Kit Inicial: Alta Administração Boards on Board. Como fazer

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Kit Inicial: Alta Administração Boards on Board. Como fazer"

Transcrição

1 Kit Inicial: Alta Administração Boards on Board Como fazer Uma iniciativa nacional liderada pelo IHI, a Campanha 5 Milhões de Vidas visa melhorar a qualidade da assistência à saúde no mundo através da prevenção da ocorrência de 5 milhões de incidentes entre Dezembro de 2006 e Dezembro de Os guias Como fazer desta Campanha são desenhados para partilhar as melhores práticas em áreas relevantes para as instituições participantes. Este guia é dedicado à memória de. David R. Calkins,, MPP ( 27 de Maio de de Abril de 2006) Médico, professor, colega e amigo fundamental para o desenvolvimento da base científica desta Campanha, David dedicou-se a garantir o embasamento clínico de seu trabalho, além de personificar o espírito de otimismo e aprendizado da campanha. Seu comprometimento incansável e inestimáveis contribuições serão fonte de eterna inspiração para todos nós. Copyright 2008 Institute for Healthcare Improvement Todos os direitos reservados. Cópias destes materiais são autorizadas somente para fins educacionais, não lucrativos, contanto que não haja alteração do conteúdo, e que o crédito pela autoria seja dado ao IHI. É vedada a reprodução destes materiais para fins comerciais ou lucrativos, bem como sua re-publicação sob quaisquer circunstâncias, sem autorização por escrito do Institute for Healthcare Improvement Como citar este material: 5 Million Lives Campaign. Getting Started Kit: Prevent Pressure Ulcers How-to Guide. Cambridge, MA: Institute for Healthcare Improvement; (Available at

2 O Institute for Healthcare Improvement (IHI) é uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a assistência à saúde em todo o mundo. O IHI ajuda a acelerar mudanças cultivando e colocando em práticas idéias promissoras de melhoria na assistência aos pacientes. Milhares de prestadores de serviços de saúde participam do trabalho inovador do IHI. Patrocinadores da Campanha A Campanha 5 Milhões de Vidas tornou-se possível através da liderança e generoso apoio dos planos de saúde America s Blue Cross e Blue Shield. O IHI também agradece aos seguintes patrocinadores: Cardinal Health Foundation, Blue Shield of California Foundation, Rx Foundation, Aetna Foundation, Baxter International, Inc., The Colorado Trust, e Abbott Point of Care A presente iniciativa baseia-se no trabalho iniciado pela Lives Campaign patrocinada pela Blue Cross Blue Shield of Massachusetts, Cardinal Health Foundation, Rx Foundation, Gordon and Betty Moore Foundation, Colorado Trust, Blue Shield of California Foundation, Robert Wood Johnson Foundation, Baxter International, Inc., Leeds Family, e David Calkins Memorial Fund. Colaboradores O trabalho de lideranças de várias instituições orientou o desenvolvimento deste guia. São elas: Center for Healthcare Governance, Centers for Medicare & Medicaid Services, Estes Park Institute, Great Boards, Joint Commission, National Association of Public Hospitals and Health Systems, National Center for Healthcare Leadership, National Quality Forum, and The Governance Institute. Nós agradecemos a eles, e a todas as pessoas e organizações que contribuíram. 2

3 Eu acho que deveríamos declarar 2007 como o Ano da Alta Administração e começar a colocar na mesa dos diretores não somente um pedido, mas um senso absoluto de obrigação, de aprender a fazer melhor e em seguida, fazer o que é uma boa gestão de cuidados de saúde. --Em entrevista com Donald Berwick, Joint Commission Journal on Quality and Patient Safety. 2006;32(12):666. Líderes são responsáveis por tudo na organização, especialmente tudo que dá errado. --Paul O Neill, Former Secretary of the Treasury and Chairman and CEO of Alcoa Table of Contents Page Metas e Seis ações que todos os administradores devem fazer 5 Introdução: Um Novo Tipo de Intervenção 7 Ambiente: O Poder de uma Liderança e uma Alta Administração bem engajadas 8 Aplicando a Estrutura do IHI para a melhoria da Alta Administração 11 Alinhamento com Regulamentos, Padrões e Práticas 13 A Intervenção: Seis Ações que Toda Alta Administração Deve Fazer 14 Tópicos para Discussão sobre Alta Administração e Qualidade 20 Começando com a Intervenção na Alta Administração 22 Bibliografia Comentada 23 Recursos Adicionais: Alta Administração e Liderança da Qualidade 33 Apêndice A: Medida de Intervenção Recomendada 36 3

4 Metas A Alta Administração dos hospitais devem seguir as seis ações chaves de liderança e administração para melhorar a qualidade e reduzir danos em seu hospital como recomendado neste guia. A princípio, a alta administração deve começar gastando mais de 25% do seu tempo de reuniões em assuntos sobre qualidade e segurança, e também devem conduzir uma conversa com pelo menos um paciente ou familiar, o qual tenha sofrido um dano sério dentro da sua instituição em todo o ano que passou. Seis Ações que Todos os Administradores Devem Fazer 1. Definindo Propostas: Definir uma proposta específica para reduzir danos este ano. Traçar um compromisso público e explícito para medir a melhoria da qualidade (ex.: redução em mortalidade e danos desnecessários), estabelecendo uma proposta clara para implantação. 2. Coletando Dados: Selecionar e revisar progressos em direção de uma segurança maior como o primeiro item da agenda em toda reunião de administração, totalmente transparente, e colocando um rosto humano nos eventos coletados. 3. Monitorando Medidas Sistêmicas: Identificar um pequeno grupo de profissionais para medir segurança do paciente (ex.estabelecer à escala de danos, risco de mortalidade); renovar as medidas continuamente e fazê-las transparentes para toda a organização e todos os clientes/pacientes. 4. Mudando o Ambiente, Políticas e Cultura: Compromisso em estabelecer e manter um ambiente de respeito, decente e justo para todos que experienciam a dor e a perda como resultado de danos de eventos sentinelas: os pacientes, familiares, e os profissionais envolvidos no evento. 5. Aprendendo Começando com os Gestores: Desenvolver a competência dos gestores para reduzir eventos evitáveis. Definir programa específico de desenvolvimento para todos os colaboradores. 6. Estabelecendo uma Educação Executiva: Supervisionar a execução de um plano eficaz para ativar as propostas para reduzir danos, incluindo a equipe executiva responsável por metas claras de melhoria da qualidade. 4

5 Introdução: Um Novo Tipo de Intervenção Nos primeiros 18 meses da Campanha 100,000 de Vidas (Dezembro de 2004 a Junho de 2006), o time do IHI parou de estudar os hospitais participantes que tiveram maior sucesso na iniciativa. Nós queríamos aprender mais sobre as instituições que introduziram o Time de Resposta Rápida nas UTIs; nós queríamos entender os insights clínicos e operacionais que permitiram outras organizações em ficar mais de um ano sem uma única pneumonia por ventilação assistida. Descobrimos inovações e adaptações locais para cada uma das 6 intervenções da Campanha de de Vidas (documentadas em detalhes na seção Dicas e Truques ) nos hospitais. Nós também notamos muitas características importantes nas instituições cujo trabalho foi excepcional, sem importar quais intervenções eles tentaram introduzir. Esses hospitais excepcionais parecem ter criado um contexto organizacional mais hábil a apoiar qualquer mudança, fornecendo cuidados para infarto agudo do miocárdio, reduzindo reações adversas a medicamentos através de reconciliação de medicamentos eficazes, ou introduzindo outras boas práticas para tornar os doentes mais seguros e os cuidados mais confiáveis. Essas organizações bem organizadas têm uma coisa em comum: um pequeno conjunto de propriedades funcionais, incluindo uma clara definição e priorização de projetos, medidas transparentes, investimentos na melhoria da qualidade e o conhecimento do papel que cada participante do sistema tem em melhorar os processos assistenciais. Esses elementos em comum eram a base para nosso Como se Guiar de Running a Successful Campaign in Your Hospital, e o que aprendemos nessa pesquisa moldou nosso pensamento sobre liderança, que então desenhamos para a Campanha de 5 Milhões de Vida. Nós também fomos informados de trabalhos inovadores de associações regionais e nacionais e agencias que procuram determinar executivos e atividades de administração para ajudar hospitais e sistemas de cuidados de saúde a entregar saúde com características de qualidade exploradas pelo Institute of Medicine em seu relatório: 5

