Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12"

Transcrição

1 Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 Projecto FAME Abril, 2012

2 Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 Figura 1 Técnicos da SPEA com agentes da Polícia Marítima, depois do primeiro transeto efectuado, Costa da Caparica, Fev 2011 A parceria do projecto FAME (Future of the Atlantic Marine Environment) envolve 5 países europeus e 7 parceiros: Royal Society for the Protection of Birds (RSPB), BirdWatch Ireland (BWI), Ligue pour la Protection des Oiseaux (LPO), Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), Sociedad Española de Ornitologia (SEO/BirdLife), Universidade do Minho (UMinho) e Wave Energy Centre (WavEC). Para além destes, integra também 3 parceiros associados: Sociedade Portuguesa de Vida Selvagem (SPVS), Agence des Aires Marines Protégées, e Martifer. Este projeto é co-financiado pelo Programa Espaço Atlântico. CHEFE DE FIL A: PARCEIROS ASSOCIADOS: 2_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

3 Trabalhar para o estudo e conservação das aves e seus habitats, promovendo um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das gerações futuras. A SPEA Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves é uma organização não governamental de ambiente que trabalha para a conservação das aves e dos seus habitats em Portugal. Como associação sem fins lucrativos, depende do apoio dos sócios e de diversas entidades para concretizar as suas ações. Faz parte de uma rede mundial de organizações de ambiente, a BirdLife International, que atua em mais de 100 países e tem como objectivo a preservação da diversidade biológica através da conservação das aves, dos seus habitats e da promoção do uso sustentável dos recursos naturais. https://twitter.com/spea_birdlife Relatório do primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, 2012 Direcção Nacional: Clara Ferreira, José Manuel Monteiro, Michael Armelin, Adelino Gouveia, José Paulo Monteiro e Jaime Ramos Direcção Executiva: Luís Costa Coordenação do projecto: Iván Ramírez e Joana Andrade Coordenação técnica: Joana Andrade Agradecimentos: A SPEA gostaria de agradecer aos agentes envolvidos nesta parceria, sem os quais esta monitorização não teria sido possível. Nomeadamente: - Comandante Alexandre Santos Fernandes, Chefe do Serviço de Informação e Relações Públicas. - Subchefe Figueiras Pereira, chefe da PM da Costa da Caparica, e a todos os agentes deste posto que acompanharam no campo; - 2º Comandante Chefe Cruz dos Santos da PM de Setúbal, e a todos os agentes deste posto que acompanharam no campo; - Comandante Félix Marques da PM de Sines, e a todos os agentes deste posto que acompanharam no campo; - Inspector Martinho da PM de Faro, e a todos os agentes deste posto que acompanharam no campo; - Chefe Roberto da PM de Vila Real de Sto. António, e a todos os agentes deste posto que acompanharam no campo. Citação: Nuno Barros, Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 Projecto FAME, Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Lisboa (relatório não publicado). 3_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

4 ÍNDICE RESUMO/SUMMARY NOTA INTRODUTÓRIA Contexto Importância METODOLOGIA Enquadramento metodológico Recolha de dados RESULTADOS E DISCUSSÃO Total de indivíduos arrojados Nº de indivíduos arrojados por estação do ano Nº de indivíduos detectados por transecto Causas de morte Caracterização de resíduos 12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 14 ANEXOS 14 4_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

5 RESUMO No âmbito do projecto FAME Future of the Atlantic Marine Environment, a SPEA definiu 5 transetos nas praias de maior extensão de areia na costa Sudoeste e Sul de Portugal, entre a Costa da Caparica e Vila Real de Santo António, para serem percorridos 3 vezes por ano (primavera, outono e inverno), com o intuito de monitorizar animais arrojados. Foi realizada uma parceria com a Polícia Marítima no sentido da utilização dos veículos Rhino. Entre Março de 2011 e Março de 2012 foram encontradas 58 aves marinhas, 6 cetáceos, 1 tartaruga-de-couro e 1 ave terrestre. No total de 327 km cobertos nos 3 períodos, a espécie mais comum foi a gaivota-de-patas-amarelas Larus michahellis (14 indivíduos), seguida da gaivota-d asa-escura Larus fuscus (13 ind.), e o alcatraz Morus bassanus (12 ind.). As gaivotas foram o grupo mais representado, com a presença de 35 indivíduos de 5 espécies. O período em que foram encontrados mais animais arrojados foi o outono. Este facto pode estar relacionado com a passagem pós-reprodutora de espécies invernantes (Larus fuscus e Morus bassanus) ou condições climatéricas adversas em alto mar. Não foi possível avaliar as causas de morte da maioria dos animais, no entanto 3 cadáveres apresentavam indícios de morte por contacto com artes de pesca. De referir ainda que a matéria vegetal compõe a maior parte dos resíduos encontrados na totalidade dos transetos (50%), sendo o restante composto por resíduos provenientes da pesca (27,54%) e recicláveis (22,6%). Este relatório refere-se apenas ao primeiro ano de monitorização. SUMMARY Within project FAME - Future of the Atlantic Marine Environment, SPEA has defined five transects between Costa da Caparica and Vila Real de Santo António, Portugal, covering the areas of greatest stretch of sand, to monitor 3 times per year, prospecting for beached birds and other fauna. A partnership with Maritime Police was forged, towards the use of vehicles "Rhino". After the fist year, 58 seabirds, 6 cetaceans, 1 leatherback turtle and 1 terrestrial bird were found. In the 327 km covered, the most common species was Yellow-legged Gull Larus michahellis (14), followed by Lesser-black-backed Gull Larus fuscus (13), and Northern Gannet Morus bassanus (12). Seagulls were the most represented group, with 35 individuals of 5 species. Autumn was the season with most number of records. This can be related to the post-breeding migration of wintering species (Larus fuscus and Morus bassanus), or to adverse weather conditions in the open sea. It was not possible to assess the cause of death of most animals, however 3 individuals were found with evidence of contact with fishing gear. Regarding ocean debris, vegetable matter represents most of the residues found in all transects (50%), the remainder being composed of fishing related debris (27.54%) and recyclable material (22.6%). This report refers only to the first year of monitoring. 5_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

