Caminhos para Análises de Políticas de Saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Caminhos para Análises de Políticas de Saúde"

Transcrição

1 Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Tatiana Wargas de Faria Baptista Ruben Araujo de Mattos Este texto integra o material Caminhos para análise de políticas de saúde, produzido com apoio da Faperj, e disponibilizado no site Para citá-lo, utilizar esta forma: BAPTISTA, T. W. F.; MATTOS, R. A. Caminhos para análises de políticas de saúde [Apresentação]. In MATTOS, R. A.; BAPTISTA, T. W. F. Caminhos para análise das políticas de saúde, p.7-9. Online: Disponível em Apoio

2 Caminhos para Análises de Políticas de Saúde Este projeto surge a partir de algumas inquietações, de um grupo de pesquisadores e estudantes da área da saúde coletiva, no processo de estudo e busca de compreensão sobre o modo de construção das políticas de saúde no Brasil. De fato, na busca de respostas para diferentes questões sobre os problemas que se apresentam no contexto do sistema de saúde e das práticas em serviço e que dificultam o desenvolvimento do Sistema Único de Saúde, tal como idealizado na Constituição Federal de Nossas questões assim se apresentavam: Por que algumas políticas parecem nunca sair do papel? Por que algumas políticas vingam e outras não? Por que o que se expressa no discurso de governantes e representantes das instituições de governo muitas vezes parece estar tão distante do que é o dia-a-dia da política ou do que se faz no contexto de uma instituição e das práticas em serviço? Por que há uma tendência a acreditar que as políticas nacionais são capazes de mudar realidades no âmbito das localidades e serviços? Quem são os grupos, instituições e sujeitos na discussão política no Brasil? Por que a política é comumente tratada como uma atribuição de governos e grupos sociais organizados? As questões que mobilizam os estudos de política conseguem responder às inquietações de movimentos sociais, de profissionais de saúde e outros grupos sociais? As pesquisas acadêmicas possibilitam o diálogo com outros grupos? Afinal, para que servem os estudos de análise de política? E por que uma pessoa se coloca o desafio de fazer um estudo deste tipo? Ao nos aproximarmos destas questões, percebemos pelo menos três grandes desafios no desenvolvimento dos estudos de análise de política de saúde no Brasil: 1) O desafio de reconhecimento de nossa trajetória política, social e cultural e suas interferências no processo político. A análise das políticas de saúde não deveria manterse restrita ao olhar setorial. Assim, entendemos que é preciso extrapolar a análise e aprofundar as especificidades e diversidades do modo de produção das políticas no Brasil. 7

3 2) O desafio de desenvolver e adaptar conceitos e abordagens que possam dar conta do nosso modo de construção das políticas. Nossa herança colonialista parece se refletir na produção de conhecimento. Desta forma, identificamos uma forte tendência de nossos estudos de incorporar os modelos e tipologias propostos na literatura internacional sem fazer, necessariamente, um uso crítico ou adaptado às nossas políticas, criando uma rigidez desnecessária nas análises propostas. 3) O desafio de explorar metodologias de análise que possibilitem a reflexão sobre os objetivos e alcances dos estudos, entendendo a metodologia como parte do processo de produção de conhecimento, que deve ser construída a partir das questões que mobilizam cada estudo e não como modelos a priori que devem ser aplicados em diferentes estudos. Mas como enfrentar estes desafios sem constituir um esforço coletivo de construção de novos referenciais ou ao menos debater sobre os usos que temos feito dos referenciais até então utilizados? E como superar estes problemas sem refletir sobre o modo como temos construído nossos estudos e nos utilizado das metodologias propostas? Estes desafios orientam a proposta de construção desse material, com a definição de um duplo objetivo: 1 potencializar o debate aberto e reflexivo sobre a orientação política de nosso Estado e dos rumos das políticas de saúde no Brasil, ampliando a discussão sobre a política para além do âmbito de governos e da academia, tornando-o um debate social. 2 ofertar um conjunto de referenciais de análise, técnicas de pesquisa e materiais que possam ser apropriados por diferentes sujeitos no debate político, potencializando seu uso acadêmico ou social. A aposta feita é incentivar mais pessoas para que façam análise(s) de política(s), ampliando seu escopo a partir do reconhecimento do outro como sujeito político, do entendimento das especificidades locais e regionais e da construção de referenciais e metodologias de pesquisa que aprofundem a reflexão sobre nossa realidade política, social e cultural. Por estas razões este é um material que busca o diálogo com um público amplo e diversificado. Dirige-se a estudantes de pós-graduações, graduações e ensino médio, cuja formação volte-se para o campo da Saúde Coletiva, assim como aos profissionais de saúde, aos integrantes do movimento social organizado e aos diversos sujeitos envolvidos com a construção do direito à saúde sob as mais diversas formas de protagonismo político. 8