6 Crossing the Quality Chasm. Nossa questão de direção é clara e importante: Qual o real papel das pessoas que estão nos níveis superiores aos colaboradores dentro da organização na busca de uma melhor qualidade? Como os líderes e administradores têm grandes e positivas influências nas mudanças? Assim que continuamos com a Campanha de 5 Milhões de Vidas, um esforço ambicioso e extraordinário acontece para reduzir danos aos paciente em hospitais pelo mundo. Nós decidimos aumentar das seis originais e as 5 novas intervenções (11 no total) com uma intervenção diferente: uma intervenção não-clínica. Essa intervenção, Alta Administração (Geralmente conhecida como Boards on Board depois do artigo de M. Joshi e S.C. Hines), foca um dos mais cruciais atributos dessas organizações que tem demonstrado o melhor progresso em segurança do paciente: Começando com o corpo diretivo. Ambiente: O Poder de uma Liderança e uma Alta Administração bem Engajadas A função primária dos líderes em saúde é a de apoiar seus colaboradores no desenvolvimento de comportamento, aptidões, hábitos, processos e tecnologias que conduzem de forma confiável a melhoria da performance. Essa influência tem ações tanto de empurrar (fazendo o status quo inconfortável) e puxar (tornando o futuro atrativo). O que foi publicado em IHI Framework for Leadership for Improvement sugere 5 importantes atividades de liderança que são relevantes para melhorias: 1. Estabelecer a Missão, Visão e Estratégia para comunicar a direção da organização a todos os interessados no negócio. 2. Construir a base para uma Liderança Eficaz selecionando, desenvolvendo e alinhando um time de liderança capaz de concluir tarefas, e assegurar que, dentro deste time a capacitação para melhorias seja contínua. 3. Construir um visível, constante, incansável e bem explicado compromisso, começando com os líderes da organização, para obter uma melhoria sistêmica o mais rápido possível. 6

7 4. Assegurar o acesso as boas práticas clínicas e processos de apoio, então a organização pode prontamente ter disponíveis designs e conceitos que seram superiores ao seu status quo. 5. Atender Incansavelmente a Execução, integrando critérios de melhoria e revisando o trabalho diário da organização, e assegurando que os bons resultados sejam sustentados, e comunicados a todos na organização. Em muitos dos nossos programas, nós do IHI temos testemunhado o poder do impacto da competência e do compromisso de líderes de dirigir a melhoria dos cuidados; nós temos visto na Breakthrough Series Collaboratives, Pursuing Perfection, Transforming Care at the Bedside, the IMPACT Network, New Health Partnerships, a Campanha de Vidas e agora a Campanha de 5 Milhões de vidas. Toda organização com resultados excepcionais tem demonstrado a ação efetiva de sua liderança nos 5 elementos da Estrutura: Visão, Fundação, Idéias e Execução. Melhor dizendo, se um desses elemento está faltando, o processo pode mudar ou facilmente acabar. Deficiência é comum. Sem isso, a liderança seria insuficiente mesmo onde inovações e boas práticas são abundantes, e mesmo onde gerentes de projetos e médicos com energia mostram facilidade em testes, adaptação e implementação de novas idéias. Líderes que ignoram atividades de melhorias, ou falham em apoiá-las, acabam mandando uma forte e implícita mensagem que melhoria da qualidade de cuidados tem importância secundária para outras considerações (ex.: finanças, uma mensagem que nós temos vistos destruir energia e levar recursos à atividades que têm menos impacto em resultados de pacientes. Quando isso acontece, em longo termo, a energia da melhoria, mesmo se começou alta, acaba). Um time de líderes altamente engajado trabalhando com uma alta administração também altamente engajada em uma parceria confiável pode ser a fonte de vontade para toda a organização. Enquanto hospitais rapidamente se movimentam em direção à melhoria, administradores têm uma oportunidade nós acreditamos que eles têm uma responsabilidade significante fazer a organização ter a qualidade e a segurança como prioridade. 7

8 Inutilidades vistas na Alta Administração dos hospitais às vezes sugerem que a administração de hospitais são somente responsáveis apenas pela reputação e saúde financeira da organização. As tarefas da Alta Administração nestas áreas são inquestionavelmente importantes, especialmente em função dos fortes padrões em benefício à comunidade Mas as tarefas da Alta Administração não termina em finanças. A Alta Administração supervisiona a missão, estratégia, a liderança executiva, a qualidade e a segurança, em nome dos interessados não importa se o hospital é da comunidade, do governo ou de um investidor. Como contido consistentemente nos padrões de acreditação da Joint Commission, Administradores tomam conta da qualidade da saúde, espera-se que eles cumpram um papel de supervisão do credenciamento da equipe médica, garantia da qualidade, e a melhoria contínua de cuidados fornecidos pela organização da saúde. Na visão moderna, administradores suportam a responsabilidade direta com a missão da organização para fornecer a melhor assistência possível e para evitar danos aos pacientes. A responsabilidade da Alta Administração de garantir e melhorar a assistência não pode ser delegada aos médico e à liderança executiva. Assegurar assistência livre de danos ao paciente é o trabalho da alta administração, no centro de sua responsabilidade. A Alta Administração em parceria com a liderança executiva, pode definir expectativas sistêmicas de alta performance para a eliminação do danos, este trabalho da liderança deve melhorar continuamente a qualidade da assistência no hospital. Tanto o Standard and Poor s e o Moody s Investors Service disseram em 2006 sobre a importância da liderança nos resultados da qualidade clínica e segurança da assistência. Chamou também a atenção para a gestão das melhorias pela Alta Administração e as lideranças. Nos últimos 10 anos, pesquisa de gestão feita por Alexander, Berwick, Chaitt, Joshi, McDonagh, Shortell, Weiner, e outros tem vindo repletas de artigos que ressaltam a responsabilidade dos administradores de saúde em qualidade e segurança. Em 1999, o 8

9 Institute of Medicine (IOM) tornou essa responsabilidade explícita em seu estudo, Errar é Humano (To Err Is Human), e reforçou isso novamente em Crossing the Quality Chasm em 2001 e em relatórios subseqüentes. Nestes últimos 5 anos, muitas ferramentas de avaliações surgiram através do IHI e de organizações que vem trabalhando na área de liderança e administração, incluindo o Center for Healthcare Governance, Centers for Medicare & Medicaid Services, the Estes Park Institute, Great Boards, the Healthcare, Research and Educational Trust, the Joint Commission, the National Center for Healthcare Leadership, the National Quality Forum, e The Governance Institute (Veja a Bibliografia Comentada e os Recursos Adicionais: Governance and Leadership of Quality Reference List). Pesquisas recentes sobre o papel da Alta Administração em organizações de alto desempenho (Lockee, Kroom, Zablocki, Bader, 2006; Vaughn, Koepke, Kroch, Lehrman, Sinha, Levey, 2006) mostram uma correlação direta entre o alto desempenho em hospitais e atributos específicos em sua Alta Administração. Administradores podem fazer uma diferença enorme quando: O CEO se responsabiliza pelas metas de qualidade e segurança; A alta administração participa no desenvolvimento de critério explícito para guiar o staff médico; O comitê de qualidade da Alta Administração anualmente revê a pontuação de satisfação dos clientes; A alta administração define a agenda da qualidade; e O staff médico é envolvido na definição da agenda para discussão da qualidade com a alta administração. Lockee, Kroom, Zablocki, Bader,

