Possíveis Razões para uma Utilização Educativa da Internet

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1 Possíveis Razões para uma Utilização Educativa da Internet Teresa Bettencourt Centro Multimédia e de Ensino a Distância (CEMED) Universidade de Aveiro Resumo: Quais são as razões que levam os educadores a apostar na utilização da Internet no ensino? Esta será a questão da presente comunicação. Não nos iremos fundamentar em dados quantitativos por ainda estarmos a iniciar o nosso estudo, mas antes faremos uma reflexão analítica das potencialidades previsíveis da Internet no ensino. Focamos três ordens de razão: razões de ordem epistemológica; razões de ordem pedagógica; e, razões de ordem sociológica. Entre as razões de ordem epistemológica, cruzamos as teorias da aprendizagem que actualmente mais se defendem com as características da Internet para verificar que é possível encontrar uma correspondência entre ambas; nas razões de ordem pedagógica, analisamos os objectivos educativos que podem ser alcançados, sobretudo, com a criação de páginas para a Web; nas razões de ordem social, detemo-nos com a importância que a Internet tem na sociedade actual, caracterizada pela necessidade dos cidadãos se manterem informados por forma a terem um papel activo, significativo e relevante. Introdução A Internet constitui neste momento (Maio, 1997) um mundo paralelo ao mundo real. Sendo a maior rede de computadores através da qual circula a maior quantidade de informação, é possível encontrar na Internet todo o tipo de dados e proceder a várias acções, numa interactividade nunca antes alcançada. Por exemplo, com os sistemas CGI é possível uma pessoa inscrever-se num congresso, ou assinar uma revista, ou mesmo fazer compras domésticas. Muitos tipos de software estão disponíveis para qualquer 1

2 utilizador fazer o seu download, sem mais encargos, através de protocolos específicos (FTP - File Transfer Protocol). O desenvolvimento de imagens em três dimensões (VRML - Virtual Reality Markup Language) aumentam a qualidade da informação que circula na Internet e aproximam-na da realidade. Estas facilidades são apenas uma das facetas da Internet. Podem encontrar-se no chamado World Wide Web, ou WWW, ou mais simplesmente, na Web, designação que passaremos a utilizar neste trabalho. Geralmente, quando alguém diz que esteve a navegar na Internet, é apenas a este meio que se refere. Contudo, a Internet oferece mais facilidades. Através dela é possível estabelecer conversações em tempo real com diferentes pessoas em qualquer ponto do mundo. Trata-se do Internet Relay Chat (IRC). As pessoas podem mesmo falar oralmente, umas com as outras, mediante programas específicos (por exemplo, o Internet Phone Release 4). Se os seus equipamentos informáticos estiverem dotados duma câmara, também se podem ver, enquanto falam (CU See Me). Para além destas potencialidades, ainda podemos utilizar o correio electrónico ou e- mail. É certo que, na informação que circula na Web, é habitual encontrarem-se endereços de correio electrónico, colocados aí, para que os utilizadores possam fornecer feedback aos criadores do material publicado na Web. Contudo, o correio electrónico é uma ferramenta que pode ser utilizada fora do contexto da Web e, por si só, é um veículo de outras facilidades que potenciam a Internet. Através do correio electrónico, podem criar-se listas e grupos de discussão, as mailing list e os newsgroups, respectivamente, onde um grupo de pessoas inscritas, discute temáticas diversas. Pensa-se que o sucesso e consequente crescimento da Internet na sociedade se deve às suas características peculiares: a liberdade de acesso, a generosidade do sistema e a partilha de ideias. Todas em conjunto tornam a Internet um meio de comunicação sem par. Contudo, estas características, são passíveis de serem mal utilizadas. Da mesma maneira que o mundo real, permanentemente, se confronta com a dualidade bom/mau, também a Internet, como mundo paralelo que é, enferma da mesma sorte. É um mundo virtual que espelha o real. No entanto, considera-se que verificar esta circunstância não deverá constituir uma justificação para abandonar ou recusar a utilização da Internet. Ela 2

