Curso de Capacitação de Gestores Municipais para Inventário de GEE e Ações de Mudanças Climáticas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso de Capacitação de Gestores Municipais para Inventário de GEE e Ações de Mudanças Climáticas"

Transcrição

1 Curso de Capacitação de Gestores Municipais para Inventário de GEE e Ações de Mudanças Climáticas Plano de Ação Municipal em Mudanças Climáticas e Monitoramento dos Resultados Florence Karine Laloë Gerente de Projetos ICLEI Brasil Curitiba, 11 de Novembro de 2009.

2 PLANO DE AÇÃO MITIGAÇÃO Definição: Redução das emissões de GEE na atmosfera (diminuição dos impactos): - Redução da demanda por bens e serviços que geram muitas emissões - Aumento da eficiência energética - Novas tecnologias - Outras emissões (Relatório Stern)

3 PLANO DE AÇÃO MITIGAÇÃO 5 Marcos CCP: 1- MEDIR (construir inventário de emissões) 2- ADOTAR METAS 3- DESENVOLVER PLANO DE AÇÃO A 4- IMPLEMENTAÇÃO 5- MONITORAMENTO (processo contínuo) nuo)

4 PLANO DE AÇÃO ADAPTAÇÃO Definição: Adaptação às s mudanças as que ocorrerão: - Ações de longo prazo - Informação disponível - Recursos financeiros aos mais vulneráveis veis (países mais pobres e populações mais carentes) - Planejamento (uso do solo e construção)

5 PLANO DE AÇÃO ADAPTAÇÃO 9 PASSOS: 1- AVALIAÇÃO do contexto 2- IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS E OPORTUNIDADES (impactos) 3- ANÁLISE 4- AVALIAÇÃO DOS RISCOS E OPORTUNIDADES 5- DESENVOLVIMENTO DE OPÇÕES 6- DESENVOLVIMENTO DE PLANO DE AÇÃOA 7- IMPLEMENTAÇÃO 8- REVISÃO DO PROGRESSO 9- REVISÃO DO PLANO DE AÇÃOA

6 PLANO DE AÇÃO PRINCIPAIS PASSOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: Atividades Prévias: 1- Realização de Inventário (mitigação) 2- Levantamento de Impactos mapas de vulnerabilidade/cenários rios (adaptação) 3- Análise 4- Adoção de metas (mitigação) 5- Desenvolvimento de opções (adaptação)

7 Atividades Prévias META: 2012 redução de 30% das emissões antrópicas oriundas do Município (Base: Inventário realizado em 2005) fonte: Apresentação SVMA/SP

8 PLANO DE AÇÃO PRINCIPAIS PASSOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: Cronograma de açõesa Identificação de mecanismos de financiamento Educação e conscientização

9 PLANO DE AÇÃO PRINCIPAIS PASSOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: Cronograma de açõesa - Identificação de setores prioritários - Adoção de metas setoriais - Identificação de ações prioritárias - Identificação de período de implementação - Identificação de abrangência - Identificação de atores/agentes envolvidos

10 PLANO DE AÇÃO PRINCIPAIS PASSOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: Identificação de mecanismos de financiamento - Cálculo dos custos - Identificação de fontes de recursos (orçamento municipal, fontes internacionais, governo federal, setor privado, etc...)

11 PLANO DE AÇÃO PRINCIPAIS PASSOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE AÇÃO: Educação e Conscientização - Identificação de atividades de educação ambiental para o sucesso das ações do plano

12 PLANO DE AÇÃO IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO DE AÇÕES A E DE EMISSÕES (contínuo) nuo) Identificação de indicadores verificáveis/indicadores de sucesso Identificação de fontes de dados Identificação do estado da arte antes do início de implementação das ações Identificação de dados base antes do início de implementação das ações Estabelecimento de prazo para nova medição

13 PLANO DE AÇÃO POLÍTICA x PLANO DE AÇÃO A = INSTRUMENTO ÚNICO?

14 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA Desafios: 1- Transporte 2- Energia 3- Saúde 4- Construçao 5- Gerenciamento de resíduos 6-Uso do solo

15 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA Medidas setoriais: - Comando e Controle - Instrumento Econômicos, Fiscais e Financeiros