10 Melhores Resultados estão associados com hospitais nos quais: A Alta Administração gasta mais de 25% do seu tempo em assuntos ligados à qualidade; A Alta administração recebe um relatório de medidas de desempenho da qualidade; Existe um nível alto de interação entre a Alta Administração e o staff médico em estratégias de qualidade; A compensação dos líderes é baseada em parte do desempenho da qualidade; e O CEO é identificado como a pessoa com o maior impacto na qualidade, especialmente quando é identificado como o executivo responsável pela qualidade. Vaughn, Koepke, Kroch, Lehrman, Sinha, Levey, Porém as melhores práticas entre administradores permanecem pouco freqüentes. Procedimentos de uma reunião organizada por the Centers for Medicare & Medicaid Services (Departamento de Saúde e Serviços Humanos, 2006) sumarizam e reforçam muito os trabalhos de como administradores e líderes que aceitam responsabilidade pela qualidade da saúde devem atuar. Esses procedimentos incluem dados do National Patient Safety Foundation, Estes Park Institute, e AIG Insurance, e sugerem que existe uma lacuna significativa entre como o corpo administrativo, a liderança executiva, e a média gerencia vêem os elementos culturais e organizacionais da qualidade e segurança. Com o foco no papel da Alta Administração na direção da qualidade, com a ajuda de especialistas em Alta Administração dos melhores hospitais do país, sugere-se que o estado atual das atividades de administração da saúde, seja, no mínimo, altamente variável. Nossas análises sugerem que os administradores estejam engajados nas ações de melhoria da qualidade e segurança, sua eficácia em fazer isso, e seu entendimento em princípios da qualidade: 10

11 Ativamente engajada e capaz; já lidera uma organização de alto desempenho, e busca como eles podem fazer para que seu corpo administrativo trabalhe ainda melhor; Ativamente engajada; geralmente mostra compromisso através de um evento de alto perfil, mas precisa de uma fundação muito mais forte para trabalhar a melhoria continua; Não totalmente engajada, mas tendo forte talento no corpo administrativo; procura a luz, mas não tem a certeza de como proceder; e Nem engajado e nem capaz, sentindo que a qualidade está somente boa, vendo que a qualidade da saúde não é trabalho da Alta Administração, mas sim dos médicos e da liderança executiva. Nosso objetivo com este Guia e com outros como o da Campanha de 5 Milhões de Vidas e publicações sobre Alta Administração (Conway, 2008) é para despertar um pensamento sobre o comportamento das maiorias da Altas Administrações, para rever o que está sendo aprendido sobre administração para a Estrutura de Liderança do IHI de Melhorias para a Alta Administração, e sugerir vários passos simples para o desenvolvimento de atividades de administração eficazes em cada organização. Aplicando a Estrutura de Liderança do IHI para Melhorias da Alta Administração Um jeito de pensar sobre o trabalho de Alta Administrações eficaz é utilizar referências de IHI Framework for Leadership for Improvement e recomendar ações específicas para o corpo administrativo entrar no âmbito de cada uma das 5 categorias abaixo: 1. Estabelecer a Missão, Visão e Estratégia a. Definir uma direção e monitorar o desempenho. i. Integrar estratégia e qualidade. ii. Monitorar a cultura da qualidade e da segurança. iii. Estabelecer projetos para melhoria da segurança e da qualidade. 11

12 2. Construa a Base para um Sistema Eficaz de Liderança a. Estabelecer um Comitê da Qualidade; b. Trazer líderes com conhecimento em qualidade para a Alta Administração; c. Definir e ativar padrões educacionais para o corpo administrativo; d. Construir uma cultura sobre melhoraria de assistência durante as reuniões; do comitê e da Alta Administração, com médicos e demais profissionais, e com a administração; e. Atribuir Recursos adequados para o treinamento contínuo dos colaboradores sobre melhoria da qualidade. 3. Demonstre Determinação a. Estebelecer uma política de total transparência sobre dados de qualidade e segurança. b. Insistir na revisão de dados apoiando-se nas informações dos pacientes e de familiares; c. Ajudar Pacientes e suas famílias registrando suas histórias para apoiar as decisões do staff, líderes e da Alta Administração; d. Estabelecer políticas e práticas sobre erros que se enfatizam através da comunicação, práticas de respeito, divulgação, desculpas, apoio e resolução; e. Entender o desempenho contínuo de sua organização e os níveis de desempenho das melhores organizações do mundo; f. Mostrar que você entende o problema e está coordenando e colocando qualidade primeiramente na agenda da Alta Administração e deixando 25% ou mais da agenda para isso; g. Mostrar coragem: não fique parado. 4. Assegurar o acesso às Idéias a. Alta Administração deve solicitar das lideranças 04 questões para o desenvolvimento de novas idéias para o processo de qualidade e segurança: i. Quem é o melhor do mundo neste assunto? ii. Você entrou em contato com eles para ver como eles fazem isso? 12

13 iii. Quantas idéias você teve? iv. Que idéias nossos clientes e o staff tiveram para melhorar? 5. Acompanhar Incansavelmente a Execução a. Estabelecer Responsabilidades para execução do projeto; b. Estabelecer um processo eficaz de acompanhamento, incluindo: i. Dedicar 25% do tempo das reuniões da Alta Administração para qualidade e segurança; ii. Monitorar suas ações de melhoria (em vez de ser confortado por benchmarks). iii. Rever dados gerados semanalmente, ou no máximo, mensalmente. c. Provocar continuamente questões difíceis, incluindo: i. Estamos mesmo ativando o projeto? ii. Se não, porque não? Qual a estratégia para melhoria? Quais são os passos chaves planejados para a execução de larga escala? Alinhamento com Regulamentos, Padrões e Práticas Junto com o desenvolvimento deste guia, e com a intervenção específica da Liderança da Alta Administração, nós consultamos os padrões e regulamentos do National Quality Forum que preparou o Safe Practices for Better Healthcare: 2006 Update a Consensus Report (2007), que dizia que existia um esforço compreensivo para assegurar harmonia das práticas entre o Centers for Medicare & Medicaid Services, a Agency for Healthcare Research and Quality, o Leapfrog Group, e o IHI. A Intervenção da Liderança da Alta Administração está totalmente alinhada com o compreensivo Safe Practices. (NQF disponibilizou para o IHI através de uma cópia de TMIT, Table 1 Safe Practices, Care Settings, and Specifications, o quail pode ser encontrado no website do IHI em As recomendações do relatório de junção de 2007 do Department of Heath and Human Service Office do Inspetor Geral da American Health Lawyers Association, entitulado como Corporate Responsibility and Health Care Quality, são direcionalmente consistentes com esta intervenção. Similarmente alinhada e ancorada com a 13

14 Campanha, o National Business Group on Health (2008), uma união dos maiores empregados nacionais, anunciou uma iniciativa focada em uma Alta Administração engajada e em educação de executivos da própria organização que tenham a função em assuntos de qualidade e segurança na Alta Administração de hospitais. 14

15 A Intervenção da Alta Administração: Seis Ações que Toda Alta Administração devem fazer para melhorar a qualidade e reduzir danos. A Campanha 5 Milhões de Vidas pede para que a Alta Administração das organizações participantes comece focando nas seguintes 6 atividades: 1. Definindo Projetos: Definir um projeto específico para reduzir danos este ano. Definir um compromisso explícito e público com a melhoria da qualidade (ex.: redução em mortalidade e danos desnecessários), estabelecendo um projeto claro para a instalação ou sistema. Organizações devem desenvolver uma declaração específica para projetos de melhoria, com qualidade efetivamente integrada à estratégia. Por exemplo, os líderes da Ascension Health, o maior sistema de saúde não lucrative nos EUA, formulou 3 projetos estratégicos, eles prometeram fornecer: Sistema de Saúde Seguro; Sistema de Saúde que Funcione; e Sistema de Saúde que não deixa ninguém para trás. O CEO da Ascension disse necessário incluir metas quantitativas. Por exemplo, para o projeto Sistema de Saúde Seguro, a declaração específica é Não ter feridas ou mortes evitáveis até Julho de A Alta Administração e os Líderes reviram os processos e criaram um sistema transparente para ensinar as ações para todos os envolvidos no hospital. O projeto, é amplo e sistêmico, e pode servir para todos os hospitais.. Outro projeto estratégico como este, com uma meta associada (entre outros), de uma organização diferente é: Nós iremos oferecer toda a assistência e somente aquela assistência que nós sabemos que irá lhe ajudar. Nós não faremos nada que poderá causar danos a você. 15

