CORRELAÇÃO ENTRE TESTES PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SEMENTES DE ALCACHOFRA (CYNARA SCOLYMUS L.) E A GERMINAÇÃO

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1 CORRELAÇÃO ENTRE TESTES PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SEMENTES DE ALCACHOFRA (CYNARA SCOLYMUS L.) E A GERMINAÇÃO CORRELATION BETWEEN ARTICHOKE (CYNARA SCOLYMUS L.) SEED QUALITY EVALUATION TESTS AND THE GERMINATION Marília Lazarotto 1, Kenia Michele de Quadros 2, Marlove Fátima Brião Muniz 3, Elena Blume 3. RESUMO O conhecimento da qualidade fisiológica e sanitária das sementes de alcachofra (Cynara scolymus L.) é necessário para seu cultivo, assim como conhecer a eficiência de diferentes testes de avaliação que podem complementar o teste padrão de germinação. Foi conduzido um experimento com o objetivo de avaliar a qualidade sanitária e fisiológica das sementes de alcachofra, bem como correlacioná-la com a germinação. Foram avaliadas duas procedências de sementes de alcachofra, sendo uma de produção em horta e outra, de sementes comerciais tratadas. Os testes utilizados para avaliação de qualidade fisiológica e sanitária foram os testes de germinação, primeira contagem de germinação, emergência, índice de velocidade de emergência (IVE), avaliação de plântulas, sanidade e tetrazólio. As sementes produzidas em horta apresentaram maior potencial fisiológico, enquanto que a qualidade sanitária não diferiu entre as procedências. O teste de tetrazólio se correlacionou positivamente com a germinação em laboratório. Já a emergência não representa a germinação em laboratório, já que a primeira apresentou resultados superiores, provavelmente devido à baixa umidade relativa do ar no período, preferível pela espécie em estudo. Palavras-chave: alcachofra, qualidade fisiológica, qualidade sanitária. ABSTRACT The knowledge about physiological and sanitary artichoke seed quality is necessary for its cultivation and requires knowledge about the efficiency of different evaluation tests, which could supplement the germination test. With the objective to verify the sanitary and 1 Acadêmica, Engenharia Florestal/UFSM/ Santa Maria/RS 2 Aluna de Pós-Graduação em Engenharia Florestal/ UFSM 3 Prof. Dr. Adjunto, Depto de Defesa Fitossanitária - UFSM.

2 Lazarotto, M. et al. 44 physiological artichoke seeds quality and the relation with the germination test, two lots of artichoke were evaluated. One of this origin was from a vegetable garden and, another, was from the market with fungicide treatment. The seeds were evaluated by the germination test, first count germination, seedling emergence, speed of emergence-index, seedlings evaluation, health test and tetrazolium test. The seeds from vegetable garden had superior physiological potential, but the sanitary quality wasn t different between seeds origins. The tetrazolium test had present positive relation with germination. The seedling emergence wasn t representative to the germination, because the first, present greater results, probably because the dry weather is the species preference. Key words: artichoke, physiological seed quality, sanitary seed quality INTRODUÇÃO A alcachofra (Cynara scolymus L.) é uma planta herbácea perene, pertencente à família Compositae (Asteraceae), originária do norte da África. Seu cultivo é indicado em solos ricos e argilosos, principalmente em regiões serranas de verão ameno e inverno com geadas fracas. A espécie prefere clima seco, porém a combinação de clima seco e quente pode provocar a abertura precoce da inflorescência e, no caso de interesse medicinal da planta, não produz grande quantidade de cinarina nas folhas, um poderoso diurético. Além de sua importância como hortaliça, a espécie possui inúmeras utilizações como planta medicinal, principalmente no combate de disfunções no fígado (LORENZI & MATOS, 2002). Apesar de ser consumida como hortaliça, a espécie não é produzida em larga escala no Brasil, já que, principalmente fatores climáticos, impedem seu desenvolvimento. Por isso, para seu cultivo, é necessário que se tenha conhecimento da qualidade fisiológica de suas sementes através da realização de testes e que métodos padronizados sejam estabelecidos na avaliação das sementes. A avaliação da qualidade fisiológica das sementes é freqüentemente realizada através do teste de germinação que, segundo BRASIL (1992) e CARVALHO & NAKAGAWA, (2000), consiste em determinar o potencial germinativo de um dado lote e avaliar a qualidade fisiológica das sementes e produção de mudas. Como se trata de teste de controle de qualidade, este deve ser conduzido em laboratório, sob condições controladas de temperatura, umidade e luz, possibilitando que as sementes expressem seu máximo poder germinativo. Alguns autores como BYRUM & COPELAND (1995)