6 1. NOTA INTRODUTÓRIA 1.1 Contexto A Acção 2 do projecto tem como objetivo a recolha de vários tipos de dados através da monitorização de aves marinhas, com o intuito de avaliar o estado atual do ambiente marinho do Atlântico através do estudo da sua biodiversidade, utilizando as aves marinhas como indicador. As acções incluem monitorização de colónias reprodutoras, seguimento individual (tracking) de algumas espécies, como a cagarra Calonectris diomedea e o roque-de-castro Oceanodroma castro, a monitorização de aves arrojadas nas praias, censos aéreos, pontos de observação costeira e censos marinhos. A análise de dados a nível nacional e transnacional irá proporcionar informações necessárias para a tomada de decisões informadas sobre a dimensão e a localização de Áreas Marinhas Protegidas (AMP) na costa Atlântica, sendo uma importante ferramenta de conservação do meio marinho para as gerações futuras. Esta actividade será liderada pela Ligue por la Protection des Oiseaux (LPO). 1.2 Importância O objetivo da monitorização de arrojamentos é recolher informação sobre a distribuição destes eventos e as causas de morte que lhes estão associadas. Existem diversas causas associadas à mortalidade de aves marinhas, como predação, derrames de petróleo, perda de habitat, captura/interação com artes de pesca (bycatch) tais como redes ou anzóis, activos ou abandonados. Este tipo de mortalidade pode causar grandes perturbações no equilíbrio dos ecossistemas marinhos, afectando espécies ameaçadas, como é o caso da pardela-balear Puffinus mauretanicus, classificada como Criticamente em Perigo, com um efectivo reprodutor estimado em a indivíduos no mundo inteiro, e da qual, cerca de 70% da população utiliza as águas territoriais portuguesas como zona de concentração pós-nupcial, principalmente entre os meses de julho a novembro (BI, As aves são bons indicadores do estado de saúde dos ecossistemas marinhos e podem servir como sistema de detecção precoce de alterações nas condições do oceano, e em eventos como derramamentos de óleo. Esta informação também é usada para identificar que espécies são mais vulneráveis a este tipo de capturas acessórias, de modo a entender os padrões locais na mortalidade de aves marinhas, tanto geográfica como temporalmente. Figura 2_Pardela-balear arrojada na Praia do Baleal, Domingues 6_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

7 2. METODOLOGIA 2.1 Enquadramento metodológico No âmbito do projecto FAME, a acção de monitorização de arrojamentos foi iniciada em 2011 e irá decorrer até final de 2012, sendo a. Universidade do Minho/SPVS responsável pela monitorização da área entre Caminha e Peniche, e a SPEA pela área entre a costa a Sul de Peniche e Vila Real de Santo António. Neste sentido foi estabelecido um acordo de colaboração com a Polícia Marítima (PM) para a monitorização de praias. Aproveitando as patrulhas frequentes das faixas costeiras realizadas pela PM, um elemento da equipa técnica da SPEA, acompanhado por um agente, percorre nos veículos 4x4 Rhino a área costeira a monitorizar. A amostragem é realizada com base em transetos lineares percorridos a uma velocidade constante de ca. 30km/h. Foram definidos 5 transetos (2 deles contíguos) nas zonas de maior extensão de areal e segundo os limites de jurisdição das capitanias de porto em causa (figura 3). Estes transetos são visitados 3 vezes por ano, na primavera, no outono e no inverno. Transetos para detecção de arrojamentos: 1. Costa da Caparica Lagoa de Albufeira (18 km) 2. Tróia Aberta Nova (40 km) 3. Lagoa de Santo André Sines (17 km) 4. Quarteira Praia de Faro (20 km) 5. Cacela Vila Real de Santo. António (14 km) Figura 3_Mapa de transetos para detecção de arrojamentos 7_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

8 2.2 Recolha de dados Durante o primeiro ano de monitorização de arrojamentos, 2011, a recolha de dados seguiu o padrão de visitas estipulado inicialmente e descrito no ponto anterior. Os transetos de primavera foram realizados em março-abril e os de outono em outubro-novembro de No entanto, as visitas de inverno foram realizadas já em 2012, durante os meses de fevereiro e março. Aquando da recolha de dados, o observador utiliza uma ficha de registo desenvolvida para o efeito (ver Anexo I). Numa primeira parte são recolhidos dados meteorológicos, de caracterização do troço monitorizado e níveis de contaminação. Numa segunda parte são recolhidos dados referentes aos animais arrojados encontrados, não só de aves, mas também de cetáceos ou tartarugas marinhas. Figura 2_Registo de cetáceo arrojado, Oliveira Figura 3_Alcatraz arrojado, Vila Real de Stº Barros 8_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

9 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3.1 Caraterização dos indivíduos arrojados No total das 3 visitas realizadas aos 5 transetos, a espécie mais comum arrojada foi a gaivota-depatas-amarelas Larus michahellis (com um total de 14 indivíduos), seguida da gaivota-d asa-escura Larus fuscus (13 ind.). Estas duas espécies de gaivota são também as mais comuns em Portugal. Em seguida, a espécie detectada mais vezes foi o alcatraz Morus bassanus (12 ind.), também muito abundante como invernante ao longo da nossa costa, e Gaivotas não identificadas, devido ao avançado estado de decomposição, pertencentes a uma das duas espécies referidas anteriormente (9 ind.). Do total de 65 indivíduos encontrados, 58 eram aves marinhas, 6 cetáceos (não identificados), 1 tartaruga-marinha (Dermochelys coriacea), e 1 ave terrestre (pombo-doméstico Columba livia). Nº ind Gaivota-depatasamarelas Gaivotad'asaescura Alcatraz Gaivota sp. Guincho Chilreta Famego Cetáceo nãoidentificado Tordamergulheira Gaivotãoreal Golfinhocomum Tartarugade-couro Outros Gráfico 1_Total de indivíduos arrojados/espécie 3.2 Variação de arrojamentos por estação do ano Verificou-se que a estação do ano com maior número de arrojamentos detectados foi o outono (30), seguido do inverno (21) e por último a primavera (14) gráfico 2. Vários factores podem estar na origem destes números. No outono dá-se a migração pósreprodutora de aves marinhas que nidificam colonialmente em latitudes mais elevadas (Ilhas Britânicas, Escandinávia, etc.) e que cruzam as nossas águas rumo às áreas de invernada mais a Sul. Isto é confirmado pelos valores registados relativos a espécies invernantes comuns. No outono foram detectados 8 indivíduos de alcatraz, em contrapartida aos 2 detectados quer na primavera, quer no inverno. Cenário idêntico para a gaivota-d asa-escura, com 10 indivíduos detectados no outono, e apenas 2 na primavera e inverno gráfico 3. Além do incremento do número de aves invernantes de passagem durante o outono, tempestades formadas em alto mar, podem arrastar estas aves, já a realizar um esforço mais elevado que o normal devido à migração, e não tendo capacidade para fazer frente à exaustão. 9_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

10 Nº ind Primavera Outono Inverno Gráfico 2 _Total de indivíduos arrojados por estação do ano Nº ind./espécie 15 Nº total de gaivotas Primavera Outono Inverno 0 Gaivota-d'asa-escura Alcatraz Gaivotas Gráfico 3_Total de indivíduos de alcatraz Morus bassanus e gaivota-d asa-escura Larus fuscus por estação do ano As gaivotas foram o grupo de aves detectado em maior número, com um total de 5 espécies e 35 indivíduos. O maior número de gaivotas arrojadas foi detectado no outono (19). Na primavera (11) e no inverno (10) o número de gaivotas encontradas foi significativamente menor (gráfico 3). Uma das razões explicativas destas diferenças deverá ser o comportamento costeiro das gaivotas, por oposição ao comportamento pelágico das restantes espécies detectadas. O que significa que em caso de fraqueza, doença ou outro factor de debilidade, é frequente pousarem à beira-mar, onde acabam por morrer. De notar que do total dos 65 indivíduos encontrados, 9 estavam ainda vivos, mas em estado muito débil. Destes 9, todos gaivotas, 8 foram detectados no outono. 10_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