3 constitui um meio poderosíssimo de acesso, troca e publicitação de informação, um meio de comunicação sem fronteiras que, na sociedade de informação em que actualmente vivemos, não pode ser menosprezada. Mas quais são as razões que levam os educadores a apostar na utilização da Internet no ensino? Quais são os usos que se podem fazer da Internet nas escolas por forma a que constitua uma mais valia para a Educação? As respostas a estas questões são o assunto da presente comunicação. Não se pretende apresentar respostas definitivas assentes em dados quantitativos, mas antes, propôr possíveis explicações resultantes duma reflexão epistemológico-pedagógica entre as teorias da aprendizagem e a filosofia subjacente à Internet. Numa tentativa de encontrar as razões que levam os educadores a apostar na utilização da Internet no ensino delineámos três ordens de razão: razões de ordem epistemológica; razões de ordem pedagógica; e, razões de ordem sociológica. Entre as razões de ordem epistemológica, cruzamos as teorias da aprendizagem que actualmente mais se defendem com as características da Internet para concluir que é possível encontrar uma correspondência entre ambas; nas razões de ordem pedagógica, referimos os diferentes serviços que a Internet oferece com interesse educativo e analisamos os objectivos educativos que podem ser alcançados, sobretudo, com a criação de páginas para a Web; nas razões de ordem social, detemo-nos com a importância que a Internet tem na sociedade actual, caracterizada pela necessidade dos cidadãos se manterem informados por forma a terem um papel activo, significativo e relevante. Razões de Ordem Epistemológica A aprendizagem por mudança conceptual, actualmente defendida pela maioria dos educadores e investigadores na área, baseia-se, do ponto de vista epistemológico, nas teorias racionalistas e, do ponto de vista psicológico, nas teorias cognitivistas, opondose à aprendizagem por aquisição conceptual, de pressupostos empiristas e behavioristas (Figura 1). 3

4 Não cabendo no presente trabalho uma explanação exaustiva das evoluções históricas que conduziram ao surgimento das diferentes teorias, vamos apenas deter-nos nos princípios da Psicologia Cognitiva que sustentam a aprendizagem por mudança conceptual, no sentido de tentarmos perceber os mecanismos cognitivos implícitos e daí fazer uma correspondência com a filosofia subjacente à Web. A Psicologia Cognitiva surgiu com força em 1967 quando Neisser publica o livro do mesmo nome. Este ramo da Psicologia tenta explicar os processos cognitivos do pensar. Uma das teorias mais divulgadas é a teoria do processamento da informação. EPISTEMOLOGIA PEDAGOGIA PSICOLOGIA Empirismo (J. Locke, ) Aprendizagem por Aquisição Conceptual Behaviorismo (J. Watson, ) Racionalismo Aprendizagem por Mudança Conceptual Cognitivismo (Neisser, 1967) Construtivismo Fig. 1 - Quadro resumo do enquadramento epistemológico e psicológico do construtivismo Esta teoria advoga que todas as pessoas apresentam um mesmo sistema básico para processar a informação. Ele é constituído pela memória a curto prazo (MCP), pela memória de trabalho (MT) e pela memória a longo prazo (MLP). Segundo Mayer (1983) a memória a curto prazo é a via pela qual a descrição dum problema entra na mente da pessoa; a memória a longo prazo armazena a experiência já tida na resolução de problemas, como por exemplo, factos, algoritmos, heurísticas e 4