16 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Princípios, conceitos, diretrizes: objetivo didático - Objetivo: apoiar e contribuir para o cumprimento dos propósitos da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima = estabilizar a concentração das emissões de GEE na atmosfera - Meta: 30% até 2012, em relação aos níveis de Estratégias de mitigação e adaptação - Meios: comando e controle (ex. inspeção veicular) + instrumentos econômicos, fiscais e financeiros (ex. fundo municipal - FEMA)

17 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Transporte (exemplos): 1- Restrição veicular 2- Ampliação da oferta de transporte público 3- Ciclovias 4- Incentivos a carona solidária (faixas exclusivas) 5- Inspeção veicular

18 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Energia (exemplos): 1- Incentivos a geração de energia descentralizada e renovável 2- Programas de rotulagem de produtos e processos eficientes 3- Incentivos fiscais e financeiros à pesquisa 4- Eficiência enegética em edificações, indústrias e transportes

19 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Resíduos (exemplos): 1- Reciclagem (aumento do número dos postos) 2- Tratamento dos resíduos e efluentes 3- Alvará de funcionamento de grandes empreendimentos condicionada à instalação de equipamentos e coleta seletiva

20 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Saúde (exemplos de competência da SVMA): 1- Treinamento da defesa civil e criação de sistemas de alerta para gerenciamento de impactos sobre a saúde 2- Procedimentos de Vigilância ambiental, epidemiológica e entomológica 3- Incentivos a pesquisa

21 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Construção (exemplos): 1- Critérios de eficiência energética e sustentabilidade ambiental para novos edifícios e projetos de reforma 2- Introdução de conceitos de eficiência energética e áreas verdes na habitação popular 3- Madeira com certificação de origem (procedência legal)

22 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Uso do solo (exemplos): 1- Recuperação de áreas de preservação permanente 2- Estímulos à ocupação de áreas já urbanizadas 3- Arborização de vias públicas

23 ESTUDO DE CASO CIDADE DE SP: A POLÍTICA MUNICIPAL E PLANO DE AÇÃOA - Instrumentos (exemplos): 1- Informação e Gestão 2- Licitações Sustentáveis (Compras Públicas Sustentáveis) 3- Licenças Ambientais de empreendimentos significativos condicionadas à apresentação de plano de mitigação e medidas de compensação (comando e controle) 4- Renegociação de dívidas tributárias, redução de alíquotas, renúncia fiscal, etc. (instrumentos fiscais), pagamento por serviços ambientais 5- Comitê Municipal de Mudança do Clima e Ecoeconomia (órgão consultivo)

24 Obrigada.

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras

Leia mais

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Gerência de Gestão Ambiental Urbana e Territorial AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Cidades Sustentáveis são pautadas em três

Leia mais

Plano de Ação para a Energia Sustentável. Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014

Plano de Ação para a Energia Sustentável. Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014 Plano de Ação para a Energia Sustentável Go Local Por Uma Cidade Sustentável Sesimbra, 9 de maio de 2014 Plano de Ação para a Energia Sustentável de Palmela (PAESP) Alterações climáticas? Pacto de Autarcas

Leia mais

PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS. Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES. Loca e Data aqui

PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS. Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES. Loca e Data aqui Região Metropolitana de Belo Horizonte. Maio de 2010 PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES Uma RMBH melhor hoje e no futuro Qual é a metrópole

Leia mais

FERRAMENTA PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE 11ª PRÊMIO BRASIL AMBIENTAL DA AMCHAM RIO - INOVAÇÃO

FERRAMENTA PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE 11ª PRÊMIO BRASIL AMBIENTAL DA AMCHAM RIO - INOVAÇÃO FERRAMENTA PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE 11ª PRÊMIO BRASIL AMBIENTAL DA AMCHAM RIO - INOVAÇÃO CONCREMAT 60 DE ATUAÇÃO ANOS NOSSA MISSÃO ASSUMIMOS DESAFIOS COM OUSADIA E COMPETÊNCIA, PROVENDO SOLUÇÕES INTEGRADAS

Leia mais

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento Resoluções RESOLUÇÃO/conama/N.º 016 de 07 de dezembro de 1989 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso I, do 2º, do Art. 8º do seu Regimento Interno

Leia mais

LEI Nº 5.248 DE 27 DE JANEIRO DE 2011.