11 3.3 Variação dos arrojamentos por transecto No total foram percorridos 327 km (3 x 109Km) divididos de acordo com a tabela 1. Costa da Caparica- Lagoa de Albufeira Tróia - Aberta Nova Lagoa de St. André Sines Quarteira Praia de Faro Cacela Vila Real de Stº António Comprimento (km) Total de aves detectadas Nº de indivíduos arrojados/km 0,55 0,45 0,3 1,2 0,57 Tabela 1_ Distância percorrida e total de indivíduos arrojados detectados por transecto De forma a homogeneizar os dados brutos tendo em conta as diferenças entre transetos e permitindo assim minimizar o erro inerente ao comprimento de cada transeto, foi calculado um índice de abundância de arrojamentos, traduzido na divisão do somatório do nº de indivíduos encontrados durantes as 3 épocas de campo, para cada área, pelo comprimento do transecto realizado (km) - gráfico 5. Assim, chegou-se à conclusão que o transeto Quarteira Praia de Faro foi por larga margem o que apresentou maior índice de abundância de arrojamentos (aprox. 1,2 arrojamentos/km). Os transetos com maior índice de abundância de arrojamentos a seguir a este último foram Cacela Vila Real de Stº António (0,57) e Costa da Caparica Lagoa de Albufeira (0,55), qualquer dos dois com menos de metade do valor registado no transeto com maior abundância. Para este resultado pode ter contribuído o facto de, neste transeto, quer na época de campo da primavera, quer de outono, se terem registado nos dias anteriores à monitorização ventos forte de Sudoeste. Outros factores que podem ter influenciado estes resultados são as tempestades em ambiente pelágico, sistemas de correntes, a topografia e a orientação da costa. Nº ind./km 1,6 1,2 0,8 0,4 0 Costa da Caparica - Lagoa de Albufeira Tróia - Aberta Nova Lagoa de Santo André - Sines Quarteira - Praia de Faro Cacela - Vila Real de Santo António Gráfico 5_ Índice de abundância de arrojamentos como o somatório do número de indivíduos arrojados nas 3 épocas de monitorização por comprimento do transeto (km), para cada transecto. 11_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

12 3.4 Causas de morte Em apenas 3 dos indivíduos detectados se conseguiu identificar a causa de morte, já que nos restantes casos não houve nenhum indício aparente, ou devido ao avançado estado de decomposição dos cadáveres. A tartaruga-de-couro Dermochelis coriacea, encontrada perto da Lagoa de Albufeira, apresentava sinais de morte causada por redes de pesca; 1 alcatraz, encontrado morto no transecto Lagoa de Sto. André Sines, também apresentava indícios de interacção com redes de pesca; e 1 gaivota-de-patasamarelas, encontrada no transeto Quarteira Praia de Faro, apresentava evidências de ingestão de linhas de pesca. Para a detecção da causa de morte, a necrópsia dos cadáveres encontrados seria a melhor maneira para aprofundar o conhecimento relativamente a este tema. De referir ainda que foram encontrados 2 indivíduos de gaivota-d asa-escura com anilhas holandesas. Figura 5_ Alcatraz com indícios de morte por redes de pesca 3.5 Caracterização de resíduos Neste capítulo pensamos ser relevante referir a composição do lixo nas zonas monitorizadas, apesar de não ser o objecto de estudo prioritário. No formulário de caracterização existem campos de preenchimento relativos à estimativa da composição do lixo encontrado durante os transetos. Assim, a matéria vegetal (canas, raízes, algas) compõe a maior parte dos resíduos encontrados na totalidade dos transetos (50%); os resíduos provenientes da pesca (bóias, redes, caixas de isco, caixas, etc.) ocupam a segunda categoria mais representada com 27,54%; os recicláveis (plásticos, metais, vidro e pilhas) representam 22,6 dos resíduos encontrados. O gráfico 6 apresenta a composição dos resíduos encontrados, por transeto, e na totalidade das 3 visitas. 12_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

13 % Matéria vegetal Recicláveis Resíduos de pesca Costa da Caparica - Lagoa de Albufeira Tróia - Aberta Nova Lagoa de Santo André - Sines Quarteira - Praia de Faro Cacela - Vila Real de Santo António Gráfico 6_Composição dos resíduos encontrados por transeto, na totalidade das 3 visitas 13_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS - BirdLife International State of the World s Birds - Ramirez I., P. Geraldes, A. Meirinho, P. Amorim, V. Paiva (2008) Áreas Marinhas Importantes para as Aves em Portugal. Projecto LIFE04NAT/PT/ Sociedade Portuguesa par o Estudo das Aves - Poot, M. (2005). Large numbers of staging Balearic Shearwaters Puffinus mauretanicus along Lisbon coast, Portugal, during the post breeding period, June Airo 16:13-22 ANEXOS Formulário de campo: 14_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

15 CARACTERIZAÇÃO Observador(es) Contacto(s) Data Praia/Zona Prospectada Quadrícula UTM Localidade, Concelho Hora início Hora final Ponto início Ponto final (Se dispõe de GPS, indicar coordenadas, caso contrário indicar por extenso referências visuais) METEOROLOGIA Força do Vento Direcção Estado do Mar (Escala de Beaufort) (Escala de Douglas) Nebulosidade: Limpo Parcialmente nublado Coberto Precipitação Condições dos dias precedentes: Vaga de frio Tempestade Ventos fortes Outras Maré: vazia cheia a vazar a encher CARACTERIZAÇÃO E CONTAMINAÇÃO Largura da praia: Estreita (<10m) Média (10-50m) Larga ( >50m) Substrato de intertidal: Rochoso % Arenoso % Lodoso % Outro % Presença de detritos oceânicos: Ausência Linha contínua estreita (<1m) Linha descontínua Linha contínua espessa (>1m) Composição principal: Matéria vegetal % Resíduos de pesca % Recicláveis % Outros % (algas, madeiras, etc.) (boías, redes, linhas, etc.) (plástico, metais, vidro, pilhas) Vestígios de petróleo: Sim Não Evidências de limpeza recente: Sim Não INVESTINDO NO NOSSO FUTURO COMUM 15_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

