 1.914.651 9.108.005 DESPESAS COM INSUMOS R$ 1.513,57 R$ 1.611,79

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE SOJA - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Novembro/2014

CUSTO DE PRODUÇÃO DE SOJA - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Novembro/2014 MATO GROSSO - Novembro/2014 R$ 0,00 R$ 0,00 Nordeste Médio-Norte Oeste Centro-Sul Sudeste Mato Grosso 1.448.440 3.365.849 1.710.450 668.615 1.914.651 9.108.005 DESPESAS COM INSUMOS R$ 1.437,49 R$ 1.612,95

Leia mais

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Mercado de defensivos Agrícolas 2014 - Brasil - O mercado brasileiro comercializou o valor total de US$12,25 bilhões em defensivos agrícolas. Fonte:

Leia mais

REGULAMENTO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL FACULDADES ESEFAP

REGULAMENTO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL FACULDADES ESEFAP REGULAMENTO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL FACULDADES ESEFAP Tupã, SP 2016 REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE AVALIAÇÃO NUTRICIONAL Define as normas internas de utilização do Laboratório de Avaliação

Leia mais

ANÁLISE DE APLICATIVOS PARA REGULAGEM E CALIBRAÇÃO DE PULVERIZADORES NA CULTURA DA VIDEIRA

ANÁLISE DE APLICATIVOS PARA REGULAGEM E CALIBRAÇÃO DE PULVERIZADORES NA CULTURA DA VIDEIRA ANÁLISE DE APLICATIVOS PARA REGULAGEM E CALIBRAÇÃO DE PULVERIZADORES NA CULTURA DA VIDEIRA PILETTI, P.L.²; FEIL, G.²; ZIMMERMANN, L.C.³; LUCCA FILHO, Z²; MACHADO, O. D. da C.¹ RESUMO Os agricultores encontram

Leia mais

PROCEDIMENTOS RELATIVOS A EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS. Kit de Formação VALORFITO

PROCEDIMENTOS RELATIVOS A EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS. Kit de Formação VALORFITO PROCEDIMENTOS RELATIVOS A EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS Kit de Formação VALORFITO - 2014 1 Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura Kit de Formação VALORFITO

Leia mais

Proteção para veículos LY41200 CAP400 PRO90 CAP150 PRO200 PRO60

Proteção para veículos LY41200 CAP400 PRO90 CAP150 PRO200 PRO60 Proteção para veículos LY41200 CAP400 PRO90 CAP150 PRO200 PRO60 LY41200 - Proteção Interiores LYNX 4 em 1 Integral 4 em 1 Proteção ideal para o interior do veículo As vantagens do Integral 4 em 1 LY41200

Leia mais

Indicações Registradas

Indicações Registradas Marca Comercial Titular do Registro Nº Registro MAPA Nimbus SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - 4997 60.744.463/0001-90 Classe Adjuvante Ingrediente Ativo (I.A.) óleo mineral Nome Químico Modo de Ação

Leia mais

Equipamento de Protecção Individual (EPI s) na Utilização de Produtos Fitofarmacêuticos

Equipamento de Protecção Individual (EPI s) na Utilização de Produtos Fitofarmacêuticos Equipamento de Protecção Individual (EPI s) na Utilização de Produtos Fitofarmacêuticos Equipamento de Protecção Individual (EPI s) EPI s dispositivos destinados a ser utilizados por uma pessoa para reduzir

Leia mais

BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS

BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS O que são? Práticas e procedimentos estabelecidos para a produção de alimentos seguros Para que servem? Controle de perigos e garantia da qualidade dos alimentos

Leia mais

RELATÓRIO DO PRODUTO

RELATÓRIO DO PRODUTO Composição + Copolímero de poliéter e silicone 1000 g/l Grupo químico - Classe ESPALHANTE ADESIVO Modo de ação - Formulação DC - Concentrado Dispersível Classif. toxicológica II - Altamente tóxico Classif.

Leia mais

ARBUS Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14)

ARBUS Rua Dr. Luiz Miranda, Pompeia - SP - Tel. (14) Fax. (14) Rua Dr. Luiz Miranda, 1650-17580-000 - Pompeia - SP - Tel. (14) 3405 2100 - Fax. (14) 3452 1916 - E-mail: vendas@jacto.com.br PROTEJA O MEIO AMBIENTE. AO INUTILIZAR ESTE FOLHETO, NÃO JOGUE EM VIAS PÚBLICAS.

