KATIANE COVATTI E SILVA A LEI DA FICHA LIMPA E OS PADRÕES DE ACESSO: DA CRIAÇÃO À REPERCUSSÃO À LUZ DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO.

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1 KATIANE COVATTI E SILVA A LEI DA FICHA LIMPA E OS PADRÕES DE ACESSO: DA CRIAÇÃO À REPERCUSSÃO À LUZ DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO Porto Alegre 2011

2 KATIANE COVATTI E SILVA A LEI DA FICHA LIMPA E OS PADRÕES DE ACESSO: DA CRIAÇÃO À REPERCUSSÃO À LUZ DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras do Centro Universitário Ritter dos Reis, Linguagem, Interação e Processos de Aprendizagem, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Letras. Orientadora Profa. Dra. Beatriz Fontana Porto Alegre 2011

3 KATIANE COVATTI E SILVA A LEI DA FICHA LIMPA E OS PADRÕES DE ACESSO: DA CRIAÇÃO À REPERCUSSÃO À LUZ DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO Dissertação de Mestrado, apresentada junto ao Programa de Pós-Graduação em Letras do Centro Universitário Ritter dos Reis, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Letras. Data da aprovação: 12 de dezembro de Profa. Dr. Beatriz Fontana (UniRitter) Dr. Lucia Rottava (UFRGS) Dr. Vera Lúcia Pires (UniRitter) Porto Alegre, 12 de dezembro de 2011.

4 DEDICATÓRIA À Pequena Flor de Lisieux.

5 AGRADECIMENTOS Uma dissertação é um trabalho árduo e solitário, mas que só existe se dele participarem tantas outras pessoas. Agradeço a todos aqueles que, à sua maneira, estiveram comigo nessa jornada, sem os quais este trabalho não seria possível e, em especial: A minha mãe, Cândida Covatti e Silva, minha eterna defensora, conselheira, colaboradora e companheira de todas as horas. A maior merecedora do que porventura houver de mérito nas páginas seguintes, que me fez perceber, por motivação e exemplo, que posso. A meu pai, Valmir da Rosa e Silva, de quem herdei o gosto pela política e, através do qual, desde pequena, descobri que é possível, o exercício da vida pública com ética e honestidade. A Vinícius Serpa, o amor que impulsiona minha vida e carrega de leveza estas e outras páginas. Por me apoiar, por me esperar, por me entender. Seu companheirismo foi imprescindível, nos bons e nos maus momentos. Obrigada por ser a razão do meu sorrir. À Beatriz Fontana, minha orientadora, que acreditou neste projeto desde o começo e soube, com paciência, competência e incentivo, indicar os movimentos certos para lapidar esta pesquisa. Pela amizade e empenho sem medida na elaboração deste trabalho e por tantos gestos que a tornam uma pessoa muito especial em minha vida. Ao Teun A. van Dijk, a quem tive o prazer de conhecer e, assim, pude perceber que cada palavra sua carrega traços de entusiasmo e compromisso, tornando-se fonte de inspiração na condução deste estudo. Aos professores do Mestrado em Letras do UniRitter (Laureate International Universities), por fazerem emergir, de forma definitiva, minha identificação com o universo das Letras. Aos colegas do Mestrado, por trocarem comigo informações preciosas e torcerem para que este trabalho evoluísse a cada dia. Aos colegas de trabalho do SEACO, Augusto, Braga, Carlos, Claiana, Juliana, Maiara, Sabrina, Samuel e Thuany, que souberam compreender o significado desta experiência de aprendizado. Aos amigos, em especial, Cristiano, Fernando, Gabriela, Indianara, Janaína, Marcelo, Mônica, Neides, Patrícia, Sete, Thami, Tina e Viviana pela compreensão da ausência, sempre com a mesma desculpa: preciso terminar a minha dissertação. É muito bom saber que

6 5 sempre há alguém para aplaudir nossas conquistas e nos amparar nas dificuldades. Obrigada pela amizade sincera. A meu avô, Setembrino (in memoriam) sinto que, onde quer que esteja, ainda me acompanha e vibra com minhas realizações. A toda a minha família, avó, tias e tios, primas e primos, pela cumplicidade silenciosa e determinante para a conclusão desta caminhada. A toda a família Serpa, meu carinho e gratidão profundos por apostarem e me incentivarem neste desafio. A todos que, de um modo ou de outro, contribuíram para que fosse possível a execução deste projeto. Muito obrigada.

