O RISCO-AVENTURA COMO ELEMENTO GERADOR DE COMUNHÃO NO VÔO LIVRE. Tema: Sociologia e Antropologia do Esporte

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O RISCO-AVENTURA COMO ELEMENTO GERADOR DE COMUNHÃO NO VÔO LIVRE. Tema: Sociologia e Antropologia do Esporte"

Transcrição

1 O RISCO-AVENTURA COMO ELEMENTO GERADOR DE COMUNHÃO NO VÔO LIVRE Sérgio Luiz Gomes de Azevedo Mestrando em Educação Física e Cultura Ney Felippe de Barros Rodrigues Cocchiarale Mestrando em Educação Física e Cultura Vera Lúcia de Menezes Costa Doutora em Educação Física e Cultura LIRES-LEL Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro RJ Tema: Sociologia e Antropologia do Esporte INTRODUÇÃO A rotina do homem moderno tem sido transformada por riscos que na maioria das vezes só existem nos noticiários divulgados pelos meios de comunicação de massa. A simples informação indicando a probabilidade destes riscos se tornarem realidade, cria no cotidiano das pessoas uma atmosfera de insegurança e medo. As expectativas de um colapso financeiro vividas pelo ambiente econômico são exemplos de riscos que ameaçam constantemente as estruturas da economia mundial e, por conseqüência, a todos que dela dependem. O risco apresenta destaque em duas situações: uma ordinária e outra extraordinária (VEIGA, 2008). O risco ordinário é inevitável e está relacionado ao modo de vida da sociedade contemporânea. O extraordinário difere das situações comuns do cotidiano ao mesmo tempo em que promove o desafio de situações limites. No universo esportivo, o risco pode caracterizar-se por situações em que o indivíduo enfrenta ambientes imprevisíveis (ar, água, floresta etc.), se dispondo a uma prática, cujo resultado é incerto (vôo livre, pára-quedismo, escalada etc.). Diferente dos esportes considerados convencionais (natação, corridas, jogos com bola etc.), a manutenção de uma vivência lúdica nos esportes de aventura e risco depende da disposição do indivíduo para colocar em jogo a integridade física ou até mesmo a própria vida. No vôo livre, objeto deste estudo, encontramos situações onde o indivíduo, dependendo basicamente das condições ambientais, de sua habilidade e do tipo de equipamento utilizado, enfrenta imprevisibilidades, sujeitando-se a experiências positivas, que podem resultar em prazer, ou negativas, resultando em medo, prejuízos físicos ou até mesmo em morte. O limite entre estas experiências se encontra na atitude do indivíduo com relação à quantidade de riscos que o mesmo está disposto a correr. Ao longo de sua trajetória, este esporte sofreu modificações que vão desde os primeiros vôos realizados com o simples objetivo de desafiar a gravidade, até os mais performáticos da atualidade, onde os pilotos conseguem percorrer longas distâncias utilizando as correntes de ar ascendentes (térmicas). A asa delta e o parapente, equipamentos utilizados na prática deste esporte, apresentam diferenças na razão de planeio, no modo de condução por parte do piloto e na composição de suas estruturas. Ambos dependem da habilidade técnica do piloto e da ação