16 Uma meta específica é chegar a 0 as infecções de acesso central em toda a instituição, até Agosto de No Dia de Ação da Campanha de 5 Milhões de Vidas que aconteceu em Junho de 2007, IHI pediu para as organizações declararem e dividirem seus projetos e muitos fizeram isso. 2. Coletando Dados e Ouvindo Histórias: Selecionar e revisar progressos de segurança de assistência como o primeiro item da agenda em toda reunião da Alta Administração, transparentemente, e colocar uma face humana nos dados de danos. Várias Administrações estão começando a fazer suas reuniões com uma revisão de caso de um paciente que sofreu danos no hospital no primeiro mês. Esses casos provocam conversas novas e diferentes, e fornecem determinação para mover sistemas mais seguros. Na reunião do Comitê da Alta Administração de Qualidade Clínica do Seton Family of Hospitals em Austin, TX, líderes operacionais revisaram um problema de segurança do paciente e seus planos para evitar a reincidência. Um dos membros do corpo administrativo queria um plano confiável. Ela notou que os planos propostos não eram exatamente para produzir confiança, e aquela ciência de confiança do trabalho seria uma solução melhor do que trabalhar duro. Aquela reunião foi um passo muito importante para criar uma cultura da confiança, e isso começou com um questionamento vindo de um membro do corpo administrativo. O IHI recomenda 2 passos bem específicos na avaliação inicial para toda Alta Administração e organização que participa da Campanha. Mesmo que os dois sejam talentosos, não existem passos mais poderosos do que esses dois para acelerar comprometimento do nível do sênior de líderes. 16

17 Gráfico de Auditoria Clínica: A Alta Administração deve fazer uma revisão de 20 registros do primeiro mês de pacientes escolhidos aleatoriamente para documentar todos os tipos e níveis de danos. Nós sugerimos que esta revisão, e o relatório subseqüente para a Alta Administração, sejam conduzidos por equipe multidisciplinar com a ajuda da ferramenta IHI Global Trigger Tool. Especificações, exemplos, e treinamento breve para o uso desta ferramenta podem ser encontrados no website IHI s website. Ou a ferramenta do Tracer Activities - CCHAS. Em uma longa corrida, organizações podem decidir fazer uma revisão mensal dos registros e fazer com que isso se torne uma de suas chaves, sistemas de monitoramento de segurança. Descobertas no campo sugerem que a melhor aprendizagem de danos sofridos por pacientes, acontece quando organizações optam por decidir começar sua revisão com um foco em 20 registros de serviços cirúrgicos, ou 20 readmissões, ou 20 mortes, em vez de rotina de casos obstetrícios (que podem não conter muitos casos de danos). Um Estudo Profundo de Caso: O CEO, com a assistência de uma equipe multidisciplinar, deve conduzir uma investigação detalhada e pessoal de um paciente do hospital sobre seus danos, incluindo entrevistas com pacientes envolvidos, seus familiares e o staff clínico. A proposta é entender profundamente a história, em toda sua complexidade, para iluminar a natureza e as fontes do perigo na organização de saúde. O CEO deve apresentar pessoalmente o caso à Alta Administração em uma reunião de não menos de 1 hora de duração. Se possível e desejável, o paciente afetado se sua família devem comparecer a reunião para adicionar fatos e pontos de vista pessoalmente. (Em preparação para essa revisão, o CEO e a Alta Administração devem ler o livro sobre organizações de alta confiança do Karl Weick and Kathleen Sutcliffe, Managing the Unexpected: Assuring High Performance in an Age of Complexity.) 17

18 3. Monitorando Medidas Sistêmicas : Identificar um pequeno grupo de profissionais para medir segurança do paciente (ex.estabelecer à escala de danos, risco de mortalidade); renovar as medidas continuamente e fazê-las transparentes para toda a organização e todos os clientes/pacientes. Não é o suficiente para a liderança executiva estruturar um projeto. A Alta Administração deve saber sobre o projeto, entendê-lo, acompanhar, coordenar e fazer com que ele funcione. Isso é crítico, porque o engajamento da Alta Administração é essencial para definir a determinação necessária para obter mudanças na escala na Campanha de 5 Milhões de Vidas. Quando eles recebem relatórios sobre qualidade, muita Alta Administração encontram-se, perdidos em milhares de pautas, e pouca atenção e importância é dada a assistência em si. Não é incomum que estes relatórios muitas vezes contenham milhares de medidas e benchmarks, e ainda não contenham métricas para poder ajudá-los a perceber melhorias na qualidade sistêmica. Alta Administração de hospitais no IHI s IMPACT Network agora vêem uma pequena definição de medidas de nível de sistema, chamadas Whole System Measures, incluindo benchmarks locais às vezes com o melhor do mundo como o modo de monitorar o progresso de toda a organização. (Ver Sistema Total de Medidas do IHI s White Paper.) O tal sistema métrico é de relevância particular para a Campanha serve para medir dados hospitalares por pacientes/dia, o qual pode ser expresso como uma taxa por 100 admissões (Ver Apêndice A para mais informações sobre essas medidas). Outra coisa é o Hospital Standardized Mortality Ratio (HSMR), que faz com que Alta Administração compare suas taxas de mortalidade com outras e acompanhe-as dentro da instituição ao longo do tempo (faça o download o IHI White Paper que descreve como utilizar o HSMR). 18

19 4. Mudando o Ambiente, Políticas e Cultura: Compromisso em estabelecer e manter um ambiente de respeito, decente e justo para todos que experimentam a dor e a perda como resultado de eventos sentinelas: os pacientes, seus famíliares, e o staff envolvido. Para se tornar mais segura as organizações precisam construir a cultura da qualidade e segurança que estão vinculadas à respeito e comunicação e estão compromissadas a total divulgação, desculpas, apoio e resolução para os pacientes em caso de danos. Como organizações ao redor do país lutam com esse elemento crítico de uma cultura de segurança e parceria de pacientes e suas famílias, outras organizações estão fornecendo a liderança a coragem de fazer o mesmo. Os Hospitais de Harvard publicaram um trabalho, When Things Go Wrong (2006), e a University of Michigan e other organizations estão escrevendo histórias de aprendizados poderosos, práticas de respeito, e resultados de uma jornada multianual de comunicação, transparência, divulgação, apoio e resolução de casos. Uma opção para Alta Administração, é estudar a coragem de demonstrar em documentos citados acima e adotar o guia de orientação articulado em When Things Go Wrong. 5. Aprendendo Começando com os Gestores: Desenvolver a competência dos gestores para reduzir eventos evitáveis. Definir programa específico de desenvolvimento para todos os colaboradores. O programa de educação da Alta Administração deve responder essas questões: a. Qual a responsabilidade da Alta Administração e a responsabilização para qualidade e segurança? b. Qual é o estado atual de melhoria da qualidade e segurança em saúde, em sua comunidade, e em sua organização de saúde? c. Como os membros da Alta Administração podem usar seus papeis e experiências para afetar o ritmo da melhoria da qualidade em sua organização? 19

20 d. Quais são as melhores estratégias para sustentar o ganho e manter melhorias contínuas? Em nossa experiência, a maioria dos líderes superestimam a capacidade dos colaboradores para melhoria. Em tais casos, mesmo com determinação suficiente e ótimas idéias a execução será prejudicada. Alta administração pode trabalhar para assegurar que todos os colaboradores saibam como fazer mudanças de desempenho, e líderes devem ser capazes de ajudar na difusão dos novos níveis de confiança de desempenho por todo o sistema e para segurar os ganhos ao longo do tempo. O IHI White Paper, Engaging Physicians in a Shared Quality Agenda (2007), fornece um guia de orientação extenso. Algumas organizações de saúde procuram parceiros para construir novas aptidões com os colaboradores, e assegurar que as aptidões adequadas dos colaboradores estejam alinhadas para garantir a melhoria da qualidade. Uma medida de adequação dos sistemas educativos e de Recursos é o ritmo da mudança. One measure of adequacy of the educational and resource systems is the pace of change. Se tudo está indo muito devagar, e a mudança está levando muito tempo, a Alta Administração deve reconsiderar a eficácia do desenvolvimento do projeto. Tendências de novas abordagens para educação em Alta Administração estão surgindo. O Tennessee Hospital Association começou um programa de certificação voluntária da Alta Administração em toda a gama de responsabilidade da mesma, incluindo qualidade e segurança. Em New Jersey, um projeto de lei foi aprovado pelas duas casas que diz que todos os novos membros da Alta Administração do estado terão um dia inteiro de educação sobre as suas responsabilidades como membros da Alta Administração. Isso inclui suas funções, indicadores de qualidade, finanças, etc. O curriculum sera desenhado pela Commissioner of Health in partnership with NJHA, the Council on Teaching Hospitals (COTH), e a Alliance. Em Junho de 2006, a Alta Adminstração do Mass. Hospital Association aprovou uma Recomendação para o desenvolvimento do curriculum do BCBSMA-funded para todos os administradores das organizações, que foca em seu papel na 20

UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência

UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência UM FOCO DE LUZ Cuidado de saúde mais seguro por meio da transparência Lucian Leape Institute, The National Patient Safety Foundation Relatório da Mesa-redonda [Roundtable] sobre transparência SUMÁRIO EXECUTIVO

Leia mais

Online Collaborative Learning Design

Online Collaborative Learning Design "Online Collaborative Learning Design" Course to be offered by Charlotte N. Lani Gunawardena, Ph.D. Regents Professor University of New Mexico, Albuquerque, New Mexico, USA July 7- August 14, 2014 Course

Leia mais

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde*

Universidade*Nove*de*Julho*1*UNINOVE* Programa*de*Mestrado*Profissional*em*Administração* *Gestão*em*Sistemas*de*Saúde* UniversidadeNovedeJulho1UNINOVE ProgramadeMestradoProfissionalemAdministração GestãoemSistemasdeSaúde Disciplina ProjetosComplexoseEstratégicosAplicadosàSaúde Códigodadisciplina GSEL04 Linhadepesquisa

Leia mais

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores Tese de Mestrado em Gestão Integrada de Qualidade, Ambiente e Segurança Carlos Fernando Lopes Gomes INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS Fevereiro

Leia mais

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br Institutional Skills Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS Passo a passo 2 2 British Council e Newton Fund O British Council é a organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades

Leia mais

Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde

Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde Avaliação de Desempenho das Organizações de Saúde Segurança do Paciente Camila Sardenberg Associação Congregação de Santa Catarina Curso pré-congresso QUALIHOSP 2015 Para o IOM, qualidade no cuidado de

Leia mais

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5 NÚMERO: 003/2015 DATA: 11/03/2015 ASSUNTO: Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários PALAVRAS-CHAVE: Segurança do Doente; avaliação da cultura de segurança PARA: Agrupamentos

Leia mais

1. Lingüística Periódicos. 2. Língua Inglesa Periódicos

1. Lingüística Periódicos. 2. Língua Inglesa Periódicos ISSN 0102-7077 the ESP São Paulo Vol. 25 nº especial p. 1-114 2004 The Especialist/Centro de Pesquisas, Recursos e Informação em Leitura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo CEPRIL. V. 1, n.

Leia mais

The Brazil United States Consumer Product Safety Conference Brazil United States Joint Press Statement June 10, 2011 Rio de Janeiro, Brazil Common Interests Ensuring a high level of consumer product safety

Leia mais

SAP Multinacional alemã de tecnologia, líder global em software de gestão de processos, contrata:

SAP Multinacional alemã de tecnologia, líder global em software de gestão de processos, contrata: SAP Multinacional alemã de tecnologia, líder global em software de gestão de processos, contrata: Vaga: Estagiário Área Jurídica Área: Legal Department O Departamento Jurídico é uma área dinâmica que possui

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Profissional em Administração

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Profissional em Administração 11 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Profissional em Administração UNIVERSIDADES CORPORATIVAS - DO SONHO DA IMPLANTAÇÃO AO DESAFIO DA

Leia mais

A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação

A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação Clarice Stella Porciuncula 1 Analista de Sistemas da PUC-RS Especialista em Sistemas de Informação e Telemática na UFRGS Analista

Leia mais

1. Centros de Competência de BI

1. Centros de Competência de BI Pagina: 1 1. Centros de Competência de BI Originalmente, o termo Centro de competência de BI (conhecido também como BICC Business Intelligence Competence Center) foi utilizado pelo instituto de pesquisa

Leia mais

Segurança do Paciente: Experiência na formação do enfermeiro. Edinêis de Brito Guirardello Profa Associada Denf/FCM - Unicamp

Segurança do Paciente: Experiência na formação do enfermeiro. Edinêis de Brito Guirardello Profa Associada Denf/FCM - Unicamp Segurança do Paciente: Experiência na formação do enfermeiro Edinêis de Brito Guirardello Profa Associada Denf/FCM - Unicamp Segurança do paciente...pode parecer talvez um estranho princípio enunciar como

Leia mais

Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais?

Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais? Patrícia Freitas de Sá Carreiras e a Nova Geração Produtiva: Quais as Expectativas de Carreira de Jovens Profissionais? Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração

Leia mais

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT

Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Aplicando Pontos de Função na Definição de um Sistema de Indicadores BIT Eduardo Alves de Oliveira eduaopec@yahoo.com.br SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados Rua Pacheco Leão, 1235 - Fundos

Leia mais

EUA gastaram $2,8 trilhões de dólares com cuidados em saúde em 2012. Último lugar no ranking de qualidade e eficiência em saúde, comparado a outras

EUA gastaram $2,8 trilhões de dólares com cuidados em saúde em 2012. Último lugar no ranking de qualidade e eficiência em saúde, comparado a outras Tatiane Canero EUA gastaram $2,8 trilhões de dólares com cuidados em saúde em 2012. Último lugar no ranking de qualidade e eficiência em saúde, comparado a outras potências mundiais. O maior desafio das

Leia mais

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações Raquel Silva 02 Outubro 2014 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 PUBLICAÇÃO DIS: - Draft International Standard

Leia mais

ACEF/1112/02477 Decisão de apresentação de pronúncia

ACEF/1112/02477 Decisão de apresentação de pronúncia ACEF/1112/02477 Decisão de apresentação de pronúncia ACEF/1112/02477 Decisão de apresentação de pronúncia Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da Comissão de Avaliação Externa 1. Tendo recebido

Leia mais

Qualidade: do mundo empresarial ao Ensino Superior

Qualidade: do mundo empresarial ao Ensino Superior Qualidade: do mundo empresarial ao Ensino Superior José António Sarsfield Cabral Universidade do Porto Garantia da Qualidade e Acreditação Universidade de Coimbra, Auditório da Reitoria 30092009 1 Os conceitos

Leia mais

Margarida Eiras. margarida.eiras@ensp.unl.pt

Margarida Eiras. margarida.eiras@ensp.unl.pt Qualidade, Gestão do Risco e Segurança do Doente na Prestação de Cuidados de Saúde Margarida Eiras margarida.eiras@ensp.unl.pt Beja, 25 de Março 2009 Índice Conceitos de Qualidade em Saúde da Qualidade

Leia mais

ISO 9001:2015 Revisão Perguntas Frequentes

ISO 9001:2015 Revisão Perguntas Frequentes Latest update New and revised ISO 9001:2015 Revisão Perguntas Frequentes Introdução A ISO 9001, a norma líder mundial em qualidade internacional, ajudou milhões de organizações a melhorar sua qualidade

Leia mais

desenvolvimento de software em indústria, comunidades acadêmicas e científicas uma fábrica de software?... joa@ufrpe.br silvio@cesar.org.

desenvolvimento de software em indústria, comunidades acadêmicas e científicas uma fábrica de software?... joa@ufrpe.br silvio@cesar.org. desenvolvimento de software em indústria, comunidades acadêmicas e científicas uma fábrica de software?... joa@ufrpe.br silvio@cesar.org.br laboratórios de desenvolvimento... Produção de Software: histórico

Leia mais

PRESS RELEASE. Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo

PRESS RELEASE. Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo PRESS RELEASE 8 de Dezembro de 2009 Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo FNABA representou Portugal, em Pequim (China), na First Global Conference da World Business

