Sincofran esteve presente na solenidade de posse dos novos. conselheiros do Conselho Regional de Contabilidade. de São Paulo

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1 Sincofran esteve presente na solenidade de posse dos novos conselheiros do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo N o dia 10 de fevereiro de 2012, no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo a presidente do Sincofran Sindicato dos Contabilistas de Franca e Região, Márcia Adriana da Silva Badoco e o Diretor César Neves da Silva, estiveram presentes na solenidade da posse dos novos conselheiros do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo. O Contador Luiz Fernando Nóbrega assumiu a presidência para a gestão O evento reuniu cerca de 500 convidados. César Neves da Silva Diretor do Sincofran, Márcia Badoco Presidente do Sincofran e Domingos Orestes Chiomento Ex Presidente do CRC SP. César Neves da Silva Diretor do Sincofran, Márcia Badoco Presidente do Sincofran e Luiz Fernando Nóbrega Presidente do CRC SP. Na sua mensagem de despedida o presidente Domingos Orestes Chiomento fez um balanço da gestão e lembrou que procurou fazer em dois anos o que levaria duas décadas. Não fizemos tudo, mas fizemos tudo que foi preciso. Luiz Fernando Nóbrega, em seu discurso de posse disse: Por meio do nosso trabalho e de nossa atuação profissional contribuímos para o desenvolvimento da sociedade, com empresas saudáveis contábil e financeiramente, além de sermos parceiros dos órgãos públicos, atuando para uma eficaz arrecadação. Por isso, não basta ao profissional contábil apenas concluir o curso de técnico ou bacharelado, ele precisa atualizar e reciclar seus conhecimentos permanentemente, preparando-se para exercer a profissão. Foi muito aplaudido em seu discurso e emocionou a todos os presentes agradecendo sua família, amigos e em especial a sua esposa pelo apoio recebido.

2 Luiz Fernando de Nóbrega Presidente do CRC SP emocionado em seu discurso de posse. O presidente do CFC (Conselho Federal de Contabilidade), Juarez Domingues Carneiro disse que tem certeza que a gestão jovem do CRC de São Paulo vai fortalecer o trabalho da Contabilidade brasileira, atualmente num patamar diferenciado no mundo, especialmente na América Latina. Eliane Aparecida Maia Delegada do CRC de São José dos Campos, Márcia Badoco Presidente do Sincofran e Roseli Maria Ronchi Presidente do Sindicato dos Contabilistas de São José dos Campos. Victor Domingos Galloro Presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo e esposa; Márcia Badoco Presidente do Sincofran e César Neves da Silva Diretor Sincofran. César Neves da Silva Diretor do Sincofran, Juarez Domingues Carneiro Presidente do Conselho Federal de Contabilidade e Márcia Badoco Presidente do Sincofran. Durante a solenidade a presidente Márcia Badoco e o Diretor César Neves da Silva tiveram a oportunidade de encontrar com vários presidentes de Sindicatos do estado de São Paulo.

3 José Augusto Picão Presidente da Aescon Ribeirão Preto, Márcia Badoco Presidente do Sincofran, Marcio Minoru Garcia Takeuchi Presidente do Sindicato dos Contabilistas de Ribeirão Preto e César Neves da Silva Diretor do Sincofran. Sergio Prado de Melo Presidente do CRC SP (gestão ), Márcia Badoco Presidente Sincofran e César Neves da Silva Diretor Sincofran. Outro momento de destaque pelo Sincofran foi ter reencontrado alguns dos homenageados no Encontro de Valorização Profissional, evento que ocorre no mês de setembro de cada ano, aqui em Franca SP. O Presidente do CRC SP Sérgio Prado de Melo - gestão e o Presidente do Sindicato dos Contabilistas do Estado de São Paulo, Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos gestão Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos - Presidente do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (gestão ) com a esposa Rosa, Márcia Badoco Presidente do Sincofran e César Neves da Silva Diretor do Sincofran.