7 Nada é mais poderoso que uma ideia cujo tempo chegou (Victor Hugo).

8 RESUMO O presente estudo desenvolve uma abordagem qualitativa da linguagem em uso em atinência às questões de poder e acesso presentes na Tramitação da Lei Complementar n. 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, contextualizando o movimento de iniciativa popular que a originou e a sua trajetória no cenário político e jurisdicional brasileiro. A orientação metodológica transdisciplinar (FAIRCLOUGH, 2001) da Análise Crítica do Discurso foi aplicada ao corpus, uma interface entre Linguagem, Política e Direito, com base nas quatro dimensões de acesso (VAN DIJK, 2008): 1) Planejamento, 2) Cenário, 3) Controle de eventos comunicativos, 4) Alcance e controle da audiência. A análise realizada confirma como se exerce o poder (BOURDIEU, 1996) e como ele se produz ou se legitima por meio do texto e da fala dos grupos ou instituições dominantes. Palavras-chave: Lei da Ficha Limpa; iniciativa popular; Análise Crítica do Discurso; poder; acesso.

9 ABSTRACT This study develops a qualitative approach to language in use in power and access issues concerning the Clean Record Bill, contextualizing the popular initiative movement that gave it rise, and its trajectory in the political and juridical Brazilian scene. The transdiciplinar methodological orientation (FAIRCLOUGH, 2001) of the Critical Discourse Analysis, was applied to the corpus, an interface of Language, Politics and Law, based on the four dimensions of access (VAN DIJK, 2008): 1) Planning, 2) Scene, 3) Communicative events control, 4) Reach and audience control. The analysis confirms how power is carried out (BOURDIEU, 1996) and how it is produced or legitimated by means of text and speech of dominant groups or institutions. Keywords: Clean Record Bill; popular initiative; Critical Discourse Analysis; power; access.

10 LISTA DE SIGLAS ACD Análise Crítica do Discurso ADC Análise de Discurso Crítica ADC Ação Declaratória de Constitucionalidade ADI Ação Direta de Inconstitucionalidade AMB Associação dos Magistrados Brasileiros AL Alagoas AP Amapá CEAM- Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares CCJ Comissão de Constituição e Justiça CF Constituição Federal CNBB Conferência Nacional dos Bispos do Brasil CNPL Confederação Nacional dos Profissionais Liberais CORDIALL Corpus Discursivo para Análises Linguísticas e Literárias CUT Central Única dos Trabalhadores DEM Democratas DF Distrito Federal DOU Diário Oficial da União ECD Estudos Críticos do Discurso ENIL Encontro Nacional de Integração em Linguagem Verbal e Não-Verbal FGV Fundação Getúlio Vargas GO Goiás LC Lei Complementar LSF Linguística Sistêmica Funcional MCCE Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral MG Minas Gerais NELI Núcleo de Estudos de Linguagem e Ideologia NELiS Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade OAB Ordem dos Advogados do Brasil PLP Projeto de Lei Parlamentar

11 10 PP Partido Progressista PPS Partido Popular Socialista PQ Pesquisa Qualitativa PSDB Partido da Social Democracia Brasileira PSOL Partido Socialismo e Liberdade RE Recurso Extraordinário RISTF Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal RJ Rio de Janeiro RO Recurso Ordinário SC Santa Catarina SP São Paulo STE Superior Tribunal Eleitoral STF Supremo Tribunal Federal TRE Tribunal Regional Eleitoral TSE Tribunal Superior Eleitoral UnB Universidade de Brasília UNICAP Universidade Católica de Pernambuco UNICAMP Universidade Estadual de Campinas UNIRITTER Centro Universitário Ritter dos Reis UFMG Universidade Federal de Minas Gerais

