FACULDADE CAMPO REAL ESTER DE ARRUDA CAMPOS LUCAS PAULO ZUKOVSKI

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1 FACULDADE CAMPO REAL ESTER DE ARRUDA CAMPOS LUCAS PAULO ZUKOVSKI AUDITORIAS E LIXEIRAS USANDO O SAMBA: compartilhamento de arquivos com acesso total em redes mistas GUARAPUAVA 2008

2 ESTER DE ARRUDA CAMPOS LUCAS PAULO ZUKOVSKI AUDITORIAS E LIXEIRAS USANDO O SAMBA: compartilhamento de arquivos com acesso total em redes mistas Monografia apresentada à Faculdade Campo Real, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Redes de Computadores Academia CISCO na Conclusão do Curso de Especialização. Orientadores: Hermano Pereira GUARAPUAVA 2008

3 Z946a Campos, Ester de Arruda Auditoria e lixeiras usando samba: compartilhamento de arquivos com acesso total em redes mistas / Lucas Paulo Zukovski, Ester de Arruda Campos. Guarapuava: s.n., f.: il.; 28 cm Trabalho de Curso (TC) apresentado à Faculdade Campo Real, ao Programa de Pós-Graduação e Especialização em Redes de Computadores - ACADEMIA CISCO CCNA, 2008 Orientadores: Hermano Pereira Bibliografia 1. Informática. 2. Redes de Computadores. 3. Compartilhamento de dados. 4. Samba Programa de Computador. 5. Redes de Computadores Auditoria. 5. Redes Mistas de Computadores. I. Autor. II. Título. III. Faculdade Campo Real. CDD Ficha catalográfica elaborada por Regiane de Souza Martins -CRB9/1372, bibliotecária da Faculdade Campo Real.

4 CAMPOS, Ester de Arruda; ZUKOVSKI, Lucas Paulo. Implementando auditorias e lixeiras usando o Samba sobre compartilhamento de arquivos com acesso total em redes mistas. 127 p. Trabalho de Curso (TC) do Curso de Redes de Computadores Academia CISCO Faculdade Campo Real, Guarapuava-PR, RESUMO Com a crescente popularização das redes de computadores, a utilização de arquivos e programas armazenados em diferentes máquinas tornou-se uma tarefa comum tanto em empresas como em pequenas redes domésticas. Nesse tipo de ambiente, por muitas vezes é necessário implementar um esquema de auditoria, de modo que seja possível controlar acessos e alterações realizadas nos arquivos armazenados em um servidor de rede; e também implementar a utilização de lixeiras, provendo segurança contra a exclusão acidental de dados importantes. O protocolo de rede SMB/CIFS implementa o compartilhamento de arquivos em redes locais baseadas em Windows, e através do aplicativo Samba, este mesmo protocolo está disponível em redes baseadas em sistemas Unix (Linux, BSD, Solaris). Este trabalho mostra como é possível implementar auditoria e lixeiras utilizando um servidor Samba executando em um servidor Linux, de modo que possa ser utilizado tanto para grandes redes como para uma pequena rede empresarial ou doméstica. Palavras Chave: Compartilhamento. AUDITORIAS. Redes de Computadores.

5 CAMPOS, Ester de Arruda; ZUKOVSKI, Lucas Paulo. Deploying audits the dumps using the Samba to share files with full access in mixed networks. 127 p. Work of Curso (WC) of the Course of Right Faculty Campo Real, Guarapuava-PR, ABSTRACT With the increasing popularization of computer networks, the use of files and programs stored on different machines has become a common task both in companies and in small home networks. In this type of environment, for many times is necessary to implement an audit scheme, so that you can control access and changes made to files stored on a network server, and also implement the use of dumps, providing security against accidental deletion of important data. The network protocol SMB / CIFS implements the sharing of files on local area networks based on Windows, and through the application Samba, the same protocol is available on networks based on Unix systems (Linux, BSD, Solaris). This work shows how you can implement auditing and dumps using a Samba server running on a Linux server, so it can be used both for large networks and for a small business or home network. Words-Key: Sharing. Audits. Computer Networks.