3 45 Correlação entre testes... questionam a validade deste teste para prever o comportamento das sementes à campo, já que não terão sempre as condições favoráveis a seu desenvolvimento e, por isso, seria necessária a realização de testes de vigor complementares ao teste de germinação. Os testes de vigor são instrumentos importantes, como adjuntos ao teste de germinação na pesquisa sobre qualidade de sementes (HAMPTON & COOLBEAR, 1990), dentre estes testes está a comparação da porcentagem de plântulas normais na primeira contagem de germinação, conforme NAKAGAWA (1994), o que possibilita determinar o vigor relativo entre lotes de sementes. Testes que se baseiam no desempenho de plântulas são simples e deveriam estar entre os mais utilizados; dentre eles está a classificação do vigor de plântulas, onde as plântulas normais são classificadas como normais fortes e normais fracas (VANZOLINI & NAKAGAWA, 2007). A interpretação do teste de germinação de sementes baseia-se nas características de plântula normal. De acordo com as Regras para Análises de Sementes (BRASIL, 1992), é considerada germinada a semente que, desenvolvidas as estruturas essenciais do embrião, apresente capacidade para gerar uma planta normal, sob as condições ambientais favoráveis. Outro teste de importância fundamental na análise de qualidade fisiológica de sementes é o teste de tetrazólio, que tem como importante objetivo determinar rapidamente a viabilidade das sementes, especialmente para espécies que possuam germinação lenta em testes normais ou com dormência. Este teste pode, ainda, detectar danos mecânicos e diagnosticar causas para deterioração das sementes (GRABE, 1976). O teste de tetrazólio reflete a atividade das enzimas desidrogenases, envolvidas no processo de respiração. Pela hidrogenação do 2, 3, 5 trifenil cloreto de tetrazólio, é produzida nas células vivas uma substância vermelha, estável e não difusível, o trifenil formazan. Isto torna possível distinguir as partes vivas, coloridas de vermelho, daquelas mortas que mantêm a sua cor (OLIVEIRA et al., 2005). Este teste tem sido aceito, não somente como uma técnica para estimar a viabilidade, mas também o vigor das sementes (DESWAL & CHAND, 1997). O teste de sanidade tem como objetivo determinar o estado sanitário de uma amostra de sementes e, conseqüentemente, do lote que representa, permitindo a comparação de diferentes lotes para determinar sua utilização comercial.

4 Lazarotto, M. et al. 46 Os patógenos transmitidos por sementes podem servir de inóculo inicial para o desenvolvimento progressivo de uma doença a campo, além de serem uma das causas da baixa germinação e do baixo vigor tanto em laboratório quanto à campo (BRASIL, 1992). O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade sanitária e fisiológica das sementes de alcachofra de duas procedências, sendo um lote de sementes comerciais e outro de sementes produzidas em horta, bem como correlacionar testes de tetrazólio, sanidade e emergência com o teste padrão de germinação em laboratório. MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho foi conduzido no Laboratório de Fitopatologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no ano de Foram utilizados dois lotes de sementes de diferentes procedências, sendo um de sementes comerciais importadas da Itália, datado de 2005, e o outro produzido em horta no Viveiro Florestal da UFSM e coletado também em Portanto, todos os lotes tinham um ano quando o presente estudo foi realizado. As sementes de ambas as procedências foram submetidas aos seguintes testes para sua avaliação: Germinação Foram utilizadas 200 sementes de cada procedência divididas em quatro repetições de 50, colocadas em caixas plásticas tipo gerbox com três camadas de papel-filtro e umedecidas com água destilada. Após, o material foi colocado em câmara climatizada com temperatura de 25 C. A primeira contagem foi realizada aos sete dias computando-se a percentagem de plântulas normais. A segunda contagem foi realizada aos 21 dias verificando-se a percentagem de plântulas normais, anormais, sementes duras ou nãogerminadas e mortas, de acordo com BRASIL (1992). Emergência Em substrato comercial Plantmax para hortaliças, foram semeadas 80 sementes, de cada procedência, divididas em quatro repetições de 20 sementes. Estas ficaram, em ambiente aberto, expostas às condições ambientais. Foi contado, diariamente, o número de plântulas que haviam emergido a fim de determinar o Índice de Velocidade de Emergência (IVE) através da fórmula proposta por MAGUIRE (1962): IVE=(G 1 /N 1 )+(G 2 /N 2 )+...+(G n /N n ) (1) sendo que: IVE = Índice de Velocidade de Emergência G = número de plântulas normais computadas nas contagens N = número de dias da semeadura à 1ª, 2ª... enésima avaliação. Além disso, foi computado o número total de plântulas emergidas até que