16 ARROJAMENTOS Data Zona Prospectada Observador(es) Espécie Condição Sexo Idade Causas Marca/anilha Notas Sexo 0 - Indeterminado 1 - Masculino 2 - Feminino Idade 0 - Indeterminada 1 - Juvenil 2 - Imaturo 3 - Adulto Condição 1 - Vivo, estado geral débil 2 - Fresco. Arrojado há menos de 24 horas 3 - Decomposição avançada 4 Mumificado 5 Outro Causas 0 - Desconhecidas 1 - Artes de Pesca (Bycatch) a) Rede b) Anzóis c) Linhas d) Outros 2 - Petróleo a) Ligeiro. Não penetra na plumagem b) Moderado. < 25% do corpo afectado c) Elevado. > 25% do corpo afectado 3 - Predação 4 - Outro Recomendações e Metodologia: Para cada visita preencher um formulário de Caracterização, e para cada ave encontrada preencher uma linha do formulário de Arrojamentos, e documentar com fotografias da ave (sempre que possível). Submeta os seus dados através do formulário on-line disponível através do endereço Serão feitas 3 visitas/ano por zona prospectada (Primavera, Outono e Inverno), dando preferência aos dias que se seguem a uma tempestade/ventos fortes. Preencher sempre as duas fichas, mesmo em caso de não encontrar aves arrojadas. Para mais informações visite ou INVESTINDO NO NOSSO FUTURO COMUM 16_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

17 ESCALAS DE BEAUFORD (FORÇA DO VENTO) E DOUGLAS (ESTADO DO MAR) Escala de Douglas 0 Estanhado 0 1 Chão 0-0,10 m 2 Encrespado 0,10-0,50 m 3 Pequena vaga 0,50-1,25 m 4 Cavado 1,25-2,50 m 5 Grosso 2,50-4 m 6 Alteroso 4-6 m 7 Tempestuoso 6-9 m 8 Encapelado 9-14 m 9 Excepcional > 14 m INVESTINDO NO NOSSO FUTURO COMUM 17_Primeiro ano de monitorização de arrojamentos 2011/12 - Projecto FAME

Monitorização de aves arrojadas na costa Portuguesa 2011/12 - Projecto FAME

Monitorização de aves arrojadas na costa Portuguesa 2011/12 - Projecto FAME Monitorização de aves arrojadas na costa Portuguesa 2011/12 - Projecto FAME Janeiro, 2013 Monitorização de aves arrojadas na costa Portuguesa 2011/12 Projeto FAME Janeiro, 2013 Técnicos da SPEA com agentes

Leia mais

Plano de Acção Brigadas Salvamento [SALVE UM CAGARRO]

Plano de Acção Brigadas Salvamento [SALVE UM CAGARRO] Plano de Acção Brigadas Salvamento [SALVE UM CAGARRO] Introdução O cagarro é a ave marinha mais abundante nos Açores, que se desloca ao Arquipélago para acasalar e nidificar. Os Açores são considerados

Leia mais

As Respostas da Sociedade: DQEM, OSPAR, ONGs, Entidades Públicas. Foto: IMAG-DRAM

As Respostas da Sociedade: DQEM, OSPAR, ONGs, Entidades Públicas. Foto: IMAG-DRAM As Respostas da Sociedade: DQEM, OSPAR, ONGs, Entidades Públicas Foto: IMAG-DRAM Diretiva-Quadro Estratégia Marinha (DQEM) Procura atingir o BOM ESTADO AMBIENTAL aplicando uma abordagem ecossistémica.

Leia mais

PortugalAves Introdução online de dados de Monitorização de Aves Marinhas e RAM

PortugalAves Introdução online de dados de Monitorização de Aves Marinhas e RAM PortugalAves Introdução online de dados de Monitorização de Aves Marinhas e RAM 05.07.2012 Introdução O PortugalAves é uma base de dados espacial na Internet sobre a ocorrência e distribuição de aves em

Leia mais

Temas para estágios e teses - 2015

Temas para estágios e teses - 2015 governamental A SPEA Sociedade com uma Portuguesa vocação científica para o e missão Estudo dirigida das Aves à conservação é uma organização das aves não dos Temas para estágios e teses 2015 seus da conservação

Leia mais

AUMENTO DA DISPONIBILIDADE ALIMENTAR ATRAVÉS DE ALIMENTADORES ARTIFICIAIS

AUMENTO DA DISPONIBILIDADE ALIMENTAR ATRAVÉS DE ALIMENTADORES ARTIFICIAIS AUMENTO DA DISPONIBILIDADE ALIMENTAR ATRAVÉS DE ALIMENTADORES ARTIFICIAIS RELATÓRIO DA ACÇÃO C3 DO PROJECTO LIFE-PRIOLO Pedro Monteiro SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES Maio 2006 Trabalhar para

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

Ficha de registo de Resíduos Recolhidos

Ficha de registo de Resíduos Recolhidos Ficha de registo de Resíduos Recolhidos Limpeza da Orla Costeira/Praias e Zonas Balneares Local: Ilha: Responsável pela recolha: Nº de telef.: Ponto inicial 1 : Ponto final 1 : e-mail: 1 Descrição ou coordenadas

Leia mais

Projeto 5 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores

Projeto 5 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores Projeto 5 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores Monitorização de lixo marinho flutuante pelos observadores do POPA Descrição O conhecimento sobre macro e mega lixo marinho flutuante no mar dos Açores inexistente.

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

Informação sobre Ecossistemas Locais

Informação sobre Ecossistemas Locais Informação sobre Ecossistemas Locais Bandeira Azul 2015 1. Biodiversidade local O litoral de Vila Nova de Gaia apresenta uma considerável biodiversidade, com fauna e flora característica dos substratos

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ANO 2011

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ANO 2011 RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO ANO 2011 CRISTINA BRITO, NINA VIEIRA, FRANCISCO MARTINHO e INÊS CARVALHO INTRODUÇÃO A Escola de Mar Investigação, Projetos e Educação em Ambiente e Artes, Lda. é uma empresa

Leia mais

Lixo marinho nos fundos oceânicos e a sua ingestão por peixes da costa portuguesa

Lixo marinho nos fundos oceânicos e a sua ingestão por peixes da costa portuguesa Diogo Fernando Pereira Neves Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Perfil de Gestão e Sistemas Ambientais Orientadora: Professora Doutora Maria Paula Oliveira Sobral Lixo marinho nos fundos oceânicos

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DAS POPULAÇÕES DE GAIVOTAS DA CIDADE DE LAGOS

PLANO DE GESTÃO DAS POPULAÇÕES DE GAIVOTAS DA CIDADE DE LAGOS PLANO DE GESTÃO DAS POPULAÇÕES DE GAIVOTAS DA CIDADE DE LAGOS 4ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes Vila Real 22.10.2010 GAIVOTAS EM LAGOS Enquadramento IMPACTE AMBIENTAL NAS ZONAS COSTEIRAS

Leia mais

Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores

Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores Relatório Final Projecto de Avaliação da Interacção entre a Avifauna e a Rede de Transporte e Distribuição de Energia Eléctrica dos Açores Ponta Delgada, Março, 2009 Relatório Intercalar Localização e