4 CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE A OBRIGATORIEDADE DO PAGAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 1) Quem deve pagar a contribuição sindical? Resposta: O Art. 579 da CLT estabelece que a Contribuição Sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato representativo da mesma categoria ou profissão, ou, inexistindo este, na conformidade do disposto no art Conforme dispõe o artigo, todo aquele que exercer atividade profissional estará obrigado ao recolhimento da contribuição. 2) Sou profissional liberal autônomo e não estou associado a nenhum sindicato. Estou obrigado ao pagamento da contribuição sindical? Resposta: Primeiramente, vale diferenciar associação a sindicato, registro em Conselho de Classe e pagamento de Contribuição Sindical. A associação é quando o profissional preenche ficha associativa para usufruir de todos os benefícios de convênios que o sindicato dispõe, pagando, para tanto, uma mensalidade diretamente ao sindicato. O registro em Conselho de Classe, por sua vez, gera o pagamento de anuidade e habilita o profissional a exercer sua profissão, pois o Conselho é o órgão fiscalizador da habilitação profissional. Por fim, o pagamento da contribuição sindical, conforme já visto, é aquele devido por todo profissional que esteja no exercício de sua profissão na forma do art. 579 da CLT. Assim, basta que o profissional esteja no exercício de sua atividade profissional para estar obrigado ao pagamento da Contribuição Sindical. Em referencia à obrigatoriedade de pagamento de taxa associativa ao sindicato, esta somente será devida àquele profissional que manifeste interesse em associar-se ao sindicato para gozar dos benefícios que a entidade sindical dispõe. Portanto, confusão não há entre taxa de associação e contribuição sindical, pois esta é obrigatória por ser tributo e aquela é devida em decorrência do consentimento do profissional associado. 3) Sou profissional liberal e já pago a anuidade para meu Conselho de Classe, estou isento do pagamento da contribuição sindical? Resposta: Conforme já esclarecido, o pagamento da anuidade referente ao Conselho de Classe serve para garantir seu exercício profissional e a regularidade perante aquele órgão, já a contribuição sindical além de compor receita financeira para o Fundo de Amparo ao Trabalhador e ao Seguro Desemprego, serve para que o sindicato implemente o fortalecimento da categoria e defenda os interesses dos trabalhadores por eles representados. Desta forma, por serem entidades distintas e a contribuição sindical estar classificada como tributo, o pagamento de um não isenta o do outro. 4) O profissional liberal pode ser assim considerado mesmo tendo vínculo empregatício, caracterizado com as anotações na carteira de trabalho? Resposta: O profissional liberal exerce seu trabalho tanto de forma autônoma quanto com vínculo empregatício, pois o que o qualifica é o fato de ser possuidor de conhecimentos técnicos adquiridos em curso técnico, graduação ou por força de lei que o reconheça como detentor de tais conhecimentos. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) editou a Nota Técnica n 21/2009, em que reconhece e sedimenta o entendimento de que o profissional liberal pode assim ser considerado mesmo estando com vínculo empregatício. A referida Nota Técnica ainda informa que a contribuição sindical do profissional liberal empregado deverá ser recolhida na proporção de 1 (um) dia de trabalho em favor do sindicato representativo de sua categoria.