LEI Nº 5.248 DE 27 DE JANEIRO DE 2011. LEI Nº 5.248 DE 27 DE JANEIRO DE 2011. Institui a Política Municipal sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, dispõe sobre o estabelecimento de metas de redução de emissões antrópicas de gases

Leia mais

BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA)

BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA) BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA) BONCRED LEASING S/A. ARRENDAMENTO MERCANTIL Manual de Política de Responsabilidade Socioambiental

Leia mais

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. Ana Lucia Dolabella Ministério do Meio Ambiente 15/08/2012

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. Ana Lucia Dolabella Ministério do Meio Ambiente 15/08/2012 XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil Ana Lucia Dolabella Ministério do Meio Ambiente 15/08/2012 O Planejamento Energético deve considerar: Segurança Energética Sustentabilidade Ambiental

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade 1. OBJETIVO Esta Política de Sustentabilidade ( Política ) tem por objetivo estabelecer os princípios e diretrizes que norteiam as práticas socioambientais da Fibria Celulose S.A. ( Fibria ou Companhia

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA

ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA CURSOS SETORIAIS PARA GESTORES PÚBLICOS P MUNICIPAIS ELABORAÇÃO DO PLANO PLURIANUAL - PPA Profa. Nirleide Saraiva Coelho PPA 2010/2013 O Plano Plurianual de um Município é o instrumento de planejamento

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA BIODIVERSIDADE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS. 2011-2020

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA BIODIVERSIDADE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS. 2011-2020 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO PARA BIODIVERSIDADE ADAPTAÇÃO E MITIGAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS. 2011-2020 A economia verde gerando recursos para promover o equilíbrio ambiental e ações de conservação. O Programa

Leia mais

Public policy and climate change: Is there evidence of the internalization of marine ecosystem services in adaptation strategies in Brazil?

Public policy and climate change: Is there evidence of the internalization of marine ecosystem services in adaptation strategies in Brazil? Public policy and climate change: Is there evidence of the internalization of marine ecosystem services in adaptation strategies in Brazil? Iuri Amazonas*; Caroline Cichoski*; Alexander Turra*; Paulo Sinisgalli*;

Leia mais

LEI ORDINÁRIA Nº 3.135, DE 5 DE JUNHO DE 2007

LEI ORDINÁRIA Nº 3.135, DE 5 DE JUNHO DE 2007 LEI ORDINÁRIA Nº 3.135, DE 5 DE JUNHO DE 2007 Institui a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, e estabelece outras providências.

Leia mais

O Serviço Civil e a Construção do Futuro EVELYN LEVY. IV Fórum da Reforma do Estado - São Paulo Set. 2005

O Serviço Civil e a Construção do Futuro EVELYN LEVY. IV Fórum da Reforma do Estado - São Paulo Set. 2005 O Serviço Civil e a Construção do Futuro EVELYN LEVY A Importância de Serviço Civil Estruturado Bens e Serviços Públicos Governança Reforma da Política Econômica Gasto Público Sustentabilidade Fiscal Fonte:

Leia mais

desenvolvimento sócioeconômico, interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana.

desenvolvimento sócioeconômico, interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana. POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE: Uma visão crítica A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar,

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO FIESP Departamento de Meio Ambiente - DMA - Divisão de Mudanças Climáticas - GESTÃO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA Um novo mercado para pequenas e médias empresas

Leia mais

POLÍTICAS AMBIENTAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM PALMAS

POLÍTICAS AMBIENTAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM PALMAS POLÍTICAS AMBIENTAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM PALMAS Germana Pires Coriolano Presidente da Fundação de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Palmas desenvolvimento sustentável é aquele que

Leia mais

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Processo de seleção para Analistas Temáticos A SPI está reestruturando sua atuação, buscando reforçar

Leia mais

PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional

PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional Joaquim José Borges Gouveia Universidade de Aveiro bgouveia@ua.pt 29 de novembro de

Leia mais

INSTRUMENTOS DE GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Prof. Eline Alcoforado Maranhão de Sá

INSTRUMENTOS DE GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Prof. Eline Alcoforado Maranhão de Sá INSTRUMENTOS DE GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Prof. Eline Alcoforado Maranhão de Sá 1 A Norma Operacional NOB/SUAS 2005, da Política Nacional de Assistência Social consagra os eixos estruturantes

Leia mais

Sustentabilidade. Sonia Chapman. 07 de junho de 2010. Diretora-Presidente

Sustentabilidade. Sonia Chapman. 07 de junho de 2010. Diretora-Presidente Sustentabilidade Sonia Chapman Diretora-Presidente 07 de junho de 2010 Não se consegue gerenciar, o que não se consegue medir O O conhecimento é o único recurso que cresce quando compartilhado Centro de

Leia mais

Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA.

Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA. Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA http://www.amcham.com.br/ Missão do Comitê de Sustentabilidade Promover o diálogo e a mobilização sobre sustentabilidade por meio de diferentes

Leia mais

Dimensão Mudanças Climáticas

Dimensão Mudanças Climáticas Dimensão Mudanças Climáticas Dimensão Mudanças Climáticas 2 Sumário CRITÉRIO I POLÍTICA... 3 INDICADOR 1. COMPROMISSO, ABRANGÊNCIA E DIVULGAÇÃO... 3 CRITÉRIO II GESTÃO... 5 INDICADOR 2. RESPONSABILIDADE...

Leia mais

ORÇAMENTO PÚBLICO. PPA Plano Plurianual. Planejar é o contrário de improvisar.

ORÇAMENTO PÚBLICO. PPA Plano Plurianual. Planejar é o contrário de improvisar. ORÇAMENTO PÚBLICO O QUE É PLANEJAR Planejar é o contrário de improvisar. PPA Plano Plurianual SE PLANEJA PARA: Estabelecer prioridades. Otimizar recursos. Se programar no tempo e no espaço. Se definir

Leia mais

GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO A RMRJ NO CONTEXTO NACIONAL: ATUALMENTE EXISTEM 41 REGIÕES METROPOLITANAS NO BRASIL, SENDO QUE 21 POSSUEM MAIS DE 1 MILHÃO DE HABITANTES,

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PLANO DE PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PLANO DE PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PLANO DE PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável RIO+20 (2012) O Futuro que Queremos compromissos: Ø Adotar um conjunto

Leia mais

Seminário Construções Sustentáveis

Seminário Construções Sustentáveis Seminário Construções Sustentáveis Agenda: Contratações Públicas Sustentáveis: O que, Como e Porque? Ferramentas de Gestão para Iniciativas Sustentáveis no Governo Federal: IN 1/2010, Decreto nº 7.746/2010,

Leia mais

SENADO FEDERAL Audiência Pública

SENADO FEDERAL Audiência Pública SENADO FEDERAL Audiência Pública ECONOMIA VERDE Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e Redução de emissões por desmatamento e degradação (REDD) 30 de junho de 2011 Experiência do Instituto Sadia no

Leia mais

Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná. Fevereiro de 2013

Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná. Fevereiro de 2013 Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná Fevereiro de 2013 Missão Formular a Política de Atenção Primária no Estado do Paraná implementando as ações e serviços para

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS.

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS. CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS Maio/2010 1º Dia PROGRAMAÇÃO 08h00 às 09h00 - Credenciamento 09h00 às 09h30 Abertura Boas vindas! 09h30 às 10h15 Exposição dialogada: Retrospectiva Luta por Direitos

Leia mais

Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais

Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais 22 de setembro de 2015 SISTEMA INDÚSTRIA Nacional Confederação Nacional da Indústria

Leia mais

COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil

COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil BRASIL - UM PAÍS DIFERENCIADO Megadiversidade ambiental e social Reconhecido como país estratégico no cenário global Sequência de mega eventos com visibilidade

Leia mais

Superintendência de Infra-Estrutura da UFRN Divisão de Meio Ambiente DMA dmaeduca@infra.ufrn.br Divisão de Meio Ambiente A Divisão de Meio Ambiente DMA - integra a Superintendência de Infra-estrutura da

Leia mais

Resíduos da Construção Civil e o Estado de São Paulo

Resíduos da Construção Civil e o Estado de São Paulo Resíduos da Construção Civil e o Estado de São Paulo JOÃO LUIZ POTENZA Diretor do Centro de Projetos Coordenadoria de Planejamento Ambiental Secretaria do Meio Ambiente Resultados SMA Convênio SMA e SindusConSP