2 dos elementos da natureza para se manterem no ar. Dependendo do objetivo, o equipamento (asa delta ou parapente) pode ser mais lento ou mais rápido, possibilitando um pouso mais simples ou mais técnico. Esse equipamento deverá estar sempre em sintonia com o objetivo desejado. Se o piloto pretende participar de campeonatos que exijam um elevado nível técnico, seu equipamento deve estar em sintonia com este nível. Se o piloto é inexperiente, ou não pretende desfrutar dos benefícios oferecidos pelos planadores modernos, o equipamento de baixa performance se torna mais adequado. Independente do tipo de vôo escolhido, a prática regular, a aquisição de conhecimentos teóricos e a troca de experiências entre os pilotos são aspectos fundamentais para a segurança, para a realização de bons vôos e para a manutenção de uma vivência lúdica. Iniciante ou experiente, independente da maneira como o piloto conduz seu vôo, o objetivo principal sempre será a busca do prazer através dos momentos de ludicidade. SENTIDOS DO RISCO Segundo Costa (2000), os riscos vividos pelos novos aventureiros, os praticantes de atividades físicas e esportivas, são riscos livremente escolhidos como valor. O risco neste caso é tratado como uma aventura no sentido lúdico, uma vez que a atitude dos sujeitos que vivem essa aventura é de enfrentamento do risco com a confiança do domínio cada vez maior da técnica. Para Quinodoz (1995) o risco possui uma relação direta com a busca do prazer. É o que ocorre em esportes como vôo livre, escalada, base jump e snowbording, onde os indivíduos se expondo a riscos manifestam em seus corpos, sensações de angústia que são transformadas em prazer. [...] Em Andradas teve um momento em que fiquei muito baixo, em cima de uma área que só tinha árvores, e vi uma bolhinha (térmica fraca) saindo de cima de linhas de alta tensão, aí pensei: ah, que divertido, uma térmica, é lá mesmo que eu vou [...] Às vezes, eu tinha maus sonhos depois desses vôos brabos eu poderia não ter sobrevivido a isto. Mas agora eu sei que nunca sobreviveria se me sentisse entediado como nas condições fracas. Eu gosto de ser sugado pelas nuvens, gosto de térmicas fortes (GIBSON, in, Parapente Brasil, 2002, nº, p. 10). Para Veiga (2008), risco significa risco físico. É a possibilidade de fatalidade ou de lesões de diferentes proporções que o indivíduo pode encontrar ao praticar determinadas atividades. Ou ainda, em uma perspectiva sensorial, um processo complexo que envolve a prática de atividades de risco. O vôo livre é uma atividade esportiva repleta de experiências sensoriais. Algumas destas experiências possuem relação direta com as situações de risco enfrentadas no decorrer da prática. Estas situações de risco, por outro lado, estão relacionadas à habilidade demonstrada pelo piloto na utilização de seu senso de observação ou, simplesmente, na sua visão, durante o vôo. Uma visão bem treinada permite a identificação das melhores e mais fortes térmicas, prolongando o vôo e aumentando as possibilidades de se obter prazer. O avanço tecnológico possibilitou que diversos instrumentos eletrônicos fossem incorporados ao vôo livre. Esses instrumentos contribuíram para a melhoria de performance trazendo benefícios tanto para os momentos competitivos quanto para os de lazer. Para a identificação das correntes ascendentes, além de sinais visuais, o piloto se orienta pelas informações fornecidas pelo variômetro, instrumento de grande importância no vôo livre. Além de apontar a altitude em que o piloto se encontra, indica, através de sinais sonoros, a

3 velocidade de subida e de descida durante o vôo. Quando o piloto, por algum motivo, perde ou simplesmente descarta o apoio deste instrumento, as informações fornecidas pelos sistemas sensoriais 1 passam a ser valorizadas com muito mais intensidade. Na ausência das informações fornecidas pelo variômetro, as variações térmicas percebidas através das correntes de ar ascendentes e descendentes, ficam a cargo dos sentidos do próprio piloto. A avaliação de um vôo pode ser medida pela quantidade e pela qualidade das experiências sensoriais a que se submete o piloto. Identificar os possíveis sinais que apontam o desenvolvimento ou a evolução de uma corrente de ar ascendente (térmica), é uma estratégia bastante eficaz para se realizar um bom vôo. A observação destes sinais pode ser feita da seguinte forma: no ar, através da observação do vôo de outros pilotos, do vôo de pássaros ou da formação de nuvens; no chão, através da observação dos movimentos da vegetação e de possíveis fontes naturais de calor onde as térmicas normalmente são criadas. [...] De qualquer forma, eu sinto a térmica. Uso o variômetro para confirmar o que sinto, mas ele não é realmente necessário na maioria dos casos. Abaixo de 500 metros, eu posso detectar visualmente minha ascensão. Acima disso, uso outras referências, como outros pilotos pássaros, nuvens, etc. Desenvolver um feeling no ar desligando seus instrumentos é uma prática muito útil (SUCHANEK, in Air Time Adventure, 1997, p. 13). A COMUNHÃO O risco também é apontado por Veiga (2008) com um elemento gerador de comunhão e solidariedade coletiva. Uma das características importantes dessa comunhão se deve ao fato de que, indivíduos que enfrentam juntos os mesmos riscos, se vêem mutuamente como pessoas de valor semelhante. Analisando as comunidades que se formam no universo dos praticantes de vôo livre, podemos observar que, diferente do cotidiano social, estas comunidades não impõem barreiras para que seus membros, estudantes, professores, médicos, advogados e profissionais de diferentes áreas compartilhem, durante boa parte do tempo em que passam juntos, as emoções e angústias de estarem vivenciando de forma lúdica uma atividade que é privilégio de poucos. Veiga (2008) argumenta que o papel principal do risco é acentuar o sentido de coesão social, em um nível não experimentado em outras atividades. O risco em si não é um elemento de grande coesão social. O que gera a coesão é a semelhança na atividade de risco. Os voadores de asa delta e de parapente voam em um mesmo ambiente, dependem das mesmas correntes de ar quente para se manterem no ar, dividem a mesma rampa para decolagem e, em alguns casos, dividem o mesmo local de pouso. Tanto um quanto o outro está sujeito, durante a prática, a colisões aéreas gerando problemas relacionados a fraturas ou, até mesmo, quedas fatais. Apesar da aparente semelhança que apresentam, essas duas categorias de vôo enfrentam condições distintas de riscos. Quando analisamos separadamente algumas das características apresentadas por asas delta e parapentes, encontramos diferenças que podem ser importantes para a compreensão do nível de coesão a que se submetem os indivíduos que praticam estas modalidades de vôo. Uma destas características está relacionada à praticidade. O parapente difere da asa delta pelo fato de ser mais leve e não possuir estrutura metálica, o que garante uma maior eficiência na montagem, desmontagem e no transporte. Uma outra característica está relacionada à performance. A aerodinâmica de uma asa delta supera em muito a aerodinâmica de um