5 5) Trabalho para uma empresa privada e o RH dela solicita o recolhimento da contribuição sindical para o sindicato majoritário (da atividade preponderante da empresa). Para quem devo recolher a Contribuição Sindical: para o sindicato majoritário ou para o da minha categoria profissional? Resposta: Sempre para o Sindicato da respectiva profissão. A Consolidação das Leis do Trabalho em seu art. 585 e parágrafo único concederam ao profissional liberal o direito de optar pelo recolhimento da contribuição sindical diretamente ao sindicato representativo de sua profissão na proporção de 1/30 (um) dia de trabalho. Ou, caso não exerça o direito de opção, aplica-se a orientação da Notas Técnicas 21/2009, 201/2009 e 11/2010 do MTE, ou seja, no mês de março o empregador descontará dos empregados, inclusive dos profissionais liberais um dia de trabalho, preencherá a GRSU e recolherá ao sindicato da respectiva categoria profissional. Lembre-se que, comprovado o recolhimento da contribuição sindical em favor do sindicato representativo da categoria de profissional liberal, o RH não poderá descontar o dia de trabalho em favor de outro sindicato, uma vez que o direito de escolha é garantido por lei. 6) Sou servidor público, porém tenho graduação em nível superior em categoria profissional classificada como liberal, a quem devo pagar a contribuição sindical? Resposta: A Lei 8112/90 foi omissa quanto à obrigatoriedade ou não do pagamento da contribuição sindical pelo servidor público. Assim, o Ministro do Trabalho e Emprego, no uso de suas atribuições, editou recentemente a Nota Técnica n 036/2009, afirmando a necessidade de os servidores públicos pagarem a contribuição sindical pelo fato de serem trabalhadores, independentemente do regime jurídico de contratação. Assim, mesmo sendo profissional liberal, o pagamento da contribuição sindical segue o entendimento do art. 585 e parágrafo único, ou seja, o profissional liberal detém direito de escolha quanto à destinação de sua contribuição, seja para o sindicato majoritário, seja para o sindicato de sua categoria profissional. (Nota Técnica em anexo). 7) Meu Conselho de Classe concede isenção da anuidade quando o profissional atinge 70 anos de idade. Com a contribuição sindical é o mesmo? Resposta: Como a Contribuição Sindical é um tributo, não cabe ao sindicato isentar o seu pagamento. No entanto, caso o trabalhador comprove não exercer a profissão em hipótese alguma, nem mesmo estar inscrito no Conselho de Classe, a contribuição sindical não será devida. 8) Não estou exercendo a minha profissão, assim posso deixar de pagar a contribuição sindical? Resposta: Se você não estiver exercendo a profissão, mas estiver registrado no conselho de classe, ainda assim é necessário o pagamento da Contribuição Sindical, uma vez que, teoricamente, o registro no órgão de classe demonstra o exercício da atividade profissional. Agora, caso o trabalhador comprove não exercer a profissão em hipótese alguma, bem como não estar inscrito no Conselho de Classe, a contribuição sindical não será devida. 9) Sou graduado em mais de uma profissão classificada como de profissional liberal e as exerço concomitante. A contribuição sindical será devida para qual sindicato? Resposta: Em conformidade com o art. 579 da CLT, a Contribuição Sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato representativo da mesma categoria ou profissão, ou, inexistindo este, na conformidade do disposto no art Veja que a letra da lei dispõe que será devida a contribuição quando o profissional participe de uma categoria econômica ou profissional. Assim, se você possui duas profissões, deverá pagar a contribuição duas vezes, uma para cada sindicato. Portanto, verifica-se que o multiprofissional pagará a contribuição sindical para o sindicato da respectiva categoria a qual esteja exercendo sua atividade profissional, independente de quantas forem. Lembre-se que a única exceção a essa rigidez contributiva é o direito de escolha do profissional liberal para pagar a contribuição sindical, na forma do art. 585 da CLT.