5 47 Correlação entre testes... não fosse mais observado a emergência de novas plântulas, o que ocorreu ao final de 28 dias. Avaliação de plântulas As plântulas foram avaliadas aos 28 dias após a emergência considerando-se: a) massa seca (g/plântula), obtida colocando-se as plântulas em estufa a 50 C por 24 horas; b) massa fresca (g/plântula) foi obtida utilizando-se balança analítica com precisão 0,01 g; c) comprimento das plântulas normais, medido em centímetros; e d) dentre as plântulas normais, caracterizaramse as plântulas em fortes ou fracas. As plântulas normais fortes, ou plântulas vigorosas, teriam mais chances de se estabelecer em ambientes mais estressantes sendo bem desenvolvidas e morfologicamente perfeitas, sem rachaduras ou lesões; já as fracas apresentam algum problema em sua estrutura ou mesmo lesões, porém que não caracterizam anormalidade à planta (VANZOLINI & NAKAGAWA, 2007). Sanidade Foram utilizadas 100 sementes para cada lote, divididas em quatro repetições. As sementes comerciais foram adquiridas já tratadas com o fungicida Captan (0,15%). Neste teste, utilizou-se três lotes: um lote de sementes produzidas em horta, um lote de sementes comerciais não-lavadas e um lote de sementes comerciais lavadas. As sementes foram lavadas em água corrente por três vezes para retirar o fungicida aplicado. O teste foi realizado com três camadas de papel filtro e colocadas em caixas tipo gerbox, previamente esterilizadas com hipoclorito e umedecidas com água destilada. A incubação foi realizada em câmara climatizada com temperatura de 25 C durante sete dias. Após este período, foi realizada a identificação dos fungos presentes nas sementes com auxílio de microscópio estereoscópio e ótico. Tetrazólio Para este teste, as sementes foram previamente embebidas em água por 18 horas, cortadas longitudinalmente através do eixo embrionário e mantidas no escuro em solução de tetrazólio por 6 horas a 30 C (BRASIL, 1992.) Foram utilizadas 60 sementes por lote, divididas em quatro repetições de 15 sementes. Das sementes produzidas em horta, utilizou-se apenas um lote o qual foi submetido à solução de tetrazólio a 1%. Das sementes de procedência comercial foram utilizados três lotes, os quais foram submetidos a soluções de tetrazólio a 1, 0,5 e 0,2% respectivamente. Foram testadas diferentes concentrações de solução de tetrazólio devido ao fato de não haver uma concentração padrão utilizada para a espécie em estudo. As sementes foram classificadas em viáveis, não-viáveis e