4 parapente. A asa delta, além de desenvolver uma maior velocidade durante o vôo, comporta-se melhor que o parapente na presença de ventos turbulentos. Além da praticidade e da performance, outras características podem contribuir para que voadores de parapente e de asa delta formem, no contexto da prática do vôo livre, diferentes comunidades. Apesar de dividirem o mesmo espaço físico (rampa de decolagem, correntes ascendentes, pouso, etc.) os praticantes deste esporte se agrupam em comunidades cujo fator de coesão está relacionado à semelhança na quantidade de risco que os membros destas comunidades pretendem correr. Tendo como referência o fator risco, podemos identificar diversas comunidades. A primeira delas é composta por indivíduos que se identificam com a busca incessante de recordes e com as acirradas disputas de campeonatos. Como forma de lazer, privilegiam os vôos de longa distância e os desafios de voar em lugares ainda não explorados. Os indivíduos desta comunidade conseguem atingir um alto nível técnico de pilotagem, o que lhes possibilita um gerenciamento dos riscos envolvidos na prática em questão. Em conseqüência do grande número de experiências sensoriais vivenciadas e compartilhadas em diferentes ambientes de vôo, os indivíduos desta comunidade, quando comparados com os demais, apresentam maiores possibilidades de desenvolvimento de habilidades extraordinárias (VEIGA, 2008). Konrad 2, experiente piloto de asa delta, considera os campeonatos que participa, uma escola para a melhoria do nível técnico dos pilotos. Segundo ele, se o piloto deseja manter-se atualizado de técnica, equipamentos e estar em dia com o vôo livre, ele deve participar de campeonatos, pois é lá que as coisas acontecem. A segunda comunidade é composta por indivíduos que entendem as competições e as buscas incessantes de recordes como situações repletas de regras e seriedade que, em determinados momentos, podem se manifestar contrárias ao espírito de liberdade que o vôo proporciona, impondo obrigações e diminuindo as possibilidades lúdicas que poderiam existir. Pierre Bouilloux 3 acredita na importância da competição para o desenvolvimento do aprendizado no vôo livre. No entanto, ele afirma que, se a idéia do piloto é contemplar os locais de vôo, aproveitar até a última térmica do dia e voar na condição que bem entender, o ambiente competitivo não é o mais adequado. Cita como exemplo o Bivouac Flying, uma espécie de turismo, onde o piloto, como um nômade, viaja longos percursos utilizando somente o parapente e suas pernas. Adepto desta modalidade, ele afirma que a mesma é adequada para quem busca momentos de prazer, pois, preocupações competitivas ou com velocidade, não existem. A terceira e última comunidade é composta por indivíduos que entendem os campeonatos e os desafiantes vôos em busca de liberdade, como fatores que contribuem para a melhoria do nível técnico do piloto. Porém, optando por experiências menos arriscadas, voam em equipamentos de baixa performance e buscam locais onde as condições de vôo se apresentam mais tranqüilas. Diferente dos demais, os indivíduos desta comunidade conseguem obter prazer em situações comuns da prática do vôo livre, como subir até o ponto máximo de uma térmica ou, simplesmente, pelo fato de ter decolado, voado por alguns minutos e pousado com segurança. Podemos encontrar diferentes maneiras de se obter prazer em um esporte como o vôo livre. Existem aqueles que preferem voar em parapentes e os que preferem voar em asas delta. Existem ainda aqueles que voam em asas delta nas condições radicais, e em parapentes, nas condições mais favoráveis. Dependendo do equipamento, do local onde se pratica e do interesse do piloto, o prazer pode estar em um vôo longo e arriscado ou em um vôo breve e tranqüilo no final de tarde, ou, simplesmente, por ter tirado os pés do chão pela primeira vez.