6 10) O idoso precisa pagar a Contribuição Sindical? Resposta: A Contribuição Sindical, como já dito, tem caráter de tributo e somente será devido por aquele que esteja exercendo sua atividade profissional pertencente a uma categoria econômica ou profissional, ou profissional liberal. Assim, o Estatuto do Idoso não menciona como beneficio àquele a isenção da contribuição sindical. Agora, caso o idoso não exerça a profissão, não será devida a contribuição sindical. 11) Como é destinada a verba da contribuição sindical? Resposta: O Estado, ao instituir a contribuição sindical, remeteu aos entes sindicais o direitodever de cobrar este tributo (classificado como parafiscal) e reverter seu produto em prol da categoria representada. O art. 592 da CLT elenca, de forma exemplificativa, a destinação da arrecadação sindical. Vale esclarecer que a destinação da contribuição sindical não é somente para os sindicatos, mas também repartido para as federações, confederações e para o Governo Federal, onde a arrecadação é destinada para composição dos recursos financeiros destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador e ao Seguro Desemprego, tudo em conformidade com o art.590 e 591. A Lei /2008 trouxe nova redação à CLT, incluindo como beneficiária da arrecadação sindical as CENTRAIS SINDICAIS; porém, tal destinação é precedida de manifestação de vontade do ente sindical para que também seja beneficiária da arrecadação sindical. Vale lembrar que a predita lei está sendo questionada junto ao Supremo Tribunal Federal por argüição de inconstitucionalidade. Art Inexistindo confederação, o percentual previsto no art. 589 desta Consolidação caberá à federação representativa do grupo. 3º Não havendo sindicato, nem entidade sindical de grau superior ou central sindical, a contribuição sindical será creditada, integralmente, à Conta Especial Emprego e Salário. Art Inexistindo sindicato, os percentuais previstos na alínea c do inciso I e na alínea d do inciso II do caput do art. 589 desta Consolidação serão creditados à federação correspondente à mesma categoria econômica ou profissional. Parágrafo único. Na hipótese do caput deste artigo, os percentuais previstos nas alíneas a e b do inciso I e nas alíneas a e c do inciso II do caput do art. 589 desta Consolidação caberão à confederação. 12) Pagando a Contribuição Sindical, posso utilizar todos os convênios oferecidos pelos Sindicatos? Resposta: O pagamento da Contribuição Sindical não autoriza a utilização dos convênios oferecidos pelos sindicatos, pois o pagamento do tributo não associa o profissional. Para exercer os direitos advindos dos convênios, o profissional deve se associar ao sindicato. 13) Nunca paguei a Contribuição Sindical. Como faço para recolher o que está em a- traso? Resposta: O profissional em atraso deverá buscar, perante a tesouraria de seu sindicato, o valor do débito da contribuição sindical acrescido dos demais encargos financeiros elencados no art. 600 da CLT. Vale lembrar que, por se tratar de tributo, a contribuição sindical será devida sempre em equivalência aos 5 (cinco) últimos anos. Art O recolhimento da contribuição sindical efetuada fora do prazo referido neste Capítulo, quando espontâneo, será acrescido da multa de 10% (dez por cento), nos 30 (trinta) primeiros dias, com o adicional de 2% (dois por cento) ao mês subseqüente de atraso, além de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês e correção monetária, ficando, nesse caso, o infrator, inseto de outra penalidade. 14) Se eu não pagar a Contribuição Sindical, o que pode acontecer? Resposta: O não pagamento da contribuição sindical consistirá na suspensão do exercício da profissão, nos termos do art. 599, da CLT, sem prejuízo das penalidades financeiras. Recentemente, o Ministério do Trabalho e Emprego editou a Nota Técnica n 64/2009 que veio a esclarecer a consulta pública sobre a o- brigatoriedade de apresentação da quitação da contribuição sindical para concessão de alvarás de funcionamento na forma do art. 607 e 608 da CLT. Observa-se que o não pagamento da contribuição sindical é meio impeditivo de renova-

7 ção ou concessão do alvará de funcionamento do estabelecimento comercial. Com referencia ao profissional liberal, caso não esteja em dia com a contribuição, o exercício da atividade profissional também restará comprometida por falta de habilitação por meio de alvará de funcionamento. Art Para os profissionais liberais, a penalidade consistirá na suspensão do exercício profissional, até a necessária quitação, e será aplicada pelos órgãos públicos ou autárquicos disciplinadores das respectivas profissões mediante comunicação das autoridades fiscalizadas. Art As repartições federais, estaduais ou municipais não concederão registro ou licença para funcionamento ou renovação de atividades aos estabelecimentos de empregadores e aos escritórios ou congêneres dos agentes ou trabalhadores autônomos e profissionais liberais, nem concederão alvarás de licença ou localização, sem que sejam exibidas as provas de quitação da contribuição sindical, na forma do artigo anterior. 15) Sou profissional liberal e sócio de uma empresa no mesmo ramo de atividade de minha formação. Pago a contribuição sindical como pessoa jurídica. Preciso pagar, também, como pessoa física? Resposta: Uma coisa é a Contribuição sindical devida pela empresa e outra é a contribuição devida pelo profissional liberal. A contribuição sindical do empregador/ empresa é devida conforme previsto no art. 580, III, CLT, com base no capital social da empresa, sendo a Contribuição destinada aos Sindicatos da categoria patronal. Já a Contribuição Sindical do profissional Liberal/ pessoa física é devida conforme art. 579, sendo destinada ao sindicato de sua categoria profissional. Lembre-se: o pagamento da contribuição sindical efetuado para o sindicato representante de sua categoria profissional é instrumento de fortalecimento do trabalho diário de representatividade da categoria perante os empregadores, Governo e a própria sociedade. Para que seu sindicato seja representativo, é preciso que tenha força para implementar as políticas necessárias à sua defesa e, somente com seu apoio, será possível alcançar todos os objetivos da sua categoria profissional. Fonte: site CNPL