Leia mais

Célia Fagundes da Cruz

Célia Fagundes da Cruz LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR Célia Fagundes da Cruz Julho/2012 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR LACEN/PR: 117 anos

Leia mais

menu NISAM20 04 menu inic ial próxima

menu NISAM20 04 menu inic ial próxima menu NISAM20 04 menu inic ial Gerenciamento de resíduos químicos de laboratório Leny Borghesan Albertini Alberguini Maria Olímpia de O. Rezende próxima Gerenciamento de Resíduos Químicos de Laboratório

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011

CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS. Campinas, 08 de novembro de 2011 CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES DA PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS Campinas, 08 de novembro de 2011 BOAS PRÁTICAS DE AUDITORIA NBR ISO 19011 Nívea Maria Vicentini, DSc. Pesquisadora

Leia mais

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016

MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 MANUAL DE POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO DA PILARESO GESTORA DE RECURSOS LTDA. 02 DE MARÇO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 2 2. APLICAÇÃO... 2 3. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 3.1 DISPOSIÇÕES INICIAIS...

Leia mais

Infra-estrutura de Informática e formas de acesso às redes de informação

Infra-estrutura de Informática e formas de acesso às redes de informação Infra-estrutura de Informática e formas de acesso às redes de informação A FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE entende que deve acompanhar as necessidades de atendimento da área acadêmica e administrativa

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EXPERIÊNCIA DE BOAS PRÁTICAS DE ATER NA AGRICULTURA FAMILIAR E NA REFORMA AGRÁRIA

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EXPERIÊNCIA DE BOAS PRÁTICAS DE ATER NA AGRICULTURA FAMILIAR E NA REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EXPERIÊNCIA DE BOAS PRÁTICAS DE ATER NA AGRICULTURA FAMILIAR E NA REFORMA AGRÁRIA Uso de rede social na assistência técnica rural.. Dezembro 2015 1 1. Contextualização

Leia mais

LEIA COM ATENÇÃO ANTES DE PREENCHER A RECEITA AGRONÔMICA

LEIA COM ATENÇÃO ANTES DE PREENCHER A RECEITA AGRONÔMICA LEIA COM ATENÇÃO ANTES DE PREENCHER A RECEITA AGRONÔMICA 1. A distribuição do Receituário Agronômico 1 ART, conforme modelo determinado pela Câmara de Agronomia, é efetuada pelo CREA-BA, através de sua

Leia mais

CONTROLE QUÍMICO DO PERCEVEJO Piezodorus guildinii (Westw.) NA CULTURA DA SOJA

CONTROLE QUÍMICO DO PERCEVEJO Piezodorus guildinii (Westw.) NA CULTURA DA SOJA CONTROLE QUÍMICO DO PERCEVEJO Piezodorus guildinii (Westw.) NA CULTURA DA SOJA Fernando Alves de Albuquerque Luciana Maestro Borges Carlos Alberto Bastos Andrade RESUMO: O presente ensaio foi realizado

Leia mais

USO SUSTENTÁVEL DOS PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS

USO SUSTENTÁVEL DOS PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS Título da Apresentação USO SUSTENTÁVEL DOS PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS Substítulo USO SUSTENTÁVEL DOS PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS IMPACTOS DA LEI Nº 26/2013 NAS EXPLORAÇÕES AGRÍCOLAS Produtos abrangidos

Leia mais

Objetivo: Garantir a continuidade das ações de melhoria no ambiente de trabalho, visando a produtividade e bem estar dos colaboradores da Unidade.

Objetivo: Garantir a continuidade das ações de melhoria no ambiente de trabalho, visando a produtividade e bem estar dos colaboradores da Unidade. Definição: Prática desenvolvida no Japão com o objetivo de manter padrões de organização e limpeza, agilizando atividades diárias e diminuindo tempo e custos. Objetivo: Garantir a continuidade das ações

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Substituição do Sistema de Refrigeração na Prefeitura da Cidade do Recife Dorival

Leia mais

Gestão de Segurança da Informação. Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006. Curso e Learning. Sistema de

Gestão de Segurança da Informação. Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006. Curso e Learning. Sistema de Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANiTÁRIOS. E A PROTEçÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, DA FLORA E DA FAUNA

BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANiTÁRIOS. E A PROTEçÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, DA FLORA E DA FAUNA BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANiTÁRIOS E A PROTEçÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS, DA FLORA E DA FAUNA BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS E A PROTEçÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS,

Leia mais

Nebulizadores aplicam gotas menores que 50 mm.

