O ESTUDO DA CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS NATURAIS E IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO SÃO JOSÉ /ITUIUTABA/MG

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O ESTUDO DA CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS NATURAIS E IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO SÃO JOSÉ /ITUIUTABA/MG"

Transcrição

1 O ESTUDO DA CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS NATURAIS E IMPACTOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO SÃO JOSÉ /ITUIUTABA/MG Cecília Mussa MALVEZZI, Discente do Curso de Graduação em Geografia, FACIP/UFU, Leda Correia PEDRO MIYAZAKI, Profa. Dra. do Curso de Graduação e Programa de Pós-Graduação em Geografia do Pontal, FACIP\UFU, INTRODUÇÃO Os impactos ambientais é um dos principais estudos abordados pelas pesquisas acadêmicas de cunho geográfico geomorfológico, principalmente por permitir compreender como determinados aspectos naturais podem influenciar direta ou indiretamente o grau de fragilidade de uma bacia hidrográfica a processos erosivos, por exemplo. Neste contexto, as bacias hidrográficas são unidades de pesquisas mais utilizadas nos estudos geográficos, vinculados as áreas urbanas e rurais degradadas, pois permite realizar uma análise integrada das relações entre as dinâmicas da sociedade e da natureza. No entanto, essa relação pode provocar diferentes impactos ambientais que provocam impactos severos ao ambiente. De acordo com Milaré (1998), qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: I. A saúde, a segurança e o bem estar da população; II. As atividades sociais e econômicas; III. A biota; IV. As condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; V. A qualidade dos recursos ambientais.

2 Atualmente são cada vez mais visível as alterações que o ambiente natural vem sofrendo, pois tem apropriado e ocupado o relevo de forma predatória, desconsiderando o grau de fragilidade do solo, da vegetação, das rochas e das águas. Isso tem intensificado os processos naturais de forma a romper o equilíbrio dinâmico desses e provocar impactos ambientais negativos. Entre os impactos mais comuns que afetam a qualidade ambiental das bacias hidrográficas são as erosões, a impermeabilização do relevo, as enchentes e alagamentos. Dessa forma, é importante que pesquisas acadêmicas sejam realizadas para elaborar documentos que possam ajudar a compreender a dinâmica dos processos naturais, a fragilidade do ambiente e que possam subsidiar o planejamento urbano ambiental nos municípios de cidades de pequeno e médio porte, pois as ausências desses estudos dificultam a aplicação do planejamento. O município de Ituiutaba/MG está localizado nas coordenadas 18º Latitude S; 49º Longitude W, exatamente na porção oeste da Mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, onde o mesmo é sede da Microrregião de Ituiutaba. O município possui uma área de 2.598,046 Km² com uma população 97,171 habitantes e densidade demográfica de 37,40 hab/km² (IBGE, 2010). Em relação a cidade de Ituiutaba é possível observar a presença de três córregos que cortam a cidade, sendo estes os córregos do Carmo, Pirapitinga e São José (Figura 01). Esses córregos possuem parte de seu curso em áreas rurais e também em área urbana e devido ao intenso uso e ocupação do solo é possível verificar que todos estão passando por um processo de degradação ambiental.

3 Figura 01: Localização do Córrego São José - município de Ituiutaba ( MG) Organizado: Pedro Miyazaki (2015) OBJETIVO Em vista da caracterização geomorfológica, o objetivo dessa pesquisa é efetuar uma caracterização dos aspectos naturais (com ênfase no solo, relevo, hidrografia e rocha) e identificar os principais impactos ambientais encontrados na bacia. METODOLOGIA

4 Para que os objetivos fossem alcançados, determinadas metodologias foram aplicadas, tais como: a) A pesquisa bibliográfica dos principais conceitos que auxilia a pesquisa fundamentou a discussão teórica do trabalho, bem como embasou uma análise dos aspectos naturais articulados com os impactos ambientais da bacia hidrográfica e foram realizados a partir do levantamento de artigos científicos, trabalhos acadêmicos, livros, dissertações etc.; b) Compilação e elaboração de cartas temáticas, para isso será preciso fazer um levantamento de materiais cartográficos (fontes no site IBGE, no site CPRM e da Prefeitura Municipal de Ituiutaba). Assim, bases cartográficas permitirão a elaboração de mapas temáticos como hipsométrico, declividade, perfis topográficos e rede de drenagem, tudo será feito com o auxílio da ferramenta dos softwares QGIS 2.8 Wien, ArcGIS, SPRING etc.; c) Os trabalhos de campo foram de grande importância para conferir se os mapeamentos estavam representando os aspectos naturais da paisagem da Bacia Hidrográfica do Córrego do Carmo, além disso permitiu a identificação dos principais impactos ambientais, desse modo foram traçados dois transéctos para que fosse possível orientar observações e registros dos aspectos naturais e impactos ambientais com o auxilio de uma câmera fotográfica semi-profisssional, dois perfis topográficos foram elaborados respeitando as orientações norte sul e leste-oeste. RESULTADOS PRELIMINARES A partir da análise e compilação de mapas temáticos associados à pesquisa bibliográfica foi possível obter informações sobre alguns aspectos físicos do município, sendo considerados importantes para a caracterização local na bacia hidrográfica. Para isso, foi importante entender alguns aspectos climáticos, geomorfológicos, pedológicos e hídrogeográficos. Em relação à dinâmica atmosférica o Município de Ituiutaba/MG está sob controle dos sistemas intertropicais. Esses sistemas de circulação ocasionam um clima tropical alternadamente seco e úmido. Segundo os estudos feitos baseados sobre o clima segundo a classificação de Köppen, o município está rotulado como Aw, megatérmico:

5 tropical com verão chuvoso (outubro a abril) e inverno seco (maio a setembro). Entre junho e dezembro, é comum temperaturas oscilarem entre 14ºC e 31ºC. O município possui um dos maiores índices pluviométricos da região, cujo índice de chuvas acumuladas para sete anos, no recorte temporal de 2002 a 2008, variou de a mm (PRADO; SOUSA, 2010). Quanto ao relevo, segundo Del Grossi (1991) ocorre o predomínio de Domínios dos Chapadões Tropicais do Brasil Central (AB SÁBER 1971), o que indica que o relevo regional é resultado da evolução da Bacia do Paraná, mostrando-se relativamente homogêneo, cuja morfologia encontrada é caracterizada por chapadas (MARTINS e COSTA, 2014). Sob este relevo podemos encontrar na área de abrangência do município morfologia predominante de colinas com topos amplos e suavemente ondulados, o que favoreceu a implantação do primeiro núcleo urbano da cidade e facilitou a expansão territorial urbana por todo o topo das colinas. Conforme ocorria a ocupação, novos loteamentos surgiram ao longo do espigão divisor de águas das bacias hidrográficas dos córregos Pirapitinga e São José, o que provocaram intensas e profundas alterações nas dinâmicas naturais dos processos geomorfológicos que esculturam o relevo. Somente a título de exemplo, atualmente o córrego São José apresenta problemas ambientais ligados aos alagamentos oriundos da impermeabilização dos topos e vertentes, facilitando o escoamento superficial o que provoca o aceleramento da dinâmica natural do processo de enchentes e associado a ineficiência do sistema urbano de drenagem das águas pluviais tem ocasionado vários transtornos para a população residente nas margens deste córrego (Figura 02).

