COORDENAÇÃO TÉCNICA DO ESTUDO. Heloise Canal. Pâmela Bergonci EQUIPE TÉCNICA. Aline Kerber. Socióloga e Coordenadora de Pesquisas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COORDENAÇÃO TÉCNICA DO ESTUDO. Heloise Canal. Pâmela Bergonci EQUIPE TÉCNICA. Aline Kerber. Socióloga e Coordenadora de Pesquisas"

Transcrição

1 COORDENAÇÃO TÉCNICA DO ESTUDO Heloise Canal Pâmela Bergonci EQUIPE TÉCNICA Aline Kerber Socióloga e Coordenadora de Pesquisas Janine Prandini Silveira Licenciada em Ciências Sociais Pâmela Bergonci Geógrafa Rafael Dal Santo Sociólogo e Coordenador de Pesquisas Heloise Canal Acadêmica de Geografia Rodrigo Sabedot Acadêmico de Ciências Sociais COORDENADOR INSTITUCIONAL Eduardo Pazinato Mestre em Direito Secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas PARCERIAS Ministério da Justiça Prefeitura de Canoas Fórum Brasileiro de Segurança Pública Universidade Federal do Rio Grande do Sul Grupo de Pesquisa Violência e Cidadania

2 UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE I FORMAÇÕES GEOGRÁFICAS O VIDEOMO ITORAME TO URBA O 1 RESUMO O uso de tecnologias associadas à segurança pública como forma de prevenção e monitoramento de crimes e violências teve grande expansão nos últimos anos, a destacar a utilização de câmeras de vídeo no espaço público. O município de Canoas, localizado na Região Metropolitana de Porto Alegre, possui um sistema de videomonitoramento urbano com, aproximadamente, 118 câmeras de vídeo instaladas, o que torna tal município com maior número de câmeras em funcionamento no estado. Os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) podem ser utilizados para aprimorar o uso destas tecnologias, principalmente pelas potencialidades de análise espacial. Entendendo tal importância, este trabalho visa apresentar a metodologia utilizada pelo Observatório de Segurança Pública de Canoas (OSPC) para subsidiar uma posterior avaliação do videomonitoramento no município. Para isto, foi realizado o mapeamento do alcance da visão de cada câmera, a determinação de pontos que obstruíam a visão do monitor e inserção de ocorrências criminais através do software ArcGis. As tecnologias de vigilância, em especial as câmeras de vídeo, tornaram-se uma das ferramentas de reestruturação de processos políticos e socioeconômicos no espaço urbano. De início, eram reservadas ao contexto privado, porém a sua utilização difundiu-se ao espaço público por organizações civis, iniciativa privada e, principalmente nos últimos anos, por gestões municipais a partir de investimentos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - PRONASCI (DAL SANTO, 2009). Os discursos que mais refletem a implantação dos sistemas de videomonitoramento em vias públicas são referentes à temática da segurança tanto numa perspectiva mais simbólica, baseada no autocontrole de quem acredita estar sendo 1 Artigo apresentado pelas integrantes do Observatório Pâmela Bergonci e Heloise Canal no XXX Encontro Estadual de Geografia, que ocorreu no município de Erechim RS, entre os dias 03 e 05 de junho.

3 vigiado, quanto operacional, fundamentada na possibilidade de produzir provas para a investigação policial (GUIMARÃES, 2005), assim como na maior vigilância das forças ostensivas através de uma presença virtual. Entretanto, o videomonitoramento urbano não deve ter a aceitabilidade da gestão pública apenas pelas possibilidades simbólicas de controle, já que são altos os custos de implantação destes sistemas, tampouco deve ser operacional somente no contexto criminal ou repressivo, ou seja, é necessário aperfeiçoar tais tecnologias para vigiar, mas não necessariamente punir. Mesmo sendo o foco deste estudo a inserção dos Sistemas de Informações Geográficas e do videomonitoramento na temática da segurança pública, entende-se que atribuir às câmeras uma utilidade apenas policial é subaproveitá-las do ponto de vista de inclusão em um espaço urbano tido como complexo. A qualificação deste instrumento (que inclui as pessoas que o monitoram) deve considerar outras dinâmicas, como ocorrências de trânsito, auxílio na remoção de vitimas nas vias, verificação do estado de equipamentos públicos, estudos de fluxos de pedestres, entre outros. Na cidade de Porto Alegre, o sistema de videomonitoramento tornou-se uma parceria entre a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Procempa e a equipe de informática do Hospital de Pronto Socorro. A ferramenta busca auxiliar na localização das vítimas de acidentes de trânsito e na tomada de decisão do médico regulador, que acompanha em tempo real os fatos e providencia o deslocamento da ambulância para atendimento. Com a prévia visualização da vítima através das câmeras, tem-se ideia da gravidade dos ferimentos e da real necessidade, ou não, do deslocamento da ambulância. Ainda que se reservem algumas dúvidas quanto ao grau de efetividade destes instrumentos como forma de prevenir/diminuir situações de crimes e violências, é necessário considerar que o videomonitoramento urbano já é realidade em muitos municípios do Rio Grande do Sul e que, geralmente, a implantação destas tecnologias na área da segurança pública não segue uma metodologia prévia de possíveis locais de instalação, monitoramento das ações, assim como uma avaliação dos impactos projetados pelas mesmas no espaço urbano.