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO MOTIVAÇÃO OBJETIVOS DA PESQUISA PERSPECTIVA METODOLÓGICA PESQUISAS NO BRASIL DEFINIÇÃO DO CORPUS ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO ACD: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE O DISCURSO E SEUS PADRÕES DE ACESSO ANTECEDENTES DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO AS PROPOSTAS DA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO A POSIÇÃO DE NORMAN FAIRCLOUGH A POSIÇÃO DE TEUN A. VAN DIJK Discurso e Reprodução do Poder Social Discurso e Dominação Discurso, Poder e Acesso Analisando os Padrões de Acesso: Planejamento, Cenário, Controle de Eventos Comunicativos e Alcance e Controle da Audiência PERCURSO DA LEI DA FICHA LIMPA: DA CRIAÇÃO À REPERCUSSÃO PROCESSO LEGISLATIVO: NOÇÕES GERAIS O PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA INICIATIVA POPULAR O CENÁRIO DE TRAMITAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR N. 135/2010: DA APROVAÇÃO PELO LEGISLATIVO À SANÇÃO PRESIDENCIAL A Tramitação na Câmara dos Deputados A Tramitação no Senado Federal Sanção Presidencial O CONTROLE DE EVENTOS COMUNICATIVOS E OS JULGADOS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL...78

13 Julgamento do RE Caso Joaquim Roriz Julgamento do RE Caso Leonídio Bouças A Atual Situação da Lei da Ficha Limpa no STF...97 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXO A - LEI DA FICHA LIMPA, LC n. 135/ ANEXO B - LEI COMPLEMENTAR n. 64/1990, COM AS ALTERAÇÕES TRAZIDAS PELA LEI DA FICHA LIMPA ANEXO C - PROJETO DE LEI n. 518/ ANEXO D - ENTIDADES QUE FAZEM PARTE DO COMITÊ NACIONAL DO MCCE...139

14 1 INTRODUÇÃO Dedicar-se à pesquisa pós-moderna crítica é participar de um processo de elaboração crítica do mundo, orientado pelo esboço vago do sonho de um mundo menos condicionado pela miséria, pelo sofrimento e pelas políticas da falsidade. Em poucas palavras, trata-se de uma pragmática da esperança em uma era de razão cínica (DENZIN et al., 2006, p. 305). 1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO Na história política do Brasil, raras são as oportunidades de observarem-se processos de iniciativa popular que impactam na reorganização das normas referentes ao sistema político brasileiro. A criação da Lei Complementar n. 135/2010, sancionada em 04 de junho de 2010, que recebeu a expressiva alcunha de Lei da Ficha Limpa, configura-se como uma dessas raridades. A Lei da Ficha Limpa trata da vida pregressa do candidato, torna os critérios de inelegibilidade mais rigorosos, dessa maneira, impossibilitando a candidatura de quem teria renunciado para escapar à cassação ou daquele condenado por crimes, sendo o objetivo impedir que candidatos que tenham sua sentença transitada em julgado ou que tenham sido condenados por instâncias judiciais colegiadas possam ter a candidatura aceita. A nova lei não foi proposta pelo Legislativo, surgiu da sociedade civil organizada, através do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE), que, com o importante auxílio da mobilização on-line, conseguiu a adesão de aproximadamente 1,6 milhão de brasileiros, que assinaram o projeto de lei de iniciativa popular, dando início à trajetória da Lei da Ficha Limpa. A iniciativa popular veio em socorro da sociedade civil não somente como forma de resistência legal, mas também legítima para exigir a criação de uma lei que estivesse de acordo com os anseios sociais, na busca pela diminuição da corrupção e pela moralidade pública. Todavia é flagrante o desinteresse dos membros do parlamento nacional em tornar de fácil acesso à sociedade civil as técnicas de democracia participativa. São várias as barreiras impostas para que não se concretize, no Brasil, o efetivo exercício da cidadania. A iniciativa popular foi somente o primeiro passo na longa e difícil trajetória da Lei da Ficha Limpa, que passou ainda por votação e aprovação pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal, pela sanção do Presidente da República e por posterior publicação. Diante das controvérsias em relação à sua constitucionalidade, a referida lei está, atualmente, em