Leia mais

RELATÓRIO DO EVENTO E COMPILAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO WORKSHOP ENERGIAS RENOVÁVEIS MARINHAS E BIODIVERSIDADE

RELATÓRIO DO EVENTO E COMPILAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO WORKSHOP ENERGIAS RENOVÁVEIS MARINHAS E BIODIVERSIDADE RELATÓRIO DO EVENTO E COMPILAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO WORKSHOP ENERGIAS RENOVÁVEIS MARINHAS E BIODIVERSIDADE Fev. 2012 RELATÓRIO DO EVENTO E COMPILAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONCLUSÕES

Leia mais

Aulas por catálogo Ano lectivo 2007 /2008 Marcações para o 1º Período

Aulas por catálogo Ano lectivo 2007 /2008 Marcações para o 1º Período CATÁLOGO DE AULAS CIÊNCIA VIVA CLUBE DE CIÊNCIA MARTECA Aulas por catálogo Ano lectivo 2007 /2008 Marcações para o 1º Período http://www.uma.pt/oceanografiacosteira/ 1º CICLO 1º ano Aula: O que é um invertebrado?

Leia mais

Perfil de Água Balnear do Castelo

Perfil de Água Balnear do Castelo Perfil de Água Balnear do Castelo Identificação da Água Balnear Nome da Água Balnear CASTELO Código da Água Balnear PTCV2T Ano de Identificação 1991 Categoria/Tipo Água balnear costeira/costa Atlântica

Leia mais

ANDAM GOLFINHOS NA COSTA

ANDAM GOLFINHOS NA COSTA ANDAM GOLFINHOS NA COSTA ESCOLA DE MAR INVESTIGAÇÃO, PROJECTOS E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE E ARTES Delphinus delphis Toninha, assim se chama o mais comum dos golfinhos em Portugal. O golfinho-comum (Delphinus

Leia mais

Disciplina: Geografia. Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17. Turma: B

Disciplina: Geografia. Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17. Turma: B Disciplina: Geografia Trabalho realizado por: Mónica Algares nº 17 Turma: B 1 Índice Introdução... 3 Principais fontes de poluição dos oceanos e mares... 4 Prejuízos irremediáveis... 5 As marés negras...

Leia mais

Areas Importantes para As Aves Marinhas Em Portugal

Areas Importantes para As Aves Marinhas Em Portugal Areas Importantes para As Aves Marinhas Em Portugal 2º RELATÓRIO INTERCALAR PROJECTO LIFE04NAT/PT/000213 1 OUTUBRO 2004 A 30 SETEMBRO 2006 SOCIEDADE PORTUGUESA PARA O ESTUDO DAS AVES 2007 Relatório Intercalar

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido MEMO/08/79 Bruxelas, 8 de Fevereiro de 2008 Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido 1. O Programa Operacional de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico

Leia mais

BIODIVERSIDADE. Maria José Costa

BIODIVERSIDADE. Maria José Costa BIODIVERSIDADE Maria José Costa Sou de opinião de que estamos longe de conhecer que espécies existem realmente no ambiente oceânico. Hápor aímais espécies do que pensamos. ROBERT H. GIBBS JUNIOR (1986)

Leia mais

Nome da unidade de monitorização Nome local ou de um ponto de referência. Tem conhecimento de que esta unidade seja uma área com designação especial?

Nome da unidade de monitorização Nome local ou de um ponto de referência. Tem conhecimento de que esta unidade seja uma área com designação especial? A INFORMAÇÃO GERAL A1 Código de País NUT III Bloco Unidade Ver mapa em: http://worldmap.harvard.edu/maps/cwsurveyunits A2 Nome da unidade de monitorização Nome no mapa Nome local ou de um ponto de referência

Leia mais

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores

Projeto 1 do Plano de Ação Lixo Marinho Açores Projeto 1 do Plano de Ação Lio Marinho Açores Projeto DQEM DeLioMar Lio Marinho Descrição É um projeto de âmbito nacional, incluído no programa de monitorização de Portugal, para responder ao Descritor

Leia mais

Perfil de Água Balnear de Medão-Supertubos

Perfil de Água Balnear de Medão-Supertubos Perfil de Água Balnear de Medão-Supertubos Identificação da Água Balnear Nome da Água Balnear MEDAO-SUPERTUBOS Código da Água Balnear PTCF2K Ano de Identificação 1991 Categoria/Tipo Água balnear costeira/costa

Leia mais

Hypercluster do mar. Setembro 2009

Hypercluster do mar. Setembro 2009 Hypercluster do mar Setembro 2009 Hypercluster do mar Segurança Marítima Projecto MarBIS Fórum cientifico e tecnológico Considerações finais 2 Hypercluster do mar Parcerias com empresas petrolíferas com

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

Perfil de Água Balnear da Fonte da Telha

Perfil de Água Balnear da Fonte da Telha Perfil de Água Balnear da Fonte da Telha Identificação da Água Balnear Nome da Água Balnear FONTE DA TELHA Código da Água Balnear PTCX7L Ano de Identificação 1991 Categoria/Tipo Água balnear costeira/costa

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

Para este comentário foi analisado o EIA disponível no site da APA: http://siaia.apambiente.pt/aia1.aspx?id=2825

Para este comentário foi analisado o EIA disponível no site da APA: http://siaia.apambiente.pt/aia1.aspx?id=2825 Ex.mo Sr. Diretor-Geral, Agência Portuguesa do Ambiente Rua da Murgueira 9/9A Zambujal Apartado 7585- Alfragide 2721-865 Amadora Lisboa, 03 de Agosto de 2015 Assunto: Estudo de Impacte Ambiental (EIA)

Leia mais

Aplicação do Regime de. Armazenagem, Distribuição e Comercialização de Produtos Petrolíferos. Marisa Silva

Aplicação do Regime de. Armazenagem, Distribuição e Comercialização de Produtos Petrolíferos. Marisa Silva Aplicação do Regime de Responsabilidade Ambiental Armazenagem, Distribuição e Comercialização de Produtos Petrolíferos Marisa Silva Lisboa, 11 de Outubro de 2011 Aplicação do Regime de Responsabilidade

Leia mais

Proposta técnica de Zonas de Protecção Especial no meio marinho a designar em Portugal continental Dezembro 2013, revisto Fevereiro 2014

Proposta técnica de Zonas de Protecção Especial no meio marinho a designar em Portugal continental Dezembro 2013, revisto Fevereiro 2014 Proposta técnica de Zonas de Protecção Especial no meio marinho a designar em Portugal continental Dezembro 2013, revisto Fevereiro 2014 Índice 1. Enquadramento geral...2 2. Espécies que ocorrem em Portugal