6 Figura 02. Alagamento sob o trecho com canalização fechada do Córrego São José/MG A impermeabilização do fundo de vale, onde o córrego se encontra com canalização aberta não enfrenta grandes problemas relacionados a enchente, pois aoinda não foi registrado neste ponto o transbordamento das águas fluviais.(figura 06 e 07).

7 Figura 06. Canalização não respeitando a esculturação do relevo do rio. Figura 07. Criação de área de caminhada em torno da canalização, além de residências próximas à mesma, mostrando o risco desses moradores com relação a enxurradas e alagamentos. O problema ligado aos alagamentos é oriundo da impermeabilização, o aumento do escoamento superficial e a drenagem urbana que não consegue absorver o grande volume de águas pluviais. Isso provoca o acúmulo de águas pluviais nas áreas onde se encontrava o leito maior do Córrego São José. Isso se deve principalmente pela forma como o relevo foi apropriado e ocupado, o que provocou a retificação, impermeabilização, canalização do Córrego São José e todo o fundo de vale. Além disso, outras formas de intervenção tambpem contribuíram para agravar o estado de degradação da bacia hidrográfica, como por exemplo, a retirada a mata ciliar, da impermeabilização da planície de inundação entre outras intervenções. Em relação aos solos predominantes no Município de Ituiutaba, existem quatro tipos de solos (UFV, 2010), sendo Latossolos, Argissolos Vermelho-Amarelo, Neossolos Quartzarênico e Cambissolos. Existe uma predominância dos Latossolos Vermelho. No entanto, é possível verificar a presença de dois tipos de solos na Bacia Hidrográfica do Córrego São José, encontrados nos fundos de vale, estes são os solos hidromórficos que sofrem constantemente influência das águas fluviais e do nível freático, apresentando características especificas, como por exemplo, a cor acinzentada e grande quantidade de argila ao longo do perfil. Também é possível identificar solos de origem antrópica conhecidos como depósitos tecnogênicos, que podem ser formados por sedimentos transportados das áreas a montante e diversos materiais de origem antrópica. Em relação à caracterização dos aspectos naturais específicos da Bacia Hidrográfica do Córrego do São José o relevo que constitui a bacia é do tipo colinas com topos suavemente ondulados, vertentes com formas côncavas, convexas e retilíneas, fundos de vale em forma de V e berço.

8 No fundo de vale é possível observar o afloramento de um embasamento rochoso conhecido como derramamentos basálticos, pertencentes a Formação Serra Geral e nos topos e vertentes das colinas encontram-se os arenitos. A rede de drenagem é pouco densa e dendritica formada pelo Córrego São José e afluentes e muitos canais de escoamento. A vegetação nativa é ausente em parte da bacia hidrográfica que contempla a área urbana e incipiente nas áreas adjacentes. O bioma predominante é cerrado com resquícios de mata Atlântica. Por meio dos trabalhos de campos foi possível identificar alguns impactos ambientais ao longo da bacia, além disso, foi possível registrar que nos fundos de vale da Bacia Hidrográfica as margens estão sofrendo um intenso processo de solapamento em locais que não encontram-se canalizados. Isso tem sido acelerado tanto pela falta de mata ciliar, quanto pela delimitação a Área de Preservação Permanente (APP). Além disso, o intenso assoreamento do córrego tem ocorrido devido a ocupação das áreas de topos das colinas e das vertentes por bairros já constituídos e por loteamentos recentes. Outro problema vinculado ao processo de ocupação está localizado próximos as nascentes dos afluentes do córrego e pontos específicos, sendo estes os processos erosivos, que são responsáveis pela esculturação do relevo, ou seja, um processo natural. É responsável pela remoção, transporte e deposição do sedimento resultante dum processo intempérico. No entanto, a erosão em formas de sulcos, ravinas e voçorocas podem ser encontrados em vários locais da bacia hidrográfica, isso está associado ausência de práticas mecânicas e edificas nas áreas rurais e um cuidado com as dinâmicas naturais dos processos geomorfológicos na área urbana. O que se observa é a manifestação de sulcos erosivos em lotemanetos recentemente implantados e nas áreas de pastagens, decorrentes principalmente pela presença de solo expostos. Formação de ravinas que são oriundas da intensificação dos sulcos ao longo do tempo. Outro problema vinculado a ações antrópicas é a deposição de resíduos sólidos (lixo), entre outros depósitos tecnogênicos. CONCLUSÃO

9 Diante do que foi apresentado constatou-se alguns impactos ambientais ao longo da Bacia Hidrográfica do Córrego São José, o que proporcionou o registro de alguns processos que estão contribuindo para a degradação da área de estudo. Assim, conclui-se que a forma como o relevo encontrado na bacia hidrográfica provocando um desequilíbrio na dinâmica natural dos processos geomorfológicos. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BACCARO, C. A. D., SANTOS L. Caracterização geomorfológica da Bacia do Rio Tijuco. Rev. Caminhos de Geografia, on line. Uberlândia MG, COSTA, R.A. Análise Biogeográfica do Parque Municipal do Goiabal em Ituiutaba MG. Rev. Caderno Prudentino de Geografia, Presidente Prudente/SP, MILANI, E. J. et. al. Bacia do Paraná. Boletim de Geociências da Petrobras, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p , MILARÉ, E. Estudo Prévio de Impacto Ambiental no Brasil. In. Ab Saber, A. N. & PLATERBERG, C. M. (org). Previsão de Impactos: o Estudo de Impacto Ambiental no Leste, Oeste e Sul. Experiências no Brasil, na Rússia e na Alemanha. 2ª edição. São Paulo: editora da Universidade de São Paulo, 1998, p MOURA, G.G. et al. Ituiutaba (MG): As condições sociais e habitação urbana na reestruturação da Cidade, Ituiutaba MG. In: PORTUGUEZ, A.P., MOURA, G.G.; COSTA, R.A. (Org.). Geografia do Brasil Central: enfoques teóricos e particulares regionais. Eº ed. Uberlândia:Assis, 2011, v.1, p PEDRO, L. C.; NUNES, João Osvaldo Rodrigues. A Relação entre processos morfodinâmicos e os desastres naturais: uma leitura das áreas vulneráveis a inundações e alagamentos em Presidente Prudente - SP. Caderno Prudentino de Geografia, v. 2, p. 81/5-96, SILVA, G. A., Fragilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Ribeirão São Lourenço, Ituiutaba MG. (Monografia) Universidade Federal de Uberlândia. Ituiutaba - MG, SILVA, J.R. et al. Rios Urbanos, Microbacias e suas Gentes, Rio de Janeiro RJ VARGAS, H. L., Ocupação irregular de APP Urbana: um estudo da percepção social acerca do conflito de interesses que se estabelece na Lagoa do Prato Raso, em Feira de Santana, Bahia. Rev. Sitientibus. Feira de Santana n.39, p. 7-36, jul/dez, p. está