4 Os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) são cada vez mais utilizados na gestão pública como forma de otimização e aproveitamento de instrumentos por ela estabelecidos (MÁXIMO, 2004). Isto porque, estes sistemas podem ser utilizados nas três etapas principais de acompanhamento de um projeto: o planejamento de implantação, o monitoramento das ações e a avaliação dos resultados. A principal contribuição do SIG para o planejamento de projetos de videomonitoramento refere-se ao diagnóstico de possível localização das câmeras, considerando a possibilidade de visualização e análise simultânea dos dados armazenados, como malha viária, equipamentos públicos, ocorrências criminais, etc. Para o monitoramento das ações, a análise multitemporal consequente do cruzamento das informações subsidia o entendimento dos resultados imediatos, assim como embasa a avaliação dos resultados cujo período de análise é maior. Na etapa de avaliação, além da análise multitemporal, a utilização deste tipo de aplicativo computacional pode revelar tendências e padrões através dos estudos geoestatísticos (DRUCK et al, 2004). Considerando que qualificar algo passa necessariamente pela avaliação de seu uso, tanto numa esfera teórica quanto técnica, este estudo objetiva apresentar a metodologia do Observatório de Segurança Pública de Canoas para auxiliar na etapa de monitoramento e posterior avaliação quanto ao uso de câmeras de video para redução de crimes e violências no município. Cabe ressaltar que a aplicação desta metodologia está em andamento, sendo optado por apresentá-la como um todo, além dos resultados obtidos até o momento. O VIDEOMO ITORAME TO O MU ICÍPIO DE CA OAS-RS O município de Canoas, localizado na região metropolitana de Porto Alegre, iniciou a última gestão municipal ( ) com três projetos estratégicos para melhorias na segurança: Canoas Mais Segura, Guarda Comunitária e Território de Paz. As câmeras fazem parte do projeto Canoas Mais Segura, que abrange ações que envolvem tecnologias na área da segurança: alarmes; videomonitoramento nas vias urbanas, parques e prédios públicos e GPS nas viaturas.

5 As câmeras começaram a ser instaladas em 2009, em diversas fases de instalação que abrangem os anos de 2009, 2010 e As fontes financiadoras ou solicitantes da tecnologia foram a prefeitura de Canoas, parcerias público-privadas, convênio com o Governo do Estado e o Orçamento Participativo do município. Foram distribuídas nas vias públicas, em dois parques de Canoas (Parque Eduardo Gomes e Parque Getúlio Vargas) e nos próprios municipais (locais administrados pela prefeitura como sedes das secretarias, escolas, postos de saúdes, etc). Hoje, totalizando 118 câmeras de videomonitoramento em funcionamento, o município conta com o maior número de câmeras de segurança no estado. METODOLOGIA A etapa de inserção das informações consistiu em espacializar a distribuição de cada câmera na cidade, mapear a área de cobertura das mesmas (em vias públicas) e identificar os pontos de obstrução da área de visão. Tais atividades foram realizadas por meio do software ArcGis na Sala Integrada de Monitoramento de Canoas (SIM), um espaço destinado à operacionalização das tecnologias de vigilância referentes ao videomonitoramento (sistemas de câmeras de vídeo) e ao audiomonitoramento (sistemas de alarmes em prédios públicos e sistema de detecção de disparos de arma de fogo). Os profissionais que atuam na sala são da Guarda Municipal de Canoas, Fundação da Brigada Militar e Fiscalização de Trânsito. A imagem abaixo se refere à espacialização das câmeras no município de Canoas. Neste trabalho inicial, foram georreferenciadas 71 câmeras das 118 existentes, visto que algumas câmeras estavam instaladas mas não funcionavam ainda na sua plenitude (a instalação foi projetada em fases, em que um grupo de câmeras entra em funcionamento concomitantemente) (Figura 1).

6 Figura 1: Localização de 75 câmeras de vídeo no município Após um contato inicial com a dinâmica da sala de monitoramento, decidiu-se que a melhor forma de mapear a área de visão das câmeras seria através da vetorização de polígonos sobre uma imagem de satélite conforme o operador direcionava a câmera na interface de seu monitor (Figura 2). Salienta-se que a contribuição dos operadores foi importante não só pela manipulação das câmeras como também pelo compartilhamento de saberes adquiridos ao longo da sua rotina de trabalho, a exemplo de elementos no espaço urbano que por eles eram considerados como limitantes ao monitoramento.