5 O vôo livre é o esporte que mais retribui seu praticante com prazer. Quem voa sempre tem várias lembranças de momentos inesquecíveis de sua história como piloto. Eu lembro da primeira vez que tirei o pé do chão [...] Eu estava correndo e, de repente, ele me tirou do chão. Não durou mais que 3 segundos, mais guardo este momento na minha memória até hoje (LOPES, in Parapente Brasil, 2002, p 19). O vôo livre pode ser realizado com diferentes objetivos e de diversas maneiras. Dependendo de seu nível técnico, o piloto pode utilizar equipamentos (asa delta ou parapente) de alta, média ou baixa performance. A maneira como o piloto realizará o vôo estará diretamente ligada ao seu nível de experiência, sua habilidade e ao tipo de equipamento utilizado. A fim de garantir a segurança, este equipamento deverá estar sempre em sintonia com o objetivo desejado. Ou seja, se o piloto tem a pretensão de concorrer em campeonatos oficiais, superar recordes ou até mesmo seus próprios limites, seu nível técnico deve ser bom e seu equipamento de alta performance. Por outro lado, se o piloto for iniciante, equipamento de baixa performance se torna obrigatório para garantir os níveis de segurança dentro de padrões aceitáveis para a prática deste esporte. É comum encontrarmos também, pilotos que, mesmo possuindo experiência para realizar vôos de alta performance, optam pelos de baixa ou média performance, abrindo mão da evolução oferecida pelos equipamentos modernos, em detrimento de uma prática esportiva mais segura com o equipamento que, devido a sua habilidade, lhe dá melhores condições de controle. A característica mais importante, e que pode explicar a ligação existente entre diferentes indivíduos de uma determinada comunidade, está relacionada com as sensações que estes mesmos indivíduos experimentam ao enfrentar situações de risco. Não é o enfrentamento do risco durante a prática que garante a ligação entre estes indivíduos, mas a experiência sensorial que essa prática proporciona (VEIGA, 2008). Algumas destas experiências podem estar relacionadas à posição que o piloto ocupa durante o vôo. A sensação de pilotar deitado, como ocorre na asa delta, é totalmente diferente da sensação de pilotar sentado, como ocorre no parapente. A percepção que se tem da dimensão aérea quando se está na posição horizontal é completamente diferente daquela que se tem estando na vertical. A sensação de voar com uma asa delta de alta performance a mais de 100 km/h não é a mesma de estar voando em um parapente de alta performance a 60 km/h. É a semelhança das experiências sensoriais vividas por cada membro que formam as comunidades sensoriais (VEIGA, 2008). METODOLOGIA Voa-se atrás de prazeres. Alguns preferem a velocidade, enquanto outros a permanência. Uns gostam das sacudidas, enquanto outros da inércia. Uns gostam de provocar suas velas enquanto outros preferem acalmá-las. Uns gostam de ir rumo ao desconhecido, outros ficam onde já desvendaram os mistérios. (Sivuca, in Parapente Brasil, 2002, p. 239) Este estudo se limita ao vôo livre praticado com asa delta e parapente, realizado como lazer ou competição. A fim de nos aproximarmos da realidade do universo destes praticantes, realizamos uma investigação exploratória bibliográfica, com abordagem qualitativa, onde aspectos relacionados ao risco-aventura nos esportes foram abordados como tema principal. A partir dos discursos dos praticantes de vôo livre, analisamos o risco enquanto elemento gerador de

6 comunhão e a influência das sensações provenientes desse risco no processo de coesão das diferentes comunidades. Recorremos a leituras de livros, artigos científicos e revistas. Analisamos também os depoimentos de uma lista de discussão da Internet publicados no livro Parapente Brasil (2002) onde os discursos relacionados ao vôo livre serviram de suporte para o desenvolvimento desse estudo. A interpretação destes discursos se deu através do método de análise utilizado por Eny Orlandi (2003). CONSIDERAÇÕES FINAIS Esta primeira análise possibilitou que identificássemos, a partir do estudo dos diversos autores aqui apresentados e dos discursos dos praticantes de vôo livre, que o risco que envolve a prática desse esporte possui relação com o prazer, além de ser livremente escolhidos como valor. O risco pode estar relacionado a risco físico, um processo complexo que envolve a prática de atividades de risco ou ainda um elemento gerador de comunhão e solidariedade coletiva. O risco acentua o sentido de coesão social fazendo com que indivíduos que enfrentam o mesmo risco se sintam semelhantes. Podemos considerar que o risco-aventura, presente na prática deste esporte, além de ser um elemento gerador de comunhão, permite que o homem explore a imaginação e o conhecimento de seu próprio limite. Nessa exploração, ele se aventura, rompe a rotina cotidiana, imprimindo sentido à ação de voar.

7 REFERÊNCIAS ABDALAD, L S. A participação feminina nos esportes de aventura e risco: um vôo no universo do desafio e da incerteza...dissertação de Mestrado do Programa de Pós- Graduação em Educação Física. do Rio de Janeiro: UGF, AZEVEDO, S. L. G. A cultura lúdica do vôo de asa delta. In: FIEP, 2007, Foz do Iguaçu. Trabalho apresentado. p Risco e vertigem no vôo livre: Entre a angústia e o prazer. In: CBAA, 2007, Governador Valadares. Trabalho apresentado. p Vôo livre e lazer na modernidade. In: FIEP, 2007, Rio de Janeiro. Trabalho apresentado.. O corpo em risco socializado pelo vôo livre. In: CBCE, 2007, Recife. Trabalho apresentado. V. 15, p BACHELARD, G. O direito de sonhar. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, BARREAU, J.J; MORNE, J.J. Epistemologia Y antropologia del deporte. Madri: Alianza Editorial S.A., BECK, U. Risk Society: Towards a New Modernity. Cambridge, UK: PolityPress, (Risikogesellschaft. Frankfut: Suhrkamp, 1986) BOUSQUET, M. M. Théorie et pratique ludiques. Paris: Econômica, CAILLOIS, R. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. Lisboa: Cotovia, COSTA, V. L. M. Esportes de Aventura e Risco na Montanha, São Paulo: Manole: 2000.