8 CURSOS REALIZADOS EM FEVEREIRO NA SEDE DO SINCOFRAN Iniciado em janeiro, o Curso de Departamento de Pessoal, ministrado pelo professor Emerson Costa Lemes, foi finalizado no dia 06 de fevereiro e contou com um número expressivo de participantes. Rais 2012, ministrado pelo professor Emerson Costa Leme. O Sincofran promoveu um sorteio entre os participantes e para concorrer ao prêmio, os associados precisaram ter presença em todos os dias do curso. Foi oferecido como prêmio, o reembolso do valor total pago da inscrição. O sorteio foi realizado pela Diretora do Departamento Cultural do Sincofran, Sra. Elisangela Modesto Castelani e pelo professor Emerson. O grande contemplado da noite foi o Contador Ronaldo José Cruz, proprietário do escritório WR Contabilidade. Parabéns por esta ação do Sindicato dos Contabilistas, pois se trata de um curso de reciclagem e atualização de alto nível, aplicado por um profissional profundamente conhecedor do assunto, de forma simples e com exemplos reais", disse Ronaldo após o sorteio. Lizete Abreu - Diretora do Sincofran, Jorge Akio Sato - Vice Presidente do Sincofran, Professor Emerson Costa Lemes e Márcia Badoco - Presidente do Sincofran. DIRF 2012 foi o tema do seminário realizado em 15 de fevereiro e ministrado por Adriano Fernandes Teixeira, Contabilista, pós - graduado em Gestão em Administração, Diretor do Sincofran e membro da Aprocof. O Seminário foi gratuito e contou com a colaboração dos associados nas doações de chocolates, que serão destinados aos projetos sociais do Sincofran. O ganhador Ronaldo José da Cruz, sua irmã Roseli Cruz que também participou do curso e a Diretora Cultural do Sincofran - Elisangela Modesto Castelani No dia 07 de fevereiro, realizou-se na sede do Sincofran o Seminário: Atualização da Adriano Fernandes Teixeira - Diretor do Sincofran e Membro da Aprocof

9 A empresa Contmatic Phoenix, realizou no dia 25 de fevereiro, no Espaço Cultural Walter Anawate (Uni-Facef), a palestra: Sped Fiscal Pis/Cofins e ICMS/IPI. O tema foi desenvolvido pela instrutora Rosangela Plotegher. Esse assunto está sendo muito difundido, porém a procura por cursos e palestras do tema ainda é crescente. No centro o diretor do Sincofran, Daniel Lucindo juntamente com Adelton Matheus Tenda e Altair Fernandes Martins, representantes da Contmatic Phoenix - Regional Ribeirão Preto e as secretárias da Aprocof e Sincofran, Mara Manzan e Roberta Furini Instrutora Rosangela Plotegher A palestra foi aberta aos associados do Sincofran e nossa entidade foi representada pelos diretores: Renato Sérgio Trevisani, Antonio Alceu Maritan Junior, Daniel Lucindo Basilio, Elza Guaraldo Campos e César Neves da Silva. O Sincofran manterá a iniciativa de promoção de cursos, palestras e seminários para todos os associados, visando constantemente o aprimoramento profissional e atualização de conhecimentos. Aguardem as novidades!!! Antônio Alceu Maritan Júnior e Renato Sérgio Trevisani, Diretores do Sincofran na palestra o- ferecida pela Contimatic Phoenix