4 O projeto apresenta dois produtos: um livro sobre os caminhos possíveis na análise de políticas de saúde e um site com divulgação de todos os conteúdos do livro, links e materiais diversos (www.ims.uerj.br/ccpas). O site visa permitir aportes e críticas contínuas e também constituir-se num espaço plural de debate e uma ferramenta abrangente de formação. Sabemos que este projeto é o início de um longo caminho e que, pela sua proposta, não se faz sozinho, mas em rede, com diferentes olhares e percepções sobre um mesmo objeto. Também por isso, trata-se de um projeto que assume uma postura construcionista do conhecimento e da ciência. Ou seja, desejamos contribuir para estudos não neutros, guiados pela aspiração de construir uma sociedade mais justa e um sistema de saúde capaz de responder de modo integral às necessidades de saúde da população brasileira; aspiramos colaborar com a realização de estudos que se pautem na busca da objetividade, entendida não mais como correspondência à realidade, mas como o exame sistemático das premissas, das crenças e dos valores que norteiam a investigação, de modo a evitar que as conclusões sejam tão somente a expressão daquelas crenças e valores do investigador. Assim, contribuir para a formação de pesquisadores nessa perspectiva implica enfatizar a capacidade de refletir e de compreender criticamente o próprio processo de investigação no qual se engajam. Este material reúne um conjunto de diferentes aportes teóricos e contribuições para o debate. Não se trata de desenvolver uma nova abordagem ou outro modo de pensar a investigação das políticas de saúde no Brasil, e sim de fomentar a pesquisa e a troca em rede. Sejam muito bem-vindos! 9

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS APRESENTAÇÃO DOS TEMAS TRANSVERSAIS ÉTICA

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS APRESENTAÇÃO DOS TEMAS TRANSVERSAIS ÉTICA PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS APRESENTAÇÃO DOS TEMAS TRANSVERSAIS ÉTICA Secretaria de Educação Fundamental Iara Glória Areias Prado Departamento de Política da Educação Fundamental Virgínia Zélia de

Leia mais

Guia de Orientações Metodológicas Gerais

Guia de Orientações Metodológicas Gerais Guia de Orientações Metodológicas Gerais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Fundamental Programa de Formação de Professores Alfabetizadores Guia de Orientações Metodológicas Gerais JANEIRO 2001

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL

FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL Jailda Evangelista do Nascimento Carvalho (UFS) Alecrisson da Silva (PIO DÉCIMO) Joaquim Cardoso da Silveira

Leia mais

Diretrizes do Programa Ensino Integral

Diretrizes do Programa Ensino Integral 1 Diretrizes do Programa Ensino Integral GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Governador Geraldo Alckmin Vice Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Jacobus Cornelis Voorwald Secretário-Adjunto

Leia mais

PARA ONDE VAI A PROFISSÃO DOCENTE?

PARA ONDE VAI A PROFISSÃO DOCENTE? Valéria Arantes (org.), Sonia Penin e Miquel Martínez. Profissão docente: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus Editorial, 2009, 139 págs. ISBN: 978-85-323-0502-2. PARA ONDE VAI A PROFISSÃO DOCENTE?