7 Figura 2: Vetorização da área de visão sobre imagem de satélite Os pontos de obstrução identificados eram, em sua maioria, placas comerciais e árvores. Tais elementos também foram mapeados e integrados ao banco de dados do plano de informação com identificação, referência espacial e descrição de cada ponto. O mapeamento destes elementos teve o objetivo de subsidiar as ações que possam ser solicitadas para aumentar o campo de visão das câmeras, como remoção das placas e poda das árvores, assim como esclarecimento quando da não visibilidade de algum evento. Posteriormente ao mapeamento, as principais análises a serem realizadas com objetivo de subsidiar a avaliação e utilização de tecnologias na segurança pública referem-se ao georreferenciamento de ocorrências criminais, como roubo/furto e homicídios.

8 Determinada a área de visão da câmera e a localização dos eventos criminais, a utilização do SIG auxiliará tanto na análise estatística, por meio de cruzamentos e mensuração dos eventos no entorno de cada câmera, como na análise temporal, através da sobreposição de ocorrências em períodos anteriores e posteriores à implantação das câmeras. A análise multitemporal poderá indicar se o videomonitoramento inibiu os delitos naquela área e também se as imagens têm auxiliado na visualização e registro de situações de violência ou crime. A relação área de visão e ocorrências criminais também poderá auxiliar no planejamento da ronda das câmeras, ou seja, cada câmera realizaria uma volta completa, aplicando um zoom em locais pré-determinados e tidos como mais vulneráveis. DEMAIS CO TRIBUIÇÕES PARA ALÉM DO SIG A realização deste estudo remete à importância de buscar ferramentas que possibilitem a qualificação operacional do videomonitoramento urbano e enfatiza o SIG como uma destas ferramentas. Entretanto, ao longo da aplicação da metodologia apresentada anteriormente, surgiram questões de esfera mais teórica que devem ser compartilhadas como forma de avaliar o uso destas tecnologias, visto que o SIG subsidia a resolução de problemas referentes a, por exemplo, onde?, quanto? ou o quão perto?, mas não responde a uma das principais questões a serem analisadas: o por quê?. Cabe aos profissionais geógrafos, sociólogos, servidores e gestores da segurança pública, além de outros profissinais, a busca conjunta por elementos que fundamentem a análise e consequentemente a qualificação das tecnologias de vigilância. A espacialização das câmeras no município propiciada pelo SIG demonstrou que há uma distribuição desigual das mesmas, sendo priorizada a instalação em bairros específicos. A relação da localização nos bairros, as ocorrências criminais predominantes nos mesmos e a reivindicação ou não por parte da população por essa tecnologia remete à discussão sobre as diferenciações de funcionalidade das câmeras em cada região do município.

9 A maior concentração de câmeras, além do Centro, está em bairros com taxas de homicídio relativamente altas comparadas aos outros bairros, como Guajuviras e Mathias Velho, demonstrando um foco maior de vigilância em crimes e violências contra pessoa. As demais concentrações estão em bairros característicos de alto padrão aquisitivo com relativa ocorrência de furto e roubo de veículos, a exemplo do bairro Igara e Marechal Rondon, evidenciando o foco em crimes contra o patrimônio. Nestes bairros as câmeras não foram instaladas para vigiar os moradores do local, mas sim os transeuntes ou pessoas que venham a cometer crimes. Tais câmeras foram colocadas com o conhecimento da população local e financiadas por parcerias privadas. Já nos bairros em que a população tem um poder aquisitivo comparativamente menor, as câmeras foram financiadas pelo poder público, muitas vezes sem o conhecimento prévio da população. Ainda na perspectiva de análise do videomonitoramento para além da esfera exclusivamente operacional, uma possível contribuição para a avaliação destas tecnologias seria a identificação dos elementos discursivos de legitimação (ou não) das câmeras em via pública. A organização de grupo focais (técnica de pesquisa que consiste em fazer diversas indagações a um grupo pré-selecionado de pessoas) realizada pelo Observatório de Segurança Pública de Canoas com moradores de determinado bairro com grande número de câmeras, indicou uma avaliação positiva dos moradores sendo apontada esta tecnologia uma das principais responsáveis pela redução da criminalidade no bairro. Em realização de grupo focal com integrantes da Sala Integrada de Monitoramento de Canoas, também houve certa avaliação positiva. Eles consideraram notável a diminuição da criminalidade do município após a instalação das câmeras, citando inclusive mudanças no cotidiano dos moradores, como o aumento do número de pessoas que circulam nas ruas à noite. Reconhecem que a simples notícia da instalação das câmeras trouxe maior sensação de segurança. Relatam que notam esta sensação pelo fato de que muitos pedestres passam pelas câmeras e olham para elas, muitas vezes sorrindo, como que reconhecendo que estão protegidos, que alguém está zelando por eles.