15 14 discussão no órgão máximo do Judiciário brasileiro, o Supremo Tribunal Federal, e, até o fechamento desta dissertação, ainda, pairavam dúvidas sobre a sua aplicabilidade efetiva. A partir desse impasse, que se configura como a questão de pesquisa em torno da qual este estudo se desenvolveu, buscou-se problematizar o processo da Lei da Ficha Limpa na perspectiva da Linguística Aplicada, sem prender-se, contudo, ao aspecto puramente gramatical tradicional, buscando a compreensão do evento na perspectiva da linguagem em uso e as relações de poder imbricadas nessa prática social, sob a perspectiva metodológica da Análise Crítica do Discurso. É este contexto que permite a proposição desta dissertação, que tem como tema central o estudo da trajetória da Lei da Ficha Limpa, a partir dos padrões de acesso sugeridos por van Dijk (2008), procurando sempre demonstrar as manifestações de poder veladas no discurso. A presente dissertação está vinculada à linha de pesquisa Linguagem, Discurso e Sociedade, do Metrado em Letras da UniRitter, colaborando com o projeto da Análise Crítica do Discurso. 1.2 MOTIVAÇÃO O aumento da importância da linguagem na vida social tem levado pesquisadores de várias áreas das ciências sociais a discutir e investigar como as práticas linguísticas têm sido utilizadas para servir a interesses econômicos, políticos e sociais (BOURDIEU; WACQUANT, 2001). Um dos principais fatores motivadores da pesquisa concentra-se na possibilidade de realizar um estudo que extrapola o domínio estrito da linguística, para examinar também a construção da realidade social que envolve a trajetória de uma legislação específica, trazendo a lume, questões envolvendo linguagem, política e direito. Os motivos que nos levaram a investigar a trajetória da Lei da Ficha Limpa foram de ordem pessoal, ou seja, a familiaridade com o texto especializado, pois além de curiosos por melhor compreender o universo da linguagem, nosso trabalho, como advogados, há mais de dez anos, conduziu-nos à identificação com o tema envolvendo a polêmica atual. Também, razões de ordem mais ampla orientaram a escolha, entre elas, cabe mencionar a relevância da área, a constatação da carência de pesquisa nessa área e, de maneira especial, as novas perspectivas na base reflexiva da Análise Crítica do Discurso, à qual optamos por nos filiar.

16 OBJETIVOS DA PESQUISA O objetivo geral deste trabalho, portanto, é investigar as questões de poder e acesso presentes na Lei da Ficha Limpa, contextualizando o movimento que a originou e a sua trajetória no cenário político e jurisdicional brasileiro, sob a perspectiva da Análise Crítica do Discurso. Como desdobramentos do objetivo geral, temos os seguintes propósitos: 1) Identificar como se exerce o abuso de poder e como se produz ou se legitima por meio do texto e da fala dos grupos ou instituições dominantes, através da análise da trajetória da Lei da Ficha Limpa. 2) Caracterizar os padrões de acesso sugeridos por Teun A. van Dijk (2008), como um dos principais elementos para desvelar a reprodução discursiva do poder e da dominação. 3) Propor uma maneira de analisar a trajetória da Lei da Ficha Limpa, sob o prisma dos quatro padrões de acesso, quais sejam: Planejamento; Cenário; Controle de Eventos Comunicativos e Alcance e Controle da Audiência. Para elaborar essas questões, partimos do pressuposto teórico, identificado com van Dijk (2008), de que existem ligações quase sempre ocultas entre linguagem e poder, procurando evidenciar como as estruturas e as práticas sociais influenciam as escolhas linguísticas, e que efeitos essas escolhas podem ter na sociedade. Essas questões podem ser investigadas e reveladas através da Lei da Ficha Limpa, se a ênfase não for ao texto da lei em si, mas em sua trajetória e nas questões sociais que a envolvem, mediadas e materializadas no texto, desde seu projeto até sua repercussão no Judiciário, sempre com base nas quatro dimensões de acesso apontadas por van Dijk (2008): 1) Planejamento; 2) Cenário; 3) Controle de Eventos Comunicativos; 4) Alcance e Controle da Audiência. 1.4 PERSPECTIVA METODOLÓGICA Considerando a realidade multifacetada do fenômeno da linguagem e o caráter plural da Linguística Aplicada, optou-se pela Análise Crítica do Discurso (ACD) como base reflexiva para a análise da trajetória da Lei da Ficha Limpa.