6 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Nome de domínio 24 Figura 2 Usar as configurações WINS 25

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS LAN SMB NetBIOS IBM CIFS TCP/IP OSI FSMO FTP NCP NetBEUI AD PDC BDC AFP SAP NFS Local Area Network Server Message Block Network Basic Input Output System International Business Machines Common Internet File System Transmission Control Protocol/ Internet Protocol Open Systems Interconnection Flexible Single Master Operation File Transfer Protocol NetWare Core Protocol NetBIOS Enhanced User Interface Active Directory Primary Domain Controller Backup Domain Controller Apple Filing Protocol Service Advertising Protocol Network File System

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS ESTRUTURA DA MONOGRAFIA METODOLOGIA UTILIZADA SAMBA COMPARTILHAMENTO DE ARQUIVOS PROTOCOLOS SMB/CIFS Histórico NetBIOS Controladores de domínio e clientes APLICATIVO SAMBA Arquivo de configuração Alguns parâmetros de seções Samba Variáveis mais comuns Histórico Samba PREPARANDO O SISTEMA SISTEMA OPERACIONAL Codinomes das distribuições Debian INSTALAÇÃO SAMBA Inicialização Automática Carregamento durante o Boot CONFIGURAÇÕES PASTA AUDITORIA EDITANDO O smb.conf CONFIGURAÇÃO PROPOSTA CENÁRIO DE AUDITORIA...44 CONCLUSÃO...46 REFERÊNCIAS...48 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA...49 APÊNDICE 1: Compartilhamentos Samba em estações com Windows Vista. 50 APÊNDICE 2: Cron e Crontab...51 APÊNDICE 3: Linux e Estruturas de Diretórios...52

9

10 INTRODUÇÃO Com o aumento da utilização de sistemas informatizados cresceu também a necessidade de manter todos os sistemas interligados, de forma que as pessoas possam compartilhar recursos como pastas de arquivos, impressoras e outros dispositivos de hardware. Atualmente, qualquer computador que esteja em uma rede local (LAN) tem a capacidade de compartilhar esses recursos com outros computadores em sua rede ou até mesmo com toda a Internet. Com isso vários benefícios podem ser disponibilizados, como a agilidade no acesso a dados, economia de equipamentos como impressoras e discos, que podem ser utilizados por várias máquinas, mesmo estando conectados fisicamente em apenas uma delas JUSTIFICATIVA No começo da década de 1990, os sistemas operacionais Microsoft Windows 3.1/3.11 trouxeram uma enorme evolução com relação ao compartilhamento de arquivos e recursos. Esses sistemas forneceram ao usuário a possibilidade de indicar quais recursos seriam disponibilizados para os outros computadores da rede. Utilizando essa ferramenta e com o crescimento dos acessos a internet os usuários passaram a ter acesso a arquivos sem os seus respectivos direitos autorais, por exemplo. Para ter um controle sobre essas e outras atividades as redes corporativas como empresas, universidades e órgãos governamentais, implementaram políticas de acesso a arquivos e outros recursos e passaram a normatizar a estrutura e funcionamento de suas redes locais. A partir de então todo administrador de rede passou a ser orientado a planejar e manter um ambiente de rede que atenda às necessidades e às

11 exigências de sua corporação. Garantindo o acesso limitado a informações sigilosas com segurança. No entanto, devido ao aumento da utilização ocasionado por esta facilidade de compartilhar recursos, trazida pelos sistemas Windows, começaram a aumentar também o número de transtornos ocasionados com relação à manipulação e exclusão dos arquivos. O fato de um computador remoto poder remover documentos de um servidor de arquivos sem a utilização de uma lixeira pode gerar um grande problema relativo à confiabilidade e à segurança dos dados em rede. 1.2 OBJETIVO A fim de solucionar questões como o problema relativo à confiabilidade e à segurança dos dados em rede, bem como permitir maior controle sobre os dados que estão armazenados em determinado servidor, a implementação de um sistema de auditoria sobre arquivos e pastas compartilhadas torna-se necessário. E isto é possível - Utilizando recursos de hardware modestos e com um custo baixo Configurar um servidor de modo que ele armazene informações a respeito de qual estação/usuário colocou, alterou ou removeu arquivos. Objetivamos criação da pasta Lixeira para armazenar os arquivos que tenham sido excluídos ou alterados, de forma que possamos recuperá-los, caso necessário. Armazenando todo processo de movimentação de arquivos da pasta compartilhada. 1.3 Estrutura da Monografia O Capítulo 1 irá definir o que vem a ser um compartilhamento de