BACIA HIDROGRAFICA DO CÓRREGO DO BARBOSA

BACIA HIDROGRAFICA DO CÓRREGO DO BARBOSA Ângela Maria Soares * Carolina Santos Melo ** Laila da Silva Vieira *** Suely Regina Del Grossi **** RESUMO O presente artigo é o resultado de uma pesquisa que teve como objetivo mapear e caracterizar

Leia mais

ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR

ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR ANÁLISE GEOMORFOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE JARDIM OLINDA - PR 17 Luiz Giovanni Bornia Acadêmico 4º Geografia - UEM luiz.bornia@cocamar.com.br Wérica Cardoso de Oliveira Acadêmica 1º Geografia - UEM wericaco@gmail.com

Leia mais

Política de Combate a Inundações de Belo Horizonte. Prefeitura de Belo Horizonte

Política de Combate a Inundações de Belo Horizonte. Prefeitura de Belo Horizonte Política de Combate a Inundações de Belo Horizonte Prefeitura de Belo Horizonte Belo Horizonte, fevereiro/2011 ASPECTOS GERAIS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE Área superficial : 330 km 2 População : 2,5 milhões

Leia mais

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL.

MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASIL. MAPEAMENT GEMRFÓGIC N MUNICÍPI DE PRESIDENTE PRUDENTE SP, BRASI. Melina Fushimi (melinafushimi@yahoo.com.br), João svaldo Rodrigues Nunes (joaosvaldo@fct.unesp.br) Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DO ASSOREAMENTO NO RIO SÃO FRANCISCO ENTRE PETROLINA-PE E JUAZEIRO-BA.

DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DO ASSOREAMENTO NO RIO SÃO FRANCISCO ENTRE PETROLINA-PE E JUAZEIRO-BA. DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DO ASSOREAMENTO NO RIO SÃO FRANCISCO ENTRE PETROLINA-PE E JUAZEIRO-BA. Márcia Evangelista Sousa (UPE, discente); marah-sousa@hotmail.com Nilson Evangelista da Silva Santos Filho

Leia mais

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil.

Palavras-chaves: relevo; morfodinâmica; mapeamento; Presidente Prudente; Brasil. Revista Geográfica de América Central Número Especial EGAL, 2011- Costa Rica II Semestre 2011 pp. 1-16 GEOMORFOLOGIA DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP, BRASIL. RESUMO Melina Fushimi 1 João Osvaldo

Leia mais

O ESTUDO DA PAISAGEM E AS DIFERENTES FORMAS DE OCUPAÇÃO DAS VERTENTES NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP 1.

O ESTUDO DA PAISAGEM E AS DIFERENTES FORMAS DE OCUPAÇÃO DAS VERTENTES NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP 1. O ESTUDO DA PAISAGEM E AS DIFERENTES FORMAS DE OCUPAÇÃO DAS VERTENTES NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP 1. PEDRO, L. C Mestranda do Curso de Pós-Graduação em Geografia FCT/Unesp. E-mail ledacpgeo@yahoo.com.br

Leia mais

SÍNTESE. AUTORES: MSc. Clibson Alves dos Santos, Dr. Frederico Garcia Sobreira, Shirlei de Paula Silva.

SÍNTESE. AUTORES: MSc. Clibson Alves dos Santos, Dr. Frederico Garcia Sobreira, Shirlei de Paula Silva. Mapeamento da cobertura vegetal e uso do solo nas bacias do ribeirão Carioca, córrego do Bação e córrego da Carioca, no município de Itabirito - MG: uma análise preliminar. AUTORES: MSc. Clibson Alves

Leia mais

Agentes Externos ou Exógenos

Agentes Externos ou Exógenos RELEVO Relevo Terrestre Agentes Internos Agentes Externos Tectonismo Vulcanismo Abalos Sísmicos Intemperismo Erosão Agentes Externos ou Exógenos Em síntese, pode-se afirmar que os agentes exógenos realizam

Leia mais

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA SUB-BACIA HIDROGRAFICA DO CÓRREGO DO CERRADÃO

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA SUB-BACIA HIDROGRAFICA DO CÓRREGO DO CERRADÃO CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA SUB-BACIA HIDROGRAFICA DO CÓRREGO DO CERRADÃO FLORÊNCIO, Ágatha Cristine 1 ; VALE, Monnike Yasmin Rodrigues do ²; MORAIS Welmys Magno de³,paula, Heber Martins de 4 Palavras chave:

Leia mais

Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Inglês

Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Inglês Nome: Nº: Turma: Este caderno contém questões de: Português Matemática História Geografia Ciências - Inglês 1 Os exercícios deverão ser feitos no caderno. Leitura das págs. 91 e 93 do livro de Português

Leia mais

Biomas / Ecossistemas brasileiros

Biomas / Ecossistemas brasileiros GEOGRAFIA Biomas / Ecossistemas brasileiros PROF. ROGÉRIO LUIZ 3ºEM O que são biomas? Um bioma é um conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna

Leia mais

EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO

EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO I Seminário da Rede Incêndios-Solo e I Simpósio Ibero-Afro-Americano de Riscos 4 a 7 Nov 2015 EVIDÊNCIAS DE RISCOS A INUNDAÇÕES E ALAGAMENTOS A PARTIR DA LEITURA DA PAISAGEM NO BAIXO CURSO DA BACIA HIDROGRÁFICA

Leia mais

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela

Leia mais

O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação:

O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação: SUGESTÃO Nº 113 Autor: MÁRCIA O. KAUFFMAN O 2º do artigo 22 passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 22 -... 1º -... 2º - Para a elaboração de Planos de Estruturação Urbana, conforme o estabelecido

Leia mais

AAVA. Associação dos Amigos do Vale do Aracatu

AAVA. Associação dos Amigos do Vale do Aracatu AAVA Associação dos Amigos do Vale do Aracatu Conceitos importantes Bacia Hidrográfica Divisor de águas Nascente Bacia Hidrográfica * Bacias hidrográficas são áreas da superfície terrestre separadas topograficamente

Leia mais

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM.

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. Selma Coelho de Carvalho- Discente do curso de Geografia da Universidade do Estado do Amazonas - CEST. Bolsista

Leia mais

USO DA TERRA, EROSÃO ACELERADA E ASSOREAMENTO NA MICROBACIA DO CÓRREGO DOS GÓIS, ANÁPOLIS (GO) Karine Vicência Souto 1 ; Homero Lacerda 2

USO DA TERRA, EROSÃO ACELERADA E ASSOREAMENTO NA MICROBACIA DO CÓRREGO DOS GÓIS, ANÁPOLIS (GO) Karine Vicência Souto 1 ; Homero Lacerda 2 USO DA TERRA, EROSÃO ACELERADA E ASSOREAMENTO NA MICROBACIA DO CÓRREGO DOS GÓIS, ANÁPOLIS (GO) 1 Bolsista PBIC/UEG; Karine Vicência Souto 1 ; Homero Lacerda 2 2 Orientador, Curso de Geografia, Unidade

Leia mais

RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO

RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO 3 4 Figuras 161 a 162: Evolução da remoção de um canal onde não há limitação com expansão da margem vegetada etapas 3 e 4 Fonte: COSTA (2001, p. 143) apud CARDOSO (2003) 211 O plano do rio Don parece ser

Leia mais

A DEGRADAÇÃO DO ESPAÇO URBANO EM TERRITÓRIOS DE CERRADO E O PATRIMÔNIO CULTURA DE ITUIUTABA (MG)

A DEGRADAÇÃO DO ESPAÇO URBANO EM TERRITÓRIOS DE CERRADO E O PATRIMÔNIO CULTURA DE ITUIUTABA (MG) A DEGRADAÇÃO DO ESPAÇO URBANO EM TERRITÓRIOS DE CERRADO E O PATRIMÔNIO CULTURA DE ITUIUTABA (MG) Daniel Severino Oliveira 1 Marcilene Gonçalves Teodoro 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho origina-se de um

Leia mais

AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DO RELEVO NA BACIA DO RIBEIRÃO DOS BAÚS.

AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DO RELEVO NA BACIA DO RIBEIRÃO DOS BAÚS. AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DO RELEVO NA BACIA DO RIBEIRÃO DOS BAÚS. FAGUNDES, Aline. A. 1 DUTRA, Thiago D. 2 Resumo A bacia do Ribeirão dos Baús, esta situada no Município de Ituiutaba. Nesta bacia foi

Leia mais

SUBTROPICAL (SÃO GABRIEL - RS)

SUBTROPICAL (SÃO GABRIEL - RS) PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Analise as imagens.

Leia mais

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ.

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANGEL LOO 1 e CLIBSON ALVES DOS SANTOS 2 angeel.loo@hotmail.com, clibsonsantos@gmail.com 1 Estudante

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP.

DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP. DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP. Rita Monteiro Falcão - Aluna do curso de Geografia da FFLCH/USP. E-mail: rita.falcao@usp.br Emerson Galvani -

Leia mais

Dia 10/12/2014 Eixo 1

Dia 10/12/2014 Eixo 1 Data da Apresentação dos Trabalhos Dia 10/12/2014 Eixo 1 ANÁLISE FATORIAL NA SELEÇÃO DE INDICADORES PARA ANÁLISE DE VULNERABILIDADE SOCIOAMBIENTAL: ESTUDO DE CASO PARA DOIS MUNICÍPIOS DO LITORAL PAULISTA

Leia mais

GEOGRAFIA DO BRASIL Relevo e Solo

GEOGRAFIA DO BRASIL Relevo e Solo GEOGRAFIA DO BRASIL Relevo e Solo bruno7martins@gmail.com 1 Estrutura Geológica Bacias Sedimentares Acúmulo de sedimentos sobre os escudos Associadas a Combustíveis fósseis Rochas mais porosas, infiltração

Leia mais

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009

ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 ANÁLISE SINÓTICA DE UM CASO DE TEMPO SEVERO OCORRIDO NA CIDADE DE SÃO PAULO (SP) DURANTE O DIA 7 DE FEVEREIRO DE 2009 A partir da tarde e parte da noite do dia 7 de fevereiro de 2009 foram registradas

Leia mais

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS GERENCIAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Política Nacional de Recursos Hídricos Lei Federal Nº 9.433/97 A partir da década de 1990: a legislação propõe substituir um sistema centralizador e setorial por outro

Leia mais

AVALIAÇÃO ESPÁCIO-TEMPORAL DAS PRECIPITAÇÕES EXTREMAS E SEUS IMPACTOS NO MEIO URBANO: UM CASO BRASILEIRO

AVALIAÇÃO ESPÁCIO-TEMPORAL DAS PRECIPITAÇÕES EXTREMAS E SEUS IMPACTOS NO MEIO URBANO: UM CASO BRASILEIRO AVALIAÇÃO ESPÁCIO-TEMPORAL DAS PRECIPITAÇÕES EXTREMAS E SEUS IMPACTOS NO MEIO URBANO: UM CASO BRASILEIRO :Autoras: Marina Sória Castellano nina_soria@yahoo.com.br Lucí Hidalgo Nunes luci@ige.unicamp.br

Leia mais

AVALIAÇÃO EMPÍRICA DE PARÂMETROS AMBIENTAIS APLICADOS AO MUNICÍPIO DE CRISTINÁPOLIS, SERGIPE

AVALIAÇÃO EMPÍRICA DE PARÂMETROS AMBIENTAIS APLICADOS AO MUNICÍPIO DE CRISTINÁPOLIS, SERGIPE AVALIAÇÃO EMPÍRICA DE PARÂMETROS AMBIENTAIS APLICADOS AO MUNICÍPIO DE CRISTINÁPOLIS, SERGIPE Débora Barbosa da Silva 1 ; Neise Mare de Souza Alves 1 ; Aracy Losano Fontes 1 deborabarbs@ig.com.br Universidade

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís Silva Brito 2 Dayane Zandonadi Soares 3

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís Silva Brito 2 Dayane Zandonadi Soares 3 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS CHUVAS NA BACIA DO RIO ARAGUARI (MG) (Texto publicado no VII Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica Rondonópolis/MT Agosto de 2006) Washington Luiz Assunção 1 Jorge Luís

Leia mais

Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig

Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig Metodologia para elaboração de diagnóstico físico e ambiental no Programa de Gestão de Solo e Água em Microbacias com uso do gvsig Milton Satoshi Matsushita Instituto Emater e Facsul Curitiba Paraná Brasil

Leia mais

Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica. Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva

Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica. Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica Prof. D.Sc Enoque Pereira da Silva 1 Ciclo hidrológico global Energia do sol que atua sobre o sistema terrestre: 36% de toda a energia que chega a terra é utilizada

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS VOÇOROCAS DA SERRA DA FORTALEZA EM CAMPOS GERAIS, SUL DE MINAS GERAIS

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS VOÇOROCAS DA SERRA DA FORTALEZA EM CAMPOS GERAIS, SUL DE MINAS GERAIS 87 ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS VOÇOROCAS DA SERRA DA FORTALEZA EM CAMPOS GERAIS, SUL DE MINAS GERAIS Welder Junho Batista¹ Dr. Lineo Gaspar Júnior² ¹weldertiao@yahoo.com.br ²lineo.gaspar@unifal-mg.edu.br

Leia mais

ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA

ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA Definição de DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS: Pode ser compreendido como uma região que apresenta elementos naturais específicos que interagem resultando em uma determinada

Leia mais

Dinâmica da paisagem no parque nacional de Jurubatiba e seu entorno (Rio de Janeiro, Brasil)

Dinâmica da paisagem no parque nacional de Jurubatiba e seu entorno (Rio de Janeiro, Brasil) Dinâmica da paisagem no parque nacional de Jurubatiba e seu entorno (Rio de Janeiro, Brasil) Carla Bernadete Madureira Cruz Simone R. Freitas Vinicius Seabra Rafael Barros Departamento de. Geografia Universidade

Leia mais

ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG

ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG ANÁLISE CARTOGRÁFICA DO PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE POUSO ALEGRE/MG Maria Itaiana Ferreira de Moraes 1 ; Thiago César Frediani Sant Ana 2 RESUMO: A vida social do homem está vinculada a ação de interação

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS O Caos Ambiental das Cidades Brasileiras

IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS O Caos Ambiental das Cidades Brasileiras IMPACTOS AMBIENTAIS URBANOS O Caos Ambiental das Cidades Brasileiras PROF.: ROBERT OLIVEIRA robertgeografia@gmail.com POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA: INVERSÃO TÉRMICA E SMOG PROF.: ROBERT OLIVEIRA robertgeografia@gmail.com

Leia mais

Zoneamento de risco de incêndios florestais para a bacia hidrográfica do Córrego Santo Antônio, São Francisco Xavier (SP)

Zoneamento de risco de incêndios florestais para a bacia hidrográfica do Córrego Santo Antônio, São Francisco Xavier (SP) Zoneamento de risco de incêndios florestais para a bacia hidrográfica do Córrego Santo Antônio, São Francisco Xavier (SP) Aline Kuramoto Gonçalves Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP Campus Botucatu

Leia mais

Geógrafo Frank Gundim Assessora Especial de Planejamento do DER-RJ

Geógrafo Frank Gundim Assessora Especial de Planejamento do DER-RJ DER-RJ Geógrafo Frank Gundim Assessora Especial de Planejamento do DER-RJ O uso inapropriado do meio ambiente aceleram e ampliam alguns processos. Por exemplo, as inundações são agravadas pelo desmatamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIEÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA DEFESA DE MONOGRAFIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIEÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA DEFESA DE MONOGRAFIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIEÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA DEFESA DE MONOGRAFIA ANÁLISE ESPACIAL DOS REMANESCENTES FLORESTAIS DO BIOMA MATA ATLÂNTICA

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO

TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO TERMO DE REFERÊNCIA PLANO DE TRABALHO 123: GEOPROCESSAMENTO E CADASTRAMENTO DE PROPRIEDADES DO OESTE BAIANO 1 - Identificação da Consultoria GEO 3.1 Prestação de serviço especializado de consultoria pessoa

Leia mais

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015.

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015. 2015 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO DAS VISTORIAS AMBIENTAIS PÓS CHUVAS NAS DEPÊNDENCIAS DA UHE ALZIR DOS SANTOS ANTUNES NO PERIODO DE SETE ANOS 2011 A 2015. DSA Desenvolvimento e Sust. Ambiental UHE Monjolinho

Leia mais

MAPA GEOMORFOLÓGICO PRELIMINAR DA PORÇÃO SUDOESTE DE ANÁPOLIS- GO EM ESCALA 1/ Frederico Fernandes de Ávila 1,3 ;Homero Lacerda 2,3 RESUMO

MAPA GEOMORFOLÓGICO PRELIMINAR DA PORÇÃO SUDOESTE DE ANÁPOLIS- GO EM ESCALA 1/ Frederico Fernandes de Ávila 1,3 ;Homero Lacerda 2,3 RESUMO MAPA GEOMORFOLÓGICO PRELIMINAR DA PORÇÃO SUDOESTE DE ANÁPOLIS- GO EM ESCALA 1/25.000 Frederico Fernandes de Ávila 1,3 ;Homero Lacerda 2,3 1 Bolsista PIBIC/UEG 2 Orientador - Pesquisador 3 Curso de Geografia,

Leia mais

2. Contestando o Tratado de Tordesilhas, o rei da França, Francisco I, declarou em 1540:

2. Contestando o Tratado de Tordesilhas, o rei da França, Francisco I, declarou em 1540: 1. Observe as figuras a seguir: O modo como a sociedade humana tem ocupado o espaço rural e urbano provoca impactos socioambientais negativos. Tendo como referência a interpretação e a análise das situações

Leia mais

USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA MICROBACIA DOS RIBEIRÕES LAPA/CANTAGALO IPEÚNA (SP)

USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA MICROBACIA DOS RIBEIRÕES LAPA/CANTAGALO IPEÚNA (SP) USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA MICROBACIA DOS RIBEIRÕES LAPA/CANTAGALO IPEÚNA (SP) EDUARDO APARECIDO BONIFÁCIO COSTA 1 e MARTA FELÍCIA MARUJO FERREIRA 2 Eduardo_bonifacio88@hotmail.com, martafelicia@uol.com.br

Leia mais

Análise morfométrica das microbacias do Córrego da Onça, dos Macacos e dos. Dourados na Bacia do Rio Araguari.

Análise morfométrica das microbacias do Córrego da Onça, dos Macacos e dos. Dourados na Bacia do Rio Araguari. 1 Análise morfométrica das microbacias do Córrego da Onça, dos Macacos e dos Dourados na Bacia do Rio Araguari. José Arlindo Braga Neto 1 ; Ana Cláudia Bernardes Brito! ; Kathereyn Jéssica Rosa Fiordelice!

Leia mais

HIERARQUIZAÇÃO DAS MORADIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO GEOMORFOLÓGICO ASSOCIADO À DINÂMICA FLUVIAL NA VILA URLÂNDIA, SANTA MARIA RIO GRANDE DO SUL¹

HIERARQUIZAÇÃO DAS MORADIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO GEOMORFOLÓGICO ASSOCIADO À DINÂMICA FLUVIAL NA VILA URLÂNDIA, SANTA MARIA RIO GRANDE DO SUL¹ HIERARQUIZAÇÃO DAS MORADIAS EM SITUAÇÃO DE RISCO GEOMORFOLÓGICO ASSOCIADO À DINÂMICA FLUVIAL NA VILA URLÂNDIA, SANTA MARIA RIO GRANDE DO SUL¹ RECKZIEGEL, B. W.² ² Mestranda do PPGGeo da Universidade Federal

Leia mais

UNIDADES DO RELEVO E CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO. Módulos 29 e 30 Livro 2 paginas 122 a 124 / 127 a 129

UNIDADES DO RELEVO E CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO. Módulos 29 e 30 Livro 2 paginas 122 a 124 / 127 a 129 UNIDADES DO RELEVO E CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO Módulos 29 e 30 Livro 2 paginas 122 a 124 / 127 a 129 Formas de relevo Escarpa: encosta de planalto intensamente dissecada (erodida) Serra: Morros

Leia mais

Dr. Mário Jorge de Souza Gonçalves

Dr. Mário Jorge de Souza Gonçalves Avaliação Qualitativa da Porosidade /Permeabilidade de Aquíferos em Função da Dinâmica Sazonal das Precipitações e das Vazões na Bacia Hidrográfica do Rio Verde-BA. Dr. Mário Jorge de Souza Gonçalves Novembro

Leia mais

TRIÂNGULO MINEIRO E ALTO PARANAÍBA. PARANÁ Tupaciguara Araguari

TRIÂNGULO MINEIRO E ALTO PARANAÍBA. PARANÁ Tupaciguara Araguari MATO GROSSO II SIMPÓSIO REGIONAL DE GEOGRAFIA 1 ELABORAÇÃO DO MAPA DE SOLOS DA BACIA DO RIO ARAGUARI NA ESCALA DE 1:500.000 Jorge Luis Silva Brito Prof. Dr. Do Instituto de Geografia - UFU e-mail:jbrito@ufu.br

Leia mais

ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo com os alunos. Análise e interpretação de fontes documentais (gráficos, mapas e imagens, fotografia, entre outras).

ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Diálogo com os alunos. Análise e interpretação de fontes documentais (gráficos, mapas e imagens, fotografia, entre outras). ENSINO BÁSICO Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ESCOLA BÁSICA DOS 2.º E 3.º CICLOS D. MIGUEL DE ALMEIDA DISCIPLINA: GEOGRAFIA ANO: 7º ANO 2013/2014 CONTEÚDOS A TERRA ESTUDOS E REPRESENTAÇÕES Paisagens

Leia mais

Com base nos pontos foram determinadas direções intermediárias, conhecidas como. pontos : nordeste (NE), (NO), sudeste (SE) e (SO).

Com base nos pontos foram determinadas direções intermediárias, conhecidas como. pontos : nordeste (NE), (NO), sudeste (SE) e (SO). PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Complete as

Leia mais

Córregos Urbanos de Mossoró-RN e Risco de Inundação

Córregos Urbanos de Mossoró-RN e Risco de Inundação Córregos Urbanos de Mossoró-RN e Risco de Inundação Marco Antonio Diodato (1) ; Kleane Targino Oliveira Pereira (2) (1) Professor, UFERSA/ Universidade Federal Rural do Semi-Árido, diodato@ufersa.edu.br;

Leia mais

ANÁLISE DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS COM DIFERENTES TIPOS DE USO DO SOLO EM CALHAS DE GERLACH (1966) NA FAZENDA EXPERIMENTAL DO GLÓRIA, UBERLÂNDIA MG.

ANÁLISE DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS COM DIFERENTES TIPOS DE USO DO SOLO EM CALHAS DE GERLACH (1966) NA FAZENDA EXPERIMENTAL DO GLÓRIA, UBERLÂNDIA MG. ANÁLISE DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS COM DIFERENTES TIPOS DE USO DO SOLO EM CALHAS DE GERLACH (1966) NA FAZENDA EXPERIMENTAL DO GLÓRIA, UBERLÂNDIA MG. PINESE, J. F. J 1 1 Graduando em Geografia. LAGES/UFU

Leia mais

TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais

TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais TRABALHO DE CAMPO: sua metodologia, escala de abrangência, ensino e confronto de dados. Brunno Cesar Pereira Universidade Federal de Minas Gerais brbuc@hotmail.com Eduarda Carolina Moraes de Assis Universidade

Leia mais

MAPEAMENTO DE ÁREAS SUSCETÍVEIS À EROSÃO NO MUNICÍPIO DE UBÁ-MG RESUMO

MAPEAMENTO DE ÁREAS SUSCETÍVEIS À EROSÃO NO MUNICÍPIO DE UBÁ-MG RESUMO 1 MAPEAMENTO DE ÁREAS SUSCETÍVEIS À EROSÃO NO MUNICÍPIO DE UBÁ-MG Clever Geraldo Coelho¹ Michelle de Sales Moreira Demolinari² Adelson Lemes Silva Júnior³ Fabrício Oliveira Ramos 4 Lucas Vallente Pires

Leia mais

Difratometria por raios X

Difratometria por raios X 57 A amostra 06 foi coletada no fundo de um anfiteatro (Figura 23), em uma feição residual de um degrau no interior da voçoroca, este material, aparentemente mais coeso, também consiste em areia muito

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DE CIDADE DE PEQUENO PORTE E A UTILIZAÇÃO DO NDVI PARA DISCUSSÃO DO PAPEL DA VEGETAÇÃO

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DE CIDADE DE PEQUENO PORTE E A UTILIZAÇÃO DO NDVI PARA DISCUSSÃO DO PAPEL DA VEGETAÇÃO 1 CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DE CIDADE DE PEQUENO PORTE E A UTILIZAÇÃO DO NDVI PARA DISCUSSÃO DO PAPEL DA VEGETAÇÃO CRUZ, Gilson C. F. 1 CRUZ, Suzana de Fátima C. F. 2 LOMBARDO, Magda Adelaide 3 RESUMO A

Leia mais

Estudos dos impactos da agricultura na quantidade e qualidade da água no solo e nos rios

Estudos dos impactos da agricultura na quantidade e qualidade da água no solo e nos rios Estudos dos impactos da agricultura na quantidade e qualidade da água no solo e nos rios Universidade Federal de Santa Maria Professores: Jean P.G. Minella, José Miguel Reichert, Dalvan J. Reinert Universidade

Leia mais

RELEVO - Picos. Pico da Neblina 2994 metros Pico 31 de março 2972,66 metros

RELEVO - Picos. Pico da Neblina 2994 metros Pico 31 de março 2972,66 metros RELEVO - Picos Pico da Neblina 2994 metros Pico 31 de março 2972,66 metros Localiza-se na Serra do Imeri, na fronteira com a Venezuela. Situa-se a apenas 687 metros de distância um do outro. Os dois picos

Leia mais

EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP. 1

EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP. 1 EVENTOS DE PRECIPITAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP. 1 Vinicius Moura Mendonça viniciusmmgeo@hotmail.com Discente do curso de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia

Leia mais

Quantidade de água no planeta

Quantidade de água no planeta HIDROGRAFIA Quantidade de água no planeta O Brasil possui: 10% da água superficial disponível para consumo no mundo. No Brasil a distribuição é desigual. - 70% na Amazônia - 27% no Centro-Sul - 3% no

Leia mais

Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho

Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho Geoprocessamento na delimitação de áreas de conflito em áreas de preservação permanente da sub-bacia do Córrego Pinheirinho Juliano Boeck Santos Osmar Delmanto Junior Célia Regina Lopes Zimback Ana Paula

Leia mais

O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA CARTA GEOTÉCNICA DE APTIDÃO

O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA CARTA GEOTÉCNICA DE APTIDÃO III Congresso da Sociedade de Análise de Risco Latino Americana IPT, São Paulo, Brasil 10 a 13 de Maio de 2016 Desenvolvimento e Riscos no Contexto Latinoamericano O PROCESSO INTERATIVO NA ELABORAÇÃO DA

Leia mais

Palavras-chave: análise pluviométrica, ravinas e voçorocas, controle e prevenção de enchentes

Palavras-chave: análise pluviométrica, ravinas e voçorocas, controle e prevenção de enchentes Análise Pluviométrica: uma base para a prevenção de enchentes e para o entendimento da ocorrência das ravinas e voçorocas nas bacias Ribeirão Carioca, Córrego do Bação e Córrego Carioca, afluentes do Rio

Leia mais

Dinâmica de uma bacia hidrográfica

Dinâmica de uma bacia hidrográfica Dinâmica de uma bacia hidrográfica Dinâmica de uma bacia hidrográfica Início A água, na superfície terrestre, está em constante movimento, permitindo uma constante modelação da paisagem. Essa modelação

Leia mais

SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS

SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral SELEÇÃO DE MUNICÍPIOS CRÍTICOS A DESLIZAMENTOS NOTA EXPLICATIVA Vale do Cuiabá Petrópolis/RJ Jan 2011 Outubro de

Leia mais

Programa de Retomada de Conteúdo

Programa de Retomada de Conteúdo Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Regular. Rua Cantagalo 313, 325, 337 e 339 Tatuapé Fones: 2293-9393 e 2293-9166 Diretoria de Ensino Região LESTE 5 Programa de Retomada de Conteúdo