5 problemas relacionados; e, a memória de trabalho é onde surge e se testa a solução dum determinado problema, com informação vinda da MCP e da MLP (Figura 2). O sistema assim constituído é controlado por vários processos: - Atenção - permite a entrada de informação na MCP; - Treino - mantém a informação activa na MCP e na MT; - Operações - agrupamentos e manipulação da informação na MT; - Procura e codificação - transferência da informação da MCP para a MLP. E MCP MT R MLP Fig. 2 - Esquema da teoria do processamento da informação (adaptado de Mayer, 1983) A diferença entre as pessoas reside no desenvolvimento destes processos e no controlo que têm deles. Assim, a inteligência pode ser vista como um conjunto de competências várias, operacionais e treináveis de processamento de informação (Almeida, 1986). As implicações que esta teoria tem para a sala de aula traduzem-se nos pontos característicos da aprendizagem por mudança conceptual. Esta pressupõe que os alunos já têm conhecimentos sobre os conteúdos científicos antes destes lhes serem ensinados em sala de aula. De facto qualquer pessoa começará a processar informação desde que nasce. À medida que vai crescendo esse processo será tanto mais bem conseguido quanto maior for a experiência da pessoa. Desta forma, o aumento de conhecimento não é um processo aditivo, como se defende nas teorias behavioristas, mas antes, consiste num estabelecer de relações entre o familiar e o novo, num processo não linear, de procura de itens-alvo na MLP, para que se possibilite a intrusão da nova informação. 5

6 Além disso, a mudança conceptual é auto-orientada. É o aluno que reestrutura as suas representações individuais do conhecimento. É um processo de construção pessoal, onde o papel do professor, e do ensino enquanto sistema, é o de providenciar as melhores condições possíveis para apoiar os esforços do aluno nessa construção. Como já foi referido, todas as pessoas apresentarão um sistema de processamento de informação básico semelhante. Contudo, as estratégias de resolução de problemas e todos os factores que controlam o sistema são pessoais. Atentando agora na filosofia da Internet, mais específicamente, na Web, verifica-se que esta assenta no conceito de hipertexto. O hipertexto é um sistema de representação da informação. Foi apresentado pela primeira vez por Vannevar Bush, em Julho de 1945, no seu artigo As We May Think. Contudo, na época, e como é costume acontecer quando surgem inovações, não foi muito bem aceite. Só nos anos 60, Ted Nelson dá um novo incremento ao hipertexto. Conceptualmente, o hipertexto forma associações (links) entre corpos de informação (nódulos) constituindo uma rede semântica, não linear, com inúmeros caminhos a percorrer e onde cada pessoa fará aquele que melhor se adequa ao seu raciocínio. Pensa-se que o sucesso da Web esteja nestas características. Elas vão ao encontro da forma como as pessoas processam a informação, como elaboram as ideias, como resolvem os problemas. Além disso, o hipertexto não tem limites. Um nódulo de informação liga sempre a outro e assim sucessivamente. Esta característica permite a visão e compreensão integradas dos assuntos. Razões de ordem pedagógica Entre os meios que a Internet disponibiliza apenas focaremos a Web enquanto fonte de informação e forma de publicação, o correio electrónico, as listas de discussão e o IRC. Qualquer um destes serviços, quando utilizado em contexto educativo, promove as competências relacionadas com o tratamento e manipulação da informação. É uma mais valia implícita, como refere Trentin (1996). 6

7 Contudo, a pesquisa na Web e a criação de páginas html por alunos revestem-se como os meios mais promissores no ensino. Quando os alunos constróiem páginas para a Web podem desenvolver as capacidades de organização e estruturação do pensamento, comunicação, escrita, pesquisa e pensamento crítico, tudo aliado a uma desejada expressão artística. A revisão dos textos constitui mais um importante passo no processo de aprendizagem, pois exige dos alunos uma permanente análise comparativa com dados actuais e uma avaliação de conteúdo sobre o que será relevante incluir ou eliminar. Além disso, incute nos alunos o sentido da responsabilidade, na medida em que publicar para a Web significa publicar para o mundo, estando abertos a qualquer crítica. A escola e a imagem que ela própria tem de si altera-se: passa dum consumidor de informação a um disseminador de informação (Wolgemuth, 1996). Para além dos trabalhos dos alunos, as escolas podem colocar nas suas homepages informações relativas aos cursos que ministram, os professores podem divulgar os seus planos de aula e sugerir actividades extracurriculares para serem efectuadas em casa pelos alunos juntamente com os encarregados de educação, podem ainda apresentar os projectos que conduzem e ir actualizando a informação consoante os trabalhos vão decorrendo. Desta forma, o micro-mundo da sala de aula alarga-se e rompe fronteiras. São novos desafios que tanto professores como alunos poderão experimentar. Razões de ordem social É aceite, duma forma mais ou menos unânime, pela sociedade em geral, e pela comunidade científica em particular, que aceder à Web e utilizar correntemente os meios disponíveis na Internet, é condição necessária para nos mantermos actualizados no exercício das diferentes profissões. Neste enquadramento, e enquanto agentes educativos preocupados com a formação dos estudantes para a vida activa, baseada numa formação tecnológica profunda (Pires, 87, p. 52), consideramos que dotar as escolas portuguesas de acesso à Internet, como foi iniciativa do Ministério da Ciência e da Tecnologia, no âmbito da Iniciativa Nacional para a Sociedade da Informação, a Escola Informada (1996) é um passo importante para a prossecução dos objectivos da Lei de Bases do Sistema Educativo. 7