12 arquivos, apresentar o protocolo SMB/CIFS e sua importância ao tratarmos de assuntos que envolvam a necessidades de compartilhamentos de arquivos. Apresenta-se o Samba como uma opção ao compartilhamento de arquivos e um breve histórico sobre o sistema. No Capítulo 2 será apresentado o sistema operacional necessário e recomendado para que seja possível a implementação dos recursos de auditoria e compartilhamento de arquivos com acesso total. As configurações necessárias para instalação do aplicativo Samba, serão apresentadas bem como alguns procedimentos importantes para realização da instalação. O Capítulo 3 mostrará a configuração necessária para que possamos ter um compartilhamento de arquivos funcionando em uma rede formada por computadores com sistemas operacionais Linux e Windows. Será mostrado como implementar os serviços de auditoria sobre uma pasta de arquivos, com uma pasta atuando como lixeira para arquivos que são excluído e ou renomeados na rede, recursos que são propiciados pelo Samba. Por fim, apresentar-se-á a configuração do arquivo smb.conf como sugestão para solução da situação proposta. No apêndice 1 apresentaremos uma solução para o compartilhamento Samba seja configurado em estações com o sistema operacional Windows Vista. No apêndice 2, uma forma de agendar tarefas em sistemas Linux será apresentada. No apêndice 3, será apresentadas uma explicação sobre o que vem a ser um estrutura de diretórios e permissões para sistemas Linux. 1.4 Metodologia Utilizada Utilizar-se-á o método de pesquisa aplicada cuja meta é contribuir para fins práticos buscando soluções para problemas concretos.

13 2. SAMBA 2.1. COMPARTILHAMENTO DE ARQUIVOS [Zwicky, 2000] define dois tipos de trocas de arquivos entre computadores que podem ocorrer em uma rede local, denominando-os transferência e compartilhamento de arquivos. Na transferência de arquivos, um usuário copia um arquivo de ou para um servidor, mantendo uma cópia no servidor e outra cópia no cliente. Nesse tipo de troca, uma alteração no arquivo do cliente não é replicada no servidor. Já no compartilhamento, o arquivo permanece no servidor, onde é acessado e modificado pelo cliente, de modo que apenas uma cópia do arquivo existe. Este modelo de compartilhamento é bastante útil em situações onde muitas pessoas precisam trabalhar com um determinado arquivo de modo colaborativo PROTOCOLOS Um protocolo é definido como um conjunto de normas que viabilizam a comunicação entre computadores. Traçando um paralelo com a comunicação oral (fala), podemos dizer que o meio de comunicação utilizado (cabos de partrançado/sinais elétricos, fibra ótica/sinais de luz, redes sem fio/ondas eletromagnéticas) equivale à fala, enquanto que o protocolo de rede equivale ao idioma utilizado. É o idioma que permite que a fala de várias pessoas seja compreensível entre si. No caso das redes locais (LAN), existem diversos protocolos capazes de compartilhar recursos de rede (impressoras, arquivos, pastas), e sua utilização

14 depende normalmente do sistema operacional utilizado. Redes baseadas em Mac OS utilizam o AFP (Apple Filing Protocol, também conhecido como AppleShare); redes Novell NetWare utilizam os protocolos NCP (NetWare Core Protocol) e SAP (Service Advertising Protocol); redes baseadas em DOS/Windows utilizam o protocolo SMB (Server Message Block), também conhecido como CIFS (Common Internet File System); e os sistemas Unix diversos (incluindo Linux) utilizam o NFS (Network File System) e também o SMB/CIFS. Por fim, para a transferência de arquivos via Internet o padrão de fato é o protocolo FTP (File Transfer Protocol). Existe uma grande variedade de formas de utilizar estes protocolos (por exemplo, máquinas Unix podem se comunicar através do SMB e do NetWare, máquinas Microsoft e Apple podem se comunicar através do NFS, e servidores Microsoft podem traduzir Netware e AppleShare em SMB). Isto permite que plataformas de software diferentes entre si (Windows, Apple e Linux) se comuniquem. Neste trabalho trataremos apenas do protocolo SMB/CIFS em redes que possuem computadores executando os sistemas Windows e Linux SMB/CIFS O Server Message Block/Common Internet File System SMB/CIFS é um protocolo de redes usualmente utilizado para o compartilhamento de arquivos em uma LAN. Com esse protocolo os usuários de uma rede podem trabalhar seus arquivos como se eles estivessem disponíveis em suas estações locais. Isto significa que operações como leitura, escrita, criação, exclusão e renomeação serão permitidas com o diferencial de que esses arquivos, que estão sendo manipulados