Leia mais

PRÉMIO LIFE MARPRO REGULAMENTO

PRÉMIO LIFE MARPRO REGULAMENTO PRÉMIO LIFE MARPRO REGULAMENTO ARTIGO 1º Enquadramento 1. O Prémio LIFE Ideias inovadoras para reduzir a captura acidental de Cetáceos e Aves Marinhas nas artes de pesca é uma iniciativa do projeto LIFE+

Leia mais

0 3 0 1 2 1 0.2.6 6 0 0 M CI.I

0 3 0 1 2 1 0.2.6 6 0 0 M CI.I CI.IM006.6.20121030 Estratégia de Sustentabilidade Zona Costeira de Cascais Zona Costeira de Cascais Parque Natural Sintra Cascais 15 praias balneares 17 praias monitorizadas permanentemente ZIBA Zona

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, L 197/30 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias 21.7.2001 DIRECTIVA 2001/42/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 27 de Junho de 2001 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e

Leia mais

CARTA DE QUALIDADE EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA DAS CASAS BRANCAS DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA

CARTA DE QUALIDADE EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA DAS CASAS BRANCAS DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA CARTA DE QUALIDADE EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA DAS CASAS BRANCAS DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA I. CRITÉRIOS IMPERATIVOS Comprometo me a cumprir todos os critérios aqui descritos como imperativos,

Leia mais

Turismo de Natureza - Birdwatching

Turismo de Natureza - Birdwatching Turismo de Natureza - Birdwatching Organização e promoção da Oferta / Balanço da atividade Departamento de Desenvolvimento e Inovação 2013 Birdwatching O Birdwatching é uma atividade de lazer baseada na

Leia mais

Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade

Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade Património Natural local e regional Rios e Biodiversidade O que é a Biodiversidade? Área de Projecto 5ºD 2010/2011 Realizado por: Inês, Mariana, Ema, Diana e José do 5ºD Trabalho iniciado com a participação

Leia mais

ALDEIA ATN APFNT PALOMBAR ERVAPRATA - AEPGA - ICNB

ALDEIA ATN APFNT PALOMBAR ERVAPRATA - AEPGA - ICNB Plano de Emergência de Aves Rupícolas Descrição geral ALDEIA ATN APFNT PALOMBAR ERVAPRATA - AEPGA - ICNB Problemas de conservação do património natural no PNDI As prioridades de conservação do PNDI (a

Leia mais

C.P 115 Praia Cabo Verde Tel.: 2618984/2617511 Fax: 2617511 E-mail: dga@cvtelecom.cv

C.P 115 Praia Cabo Verde Tel.: 2618984/2617511 Fax: 2617511 E-mail: dga@cvtelecom.cv Ministério do Ambiente, Desenvolvimento Rural e Recursos Marinhos Direcção Geral do Ambiente C.P 115 Praia Cabo Verde Tel.: 2618984/2617511 Fax: 2617511 E-mail: dga@cvtelecom.cv RELATÓRIO DA CAMPANHA NACIONAL

Leia mais

HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS

HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS Conceição Juana Fortes Tópicos Motivação do projeto Sistema HIDRALERTA Componentes Metodologia Casos de Aplicação Baía

Leia mais

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza,

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Carta Mundial para a Natureza A Assembleia Geral, Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Recordando que, na sua resolução 35/7 de 30 de outubro

Leia mais

Um Parque Marinho e um observatório para as mudanças climáticas (Miguel Henriques)

Um Parque Marinho e um observatório para as mudanças climáticas (Miguel Henriques) Proteção da biodiversidade marinha no Parque Natural da Arrábida 29 abril 2015 Base Naval de Lisboa Alfeite, Almada Um Parque Marinho e um observatório para as mudanças climáticas (Miguel Henriques) Emanuel

Leia mais

Potencial e estratégia de desenvolvimento da energia das ondas em Portugal

Potencial e estratégia de desenvolvimento da energia das ondas em Portugal WAVE ENERGY CENTRE Potencial e estratégia de desenvolvimento da energia das ondas em Portugal Versão 0.1 1 INDICE 11.. OO RREECCUURRSSOO EENNEERRGGÉÉTTIICCOO... 3 22.. AACCTTUUAAIISS PPRROOTTÓÓTTIIPPOOSS

Leia mais

RESUMO 05 1. NOTA INTRODUTÓRIA 06 2. METODOLOGIA 07 3. RESULTADOS 08. 3.1 Santa Maria 08 3.2 Graciosa 11 3.3 Faial 13 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 15

RESUMO 05 1. NOTA INTRODUTÓRIA 06 2. METODOLOGIA 07 3. RESULTADOS 08. 3.1 Santa Maria 08 3.2 Graciosa 11 3.3 Faial 13 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 15 Relatório Final Localização e mapeamento dos troços da rede de transporte e distribuição de energia eléctrica dos Açores mais utilizados pelo estorninho-malhado como dormitório Povoação, Maio 2012 Trabalhar

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR

COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR Direcção F - Serviço Alimentar e Veterinário DG(SANCO)/9142/2003-RM Final RELATÓRIO FINAL DE UMA MISSÃO REALIZADA EM PORTUGAL DE 2 A 4 DE ABRIL

Leia mais

(Ponto I) (Ponto II) 2. A lagoa encontra-se de facto poluída embora à primeira vista pareça um ecossistema saudável.

(Ponto I) (Ponto II) 2. A lagoa encontra-se de facto poluída embora à primeira vista pareça um ecossistema saudável. Soluções: Ficha 1º Ciclo (Ponto I) 2. F L A M I N G O A Q T S S F F S A G G A S A U T P A E O J P A S G A C I L R E C A R P F L A U F L L H A E C Z L T E O Q R I A Q E U O C A I M A O I R U E Ç T I I A

Leia mais

Manual da Marca Priolo

Manual da Marca Priolo 2015 Manual da Marca Priolo Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo ÍNDICE RESUMO 01 1. NOTA INTRODUTÓRIA 02 1.1 Justificação da necessidade de criação da Marca Priolo 02 2. PROCEDIMENTO

Leia mais

Ciência Viva no Verão

Ciência Viva no Verão Ciência Viva no Verão Participação da Agência Portuguesa do Ambiente 1/10 1. Ciência Viva no Verão A Ciência Viva no Verão é uma iniciativa da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica que

Leia mais

Plano de atividades 2015/16 Educação Ambiental Divisão de Ambiente, Higiene Urbana e Espaços Verdes contactos Divisão de Ambiente, Higiene Urbana e Espaços Verdes educacao.ambiental@cm-albufeira.pt 289

Leia mais

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral Uma Plataforma Colaborativa para apoiar a Gestão do Litoral ajherdeiro@dgterritorio.pt j @ g p mota.lopes@apambiente.pt Lugares comuns de quem lida com

Leia mais

Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico

Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico Planificação Anual da disciplina de GEOGRAFIA 7 º Ano