10 Uma nova sistemática de cálculos das contribuições previdenciárias para o setor coureiro e calçadista. A Lei de Dezembro de 2.011, trouxe significativas mudanças para o Setor calçadista, coureiro, bem como para outros setores com relação ao recolhimento do INSS. Ocorre que o artigo 8º da supracitada lei, prescreve que, até 31 de dezembro de 2.014, os couros e peles classificados no NCM a e 41.14, os calçados classificados no NCM a 64.06, dentre outros, passaram, a partir de 01 de Dezembro de 2.011, a recolher a Contribuição previdenciária patronal com base na Receita Bruta uma alíquota de 1,5% e, sobre esta Receita, excluindose as vendas canceladas, os descontos incondicionais e as receitas de exportação. Anteriormente a esta Lei, tais setores deveriam recolher a contribuição previdenciária patronal com base na folha de pagamento a uma alíquota de 20%. O objetivo da Administração Pública Federal não é oferecer incentivo fiscal a tais setores, e sim incrementar a sua arrecadação a medida em que as empresas terão de recolher o tributo mesmo que não registrem seus funcionários ou terceirizem a sua mão-de-obra. Estas medidas poderão fazer também com que aquelas empresas que criaram outras empresas de fachada optantes pelo Simples Ítalo Soto Consultor tributário da Tax Consulting Consultoria e assessoria tributária Nacional para alocarem a maior parte da folha de pagamento com o objetivo de desonerar a folha do INSS, na maioria das vezes com risco de autuações fiscais por se tratarem de grupo econômico ou utilizar interpostas pessoas, encerrem essas empresas e concentrem as operações em uma empresa única. Diante deste cenário, torna-se mister que as empresas atingidas pelo dispositivo legal façam comparativos entre o recolhimento com base na folha de pagamento e o recolhimento com base na Receita Bruta. É claro que a legislação não permite a opção por um ou por outro sistema de arrecadação, mas é possível fazer um planejamento onde através deste poderão ser incentivadas as exportações (já que essas receitas não são tributadas), empregados terceirizados poderão ser contratados devido a possível redução da carga de INSS, dentre outros. Para cada R$ 1,00 de folha de pagamento temos uma Receita Bruta de R$ 13,33, este é o ponto de equilíbrio para o setor entre a forma de tributação atual para a anterior. Quanto menor é esta relação, mais vantajosa é a tributação com base na Receita Bruta, esta relação não leva em consideração as Exportações, que devem ser expurgadas da receita bruta para efeito de tributação.

11 Saneamento de cadastros e eficiência das empresas pode trazer benefícios para carga tributária Marcos Pimenta, diretor da Franquia Prosoft Tecnologia em Franca As empresas no Brasil perdem muito dinheiro todos os anos por conta de cadastros de clientes, de mercadorias e fornecedores desatualizados e mal geridos. Neste contexto, a ineficiência em manter um banco de dados desta natureza passa por diversos aspectos. Um deles é a falta de experiência dos empresários em lidar com cadastros. Desde a implementação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do projeto SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), um novo termo surgiu no mercado empresarial: saneamento de cadastros. Se você tem uma empresa ou principalmente empresa de contabilidade e ainda não ouviu, prepara-se, já passou da hora. A atividade de sanear cadastros consiste em atualizar e complementar as informações dos sistemas informatizados das empresas, visando atender a aspectos do negócio, fiscal, tributário e contábil. Como as informações processadas nas empresas eram utilizadas especificamente para as atividades de negócio, o empresário não tinha necessidade de se preocupar em como esses dados estavam em seus sistemas. O mais importante era controlar o financeiro, bancos, contas a pagar e a receber, vendas, compras, estoque, emissão de cupons fiscais e notas. Com o projeto SPED a realidade agora é outra, o empresário precisa ter muito cuidado com as informações que estão sendo geradas em seus sistemas e precisa do contador para orientá-lo e estar ao seu lado em seu negócio. Empresas desorganizadas precisarão passar por um processo de reestruturação e para garantir sua continuidade deverão estar a- tentas a detalhes que antes eram inimagináveis. Vamos a um case real, para que possamos mostrar de forma mais objetiva o cenário. No foco, uma empresa de comercialização de materiais de construção. Ao comprar um produto de um fornecedor, o mesmo é colocado para venda. Como não existia preocupação, um produto podia estar cadastrado diversas vezes no sistema. Trata-se da mesma mercadoria, porém com descrições diferentes. Como várias pessoas podem fazer o cadastro de um produto, e não tem experiência tributária, cada um descreve a mercadoria como acha que seria correto. Eis aí o problema: entra uma mercadoria no estoque e acaba sendo vendida como se fossem três tipos de itens diferentes. Ao cadastrar um produto o responsável deve ficar atento aos novos campos que foram criados para o projeto SPED (NF-e) e aos campos que já existiam em seu sistema e eram menosprezados. Só assim será possível evitar a informação incorreta de base de cálculo de impostos e outros erros. Os equívocos mais comuns são mercadorias com substituição tributária cadastrada como tributadas ou isentas; cadastro de material para uso ou consumo que, depois de feito, gravado e gerado o arquivo, o programa não aceita lançamento de mercadoria para consumo. Este tipo de problema em especial mostra que entraram no cadastro do tal produto e somente apagaram a descrição e cadastraram outro produto com aquele mesmo código. Além do saneamento do cadastro de produtos, a empresa precisa fazer o mesmo com