15 não estão na estação de trabalho local, mas em uma estação de trabalho remota. Didaticamente, o protocolo SMB/CIFS envia pacotes do cliente para servidor. Esses pacotes caracterizam por requisições do tipo abertura ou leitura de arquivos. O servidor ao receber uma requisição fará uma análise para verificar se a requisição tem validade, isto é, se o cliente tem permissão de leitura, por exemplo. Finalmente, após essa verificação o servidor executa a requisição retornando ao cliente um pacote com a resposta. O cliente então analisará o pacote de resposta para verificar se a requisição inicial foi completada com sucesso ou não. O SMB/CIFS está inserido na camada do modelo OSI como um protocolo de camada de APLICAÇÃO/APRESENTAÇÃO com isso é razoável concluir que ele utiliza protocolos de camadas inferiores como, por exemplo, o protocolo NetBEUI para o transporte. NetBEUI NetBIOS Enhanced User Interface, protocolo proprietário da Microsoft, que acompanha todos os seus sistemas operacionais e produtos de rede, como Windows 9x/ME, Windows NT, LAN Manager, LAN Server, etc. Esse protocolo atua nas camadas 3 e 4 do modelo de referência OSI. Apesar de ser um protocolo pequeno e rápido, duas desvantagens podem ser observadas quando nos referimos a redes com mais de 50 estações de trabalho: É um protocolo não roteável, impossibilitando seu uso em redes que utilizem roteadores para se comunicar com outras redes. Utiliza mensagens de broadcast 1 para comunicar qualquer alteração realizada o que acaba congestionando a rede. Se uma estação de 1 broadcast Transmissão - Mensagens enviada a todos integrantes de uma rede local.

16 trabalho enviar um pedido de impressão todas as máquinas conectadas na rede receberam uma mensagem com essa solicitação Histórico NetBIOS Inicialmente o Network Basic Input Output System - NetBIOS foi desenvolvido pela International Business Machines - IBM no início da década de 80. É um sistema que realiza troca de mensagens entre máquinas que estão em rede. Opera na camada 5 do modelo de referência OSI (camada de sessão) interligando programas com o protocolo NetBEUI. O NetBIOS pode ser utilizado também com outros protocolos diferentes do NetBEUI, como por exemplo o protocolo TCP/IP (Transmission Control Protocol, Protocolo de controle da transmissão / Internet Protocol, Protocolo de Internet) operando, dessa forma, nas camadas 3 e 4 do modelo OSI e permitindo que programas que utilizam linguagens comuns para acessarem a rede, não dependendo do protocolo instalado na rede. Com a popularização dos sistemas Microsoft Windows na década de 90, em especial a partir da versão 3.1, tornou-se fácil e usual compartilhar arquivos em rede. A partir de então cada Ambiente de Trabalho - Desktop começou a ser encarado como um potencial "servidor de arquivos" na rede. Esse recurso só foi possível devido à existência de um protocolo que possibilitou a troca de mensagens na rede. Que em redes Microsoft que ficou conhecido por Server Message Block - SMB, sistema esse baseado no NetBIOS criado pela IBM Controladores de domínio e clientes

17 Nas redes baseadas em servidores Windows NT, um Controlador de Domínio (DC) é um servidor que responde a requisições de autenticação de usuário (login, permissões, etc) dentro de um domínio. Até a versão 4.0 do sistema Windows NT, para cada domínio é configurado um Controlador de Domínio Primário (PDC, do inglês Primary Domain Controller). Quaisquer outros controladores de domínio existentes atuarão como Backup do Controlador de Domínio (BDC, do inglês Backup Domain Controller). A função do BDC é restrita a autenticar usuários em um domínio, deixando as tarefas que envolvam alterações e atualizações da base de dados de usuários - como a criação de novos usuários, trocas de senhas, configurações de membros de grupos - apenas para o PDC. Este, por sua vez, propagará as alterações a todos os BDCs existentes no domínio. Caso um PDC esteja indisponível, não podendo se comunicar com o usuário que requisitou a alteração, ocorrerá uma falha na atualização da base de dados. Se um PDC ficar indisponível permanentemente, um dos BDCs pode ser promovido a PDC. A partir do Windows 2000, foi introduzido o conceito de Active Directory (AD), o qual acabou por eliminar o conceito de PDC e BDC, permitindo que tanto a atualização da base de dados como sua replicação ocorra em todos os servidores AD da rede. Ainda assim há determinadas funções que apenas um dos controladores de domínio pode realizar, as quais são chamadas "Operações Mestre", ou simplesmente FSMO (do inglês "Flexible Single Master Operation"). Estas operações mestre possuem algumas funções referentes ao domínio local e outras que requerem apenas um servidor específico para todo o AD.