10 Por fim, ressalta-se a utilização do videomonitoramento urbano como aliado não só da segurança como de diversas outras áreas de gestão pública, a exemplo da mobilidade urbana, meio ambiente e saúde. Ademais, o fato do referido estudo ter mapeado os pontos de obstrução de visão das câmeras para subsidiar posteriores ações, como poda de árvores, retirada de placas, entre outros elementos, mostra que o videomonitoramento em via pública induz uma série de alterações no espaço urbano, enaltecendo conflitos institucionais e sociais. REFERÊ CIAS CARVALHO, J. J. de. As Tecnologias de Segurança e a Expansão Metonímica da Violência. Série Antropologia, Brasília, n., p.02-21, DAL SANTO, Rafael. Cidade Monitorada: controle social e o processo de implementação de câmeras de monitoramento em Farroupilha-RS f. Trabalho de Conclusão (Graduação) - Curso de Ciências Sociais, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.ufrgs.br/da.php?nrb= &loc=2010&l=f40c e7f2ec>. Acesso em: 20 maio DRUCK, S.; Carvalho, M.S.; Câmara, G.; Monteiro, A.V.M. (eds). Análise Espacial de Dados Geográficos. Brasília, EMBRAPA, 2004 (ISBN: ). GUIMARÃES, L. A. B. Os Limites da Vigilância Eletrônica em Via Pública: a experiência gaúcha. Disponível em <http://www.guayi.org.br/?area=16&item=152&pg>. Acesso em 15 de maio de JUNIOR, I. F. V. POR TRÁS DAS CÂMERAS: atenção e vigilância dos trabalhadores de um centro de controle. Simpósio Interdisciplinar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba: Universidade Federal do Rio de Janeiro, p.

11 Justiça & Saúde Floripa. Blog da 33ª Promotoria de Justiça da Capital. Ministério Público/SC. Disponível em <http://saudefloripa33pj.wordpress.com>. Notícia de 24 de abril de Acesso em 13 de maio de MÁXIMO, A. A. A importância do mapeamento da criminalidade utilizando-se tecnologia de sistema de informação geográfica para auxiliar a segurança pública no combate à violência f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). PPGEP, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, TREVISAN, E.; FIRMINO, R.; JUNIOR, Almir de Moura. OLHOS DE VIDRO: observando os observadores no monitoramento de espaços públicos em Curitiba, Brasil. Simpósio Interdisciplinar na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba: Universidade Federal do Rio de Janeiro, p.

HOMICÍDIOS CANOAS 2000 A 2010

HOMICÍDIOS CANOAS 2000 A 2010 HOMICÍDIOS CANOAS 2000 A 2010 Número absoluto e taxa de homicídios por 100 mil habitantes (2000 a 2010) Número absoluto de homicídios em Canoas e nos bairros com mais ocorrência (2009 e 2010) Comparação

Leia mais

Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Canoas (GGI-M) GT Tecnologias Aplicadas

Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Canoas (GGI-M) GT Tecnologias Aplicadas Gabinete de Gestão Integrada Municipal de Canoas (GGI-M) GT Tecnologias Aplicadas Capacitação, subsídios e sistematização dos registros da Sala Integrada de Monitoramento - SIM Equipe Observatório Eduardo

Leia mais

Ser bom em ciência e no senso comum é ser capaz de inventar soluções. (Rubem Alves)

Ser bom em ciência e no senso comum é ser capaz de inventar soluções. (Rubem Alves) Ser bom em ciência e no senso comum é ser capaz de inventar soluções. (Rubem Alves) I Colóquio Sobre Gestão do Conhecimento da Segurança Pública de Canoas Apoiadores: I. Contextualização de Canoas Área

Leia mais

Análise das Solicitações Populares (2009-2011)

Análise das Solicitações Populares (2009-2011) Análise das Solicitações Populares (2009-2011) Reivindicações e Denúncias: Subsídios para o planejamento do Plantão Integrado de Fiscalização Fontes: Sistema de Participação e Órgãos de Fiscalização do

Leia mais

Região Metropolitana de São Paulo. Município de Diadema

Região Metropolitana de São Paulo. Município de Diadema Região Metropolitana de São Paulo Área total: 7.944 Km² População: 20,3 milhões de habitantes Densidade hab/km² Município de Diadema Área total: 30,7 Km2 População: 386.089 (IBGE/2010) Densidade demográfica:

Leia mais

- Patrulhas Maria da Penha e Rede Municipal de Pontos Seguros (RMPS)