Leia mais

QUEM SOMOS. Localização

QUEM SOMOS. Localização EY QUEM SOMOS Prestamos serviços a mais de 3,5 mil clientes 80% das empresas da Fortune Global 500 5.000 profissionais no Brasil 175.000 profissionais no mundo Localização São Paulo (SP), Rio de Janeiro

Leia mais

Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar. Thaiana Santiago

Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar. Thaiana Santiago Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar Thaiana Santiago Acreditação Acreditação é um processo que as organizações de saúde utilizam

Leia mais

TERCEIRA CHAMADA GLOBAL DE PROPOSTAS. Sessão de Orientação BRASIL 7 de Julho de 2015

TERCEIRA CHAMADA GLOBAL DE PROPOSTAS. Sessão de Orientação BRASIL 7 de Julho de 2015 TERCEIRA CHAMADA GLOBAL DE PROPOSTAS Sessão de Orientação BRASIL 7 de Julho de 2015 O que é o GPSA? O GPSA apoia a sociedade civil e governos para trabalharem em conjunto a fim de resolver problemas críticos

Leia mais

Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização

Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização Governança em TI e os objetivos estratégicos da organização A otimização dos investimentos em TI, a importância do uso do modelo CobiT, adotado mundialmente em IT Governance Um painel sobre as certificações

Leia mais

Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS

Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS Maria Amália Silva Costa ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E GESTÃO DE PESSOAS POR COMPETÊNCIAS: O CASO POLICARBONATOS Salvador, 2003 MARIA AMÁLIA SILVA COSTA A D M I N I S T R A Ç Ã O E S T R A T É G I C A E

Leia mais

LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES

LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES LEGADO DAS OLIMPÍADAS DE LONDRES Londres apresentou a proposta de legado para o esporte para o Reino Unido na sua candidatura para sede olímpica de 2012. Dois grandes projetos para esporte participação

Leia mais

Integração de Imigrantes

Integração de Imigrantes Integração de Imigrantes ODEMIRA INTEGRA It is a project born from the need to improve and increase support measures, reception and integration of immigrants. 47% of immigrants registered in the district

Leia mais

Identidade e Identificação nas Organizações: Um Estudo de Caso sobre a Gestão destes Conceitos em uma Empresa de Consultoria e Outsourcing

Identidade e Identificação nas Organizações: Um Estudo de Caso sobre a Gestão destes Conceitos em uma Empresa de Consultoria e Outsourcing Thiago Toneli Chagas Identidade e Identificação nas Organizações: Um Estudo de Caso sobre a Gestão destes Conceitos em uma Empresa de Consultoria e Outsourcing Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada

Leia mais

Líder do Futuro: o mais completo programa de Formação de Líderes do Brasil

Líder do Futuro: o mais completo programa de Formação de Líderes do Brasil Líder do Futuro: o mais completo programa de Formação de Líderes do Brasil Grandes empresas precisam de grandes líderes. Este foi sem dúvida o melhor treinamento de Liderança que eu já fiz em minha carreira,

Leia mais

Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação

Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação Renata Céli Moreira da Silva Responsabilidade Social no Ensino em Administração: um estudo exploratório sobre a visão dos estudantes de graduação Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa

Leia mais

Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento

Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento IQG Instituto Qualisa de Gestão Março 2011 Martha Savedra Práticas Excelência X Pagamento Qualidade Segurança Percepção do cliente FFS Pacotes

Leia mais

As Novas Competências de RH: Parceria de Negócios de Fora para Dentro

As Novas Competências de RH: Parceria de Negócios de Fora para Dentro As Novas Competências de RH: Parceria de Negócios de Fora para Dentro DAVE ULRICH, JON YOUNGER, WAYNE BROCKBANK E MIKE ULRICH Qualquer bom profissional de RH quer ser melhor. Isto começa com um desejo

Leia mais

ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente

ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente ISO Revisio ISO Revisions Latest update New ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente ISO 9001:2015 - Transition Assessments ISO Revisions Introdução Como um cliente certificado do BSI, você

Leia mais

Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos. Érica Amorim Simon Schwartzman IETS

Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos. Érica Amorim Simon Schwartzman IETS Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos Érica Amorim Simon Schwartzman IETS Os principais modelos Modelo europeu tradicional: diferenciação no secundário entre vertentes acadêmicas e técnico-profissionais

Leia mais

1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO

1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO 1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO Os registros sobre a origem da acreditação nos Estados Unidos identificam como seu principal precursor, em 1910, o Doutor e Professor Ernest Amony Codman, proeminente cirurgião

Leia mais

Construindo uma Cultura de Segurança

Construindo uma Cultura de Segurança Construindo uma Cultura de Segurança 3as Jornadas de Enfermagem do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E. Patrícia Fernandes patricia.arfernandes@gmail.com Lisboa, 19 de Maio de 2011 44000 a 98000

Leia mais

Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC

Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC Altos Níveis de Estoque nas Indústrias de Conexões de PVC Junior Saviniec Ferreira; Letícia Stroparo Tozetti Faculdade Educacional de Araucária RESUMO O problema de estoque elevado é cada vez menos frequente

Leia mais

As Demandas do Mercado e dos Especialistas em Carreira Armando Lourenzo - EY

As Demandas do Mercado e dos Especialistas em Carreira Armando Lourenzo - EY em Carreira Armando Lourenzo - EY EY QUEM SOMOS em Carreira Prestamos serviços a mais de 3,5 mil clientes 80% das empresas da Fortune Global 500 5.000 profissionais no Brasil 190.000 profissionais no mundo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO. Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO. Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática São Paulo 2010 JOÃO FÁBIO PORTO Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática

Leia mais

Revista Inteligência Competitiva Daniela Ramos Teixeira

Revista Inteligência Competitiva Daniela Ramos Teixeira 15 INTELIGÊNCIA DE MERCADO: TRANSFORMANDO AS OLIMPÍADAS EM NEGÓCIOS 1 RESUMO Um dos grandes desafios das organizações hoje é a aplicabilidade assertiva das técnicas de análise e métodos utilizados em Inteligência

Leia mais

Project Management Activities

Project Management Activities Id Name Duração Início Término Predecessoras 1 Project Management Activities 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 2 Plan the Project 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 3 Define the work 15 dias Sex 05/10/12

Leia mais

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES Aline Martins Mendes Luciano José Vieira Franco Luis Guilherme Esteves Leocádio Sônia Madali Bosêja

Leia mais

CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA

CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA MOTIVAÇÃO PARA AS EMPRESAS Lucro/ Despesas com intangíveis Em qual empresa você investiria? A ou B? A } BSC BSC ERP }P&D B BSC ERP P&D Design }CRM BSC ERP P&D Design CRM Mkt

Leia mais

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal 10 ANOS DO IPCG O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal Lisboa, 09 de Julho de 2013 SUMÁRIO 1. Acontecimentos empresariais e governance 2. Fatores normativos

Leia mais

AGENDA A CONFIRMAR* Minneapolis - MN. OptumLabs https://www.optum.com/optumlabs.html. University of Minnesota - School of Public Health

AGENDA A CONFIRMAR* Minneapolis - MN. OptumLabs https://www.optum.com/optumlabs.html. University of Minnesota - School of Public Health Minneapolis - MN OptumLabs https://www.optum.com/optumlabs.html AGENDA A CONFIRMAR* OptumLabs é o primeiro centro aberto e colaborativo de pesquisa e inovação da indústria de Healthcare. Através dos mais

Leia mais

2 Conceitos da qualidade em saúde

2 Conceitos da qualidade em saúde 2 Conceitos da qualidade em Princípios i do Modelo para a Melhoria da Qualidade Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa Def inirq Aplicar ferramentas de melhoria para abordar as deficiências do sistema.

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: VANTAGENS E DESVANTAGENS AO SE TORNAR EMPREENDEDOR

EMPREENDEDORISMO: VANTAGENS E DESVANTAGENS AO SE TORNAR EMPREENDEDOR EMPREENDEDORISMO: VANTAGENS E DESVANTAGENS AO SE TORNAR EMPREENDEDOR SCALCO,L;GALVÂO,T.R. RESUMO O presente artigo será apresentado no VI Fórum Cientifico da FAP e pretende servir como orientação aos futuros

Leia mais

Melhorar a segurança do paciente: primeiros passos

Melhorar a segurança do paciente: primeiros passos Parceria Africana para Segurança do Paciente Melhorar a : primeiros passos Este documento descreve uma abordagem para melhorar a utilizando um modelo de parceria, estruturado em torno do aperfeiçoamento

Leia mais

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar?