12 o cadastro de clientes e fornecedores. Não é uma tarefa tão simples quanto pode parecer num primeiro momento e requer atenção e dedicação. A experiência mostra que as empresas acabam subestimando a importância do assunto e, na maioria das vezes, não têm a visão clara da abrangência do trabalho a ser efetuado. Alguns Estados e municípios já estão impedindo em tempo real a venda de produtos e serviços para empresas com pendências. Portanto, deve-se ter percebido que o saneamento de cadastros, uma vez iniciado, nunca termina; ele é um ciclo, um processo contínuo que requer um trabalho cuidadoso de análise, para que a empresa tenha em seu sistema (ERP) os dados da forma mais confiável possível. Dica: as empresas devem fazer uma revisão de seus processos para os novos dados no cadastro e o mesmo nos dados já existentes para garantir seu banco de dados sempre ativo, habilitado com os dados da razão social, endereço etc. Sempre ocorrem alterações cadastrais e desta forma se faz necessária uma revisão cadastral da sua base. Trata-se de um trabalho recorrente a ser realizado pelo menos uma vez por mês. O cadastro é vivo e altera-se constantemente, quer seja na Receita Federal, prefeitura, Estado, Sintegra ou então Suframa, ANVISA e outros. E também para que as informações agora Detalhadas das Notas Fiscais para geração do SPED Fiscal ICMS/IPI e SPED PIS/COFINS: Não gerem um sério problema para os contadores. Desde o princípio uma das atribuições da área fiscal de uma empresa de contabilidade era de prover informações ao fisco de modo sintético. Agora com essas mudanças o fornecimento de informações se torna analítico com riqueza de detalhes; com isso o contador precisa agora de informações que hoje não possui e tem que extrair de seu cliente, só que a maioria das empresas até hoje estão focadas em gerar receita a fim de manterem suas portas abertas e não focadas em gerar informações de forma tão detalhada ao fisco. Diante disto existe todo um trabalho de conscientização das empresas, e aí os contadores estão deparando com 3 situações: 1ª Empresas possuem software que atende às exigências, porém não alimentam seus sistemas com todas as informações que são necessárias às atuais demandas. Solução: treinamentos às pessoas que introduzem os dados necessários para futura geração de arquivos. 2ª Empresas que possuem softwares que não atenderão às demandas. Solução: Troca de software que atenda às exigências. 3ª Empresas que não possuem software, ou seja, efetuam seus controles ainda de forma manual estes deverão também adquirir softwares para atendimento das exigências. Diante desses fatores, empresas de contabilidade e contadores também veem os custos se elevarem, pois além da consultoria técnica que já prestam aos clientes devemos também orientá-los através de Workshops, reuniões, conferências com cada cliente para auxiliá-lo a determinar que rumo seguir e muitas vezes indicar quais ferramentas os atenderão plenamente, sem contar com a consultoria que nosso setor de tecnologia está empregando indiretamente ao cliente quando há implantação de novo software. Muitos contadores já estão usando softwares que realizam análises das informações, inovação que os auxilia a mostrar para seus clientes erros nas informações geradas e como estas devem ser corrigidas diretamente no sistema, a fim de estancar o problema imediatamente. O mais importante é a consciência do empresário de que estes a- justes devem ser feitos prontamente, o quanto antes.