6 Lazarotto, M. et al. 48 vazias. Neste teste, inicialmente, comparouse as duas procedências utilizando concentração de tetrazólio a 1%, após, fezse a comparação das diferentes soluções de tetrazólio com as sementes de procedência comercial apenas. Para todos os testes descritos anteriormente, utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com oito (germinação), quatro (sanidade, emergência, IVE, comprimento de plântulas, massa seca, massa verde, plântulas fortes e fracas) e três (tetrazólio) repetições. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Para a correlação linear utilizou-se o teste t. Foi utilizado o pacote estatístico Sanest (ZONTA & MACHADO, 1986). RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados obtidos para o teste de primeira contagem, teste de germinação, emergência e Índice de Velocidade de Emergência (IVE) são apresentados na Tabela1. Observa-se que, tanto na primeira contagem quanto no final do teste de germinação aos 21 dias, as sementes procedentes da produção em horta destacaram-se, apresentando maiores percentagens de germinação, havendo um aumento de cerca de dez pontos percentuais entre a germinação inicial e a final. As mesmas tiveram maiores percentagens para emergência e IVE, ao final de 28 dias, demonstrando que são mais vigorosas e possuindo maior potencial fisiológico. A alcachofra se adapta melhor em climas secos, exatamente como ocorreu no período em que o teste de emergência a campo foi realizado, provavelmente foi por este motivo que a emergência foi superior ao teste de germinação, já que neste último as sementes eram umedecidas regularmente. Outro fator que explica a alta emergência foi porque, neste teste, o período de avaliação foi maior do que na germinação, já que foi contado conjuntamente o IVE até o período em que não se registrou mais a emergência de novas plântulas. No lote de sementes comerciais, embora a comercialização seja feita em embalagens hermeticamente fechadas, a germinação foi menor que a indicada no rótulo conforme análise realizada em março de 2005, indicando 82% de germinação. A massa seca, massa verde, comprimento das plântulas normais e quantidade de plântulas fortes e fracas estão apresentados na Tabela 2 e mostram que não houve diferença significativa entre as duas diferentes procedências de sementes.

7 49 Correlação entre testes... TABELA 1 - Valores médios de primeira contagem de germinação (PCG), germinação (G), emergência (E) e Índice de velocidade de emergência (IVE) Procedência PCG (%) G (%) E (%) IVE (%) Horta Comercial 50,50 a 7,00 b 60,00 a 27,50 b 78,75 a 37,50 b 0,30 a 0,11 b C.V. 4,70 5,80 4,40 0,24 CV = Coeficiente de variação * Médias seguidas por mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey (P>0,05). TABELA 2 - Valores médios de Massa Seca (MS), Massa Verde (MV), comprimento (Comp.), Plântulas Normais Fortes (FO) e Plântulas Normais Fracas (FR) Procedência MS (g/plântula) MV (g/plântula) Comp. (cm) FO (%) FR (%) Horta Comercial 0,04 a 0,04 a 0,67 a 0,71 a 11,35 a 10,85 a 58,57 a 54,54 a 41,09 a 45,44 a C.V. 14,53 3,92 4,96 2,68 3,03 CV = Coeficiente de variação * Médias seguidas por mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey (P>0,05). Na avaliação sanitária de sementes de alcachofra foram detectados onze gêneros de fungos, sendo os principais apresentados na Tabela 3. Os fungos dos gêneros Alternaria, Penicillum, Aspergillus e Fusarium ocorreram em maior quantidade e foram comuns aos três lotes. As sementes comerciais não-lavadas apresentaram maior ocorrência dos gêneros Alternaria (59%); as sementes comercias lavadas apresentaram maiores percentagens para os fungos dos gêneros Pennicillum (75%) e Aspergillus (51%). Tanto as sementes produzidas em horta quanto as comercias lavadas apresentaram 23% de ocorrência de fungos do gênero Fusarium. Fungos do gênero Fusarium e Alternaria, encontrados nas sementes de alcachofra no teste de sanidade, são típicos causadores de damping-off o que, posteriormente poderá prejudicar o desenvolvimento da planta. Já fungos dos gêneros Aspergillus e Penicillum, responsáveis por apodrecimento e deterioração de sementes, costumam aparecer quando as condições de armazenamento das sementes não são adequadas, como em condições de umidade e temperatura elevadas, ou mesmo quando estas estão armazenadas por longos períodos. Segundo ROCHA et al. (2005), foi