18 Em redes baseadas em Windows que possuam os dois tipos de servidores (até Windows NT4 e a partir do Windows 2000) é possível eleger um AD para atuar como um Emulador Principal de PDC, de modo que este atuará como PDC para as estações baseadas em NT4, mantendo a compatibilidade entre as duas diferentes estruturas de domínios. A partir da versão 3, o Samba oferece serviços de compartilhamentos de arquivos e de impressão para vários clientes Microsoft Windows e pode se integrar a um domínio de rede baseado em Windows, tanto como um PDC ou como um membro do domínio. O Samba também pode fazer parte de um domínio baseado em Active Directory (AD) APLICATIVO SAMBA Samba é um programa de computador que implementa o protocolo SMB sobre a pilha de camadas do modelo TCP. É capaz de oferecer todas as operacionalidades do compartilhamento de arquivos Microsoft Windows, com o diferencial de que elimina a necessidade de dispender recursos com licenças de software, acaba-se com a necessidade de reinicializar o sistema para uma mudança nas configurações e implementam estabilidade e confiança no sistema. Ao fazer uso do aplicativo Samba tornamos possível compartilhar recursos de servidores Linux para estações Windows e vice-versa: através dos protocolos SMB e CIFS. Toda configuração é feita no arquivo /etc/samba/smb.conf. Como exemplo, observe a configuração abaixo que irá permitir aos usuários de uma rede acesso a todas as impressoras e diretórios de usuário na máquina. Neste caso diretórios pessoais poderão ser acessados apenas por seus donos, mediante

19 fornecimento de senha. [global] #nome do grupo na rede workgroup = Guarapuava #nome do computador netbios name = servidor server string = server [homes] comment = Home Directories read only = No browseable = No [printers] comment = All Printers path = /var/spool/samba printable = Yes browseable = No Clientes Windows poderão visualizar o servidor Samba acessando o ambiente de rede e exibindo assim os compartilhamentos disponíveis, como em um servidor windows. Módulos do pacote Samba: Smbclient - Ferramenta para navegação e gerenciamento de arquivos, diretórios e impressoras compartilhadas por servidores Windows ou samba. smbfs Pacote que possui ferramentas para o mapeamento de arquivos e diretórios compartilhados por servidores Windows ou samba em um diretório local. winbind - Daemon que resolve nomes de usuários e grupo através de um servidor NT/SAMBA. Samba servidor samba.

20 Esses dois módulos são independentes tornando possível instalar o smbclient em uma máquina e instalar o server somente nas máquinas que irão compartilhar arquivos.

21 Arquivo de configuração Toda configuração relacionada a nomes, grupos de trabalho, tipos de compartilhamentos, tipo de servidor, log de sistema do Samba é colocado no arquivo de configuração /etc/samba/smb.conf. O arquivo de configuração do Samba é formado por seções, parâmetros e variáveis. Seções Organizam os parâmetros para que tenham efeito somente em algumas configurações de compartilhamento do servidor. Indicam um compartilhamento específico, com exceção da seção global que é aplicada a todos os compartilhamentos. As seções são definidas por uma palavra colocada entre colchetes. Por exemplo: [global], [public], [printers] etc. O nome da seção é igual ao nome do recurso compartilhado. Alguns nomes de seções foram reservados para configurações específicas do samba, eles são os seguintes: [global] Define configurações que afetam o servidor samba como um todo, fazendo efeito em todos os compartilhamentos existentes na máquina. Por exemplo, o grupo de trabalho, nome do servidor, página de código, restrições de acesso por nome, etc. [homes] Especifica opções de acesso a diretórios, homes de usuários. O diretório home é disponibilizado somente para seu dono, após se autenticar no sistema. [printers] Define opções gerais para controle das impressoras do sistema. Este compartilhamento mapeia os nomes de todas as impressoras encontradas no /etc/printcap.