8 . Esportes de aventura e risco na montanha: uma trajetória de jogo com limites e incertezas. Tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Rio de Janeiro, UFG, BECK, Ulrich. Risk Society: Towards a New Modernity. Cambridge, UK: PolityPress, (Risikogesellschaft. Frankfut: Suhrkamp, 1986) DA COSTA, Lamartine (org). Atlas do esporte no Brasil: atlas do esporte, educação física e atividades físicas de saúde e lazer no Brasil. Rio de Janeiro: Shape, DURAN, Gilbert. O Imaginário: Ensaio Acerca das Ciências e da Filosofia da Imagem. Rio de Janeiro: DIFEL, p. DUVIGNAUD, J. El juego del juego. México: Fondo de cultura econômica, FERREIRA, Nilda Teves. Olhares sobre o Corpo e Imaginário Social. In.: VOTRE, Sebastião (ORG). Imaginário & Representações Sociais em Educação Física, Esporte e Lazer. Rio de Janeiro: Editora Gama Filho, pp GIDDENS, A. Modernidade e Identidade, Rio de Janeiro: Zahar, GUZZO, M. Corpo em risco. Athenea Digital, 6, Disponible en Acesso em 03 de abril de 2007 às 15:00. KNAUER, R. T. História do Vôo Livre no Brasil. (Monografia de Especialização em Educação Física). Rio de Janeiro, UGF, LOPES, R. S. et al. Parapente Brasil: Histórias e Aventuras do Vôo Livre. Rio de Janeiro: Editado por Rodrigo Stulzer Lopes, ORLANDI Eni Pucinelli. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, p.

9 PAGEN, D. Os segredos de um tricampeão. Air Time Adventure, Rio de Janeiro, n. 12, p. 13, PITTA, D. P. R. Iniciação a teoria do imaginário de Gilbert Durand, Rio de Janeiro: Atlântica Editora, QUINODOZ, D. A Vertigem: entre a angústia e o prazer. Porto Alegre: Artes Médicas, VEIGA, Guilherme. Ritual, risco e arte circense: o homem em situações limites. Brasília: UNB, Sergio Luiz Gomes de Azevedo Endereço: Rua Katar Rechuan, 391 São João de Meriti CEP: Rio de Janeiro RJ 1 O sistema sensorial permite que tomemos consciência de nossa posição e equilíbrio no espaço antes de tomarmos alguma decisão (Quinodoz 1995). 2 Entrevista a Revista Air, ano VIII, nº 08, p Piloto francês campeão mundial de parapente em entrevista a Revista Air, ano II, nº 04, p. 30.

O CORPO EM RISCO SOCIALIZADO PELO VÔO LIVRE

O CORPO EM RISCO SOCIALIZADO PELO VÔO LIVRE 1 O CORPO EM RISCO SOCIALIZADO PELO VÔO LIVRE Sérgio Luiz Gomes de Azevedo Mestrando Lires LEL PPGEF/UGF Rio de Janeiro Brasil RESUMO Este trabalho tem como objetivo identificar os sentidos de risco presentes

Leia mais

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação?

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação? O que é a aerodinâmica? Aerodinâmica é o estudo do ar em movimento e das forças que actuam em superfícies sólidas, chamadas asas, que se movem no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis",

Leia mais

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano 24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências

Leia mais

O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros.

O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros. por Jerry Gibbs Revista Soaring - Julho 1980 Tradução e adaptação: Antonio Milan O planador de ouro Uma fábula sobre polar básica conforme contada ao autor por uma garota em um bar de solteiros. Era uma

Leia mais

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP.

A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP. A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA DO SOFRIMENTO PSIQUÍCO DE ADOLESCENTES DAS ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Joselene Lopes Alvim A ESCOLHA PROFISSIONAL: UMA ESCUTA

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

?- Período em que participavam das aulas.