8 Lazarotto, M. et al. 50 encontrada uma grande diversidade de fungos em sementes de manjericão (Ocimum basilicum L.), principalmente dos gêneros: Alternaria, Aspergillus, Fusarium, Rhizopus e Trichoderma. Todos os gêneros citados acima também foram encontrados nas sementes de alcachofra. TABELA 3 - Ocorrência dos principais fungos (%) associados às sementes de Cynara scolymus em três lotes: Alternaria sp. Penicillum sp. Aspergillus sp. Fusarium sp. Horta, Tratadas lavadas (L) e Tratadas Não-lavadas (NL) Lote Fungos Horta L NL 31,0 ab 4,5 b 0,5 b 23,0 a 21,0 b 75,0 a 51,0 a 23,0 a * Médias seguidas por mesma letra, na linha, não diferem entre si pelo teste de Tukey (P>0,05). Na Tabela 4 encontram-se os dados referentes ao teste de tetrazólio verificandose que a uma mesma concentração da solução (1%), as duas procedências diferiram em todas as variáveis consideradas, sendo que as sementes de horta apresentaram maior média para sementes viáveis e menor média para sementes não-viáveis, indicando qualidade fisiológica superior. Apenas para a variável 59,0 a 33,0 ab 48,0 a 19,0 a sementes vazias, o lote de sementes comerciais teve melhor desempenho. Comparando-se o teste de germinação com o teste de tetrazólio, podese observar que o segundo pode representar de maneira adequada a germinação das sementes já que a percentagem de sementes viáveis do teste de tetrazólio aproximou-se da percentagem de plântulas normais do teste de germinação para ambas as procedências. TABELA 4 - Resultados do teste de tetrazólio no escuro em sementes de alcachofra (Cynara scolymus L.) de Horta Comercial duas diferentes procedências a 1% da solução de tetrazólio, considerando as variáveis Viáveis, Não Viáveis e Vazias. Procedência Viáveis (%) Não Viáveis (%) Vazias (%) 50,00 a 25,00 b 41,25 b 75,00 a 8,75 a 0,00 b C.V. 1,10 1,05 0,84 * Médias seguidas por mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey (P>0,05). Quando foram testadas diferentes concentrações da solução de tetrazólio para uma única procedência de sementes comerciais, a concentração da solução de tetrazólio a 0,2% permitiu identificar a maior percentagem de sementes viáveis e menor percentagem de sementes nãoviáveis, seguido de à 1% (Tabela 5).

9 51 Correlação entre testes... Porém, a concentração de 1% foi a Portanto, o teste de tetrazólio para que mais se aproximou dos resultados sementes de alcachofra, poderia ser encontrados no teste de germinação para o mesmo lote, sendo a percentagem de sementes viáveis exatamente igual a de realizado com 1% de concentração de tetrazólio, representando o teste padrão de germinação de maneira eficiente e rápida. plântulas normais do teste de germinação. TABELA 5 - Resultados do teste de tetrazólio no escuro em sementes comercializadas de alcachofra para diferentes concentrações da solução de tetrazólio, considerando as variáveis Viáveis e Não Viáveis. Concentração Viáveis (%) Não Viáveis (%) 0,2% 1% 0,5% 28,75 a 25,00 a 15,00 a 71,25 a 75,00 a 85,00 a C.V. 2,94 2,04 * Médias seguidas por mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey (P>0,05). Observando-se a Tabela 6, as da qualidade fisiológica de sementes de correlações obtidas entre o teste de arroz, constatou que o teste de primeira germinação em laboratório e os demais testes descritos a seguir, verifica-se que ocorreram correlações positivas, porém não significativas para os dois lotes, em relação às plântulas normais fortes nas sementes de horta e plântulas normais fracas nas sementes comerciais. No teste de tetrazólio, a correlação foi positiva para ambos os lotes, porém significativa apenas para o lote contagem de germinação e tetrazólio se correlacionam positivamente com o teste padrão de germinação. A correlação entre emergência em campo e germinação em laboratório foi negativa para os dois lotes o que indicaria a não representação da germinação em laboratório pela emergência em campo, porém esta correlação não foi significativa a 5 % de probabilidade. de sementes produzidas em horta. MENEZES et al. (1994), comparando métodos para avaliação rápida TABELA 6 - Coeficientes de correlação simples (r) entre a germinação em laboratório e os testes de avaliação da qualidade fisiológica e sanitária de sementes de alcachofra. Procedência E Fortes Fracas TZ Horta G Comercial G - 0,88 ns ns ns 0,81-0,80 0,58-0,43 ns - 0,44 ns 0,44 ns ** 0,34 ns G = germinação, E = Emergência, Fortes = Plântulas fortes, Fracas = Plântulas fracas, TZ = tetrazólio, ** valor