8 Além desta iniciativa, professores conscientes do possível valor educativo da Internet, começaram a consultá-la e a publicar informações sobre a escola e trabalhos diversos, juntamente com os seus alunos e numa perspectiva de inovação do ensino e da aprendizagem. Uns, fizeram-no em colaboração com instituições do ensino superior 1, ou recorrendo a protocolos com empresas 2 e outros, de uma forma autónoma, aproveitaram os serviços grátis de servidores internacionais 3. Mais recentemente, surgiu o Programa NÓNIO SÉC. XXI (Desp. nº232/me/96 de 29 de Outubro de 1996) que, no âmbito dos objectivos a que se vocaciona, não só oferece o alojamento de páginas das escolas interessadas 4, como também contempla a realização de projectos no âmbito da utilização educativa da Internet. Para além das escolas que, neste momento (Maio, 97) já têm páginas publicadas na Web e analisando o ritmo a que surgem novas escolas com o mesmo tipo de trabalho, prevê-se que o seu número aumente duma forma muito significativa. Paralelamente, está a desenrolar-se no nosso País o projecto TRENDS (Training Educators through Networks and Distributed Systems) de formação de professores na utilização da Internet em contexto educativo. Contam vir a formar 2400 professores até Junho de 1998 e equipar com ligação à Internet 120 escolas até Outubro do corrente ano. São já várias as escolas que têm a sua homepage criada no âmbito deste projecto 5. À guisa de conclusão Foi nosso objectivo ponderar nas razões que nos levam a crer que a Internet é um meio poderoso de informação que deve ser explorado em contextos educativos, ao serviço do melhoramento do ensino e da educação. Foram apresentadas razões de ordem epistemológica, pedagógica e social. Neste momento já existem alguns estudos que fundamentam o seu impacto positivo no ensino 1 2 Por exemplo, 3 Por exemplo,

9 (ver Bettencourt, 1997), contudo a maior parte deles estão a decorrer no momento presente pelo que ainda não existem conclusões publicadas. Bibliografia Almeida, L. (1986). Inteligência: Evolução do Seu Estudo. Jornal de Psicologia, 5, (3), Bettencourt, T. (1997). A Internet como Motor da Construção de Novos Saberes. Actas do Encontro Comunicação, Novas Tecnologias e Aprendizagem (no prelo) Bragança: Escola Superior de Educação de Bragança, 22 a 23 de Maio. Mayer, R. E. (1983). Thinking, Problem Solving, Cognition. NY: W. H. Freeman and Company, USA. Ministério da Ciência e da Tecnologia. Iniciativa Nacional para a Sociedade da Informação/A Escola Informada. Maio, (Fevereiro, 1997). Pires, E. L. (1987). Lei de Bases do Sistema Educativo - Apresentação e Comentários. 1ª Edição, Porto: Edições ASA. Trentin, G. (1996). Internet: Does It Really Added Value to Education? International Journal of Educational Telecommunications, Vol. 2, (2/3), p Walker, J. R. MLA-Style Citations of Electronic Sources. Alliance for Computers & Writing. Agosto, (Janeiro, 1997). Wolgemuth, A. Learning Online: An Educator s Easy Guide to the Internet (Janeiro, 1997) 9

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