Nebulizadores aplicam gotas menores que 50 mm. Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias Curso : Agronomia Disciplina: Tratamento Fitossanitário Aula: Aplicação de Líquidos e Pulverizadores Os produtos fitossanitários

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

Cálculo do dano do amassamento, na cultura do trigo, pelo rodado do equipamento na primeira aplicação de defensivos

Cálculo do dano do amassamento, na cultura do trigo, pelo rodado do equipamento na primeira aplicação de defensivos Cálculo do dano do amassamento, na cultura do trigo, pelo rodado do equipamento na primeira aplicação de defensivos Erlei Melo Reis e Mateus Zanatta Agrosservice Pesquisa e consultoria agrícola, Passo

Leia mais

Práticas Ambientais na Universidade Feevale

Práticas Ambientais na Universidade Feevale Práticas Ambientais na Universidade Feevale Engenheira de Gerenciamento Ambiental Sheila Maria Leuck Novembro/2014 Universidade Feevale Missão: Promover a produção do conhecimento, a formação dos indivíduos

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

ALogística éa área degestão responsável por proverrecursos, equipamentos, materiais e informação para a execução de atividades em uma instituição.

ALogística éa área degestão responsável por proverrecursos, equipamentos, materiais e informação para a execução de atividades em uma instituição. ALogística éa área degestão responsável por proverrecursos, equipamentos, materiais e informação para a execução de atividades em uma instituição. A logística deve prover meios para entregar aos consumidores,

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES

ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE RESÍDUOS QUÍMICOS E EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL NO LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES Simone Aparecida de OLIVEIRA* Marco Eustáquio de SÁ Faculdade de Engenharia, UNESP - Câmpus

Leia mais

ENFISA Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos. Júlio Sérgio de Britto Coordenador Geral de Agrotóxicos e Afins

ENFISA Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos. Júlio Sérgio de Britto Coordenador Geral de Agrotóxicos e Afins ENFISA Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos Júlio Sérgio de Britto Coordenador Geral de Agrotóxicos e Afins Histórico Lei Federal 7.802 Decreto 4.074 1989 2002 Art. 10: Compete aos Estados

Leia mais

1. PÁTIO DE LAVAGEM 2. RESERVATÓRIO DE DECANTAÇÃO 3. CONJUNTO MOTOBOMBA 4. OZONIZADOR (1g de ozônio/hora) 5. RESERVATORIO DE OXIDAÇÃO (500 L PVC) 6.

1. PÁTIO DE LAVAGEM 2. RESERVATÓRIO DE DECANTAÇÃO 3. CONJUNTO MOTOBOMBA 4. OZONIZADOR (1g de ozônio/hora) 5. RESERVATORIO DE OXIDAÇÃO (500 L PVC) 6. Defensivos Agrícolas, Produtos Fitossanitários, Agrotóxicos ou Pesticidas? FCA / UNESP Campus de Botucatu DPV Defesa Fitossanitária raetano@fca.unesp.br TERMINOLOGIA Agrotóxicos: Lei dos Agrotóxicos 7.802/89

Leia mais

Plano de Continuidade de Negócios (PCN)

Plano de Continuidade de Negócios (PCN) Plano de Continuidade de Negócios (PCN) KAETÉ INVESTIMENTOS LTDA. Órgão responsável: Comitê de Compliance e Controles Internos Data da atualização: 17 de junho de 2016 Aviso Legal: Este documento pode

Leia mais

unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Ecotoxicologia dos Agrotóxicos e Saúde Ocupacional 2a. Aula Embalagens de agrotóxicos - Ago/2016

unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Ecotoxicologia dos Agrotóxicos e Saúde Ocupacional 2a. Aula Embalagens de agrotóxicos - Ago/2016 unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE JABOTICABAL FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOSSANIDADE Ecotoxicologia dos Agrotóxicos e Saúde Ocupacional 2a. Aula Embalagens

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA HAMILTON HUMBERTO RAMOS Diretor Geral do Instituto Agronômico TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS Emprego de todos os conhecimentos

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS Emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica,

Leia mais

Faculdade SENAI de Tecnologia de Santos

Faculdade SENAI de Tecnologia de Santos QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO INFORMAÇÕES PRESTADAS PELA EMPRESA Este questionário tem o objetivo de registrar a situação do estagiário com referência à sua atuação dentro das empresas. Responda

Leia mais

Planejamento integrado em 4D. Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS

Planejamento integrado em 4D. Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS Planejamento integrado em 4D Metodologia BIM de planejamento e controle de obras, com integração através do REVIT, PRIMAVERA e NAVISWORKS A GDP Gerenciamento e Desenvolvimento de Projetos nasceu da convicção

Leia mais

1º Seminário sobre Cultivo Mínimo do Solo em Florestas

1º Seminário sobre Cultivo Mínimo do Solo em Florestas 1º Seminário sobre Cultivo Mínimo do Solo em Florestas DESENVOLVIMENTO DE EQUIPAMENTOS PARA A UTILIZAÇÃO EM ÁREAS DE CULTIVO MÍNIMO NA RIPASA S.A. CELULOSE E PAPEL RESUMO Francisco de Assis Ribeiro * Guilherme

Leia mais

ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12

ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12 CADERNO DE PROGRAMA AMBIENTAL EDUCACIONAL ESCOLA SENAI CELSO CHARURI UNIDADE SUMARÉ CFP 5.12 PROGRAMA DE REDUÇÃO DO VOLUME E DESTINAÇÃO CORRETA DE RESÍDUOS PERIGOSOS GERADOS Programa Nº 04/2016 Sumário

Leia mais

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Objetivo Desenvolver

Leia mais

Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568

Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568 Projeto Coleta Seletiva Sumário 1. Objetivo: Descrição completa do objeto a ser executado --------------------------------- 3 2. Meta desejada: Descrição das Metas desejadas

Leia mais

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO POLÍTICA INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE POLÍTICA INTEGRADA Disponíveis nos murais e no site da empresa PRINCÍPIOS REQUISITOS LEGAIS:

Leia mais

Responsabilidade da Direção

Responsabilidade da Direção 5 Responsabilidade da Direção A gestão da qualidade na realização do produto depende da liderança da alta direção para o estabelecimento de uma cultura da qualidade, provisão de recursos e análise crítica

Leia mais

Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora)

Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) PARTNER Ficha Técnica Nome Comum: Óxido de Fembutatina Nome Comercial: Partner Grupo Químico: Organoestânico Concentração: 500 g/l Formulação: SC - Suspensão Concentrada Classe tóxicológica: II - Altamente

Leia mais

Projeto Integrador Sistema de Gestão Empresarial

Projeto Integrador Sistema de Gestão Empresarial Projeto Integrador Sistema de Gestão Empresarial Faculdade Senac Goiás Gestão de Tecnologia da Informação Disciplina: Sistema de Gestão Empresarial Professor: Itair Aluno: Estevão Elias B. Lopes Introdução

Leia mais

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6

Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 Manutenção Revisão: 02 Página 1 de 6 1. HISTÓRICO DE REVISÕES DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20.08.2013 00 Emissão inicial. Revisão para maior clareza no texto do documento. Adequação da responsabilidade

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Comunicado CVS 162, de 29/07/ 2009 A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI Versão: outubro/2016 1. OBJETIVO Em concordância com as diretrizes da Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras

Leia mais

FAEFI - UFU LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DO DESEMPENHO (LAFIDE)

FAEFI - UFU LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DO DESEMPENHO (LAFIDE) UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA UFU FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA - FAEFI FAEFI - UFU LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DO DESEMPENHO (LAFIDE) Coordenador: Prof. Ms. Guilherme Gularte De Agostini UBERLÂNDIA

Leia mais

BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS O CICLO DA AGRICULTURA PARA A VIDA. Soluções para um Mundo em Crescimento

BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS O CICLO DA AGRICULTURA PARA A VIDA. Soluções para um Mundo em Crescimento BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS O CICLO DA AGRICULTURA PARA A VIDA Soluções para um Mundo em Crescimento 02 BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS: O CICLO DA AGRICULTURA PARA A VIDA Unir e beneficiar agricultores, comunidade

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE AS PERDAS ERGONÔMICAS E AS SETE PERDAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO EM UMA USINA DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL

AS RELAÇÕES ENTRE AS PERDAS ERGONÔMICAS E AS SETE PERDAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO EM UMA USINA DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL AS RELAÇÕES ENTRE AS PERDAS ERGONÔMICAS E AS SETE PERDAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO EM UMA USINA DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL Suellen Szeremeta 1 ; Dra. Ana Regina de Aguiar Dutra (orientadora) 2. INTRODUÇÃO