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? Eng. Dr. José L. Lopes Alves INTRODUÇÃO Organizações no ramo industrial, da saúde, de energia, por exemplo, têm investido enormes

Leia mais

DANÇAS CIRCULARES E O ECO-HUMANISMO NAS ORGANIZAÇÕES

DANÇAS CIRCULARES E O ECO-HUMANISMO NAS ORGANIZAÇÕES INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ISMT ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS MESTRADO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL DANÇAS CIRCULARES E O ECO-HUMANISMO NAS ORGANIZAÇÕES FERNANDO

Leia mais

Especialistas em Consultoria à EF e Protocolo Familiar

Especialistas em Consultoria à EF e Protocolo Familiar Especialistas em Consultoria à EF e Protocolo Familiar Helena McDonnell e Magda Gabriel Especialistas em Consultoria à EF e Protocolo Familiar Cambridge Institute Página 1 Especialistas em Consultoria

Leia mais

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA.

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM SAÚDE- GESTÃO HOSPITALAR KARLA MICHELLINE OLIVEIRA BOAVENTURA FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO

Leia mais

Alfredo Castro Sócio Diretor da MOT Mudanças Organizacionais e Treinamento

Alfredo Castro Sócio Diretor da MOT Mudanças Organizacionais e Treinamento 9h30 às 10h15 Developing Effective Leaders Desenvolvendo Líderes Eficazes Alfredo Castro Sócio Diretor da MOT Mudanças Organizacionais e Treinamento Meus objetivos Abordar aspectos práticos Combinar fatos

Leia mais

Palavras-chaves: Auditoria. Controle Interno. Sarbanes Oxley. Planejamento Estratégico. Gestão de Riscos Corporativos. Processo de Negócio.

Palavras-chaves: Auditoria. Controle Interno. Sarbanes Oxley. Planejamento Estratégico. Gestão de Riscos Corporativos. Processo de Negócio. GESTÃO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO: a participação dos controles internos na gestão estratégica corporativa Nome: Ricardo Alexandre Gonçalves de Moura (Auditor especialista em revisão de controles internos

Leia mais

ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS REIS LIMA JOSÉ RODOLFO ABREU VIEIRA

ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS REIS LIMA JOSÉ RODOLFO ABREU VIEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO NÚCLEO DE PÓS - GRADUAÇÃO NPGA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL AVANÇADA - CPA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS

Leia mais

ANTECEDENTES DA RIO + 10

ANTECEDENTES DA RIO + 10 ANTECEDENTES DA RIO + 10 RIO + 5 - evento organizado pela ONG Conselho da Terra, foi realizado no Rio de Janeiro de 13 e 19/3/1997 e teve forte participação empresarial e a presença de apenas 50 ONGs.Como

Leia mais

GEP Brasil 2012 Talent Management na Sonoco Alinhando Desenvolvimento de Talentos e Planejamento de Sucessão

GEP Brasil 2012 Talent Management na Sonoco Alinhando Desenvolvimento de Talentos e Planejamento de Sucessão GEP Brasil 2012 Talent Management na Sonoco Alinhando Desenvolvimento de Talentos e Planejamento de Sucessão Eliana Schmidt Diretora de Desenvolvimento Organizacional Corporativo Agenda Entendendo o contexto

Leia mais

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion Governança de TI Importância para as áreas de Auditoria e Compliance Maio de 2011 Page 1 É esperado de TI mais do que deixar o sistema no ar. Page 2 O que mudou o Papel de TI? Aumento de riscos e de expectativas

Leia mais

Competências Gerenciais

Competências Gerenciais Gerenciais usando o PMCD para alavancar sua carreira Ayres set 2015 1 Ayres, MsC*, PMP, MBA, ITIL, ISO 20000, COBIT Consultor, professor e palestrante nas áreas de governança, gestão e projetos. Mestrando

Leia mais

24-25 GESTÃO. ESTRATÉGICA Do DESEMPENHO. Viva a Experiência Michigan no Brasil. Com o WDI at The University of Michigan

24-25 GESTÃO. ESTRATÉGICA Do DESEMPENHO. Viva a Experiência Michigan no Brasil. Com o WDI at The University of Michigan Seminário Internacional GESTÃO ESTRATÉGICA Do DESEMPENHO Com o WDI at The University of Michigan Strategic Performance Management and Rewards Tradução simultânea de inglês para português 24-25 junho, 2013

Leia mais

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva Gestão da Mudança nas Organizações Leila Oliva O roteiro Conduzir a mudança e o papel da liderança: Os papeis que vivemos; Jornada emocional da mudança. Conduzir a mudança organizacional: Os 8 passos do

Leia mais

JULIANO AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA

JULIANO AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E TECNOLÓGICAS PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM BANCO DE DADOS JULIANO AUGUSTO DE SOUZA OLIVEIRA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE CONTROLE DE

Leia mais

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15 Horários 13h30 às 15h30 11.11.15 13h30 às 15h30 SESSÃO 1: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Sala 1 Painel Estratégias e Horários Sala 2 - Painel Políticas Públicas e Práticas Sustentáveis P1 Consumo e Produção

Leia mais

2 - to raise awareness of the nature, extent, complexity and consequences of misuse of alcohol and other drugs occorring among doctors

2 - to raise awareness of the nature, extent, complexity and consequences of misuse of alcohol and other drugs occorring among doctors Working Group on the Misuse of Alcohol and Other Drugs by Doctor - British Medical Association - 1998 Ênfase : "...the protection of patients by recognising and dealing firmly and fairly with dysfunctional

Leia mais

PMBok x PRINCE2. Flávia David de Oliveira Gomes. Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes. Víctor Hugo Rodrigues de Barros

PMBok x PRINCE2. Flávia David de Oliveira Gomes. Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes. Víctor Hugo Rodrigues de Barros PMBok x Flávia David de Oliveira Gomes Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel flavia@cp2ejr.com.br Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel guilherme@inatel.br

Leia mais

Ampliando o valor do Coaching

Ampliando o valor do Coaching Ampliando o valor do Coaching Por Marshall Goldsmith 1 Este estudo de um caso real mostra como um executivo pode expandir o alcance de um projeto de coaching simples (pessoal) para beneficiar a sua equipe

Leia mais

ISACA Capítulo São Paulo

ISACA Capítulo São Paulo Tendências e Certificações Profissionais da ISACA ISACA Capítulo São Paulo Fabio Penna Curto, CGEIT, CISM, Diretor Cristiano Borges, Diretor ISACA SP Carmen Ozores, Vice presidente ISACA SP Contato: info@isaca.org.br

Leia mais

Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção

Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção Palestrante: Anatércia Miranda Auditor ONA/ISO DNV-Healthcare DNV Business Assurance, South America Mobile: +55 31 9978 28 19 Web: www.dnvba.com.br DNV Det

Leia mais

PRINCE2 FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING SOLUTIONS WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE

PRINCE2 FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING SOLUTIONS WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE PYLCROW Portugal LISBOA Email: info.pt@pylcrow.com Telefone: +351 21 247 46 00 http://www.pylcrow.com/portugal WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA. A Reputação e a Responsabilidade Social na BP Portugal: A importância da Comunicação. Por. Ana Margarida Nisa Vintém

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA. A Reputação e a Responsabilidade Social na BP Portugal: A importância da Comunicação. Por. Ana Margarida Nisa Vintém UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA A Reputação e a Responsabilidade Social na BP Portugal: A importância da Comunicação Relatório de estágio apresentado à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do

Leia mais

NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014

NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014 NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Hospitais Segurança do Doente Conselhos de Administração

Leia mais

SABADOR. Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD. Professora de Clínica Médica da UNIRIO

SABADOR. Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD. Professora de Clínica Médica da UNIRIO SABADOR Prevenção Primária: em quem devemos usar estatina e aspirina em 2015? Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD Professora de Clínica Médica da UNIRIO