?- Período em que participavam das aulas. Iniciativa Apoio como foi a campanha HISTÓRIAS EX ALUNOS 1997 2013 as perguntas eram relacionadas ao:?- Período em que participavam das aulas. - Impacto que o esporte teve na vida deles. - Que têm feito

Leia mais

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes Aula 9 Liderança e Gestão de Equipes Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Trabalho em Equipe Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; Cada homem é parte do continente, parte do

Leia mais

PRINCIPAIS FUNÇÕES NA EQUIPE

PRINCIPAIS FUNÇÕES NA EQUIPE Trekking é uma caminhada com uma boa dose de aventura na qual os praticantes não andam com guia, mas fazem o percurso com o auxílio de uma planilha de navegação. A prova de Trekking de Regularidade se

Leia mais

Visite nossa biblioteca! Centenas de obras grátis a um clique! http://www.portaldetonando.com.br

Visite nossa biblioteca! Centenas de obras grátis a um clique! http://www.portaldetonando.com.br Sobre a digitalização desta obra: Esta obra foi digitalizada para proporcionar de maneira totalmente gratuita o benefício de sua leitura àqueles que não podem comprá-la ou àqueles que necessitam de meios

Leia mais

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte Autora: ADRIJANE ALVES DE AMORIM Introdução Estabelecer objetivamente a medida de um bom orador não é tarefa fácil. Para muitos, falar bem guarda a ideia

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO

O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO O ORIENTADOR FRENTE À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIENCIA NA ESCOLA REGULAR DE ENSINO Flávia Fernanda Vasconcelos Alves Faculdades Integradas de Patos FIP flaviavasconcelos.edu@hotmail.com INTRODUÇÃO Observa-se

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA Tiago Onofre da Silva 1 Rafael Santos Nunes 2 RESUMO: O presente artigo aborda o processo

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2

Formação e Gestão em Processos Educativos. Josiane da Silveira dos Santos 1 Ricardo Luiz de Bittencourt 2 1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE PEDAGOGIA NA MODALIDADE EAD E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR NO CURSO DE MAGISTÉRIO PRESENCIAL: AS PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES Formação e Gestão em Processos Educativos Josiane

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SOROCABA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE DE SOROCABA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE DE SOROCABA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS MOTIVAÇÃO E PLANEJAMENTO Fernanda Lopes Morassi Juliana Matos Lopes Pamela Santos Wagner Antonio Garcia Zélia Moreira dos Santos

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância

Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Imaginação e protagonismo na Educação Infantil: construindo uma escola mais íntima da infância Me. Tony Aparecido Moreira tony.educ@gmail.com Denise Watanabe de.wtnb@gmail.com Dr. José Milton de Lima miltonlima@fct.unesp.br

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Antonio Carlos Fedato Filho Guilherme Augusto de Melo Rodrigues O Futebol está em uma constante evolução. Quando falamos

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA Alini, CAVICHIOLI, e-mail¹: alini.cavichioli@edu.sc.senai.br Fernando Luiz Freitas FILHO, e-mail²: fernando.freitas@sociesc.org.br Wallace Nóbrega,

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil

INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil INFORMES SETORIAL Aeronáutica fala sobre a segurança nos céus do Brasil A reportagem exibida na semana passada mostrava algumas falhas na comunicação entre o avião monomotor em que estava o nosso repórter

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar O Paradigma Holístico O holismo ( de holos = todo) abrangendo a ideia de conjuntos, ou de todos e de totalidade, não engloba apenas a esfera física, mas se estende também às mais altas manifestações do

Leia mais

O Indivíduo em Sociedade

O Indivíduo em Sociedade O Indivíduo em Sociedade A Sociologia não trata o indivíduo como um dado da natureza isolado, livre e absoluto, mas como produto social. A individualidade é construída historicamente. Os indivíduos são

Leia mais

Autor: Marcelo Maia http://infoempreendedorismo.com

Autor: Marcelo Maia http://infoempreendedorismo.com Nesse ebook você irá aprender como gerar uma renda mesmo que do zero rapidamente na internet, se você já tem um produto irá aprender como aumentar suas vendas agora mesmo de forma garantida. Crie um sistema

Leia mais

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo

DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO. Maristela Gomes de Camargo DISCUSSÕES SOBRE ERGONOMIA E CONFORTO TÉRMICO EM RELAÇÃO AO VESTUÁRIO Maristela Gomes de Camargo Resumo: Este estudo discute os aspectos de usabilidade e ergonomia relacionados ao conforto térmico; e o

Leia mais

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar?