Leia mais

ESTUDO DOS IMPACTOS DA PRECIPITAÇÃO NO AMBIENTE URBANO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP (Estágio da pesquisa: projeto em fase de análise dos resultados)

ESTUDO DOS IMPACTOS DA PRECIPITAÇÃO NO AMBIENTE URBANO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP (Estágio da pesquisa: projeto em fase de análise dos resultados) ESTUDO DOS IMPACTOS DA PRECIPITAÇÃO NO AMBIENTE URBANO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP (Estágio da pesquisa: projeto em fase de análise dos resultados) Vinicius Moura Mendonça FCT - UNESP de Presidente Prudente

Leia mais

CHINA Aspectos naturais e humanos

CHINA Aspectos naturais e humanos OBJETIVO 2016 1º ANO E. M. A MÓDULO 35 CHINA Aspectos naturais e humanos REPÚBLICA POPULAR DA CHINA Localização: LESTE DA ÁSIA - País mais populoso do mundo: 1,393 bilhão de habitantes. - 3º em área territorial:

Leia mais

GEOGRAFIA REVISÃO 1 REVISÃO 2. Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV

GEOGRAFIA REVISÃO 1 REVISÃO 2. Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV Aula 25.1 REVISÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE IV Complexos Regionais Amazônia: Baixa densidade demográfica e grande cobertura vegetal. 2 3 Complexos Regionais Nordeste: Mais baixos níveis de desenvolvimento

Leia mais

ANÁLISE DO RELEVO DA MICROBACIA

ANÁLISE DO RELEVO DA MICROBACIA 1. INTRODUÇÃO ANÁLISE DO RELEVO DA MICROBACIA Valdemir Antonio Rodrigues FCA Unesp Luis Alberto Bucci Instituto Florestal de São Paulo Danilo Simões Estudante de Pós Graduação Carlos Adolfo Bantel Engenheiro

Leia mais

A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO HUMANO

A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO HUMANO Ricardo Carlos Trindade FCT/ UNESP Universidade Estadual Paulista ricatri86@gmail.com A TEORIA DO CONFORTO NATURAL, A DINÂMICA DA NATUREZA TERRESTRE E O PARADIGMA DA GEOGRAFIA ARTICULADA AO CONHECIMENTO

Leia mais

Ernesto Luiz Alves SUSCEPTIBILIDADE E RISCO A MOVIMENTO DE MASSA E INUNDAÇÕES NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO SUL-RS

Ernesto Luiz Alves SUSCEPTIBILIDADE E RISCO A MOVIMENTO DE MASSA E INUNDAÇÕES NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO SUL-RS Ernesto Luiz Alves SUSCEPTIBILIDADE E RISCO A MOVIMENTO DE MASSA E INUNDAÇÕES NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO SUL-RS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO UFRGS, Ernesto Luiz Alves Orientadora: Profª. Drª.

Leia mais

Área: ,00 km², Constituído de 3 distritos: Teresópolis (1º), Vale do Paquequer (2 ) e Vale do Bonsucesso (3º).

Área: ,00 km², Constituído de 3 distritos: Teresópolis (1º), Vale do Paquequer (2 ) e Vale do Bonsucesso (3º). Data de Emancipação: 06 de julho de 1891. Gentílico: teresopolitanos. Unidade Federativa: Rio de Janeiro. DDD: 21 Mesorregião: Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Microrregião: Serrana. Municípios

Leia mais

3 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO

3 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO 3 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO A caracterização da área em estudo, apresentada neste capítulo, inicia-se com uma descrição de sua localização, clima, vegetação, relevo, bem como aspectos referentes

Leia mais

CARTA DE RISCO E PLANEJAMENTO DO MEIO FÍSICO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA: INSTRUMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA

CARTA DE RISCO E PLANEJAMENTO DO MEIO FÍSICO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA: INSTRUMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA CARTA DE RISCO E PLANEJAMENTO DO MEIO FÍSICO DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA: INSTRUMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA M. Sc. Rosângela Mendanha da Veiga Consultora em Planejamento e Gestão Ambiental GESTÃO AMBIENTAL

Leia mais

Colégio de Nossa Senhora de Fátima - Leiria. Geografia 8º ano. Planificação a longo prazo. Filipe Miguel Botelho 2012/2013

Colégio de Nossa Senhora de Fátima - Leiria. Geografia 8º ano. Planificação a longo prazo. Filipe Miguel Botelho 2012/2013 Colégio de Nossa Senhora de Fátima - Leiria Geografia 8º ano Planificação a longo prazo Filipe Miguel Botelho 0/03 Planificação a longo prazo 8º ano - Geografia º Período Aulas º Período Aulas 3º Período

Leia mais

Obtenção de Parâmetros para Simulação Hidrológica na Bacia do Rio Japaratuba por meio de Geotecnologias

Obtenção de Parâmetros para Simulação Hidrológica na Bacia do Rio Japaratuba por meio de Geotecnologias 168 III Seminário de Iniciação Científica e Pós-Graduação da Embrapa Tabuleiros Costeiros Obtenção de Parâmetros para Simulação Hidrológica na Bacia do Rio Japaratuba por meio de Geotecnologias Rafael

Leia mais

MUDANÇAS NA FORMA DE DELIMITAR A ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTES (APP) DOS RIOS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS RIOS SEMIÁRIDOS.

MUDANÇAS NA FORMA DE DELIMITAR A ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTES (APP) DOS RIOS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS RIOS SEMIÁRIDOS. MUDANÇAS NA FORMA DE DELIMITAR A ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTES (APP) DOS RIOS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS RIOS SEMIÁRIDOS. José Hamilton Ribeiro Andrade Universidade Federal Rural do Semiárido, hamilton.meioambiente@yahoo.com.br

Leia mais

Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres

Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres 16, 17 e 18 de setembro de 2014 São Paulo - SP Avaliação de perigos e riscos de inundação em Campos do Jordão (SP) aplicada à gestão local de risco de desastres Eduardo de Andrade; Paulo César Fernandes

Leia mais

CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia.

CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia. 18/02/2016 7º Ano B CAPÍTULO 02 Estrutura Geológica, Relevo e Hidrografia. Profº Delsomar de Sousa Barbosa Páginas: 19 a 39 Itens 01 a 03. Estrutura Geológica Relevo Hidrografia Estrutura Temática Crátons

Leia mais

Johnny Lye/Thinkstock/Getty Images. Image Source/Thinkstock/Getty Images

Johnny Lye/Thinkstock/Getty Images. Image Source/Thinkstock/Getty Images 1 Abaixo há imagens de paisagens que apresentam elementos naturais ou elementos humanizados. Circule de verde os elementos naturais e de laranja os elementos humanizados. Em seguida, escreva o nome do

Leia mais

ASPECTOS NATURAIS E ANTRÓPICOS RELEVANTES PARA A COMPREENSÃO DO ASSOREAMENTO DA BAÍA DE ANTONINA: ABORDAGEM INTRODUTÓRIA PAULA, E. V. 1 CUNICO, C.