Leia mais

Sumário Executivo. Objetivos

Sumário Executivo. Objetivos Brasil Sumário Executivo As mídias sociais estão se tornando uma parte central de como os consumidores descobrem e avaliam informações. Quando os Mass Affluent se relacionam com instituições financeiras

Leia mais

Diretrizes Standards Nacionais para Educação em Auto-Gerenciamento do Diabetes

Diretrizes Standards Nacionais para Educação em Auto-Gerenciamento do Diabetes Diretrizes Standards Nacionais para Educação em Auto-Gerenciamento do Diabetes Diabetes Care January 2010 33:S89-S96; doi:10.2337/ dc10-s089 A Educação em Auto-Gerenciamento do Diabetes - DSME (Diabetes

Leia mais

assumptions of that particular strengthening the participation of families and local communities in the strategic direction of schools, not taking

assumptions of that particular strengthening the participation of families and local communities in the strategic direction of schools, not taking Agradecimentos A dissertação do Mestrado que adiante se apresenta resulta na concretização de um projecto que me parecia difícil mas não impossível de alcançar. Foram meses seguidos de trabalho de investigação,

Leia mais

Governancia da Água. Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água

Governancia da Água. Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água A Água e o Programa Horizonte 2020 (8ºPQ) Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água Governancia da Água Francisco

Leia mais

A Reforma no Seguro de Depósitos nos Estados Unidos

A Reforma no Seguro de Depósitos nos Estados Unidos Comentários de Martin J. Gruemberg, Vice Presidente, FDIC Quinta Conferência Anual da Associação Internacional de Seguradores de Depósito Rio de Janeiro, Brasil 16 de novembro de 2006 Boa tarde. Obrigado

Leia mais

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing Kern, Bryan; B.S.; The State University of New York at Oswego kern@oswego.edu Tavares, Tatiana; PhD;

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANA- ESUDA PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANA- ESUDA PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANA- ESUDA PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA BALANCED SCORECARD: Uma ferramenta de gestão estratégica para empresa do ramo de consultoria contábil com foco

Leia mais

Verticalização: Solução ou Engano?

Verticalização: Solução ou Engano? Verticalização: Solução ou Engano? Uma visão crítica sobre os modelos de assistência gerenciados e verticalizados São Paulo Junho de 2006 Modelo Público Britânico O NHS (National Health Service) foi criado

Leia mais

FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS FAZENDO MUDANÇAS EM GESTÃO DE RISCOS EM GOIÁS III ENCONTRO GOIANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Dra. Rôsani Arantes de Faria Gerente de Gestão de Riscos GERISCO / SUNAS / SES GO Abril de 2013 ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

Women for Science since Budapest 1999: a view from Brazil. Alice Abreu Director of ICSU-LAC

Women for Science since Budapest 1999: a view from Brazil. Alice Abreu Director of ICSU-LAC Women for Science since Budapest 1999: a view from Brazil Alice Abreu Director of ICSU-LAC Primer Foro Regional sobre Políticas de Ciencia, Tecnología e Innovación en América Latina y el Caribe: Primer

Leia mais

e-lab: a didactic interactive experiment An approach to the Boyle-Mariotte law

e-lab: a didactic interactive experiment An approach to the Boyle-Mariotte law Sérgio Leal a,b, João Paulo Leal a,c Horácio Fernandes d a Departamento de Química e Bioquímica, FCUL, Lisboa, Portugal b Escola Secundária com 3.º ciclo Padre António Vieira, Lisboa, Portugal c Unidade

Leia mais

15-16 ORGANIZACIONAL GESTÃO DA MUDANÇA. Uma das melhores universidades em business visita São Paulo. Strategic Change Management

15-16 ORGANIZACIONAL GESTÃO DA MUDANÇA. Uma das melhores universidades em business visita São Paulo. Strategic Change Management Seminário Internacional GESTÃO DA MUDANÇA ORGANIZACIONAL Strategic Change Management Tradução simultânea de inglês para português 15-16 Outubro, 2013 São Paulo - Brasil Desenvolva uma cultura de inovação

Leia mais

Arquitetura da Aprendizagem Uma abordagem estratégica

Arquitetura da Aprendizagem Uma abordagem estratégica Arquitetura da Aprendizagem Uma abordagem estratégica 7 Olá, tudo bem? A experiência do LAB SSJ em desenvolver soluções de aprendizagem alinhadas a objetivos de negócio nos mostra que a formação de uma

Leia mais

Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual

Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual Silvane Guimarães Silva Gomes, Frederico José Vieira Passos Universidade Federal de Viçosa

Leia mais

Painel sobre o IETF (ou 'IETF for dummies') Danton Nunes Álvaro Retana Christian O'Flaherty e os comentários dos presentes

Painel sobre o IETF (ou 'IETF for dummies') Danton Nunes Álvaro Retana Christian O'Flaherty e os comentários dos presentes Painel sobre o IETF (ou 'IETF for dummies') Danton Nunes Álvaro Retana Christian O'Flaherty e os comentários dos presentes Agenda Abertura O "ecossistema" técnico da Internet. RFCs, padrões, etc. As reuniões

Leia mais

UNIVERSIDADE DE ÉVORA

UNIVERSIDADE DE ÉVORA UNIVERSIDADE DE ÉVORA MESTRADO EM INTERVENÇÃO SÓCIO-ORGANIZACIONÀL NA SAÚDE Curso ministrado em parceria com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (DR Série, n.. 250 de 29 de Outubro de 2002)

Leia mais

O papel do MBA na carreira do executivo

O papel do MBA na carreira do executivo O papel do MBA na carreira do executivo Renata Fabrini 09.03.2010 CONFERÊNCIA ANAMBA E ENCONTRO REGIONAL LATINO AMERICANO DO EMBA COUNCIL 2010 sobre a Fesa maior empresa consultoria especializada com atuação

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

Prof. Luiz Carlos Merege Presidente merege@iats.org.br. Rua Dr. Homem de Mello, 644 cjto.11 Perdizes SP - SP (11) 3868-4927 www.iats.org.

Prof. Luiz Carlos Merege Presidente merege@iats.org.br. Rua Dr. Homem de Mello, 644 cjto.11 Perdizes SP - SP (11) 3868-4927 www.iats.org. Prof. Luiz Carlos Merege Presidente merege@iats.org.br Rua Dr. Homem de Mello, 644 cjto.11 Perdizes SP - SP (11) 3868-4927 www.iats.org.br Metodologia de Classificação da ONU A metodologia utilizada para

Leia mais

Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional

Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional 9115 Qual o papel do RH nos processos de mudança de cultura organizacional 20 de Outubro, 2011 2011 Accenture. Todos os direitos reservados. Accenture, seu logo e High performance. Delivered. são marcas

Leia mais

Challenges and lessons learned from the Surui Forest Carbon Project, Brazilian Amazon. Pedro Soares / IDESAM

Challenges and lessons learned from the Surui Forest Carbon Project, Brazilian Amazon. Pedro Soares / IDESAM Challenges and lessons learned from the Surui Forest Carbon Project, Brazilian Amazon Pedro Soares / IDESAM Project Proponent & Partners Proponent: Support and supervise the project activities and will

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS SEÇÃO 7 Desenvolvimento de É importante pensar sobre como desenvolver os funcionários a fim de melhorar o trabalho da organização. O desenvolvimento de poderia consistir em ensino, oportunidades para adquirir

Leia mais

Position Paper. As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos. Edição Nº1. www.ipledu.com +55 11 2364 9355

Position Paper. As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos. Edição Nº1. www.ipledu.com +55 11 2364 9355 Position Paper Edição Nº As Melhores Práticas Globais no Desenvolvimento de Trainees e Jovens Talentos www.ipledu.com +55 64 955 O ipl Institute of Performance and Leadership é uma empresa especializada

Leia mais

O PERFIL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E A SUA JORNADA LABORAL

O PERFIL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E A SUA JORNADA LABORAL O PERFIL DO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO E A SUA JORNADA LABORAL Acimarney Correia Silva Freitas¹, Ana Paula dos Santos Dias², Ana Paula Ferreira Barbosa³, Cristina Coelho 4, Flávia Araújo Conceição

Leia mais