A Ciência da Mecânica. Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado fiz a seguinte pergunta: Como um avião se sustenta no ar? A Ciência da Mecânica Washington Braga, Professor Associado 13/ Ano II Departamento de Engenharia Mecânica - PUC - Rio Título: Avião Voa? Olá, estamos de volta com mais uma coluna sobre Ciência. Mês passado

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias O Programa Esporte e Lazer da Cidade e o seu processo formativo para egressos do curso de educação física da Universidade Federal

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

COACHING NA EDUCAÇÃO COACHING NA EDUCAÇÃO. Novos Rumos para os Jovens. Isabel Ferreira. Fundadora da Escola De Coaching ECIT

COACHING NA EDUCAÇÃO COACHING NA EDUCAÇÃO. Novos Rumos para os Jovens. Isabel Ferreira. Fundadora da Escola De Coaching ECIT COACHING COACHING NA NA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO Novos Rumos para os Jovens Isabel Ferreira Fundadora da Escola De Coaching ECIT www.escoladecoaching.com Coaching na Educação COACHING NA EDUCAÇÃO www.escoladecoaching.com

Leia mais

Os 6 Passos Para Você Vender Consultoria em Vendas Online Através de Palestras Online

Os 6 Passos Para Você Vender Consultoria em Vendas Online Através de Palestras Online Os 6 Passos Para Você Vender Consultoria em Vendas Online Através de Palestras Online Palestra online é uma das maneiras mais simples, rápida e eficiente de vender serviço 01 - Recebem elogios mas não

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Situação Financeira Saúde Física

Situação Financeira Saúde Física Um dia um amigo me fez uma séria de perguntas, que me fez refletir muito, e a partir daquele dia minha vida vem melhorando a cada dia, mês e ano. Acreditando que todos temos um poder interno de vitória,

Leia mais

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR *

I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * PSICODRAMA DA ÉTICA Local no. 107 - Adm. Regional do Ipiranga Diretora: Débora Oliveira Diogo Público: Servidor Coordenadora: Marisa Greeb São Paulo 21/03/2001 I - RELATÓRIO DO PROCESSADOR * Local...:

Leia mais

Insígnia Mundial do Meio Ambiente IMMA

Insígnia Mundial do Meio Ambiente IMMA Ficha técnica no. 2.1 Atividade Principal 2.1 SENTINDO A NATUREZA Objetivo da 2 Os escoteiros estão trabalhando por um mundo onde o habitat natural seja suficiente para suportar as espécies nativas. Objetivos

Leia mais

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces

O Programa de Desenvolvimento Educacional e suas Interfaces 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO Por que ler este livro? Você já escutou histórias de pessoas que ganharam muito dinheiro investindo, seja em imóveis ou na Bolsa de Valores? Após ter escutado todas essas

Leia mais

56º Campeonato Brasileiro de Planadores - Etapa Planalto Central

56º Campeonato Brasileiro de Planadores - Etapa Planalto Central 56º Campeonato Brasileiro de Planadores - Etapa Planalto Central Formosa 2014 Relato André Lautert - LA Escrevo este relato como um aperitivo para que aqueles que tenham interesse em participar de um campeonato

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA

QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA CONSTRUÇÃO A PARTIR DO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA Camila Escarlety Costa 1, Jaciara Serafim De Souza 2, Lídia Thaislene Dos Santos 3, Nora Lucia Corrêa 4. 1 Universidade

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Conteúdos. Escalada Rapel Tirolesa Slackline

Conteúdos. Escalada Rapel Tirolesa Slackline Conteúdos Escalada Rapel Tirolesa Slackline Habilidades Conhecer os esportes de aventura, entendendo os conceitos do esporte e os cuidados necessários. Reconhecer nos esportes de aventura uma alternativa

Leia mais

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ

Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica. Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Etapas da Metodologia da Pesquisa Científica Maria da Conceição Muniz Ribeiro Mestre em Enfermagem pela UERJ Metodologia da Pesquisa Cientifica Metodologia Como se procederá a pesquisa? Caminhos para se

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

Apresentação dos convidados e do moderador. Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim.

Apresentação dos convidados e do moderador. Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim. PESQUISA SEGUROS ROTEIRO 1. Abertura da reunião Apresentação dos convidados e do moderador 2. Aquecimento Como vai a vida. O que está acontecendo de bom e de ruim. Está dando para viver? 3. Valores (espontâneo)

Leia mais

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE RESUMO Este texto é uma reflexão sobre o brincar nas aulas de educação física escolar do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental,

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

Construção dos geógrafos frente à natureza e sociedade

Construção dos geógrafos frente à natureza e sociedade O OLHAR DOS GEÓGRAFOS FRENTE ÀS MODERNIZAÇÕES NA AGRICULTURA E ÀS IMPLICAÇÕES AMBIENTAIS 1 Roberto Verdum 2 Departamento de Geografia/IG/UFRGS Para identificar o olhar dos geógrafos frente às modernizações

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito 1. INTRODUÇÃO O setor de energia sofreu, nos últimos anos, importantes modificações que aumentaram sua complexidade. Para trabalhar

Leia mais

Grande parte dos planejadores

Grande parte dos planejadores ARTIGO Fotos: Divulgação Decidindo com o apoio integrado de simulação e otimização Oscar Porto e Marcelo Moretti Fioroni O processo de tomada de decisão Grande parte dos planejadores das empresas ainda

Leia mais

Educação a distância: desafios e descobertas

Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: desafios e descobertas Educação a distância: Desafios e descobertas Conteudista: Equipe Multidisciplinar Campus Virtual Cruzeiro do Sul Você na EAD Educação a distância: desafios

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

ATA DA REUNIÃO REALIZADA ENTRE OS PILOTOS PARTICIPANTES DA 1a ETAPA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARAPENTE EM BAIXO GUANDU - ES.