- Patrulhas Maria da Penha e Rede Municipal de Pontos Seguros (RMPS) Algumas das ações já estão em andamento e serão reforçadas. A meta é que todas sejam implementadas ao longo de 2015 e 2016, algumas já a partir de março próximo. Abaixo, uma rápida explicação delas: -

Leia mais

SEGURANÇA MUNICIPAL EM GUARULHOS DIAGNÓSTICO E PROJETOS

SEGURANÇA MUNICIPAL EM GUARULHOS DIAGNÓSTICO E PROJETOS SEGURANÇA MUNICIPAL EM GUARULHOS DIAGNÓSTICO E PROJETOS INTRODUÇÃO PROPOSTA ELABORAÇÃO DE UM DIAGNÓSTICO REALISTA. MATERIAL ESTATÍSTICAS, MAPEAMENTO DO CRIME MAPEAMENTO DA CONDIÇÃO SOCIAL ENTREVISTAS COM

Leia mais

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro

O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro O Policiamento Comunitário como Mecanismo de Promoção da Cidadania no Rio de Janeiro Aluno: Gabriel Ferreira de Carvalho gabriel_fc.90@hotmail.com Orientador: Dr. Augusto César Pinheiro da Silva augustoc@puc-rio.br

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A sensação de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada

Leia mais

PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL

PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL PANOPTISMO: SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, A CIDADE VIGIADA, NA ÓTICA OFICAL MACEDO¹, Diego; ANDRADE¹, Daniel; DÓRIA¹, Vinícius; GASPARETO¹, Darci. Orientador Prof. MSc RIBEIRO¹, Gilson. ¹Universidade do Vale do

Leia mais

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador

Objetivo 1. Reduzir a Criminalidade Proposta Responsável/Sugestões Indicador Coordenador: SEGURANÇA Visão: Que Santa Maria tenha os melhores indicadores de Segurança Pública, entre os municípios do Rio Grande do Sul com mais de 100 mil habitantes, garantindo a prevenção e o controle

Leia mais

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS Na data de 03 de maio de 2011 1 o então Coordenador do Projeto Entorno, Luís Guilherme Martinhão Gimenes, reuniu-se com o Comandante Geral do

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Dados sobre os 3 anos do Território de Paz Guajuviras

Dados sobre os 3 anos do Território de Paz Guajuviras Dados sobre os 3 anos do Território de Paz Guajuviras Equipe Observatório Coordenação de Pesquisa Marcos Conte Rodrigo Sabedot Coordenação Acadêmica Aline Kerber Coordenação Institucional Eduardo Pazinato

Leia mais

EDITAL 010/2015 FUNDAÇÃO LA SALLE PROCESSO SELETIVO

EDITAL 010/2015 FUNDAÇÃO LA SALLE PROCESSO SELETIVO EDITAL 010/2015 FUNDAÇÃO LA SALLE PROCESSO SELETIVO A Fundação La Salle é uma entidade ligada à Rede La Salle, situada no município de Canoas/RS, com atuação nacional, responsável pela execução de projetos

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ RELATÓRIO DE ATIVIDADE CONSULTAS PÚBLICAS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2014 SEGURANÇA PÚBLICA CURITIBA ABRIL DE 2013 EQUIPE TÉCNICA: Prof. Dr. Christian Luiz

Leia mais

A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL

A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL A VIDA SOBRE DUAS RODAS: REDUZINDO RISCOS E DANOS UMA AÇÃO INTERSETORIAL Olga Lopes Salomão 1 ; Marineide de Jesus Nunes 1, Rodolfo C. Villa do Miu 1, Brigina Kemp 2, Carlos Eduardo Abrahão 2, William

Leia mais

Diagnóstico da gestão das redes semafóricas

Diagnóstico da gestão das redes semafóricas Apóio: Diagnóstico da gestão das redes semafóricas Ausência de uma visão estratégica da importância das redes Semafóricas e os impactos (positivos ou negativos) nas vidas das pessoas e das empresas; Serviços

Leia mais

LEVS Laboratório de Estudos da Violência e Segurança da UNESP Reflexão acadêmica e instrumento de política pública de segurança

LEVS Laboratório de Estudos da Violência e Segurança da UNESP Reflexão acadêmica e instrumento de política pública de segurança LEVS Laboratório de Estudos da Violência e Segurança da UNESP Reflexão acadêmica e instrumento de política pública de segurança (espaço coletivo de consulta e interação global através de um web site) www.levs.marilia.unesp.br

Leia mais

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Introdução A proposta de Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

A DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO TRÁFICO DE DROGAS EM BELO HORIZONTE E SUAS CORRELAÇÕES ESPACIAIS

A DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO TRÁFICO DE DROGAS EM BELO HORIZONTE E SUAS CORRELAÇÕES ESPACIAIS 66 A DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO TRÁFICO DE DROGAS EM BELO HORIZONTE E SUAS CORRELAÇÕES ESPACIAIS Resumo Nina Ferraz Tolentino 1 Orientador: Alexandre Magno Alves Diniz 2 O aumento da violência ao longo

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A falta de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada pelos

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

SEGURANÇA NA USP. Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP

SEGURANÇA NA USP. Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP SEGURANÇA NA USP GUARDA Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP MAPAS DE RISCO GUARDA GUARDA MAPA DE RISCO - USP 2011 Esporte para Todos ÁREA F ÁREA B Praça do Relógio ÁREA B1 ÁREA A Portão Fepasa ÁREA

Leia mais

SEGURANÇA AO ALCANCE DE TODOS

SEGURANÇA AO ALCANCE DE TODOS SEGURANÇA AO ALCANCE DE TODOS TECNOLOGIA A SERVIÇO DA SEGURANÇA O Helper é um sistema inovador que utiliza tecnologia para promover o bem-estar das pessoas, contribuindo para a gestão da segurança pública

Leia mais

A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE

A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE A INICIATIVA QUE VAI LEVAR SEGURANÇA, CONHECIMENTO E BEM-ESTAR À SUA CIDADE APRESENTAÇÃO SEGURANÇA UM DIREITO DE TODOS Conviver em segurança é um direito de todos e é dever do poder público garanti-lo.

Leia mais

Violências nas Escolas (ROVE)

Violências nas Escolas (ROVE) Registro On-Line de Situações de Violências nas Escolas (ROVE) Resultados: 1º de Março 02 de Dezembro Equipe Observatório Eduardo Pazinato Rafael Dal Santo Aline Kerber Janine Prandini Heloíse Canal Pâmela

Leia mais

Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública

Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública Ministério da Justiça Políticas de formação e valorização profissional em Segurança Pública SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA Diagnóstico da Formação em Segurança Pública (2001-2003) 2003) Cenário

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 5.098, DE 28 DE AGOSTO DE 2012

LEI MUNICIPAL Nº 5.098, DE 28 DE AGOSTO DE 2012 LEI MUNICIPAL Nº 5.098, DE 28 DE AGOSTO DE 2012 Autoriza o Poder Executivo a firmar convênio com o Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Segurança Pública, e dá outras providências. DÉLCIO HUGENTOBLER,

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Geointeligência na Copa e Olimpíadas

Geointeligência na Copa e Olimpíadas 20 de junho de 2013 Fórum Geointeligência para Defesa e Segurança Grandes Eventos Planejamento e Monitoramento Geointeligência na Copa e Olimpíadas Marcus Ferreira - Ten Cel PMERJ Vice Presidente do ISP

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA

NÚCLEO DE ESTUDOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER NA CIDADE DE PONTA GROSSA 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil.

Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil. Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Notas sobre experiências de Pacificação em favelas do Rio de Janeiro - Brasil. Lia de Mattos Rocha Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO GABINETE DO PREFEITO O Plano de Metas é um instrumento de gestão que orienta a Prefeitura na direção de uma cidade sustentável e oferece aos cidadãos e à imprensa um mecanismo para avaliar os compromissos

Leia mais

I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O. J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco

I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O. J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco I STRUME TOS DIGITAIS COMO SUPORTE DE A ÁLISE DO ESPAÇO URBA O J. De ardin, R. A. Ribeiro e J. Francisco RESUMO O presente artigo trata de parte de metodologia adotada para o desenvolvimento da dissertação

Leia mais

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições Maria Cecília de Souza Minayo 1ª. característica: elevadas e crescentes taxas de homicídios nos últimos 25 anos Persistência das causas externas

Leia mais

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar PMERJ/CETIC Novas Tecnologias na Polícia Militar Apresentação pessoal CEL PM DJALMA JOSÉ BELTRAMI TEIXEIRA PMERJ Coordenador do CETIC Coordenadoria Especializada em Tecnologia e Comunicações Atribuições

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais DIRETORIA DO OBSERVATÓRIO DA GOVERNANÇA DIOBS Produtos Sala Situacional Rede de Salas de Situação Processos Monitoramento Agenda Estratégica Observatório da Governança DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH. Marcelo Cintra do Amaral. 20 de novembro de 2012

Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH. Marcelo Cintra do Amaral. 20 de novembro de 2012 Plano de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte - PlanMob-BH Marcelo Cintra do Amaral 20 de novembro de 2012 Roteiro da apresentação: Contexto do PlanMob-BH: prognóstico, caráter de plano diretor, etapas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE, DE, DE 2013. Senhor Presidente,