Leia mais

A ideia de ciclo na análise de políticas públicas

A ideia de ciclo na análise de políticas públicas A ideia de ciclo na análise de políticas públicas Tatiana Wargas de Faria Baptista Mônica de Rezende Este texto integra o material Caminhos para análise de políticas de saúde, produzido com apoio da Faperj,

Leia mais

CIÊNCIA, METODOLOGIA E TRABALHO CIENTÍFICO (ou Tentando escapar dos horrores metodológicos)

CIÊNCIA, METODOLOGIA E TRABALHO CIENTÍFICO (ou Tentando escapar dos horrores metodológicos) CIÊNCIA, METODOLOGIA E TRABALHO CIENTÍFICO (ou Tentando escapar dos horrores metodológicos) Ruben Araujo de Mattos Este texto integra o material Caminhos para análise de políticas de saúde, produzido com

Leia mais

Heloísa Lück Dimensões da gestão escolar e suas competências

Heloísa Lück Dimensões da gestão escolar e suas competências Heloísa Lück Dimensões da gestão escolar e suas competências Editora Positivo Curitiba 2009 Ficha Catalográfica Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP,

Leia mais

Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo! Sistematização da Experiência em Educomunicação

Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo! Sistematização da Experiência em Educomunicação Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo! Sistematização da Experiência em Educomunicação EXPEDIENTE Organizadores Mário Volpi e Ludmila Palazzo (UNICEF) Textos Associação Cidade

Leia mais

Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1

Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Pedagogia de projetos: fundamentos e implicações Se fizermos do projeto uma camisa de força para todas as atividades escolares, estaremos engessando

Leia mais

8. ENSINO FUNDAMENTAL

8. ENSINO FUNDAMENTAL 8. ENSINO FUNDAMENTAL 8.1 ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL A legislação educacional brasileira define que o ensino fundamental, com duração de oito anos, é de freqüência obrigatória e oferta gratuita

Leia mais

Os Sentidos da Integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos 1

Os Sentidos da Integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos 1 Os Sentidos da Integralidade: algumas reflexões acerca de valores que merecem ser defendidos 1 Ruben Araújo de Mattos Introdução O que é integralidade? Poderíamos dizer, numa primeira aproximação, que

Leia mais

PCN. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ensino Médio. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais

PCN. Ciências Humanas e suas Tecnologias. Ensino Médio. Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais PCN Ensino Médio Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências Humanas e suas Tecnologias Sumário A reformulação do ensino médio e as áreas do conhecimento 7 A

Leia mais

As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) são

As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) são Mudanças nos cursos de Odontologia e a interação com o SUS O conceito de saúde explicitado na Constituição e os princípios que nortearam a criação e implantação do SUS são fundamentais na definição das

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA AS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALAGOAS

REFERENCIAL CURRICULAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA AS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALAGOAS GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DO ESPORTE SEE/AL PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MEC-PNUD-SEE/AL REFERENCIAL CURRICULAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARA AS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALAGOAS

Leia mais

INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO. Diversidade e Currículo

INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO. Diversidade e Currículo INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO Diversidade e Currículo Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental Organização do Documento Jeanete

Leia mais

Conhecendo o Programa A União Faz a Vida

Conhecendo o Programa A União Faz a Vida Conhecendo o Programa A União Faz a Vida COLEÇÃO DE EDUCAÇÃO COOPERATIVA 2 Programa A União Faz a Vida APRESENTAÇÃO 5 HISTÓRICO DO PROGRAMA 6 OBJETIVO DO PROGRAMA 7 PRINCÍPIOS 7 CONTRIBUIÇÃO PARA A EDUCAÇÃO

Leia mais

A METODOLOGIA DE ENSINO UTILIZADA PELOS PROFESSORES DA EJA - 1º SEGMENTO - EM ALGUMAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA

A METODOLOGIA DE ENSINO UTILIZADA PELOS PROFESSORES DA EJA - 1º SEGMENTO - EM ALGUMAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA A METODOLOGIA DE ENSINO UTILIZADA PELOS PROFESSORES DA EJA - 1º SEGMENTO - EM ALGUMAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA Resumo SILVA, Joelma Batista da PUCPR joelmabatista@pop.com.br PLOHARSKI,

Leia mais

SÉRIE. Debates ED Nº1 Maio de 2011 ISSN 2236-2843. Protótipos curriculares de Ensino Médio e Ensino Médio Integrado: resumo executivo.