ATA DA REUNIÃO REALIZADA ENTRE OS PILOTOS PARTICIPANTES DA 1a ETAPA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARAPENTE EM BAIXO GUANDU - ES. ATA DA REUNIÃO REALIZADA ENTRE OS PILOTOS PARTICIPANTES DA 1a ETAPA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARAPENTE EM BAIXO GUANDU - ES. Aos 17 dias do mês de Maio de 2013, às 20 horas, no QG do Campeonato Brasileiro

Leia mais

A voz dos professores do Agrupamento de Escolas da Apelação

A voz dos professores do Agrupamento de Escolas da Apelação A voz dos professores do Agrupamento de Escolas da Apelação Rita Monteiro Universidade Católica Portuguesa Abril 2014 Fontes / Referências Roldão (2013, 2008, 2007, 2004) Alarcão (1998) Shulman (2005,

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA Luciana da Silva Catardo Acadêmica do curso de Ciências Biológicas/Licenciatura na Universidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

O Ensino de Matemática na Educação Infantil

O Ensino de Matemática na Educação Infantil Débora de Oliveira O Ensino de Matemática na Educação Infantil No Brasil, desde 1996, a Educação Infantil é considerada a primeira etapa da educação básica e tem como guia de reflexão de cunho educacional

Leia mais

RIO + 20. Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2

RIO + 20. Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2 Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: TEMPO Início: Término: Total: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2 grupo D RIO + 20 Um dia, voando sobre a Floresta Amazônica,

Leia mais

Seis dicas para você ser mais feliz

Seis dicas para você ser mais feliz Seis dicas para você ser mais feliz Desenvolva a sua Espiritualidade A parte espiritual é de fundamental importância para o equilíbrio espiritual, emocional e físico do ser humano. Estar em contato com

Leia mais

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves

Índice. Classificação. Mais leve do que o ar. Curso n 4 Aeronaves Curso n 4 Aeronaves Aeronaves são quaisquer máquinas capazes de sustentar vôo, e a grande maioria deles também são capazes de alçar vôo por meios próprios. Índice 1 Classificação o Mais leve do que o ar

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke

Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke Instituto Federal do Paraná Licenciatura em Física Produção de Videoaulas de Física para a Internet Leonardo Senna Zelinski da Silva Silvia Leticia Ludke SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Justificativa... 4

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM O TRATO DO CONTEÚDO LUTAS NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES INICIAIS Autor: HENRIQUE GERSON KOHL Introdução A experiência em questão materializa-se a partir do trato do conteúdo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC.

CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC. CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC. Neusa Maria Zangelini - Universidade do Planalto Catarinense Agência Financiadora: Prefeitura de Lages/SC

Leia mais

PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES.

PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES. PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES. TÍTULO: INSERÇÃO DO LÚDICO (BRINCAR) AO PROCESSO DA INCLUSÃO PRODUTIVA. INTRODUÇÃO Verifiquei a importância

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

1. Aumento do Poder dos Usuários: impacto na TI! 2. Análise de Redes Sociais : impacto na engenharia de software!

1. Aumento do Poder dos Usuários: impacto na TI! 2. Análise de Redes Sociais : impacto na engenharia de software! 1. Aumento do Poder dos Usuários: impacto na TI! 2. Análise de Redes Sociais : impacto na engenharia de software! Aumento do Poder dos Usuários: impacto na TI! Dr. Manoel Veras 28.09 Jornada Goiana de

Leia mais

Quem mais torce, incentiva, acompanha e

Quem mais torce, incentiva, acompanha e Capa esporte de pai para filho Edgard Rondina, o filho Felipe e uma paixão em comum: velejar no Lago Paranoá Por Leane Ribeiro Quem mais torce, incentiva, acompanha e muitas vezes até sofre com a carreira

Leia mais

Aprendendo a vencer a Ansiedade

Aprendendo a vencer a Ansiedade Rua Conde de Bonfim 232/301 Tijuca Rio de Janeiro RJ Tel:2234-2399 Email: eliane@epvpsicologia.com Home Page:www.epvpsicologia.com Aprendendo a vencer a Ansiedade Um guia para os pais sobre a ansiedade

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1

A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 64 A INFLUÊNCIA DOCENTE NA (RE)CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DE LUGAR POR ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FEIRA DE SANTANA-BA 1 Edson da Silva Santos e-mail: edsonsporte@hotmail.com Bolsista FAPESB, Bacharelando

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO O Processo de Design Vamos começar! Nós sabemos por experiência que o único jeito de aprender o design centrado no ser humano é aplicando-o. Por isso,

Leia mais