Leia mais

Berlengensis. LIFE + project proposal

Berlengensis. LIFE + project proposal Berlengensis LIFE + project proposal Berlengensis LIFE + Project Proposal Berlengas 2010: Conservação e Gestão para Implementação da Rede Natura Marinha 2000 (PTCON0006) Centro de Ciências do Mar O LIFE

Leia mais

CAPA DO RELATÓRIO DE VIAGEM

CAPA DO RELATÓRIO DE VIAGEM CAPA DO RELATÓRIO DE VIAGEM - A preencher por cada saída. ID_OBSERVADOR(ES) NOME DO BARCO MATRÍCULA Nome do observador, nome e matrícula do barco respectivamente. TRÂNSITO: Data e hora de saída/entrada

Leia mais

Sociedade Portuguesa para o Estudo das aves:

Sociedade Portuguesa para o Estudo das aves: Domingos Leitão, Julieta Costa & Paula Lopes Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Sociedade Portuguesa para o Estudo das aves: ONGA que se dedica ao estudo e conservação das aves em Portugal. Criada

Leia mais

Gestão da Rede de Contactos. - Vilamoura, 26 de Junho de 2009 -

Gestão da Rede de Contactos. - Vilamoura, 26 de Junho de 2009 - PROGRAMA BUSINESS NETWORKING Gestão da Rede de Contactos - Vilamoura, 26 de Junho de 2009 - APRESENTAÇÃO O sucesso de uma organização, depende, em grande parte, da sua capacidade de fazer contactos (network)

Leia mais

Turismo de Portugal aposta no Birdwatching

Turismo de Portugal aposta no Birdwatching Tróia, 14 e 15 de Novembro Turismo de Portugal aposta no Birdwatching O potencial turístico da observação de aves Birdwatching, vai estar em foco no workshop internacional promovido pelo Turismo de Portugal,

Leia mais

29-11-2013 Faro - 1 ind. na Ria Formosa, junto à Praia de Faro, visto 2 dias depois no mesmo local por outro observador Marcelo Dias, Lina Campos

29-11-2013 Faro - 1 ind. na Ria Formosa, junto à Praia de Faro, visto 2 dias depois no mesmo local por outro observador Marcelo Dias, Lina Campos 1 de 11 24-01-2014 15:47 Observações recentes recebidas pelo Noticiário SPEA. Milhafre-real Envie-nos as suas observações No âmbito do censo de milhafre-real, procuramos informações sobre dormitórios de

Leia mais

A Influência da Indústria em Meio Urbano. Metodologia de Estudo. Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO

A Influência da Indústria em Meio Urbano. Metodologia de Estudo. Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO A Influência da Indústria em Meio Urbano Metodologia de Estudo Sara Capela, Luísa Carrilho, Carlos Pedro Ferreira RESUMO A metodologia de avaliação da influência da indústria na qualidade do ar em meio

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Plano Plurianual de Investimentos

Plano Plurianual de Investimentos O Orçamento da (Vale do Minho-CI), irá concentrar os seus recursos para o ano 2009 na implementação dos projectos aprovados no QCAIII que se encontram em fase de conclusão, bem como nos projectos já aprovados

Leia mais

ORGANIZAÇÃO. 4. A chegada será no Parque Desportivo das Vindimas (Campo da Associação) Vilamar // COORDENADAS GPS: N40º425076, W8º654027.

ORGANIZAÇÃO. 4. A chegada será no Parque Desportivo das Vindimas (Campo da Associação) Vilamar // COORDENADAS GPS: N40º425076, W8º654027. II ROTA DO OURIVES - VILAMAR REGULAMENTO DA PROVA ÂMBITO GERAL ORGANIZAÇÃO 1. A II Rota do Ourives é um evento ciclo-desportivo organizado pela ADV ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE VILAMAR em parceria com a UNIÃO

Leia mais

DOCUMENTO METODOLÓGICO

DOCUMENTO METODOLÓGICO REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DOCUMENTO METODOLÓGICO Inquérito ao Sistema Educativo Regional Código: 47 Versão: 1.0 INTRODUÇÃO A necessidade de formular Políticas

Leia mais

Assunto: Consulta Pública do Processo de Avaliação de Impacte Ambiental Parque Eólico de Alto da Coutada

Assunto: Consulta Pública do Processo de Avaliação de Impacte Ambiental Parque Eólico de Alto da Coutada Ex.mo Senhor Presidente do Instituto do Ambiente Rua da Murgueira 9/9ª Zambujal Apartado 7585- Alfragide 2721-865 Amadora Lisboa, 25 de Janeiro de 2008 Assunto: Consulta Pública do Processo de Avaliação

Leia mais

A utilização de smartphones na monitorização do ruído

A utilização de smartphones na monitorização do ruído A utilização de smartphones na monitorização do ruído Patrícia Susana Contente Pereira Dissertação em Engenharia do Ambiente, Perfil de Gestão e Sistemas Ambientais Orientador: Prof. Doutor Francisco Manuel

Leia mais

Nuno José da Silva Grade

Nuno José da Silva Grade INFORMAÇÃO PESSOAL Nuno José da Silva Grade Morada: Urb. das Gambelas, Rua Sidónio d'almeida Lt. 75, 8005-294 Faro (Portugal) 00351 963 002 360 nuno.grade@icnf.pt EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO 01/10/2005 30/09/2006

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

Empresas que se mexem, são empresas que crescem!

Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Apresentação do Projecto/ Abertura de inscrições Introdução A Adere-Minho - Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, entidade de natureza associativa

Leia mais

A Vida do Cagarro. durante 1 ano

A Vida do Cagarro. durante 1 ano A Vida do Cagarro durante 1 ano Outubro-Novembro A grande viagem para Sul Em Outubro, os cagarros juvenis, já com o tamanho e a plumagem de cagarros adultos, são abandonados no ninho pelos seus progenitores,

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

Sociedade da Informação Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas 2007

Sociedade da Informação Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas 2007 04 de Dezembro 2007 Sociedade da Informação Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas 2007 MAIS DE 7 EM CADA 10 EMPRESAS COM DEZ E MAIS PESSOAS AO SERVIÇO ACEDEM

Leia mais

RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO

RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO 1 RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO DOMÍNIO PÚBLICO P HÍDRICO H NO TROÇO O AVEIRO-FIGUEIRA DA FOZ José António Velho Gouveia ISCIA javg@meo.pt Maio 2010 2 Sumário Conceitos

Leia mais

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar Município da Nazaré PROJECTO VIVER O MAR Valorizar a associação da Nazaré ao Mar como factor de identidade Assegurar o conhecimento Científico

Leia mais

Aves em Portugal Ferramentas para a sua monitorização

Aves em Portugal Ferramentas para a sua monitorização Aves em Portugal Ferramentas para a sua monitorização CEMPA Centro de Estudos de Migrações e Proteção de Aves Estação Ornitológica Nacional Vitor Encarnação Lisboa, Maio de 2013 As aves em Portugal e no