SÉRIE. Debates ED Nº1 Maio de 2011 ISSN 2236-2843. Protótipos curriculares de Ensino Médio e Ensino Médio Integrado: resumo executivo. SÉRIE Debates ED Nº1 Maio de 2011 ISSN 2236-2843 Protótipos curriculares de Ensino Médio e Ensino Médio Integrado: resumo executivo Educação SÉRIE Debates ED Nº1 Maio de 2011 ISSN 2236-2843 Protótipos

Leia mais

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ADAPTAÇÕES CURRICULARES ESTRATÉGIAS PARA A EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Secretaria de Educação Fundamental Iara Glória Areias Prado Secretaria

Leia mais

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS. - material de apoio -

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS. - material de apoio - Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS - material de apoio - Sumário 1. Documento Base para gestores e trabalhadores do SUS 03 2. Glossário HumanizaSUS 10 3. O Grupo de Trabalho

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: UMA RELAÇÃO COMPLEXA

GESTÃO ESCOLAR E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: UMA RELAÇÃO COMPLEXA 1 GESTÃO ESCOLAR E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: UMA RELAÇÃO COMPLEXA Msc. Andrey Felipe Cé Soares - UNIVALI Resumo: Este artigo é um recorte da pesquisa de mestrado, concluída em outubro de 2011, que caracteriza

Leia mais

Guia da Gestão da Capacitação por Competências

Guia da Gestão da Capacitação por Competências MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO E DESEMPENHO INSTITUCIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE POLÍTICAS DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Guia da

Leia mais

PROFESSORAS BEM-SUCEDIDAS: SABERES E PRÁTICAS SIGNIFICATIVAS MENDES, Maria Celeste de Jesus UNISANTOS GT-04: Didática Agência Financiadora: SEE-SP

PROFESSORAS BEM-SUCEDIDAS: SABERES E PRÁTICAS SIGNIFICATIVAS MENDES, Maria Celeste de Jesus UNISANTOS GT-04: Didática Agência Financiadora: SEE-SP 1 PROFESSORAS BEM-SUCEDIDAS: SABERES E PRÁTICAS SIGNIFICATIVAS MENDES, Maria Celeste de Jesus UNISANTOS GT-04: Didática Agência Financiadora: SEE-SP Introdução Este trabalho apresenta duas vertentes sobre

Leia mais

Tecnologia educacional : descubra suas possibilidades na sala de aula Thiagarajan e Pasigna Começo de conversa Lévy Libâneo

Tecnologia educacional : descubra suas possibilidades na sala de aula Thiagarajan e Pasigna Começo de conversa Lévy Libâneo LEITE, Lígia Silva. (Coord.). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula. Colaboração de Cláudia Lopes Pocho, Márcia de Medeiros Aguiar, Marisa Narcizo Sampaio. 2. Ed. Petrópolis-RJ:

Leia mais

Gestão da Clínica nas redes de atenção à saúde. C a d e r n o d o C u r s o

Gestão da Clínica nas redes de atenção à saúde. C a d e r n o d o C u r s o Gestão da Clínica nas redes de atenção à saúde C a d e r n o d o C u r s o Ficha Catalográfica Biblioteca Dr. Fadlo Haidar Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa G333 Gestão da clínica nas redes

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

PROJETO CIDADE ESCOLA CANDANGA: EDUCAÇÃO INTEGRAL

PROJETO CIDADE ESCOLA CANDANGA: EDUCAÇÃO INTEGRAL MARÇO - 2014 Colaboradores na Elaboração do Projeto Ana José Marques, Andreza Costa Barbosa, Antônio Vitor Gomes Leitão, Cristhian Spindola Ferreira, Edileuza Fernandes da Silva, Edna Rodrigues Barroso,

Leia mais

Ciclos de formação e desenvolvimento humano: quais são os elementos da prática educativa de boa qualidade?

Ciclos de formação e desenvolvimento humano: quais são os elementos da prática educativa de boa qualidade? Ciclos de formação e desenvolvimento humano: quais são os elementos da prática educativa de boa qualidade? Souza, Cleyde Nunes Leite 88 Resumo: Este texto apresenta alguns fundamentos que sustentam a proposta

Leia mais

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS INTRODUÇÃO AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS

PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS INTRODUÇÃO AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS INTRODUÇÃO AOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Secretaria de Educação Fundamental Iara Glória Areias Prado Departamento de Política da Educação Fundamental Virgínia

Leia mais