APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS. Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas

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1 APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Professor : Nailton Rodrigues de Castro Disciplina : Máquinas Agrícolas

2 INTRODUÇÃO É a aplicação uniforme de um defensivo agrícola na forma líquida, utilizando a energia hidráulica para fracionar o líquido em gotas, ao passar pelo orifício do bico de pulverização.

3 OBJETIVOS Controle econômico de insetos, doenças e plantas daninhas, através da distribuição exata de quantidade de defensivos.

4 Os equipamentos de aplicação de defensivos podem ser classificados em pulverizadores, atomizadores e nebulizadores. Pulverizadores: São equipamentos que produzem gotas com diâmetro (Ø) superior a 150 µ; Atomizadores: São equipamentos que produzem gotas com diâmetro (Ø) variando entre 50 a 150 µ; Nebulizadores: São equipamentos que produzem gotas com diâmetro (Ø) inferior a 50 µ.

5 EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO

6 BICOS DE PULVERIZAÇÃO São dispositivos utilizados para fazer a subdivisão do líquido em gotas, e promover a distribuição uniforme do defensivo sobre a superfície de aplicação. Tem a função ainda de dosar a quantidade de líquido a ser aplicado, formando um jorro ou jato característico.

7 TIPOS DE PONTAS HIDRÁULICAS

8 BICOS JATO PLANO (TIPO LEQUE): As gotas são distribuídas num único plano; Usado em superfícies planas; Aplicação de herbicidas em área total; Pressão de trabalho: 2 a 4 bar; Ângulo de pulverização: 80 a 110.

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10 DEFLETOR (OU DE IMPACTO): Maior ângulo de abertura do jato, mesmo a pequenas distancias, consegue-se uma boa cobertura; Aplicação de herbicidas sistêmicos; Pressão de trabalho: 0,7 a 1,8 bar; Ângulo de pulverização: 110 a 140.

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12 ESPUMA (OU BORBULHANTE COM INJEÇÃO DE AR): Aplicação de herbicidas sistêmicos; Produz gotas grandes com ar em seu interior; Pressão de trabalho: > 2,5 bar.

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14 CONE VAZIO (OCO): Alvos tridimensionais, atingindo a lateral e a parte superior da planta; Aplicação de inseticidas, fungicidas; Pressão: 3 a 7 bar.

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16 CONE CHEIO: Gotas distribuídas espacialmente; Aplicação de herbicidas sobre solo e sistêmicos; Pressão: 1 a 3 bar.

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19 CALIBRAÇÃO DOS APLICADORES TRATORIZADOS Antes da calibração de qualquer pulverizador, deverão ser verificados os seguintes itens: A limpeza dos filtros; As mangueiras não podem estar furadas ou dobradas; Não ocorrência de vazamentos na bomba; Os bicos devem ser do mesmo tipo, não podem estar gastos e os filtros devem ser limpos.

20 CALIBRAÇÃO DO PULVERIZADOR DE BARRA: 1 - Marque um percurso de 30 a 50 metros no terreno a ser tratado; 2 - Escolha a marcha de trabalho, a velocidade deverá ser de 4 a 6 km h -1 ; 3 - Ligue a tomada de força; 4 - Acelere o motor até a rotação correspondente a 540 rpm na tomada de força; 5 - Inicie o movimento do trator no mínimo 5 metros antes do ponto marcado;

21 6 - Anote o tempo que o trator gasta para percorrer o percurso; 7 - Em terrenos de topografia irregular, repita a operação várias vezes e tire a média; 8 - Com o trator parado na aceleração utilizada para percorrer o percurso, abros bicos e regule a pressão de acordo com a recomendada para os diferentes tipos de bicos; 9 - Colete o volume do bico no tempo igual ao gasto para percorrer o percurso; 10 - Repita essa operação em diversos bicos para obter uma média do volume;

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24 11 Calcule o volume aplicado, utilizando a fórmula; onde: Q = volume de aplicação (L ha-1); q = vazão (L min-1); v = velocidade de trabalho (km h-1); f = faixa de aplicação (m).

25 CALIBRAÇÃO DO ATOMIZADOR TIPO CORTINA DE AR: 1 - Marque 100 plantas; 2 - Abasteça completamente o pulverizador. 3 - Escolha a marcha de trabalho, a velocidade deverá ser de 4 a 6 km h -1 ; 4 - Ligue a tomada de força. 5 - Acelere o motor até a rotação correspondente a 540 rpm na tomada de força. 6 - Inicie o movimento do trator no mínimo 5 plantas antes do ponto marcado;

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27 7 - Pulverize as 100 plantas marcadas; 8 - Complete o tanque e meça o volume gasto em litros. Para medidas precisas, o pulverizador deve estar na mesma posição antes e depois da operação. 9 - Calcule o volume de pulverização em litros 100 covas -1, através da seguinte fórmula: onde Q = volume de pulverização (L plantas -1 ); vol = volume gasto em (L).

28 CALIBRAÇÃO DO ATOMIZADOR TIPO CANHÃO DE AR: 1 - Marque 50 metros na área que vai ser pulverizada; 2 - Encha o tanque completamente; 3 - Escolha a marcha de trabalho, a velocidade deverá ser de 4 a 6 km h Ligue a tomada de força; 5 - Acelere o motor até a rotação correspondente a 540 rpm na tomada de força; 6 - Inicie o movimento do trator no mínimo 5 metros antes do ponto marcado. 7 - Pulverize os 50 metros marcados; 8 - Meça ao mesmo tempo a faixa de aplicação (f);

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30 9 - Complete o tanque e meça o volume gasto em litros. Para medidas precisas, o pulverizador deve estar na mesma posição antes e depois da operação; 10 - Em terrenos de topografia irregular, repita essa operação várias vezes e tire a média; 11 - Calcule o volume de pulverização em L ha -1, através da fórmula:

31 onde Q = volume de pulverização (L ha -1 ); vol = volume gasto na área pulverizada (L); A = área pulverizada (m²).

32 CORREÇÕES NECESSÁRIAS PARA OS APLICADORES TRATORIZADOS Para aumentar o volume de aplicação: Aumentar a pressão de saída nos bicos; Diminuir a velocidade de trabalho; Trocar os bicos por maior vazão. Para diminuir o volume de aplicação: Diminuir a pressão de saída nos bicos; Aumentar a velocidade de trabalho; Trocar bicos por menor vazão.

33 CALIBRAÇÃO DO PULVERIZADOR COSTA MANUAL: 1 - Marque uma área de 100 m² (quadrado de 10 x 10 m); 2 - Encha o tanque e pulverize a área; 3- O operador deverá manter um ritmo constante de bombeamento e de cadência; 4 - Complete o tanque e meça o volume gasto em litros. Para medidas precisas o pulverizador deve estar na mesma posição antes e depois de operação;

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35 5 - Calcule o volume de pulverização em L ha -1 ; onde Q = volume (L ha -1 ); vol = volume gasto (L). Caso o volume encontrado não seja o desejado, substitua o bico por um de maior ou menor vazão, ou altere o ritmo de bombeamento e marcha.

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37 LITERATURA CONSULTADA VILIOTTI, C. A.; FERNANDES, H.C.; RINALDI, P.C.N.; BERNERDES, A. B.; Mecânica e Mecanização Agrícola-Apostila Práticas; UFV. SEDUC; Apostila de Mecanização Agrícola do Cursos Técnico em Agropecuária.

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