10 Lazarotto, M. et al. 52 significativo a 5% de probabilidade, ns valor não significativo a 5% de probabilidade. Na Tabela 7, observa-se que todas Este comportamento dos fungos em as correlações entre germinação em relação à germinação mostra que a laboratório e os principais fungos aplicação de fungicida nas sementes de associados às sementes de alcachofra em ambos os lotes foram positivas e não alcachofra foi ineficiente, tanto é que, para alguns fungos, a ocorrência foi maior nas significativas, exceto para Fusarium sp. no sementes comerciais tratadas com lote de sementes comerciais onde a correlação foi negativa. fungicida, o que já foi demonstrado na Tabela 3. TABELA 7 - Coeficientes de correlação simples (r) entre a germinação em laboratório e os principais gêneros de fungos associados às sementes de alcachofra. Procedência Aspergillus sp. Alternaria sp. Penicillum sp. Fusarium sp. Horta G Comercial G 0.58 ns ns 0.06 ns ns 0.32 ns 0.52 ns G = germinação. ns valor não significativo a 5% de probabilidade. ns ns CONCLUSÕES As sementes de alcachofra produzidas em horta apresentaram maior qualidade fisiológica, pois tiveram melhor desempenho nos testes realizados. O teste de tetrazólio se correlacionou positivamente com a germinação em laboratório, o que indica sua eficiência para estimar o potencial germinativo das sementes. Já a emergência não representa a germinação em laboratório, pois apresentou resultados superiores, provavelmente devido às condições do ambiente terem sido mais favoráveis pela ocorrência de clima muito seco no período, o que é preferível para a espécie. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Agricultura e da Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília: SNDA/DNDV/CLAV, p. BYRUM, J.R.; COPELAND, L.O. Variability in vigour testing of maize (Zea mays L.) seed. Seed Science and Technology, Zürich, v.23, n. 2, p , CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. Jaboticabal: FUNEP, p

11 53 Correlação entre testes... DESWAL, D.P.; CHAND, U. Standardization of the tetrazolium test for viability estimation in ricebean (Vigna umbellata (Thunb.) Ohwi & ohashi) seeds. Seed Science and Technology, Zurich, v. 25, p , GRABE, D.F. Manual do teste de tetrazólio. Brasília: AGIPLAN, p. HAMPTON, J.G.; COOLBEAR, P. Potential versus actual seed performance, can vigour testing provide an answer. Seed Science & Technology, Zürich, v.18, p , LORENZI, H. & MATOS, F.J.A. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa, SP. Instituto Plantarum, MAGUIRE, J.D. Speed of germination-aid in selection and evaluation for seedling emergence and vigor. Crop Science, Madison, v. 2, n. 1, p , Jan./Feb MENEZES, N.L., SILVEIRA, T.L.D., PASINATTO, P.R. Comparação entre métodos para avaliação rápida da qualidade fisiológica de sementes de arroz. Revista Brasileira de Sementes, vol. 16, no 2, p , NAKAGAWA, J. Testes de vigor baseados na avaliação das plântulas. In: VIEIRA, R.D.; CARVALHO, N.M. Testes de vigor. Jaboticabal: FUNEP, 1994, p OLIVEIRA, L.M., CARVALHO, M.L.M., DAVIDE, A.C. Teste de tetrazólio para avaliação da qualidade de sementes de Peltophorum dubium (Sprengel) Taubert Legiminosae Caesalpinioidae. Cerne, Lavras, v. 11, n. 2, p , abr./jun ROCHA, C.L. et al. Teste de patogenicidade em sementes de manjericão. Anais: Congresso Brasileiro de Sementes, v.15, nºs 1,2,3, VANZOLINI, S. & NAKAGAWA, J. Testes de vigor baseados no desempenho de plântulas. Informativo Abrates, Brasília, v.17 n os. 1,2,3 Maio, ZONTA, E.P.; MACHADO, A.A. Sistema de análise estatística para microcomputadores - SANEST. Pelotas: UFPel, Instituto de Física e Matemática, p.

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