17 16 Em princípio, é preciso esclarecer uma questão terminológica: optamos por utilizar a expressão Análise Crítica do Discurso (ACD), utilizada por van Dijk (2008), Pedro (1997) e outros, contudo é importante destacar que alguns autores optaram por utilizar o termo Análise de Discurso Crítica (ADC), referindo-se à mesma metodologia. Entre eles, Izabel Magalhães (2005 p.1-2) que explica sua opção da seguinte forma: Um rápido esclarecimento com relação à tradução do termo inglês critical discourse analysis. Embora exista a expressão portuguesa 'análise crítica do discurso' [ ] prefiro o termo 'análise de discurso crítica'. Não se trata de mera questiúncula terminológica. Há uma razão para isso: no Brasil, a tradição de estudo do discurso é forte. Só para ilustrar este ponto, o livro de E. Orlandi - A Linguagem e Seu Funcionamento - foi publicado em 1983 (1 ed.). Essa tradição acadêmica se consolidou no Brasil com a expressão análise de discurso. Nesta pesquisa, mantivemos, nas citações diretas, a expressão original utilizada pelos autores, portanto quando aparecer a expressão Análise de Discurso Crítica ou ADC, trata-se da mesma metodologia, apenas, optamos por tratar por Análise Crítica do Discurso ou ACD. A Análise Crítica do Discurso não é uma diretriz, uma escola, tampouco uma especialização semelhante a tantas outras abordagens nos estudos discursivos. Antes objetiva oferecer um modo ou uma perspectiva diferente de teorização, análise e aplicação ao longo de todos os campos (VAN DIJK, 2008, p. 114). [...] sempre enfatizo que ACD NÃO é um método de análise, é nada mais do que uma atitude, um movimento em AD: de querer concentrar em problemas sociais. Para isso, você pode usar qualquer método que lhe sirva - pode ser a gramática, a estilística, a retórica, a pragmática, a análise da conversação, da argumentação, da narrativa, etc. -, assim como métodos psicológicos (por exemplo: de compreensão do discurso, de memória, de transtornos, etc.) e das ciências sociais: observação, participação, etnografia, entre outros. Portanto, em ACD, não damos diretrizes sobre como fazer AD. Depende dos objetivos de cada investigação, dos participantes, do dinheiro, etc. (VAN DIJK, 2011d) (livre tradução) 1. A escolha da análise crítica do discurso como perspectiva para investigar a trajetória da Lei da Ficha Limpa, particularmente, a partir dos padrões de acesso apresentados por van Dijk (2008), busca responder a duas preocupações: a necessidade de um comprometimento 1 [ ] siempre enfatizo que ACD NO es un método de análisis, sino nada más que una actitud, un movimiento en AD: de querer centrarse sobre problemas sociales. Para eso puedes usar cualquier método que te sirva - y puede ser de la gramática, la estilística, la retórica, la pragmática, el análisis de la conversación, de la argumentación, de la narración, etc. -, así como métodos psicológicos (por ejemplo: de comprensión del discurso, de memoria, de trastornos, etc.), y de las ciencias sociales: observación, participación, etnografía, entre otros. Así que en ACD no damos directrices de cómo hacer AD. Depende de los objetivos de cada investigación, de los participantes, del dinero, etc.

18 17 transdisciplinar 2 e um comprometimento crítico sobre o contexto social que envolveu o projeto, a votação e a repercussão da lei no Judiciário. Sobre o compromisso transdisciplinar, este trabalho precisou ultrapassar os limites do estudo linguístico para integrar-se ao domínio transdisciplinar da interface entre Linguagem, Política e Direito. Quanto ao comprometimento crítico, o diferencial reside na consciência crítica dos usos da linguagem, buscando, assim, a construção de uma sociedade mais inclusiva pelo exercício democrático da cidadania. Para trabalhar nessa perspectiva, assumimos um conceito semiótico de linguagem, segundo o qual, a linguagem pode ser definida como qualquer forma de produção de significados (FAIRCLOUGH, 2001), incluindo linguagem verbal e outros sistemas de significação, tais como gestos, imagens e quaisquer formas de linguagem não-verbal. Os termos texto e discurso são conceituados de forma diferente nas abordagens da Análise Crítica do Discurso. O discurso é considerado, por Fairclough (2008a, p.90), como o uso da linguagem como forma de prática social e não como atividade puramente individual ou reflexo de variáveis situacionais.. Há uma relação dialética entre discurso e estrutura social: o discurso contribui para constituição de todas as dimensões da estrutura social, ao mesmo tempo em que é moldado e restringido por elas. Neste sentido, o discurso é uma prática, não apenas de representação do mundo, mas de significação do mundo, constituindo e construindo o mundo em significados. (FAIRCLOUGH, 2008a) O texto é compreendido como o produto social ou o resultado das ações de falantes e escritores socialmente situados, que operam com graus relativos de possibilidades de escolha e controle, sempre no interior de estruturações ideológicas de poder e dominação (PEDRO, 1997). Esse termo não diz respeito somente aos textos escritos, mas também à fala e aos complexos textos multimodais da televisão e da internet, nos quais a língua é utilizada em combinação com outras formas semióticas, como as imagens, incluindo filmes e fotografias, linguagem corporal e efeitos sonoros. A Análise Crítica do Discurso não se reduz a uma única proposta teórica. Portanto, enveredar nesse programa de estudos críticos demanda reflexão para a escolha adequada do caminho específico. Este trabalho direciona-se principalmente pela visão do linguista Van Dijk, cuja preocupação não é delimitar seu trabalho a uma linha fechada de investigação. Pelo contrário, o autor preocupa-se em ampliar o quadro teórico da Análise Crítica do Discurso, 2 Mais do que interdisciplinar, para Fairclough (2001), a Análise Crítica do Discurso assume um caráter transdisciplinar, em que ela não apenas se utiliza de conhecimentos de outras áreas, mas também produz conhecimento a partir desta interdisciplinaridade.

19 18 levantando problemas e questões teóricas de natureza cognitiva, ainda, deixadas de lado por boa parte dos analistas críticos do discurso. Van Dijk (2002) estabelece alguns critérios para organizar uma investigação através da Análise Crítica do Discurso, os quais resumimos da seguinte forma: (a) em geral, recomenda-se iniciar qualquer investigação com a formulação precisa dos objetivos da investigação, com isso já é possível saber quais métodos respondem com propriedade as perguntas; (b) é muito importante formular um marco teórico, não muito amplo, somente com os elementos e teorias relevantes para a investigação proposta; (c) construir um corpus verdadeiramente interessante para a investigação e possível de ser analisado; (d) reconhecer que estruturas ou estratégias de discurso serão analisadas, como e por que essas e não outras; (e) estabelecer como essas estruturas se relacionam com as estruturas sociais. Não pretendemos aplicar de forma plena a proposta sociocognitiva de van Dijk, mas, sim, utilizarmos algumas de suas contribuições teóricas que possibilitem explorarmos a trajetória da Lei da Ficha Limpa observando as relações de poder e os padrões de acesso envolvidos em sua trajetória. Para a realização deste trabalho, foi utilizada a pesquisa qualitativa (PQ), a qual lida com descrições e interpretação da realidade social, tendo como base dados interpretativos; é uma forma de pesquisa potencialmente crítica: por meio da PQ, as ciências sociais críticas identificam estruturas de poder naturalizadas em um contexto socio-histórico definido (RESENDE, 2008, p.82). Essa modalidade de investigação permite a abordagem de questões linguísticas relacionadas às práticas sociais em busca transdisciplinar e crítica, pois a pesquisa qualitativa, no momento pós-moderno, é uma atividade situada que localiza o observador no mundo por intermédio de práticas interpretativas que transformam o mundo em uma série de representações (DENZIN et al., 2006, p. 17). 1.5 PESQUISAS NO BRASIL A Análise Crítica do Discurso é, atualmente, uma área consolidada internacionalmente. No Brasil, já existem alguns centros de pesquisas abordando a perspectiva através de pesquisas concluídas e em andamento, dentre os quais, faremos alguns destaques. Entre eles, o Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade (NELiS), que surgiu de uma reformulação do Núcleo de Estudos de Linguagem e Ideologia (NELI), criado em 1987,