22 Configurações especiais podem ser feitas separadamente. [profile] Define um perfil quando o servidor samba é usado como PDC de domínio. Qualquer outro nome de [seção] no arquivo smb.conf que não sejam as acima, são tratadas como um compartilhamento ou impressora. Parâmetros São aqueles que definem os atributos das seções, por exemplo, encrypt passwd = yes. Variáveis São utilizadas para substituir textos predefinidos, por exemplo, path = /tmp/%u pode ser interpretada como path = /temp/usuario Alguns parâmetros de seções Samba Parâmetros que podem ser utilizados apenas para a seção [global]: workgroup: define o nome do domínio. logon script: script que será executado quando o usuário se logar; domain logons: determina a ativação do login remoto para o domínio especificado acima; netbios name: define o nome do computador na rede Windows; preferred master: determina se o servidor nmbd deverá ter prioridade de acesso frente a outros servidores do mesmo grupo;

23 os level: prioridade do servidor. 100 é o número máximo, garantindo que este será o primeiro servidor solicitado (caso existam outros servidores na rede); logon path: diretório onde serão armazenadas as configurações do Windows para o usuário (Perfil, Desktop, menu Iniciar, etc); logon drive: determina letra de drive que o Windows usará para o diretório Home; logon home: determina a localização do diretório Home quando a estação logar no PDC do Samba; string server: comentários sobre o computador; load printers: diponibiliza o uso de impressoras do arquivo /etc/printcap. announce as: tipo de servidor de nomes NetBIOS que será divulgado na rede. Pode ser NT, NT Server, NT Workstation, win95 ou wfw. printcap name: caminho para o arquivo /etc/printcap. printing: tipo do servidor de impressão. Pode ser bsd, lprng, sysv, aix, hpux e qnx. security: tipo de acesso. Pode ser share, user, server e domain. share todos na rede podem acessar os arquivos compartilhados.

24 user somente usuários cadastrados poderam acessar o compartilhamento. server o servidor atuará como um proxy de autenticação, repassando as requisições para o servidor de autenticação principal. domain o servidor Samba participará do domínio como cliente, autenticando-se em um servidor PDC já existente. log file: caminho do arquivo de log. max log file: tamanho do arquivo de log em KB. log level: nível de log. encrypt passwords: habilita ou não o uso de senhas criptografadas do Samba. smb passwd file: caminho do arquivo de senhas criptogafadas do Samba. local master: transforma o Samba em um local master browser. domain master: transforma o Samba em um domain master browser. wins support: transforma o Samba em um servidor wins. wins server: transforma o Samba em um cliente wins. Parâmetros para as demais seções: path: que determina onde se encontram os scripts de logon.

25 browseable: permite ou não a visualização do compartilhamento. writable: permite ou não a gravação no recurso de compartilhamento. read only: define o compartilhamento como somente leitura. public: define se o recursos será publico ou não. available: disponibiliza ou não o recurso compartilhado. comment: comentário sobre o recurso compartilhado. admin users: define quais usuários terão privilégios de administração de compartilhamento. guest account: define uma conta de visitante. guest ok: se esse parâmetro for definido como yes, não será solicitada senha. hosts allow: define quais computadores podem acessar um recurso compartilhado. hosts deny: define quais computadores não podem acessar um recurso compartilhado. message command: define qual programa irá processar as mensagens do winpopup. Seção [netlogon] - Responsável por fazer com que as estações Windows identifiquem o servidor PDC Variáveis mais comuns