Leia mais

A experiência das CCI

A experiência das CCI Comissão de SIMPÓSIO (RE)UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÉDICOS A experiência das CCI 24 DE OUTUBRO DE 2012 DISPOSITIVO MÉDICO (dm) todo o material destinado pelo fabricante a ser utilizado em seres humanos

Leia mais

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática

Leia mais

Sistemas de Medição e Metrologia. Aula 6. Organização da Aula 6. Contextualização. 6.Sistema de Medição e Metrologia. Profa. Rosinda Angela da Silva

Sistemas de Medição e Metrologia. Aula 6. Organização da Aula 6. Contextualização. 6.Sistema de Medição e Metrologia. Profa. Rosinda Angela da Silva Sistemas de Medição e Metrologia Aula 6 Profa. Rosinda Angela da Silva Organização da Aula 6 Implantação e Organização de um Sistema de Medição e Metrologia na empresa É necessário um Controle de Qualidade

Leia mais

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4-

PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- PESQUISA CIENTÍFICA -Aula 4- Prof. Alexandre Paiva da Silva Pombal PB SUMÁRIO Pesquisa Conceitos Características Objetivos Finalidades Requisitos Qualidades do pesquisador Tipos de pesquisa científica

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL

IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL Flavia Fernandes Rubino Dilri Scardini Alves Batista Juacyara Carbonelli Campos Lídia Yokoyama Principais objetivos Aplicação da

Leia mais

Instrumentos Cirúrgicos

Instrumentos Cirúrgicos Instrumentos Cirúrgicos Manuseio, armazenamento e esterilização Manuseio, armazenamento e esterilização Víncula Índice 03 03 04 05 07 08 08 Introdução Aço Inoxidável Qualidade da Água e/ou Vapor Uso diário

Leia mais

Comparação entre tratamento preventivo e curativo na proteção dos grãos de trigo contra as pragas durante o armazenamento

Comparação entre tratamento preventivo e curativo na proteção dos grãos de trigo contra as pragas durante o armazenamento Comparação entre tratamento preventivo e curativo na proteção dos grãos de trigo contra as pragas durante o armazenamento Amauri Romani 1, Irineu Lorini 2 89 1 Pós-graduação em Qualidade no Armazenamento

Leia mais

VEDACIT RÁPIDO CL. Produto pronto para o uso. Misturar o produto antes da aplicação, utilizando ferramenta limpa a fim de evitar a sua contaminação.

VEDACIT RÁPIDO CL. Produto pronto para o uso. Misturar o produto antes da aplicação, utilizando ferramenta limpa a fim de evitar a sua contaminação. Produto VEDACIT RÁPIDO CL proporciona rápido endurecimento e resistências iniciais ao cimento. Não deve ser usado em concretos estruturais armados e nem em argamassas armadas. Características Densidade:

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Algicida de Fibra e Vinil Aplicação: Desinfetante para piscinas Nome da Empresa: Marco Antonio Spaca Piscinas EPP Endereço: Rua: João Paulino dos

Leia mais

Registro de Agrotóxicos no Brasil

Registro de Agrotóxicos no Brasil Produtos Fitossanitários Registro de Agrotóxicos no Brasil HELEN CALAÇA 02/08/2016 O que é um agrotóxico? Produtos correlatos Impurezas FORMULAÇÃO INGREDIENTE ATIVO Produto Formulado Produto Comercial

Leia mais

A qualidade que você já conhece na quantidade que você precisa.

A qualidade que você já conhece na quantidade que você precisa. A qualidade que você já conhece na quantidade que você precisa. Troca Inteligente, a solução prática para você alcançar grandes resultados. Armazenagem 3no Distribuidor Os lubrificantes são armazenados

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (PGRSS) ODONTOLOGIA O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases

Leia mais

BACULO SOJA VERIFICAR AS RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ

BACULO SOJA VERIFICAR AS RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ BACULO SOJA VERIFICAR AS RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA sob nº 06897 Composição: Corpos poliédricos

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE DE MONITORES EM DISCIPLINA QUESTIONÁRIO DO(A) ALUNO(A) DISCIPLINA: CURSO: MONITOR(A): PERÍODO DE REFERÊNCIA: INSTRUÇÃO Prezado(a)

Leia mais

Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática -

Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática - Boas Práticas da Distribuição - Da regulamentação à prática - 27 de outubro de 2016 Carmen Bessa Diretora de Logística AGENDA 1. Enquadramento 2. As principais alterações das BPD 3. A implementação 4.