20 19 no Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM) da Universidade de Brasília (UnB). O NELiS dedica-se ao debate de questões ligadas à relação entre linguagem e sociedade, adotando o conceito de discurso como parte irredutível de práticas sociais, dialeticamente conectado a aspectos não-discursivos das práticas. Trabalha para formação de pesquisadores e realiza frequentes encontros para a apresentação de pesquisas em andamento. A atual coordenadora do NELiS, Izabel Magalhães, foi a primeira pesquisadora a desenvolver trabalhos tendo como referencial teórico-metodológico a Análise Crítica do Discurso, (RESENDE; RAMALHO, 2009). Em 1986, publicou um artigo na revista D.E.L.T.A., com o título Por uma Abordagem Crítica e Explanatória do Discurso (MAGALHÃES, 1986). Desde esta época, vem contribuindo para o desenvolvimento dessa abordagem de estudo da linguagem no Brasil. Outro núcleo de pesquisa que se destaca na área é o Corpus Discursivo para Análises Linguísticas e Literárias (CORDIALL) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Célia Magalhães (2011), uma das pioneiras na pesquisa em Análise Crítica do Discurso no Brasil, elaborou, em 2005, uma proposta de projeto de mapeamento e de referenciação cujo objetivo geral é o mapeamento do campo de estudos Análise Crítica do Discurso. Dentro do escopo deste grupo de pesquisa, tal projeto focaliza trabalhos de pesquisadores brasileiros e portugueses cujo interesse de pesquisa é o discurso como prática social, que foi acolhido pelos demais grupos de pesquisadores Não podemos deixar de referir, também, o importante trabalho que vem sendo desenvolvido na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), através do grupo de pesquisa Linguagem e Direito, coordenado pela Professora Virgínia Colares (2010). Partindo do pressuposto de que o domínio da relação entre a linguagem e a atividade jurisdicional se inscreve numa prática necessariamente transdisciplinar, estuda-se a linguagem como atividade sociocultural e seu funcionamento no Direito, visando a construir procedimentos teóricometodológicos para análise crítica dos textos produzidos na justiça, observando a construção do discurso jurídico nas diferentes situações de interação durante a realização dos atos processuais. 1.6 DEFINIÇÃO DO CORPUS Para alcançar os objetivos fixados escolhemos o texto legislativo. Essa opção justificase, porque o texto da lei instaura, entre os interlocutores do universo jurídico, autoridades,

