Instruções de Utilização. ImmunoCAP ISAC Assay Kit IgE ImmunoCAP ISAC Starter Kit IgE PT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instruções de Utilização. ImmunoCAP ISAC Assay Kit IgE ImmunoCAP ISAC Starter Kit IgE 20-01-02-3-PT"

Transcrição

1 Instruções de Utilização ImmunoCAP ISAC Assay Kit IgE ImmunoCAP ISAC Starter Kit IgE PT

2 Trademarks/Marques/Varemerker/Warenzeichen/Varemaerker/ Marchi despositati/marchas registradas/varumärken/marcas registradas As designações seguintes são marcas comerciais registadas pertencentes à Phadia AB: ImmunoCAP As designações seguintes são marcas comerciais registadas pertencentes à Phadia Multiplexing Diagnostics GmbH: ISAC As designações seguintes são marcas comerciais pertencentes à CapitalBio Corporation: LuxScan Bibliografia Consulte a página 12 Desenvolvido por: Phadia Multiplexing Diagnostics GmbH, Viena, Áustria, e Phadia AB, Uppsala, Suécia Emissão Abril 2008 Revisto Maio 2009 Phadia AB, Uppsala, Suécia Página 2

3 FUNÇÃO O ImmunoCAP ISAC IgE é um teste in vitro para a determinação semi-quantitativa de anticorpos IgE específicos em plasma ou soro humano. Destina-se ao diagnóstico in vitro, em conjunto com outros resultados clínicos e deve ser utilizado em laboratórios de análises clínicas. Foi concebido para ser manuseado por profissionais de cuidados de saúde em laboratórios de análises clínicas. RESUMO E EXPLICAÇÃO DO TESTE As reacções alérgicas de tipo imediato dependem dos anticorpos da classe IgE de imunoglobulinas (1). As manifestações clínicas como asma, febre dos fenos, eczema atópico e sintomas gastrointestinais surgem depois da exposição a alergénios específicos. A determinação do padrão de sensibilização dos componentes alergénicos específicos e/ou de reacção cruzada, permite fazer uma avaliação mais detalhada do doente alérgico (2-12). PRINCÍPIOS DA TÉCNICA O ImmunoCAP ISAC IgE foi concebido para ser manuseado por profissionais de cuidados de saúde em laboratórios de análises clínicas. Os componentes alergénicos que estão imobilizados num substrato sólido num formato de microarray são incubados com amostras de plasma ou soro humano para detectar anticorpos IgE específicos. A ligação dos anticorpos IgE específicos aos componentes alergénios imobilizados é detectada pela adição de um anticorpo IgE secundário anti-humano marcado por fluorescência. O procedimento é seguido de aquisição de imagem com um leitor de microarray adequado. São determinadas as Unidades Padrão ISAC para IgE específicos (ISU) e os resultados dos testes são analisados com software específico dedicado (MIA - Microarray Image Analysis Software). Figura 1. Em cima à esquerda: Esquema dos componentes de alergénio na matriz. Em cima à direita: Esquema do ensaio. Os componentes alergénicos estabelecem uma ligação covalente com a fase sólida. Os anticorpos IgE específicos do alergénio são detectados por anti-ige marcados por fluorescência. Em baixo à esquerda: Imagem digital obtida por leitura a laser que mostra diferentes intensidades de preto (negativo) a branco (positivo forte) numa falsa escala de cores. Em baixo à direita: Esquema do relatório de ensaio com ImmunoCAP ISAC Kit para o Ensaio IgE. Página 3

4 REAGENTES O ImmunoCAP ISAC faz parte do Assay Kit IgE ou do Starter Kit IgE que contêm todos os reagentes necessários para realizar um ensaio. A data de validade e a temperatura de armazenamento de cada unidade estão na etiqueta exterior. No entanto, cada componente é estável até à data indicada em cada etiqueta de cada componente individual. Recomenda-se que não se misturem quaisquer reagentes. ImmunoCAP ISAC Starter Kit IgE (Art. nº ) (para 20 determinações) ImmunoCAP ISAC IgE incluindo 4 locais de reacção 5 chips Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. Deixar atingir a temperatura ambiente antes de abrir o selo do vácuo. Após o selo do vácuo ser aberto, os chips podem ser armazenadas durante 6 semanas se forem mantidas num lugar seco e protegido da luz a C. Não reutilizar. Componente A 1 garrafa Conservar a 2-8ºC até à data limite de (Component A) (20 x tampão), 200 ml Anticorpo de detecção IgE (IgE Detection Antibody) (Conjugado IgE anti-humano, com fluorescência), 0,5 ml Soro de controlo IgE (IgE Control Serum) (soro humano) Azida de sódio <0,1%, 50 µl validade. 1 frasco Pronto a utilizar. Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. Conservar protegido da luz. 20 determinações. 1 frasco Pronto a utilizar. Não dilua o soro de controlo! Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. 1 determinação. Tinas de lavagem 2 tinas para 10 Pronto a utilizar. chips Barras de agitação magnética 2 Pronto a utilizar. Câmara húmida 1 câmara para 26 chips Pronto a utilizar. Página 4

5 ImmunoCAP ISAC Assay Kit IgE (Art. nº ) (para 20 determinações) ImmunoCAP ISAC IgE incluindo 4 locais de reacção Componente A (Component A) (20 x tampão), 200 ml Anticorpo de detecção da IgE (IgE Detection Antibody) (Conjugado IgE anti-humano, com fluorescência), 0,5 ml Soro de controlo IgE (IgE Control Serum) (soro humano) Azida de sódio <0,1%, 50 µl 5 chips Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. Deixar atingir a temperatura ambiente antes de abrir o selo do vácuo. Após o selo do vácuo ser aberto, os chips podem ser armazenadas durante 6 semanas se forem mantidas num lugar seco e protegido da luz a C. Não reutilizar. 1 garrafa Conservar a 2-8ºC até à data limite de validade. 1 frasco Pronto a utilizar. Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. Conservar protegido da luz. 20 determinações. 1 frasco Pronto a utilizar. Não dilua o soro de controlo! Conservar a 2-8 ºC até à data limite de validade. 1 determinação. Outros materiais Materiais necessários mas não fornecidos pela Phadia AB: Proveta graduada de 1000 ml Água purificada Agitador magnético Y PRECAUÇÕES Para diagnóstico in vitro. Não se destina a utilização interna ou externa no homem ou em animais. Não utilizar reagentes para além dos prazos de validade indicados. Recomenda-se a utilização de equipamento de protecção para as mãos e olhos e o cumprimento das boas práticas de laboratório ao preparar e manipular os reagentes e amostras. Este kit contém reagentes fabricados a partir de componentes do sangue humano. As matérias primas em causa foram negativas para os testes imunológicos de pesquisa de antigénio de superfície da hepatite B e para os anticorpos VIH1, VIH2 e hepatite C. Contudo, deverão ser respeitadas todas as precauções recomendadas relativamente à manipulação de derivados do sangue. Consultar a Publicação nº (Centers for Disease Control and Prevention CDC) do Human Health Service (HHS) ou as directrizes locais/nacionais sobre técnicas de segurança laboratorial. Aviso! Os reagentes que contêm azida de sódio como conservante devem ser manipulados com cuidado. As fichas de dados de segurança são disponibilizadas pela Phadia AB quando solicitadas. Página 5

6 Manipulação do ImmunoCAP ISAC Não marcar com canetas ou marcadores que sejam solúveis em água ou em solventes orgânicos. Os resíduos da marcação podem interferir com a leitura de fluorescência do ImmunoCAP ISAC. Se for necessário, usar um lápis para marcação. Evitar o contacto directo com a superfície do ImmunoCAP ISAC durante todas as etapas da reacção. Segurar sempre os chips do ImmunoCAP ISAC pelos seus bordos. PREPARAÇÃO DAS AMOSTRAS, REAGENTES E EQUIPAMENTO Amostras Podem ser utilizadas amostras de soro ou plasma de sangue venoso ou capilar. Recolher as amostras de sangue de acordo com os procedimentos habituais. As amostras devem ser mantidas à temperatura ambiente (TA) apenas durante o transporte. Conservar entre 2 e 8 C se forem analisadas até uma semana após a colheita, ou a -20 C se analisadas mais tarde. Evitar os congelamentos e descongelamentos repetidos. Solução A Preparar 700 ml de uma diluição recentemente preparada a 1:20 de Componente A em água purificada para obter a Solução A (adicione 665 ml de água purificada a 35 ml de Componente A). O volume é calculado para 3 ciclos de lavagem de 220 ml cada, usando as Tinas de Lavagem fornecidas com o Starter Kit. O volume da diluição deverá ser ajustado individualmente ao recipiente utilizado. Anticorpo de detecção de IgE O anticorpo de detecção de IgE está pronto a usar. Proteja da luz e evite congelar. Câmara Húmida Colocar toalhetes de papel novos no fundo da câmara húmida e embebe-los em água purificada. Até nova utilização, fechar a tampa da câmara húmida para evitar a evaporação. ImmunoCAP ISAC Colocar o ImmunoCAP ISAC na Tina de Lavagem usando o suporte de vidro removível (até 10 chips) e aproximadamente 220 ml da Solução A, juntamente com uma barra magnética no fundo da tina. Colocá-la num agitador magnético e agitar vigorosamente durante 60 minutos. Retirar o suporte de vidro contendo o ImmunoCAP ISAC e colocá-lo na outra Tina de Lavagem contendo aproximadamente 220 ml de água purificada. Adicionar uma barra magnética e agitar vigorosamente num agitador magnético durante 5 minutos. Remover o suporte de vidro contendo o ImmunoCAP ISAC, colocá-lo num toalhete de papel e deixá-lo secar ao ar. Aguardar até os chips estarem completamente secos. Continuar com o Procedimento do Ensaio ImmunoCAP ISAC logo a seguir. Deitar fora todas as soluções de lavagem utilizadas. Página 6

7 PROCEDIMENTO DE TESTE Colocar os chips ImmunoCAP ISAC IgE preparados, na Câmara Húmida com os lados de reacção para cima. Pipetar 20 µl de cada amostra em cada local de reacção (existem 4 locais de reacção disponíveis por chip). Fechar cuidadosamente a Câmara Húmida, sem misturar as amostras. Recomenda-se a utilização de um Soro de controlo IgE por ImmunoCAP ISAC Kit para ensaios IgE. É obrigatório a utilização de um Soro de controlo IgE se forem introduzidas alterações ao procedimento de digitalização ou ensaio. Evitar o contacto directo da ponta da pipeta com a superfície do ImmunoCAP ISAC IgE ao dispensar a amostra. Colocar em incubação à temperatura ambiente durante 120 minutos. Retirar cuidadosamente o ImmunoCAP ISAC IgE da Câmara Húmida, sem misturar as amostras. Retirar as amostras batendo com o lado mais longo do chip numa toalha de papel limpa. Ter cuidado para sacudir as amostras nos ângulos correctos com a aresta de vidro para evitar que as amostras passem para os locais de reacção vizinhos. Lavar o ImmunoCAP ISAC IgE com cerca de 220 ml de Solução A durante 10 minutos (utilizando a Tina de Lavagem e o agitador magnético, conforme descrito anteriormente). Retirar o suporte de lâminas de vidro com o ImmunoCAP ISAC IgE para uma Tina de Lavagem com cerca de 220 ml de água purificada. Lavar durante 5 minutos. Deixar o ImmunoCAP ISAC IgE secar ao ar até ficar completamente seco. O ImmunoCAP ISAC IgE está agora pronto para incubação com o anticorpo de detecção de IgE. Colocar o ImmunoCAP ISAC IgE na Câmara Húmida com os lados de reacção virados para cima. Deitar fora todas as soluções de lavagem utilizadas. Pipetar 20 µl de anticorpo de detecção de IgE em cada local de reacção do ImmunoCAP ISAC. Certificar-se de que o ImmunoCAP ISAC IgE está adequadamente colocado na Câmara Húmida e fechar a tampa. Colocar em incubação à temperatura ambiente durante 60 minutos, protegido da luz. Remover cuidadosamente o ImmunoCAP ISAC IgE da Câmara Húmida. Retirar o anticorpo de detecção de IgE batendo com o lado mais longo do ImmunoCAP ISAC IgE numa toalha de papel limpa ou passe por água destilada cuidadosamente. Lavar o ImmunoCAP ISAC IgE com cerca de 220 ml de Solução A durante 10 minutos (utilizando a Tina de Lavagem e o agitador magnético, conforme descrito anteriormente). Mover o suporte de lâminas de vidro com o ImmunoCAP ISAC IgE para uma Tina de Lavagem com cerca de 220 ml de água purificada. Lavar durante 5 minutos. Deitar fora todas as soluções de lavagem utilizadas. Deixar o ImmunoCAP ISAC IgE secar ao ar até ficar completamente seco. O ImmunoCAP ISAC IgE está agora pronto para leitura. Utilizá-lo directamente para aquisição de dados num scanner de microarray adequado ou armazená-lo a seco e protegido da luz para leitura subsequente. Página 7

8 Parâmetros do procedimento Volumes por determinação: Amostra 20 µl Anticorpo de detecção de IgE 20 µl Solução A 660 ml O tempo total para um ensaio é de 5 horas. As incubações são realizadas à temperatura ambiente. Material de referência A calibração interna do ImmunoCAP ISAC Kit para ensaios IgE é feita contra uma curva obtida a partir de diluições em série de um soro de referência interno, e as concentrações de IgE medidas são expressas como unidades arbitrárias; Unidades Padronizadas ISAC para IgE, (ISU). O soro de referência interno ImmunoCAP ISAC IgE é padronizado face ao ImmunoCAP Specific IgE. Os padrões ImmunoCAP Specific IgE são calibrados em relação à 2 nd International Reference Preparation (IRP) 75/502 of Human Serum Immunoglobulin E da Organização Mundial de Saúde (OMS). Subsequentemente os resultados do anticorpo IgE (ISU) obtidos com o ImmunoCAP ISAC IgE estão indirectamente ligados à IRP 75/502 IgE da OMS. Intervalo de medição 0,3-100 ISU Controlo de Qualidade Conservação de registos para cada ensaio: Trata-se de uma boa prática laboratorial registar para cada série os números dos lotes dos componentes utilizados, as datas em que foram abertos pela primeira vez e os volumes restantes. Amostras de controlo: As boas práticas laboratoriais exigem a inclusão de amostras de controlo da qualidade num ensaio por kit. O Soro de controlo IgE fornecido deve ser testado com intervalos definidos para que o sistema forneça medidas ISU precisas. Página 8

9 ANÁLISE DE DADOS Procedimento de digitalização Para a análise do ImmunoCAP ISAC, recomenda-se a utilização de dispositivos de leitura por varrimento laser confocal, em particular o scanner microarray CapitalBio LuxScan 10K. Especificações para o leitor de microarray Formato do Chip 26 mm 76 mm Resolução de digitalização 10 µm Sensibilidade Gama dinâmica Área de digitalização máxima Comprimento de onda de excitação Corantes fluorescentes Formato do ficheiro de imagem 0,1 moléculas fluorescentes/μm2 16 bit mm 532 nm e/ou 635 nm (laser verde e vermelho) Alexa Fluor 532 nm, Alexa Fluor 647 nm TIFF escala de cinzentos 16 bit Durante a instalação do sistema por um especialista técnico do produto é estabelecido um protocolo de leitura para o ImmunoCAP ISAC. Em geral, as imagens devem ser adquiridas com o laser definido conforme a recomendação do fabricante do equipamento, e todas as outras definições devem ser escolhidas de forma a evitar sinais saturados (fora da gama) nas imagens digitalizadas. Procedimento de análise da imagem Para análise de ImmunoCAP ISAC IgE, recomendamos a utilização do software MIA Microarray Image Analyzer, que é instalado durante a configuração do instrumento pelo nosso especialista de serviço. O MIA facilita a análise automática do ImmunoCAP ISAC IgE. As imagens digitalizadas do chip são analisadas e os resultados armazenados numa base de dados, bem como relatados directamente ao utilizador. O MIA tem uma interface para exportar dados do ImmunoCAP ISAC IgE para o Information Data Manager (IDM) do ImmunoCAP. Resultados O ImmunoCAP ISAC IgE é um método semi-quantitativo no qual são medidos anticorpos IgE específicos contra o componente de alergénio em unidades arbitrárias, ISU (Unidades Padronizadas ISAC para IgE). Os resultados são apresentados semi-quantitativamente em 4 classes (0 = Não Detectável ou Muito Baixo, 1 = Baixo, 2 = Moderado a Elevado, 3 = Muito Elevado). O programa MIA efectua estes cálculos automaticamente. ImmunoCAP ISAC Classes (nível do anticorpo IgE) Corresponde a ISU 0 (Não detectável ou Muito Baixo) <0,3 1 (Baixo) 0,3 - <1 2 (Moderado a Elevado) 1 - <15 3 (Muito elevado) 15 Página 9

10 Figura 2a. Exemplo da digitalização de imagem do ImmunoCAP ISAC. Todos os alergénios são ordenados em triplicado na vertical. Para melhor visualizar a fluorescência, a imagem é exibida em modo de visualização de falsa cor. A escala linear da cor, é mostrada por baixo da imagem Figura 2b. Esquema de disposição do ImmunoCAP ISAC. O esquema apresenta as posições e os nomes dos 103 componentes alergénicos. O painel dos alergénios e a sua disposição podem ser sujeitos a alterações. Página 10

11 LIMITAÇÕES DA TÉCNICA Um diagnóstico clínico definitivo não deverá ser baseado nos resultados de um único método de diagnóstico, mas deve apenas ser efectuado pelo médico após avaliação de todos os dados clínicos e laboratoriais. Na alergia alimentar, os anticorpos IgE circulantes podem permanecer não detectáveis apesar do historial clínico convincente, porque estes anticorpos podem ser dirigidos aos alergénios revelados ou alterados durante o tratamento industrial, a confecção ou digestão e, por isso, não existem nos alimentos originais para os quais o doente é testado. Os resultados da classe 0 para venenos indicam ausência ou níveis de anticorpos IgE circulantes específicos do veneno não detectáveis. Estes resultados não excluem a existência de hipersensibilidade clínica actual ou futura à picada do insecto. VALORES ESPERADOS A associação entre a presença dos anticorpos IgE específicos para o alergénio e a doença alérgica está demonstrada e extensivamente documentada na literatura científica (1). Cada doente sensibilizado terá um perfil individual de anticorpos IgE quando da realização do teste de ImmunoCAP ISAC IgE. Quando amostras de sangue de dadores saudáveis e não alérgicos foram testadas com o ImmunoCAP ISAC IgE, as unidades de resposta para todos os componentes alergénicos estavam muito abaixo dos 0,3 ISU. As boas práticas recomendam que cada laboratório estabeleça o seu próprio intervalo de valores esperados. CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO Limite de detecção: o LoD foi determinado de acordo com a directiva CLSI EP17-A (13) para os componentes de alergénio representativos. O LoD global foi calculado em 0,3 ISU. Precisão: a precisão foi determinada de acordo com a directiva CLSI EP5-A2 (14) para componentes alergénicos representativos. O CV dentro do ensaio foi calculado em 15 % e o CV total em 25 %. Especificidade analítica: O Anticorpo de detecção IgE não reage com outras imunoglobulinas no soro humano. As características de desempenho mencionadas são parâmetros gerais que podem apresentar desvios para os componentes de alergénio individuais. As características de desempenho foram determinadas apenas para os componentes do alergénio representativos, e podem não ser aplicáveis para todos os componentes do alergénio. Página 11

12 GARANTIA As características do ensaio aqui apresentadas foram obtidas utilizando a técnica indicada. Qualquer alteração ou modificação à técnica não recomendada pela Phadia AB pode afectar os resultados, situação em que a Phadia AB declinará todas as garantias expressas, implícitas ou estabelecidas por lei, incluindo a garantia implícita de produto adequado para comercialização ou utilização. A Phadia AB, em tal situação, não será responsável por danos indirectos ou consequentes. BIBLIOGRAFIA 1. Hamilton RG. Assessment of human allergic diseases. In: Rich RR et al ed. Clinical Immunology, Principles and Practice, 3:rd ed. Mosby Elsevier; 2008: Ott H, Baron JM, Heise R, Ocklenburg C, Stanzel S, Merk HF, Niggemann B, Beyer K.Clinical usefulness of microarray-based IgE detection in children with suspected food allergy. Allergy Nov;63(11): Wohrl S, Vigl K, Zehetmayer S, Hiller R, Jarisch R, Prinz M, Stingl G, Kopp T. The performance of a component-based allergen-microarray in clinical practice. Allergy May;61(5): Ott H, Schroeder CM, Stanzel S, Merk HF, Baron JM. Microarray-based IgE detection in capillary blood samples of patients with atopy. Allergy Net 2006:61: Harwanegg C, Hiller R. Protein microarrays for the diagnosis of allergic diseases: state-of-the-art and future development. Clin Chem Lab Med. 2005;43(12): Hantusch B, Scholl I, Harwanegg C, Krieger S, Becker WM, Spitzauer S, Boltz-Nitulescu G, Jensen-Jarolim E. Affinity determinations of purified IgE and IgG antibodies against the major pollen allergens Phl p 5a and Bet v 1a: discrepancy between IgE and IgG binding strength. Immunol Lett Feb 15;97(1): Harwanegg C, Hiller R. Protein microarrays in diagnosing IgE-mediated diseases: spotting allergy at the molecular level. Expert Rev Mol Diagn Jul;4(4): Deinhofer K, Sevcik H, Balic N, Harwanegg C, Hiller R, Rumpold H, Mueller MW, Spitzauer S. Microarrayed allergens for IgE profiling. Methods Mar;32(3): Harwanegg C, Hiller R. Recombinant allergen based approaches for the diagnosis of IgE-mediated type I allergies. Clinical Laboratory International November Issue Jahn-Schmid B, Harwanegg C, Hiller R, Bohle B, Ebner C, Scheiner O, Mueller MW. Allergen microarray: comparison of microarray using recombinant allergens with conventional diagnostic methods to detect allergenspecific serum immunoglobulin E. Clin Exp Allergy Oct;33(10): Harwanegg C, Laffer S, Hiller R, Mueller MW, Kraft D, Spitzauer S, Valenta R. Microarrayed recombinant allergens for diagnosis of allergy. Clin Exp Allergy Jan;33(1): Hiller R, Laffer S, Harwanegg C et al. Microarrayed allergen molecules: diagnostic gatekeepers for allergy treatment. FASEB J Mar;16(3): Epub 2002 Jan CLSI Protocols for Determination of Limits of Detection and Limits of Quantitation; Approved Guideline. CLSI document EP17-A (ISBN ), CLSI Protocols for Evaluation of Precision Performance of Quantitative Measurement Methods; Approved Guideline Second Edition CLSI Document EP5-A2 (ISBN ) Página 12

13 ÁUSTRIA Phadia Austria GmbH Floridsdorfer Hauptstraße 1, AT-1210 VIENA Tel: , Fax: BÉLGICA Phadia NV/SA Raketstraat, 64 (2º andar), BE-1130 BRUXELAS Tel: +32 2, , Fax: BRASIL Phadia Diagnósticos Ltda. Rua Luigi Galvani, andar - conj. 101 Cidade Monções - São Paulo - SP Cep: Tel: , Fax: DINAMARCA Phadia ApS Gydevang 33, DK-3450 ALLERØD Tel: , Fax: FINLÂNDIA Phadia Oy Rajatorpantie 41 C, FIN VANTAA Tel: , Fax: FRANÇA Phadia SAS BP 610, FR ST QUENTIN YVELINES CEDEX Tel: , Fax: ALEMANHA Phadia GmbH Postfach 1050, DE FREIBURG Tel: +49, , Fax: IRLANDA Phadia Ltd (Ramo irlandês) Beaghbeg, Carrigallen, LEITRIM Tel: , Fax: ITÁLIA Phadia S.r.l. Via Libero Temolo, 4, IT MILÃO Tel: , Fax: JAPÃO Phadia K.K. Tokyo Opera City Tower, , Nishi-shinjuku Shinjuku-ku, TÓQUIO Tel: , Fax: COREIA Phadia Korea Co. LTD., 20 Fl, IT Mirea Tower, 60-21, Gasan-dong Geumcheon-gu, Seul Tel: , Fax: PAÍSES-BAIXOS Phadia B.V. Postbus 696, NL-3430 AR NIEUWEGEIN Tel: , Fax: NORUEGA Phadia AS Postboks 4814, Nydalen, NO-0422 OSLO Tel: , Fax: PORTUGAL Phadia Sociedade Unipessoal Lda. Lagoas Park - Edifício No Piso 0, PT PORTO SALVO Tel: , , Fax: ÁFRICA DO SUL Laboratory Specialities (PTY) P.O. Box 1513, Randburg 2125 Tel: , , Fax: ESPANHA Phadia Spain SL Ctra. Rubí (Edificio Horizon), ES Sant Cugat del Vallès, Barcelona Tel: , Fax: SUÉCIA Phadia AB Marknadsbolag Sverige, Box 6460, SE UPPSALA Tel: , Fax: SUÍÇA Phadia AG Sennweidstrasse 46, CH-6312 STEINHAUSEN Tel: , , Fax: TAIWAN Phadia Taiwan Inc. 8F.-1, No. 147, Sec. 2, Jianguo N. Rd., Taipei 104 Taiwan R.O.C. Tel: , Fax: REINO UNIDO Phadia Ltd. Media House, Presley Way, Crownhill, Milton Keynes, MK8 0ES Tel: ,110, Fax: EUA Phadia US Inc Commercial Avenue, Portage, Michigan Tel: , Fax: OUTROS PAÍSES Phadia AB Vendas de distribuição P O Box 6460, SE UPPSALA Página 13

14 Symbols/Symboles/Symbole/Symboler/Simboli/Simbolos/Symboler/Símbolos/ Symbolen g E h Y i X D V M l H Código do lote Riscos biológicos Número de catálogo Cuidado Consultar instruções de utilização Contém o suficiente para <n> testes Não reutilizar Dispositivo médico de diagnóstico In Vitro Fabricante Limitação de temperatura Utilização por M Phadia AB, P.O. Box 6460 SE Uppsala, Suécia Tel: Fax: C Página 14

Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO

Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO Para utilizar na preparação e isolamento de linfócitos purificados directamente a partir de sangue total FOLHETO INFORMATIVO Para Utilizar no Diagnóstico In Vitro PI-TT.610-PT-V5 Informação sobre o produto

Leia mais

ScanGel ScanBrom 86445 12 ml

ScanGel ScanBrom 86445 12 ml ScanGel ScanBrom 86445 12 ml BROMELINA PARA TESTE DE COMPATIBILIDADE IVD Todos os produtos fabricados e comercializados pela empresa Bio-Rad são submetidos a um sistema de garantia de qualidade, desde

Leia mais

ALBUMINA BOVINA 22% PROTHEMO. Produtos Hemoterápicos Ltda. PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO

ALBUMINA BOVINA 22% PROTHEMO. Produtos Hemoterápicos Ltda. PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO ALBUMINA BOVINA 22% PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO Conservar entre: 2º e 8ºC Não congelar Conservante: Azida de Sódio 0,1 % Responsável

Leia mais

Anti HBc Ref. 414. Controle Negativo

Anti HBc Ref. 414. Controle Negativo Anti HBc Ref. 414 Sistema para a determinação qualitativa de anticorpos totais contra o antígeno core do vírus da hepatite B (anti-hbc) em soro ou plasma. ELISA - Competição PREPARO DA SOLUÇÃO DE LAVAGEM

Leia mais

PROGENSA PCA3 Urine Specimen Transport Kit

PROGENSA PCA3 Urine Specimen Transport Kit PROGENSA PCA3 Urine Specimen Transport Kit Instruções para o médico Para uso em diagnóstico in vitro. Exclusivamente para exportação dos EUA. Instruções 1. Pode ser útil pedir ao paciente que beba uma

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia. POP-I 67 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-½ - OraQuick ADVANCE 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica O ensaio

Leia mais

7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit

7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit 7900003 24 Tests Circulating Tumor Cell Control Kit 1 UTILIZAÇÃO Para diagnóstico In Vitro O CELLSEARCH Circulating Tumor Cell Control Kit destina-se a ser utilizado como um controlo de ensaio para garantir

Leia mais

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro ANTI- 1 Manual CAMBRIDGE BIOTECH -1 POP: BM 05 Página 1 de 7 1. Sinonímia ANTI, TESTE CONFIRMATÓRIO. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos e técnicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica Os testes

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. POP n.º: I70 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-, VIKIA Biomeriéux. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. 3. Aplicação

Leia mais

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras

OraQuick ADVANCE HIV-1/2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos HIV-1/2. Plasma. Amostras HIV-1. Amostras HIV-1. Amostras Dispositivo Médico para Diagnóstico In vitro Nome Mandatário Fabricante Distribuidor Tipo de Teste Teste rápido. OraQuick ADVANCE /2 Teste Rápido para a Detecção de Anticorpos /2 Aplicação Diagnóstica

Leia mais

ANTI IgG (Soro de Coombs)

ANTI IgG (Soro de Coombs) ANTI IgG (Soro de Coombs) Soro Anti Gamaglobulinas Humanas PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO Conservar entre: 2º e 8ºC Não congelar

Leia mais

ELISA PeliClass human IgG subclass kit REF M1551

ELISA PeliClass human IgG subclass kit REF M1551 Sanquin Reagents Plesmanlaan 5 0 CX Amsterdam The Netherlands Phone: +.0.5.599 Fax: +.0.5.570 Email: reagents@sanquin.nl Website: www.sanquinreagents.com M55/ November 007 ELISA PeliClass human IgG subclass

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 22 Página 1 de 5 1. Sinonímia Beta 2 Microglobulina, b2m 2. Aplicabilidade Aos técnicos e bioquímicos do setor de imunologia 3. Aplicação clínica A beta-2-microglobulina é uma proteína presente

Leia mais

ScanGel ABO Complete/RH/K Duo 86719 2 x 24 cards 86709 2 x 144 cards Cards ScanGel ABO Complete/RH1 Duo e ScanGel Monoclonal RH/K Phenotypes Duo

ScanGel ABO Complete/RH/K Duo 86719 2 x 24 cards 86709 2 x 144 cards Cards ScanGel ABO Complete/RH1 Duo e ScanGel Monoclonal RH/K Phenotypes Duo ScanGel ABO Complete/RH/K Duo 86719 2 x 24 cards 86709 2 x 144 cards Cards ScanGel ABO Complete/RH1 Duo e ScanGel Monoclonal RH/K Phenotypes Duo GEL FORMULADO COM REAGENTES MONOCLONAIS DE ORIGEM MURINA

Leia mais

ANTI HUMANO. Anti IgG Anti C 3 d Poliespecífico

ANTI HUMANO. Anti IgG Anti C 3 d Poliespecífico ANTI HUMANO Anti IgG Anti C 3 d Poliespecífico PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO Conservar entre: 2º e 8ºC Não congelar Conservante:

Leia mais

Elaborado por: Antônio do Amaral Batista Revisado por: Lilia Maria Razzolini Aprovado por: Andréa Cauduro de Castro

Elaborado por: Antônio do Amaral Batista Revisado por: Lilia Maria Razzolini Aprovado por: Andréa Cauduro de Castro POPE: B04 Página 1 de 7 1. Identificação do equipamento: 1.1 Nome: Analisador para eletroforese capilar automatizada. 1.2 Modelo: Capillarys Flex Piercing / SEBIA. 1.3 Número de série: Equipamento 5: SN

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS 1. Sinonímia VIDAS DUO 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica POP n.º: I 56 Página 1 de 7 O vírus da imunodeficiência humana () é um retrovírus RNA, transmitido

Leia mais

Virologia em Laboratório Fase Pré- Analítica

Virologia em Laboratório Fase Pré- Analítica Virologia em Laboratório Fase Pré- Analítica Leonor Rebelo Lab Virologia i do IPOFGL EPE Novembro 2012 1º Curso de Virologia Molecular em Oncologia 1 ,, TÑÜxÇwxÜ t ØÇ vt vé át wx Öâx t ÅxÇàx ÇâÇvt áx vtçát?

Leia mais

Instruções de utilização. Adesivo dentário de tripla acção

Instruções de utilização. Adesivo dentário de tripla acção Instruções de utilização Português 54 Adesivo dentário de tripla acção O Xeno III 1 é um adesivo dentário universal concebido para cimentar materiais de restauração fotopolimerizáveis a esmalte e dentina.

Leia mais

Biologia Celular e Molecular

Biologia Celular e Molecular DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Biologia Celular e Molecular Detecção de proteínas por western-blotting 2007-2008 Na electroforese em gel de poliacrilamida

Leia mais

ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano)

ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano) ANTI D IgM +IgG Monoclonal (Humano) PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. Reagente para classificação do fator Rh PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO Somente para Uso Diagnóstico IN VITRO Conservar entre: 2-8

Leia mais

DENGUE IgG/IgM. Imuno-Rápido. WAMA Diagnóstica. CÓD. 626025-R: 25 determinações. 40 determinações

DENGUE IgG/IgM. Imuno-Rápido. WAMA Diagnóstica. CÓD. 626025-R: 25 determinações. 40 determinações MS 10310030096 Imuno-Rápido DENGUE IgG/IgM CÓD. 626010-R: 10 determinações CÓD. 626020-R: 20 determinações CÓD. 626025-R: 25 determinações CÓD. 626040-R: 40 determinações WAMA Diagnóstica Rua Aldo Germano

Leia mais

ED150mm f2.0. PT Instruções

ED150mm f2.0. PT Instruções ED150mm f2.0 PT Instruções Para Clientes na Europa A marca «CE» indica que este produto está em conformidade com as regulamentações Europeias de segurança, saúde, protecção ambiental e do consumidor. Os

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-006 DENGUE IGG E IGM 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-IM-006 DENGUE IGG E IGM 22/10/2015 1/5 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO A Dengue é uma arbovirose causada por um Flavivirus, pertencente à família Flaviviridae, e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, apresentando quatro sorotipos

Leia mais

1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c.

1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c. 1/5 1. NOME DO TESTE A hemoglobina glicada é também chamada de hemoglobina glicosilada, hemoglobina A1c ou simplesmente, HbA1c. 2. APLICAÇÃO CLÍNICA Hemoglobina Glicada, também abreviada como Hb A1c, é

Leia mais

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1 Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz

Leia mais

ANTI-A ANTI-B ANTI-AB

ANTI-A ANTI-B ANTI-AB ANTI-A ANTI-B ANTI-AB Monoclonal Murino IgM PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. Reagentes para classificação do sistema sangüíneo ABO PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO Somente para Uso Diagnóstico IN VITRO

Leia mais

ENSAIO DE ENDOTOXINAS BACTERIANAS

ENSAIO DE ENDOTOXINAS BACTERIANAS ENSAIO DE ENDOTOXINAS BACTERIANAS O ensaio de endotoxinas bacterianas (EEB) é um ensaio para detectar ou quantificar endotoxinas de bactérias gram negativas usando um lisado de amebócitos de caranguejo

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos

Leia mais

ACCESS Immunoassay System. HIV combo QC4 & QC5. Para monitorização do desempenho do sistema de ensaio Access HIV combo. B71117A - [PT] - 2015/01

ACCESS Immunoassay System. HIV combo QC4 & QC5. Para monitorização do desempenho do sistema de ensaio Access HIV combo. B71117A - [PT] - 2015/01 ACCESS Immunoassay System HIV combo QC4 & QC5 B22822 Para monitorização do desempenho do sistema de ensaio Access HIV combo. - [PT] - 2015/01 Índice Access HIV combo QC4 & QC5 1 Utilização prevista...

Leia mais

Determinação quantitativa in vitro da atividade catalítica da CKMB em soro e plasma humano.

Determinação quantitativa in vitro da atividade catalítica da CKMB em soro e plasma humano. POP n.º: B07 Página 1 de 5 1. Sinonímia: CKMB, MB. Mnemônico: MB 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação quantitativa in vitro da atividade

Leia mais

Plásticos para Cultivo Celular

Plásticos para Cultivo Celular Linha Cultivo de Células e Tecidos Fabricada em poliestireno cristal virgem (GPPS), oferece produtos com alta transparência para ótima visualização e sem presença de contaminantes, assegurando integridade

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO MS-H Vacina colírio, suspensão 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Substância(s) activa(s): Uma dose (30 µl)

Leia mais

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo Página 1 de 6 Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo 1- Objetivo Verificar a confiabilidade de medição da concentração de Flúor pelo método ISE 2- Aplicação Aplicável aos equipamentos

Leia mais

Quantikine IVD ELISA. Human Epo Protocolo do imunoensaio Quantikine IVD. Número de catálogo DEP00

Quantikine IVD ELISA. Human Epo Protocolo do imunoensaio Quantikine IVD. Número de catálogo DEP00 Quantikine IVD ELISA Human Epo Protocolo do imunoensaio Quantikine IVD Número de catálogo DEP00 Este suplemento contém o protocolo do ensaio e deve ser lido na íntegra antes da utilização deste produto.

Leia mais

Sandra Heidtmann 2010

Sandra Heidtmann 2010 Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de

Leia mais

Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos

Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos Aula 11 Etapa complementar para o diagnóstico da infecção pelo HIV princípios metodológicos As amostras com resultados reagentes, na etapa de triagem, devem ser submetidas à etapa complementar. Nessa etapa,

Leia mais

Índice PREXISO P80 788508 1

Índice PREXISO P80 788508 1 Índice PT Configuração do instrumento - - - - - - - - - - - - - - - -2 Apresentação geral - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -2 Visor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Leia mais

Ensaio LIFECODES QuikScreen

Ensaio LIFECODES QuikScreen INSTRUÇÕES DE USO Ensaio LIFECODES QuikScreen REF QS12G IVD SUMÁRIO UTILIZAÇÃO... 2 SUMÁRIO E EXPLICAÇÃO... 2 PRINCÍPIO... 2 REAGENTES... 2 PRECAUÇÕES... 3 ATENÇÃO... 3 COLHEITA DA AMOSTRA... 3 PROCEDIMENTO...

Leia mais

Aviso de Segurança Urgente

Aviso de Segurança Urgente Aviso de Segurança Urgente 10813436 Agosto de 2012 ADVIA Centaur ADVIA Centaur XP Presença de Resíduos de Solução de Limpeza após o Procedimento de Limpeza Mensal e o Os nossos registos indicam que é um

Leia mais

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto

Leia mais

CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS

CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS CARDS CARTÕES DE COLETA DE AMOSTRAS Os cartões para extração Biopur proporcionam uma coleta simples, confiável e eficiente, garantindo a preservação de ácidos nucleicos a longo prazo. São ideais para o

Leia mais

TERMÓMETROS ECONÓMICOS PARA ALIMENTOS, FRIGORIFICOS ARCAS E FORNOS

TERMÓMETROS ECONÓMICOS PARA ALIMENTOS, FRIGORIFICOS ARCAS E FORNOS TERMÓMETROS ECONÓMICOS PARA ALIMENTOS, FRIGORIFICOS ARCAS E FORNOS VERSÕES ANALÓGICAS TERMÓMETRO DE FRIGORÍFICO E CONGELADOR (versão vertical) Este termómetro vertical Spirit-Filled indica temperaturas

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Avaliação clínico-laboratorial do paciente alérgico RAST Silvia Daher Apoio: Phadia Diagnósticos Ltda HISTÓRIA TESTE CUTÂNEO RAST SD Diagnóstico de

Leia mais

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA DO PRODUTO Data: 01.12.98

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA DO PRODUTO Data: 01.12.98 FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA DO PRODUTO Data: 01.12.98 1. Identificação do Produto / Reagente e da empresa Nome Comercial do Produto: Microalbumin Standard Series Número do Catálogo: MAL/STS-5X1 Fabricante:

Leia mais

METODO PARA A DETERMINACAO DE ÓXIDOS DE NITROGENIO EM CHAMINE

METODO PARA A DETERMINACAO DE ÓXIDOS DE NITROGENIO EM CHAMINE ENERGÉTICA IND.E COM. LTDA. Rua Gravataí, 99 Rocha CEP 0975-030 Rio de Janeiro RJ CNPJ 9.341.583/0001-04 IE 8.846.190 Fone: (0xx1) 501-1998; Fax: (0xx1) 41-1354 www.energetica.ind.br METODO PARA A DETERMINACAO

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POPE: H-08 Página 1 de 9 1. Identificação do equipamento: 1.1 Nome:. Modelo: DM96 1.2 Número de série 31855 1.3 Número de patrimônio: N/A. 1.4 Data de aquisição: N/A. 1.4.1 Entrada no setor: 25/06/13 1.4.2

Leia mais

FISIOLOGIA ANIMAL II

FISIOLOGIA ANIMAL II DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULAS e 3 DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE GLICOSE E LÍPIDOS NO SANGUE POR COLORIMETRIA CAETANA CARVALHO,

Leia mais

etrex 10 manual de início rápido

etrex 10 manual de início rápido etrex 10 manual de início rápido Como começar aviso Consulte o guia Informações Importantes de Segurança e do Produto na embalagem do produto para ler os avisos relativos ao mesmo e outras informações

Leia mais

Portable Hard Drive USB 2.0 Manual do Utilizador

Portable Hard Drive USB 2.0 Manual do Utilizador Portable Hard Drive USB 2.0 Manual do Utilizador Português Unidade de Disco Rígido USB 2.0 Portátil Manual do Utilizador Português Índice Introdução 3 Ligar a Unidade de Disco 3 Activar a Unidade de Disco

Leia mais

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês)

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês) Guia do Professor (Documento baseado no guião original em inglês) Nota: Este documento é apenas um resumo do conteúdo do guia do professor. Alguns itens de grande importância não estão aqui referidos,

Leia mais

SOP.BIO.001 PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL

SOP.BIO.001 PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE TOTAL PROCESSAMENTO DE SANGUE PROCESSAMENTO DE SANGUE Responsável(is): -Joana Batuca ELABORADO: -Joana Batuca APROVADO: Sérgio Dias 16-05-2014 Pag. 1/5 PROCESSAMENTO DE SANGUE ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. INFORMAÇÃO

Leia mais

CELSIUSNEXT WTD 24 AM E23 WTD 24 AM E31. Manual de instalação e utilização

CELSIUSNEXT WTD 24 AM E23 WTD 24 AM E31. Manual de instalação e utilização Manual de instalação e utilização CELSIUSNEXT 6720608913-00.1AL WTD 24 AM E23 WTD 24 AM E31 Ler as instruções de instalação antes de instalar o aparelho! Antes de colocar o aparelho em funcionamento, ler

Leia mais

Guia de introdução NOKIA OBSERVATION CAMERA

Guia de introdução NOKIA OBSERVATION CAMERA Guia de introdução NOKIA OBSERVATION CAMERA UTILIZAR A CÂMARA CAPTURAR UMA IMAGEM UTILIZAR A DETECÇÃO DE MOVIMENTO UTILIZAR A CAPTAÇÃO DE IMAGENS TEMPORIZADA VERIFICAR A TEMPERATURA Edição 1 PT 9311301

Leia mais

Maxwell 16 Viral Total Nucleic Acid Purification System INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO PRODUTO AS1155.

Maxwell 16 Viral Total Nucleic Acid Purification System INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO PRODUTO AS1155. Maxwell 16 Viral Total Nucleic Acid Purification System INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO DO PRODUTO AS1155. Atenção manusear os cartuchos com cuidado; as extremidades do selo podem ser cortantes. 2800 Woods Hollow

Leia mais

Análise de água. NANOCOLOR Verificação automática de turbidez para testes em tubo. Maior segurança para seus resultado MACHEREY-NAGEL. www.mn-net.

Análise de água. NANOCOLOR Verificação automática de turbidez para testes em tubo. Maior segurança para seus resultado MACHEREY-NAGEL. www.mn-net. Análise de água NANOCOLOR Verificação automática de turbidez para testes em tubo Maior segurança para seus resultado MACHEREY-NAGEL Medidas de turbidez de acordo com a ISO 7027 O que é turbidez? A turbidez

Leia mais

FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS

FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS Nome do aluno: Data:.. OBJECTIVO: - Conhecer a existência de nanomateriais naturais - Interacção da luz com os colóides -

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA. CLEARLENS SOLUÇÃO MULTIUSO Solução Multiuso para Lentes de Contato

INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA. CLEARLENS SOLUÇÃO MULTIUSO Solução Multiuso para Lentes de Contato INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA CLEARLENS SOLUÇÃO MULTIUSO DESCRIÇÃO: CLEARLENS Solução Multiuso tem ação de limpar, desinfetar, enxaguar, lubrificar e conservar as lentes de contato sem irritar os olhos.

Leia mais

MANIPULAÇÃO DOS INSTRUMENTOS PERSONALIZADOS PROPHECY DESCARTÁVEIS DA MICROPORT 150807-0

MANIPULAÇÃO DOS INSTRUMENTOS PERSONALIZADOS PROPHECY DESCARTÁVEIS DA MICROPORT 150807-0 PT MANIPULAÇÃO DOS INSTRUMENTOS PERSONALIZADOS PROPHECY DESCARTÁVEIS DA MICROPORT 150807-0 Estão incluídos na presente embalagem os idiomas seguintes: English (en) Deutsch (de) Nederlands (nl) Français

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-010 BILIRRUBINA TOTAL 22/10/2015

CONTROLE DE COPIA: PT-LB-BQ-010 BILIRRUBINA TOTAL 22/10/2015 1/6 1. INTRODUÇÃO A bilirrubina é o produto da quebra da hemoglobina. Depois de formada pelo sistema reticuloendotelial, ela circula no sangue sob a forma não-conjugada ligada à albumina (bilirrubina indireta).

Leia mais

Avis juridique important 31991L0412

Avis juridique important 31991L0412 Avis juridique important 31991L0412 Directiva 91/412/CEE da Comissão, de 23 de Julho de 1991, que estabelece os princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos veterinários Jornal

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO. Scanner Térmico IR. Modelo IRT500

GUIA DO USUÁRIO. Scanner Térmico IR. Modelo IRT500 GUIA DO USUÁRIO Scanner Térmico IR Modelo IRT500 Introdução Obrigado por escolher o Extech Model IRT500. O IRT500 Laser Duplo que Scanner Térmico de IR é projetado com um laser duplo, um alarme audível/visual,

Leia mais

CYCLER CHECK. Kit de teste para a validação da uniformidade da temperatura em termocicladores. pronto a usar, pré-aliquotado. REF 71044 (4 testes)

CYCLER CHECK. Kit de teste para a validação da uniformidade da temperatura em termocicladores. pronto a usar, pré-aliquotado. REF 71044 (4 testes) PT Instruções de utilização CYCLER CHECK Kit de teste para a validação da uniformidade da temperatura em termocicladores pronto a usar, pré-aliquotado REF 7104 (10 testes) REF 71044 (4 testes) Índice 1.

Leia mais

ANEXO I CONCLUSÕES CIENTÍFICAS APRESENTADAS PELA EMEA

ANEXO I CONCLUSÕES CIENTÍFICAS APRESENTADAS PELA EMEA ANEXO I CONCLUSÕES CIENTÍFICAS APRESENTADAS PELA EMEA CONCLUSÕES CIENTÍFICAS O fundamento do procedimento de arbitragem foi o intervalo de segurança de zero dias.os Países Baixos mostraram-se inquietos

Leia mais

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001

Leia mais

NOVA Lite HEp-2 ANA Kits/Substrate Slides Para Diagnóstico In Vitro

NOVA Lite HEp-2 ANA Kits/Substrate Slides Para Diagnóstico In Vitro NOVA Lite HEp-2 ANA Kits/Substrate Slides Para Diagnóstico In Vitro Código do Produto: 708100, 708100.100 708101, 508100.20 508100.80, 508100.100 508105.10 Complexidade CLIA: Elevada Aplicação Diagnóstica

Leia mais

4 Reagentes / Componentes Ensaio OPTIGEN Conservar entre 2-8ºC durante o prazo de validade. Não congelar.

4 Reagentes / Componentes Ensaio OPTIGEN Conservar entre 2-8ºC durante o prazo de validade. Não congelar. A seguir a pette é enchida com anticorpos anti-ige marcados com enzima. Estes anticorpos ligam-se à IgE já ligada aos poços. 1 FOLHETO INFORMATIVO INTERNACIONAL PARA O TESTE COM OPTIGEN Para uso diagnóstico

Leia mais

FICHA DE SEGURANÇA PROFERTIL ÍNDICE 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 - COMPOSIÇÃO / INFORMAÇÃO SOBRE OS COMPONENTES

FICHA DE SEGURANÇA PROFERTIL ÍNDICE 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 - COMPOSIÇÃO / INFORMAÇÃO SOBRE OS COMPONENTES PÁGINA: 1/6 ÍNDICE 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 - COMPOSIÇÃO / INFORMAÇÃO SOBRE OS COMPONENTES 3 - IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS 4 - PRIMEIROS SOCORROS 5 - MEDIDAS DE COMBATE A INCÊNDIO 6 -

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual Manual de Instrucciones

MANUAL DE INSTRUÇÕES Instructions Manual Manual de Instrucciones HOLD MEDIDOR ANGULAR DIGITAL Digital Angle Meter Medidor Angular Digital MAD-185 16" Loosen Lock 9V

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Broncoliber 50 mg/ml solução oral 10 mg/pulverização (0,2 ml) Cloridrato de ambroxol

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Broncoliber 50 mg/ml solução oral 10 mg/pulverização (0,2 ml) Cloridrato de ambroxol FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Broncoliber 50 mg/ml solução oral 10 mg/pulverização (0,2 ml) Cloridrato de ambroxol Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente.

Leia mais

Suprimentos 1. Cartuchos de toner. Imprimindo. Usando cores. Manuseio de papel. Manutenção. Solução de problemas. Administração.

Suprimentos 1. Cartuchos de toner. Imprimindo. Usando cores. Manuseio de papel. Manutenção. Solução de problemas. Administração. Cartuchos de toner Suprimentos 1 Aviso: Não toque no rolo do cartucho de toner, localizado sob a tampa. Tampa Sua impressora utiliza quatro cartuchos de toner separados, um para cada cor: ciano, amarelo,

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA. CLEARLENS SOLUÇÃO CONSERVADORA Solução Conservadora para Lentes de Contato

INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA. CLEARLENS SOLUÇÃO CONSERVADORA Solução Conservadora para Lentes de Contato INSTRUÇÕES DE USO CARTUCHO-BULA CLEARLENS SOLUÇÃO CONSERVADORA DESCRIÇÃO: CLEARLENS Solução Conservadora tem ação de desinfetar e conservar as lentes de contato sem irritar os olhos. Elimina microorganismos

Leia mais

Ensaio LIFECODES Quik-ID Class II

Ensaio LIFECODES Quik-ID Class II INSTRUÇÕES DE USO Ensaio LIFECODES Quik-ID Class II REF C2ID IVD SUMÁRIO UTILIZAÇÃO... 2 SUMÁRIO E EXPLICAÇÃO... 2 PRINCÍPIO... 2 REAGENTES... 2 PRECAUÇÕES... 3 ATENÇÃO... 3 COLHEITA DA AMOSTRA... 3 PROCEDIMENTO...

Leia mais

Ensaio LIFECODES Quik-ID Class I

Ensaio LIFECODES Quik-ID Class I INSTRUÇÕES DE USO Ensaio LIFECODES Quik-ID Class I REF QID IVD SUMÁRIO UTILIZAÇÃO... 2 SUMÁRIO E EXPLICAÇÃO... 2 PRINCÍPIO DO PROCEDIMENTO... 2 REAGENTES... 2 PRECAUÇÕES... 3 ATENÇÃO... 3 COLHEITA E ARMAZENAMENTO

Leia mais

HEMATOLOGIA AUTOMAÇÃO

HEMATOLOGIA AUTOMAÇÃO CONTROLE INTERNO PARA HEMATOLOGIA AUTOMAÇÃO Lote Validade HHI 242 (Hemato III) 15 de Outubro de 2008 Volume 2,0 ml Temperatura 2 a 8 C (não congelar) ANVISA/REBLAS ANALI-036 CNPJ 29.511.607/0001-18 Rua

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Data da emissão: 01.03.2005 Edição substituta de 01.02.2002 1. Identificação do produto e da empresa Identificação da substância/preparação

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA POP n.º: B35 Página 1 de 6 1. Sinonímia: FOLATO Mnemônico: FOL 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação quantitativa in vitro do Ácido Fólico

Leia mais

TR DPP HIV-1/2 Bio-Manguinhos / TR DPP Sífilis

TR DPP HIV-1/2 Bio-Manguinhos / TR DPP Sífilis Pedro Paulo Ferreira Ribeiro Diagnóstico HIV ELISA Teste Rápido Diagnóstico Sífilis ELISA VDRL Testes antigênicos não treponêmicos ou testes lipoídicos: - VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) -

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Optiray 160 mg Iodo/ml, Solução injectável ou para perfusão Substância activa: Ioversol Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 12 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Coliplus 2.000.000 UI/ml Concentrado para Solução Oral para uso na água da bebida em Bovinos, Ovinos, Suínos,

Leia mais

L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS

L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS L IE CATÁLOGO DE PRODUTOS L IE Linha de produtos fabricados em material de alta transparência, em sala limpa escala 100,000, de acordo com as normas ISO 9001 e ISO 13485:2003/AC:2007, certificados como

Leia mais

APROVADO EM 16-12-2014 INFARMED. Folheto informativo: Informação para o utilizador. Voltaren Emulgel, 10 mg/g, gel. Diclofenac de dietilamónio

APROVADO EM 16-12-2014 INFARMED. Folheto informativo: Informação para o utilizador. Voltaren Emulgel, 10 mg/g, gel. Diclofenac de dietilamónio Folheto informativo: Informação para o utilizador Voltaren Emulgel, 10 mg/g, gel Diclofenac de dietilamónio Leia com atenção todo este folheto antes de começar a utilizar este medicamento pois contém informação

Leia mais

NEWSLETTER TESTES RÁPIDOS O ESSENCIAL RECEBER ENCOMENDA DE TESTES RÁPIDOS. Testes Rápidos

NEWSLETTER TESTES RÁPIDOS O ESSENCIAL RECEBER ENCOMENDA DE TESTES RÁPIDOS. Testes Rápidos NEWSLETTER TESTES RÁPIDOS O ESSENCIAL Testes Rápidos Os testes rápidos são o mais recente meio de diagnóstico in vitro, que através de uma única gota de sangue permite fazer um diagnóstico exacto em menos

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema Elaboradora TESTE DE ANTIGLOBULINA E SUA APLICAÇÃO EM LABORATÓRIOS Margarida de Oliveira Pinho, Bióloga, Responsável pelo Setor de Imunohematologia e Coordenação da equipe técnica do Serviço de Hemoterapia

Leia mais

Dakota 10 e 20 manual de início rápido

Dakota 10 e 20 manual de início rápido Dakota 10 e 20 manual de início rápido Consulte o guia Informações Importantes de Segurança e do Produto na embalagem do produto quanto a avisos relativos ao produto e outras informações importantes. As

Leia mais

Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno

Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno A eficácia do processo de esterilização de um dispositivo médico é avaliada com base numa série de experiências e protocolos que

Leia mais

Manual de Procedimentos Norma n.º 5 - Esterilização Procedimento n.º 1 Pré Lavagem dos Dispositivos Médicos Contaminados

Manual de Procedimentos Norma n.º 5 - Esterilização Procedimento n.º 1 Pré Lavagem dos Dispositivos Médicos Contaminados 2014 1.Enquadramento: A limpeza dos dispositivos médicos contaminados (DMC) é, de acordo com a Norma n.º 2 Descontaminação de Dispositivos Médicos e Equipamentos 1, o processo que inclui a lavagem, o enxaguamento

Leia mais

Protocolos de Aplicação

Protocolos de Aplicação Protocolos de Aplicação IN VITRO Diagnóstica MEGA Rua Cromita 278 - Distrito Industrial - Itabira - MG Telefax: 31 3834-6400 e.mail: dsa@invitro.com.br ÁCIDO ÚRICO ENZIMÁTICO Cat: 10687 Volume: 100 ml

Leia mais

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO L 262/22 DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO de 8 de Outubro de 2003 que estabelece princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos para uso humano e de medicamentos experimentais para

Leia mais

Método Antes de iniciar 1. Todos os reagentes e amostras devem encontrar-se à temperatura ambiente (20-26 ºC) e ser bem misturados.

Método Antes de iniciar 1. Todos os reagentes e amostras devem encontrar-se à temperatura ambiente (20-26 ºC) e ser bem misturados. QUANTA Lite RNP ELISA 708565 Para utilização em diagnóstico In Vitro Complexidade CLIA: Elevada Aplicação Diagnóstica O Q U A N T A L i t RNP e é um ensaio imunoenzimático (ELISA) para a detecção semi-quantitativa

Leia mais

Versão 1.0 do documento Maio de 2014. Solução de Digitalização para Grandes Formatos Xerox 7742 Guia do Usuário

Versão 1.0 do documento Maio de 2014. Solução de Digitalização para Grandes Formatos Xerox 7742 Guia do Usuário Versão 1.0 do documento Maio de 2014 Solução de Digitalização para Grandes Formatos Xerox 7742 BR9918 Índice 1 Visão geral do produto...1-1 Visão geral das ferramentas do software do produto...1-1 Componentes

Leia mais

Econômico no uso Supersol LG é composto com alto teor de tensoativos, que permite sua utilização em altas diluições para uma limpeza perfeita.

Econômico no uso Supersol LG é composto com alto teor de tensoativos, que permite sua utilização em altas diluições para uma limpeza perfeita. JohnsonDiversey Suma Supersol LG Detergente em pó para limpeza geral. Versátil A formulação balanceada permite que o detergente Supersol LG seja utilizado tanto para limpeza geral, quanto para lavagem

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Análise de Álcoois Superiores, Acetaldeído, Acetato de Etila, Furfural e Contaminantes Orgânicos por Cromatografia Gasosa

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Análise de Álcoois Superiores, Acetaldeído, Acetato de Etila, Furfural e Contaminantes Orgânicos por Cromatografia Gasosa Página: 1 de 5 Nome Função Assinatura Data Elaboração: Zelita de Oliveira Lopes Brasil Colaboradora Análise crítica: Francisco Jairo R. Fonseca RT Substituto Aprovação: Francisco Jairo R. Fonseca RT Substituto

Leia mais