Leia mais

Medição das características detalhadas do vento no Pico Gordo Madeira (estação PORT323)

Medição das características detalhadas do vento no Pico Gordo Madeira (estação PORT323) Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Medição das características detalhadas do vento no Pico Gordo Madeira (estação PORT323) Estudo elaborado para AREAM Agência Regional

Leia mais

Praia da Sereia. Identificação da Água Balnear. Fotografia. Localização Geográfica e Administrativa da Água Balnear. Perfil de Água Balnear

Praia da Sereia. Identificação da Água Balnear. Fotografia. Localização Geográfica e Administrativa da Água Balnear. Perfil de Água Balnear Praia da Sereia Identificação da Água Balnear Nome da Água Balnear SEREIA Código da Água Balnear PTCT3K Ano de Designação 2004 Categoria/Tipo Água balnear costeira/costa Atlântica Mesotidal Moderadamente

Leia mais

Trabalho realizado por: João Rabaça. 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos

Trabalho realizado por: João Rabaça. 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos Trabalho realizado por: João Rabaça 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos Introdução Animais em vias de extinção - O que são? - O que é a extinção? -O cachalote -O Lince Ibérico

Leia mais

Projecto: Construção de um Teleférico e Recuperação do Património Cultural no Ilhéu da Cal Porto Santo.

Projecto: Construção de um Teleférico e Recuperação do Património Cultural no Ilhéu da Cal Porto Santo. Caso de Sucesso em AIA 1. Identificação do caso Projecto: Construção de um Teleférico e Recuperação do Património Cultural no Ilhéu da Cal Porto Santo. Promotor: Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

REGULAMENTO. Introdução. 1. Calendário

REGULAMENTO. Introdução. 1. Calendário REGULAMENTO Introdução Situado no extremo oeste da Europa, Portugal é um país de média dimensão, rico em paisagens e habitats naturais: uma extensa zona costeira, grandes estuários, lagoas e vastas praias,

Leia mais

O projeto MARLISCO e o lixo marinho em Portugal

O projeto MARLISCO e o lixo marinho em Portugal O projeto MARLISCO e o lixo marinho em Portugal Isabel Palma Paula Sobral, Lia Vasconcelos, Graça Martinho, José Carlos Ferreira, Flávia Silva IMAR-Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações

XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações Livro de atas do XI Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente Certificação Ambiental e Responsabilização Social nas Organizações 20 e 21 de Maio de 2011 Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INSTITUTO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE AQUACULTURA DEPARTAMENTO DE APOIO A PRODUÇÃO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INSTITUTO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE AQUACULTURA DEPARTAMENTO DE APOIO A PRODUÇÃO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INSTITUTO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE AQUACULTURA DEPARTAMENTO DE APOIO A PRODUÇÃO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES REALIZADAS EM GAZA IDENTIFICAÇÃO DE ZONAS PARA CULTIVO DE BIVÁLVES

Leia mais

Pós-avaliação AIA. As fases da AIA no DL 69/2000. Selecção dos projectos. Definição do âmbito. Consulta pública. Elaboração do EIA

Pós-avaliação AIA. As fases da AIA no DL 69/2000. Selecção dos projectos. Definição do âmbito. Consulta pública. Elaboração do EIA Pós-avaliação AIA As fases da AIA no DL 69/2000 Selecção dos projectos Definição do âmbito Consulta pública Elaboração do EIA Apreciação técnica do EIA Consulta pública Decisão DIA Pós-avaliação Consulta

Leia mais

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente

Grupo Pestana. suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O Cliente Grupo Pestana suporta crescimento da área de venda directa no CRM. O trabalho de consolidação de informação permitiu desde logo abrir novas possibilidades de segmentação, com base num melhor conhecimento

Leia mais

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação A Ciência Viva tem como missão a difusão da Cultura Científica e Tecnológica apoiando acções dirigidas à promoção da Educação Científica e Tecnológica

Leia mais

A qualidade das águas balneares no contexto do Programa Bandeira Azul

A qualidade das águas balneares no contexto do Programa Bandeira Azul A qualidade das águas balneares no contexto do Programa Bandeira Azul Sofia Batista (sofia.batista@apambiente.pt) Divisão do Estado Qualitativo da Água, Departamento de Recursos Hídricos V Seminário Nacional

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Planos de Promoção do

Planos de Promoção do Planos de Promoção do Desempenho Ambiental Sector eléctrico Balanço de 5 anos e novas regras 20 de Maio de 2008 Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos 1 Enquadramento 4 A tem as seguintes responsabilidades

Leia mais

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012 Ecologia II: Ecossistemas fluviais Manuela Abelho 2012 8.1 Princípios básicos 8. RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA 2 A e a recuperação de rios A consideração dos valores ambientais oferecidos pelos rios não impede

Leia mais

Torezani1, E.; Baptistotte1, C.; Coelho1, B. B.; Santos2, M.R.D.; Bussotti2, U.G.; Fadini2, L.S.; Thomé1, J.C.A.; Almeida1, A.P.

Torezani1, E.; Baptistotte1, C.; Coelho1, B. B.; Santos2, M.R.D.; Bussotti2, U.G.; Fadini2, L.S.; Thomé1, J.C.A.; Almeida1, A.P. ABUNDÂNCIA, TAMANHO E CONDIÇÃO CORPORAL EM CHELONIA MYDAS (LINNAEUS 1758) NA ÁREA DO EFLUENTE DA CST (COMPANHIA SIDERÚRGICA DE TUBARÃO), ESPÍRITO SANTO BRASIL, 2000-2004. Torezani1, E.; Baptistotte1, C.;

Leia mais

RISCO DE EROSÃO. Projecto n.º 2004/EQUAL/A2/EE/161 1

RISCO DE EROSÃO. Projecto n.º 2004/EQUAL/A2/EE/161 1 RISCO DE EROSÃO Portugal é um dos países europeus mais susceptíveis aos processos de desertificação física dos solos. Cerca de 68% dos solos nacionais estão ameaçados pela erosão e 30% encontram-se em

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar

Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar Amarelo: Questão? Azul: inserção Contribuição do CCR Sul relativamente à consulta da CE sobre a revisão do regime de acesso à pesca de alto mar * O CCR Sul agradece à Comissão Europeia a oportunidade que

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

INDICE. 1. Introdução 3. 2. Objectivos 4. 3. Público alvo 4. 4. Material 4. 5. Conteúdos programáticos 5. 6. Actividades Propostas 5

INDICE. 1. Introdução 3. 2. Objectivos 4. 3. Público alvo 4. 4. Material 4. 5. Conteúdos programáticos 5. 6. Actividades Propostas 5 INTRODUÇÃO INDICE 1. Introdução 3 2. Objectivos 4 3. Público alvo 4 4. Material 4 5. Conteúdos programáticos 5 6. Actividades Propostas 5 7. Descrição das Actividades 6 7.1 Formação em sala de aula: 6

Leia mais