21 20 juristas e cidadãos, uma genuína comunicação, marcada pelos propósitos diretivos da área. Entretanto, no caminho percorrido para a escolha do corpus, foi impossível delimitar um único texto legal que abarcasse o percurso que propomos, assim, desenvolvemos a combinação de vários elementos, entre leis, projetos, regimentos, decisões judiciais e artigos da imprensa que perpassam a trajetória da Lei da Ficha Limpa e a sua repercussão no Judiciário. Como textos situados no universo da Lei da Ficha Limpa, constituem-se no âmbito da multimodalidade, e não apenas da palavra escrita, mas de todo o aparato semiótico, isso permitiu o exame de certa gama de elementos, a qual se desencadeia por meio da relação existente entre os aspectos textuais e os sentidos sociais. Destacamos, a seguir, os principais corpora analisados. Para compreendermos a nova Lei da Ficha Limpa, em toda a sua amplitude e consequências sociais, buscamos, primeiro, subsídios na Constituição Federal de 1988, lei máxima brasileira cujas legislações inferiores hierarquicamente não podem contrariar. Após a análise da previsão constitucional acerca da matéria, era preciso investigar o que já havia de legislação infraconstitucional acerca das inelegibilidades. Assim, encontramos a Lei Complementar n. 64/1990, que já previa alguns casos de inelegibilidades, contudo não era suficientemente efetiva para impedir a candidatura de individuos ímprobos e carecia de aperfeiçoamento para cumprir seu objetivo. Essa iniciativa, almejando alterar e ampliar os casos de inelegibilidades, partiu da população por meio da iniciativa popular regulamentada pela Lei Ordinária de n , de 18 de novembro de Após a adesão de 1,6 milhão de cidadãos favoráveis à nova lei e sua posterior entrega no Legislativo, nascia o Projeto de Lei Complementar n. 518/2009. O Projeto Tramitou no Legislativo, sofrendo alteração na Câmera e no Senado, que só foram possíveis através das previsões em seus Regimentos Internos. Após tramitar no Legislativo, e ser aprovado, o projeto foi sancionado pelo Presidente da República, transformando-se, assim, na Lei Complementar n. 135/2010, que ficou conhecida como Lei da Ficha Limpa. Quando de sua efetiva aplicação aos casos concretos, muitas dúvidas surgiram acerca da interpretação e constitucionalidade da nova lei e coube ao Judiciário a tarefa de dirimir as dúvidas acerca de sua aplicabilidade. Diversos foram os julgados em todas as instâncias do Judiciário brasileiro, todavia precisávamos delimitar para viabilizar nosso estudo.

22 21 Primeiramente, optamos por estudar o gênero acórdão, por tratar-se de julgamentos proferidos por Tribunal, por um dos seus órgãos colegiados, ou seja, por ser uma decisão coletiva dos Tribunais de segunda e terceira instância, que julgam novamente uma decisão de um juiz singular. Feita a opção, definimos o Supremo Tribunal Federal como produtor dos acórdãos, pois este é o órgão judiciário mais elevado de uma nação, hierarquicamente, acima dos Tribunais Superiores e Juízes de qualquer grau. Ademais, no Brasil, o Supremo Tribunal Federal tem por função precípua a guarda da Constituição. No entanto, como o volume de acórdãos disponibilizados sobre a Ficha Limpa era relativamente extenso, ainda era preciso agregar outros critérios que ajudassem a delimitar o corpus, assim, optamos por dar ênfase ao Julgamento dos Recursos Extraordinários n e , visto que tais julgados tiveram grande cobertura da mídia e cuja decisão ainda repercute em muitos outros casos semelhantes que aguardam julgamento. Também acompanhamos o início do julgamento conjunto das Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 29 e 30 e da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4578, através das quais o STF fixará entendimento acerca da constitucionalidade ou inconstitucionalidade da Lei da Ficha Limpa. Destacamos que, nos julgados referidos, nenhum acórdão foi publicado oficialmente pelo STF, disponibilizado apenas o voto de alguns juízes, através dos sites de notícias do Supremo. Outros corpora subsidiários também foram utilizados quando analisamos a repercussão da Lei no Supremo Tribunal Federal: O Regimento Interno do STF e o Manual do Advogado disponíveis no site do STF. As matérias jornalísticas, tanto provindas de órgão oficiais ou não, também, serviram de subsídio para contextualizar a trajetória da nova lei. Destacamos que nenhum dos corpora suprarreferidos foi analisado em sua integralidade, mas esses, ao se complementarem, contribuíram para que fosse possível traçar um percurso da Lei da Ficha Limpa que desse conta de responder aos objetivos da presente pesquisa. 1.7 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO Apresentada a perspectiva metodológica utilizada, bem como a formação do corpus, passamos a descrever este estudo em termos de sua organização.

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