PROJETO DE LEI Nº, DE, DE, DE 2013. Senhor Presidente, A Sua Excelência o Senhor Vereador JUARES CARLOS HOY Presidente da Câmara Municipal de Canoas PROJETO DE LEI Nº, DE, DE, DE 2013. Senhor Presidente, O Vereador Pedro Bueno, Vice-líder da Bancada do Partido

Leia mais

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Considerando necessidade de: Portaria SENASP/MJ nº 10 de 25/04/2011 Intensificar

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes

Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina Você pode não perceber, mas nós estamos sempre presentes Missão Marco Legal Atuação do CIASC Sistemas Data Center Rede Governo Responsabilidade

Leia mais

3o Plano Municipal de Segurança de Diadema Resultado das Consultas Populares julho 2011

3o Plano Municipal de Segurança de Diadema Resultado das Consultas Populares julho 2011 3o Plano Municipal de Segurança de Diadema Resultado das Consultas Populares julho 2011 Participantes das Consultas 13 Consultas entre os dias 21/05/11 e 06/07/11 Total de 665 participantes que apresentaram

Leia mais

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG Daniel da Silva Marques (UFAM) daniel.ufam2009@hotmail.com Caio Ronan Lisboa Pereira (UFAM) caioronan@hotmail.com Almir Lima Caggy (UFAM) almir_kggy@hotmail.com

Leia mais

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO Aline Amaral Silva; Amanda Barbosa Borges; Amir mahdi Araghi; Gabriel Carvalho; Surik Neytohn Duque Nicols Prof. Pastor W. G. Taco O estudo contemplou o

Leia mais

TRANSDATA SMART SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE GESTÃO INTEGRADA

TRANSDATA SMART SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE GESTÃO INTEGRADA BRASIL ARGENTINA +55 19 3515.1100 www.transdatasmart.com.br SEDE CAMPINAS-SP RUA ANA CUSTÓDIO DA SILVA, 120 JD. NOVA MERCEDES CEP: 13052.502 FILIAIS BRASÍLIA RECIFE CURITIBA comercial@transdatasmart.com.br

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA SITUAÇÃO ATUAL INTEGRAÇÃO METROPOLITANA NA LEI ORGÂNICA DE CURITIBA TÍTULO IV - DA ORDEM ECONÔMICA E SOCIAL CAPÍTULO I - DA ORDEM ECONÔMICA

Leia mais

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA O MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS, EM LABORATÓRIO DO UNIFESO José Roberto de C. Andrade Professor do Centro de Ciências e Tecnologia, UNIFESO Sergio Santrovitsch

Leia mais

GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA MUNICIPAL DE SANTA MARIA Criado pela LM 5255/09

GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA MUNICIPAL DE SANTA MARIA Criado pela LM 5255/09 GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA MUNICIPAL DE SANTA MARIA Criado pela LM 5255/09 AÇÕES DA PREFEITURA INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE VIDEOMONITORAMENTO NA CIDADE CRIAÇÃO DA GUARDA MUNICIPAL PRONASCI/MJ PROGRAMA NACIONAL

Leia mais

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING.

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. RODRIGUES, Caroline Gomes 1, COSTA, Bruno Lopes ², CORREIA, Mariana Ribeiro³ 1 Universidade do Estado do Rio de

Leia mais

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Este relatório tem como objetivo apresentar as atividades executadas pelo grupo de pesquisa da Faculdade

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 1882 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 1882 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 14/12/2012-15:54:03 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 1882 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1.

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

Condomínios mais Seguros

Condomínios mais Seguros Condomínios mais Seguros Palestra ministrada pelo Capitão Yasui Comandante da 2ª Companhia do 49º Batalhão de Polícia Militar. 13/04/2011 Formulado por um grupo de trabalho composto por policiais civis

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL PINHEIRINHO 02/04/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Realizações no

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

Propostas da Administração Superior para atualização de Plano de Prevenção e Proteção de Pessoas e do Patrimônio Público

Propostas da Administração Superior para atualização de Plano de Prevenção e Proteção de Pessoas e do Patrimônio Público 1 Propostas da Administração Superior para atualização de Plano de Prevenção e Proteção de Pessoas e do Patrimônio Público São Carlos Dezembro, 2014 1 Contexto O tema da segurança das pessoas e do patrimônio

Leia mais

Curso de Analista de Crime Oferta 2011

Curso de Analista de Crime Oferta 2011 Curso de Analista de Crime Oferta 2011 Justificativa: Incrementar o caráter científico da formulação das políticas públicas de segurança. A análise de crimes compreende um conjunto de processos sistemáticos

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013

PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013 PORTO ALEGRE EM ANÁLISE 2013 Na data em que Porto Alegre comemora seus 241 anos de fundação, o Observatório da Cidade apresenta o Porto Alegre em Análise 2013. Trata-se de um espaço que tem como desafio