ASPECTOS NATURAIS E ANTRÓPICOS RELEVANTES PARA A COMPREENSÃO DO ASSOREAMENTO DA BAÍA DE ANTONINA: ABORDAGEM INTRODUTÓRIA PAULA, E. V. 1 CUNICO, C. ASPECTOS NATURAIS E ANTRÓPICOS RELEVANTES PARA A COMPREENSÃO DO ASSOREAMENTO DA BAÍA DE ANTONINA: ABORDAGEM INTRODUTÓRIA PAULA, E. V. 1 1 Doutorando em Geografia da Universidade Federal do Paraná LABOFIS/ADEMADAN

Leia mais

OCUPAÇÃO ESPACIAL E AS ENCHENTES EM SÃO JOÃO DEL- REI

OCUPAÇÃO ESPACIAL E AS ENCHENTES EM SÃO JOÃO DEL- REI OCUPAÇÃO ESPACIAL E AS ENCHENTES EM SÃO JOÃO DEL- REI TEREZA BEATRIZ OLIVEIRA SOARES 1 e ANA CLÁUDIA SILVÉRIO 2 beatriz_soares27@yahoo.com.br, kadiaa@hotmail.com 1 Bolsista de iniciação a docência do curso

Leia mais

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO ANEXO 5.2 - CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO PNSB E DA ZONA DE AMORTECIMENTO A 5.2.1 REGIME PLUVIOMÉTRICO O regime pluviométrico das áreas do PNSB e de sua Zona de Amortecimento foi avaliado com base nos dados

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UMA REDE COLETORA DE ESGOTO PLUVIAL NA CIDADE SANTA MARIA - RS 1

DIMENSIONAMENTO DE UMA REDE COLETORA DE ESGOTO PLUVIAL NA CIDADE SANTA MARIA - RS 1 DIMENSIONAMENTO DE UMA REDE COLETORA DE ESGOTO PLUVIAL NA CIDADE SANTA MARIA - RS 1 DALLA NORA, Robson 2 ; GARLET, Bruno 2 ; NUNES, Felipe 2 ; BRESSAN, Vagner 2 ; FRANCO, Rafael S 2 ; BAISCH, Paulo 2 ;

Leia mais

ANALISE DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS NO BAIXO CURSO DO RIO MARANGUAPINHO EM FORTALEZA CE. Eixo Temático: Problemas Socioambientais Urbanos e Rurais.

ANALISE DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS NO BAIXO CURSO DO RIO MARANGUAPINHO EM FORTALEZA CE. Eixo Temático: Problemas Socioambientais Urbanos e Rurais. ANALISE DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS NO BAIXO CURSO DO RIO MARANGUAPINHO EM FORTALEZA CE. Francisco Otavio Landim Neto Universidade Federal do Ceará otaviogeo@oi.com.br Eciane Soares da Silva Universidade

Leia mais

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira. Geografia Climas Do Brasil Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMAS DO BRASIL Tempo x Clima Tempo meteorológico estado momentâneo da atmosfera. Clima sucessão habitual

Leia mais

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ

BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS PARA O ESTADO DO PIAUÍ Teresina - PI Dezembro(2015)/Janeiro(2016)/Fevereiro(2016) Rua 13 de Maio, 307, 4º, 5º e 6º Andar Centro CEP 64.001-150 - www.semar.pi.gov.br Teresina

Leia mais

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira. Geografia Clima Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMA O Estado está inserido na zona intertropical. Duas tipologias climáticas dominam o Estado de Pernambuco, cada qual

Leia mais

V CIRCUITO DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARAÇUAÍ MAIO 2015

V CIRCUITO DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARAÇUAÍ MAIO 2015 V CIRCUITO DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARAÇUAÍ MAIO 2015 LUCÍLIA G. S MORAES Engenheira Sanitarista e Ambiental Gerente de Meio Ambiente Secretaria de Obras, Serviços Urbanos e Meio Ambiente Timóteo -MG PROCEDIMENTOS

Leia mais

LEVANTAMENTO DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS ADVERSOS NO CAMPO DAS VERTENTES E EM MINAS GERAIS EM 2015

LEVANTAMENTO DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS ADVERSOS NO CAMPO DAS VERTENTES E EM MINAS GERAIS EM 2015 322 LEVANTAMENTO DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS ADVERSOS NO CAMPO DAS VERTENTES E EM MINAS GERAIS EM 2015 Introdução Paulo Ricardo Rufino pauloricardorufino@gmail.com Graduando em licenciatura em geografia

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 4A AULA 11. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 4A AULA 11. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 4A AULA 11 Profº André Tomasini ÁGUAS CONTINENTAIS Os oceanos e mares cobrem 2/3 da superfície do planeta. Águas Oceânicas : Abrange oceanos e mares. Águas Continentais: Rios,

Leia mais

VULNERABILIDADE NO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL SC: Estudo dos efeitos das chuvas de 2008

VULNERABILIDADE NO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL SC: Estudo dos efeitos das chuvas de 2008 VULNERABILIDADE NO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL SC: Estudo dos efeitos das chuvas de 2008 Felipe Amaro da Silva Discente do curso de Geografia Bacharelado do CPTL/UFMS silva.felipe.2007@globo.com Luiza

Leia mais

DIAGNÓSTICO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DECORRENTES DA AMPLIAÇÃO DA PONTE JUSCELINO KUBITSCHEK EM TERESINA-PI

DIAGNÓSTICO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DECORRENTES DA AMPLIAÇÃO DA PONTE JUSCELINO KUBITSCHEK EM TERESINA-PI DIAGNÓSTICO DOS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DECORRENTES DA AMPLIAÇÃO DA PONTE JUSCELINO KUBITSCHEK EM TERESINA-PI Dinael David Ferreira Lima (*), Amanda Alves Feitosa *Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

Livro Interactivo 3D Permite Fazer Anotações e Imprimir. Dúvidas Mais Comuns GEO 11. Flipping Book.

Livro Interactivo 3D Permite Fazer Anotações e Imprimir. Dúvidas Mais Comuns GEO 11. Flipping Book. Livro Interactivo 3D Permite Fazer Anotações e Imprimir Dúvidas Mais Comuns GEO 11 Flipping Book http://netxplica.com DÚVIDAS MAIS COMUNS :: BIOLOGIA E GEOLOGIA 11 http://netxplica.com 1. Ocupação antrópica

Leia mais

MAPEAMENTO DA EVOLUÇÃO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO MANDACARU, MARINGÁ PR¹

MAPEAMENTO DA EVOLUÇÃO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO MANDACARU, MARINGÁ PR¹ MAPEAMENTO DA EVOLUÇÃO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO MANDACARU, MARINGÁ PR¹ Rafael Marques dos Santos Universidade Estadual de Maringá Graduando em Geografia/Bolsista Iniciação

Leia mais

FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO

FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO FACULDADE SUDOESTE PAULISTA CURSO - ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA - HIDROLOGIA APLICADA EXERCÍCIO DE REVISÃO 1. CONCEITUE HIDROLOGIA? 2. QUAL A IMPORTÂNCIA DA HIDROLOGIA NA ENGENHARIA CIVIL? 3. ASSINALE

Leia mais