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades

Leia mais

RDC de outubro de Produção Controle de Qualidade Amostragem

RDC de outubro de Produção Controle de Qualidade Amostragem RDC 48 25 de outubro de 2013 Produção Controle de Qualidade Amostragem Amostragem de materiais item 16 Denifição: Conjunto de operações de retirada e preparação de amostras. Amostragem de materiais item

Leia mais

Telemetria em Pulverização Pedro Estevão Bastos Abimaq

Telemetria em Pulverização Pedro Estevão Bastos Abimaq Telemetria em Pulverização Pedro Estevão Bastos Abimaq ABIMAQ Associação Brasileira da Indústria de Máquinas CSMIA Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas 360 empresas 48.000 empregos R$ 11

Leia mais

Conheça os produtos industrializados existentes no mercado e veja dicas para compra, recebimento e armazenamento

Conheça os produtos industrializados existentes no mercado e veja dicas para compra, recebimento e armazenamento Argamassas de revestimento Conheça os produtos industrializados existentes no mercado e veja dicas para compra, recebimento e armazenamento Reportagem: Gisele C. Cichinelli As argamassas de revestimento

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE MILHO - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Janeiro/2015

CUSTO DE PRODUÇÃO DE MILHO - SAFRA 2015/2016 MATO GROSSO - Janeiro/2015 MATO GROSSO - Janeiro/2015 R$ 0,00 R$ 0,00 Nordeste Médio-Norte Oeste Centro-Sul Sudeste Mato Grosso 333.627 1.548.845 530.231 201.169 664.932 3.278.803 DESPESAS COM INSUMOS R$ 1.241,80 R$ 1.148,62 R$

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE MILHO - SAFRA 2016/2017 MATO GROSSO - Março/2016

CUSTO DE PRODUÇÃO DE MILHO - SAFRA 2016/2017 MATO GROSSO - Março/2016 MATO GROSSO - Março/2016 R$ 0,00 R$ 0,00 Nordeste Médio-Norte Oeste Centro-Sul Sudeste Mato Grosso 357.536 1.585.024 583.054 209.446 750.982 3.486.042 DESPESAS COM INSUMOS R$ 1.397,93 R$ 1.282,86 R$ 1.292,30

Leia mais

XI-123 Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia SAGE: Uma Ferramenta para Operação e Gestão Eficientes

XI-123 Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia SAGE: Uma Ferramenta para Operação e Gestão Eficientes XI-123 Sistema Aberto de Gerenciamento de Energia SAGE: Uma Ferramenta para Operação e Gestão Eficientes Belo Horizonte/MG Setembro 2007 Paulo da Silva Capella G E R E N T E D E P R O J E T O Autores Paulo

Leia mais

Solução Definitiva para Controle de EPIs

Solução Definitiva para Controle de EPIs Solução Definitiva para Controle de EPIs Objetividade Simplicidade Confiabilidade Aderência a Necessidades de SMS: Diferenciais Muito estudo e esforço foi dedicado ao zepi para chegar nestas características:

Leia mais

LEI Nº 091/2007. O PREFEITO MUNICIPAL DE SANTIAGO, RS no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art.68,III de Lei Orgânica do Município,

LEI Nº 091/2007. O PREFEITO MUNICIPAL DE SANTIAGO, RS no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art.68,III de Lei Orgânica do Município, LEI Nº 091/2007 ALTERA PROGRAMA DE GOVERNO NO PPA 2006-2009, LDO 2008, SUBSTITUI PROGRAMA DE GOVERNO, INCLUI PROGRAMA NA LDO 2008, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O PREFEITO MUNICIPAL DE SANTIAGO, RS no uso das

Leia mais

Currículo do Curso de Agronomia

Currículo do Curso de Agronomia Currículo do Curso de Agronomia Engenheiro Agrônomo ATUAÇÃO Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas na Resolução nº 218, de 29.6.73, do CONFEA, e atuar nos seguintes

Leia mais

Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja

Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja Aplicação aérea de inseticidas, efeito sobre as abelhas e períodos em que as aplicações são necessárias em soja Audiência pública Câmara Federal 11 de dezembro de 2012 Alexandre J. Cattelan Chefe-Geral

Leia mais

ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE Regulamento de Utilização dos Laboratórios do Ifes campus Cachoeiro

ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE Regulamento de Utilização dos Laboratórios do Ifes campus Cachoeiro MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo CAMPUS CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ANEXO A PORTARIA Nº 341, DE 02 DE OUTUBRO DE 2015 Regulamento de Utilização dos

Leia mais