Leia mais

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO Ministério do Meio Ambiente O Projeto de Elaboração do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável Socioambientais Prioritários/Vale do

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade do Ambiente Urbano. Nabil Bonduki

Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade do Ambiente Urbano. Nabil Bonduki Política Nacional de Resíduos Sólidos Governo Federal Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade do Ambiente Urbano Nabil Bonduki nabil.bonduki@mma.gov.br BRASIL UMA FEDERAÇÃO Área 8.547.403,5

Leia mais

Visualização da Submissão

Visualização da Submissão Embrapa 1 de 5 16/02/2012 10:07 Formato de Impressão da Submissão Identificação Descrição e Estrutura Caracterização Equipe Detalhamento Anexos Questionários Plano de Ação Atividades Orçamento Orçamento

Leia mais

Volney Zanardi Junior Presidente do Ibama

Volney Zanardi Junior Presidente do Ibama Ministério do Meio Ambiente Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Seminário sobre Licenciamento Ambiental do Conama Volney Zanardi Junior Presidente do Ibama Brasília,

Leia mais

Atmosfera Terrestre. Aerossóis de origem natural: Tempestades de poeira

Atmosfera Terrestre. Aerossóis de origem natural: Tempestades de poeira Atmosfera Terrestre Aerossóis de origem natural: Tempestades de poeira Atmosfera Terrestre Aerossóis de origem natural: Terpenos emitidos pelas florestas (VOCs Volatile Organic Compounds) Atmosfera Terrestre

Leia mais

Plano de Ações e Aplicação de Recursos

Plano de Ações e Aplicação de Recursos COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIABANHA E DAS SUB-BACIAS HIDROGRÁFICAS DOS RIOS PAQUEQUER E PRETO Resolução CBH-Piabanha n o 020/2014 Petrópolis/RJ, 15 de abril de 2014 ANEXO I Plano de Ações e Aplicação

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL

IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL PARTE: II Legislação ambiental Primeira Fase: Oficinas Oficina 01 Sobre a Política e sobre o Planejamento: Conceitos da Gestão Ambiental Legislação ambiental Política Ambiental definição e desdobramentos

Leia mais

Objetivos de cada frente de trabalho. Modelo de gestão pública por resultados. Monitoramento e avaliação de resultados

Objetivos de cada frente de trabalho. Modelo de gestão pública por resultados. Monitoramento e avaliação de resultados 1) Gestão e Planejamento Objetivos de cada frente de trabalho Modelo de gestão pública por resultados Monitoramento e avaliação de resultados Sistemática de avaliação de desempenho individual do servidor

Leia mais

F:\CPG\PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG\Comunicação_PDG\Site\PDG_Doumento-Referência\Plano Diretor de Gestão_Fev-2008site.doc

F:\CPG\PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG\Comunicação_PDG\Site\PDG_Doumento-Referência\Plano Diretor de Gestão_Fev-2008site.doc PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG MAIO - 2007 F:\CPG\PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG\Comunicação_PDG\Site\PDG_Doumento-Referência\Plano Diretor de Gestão_Fev-2008site.doc GOVERNADOR DO ESTADO Jaques Wagner SECRETÁRIO

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI

CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI EAD Ensino à Distância do TCE-MT para a Gestão Pública CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI Ministro-Substituto Augusto Sherman Agenda 1. Relevância das contratações de TI para a APF 2. Antigo Modelo de Contratação

Leia mais

Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC e dá outras providências.

Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC e dá outras providências. C Â M A R A D O S D E P U T A D O S REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 18-A DE 2007 Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º

Leia mais

Caminhos da sustentabilidade no Recife

Caminhos da sustentabilidade no Recife Caminhos da sustentabilidade no Recife CB27, Fortaleza 2016 SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE População: 1,6 mi hab RECIFE Área: 218 Km² BRASIL Densidade média: 72,52 hab/hectare Economia:

Leia mais

INDICADORES ETHOS 3ª GERAÇÃO

INDICADORES ETHOS 3ª GERAÇÃO INDICADORES ETHOS 3ª GERAÇÃO CONTEXTO 2010 2007 Crescimento da economia verde 3ª Geração dos Indicadores Ethos: incorporar o aprendizado promovido pelos grupos de trabalho, aumentar a relação com outras