26 Vejamos abaixo alguns exemplos de variáveis comuns. Extraído do livro RUBEM, E. FERREIRA. Linux Guia do Administrador do Sistema pg 428. %h Nome da máquina (host). %v Exibe a versão do Samba. %S Nome do serviço (compartilhamento) atual. %u Nome do usuário. %g Nome do grupo. %H Nome do diretório pessoal do usuário. %m Nome da máquina cliente, fornecida pelo NetBIOS. %L Nome do servidor NetBIOS. %M Nome da internet da máquina cliente. %a Sistema operacional da máquina remota. %i Endereço IP da máquina cliente. %t Data e horário Histórico Samba O Samba foi criado por Andrew Tridgell. A ideia inicial não tinha nenhuma ligação com protocolos da Microsoft. O projeto começou em 1991 quando Tridgell criou um programa servidor de arquivos para sua rede local que suportava um protocolo DEC da Digital Pathworks. Apesar de não saber na época este protocolo seria o SMB. Algum tempo depois de começar a distribuir seu servidor sob o nome de smbserver que foi utilizado até abril de Tridgell descobriu que este nome,

27 smbserver, já pertencia ao produto de outra empresa, foi quando realizou uma simples busca dentro do dicionário Ispell por palavras que possuíssem as letras S, M e B, de "Server Message Blocks", posicionadas nessa ordem. Foi quando ao executar a seguinte linha de código no Unix: grep -i 's.*m.*b' /usr/dict/words A busca retornou apenas as palavras "salmonberry", "samba", "sawtimber" e "scramble", de forma que a escolha do nome acabou sendo óbvia.

28 3. PREPARANDO O SISTEMA Neste capítulo, apresentaremos algumas opções para instalação e configuração dos recursos que serão utilizados SISTEMA OPERACIONAL Utilizamos a distribuição estável do sistema operacional Debian. Na ocasião desta escrita, a atual versão da distribuição estável do sistema Debian é a 4.0. Essa versão é recomendada, pois oferece confiabilidade e segurança, visto que reúne aplicativos que foram testados e analisados para que o sistema não apresente falhas críticas. De acordo, com a página oficial do projeto Debian disponível em O Debian é um sistema operacional (SO) livre para seu computador. O Debian usa o kernel (núcleo de um sistema operacional), Linux, mas a maior parte das ferramentas do SO vêm do projeto GNU; daí o nome GNU/Linux. A última versão estável do Debian é 4.0. A última atualização desta versão foi feita em 23 de Outubro de Na página do projeto Debian podemos obter informações e instruções para a instalação do sistema Codinomes das distribuições Debian Para manter uma melhor organização no projeto e em alguns casos evitar downloads desnecessários por parte dos usuários, as distribuições Debian, conhecidas também como coleção específica de pacotes, recebem codinomes para

29 fazer referência a cada versão disponibilizada. Cada distribuição é referenciada a basicamente três tipos: unstable instável Caracterizada por ter os pacotes mais atuais do projeto e é recomendada para desenvolvedores devido a problemas que podem ser causados devido a falta de testes. testing em teste Nessa fase a versão está em fase de testes e vários erros críticos que a versão unstable apresentava foram corrigidos. Nesse ciclo está versão se tornará candidata à versão stable. stable estável Caracterizada por oferecer um conjunto de pacotes que oferecem segurança e confiabilidade ao sistema, pois passou por várias correções de erros e falhas críticas. Algumas alterações e correções ainda podem ser feitas através de um gerenciador de pacotes. Cada um desses tipos indicará o ciclo de liberação para a versão. Utilizamos para esse trabalho a versão Debian Etch que recebe esse nome pois se trata de uma versão estável. Para que possamos compreender a utilização dos codinomes para as versões do projeto Debian, propomos o seguinte exemplo. Antes do lançamento da versão estável Debian 4.0 Etch, o codinome Etch apontava para a versão testing e o codinome Sarge apontava para a versão stable. Após o lançamento oficial da versão 4.0, a distribuição testing recebeu o codinome de Lenny, que receberá um número assim que se tornar uma versão estável. Além dos codinomes já apresentados podemos listar:

30 - Buzz para a versão 1.1, - Rex para a versão 1.2, - Bo para as versões 1.3.x, - Hamm para a versão 2.0, - Slink para a versão 2.1, - Potato para a versão 2.2, - Woody para a versão 3.0, - Sarge para a versão INSTALAÇÃO SAMBA repositórios Debian Etch. Utilizaremos o aplicativo Samba que está disponível nos Pacotes Debian. Servidor: samba samba Cliente: smbclient samba-client Documentação samba-doc samba-doc Para instalar o Samba em uma estação do tipo client com documentação: # apt-get install smbclient samba-doc Para instalar o Samba em uma estação do tipo server com documentação que compartilhará arquivos: # apt-get install samba smbclient samba-doc

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