13 Contabilistas x EFD PIS/COFINS De acordo com a Instrução Normativa RFB nº de 21 de Dezembro de 2011, ficou instituída a entrega da EFD PIS/COFINS a partir do fato gerador de 1º de janeiro de 2012 para as empresas optantes pelo Lucro Real e a partir de 1º de julho de 2012 para as empresas optantes pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Enfim, a obrigatoriedade da entrega deste arquivo tão temido chegou. Como já sabemos, para as empresas optantes pelo Lucro Real, este prazo de entrega do primeiro arquivo eletrônico as bases de dados da Receita Federal encerram-se no próximo dia 14 de Março. E agora? O que fazer? Como tratar informações tão detalhadas a Receita Federal? Será que vamos conseguir? Daniel Lucindo Basilio Contabilista CRC SP /O-5 Trabalha no Grupo CBI Brasil Diretor do Sincofran Desenvolvedor de Softwares da Eficaz Contabilidade & Sistemas Ltda. Esses são vários questionamentos de contadores que ouvimos todos os dias. A instituição da geração de arquivos eletrônicos por parte da Receita Federal substituindo as declarações emitidas em papel trouxe ao cenário atual, uma corrida muito grande dos profissionais ligados à área em busca de informações, conhecimentos e tecnologia para tratar essas declarações. Porém, o maior problema encontrado por parte da maioria dos profissionais em contabilidade é a mudança da sua rotina de trabalho. Antigamente, as informações eram tratadas de forma mais genérica sem muitos detalhamentos, como por exemplo, a apuração do livro fiscal por totalização de CFOP. Hoje, já não acontece mais assim. As informações devem ser tratadas de forma individualizada e detalhada, tratando cada produto da empresa como parte essencial para a atividade da mesma, com detalhamento de códigos conhecidos como CFOP, CST ICMS, CST PIS/COFINS, CST IPI e Alíquota de ICMS, PIS/COFINS e IPI. A combinação destes na geração do arquivo de hoje é essencial para o correto uso de um arquivo eletrônico, o que não era tão exigido antigamente, trazendo assim a dificuldade para o profissional na hora de aderir à mudança. Porém, não temos como sair desta obrigação e o ideal são encontrar formas práticas para poder fazer com que a mudança não seja tão árdua de modo que consigamos e- fetuar a entrega deste arquivo exigido. Com isso, é de grande importância o papel do programador e dos sistemas de contabilidade, pois é trabalhando em conjunto com esse profissional que conseguiremos cumprir

14 mais uma obrigação em nossa profissão. Um bom sistema contábil facilita muito a vida do contador no trabalho do dia a dia e tornará o que hoje é um bicho de sete cabeças em rotina como antigamente. Mais vale dizer, que um bom sistema, não é a solução dos seus problemas. Com a forma usada hoje nos arquivos eletrônicos de detalhamento dos itens, é fundamental que as informações sejam tratadas desde a sua entrada até o momento em que ocorre a venda. O que isso quer dizer? Quer dizer que é importantíssimo no trabalho do contador a- tual, o hábito de criar um cadastro bem feito para todas as atividades que ele deve e- xecutar. Detalhar itens, fazer as combinações adequadas para CST e CFOP mais alíquota de PIS/COFINS, são informações que devem ser tratadas no início da geração do arquivo dentro de seu sistema contábil, com um cadastro detalhado da mesma forma que será usado dentro do PVA do SPED. Só vamos conseguir fazer a geração correta dos SPED s a partir do momento em que, nós como profissionais contábeis começarmos a preocupar mais com a forma de como tratamos as informações desde a entrada de um produto até a sua saída, do que simplesmente do resultado final das informações. Estamos muito mais preocupados com a validação do arquivo pelo PVA do que as informações contidas no mesmo. Por isso, a melhor forma de tratar o EFD PIS/COFINS e não ter dores de cabeça futuras é tratar corretamente os cadastros dentro de seus sistemas contábeis, para que o mesmo possa auxiliá-lo na geração do arquivo e ainda trazer à tona a realidade do que acontece na empresa.

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17 Benefícios Oferecidos pelo Cursos, palestras e seminários gratuitos ou com descontos especiais; Convênio Médico com a Unimed e Hospital Regional, preços especiais; Convênio c/ farmácias: São Matheus e DrogaFarma (descontos e facilidades p/ pagar); Contmatic Phoenix Sistemas; Grupo Mercosul Marcas e Patentes; Expanseg Seguros; ProntoMed Emergências Médicas; Bolsa de Empregos (curriculum); WEB Leis Consultoria e Legislação; Balaminut Desenvolvimento de Sites; Colônia de Férias em Bertioga; Colégio Copérnico. CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK Clique na imagem para ser direcionado

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