Leia mais

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 Estabelece as competências da Secretaria de Segurança Legislativa do Senado Federal e das Subsecretarias e Serviços a ela subordinados. O DIRETOR-GERAL DO SENADO FEDERAL,

Leia mais

CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS

CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS CRIMINALIDADE NO BRASIL DIAGNÓSTICO E CUSTOS Ministério da Justiça Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública DIAGNÓSTICO DA CRIMINALIDADE 24 Evolução dos

Leia mais

SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS

SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS Em 2010, a cidade de São Paulo registrou 7.007 atropelamentos resultando na morte de 630 pedestres. Apesar de representar uma

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015

PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 PLANO DE DIRETRIZES E METAS DA AMOSC 2015 DIRETORIA EXECUTIVA/SECRETARIA EXECUTIVA Anexo 6 EIXOS DE ATUAÇÃO Representação Política Desenvolvimento Regional Assessoria Técnica Capacitação Processos Internos

Leia mais

TRANSPARÊNCIA QUANTO À ATUAÇÃO PARLAMENTAR DIRETA

TRANSPARÊNCIA QUANTO À ATUAÇÃO PARLAMENTAR DIRETA De: Gabinete do Vereador Jimmy Pereira Para: Ação Jovem Brasil Resposta à solicitação de Informações para a formação do Índice de Transparência da Câmara do Rio TRANSPARÊNCIA QUANTO À ATUAÇÃO PARLAMENTAR

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 514, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a Política Nacional de Trânsito, seus fins e aplicação, e dá outras providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da competência

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

Prefeitura Municipal do Natal

Prefeitura Municipal do Natal Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Finanças Plano Plurianual 2010/2013 Programa Horizonte Público Objetivo: 8 Mobilidade e Cidadania Contínuo População do município

Leia mais

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual

A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO. Diversos problemas levaram à situação atual A SEGURANÇA É HOJE A PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO DO BRASILEIRO Diversos problemas levaram à situação atual O problema sempre foi tratado com uma série de OUs Natureza ou policial ou social Responsabilidade ou

Leia mais

Centro de Controle e Comando

Centro de Controle e Comando AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL SOLUÇÕES CORPORATIVAS CENTRO DE CONTROLE E MONITORAMENTO SOFTWARE E SISTEMAS PERSONALIZADOS e Comando Operacional Logístico Monitoramento 1 PROJETOS COMPLETOS Desenvolvimento completo

Leia mais

"Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq

Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq "Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento UNICAMP/CNPq AGENDA Redes- Conceitos e Tipos Pressupostos Formas de Organização da Ação Coletiva na Sociedade Brasileira

Leia mais

11.253.503. 3.100.000 Contribuintes. São Paulo em Números 60.000 200.000. 70.000 Logradouros Públicos. 2.000.000 Lotes. Quadras.

11.253.503. 3.100.000 Contribuintes. São Paulo em Números 60.000 200.000. 70.000 Logradouros Públicos. 2.000.000 Lotes. Quadras. São Paulo em Números 3.100.000 Contribuintes 2.000.000 Lotes 25 Secretarias 1.530 km 2 Área Municipal 96 Distritos 31 Subprefeituras 34 Autarquias, Empresas e outros 11.253.503 Habitantes 60.000 Quadras

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Programa Vizinhança Solidária O Programa Vizinhança Solidária cria a adoção de mecanismos dentro da filosofia de polícia comunitária de estímulo à mudança de comportamento dos integrantes de determinadas

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS.

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. CÁSSIO SILVEIRA BARUFFI(1) Acadêmico de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Católica

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

GUIA PARA AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROJETOS COMPONENTE 4

GUIA PARA AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROJETOS COMPONENTE 4 FUNDO MULTILATERAL DE INVESTIMENTOS PROGRAMA REGIONAL DE FORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL COM INCLUSÃO SOCIAL- CONECTADEL GUIA PARA AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROJETOS COMPONENTE 4 1. Objetivo

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela Planejamento Estratégico de Estrela 2015 2035 O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL BOQUEIRÃO 18/03/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Realizações no dia

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: Por um MP mais eficiente

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: Por um MP mais eficiente PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: Por um MP mais eficiente Natal, 2011 1. Quem somos 2. Histórico da Gestão Estratégica 3. Resultados práticos 4. Revisão

Leia mais

Cultura Oficina Litoral Sustentável

Cultura Oficina Litoral Sustentável Cultura Oficina Litoral Sustentável 1 ESTRUTURA DA AGENDA REGIONAL E MUNICIPAIS 1. Princípios 2. Eixos 3. Diretrizes 4. Ações 4.1 Natureza das ações (planos, projetos, avaliação) 4.2 Mapeamento de Atores

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais