UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva."

Transcrição

1 ARTIGO Paulo Lanes Lobato * RESUMO Considerando que o marketing é hoje integrante de grande parte das conversas relacionadas ao esporte e, principalmente, que se transformou na esperança do esporte em obter os recursos e resolver todos os problemas, torna-se necessário esclarecer alguns aspectos relacionados à Poção Mágica. Buscamos destacar o papel do marketing na administração esportiva e, principalmente, estabelecer alguns pressupostos que possam oportunizar a busca destas alternativas. Destacamos alguns aspectos que devem ser reconhecidos pelos dirigentes esportivos e que poderão ser importantes no processo de convencimento de aplicação de recursos financeiros no negócio: o UNITERMOS: Marketing esportivo, futebol, administração esportiva. Para que se possa canalizar os recursos disponíveis no mercado para o futebol, deve-se primeiro tomá-lo um produto que seja interessante e que transmita credibilidade aos investidores. Deve ser destacado um ponto essencial: se o fucebol é utilizado como veículo, não há compromisso por parte de quem o está utilizando com os interesses do futebol; seus interesses estão voltados para o benefício que possa ser gerado para seu produto ou marca. Isto pode significar que os beneficias para o futebol, se existirem, serão indiretos e deverão ser pensados e projetados pelos responsáveis pelo A princípio pode parecer complexo, mas na realidade trata-se de uma situação bastante clara e que nos permite dizer que marketing esportivo é muito mais do que a simples exposição de produtos ou marcas no cenário da prática dos esportes. Portanto, somente a ação integrada entre o investidor e o administrador esportivo pode assegurar, através do investimento no esporte, a satisfação e o retorno esperado por ambas as partes. O principal instrumento que veio normatizar esse contexto foi a Lei de 06 de julho de 1993 (Lei Zico), que instituiu normas gerais sobre o esporte e está buscando a regularização desta relação entre o esporte e o mercado financeiro. No futebol, mais precisamente, a situação pode ser analisada diferentemente em relação a outros esportes. Primeiro por se tratar de uina * Professor de Educação Física da Universidade Federal de Viçosa - MG. 14 R. min. Educ. Fís., Viçosa, 4 (2): 14-18, 1996

2 atividade que tem embutida em si um alto grau de aceitação pelo público, de ter se firmado como um esporte de massa e que exerce grande influência sobre as pessoas e, principalmente, pelo alto índice de reconhecimento e identificação de seus ídolos. No Brasil, o futebol tem levado consigo isoladamente esses predicados; já no voleibol existe em evolução um trabalho bem estruturado, cujos resultados têm sido muito expressivos. Em outros países, já encontramos implantados sistemas gerenciais esportivos cujos resultados são amplamente conhecidos e decorrentes do nível de administração destes esportes: por exemplo, o basquete e o futebol americano nos Estados Unidos. O ESPORTE COMO VEICULO DE COMUNICAÇÃO Para que se perceba a função do futebol como veículo de publicidade e informação é preciso que se entenda um pouco do que significa ser um veículo de comunicação. Quando uma empresa cria um produto, é necessário fazer com que o público tome conhecimento deste produto, para que possa adquiri-lo. Esta ação se insere na atividade do marketing e, de acordo com PINHO (1988), assim ocorre: "A partir do estudo do consumidor e do produto tem lugar a determinação do tema e a seleção dos estímulos e apelos para a mensagem comercial, que serão tomados como base e irão influenciar a escolha de veículos de comunicação e planejamento de uma campanha publicitária". Esta situação indica que a publicidade deverá obedecer normas muito bem estabelecidas e que permitirão a seleção adequada do veículo. Ainda segundo PINHO (1988), "o profissional de mídia defronta-se, então, com um quadro de opções: rádio, televisão, cinema, revistas, jornais, outdoors e meio de comunicação dirigida, dentre os quais deverá se decidir pela melhor combinação para atingir com impacto e eficácia o públicoalvo...", levando-nos a perceber que o futebol deverá estar encaixado dentro de uma destas perspectivas, atendendo a requisitos preestabelecidos que atinjam plenamente o objetivo do produto ou da marca. Os estudos quanto a classificação dos veículos de comunicação, seu alcance, suas potencialidades e as estratégias de utilização de acordo com o resultado esperado estão bem evoluídos e, de acordo com PiNHO (1988), têm reconhecidos seus resultados. Na elaboração deste texto cabe, neste momento, destacar que o futebol, por si só, não possui todas estas características dos veículos formais de comunicação, mas atinge de qualquer forma um grande público - diretamente 110s estádios e, indiretamente, através dos meios de comunicação formais; e seu alcance é significativamente ampliado por estes meios formais de comunicação, o que lhe dá o "status" de um bom veículo de marketing. Este "status" traz consigo sempre as premissas relacionadas ao esporte como um todo: o confronto, a rivalidade, o espetáculo e, acima de R. min. Educ. Fís., Viçosa, 4 (2): 14-18,

3 tudo, o "show" que ele apresenta, assistido por milhões de pessoas em todo O país e, ou, mesmo no mundo. O sucesso desta performance tem que ser assegurado pela administração esportiva, caracterizando cada vez mais a aceitação por parte do público e dos telespectadores (que é a grande maioria), permitindo, concomitantemente, grande retomo aos participantes deste "show". Para os investidores isto significa um custo menor em relação ao alcance das mensagens veiculadas, se comparado com os custos da comunicação formal, mas também apresenta riscos que não estão devidamente mensurados e que limitam um pouco sua utilização em maior escala. Lamentavelmente o futebol é quem menos se beneficia com esta ação, uma vez que as negociações lesam os interesses dos clubes, em benefícios indevidos para administradores e intermediários inescrupulosos. Curiosamente temos observado a queda do número de pessoas nos estádios e o fluxo de recursos no meio futebolístico se mantendo num patamar alto, senão até mesmo maior que anteriormente. O uso da imagem dos atletas cada vez mais evidente, proporcionando salários indiretos astronômicos, e a condição financeira dos clubes cada vez mais comprometida: é um antagonismo incompreensível... Tudo isto decorre da incapacidade administrativa de adequar satisfatoriamente todas as variáveis e permitir a melhoria generalizada do O FUTEBOL COMO VEIC~KO DE COMUNICAÇÃO Para que possamos compreender a estratégia de utilização do futebol como veículo de informação, poderíamos buscar referencial teórico em KOTLER e BLOOM (1988), que nos fala do conceito de atmosferas "que são situações projetadas para transmitir mensagens sutis sobre a empresa e criando uma predisposição positiva quanto a organização ou produto". Nessa ótica, percebemos que o futebol se transforma no cenário onde tudo contribui para as vantagens esperadas pelo "investidor" em relação ao Podemos analisar sob diferentes aspectos: 1) identidade do público com o produto através da associação da marca divulgada com a decisão na hora da compra; 2) fixação da marca ou do produto pela exposição em situação favorável; 3) transferência de preferência de marca ou produto por aquela que está vinculada ao seu clube de preferência; 4) identidade com os ídolos que divulgam as marcas ou os produtos; dentre outras que poderão vir a ser observadas e que interferem na posição ou opinião do indivíduo. Quando o espetáculo atende aos interesses de seu público, transmite uma série de estímulos positivos que são transferidos para os produtos que 16 R. min. Educ. Fís., Viçosa, 4 (2): 14-18, 1996

4 ali estejam veiculados e permitem aos investidores a obtenção de grande retorno, em relação aos recursos aplicados. Por outro lado, o retorno para o investidor pode ser mensurado também através de outros indicadores, como, por exemplo, o retomo publicitário de que ele indiretamente se beneficia em virtude da divulgação e promoção do evento. Este retomo tem sido o que mais tem despertado o interesse dos investidores pelo esporte, pois seu alcance e retomo são, apesar de não devidamente mensurados, muito significativos e apresentam custos significativamente menores que os investidos na divulgação formal. Esse tipo de situação permite apenas a inserção da marca no contexto (atmosfera) já existente, não demanda compromisso com aspectos organizacionais ou outros e permite a saída a qualquer momento sem prejuízos aparentes... AÇÃO ADMINISTRATIVA A princípio, esta situação parece-nos muito simples e se adequa inuito bem às grandes equipes, ou aos grandes eventos, que têm quase sempre assegurada a parceria com um veículo de comunicação forte: a TV. Para situações normais, que representam a realidade do dia-a-dia, onde estamos inseridos, a obtenção destes recursos demanda mais que simplesmente se colocar à disposição para recebe-los; pelo contrário, significa a necessidade de um esforço muito maior para conseguir convencer os investidores a colocarem seus recursos em uma determinada equipe ou evento. Alguns fatores podem ser levados em consideração na tentativa de I superar essas dificuldades iniciais: 1) Dependendo do porte da cidade e, principalmente, do nível do evento, não há elementos que possam despertar o interesse no investimento - deve-se preocupar com o nível organizacional e promover de maneira que se consiga a mobilização do público e, se possível, da mídia. 2) Esta situação não é de responsabilidade dos técnicos e sim dos administradores, mas se o trabalho técnico é bem desenvolvido e começa a despertar a atenção e provocar interesse nas pessoas, estas circunstâncias se tomam mais efetivas e podem facilitar o trabalho administrativo de obtenção dos recursos. 3) A oposição e a rivalidade (não guerra ou brigas) são essenciais para despertar a atenção e estimular a participação das pessoas. Isto determina a tomada de posição e o conseqüente interesse pelo resultado. Para que isso ocorra é necessário o desenvolvimento globalizado, de maneira que todos tenham a mesma oportunidade de obter o êxito. Esta situação gera oportunidade de exploração dos contrastes pela mídia: como o reconhecimento dos valores individuais e a identificação entre os que pertençam à mesma corrente, dentre outros que, com o decorrer do tempo, certamente, se constituirão nos eleinentos necessários para garantir o sucesso do empreendimento. R. min. Educ. Fís., Viçosa, 4 (2): 14-18,

5 4) 0 envolvimento de veículos de comunicação toma-se essencial para que isto possa ocorrer, pois estes serão os responsáveis pela maior amplitude dos fatos gerados. Quando não estão disponíveis, a tarefa certamente deverá ser muito mais árdua, porém nunca sem possibilidade de êxito. Todos os aspectos mencionados só serão significativos se forem assimilados ou integrados dentro dos interesses dos possíveis investidores, pois, do contrário, qualquer situação existente, mesmo que apresente indícios de bom desenvolvimento, não despertará interesse para investimentos. O futebol é um bom negócio (MELO NETO, 1986), que deverá começar muito antes, na preparação das escolinhas, na realização de eventos de base, na estruturação e formação técnica dos envolvidos, que evoluirá gradativamente de categoria em categoria, até que se alcancem níveis profissionais e que possam permitir a sustentação em níveis compatíveis com o contexto em que esteja inserido. O estabelecimento da rede de relações necessária a evolução do futebol é conseqüência direta de um trabalho sistematizado e que permite, com um custo razoável, a obtenção do retomo planejado, principalmente agora, com a pressuposta autonomia administrativa propalada pela Lei 8.672, já citada. Somente o trabalho conjunto - técnico e administrativo - permitirá a obtenção dos benefícios mencionados, pois o futebol possui todos os prérequisitos necessários para o sucesso esperado. KOTLER, P. e BLOOM, P. N. Marketing vara serviços vrofissionais. São Paulo: Atlas, p. MELO NETO, F. P. Marketing no esporte. Rio de Janeiro: Incentive, p. PINHO, J. B. Comunicação em marketing. Campinas: Papirus, p. 18 R. min. Educ. Fís., Viçosa, 4 (2): 14-18, 1996

Ainda na visão dos entrevistados, as razões para profissionalização envolvem benefícios esperados, como a otimização da utilização de recursos, e

Ainda na visão dos entrevistados, as razões para profissionalização envolvem benefícios esperados, como a otimização da utilização de recursos, e 7 Conclusão No mundo de negócios, as organizações constantemente buscam melhorias e aperfeiçoamento de suas gestões para sobreviver e crescer em face de um mercado competitivo. Nesse movimento, percebe-se

Leia mais

Comunicação, Estratégia e Inteligência Empresarial: ferramentas básicas para uma boa unificação e imagem corporativa. 1

Comunicação, Estratégia e Inteligência Empresarial: ferramentas básicas para uma boa unificação e imagem corporativa. 1 Comunicação, Estratégia e Inteligência Empresarial: ferramentas básicas para uma boa unificação e imagem corporativa. 1 Matheus Corrêa Amaro 2 Resumo: A unificação e a imagem corporativa das empresas dependem

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas

Leia mais

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS)

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) A capacidade de gerar tecnologia e inovação é um dos fatores que distinguem os países ricos dos países pobres. Em sua maioria, essas novas tecnologias

Leia mais

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital.

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital. 8 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios O ADVENTO DA TV DIGITAL E A PRODUÇÃO DE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS UM ESTUDO ENFOCANDO AS PERSPECTIVAS FUTURAS

Leia mais

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2

Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo Silvério POLIDORIO 2 COMO QUEBRAR PARADIGMAS SEM CAUSAR UM IMPACTO NEGATIVO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO MARKETING DE RELACIONAMENTO, CRM E DBM EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO Laudinei Rossi Barbatto JUNIOR 1 Gilson Rodrigo

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

Organizações de fato, Relações Públicas de direito 13/06/2007

Organizações de fato, Relações Públicas de direito 13/06/2007 Organizações de fato, Relações Públicas de direito 13/06/2007 Mitchell Figueiredo de Azevedo* Introdução A guerra travada no atual mercado globalizado impõe às organizações uma forma mais "agressiva" de

Leia mais

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR I - OBJETIVO GERAL Realização de Módulos do programa de capacitação

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial;

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial; MARKETING ESPORTIVO E CULTURAL EAD MÓDULO XIX - RESUMO A evolução do ser humano no decorrer da história está associada diretamente ao conceito de cultura, que engloba os costumes e as experiências repassadas

Leia mais

Uma conceituação estratégica de "Terceiro Setor"

Uma conceituação estratégica de Terceiro Setor Uma conceituação estratégica de "Terceiro Setor" Antonio Luiz de Paula e Silva Qual é a tarefa das organizações do chamado "Terceiro Setor"? O "Terceiro Setor" está cumprindo seu papel? Que tipo de perguntas

Leia mais

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1

O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 O Papel dos Meios de Comunicação na Formação da Imagem Empresarial importância do Assessor de Imprensa neste processo 1 Evelyn Nascimento Bastos 2 Palavras-chaves: Meios de Comunicação; Imagem Empresarial;

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Educação para os Media e Cidadania

Educação para os Media e Cidadania Educação para os Media e Cidadania Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Com este artigo procura-se reflectir sobre a educação para os media como uma forma e uma via de educar

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 Juliana Carla Persich 2, Sérgio Luís Allebrandt 3. 1 Estudo

Leia mais

CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4. Prof. Breno Brito. Apostila 1 O QUE É CAMPANHA PUBLICITÁRIA

CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4. Prof. Breno Brito. Apostila 1 O QUE É CAMPANHA PUBLICITÁRIA CURSO: COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA TURMA: CS3/CS4 DESENVOLVIMENTO DE CAMPANHA Apostila 1 O QUE É CAMPANHA PUBLICITÁRIA AGOSTO 2008 O QUE É UMA CAMPANHA PUBLICITÁRIA Uma campanha publicitária

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto

MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1. A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto MOBILIZAÇÃO SOCIAL 1 Denise Carrera A mobilização é uma forma de intervenção social. Toda intervenção social parte do pressuposto de que a ordem social não é natural e por isso pode ser transformada. A

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Faculdade Sagrada Família

Faculdade Sagrada Família Faculdade Sagrada Família DISCIPLINA: Gestão Escolar 4º período de Pedagogia Prof Ms. Marislei Zaremba Martins Texto: Equipe da Área de Educação Formal - Instituto Ayrton Senna A gestão da educação precisa

Leia mais

MARKETING DE VENDAS. Maiêutica - Curso de Processos Gerenciais

MARKETING DE VENDAS. Maiêutica - Curso de Processos Gerenciais MARKETING DE VENDAS Alcioni João Bernardi Prof. Ivanessa Felicetti Lazzari Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Processos Gerenciais (EMD0130) Prática do Módulo IV 27/11/12 RESUMO Este trabalho

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

248 249 250 251 252 253 Anexo B Textos dos alunos sobre a relação mídia sociedade 254 255 A importância da mídia para sociedade Por Aline da Silva Santos Antigamente, não tinha muitos meios de comunicação.

Leia mais

A Ciência e a Arte de Ser Dirigente. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

A Ciência e a Arte de Ser Dirigente. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua A Ciência e a Arte de Ser Dirigente Autor: Ader Fernando Alves de Pádua 1 INTRODUÇÃO Este tema traz a tona uma grande questão que vamos tentar responder nestas poucas paginas, ser um dirigente requer grande

Leia mais

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Onde o comunicador não é considerado protagonista da história da organização, não pode haver comunicação eficaz. Paulo Nassar No mundo da comunicação

Leia mais

TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS

TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS TEC - EAD PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: CONCEPÇÕES TEÓRICAS E METODOLÓGICAS O que é mesmo Educação a Distância (EAD)? Você está fazendo um curso a distância, mas já parou para pensar no conceito

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Introdução A Seção de Leitura da IFLA tem o prazer de apresentar algumas sugestões práticas para as bibliotecas

Leia mais

AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO

AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO AS INQUIETAÇÕES OCASIONADAS NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN NA REDE REGULAR DE ENSINO MORAES Violeta Porto Resumo KUBASKI Cristiane O presente artigo tem como objetivo colocar em pauta

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS 198 Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS Isailma da Silva Araújo; Luanna Nari Freitas de Lima; Juliana Ribeiro dos Reis; Robson

Leia mais

Como vender a Gestão por Processos em sua organização?

Como vender a Gestão por Processos em sua organização? Como vender a Gestão por Processos em sua organização? Janeiro de 2012 O presente artigo aborda de forma prática as principais críticas que usualmente são atribuídas a projetos de gestão por processos.

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria Aline Fernanda de Oliveira Castro Michelle de Lourdes Santos A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: REFLEXÕES SOBRE O ESTADO DO AMAPÁ. André Marcio Picanço Favacho 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: REFLEXÕES SOBRE O ESTADO DO AMAPÁ. André Marcio Picanço Favacho 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: REFLEXÕES SOBRE O ESTADO DO AMAPÁ. André Marcio Picanço Favacho 1 Introdução O estudo em andamento procura analisar o projeto político-pedagógico de uma escola pública de

Leia mais

manual básico de mídia

manual básico de mídia manual básico de mídia Manual Básico de Mídia 1 2 Manual Básico de Mídia 2015 Índice_ 01. Amostra...4 02. Público-alvo...6 03. Audiência de TV...8 04. GRP...12 05. Alcance e frequência...14 06. Custo por

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

Marketing Educacional como manter e captar novos alunos

Marketing Educacional como manter e captar novos alunos Marketing Educacional como manter e captar novos alunos Baiard Guggi Carvalho Publicitário, consultor em marketing educacional e em tecnologia aplicada à educação N os dias de hoje, se perguntarmos para

Leia mais

Como criar um fluxo de informação entre empresa, fornecedor e distribuidor

Como criar um fluxo de informação entre empresa, fornecedor e distribuidor Como criar um fluxo de informação entre empresa, fornecedor e distribuidor ebook Guias completos e gratuitos www.socialbase.com.br Índice 1. Introdução 2. Política de comunicação interna 3. Padronização

Leia mais

MATRIZ DE COMPETÊNCIAS DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

MATRIZ DE COMPETÊNCIAS DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Goiânia- GO - Abril 2014 Antônio Borges Júnior Instituto Federal de Goiás - antonio.junior@ifg.edu.br Paula Graciano Instituto Federal de Goiás

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO

INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO : PARA UMA BOA INFORMÁTICA EDUCATIVA, UM BOM PEDAGOGO Jorge, A. M. UEM alinemjorge@hotmail.com Eixo Temático: Didática: Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA www.uniube.brpropepmestradorevista GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA SILVA, Eduardo Alex Carvalho Ribeiroi Lívia Rodrigues Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas do Centro Federal

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 A GESTÃO ESCOLAR E O POTENCIAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO 1 ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO CELINA APARECIDA ALMEIDA PEREIRA ABAR Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Brasil abarcaap@pucsp.br - VIRTUAL EDUCA 2003-1 INTRODUÇÃO

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

ABRIL/2004 UMA FERRAMENTA PARA AUXILIAR O PROFESSOR NO ENSINO À DISTÂNCIA

ABRIL/2004 UMA FERRAMENTA PARA AUXILIAR O PROFESSOR NO ENSINO À DISTÂNCIA 1 ABRIL/2004 UMA FERRAMENTA PARA AUXILIAR O PROFESSOR NO ENSINO À DISTÂNCIA Andréa Pereira de Castro Universidade de Cruz Alta UNICRUZ, Cruz Alta andreap@unicruz.edu.br Adriana Pereira Cocco Universidade

Leia mais

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009

Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Transcrição da Teleconferência Resultados do 3T09 - Inpar 18 de novembro de 2009 Bom dia, e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Inpar para discussão dos resultados referentes

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO

A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO A PROGRAMAÇÃO DO ESFORÇO MERCADOLÓGICO Luiz Carlos Bresser-Pereira Revista Marketing n. 7, vol. II, 1968: 24-32. Um programa mercadológico é um instrumento para se pensar com antecedência, para se estabelecer

Leia mais

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA 1 TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA Alan Nogueira de Carvalho 1 Sônia Sousa Almeida Rodrigues 2 Resumo Diversas entidades possuem necessidades e interesses de negociações em vendas, e através desses

Leia mais

UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira

UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira Estruturas de mercado UNOCHAPECÓ Programação Econômica e Financeira Texto para Discussão 1 De acordo com a natureza do mercado em que estão inseridas, as empresas deparam-se com decisões políticas diferentes,

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 Índice 1. Regulamento, Procedimento e Programação em Recursos Humanos...3 2. Aprendizagem...3 3. Como melhorar a aprendizagem...5 4. Avaliação

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná.

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. 1.Introdução A cooperação sempre existiu na história

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

AS MÍDIAS SOCIAIS E O SEU ALCANCE PARA A IMAGEM E O AUMENTO DAS VENDAS DAS PEQUENAS EMPRESAS VAREJISTAS DE SANTA FÉ DO SUL (SP) RESUMO

AS MÍDIAS SOCIAIS E O SEU ALCANCE PARA A IMAGEM E O AUMENTO DAS VENDAS DAS PEQUENAS EMPRESAS VAREJISTAS DE SANTA FÉ DO SUL (SP) RESUMO 200 AS MÍDIAS SOCIAIS E O SEU ALCANCE PARA A IMAGEM E O AUMENTO DAS VENDAS DAS PEQUENAS EMPRESAS VAREJISTAS DE SANTA FÉ DO SUL (SP) RESUMO Clayton Cardoso de MORAES 1 Guilherme Bernardo SARDINHA 2 O presente

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues Faccat Faculdades Integradas de Taquara Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Disciplina: Planejamento e Assessoria em Comunicação Profª Me. Taís Vieira ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO

PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO PESQUISA RESPONDENTES 1065 executivos (as) PERÍODO De 02 a 17 (Novembro de 2009) CEOs Diretores UNs Diretores Funcionais QUESTIONÁRIO

Leia mais

O Guia Coach do Coach O livro para quem deseja mudar vidas.

O Guia Coach do Coach O livro para quem deseja mudar vidas. O Guia do Coach O livro para quem deseja mudar vidas. Que livro é este? Este livro foi criado a partir do conteúdo da formação de LIFE COACH do Instituto RM de Coaching. Sendo assim o livro contempla tudo

Leia mais

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna A importância dos RECURSOS HUMANOS na empresa moderna Organizações: cenário atual Empresas vêm passando por impactos revolucionários: Dimensão globalizada Aumento da competitividade Mudanças constantes

Leia mais

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa

Leia mais

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 FALA PEDAGOGIA Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 Daniela Erani Monteiro Will O Projeto Político Pedagógico (PPP), há alguns anos, está na pauta de discussões

Leia mais

Unidade IV. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas

Unidade IV. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas Unidade IV Comunicação Empresarial Profª. Cleide de Freitas Resumo aula anterior Variações Línguísticas Níveis da fala Modelos de redação Veículos de redação administrativa Vantagens e desvantagens da

Leia mais

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 1 ANDAMENTOS DOS TRABALHOS GTAI/FMASE FMASE 2005 = Coordena ações de interesse do setor sobre aspectos socioambientais geração, transmissão,

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL Franclin Michel Vasconcelos GONÇALVES 1 Lucas De Paiva ANDRADE 2 Pillar Caldeira SETIN 3 Nadia bosso FERNANDES

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

Diagnóstico da Indústria Catarinense Estratégia e Gestão Ambiental

Diagnóstico da Indústria Catarinense Estratégia e Gestão Ambiental Diagnóstico da Indústria Catarinense Estratégia e Gestão Ambiental Realização: Apoio: APRESENTAÇÃO Cada dia mais consciente quanto à função que desempenha na sociedade, a indústria catarinense avança rumo

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. BARBOSA, Roger Eduardo 1 Resumo Neste artigo analisaremos como o planejamento estratégico na gestão de pessoas nas

Leia mais

PEDAGOGIA SOCIAL DE RUA

PEDAGOGIA SOCIAL DE RUA PEDAGOGIA SOCIAL DE RUA Thainá Albertassi Eliane Fátima G. de Oliveira INTRODUÇÃO Dentro do contexto social encontrado hoje, a educação vem se propagando de variadas formas para atingir os grupos de indivíduos

Leia mais

O patrocínio como estratégia de investimento no esporte

O patrocínio como estratégia de investimento no esporte O patrocínio como estratégia de investimento no esporte Prof. Helcio M. Rodrigues Projeto apresentado ao Centro de Pós-Graduação e Pesquisa das Faculdades Metropolitanas Unidas RESUMO Este trabalho tem

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO A onda de modernização no ambiente econômico mundial, e no brasileiro em particular tem, aparentemente, criado diversos problemas gerenciais para as empresas em geral, independente

Leia mais

Cartilha da FIJ Os Jornalistas e o Direito Autoral

Cartilha da FIJ Os Jornalistas e o Direito Autoral Cartilha da FIJ Os Jornalistas e o Direito Autoral Esta é uma publicação que tem como tema o direito autoral dos jornalistas. Um tema intimamente ligado aos direitos dos cidadãos e da cidadania. Mas este

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES 152 AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES Silvana Alves Macedo 1 Reginaldo de Oliveira Nunes 2 RESUMO O processo da Auto-Avaliação Institucional ainda é um

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia

Anais da Jornada Científica Integração: Educação, Sociedade e Tecnologia MARKETING DE RELACIONAMENTO UTILIZADO COMO FERRAMENTA PARA APRIMORAR A RELAÇÃO ENTRE O PÚBLICO INTERNO: ESTUDO DE CASO REALIZADO NA EMPRESA DALCAR NA CIDADE DE BACABAL MA MOURA, Íthalo Bruno Grigório de

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 117 GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 117 GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo* GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo* Como deve ser estruturada a política social de um país? A resposta a essa pergunta independe do grau de desenvolvimento do país, da porcentagem

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS DO INEP SOBRE A CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DA CIDADE DE SÃO CARLOS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA E, A BUSCA POR FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

12 propostas para TRANSFORMAR o futebol Brasileiro

12 propostas para TRANSFORMAR o futebol Brasileiro Visão PLURI 12 propostas para TRANSFORMAR o futebol Brasileiro PLURI Consultoria São Paulo - Brasil Twitter: @pluriconsult www.facebook/pluriconsultoria Fernando Ferreira Economista, Especialista em Gestão

Leia mais

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE

A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE ULRICH, Helen Departamento de Engenharia de Produção - Escola de Engenharia

Leia mais

DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR. Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso ESPECIAL

DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR. Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso ESPECIAL DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR DICIONÁRIO DO EMPREENDEDOR Tenha na ponta da língua os termos que não podem faltar no vocabulário de quem almeja alcançar o sucesso 54 TEXTO MARIA BEATRIZ VACCARI ARTE IVAN VOLPE

Leia mais

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características

Leia mais

INTRODUÇÃO. Entendemos por risco a probabilidade de ocorrer um dano como resultado à exposição de um agente químico, físico o biológico.

INTRODUÇÃO. Entendemos por risco a probabilidade de ocorrer um dano como resultado à exposição de um agente químico, físico o biológico. INTRODUÇÃO No nosso dia-a-dia enfrentamos diferentes tipos de riscos aos quais atribuímos valor de acordo com a percepção que temos de cada um deles. Estamos tão familiarizados com alguns riscos que chegamos

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR?

O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR? Manual para o Diagnóstico Institucional e o desenho do Plano de Melhoramento FICHAS DE APOIO O QUE PODEMOS FAZER PARA MELHORAR? Aplicação do Ciclo de Melhoramento Contínuo da Gestão Escolar PROGRAMA DE

Leia mais

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL 2.2 O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Ao conceber as instituições de Educação Infantil como espaços onde ocorre o processo educativo, processo este pelo qual os homens apropriam-se do desenvolvimento

Leia mais

Transcrição aula inaugural Professor Irineu Mario Colombo, reitor do Instituto Federal do Paraná Fevereiro de 2013

Transcrição aula inaugural Professor Irineu Mario Colombo, reitor do Instituto Federal do Paraná Fevereiro de 2013 Transcrição aula inaugural Professor Irineu Mario Colombo, reitor do Instituto Federal do Paraná Fevereiro de 2013 Olá Pessoal Quero desejar as boas-vindas a todos os nossos estudantes, alunos, alunas,

Leia mais

6 rede de contato. Uma sugestão é a da utilização de sua participação nos cursos e palestras promovidos pelo SEBRAE-SP. Aproveite os intervalos nestes eventos para se apresentar aos demais participantes.

Leia mais