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Política Nacional de Resíduos Sólidos Seminário Internacional de Resíduos Eletroeletrônicos 12 a 14 de Agosto de 2009 Painel 1 Políticas Públicas Política Nacional de Resíduos Sólidos ANTECEDENTES 1991 Projeto de Lei nº 203/91 2006: Aprovação

Leia mais

Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos:

Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos: Proposta de Governo Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos: - As Pessoas em Primeiro Lugar - Desenvolvimento Econômico e Identidade Local - Território Ordenado

Leia mais

Estrutura do Ministério

Estrutura do Ministério Biocombustíveis: Geopolítica e Sustentabilidade MMA UnB USP Ministério do Meio Ambiente MMA Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental SMCQ Estrutura do Ministério Departamento de Licenciamento

Leia mais

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1

Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE. Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE Índice Janeiro de 2016 Sustentabilidade Empresarial - ISE Confidencial Uso Interno x Público 1 Sustentabilidade em Bolsas de Valores Estímulo à transparência

Leia mais

PROGRAMA MOBILIDADE URBANA DE BAIXO CARBONO EM GRANDES CIDADES

PROGRAMA MOBILIDADE URBANA DE BAIXO CARBONO EM GRANDES CIDADES PROGRAMA MOBILIDADE URBANA DE BAIXO CARBONO EM GRANDES CIDADES OBJETIVO DO PROGRAMA Desenvolvimento de conhecimento e ferramentas que promovam a inclusão da redução de GEEs nos projetos de transporte urbano

Leia mais

Quadro VI.1. - Que Significa o Gerenciamento do Risco?

Quadro VI.1. - Que Significa o Gerenciamento do Risco? Quadro VI.1. - Que Significa o Gerenciamento do Risco? Dentro de várias opções, selecionar ações para chegar a um objetivo, tendo em mente que existem - diferenças nos objetivos - escassez de recursos

Leia mais

A água é um bem de uso do povo

A água é um bem de uso do povo A água é um bem de uso do povo Idéias para divulgação da nova Lei das Águas: Semanalmente, no site Ingá (se possível no site das instituições parceiras), apareceria um banner contendo chamada para cada

Leia mais

Art. 1º Este Decreto dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho - PNSST, na forma do Anexo.

Art. 1º Este Decreto dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho - PNSST, na forma do Anexo. Diário Oficial da União, nº 214, Seção I, p. 9, 08.11.2011 Decreto nº 7.602,de 07.11.2011 - Dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho - PNSST. A Presidenta da República, no uso

Leia mais

Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos

Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Elaboração do PPA 2016-2019 DIMENSÃO ESTRATÉGICA O Planejamento não pode prescindir de reflexões sobre quais as estratégias para o desenvolvimento

Leia mais

IV Encontro Pedagógico do IFAM

IV Encontro Pedagógico do IFAM IV Encontro Pedagógico do IFAM Mesa temática III: Órgãos Reguladores e Processos de Auditoria na EPT Palestrante: Samara Santos dos Santos Responsável pela Auditoria Interna do IFAM Manaus, 01 de junho

Leia mais

Gestão da água pluvial

Gestão da água pluvial 2º Seminário de Uso Racional de Água e Habitação de Interesse Social no Estado de São Paulo Gestão da água pluvial Marina Sangoi de Oliveira Ilha Livre-Docente LEPSIS/FEC/UNICAMP Ciclo hidrológico urbano

Leia mais

PROGRAMA PREFEITO AMIGO DA CRIANÇA - GESTÃO 2013-2016 MAPA PPAC - MÓDULO PMIA

PROGRAMA PREFEITO AMIGO DA CRIANÇA - GESTÃO 2013-2016 MAPA PPAC - MÓDULO PMIA PROGRAMA PREFEITO AMIGO DA CRIANÇA - GESTÃO 2013-2016 MAPA PPAC - MÓDULO PMIA Aba de Abertura Mensagem de Entrada Prezado(a) Articulador(a), MUNICÍPIO/UF Na gestão 2013 2016, o Programa Prefeito Amigo

Leia mais

Título do Slide Máximo de 2 linhas

Título do Slide Máximo de 2 linhas Título do Slide 13ª Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos Modelo para trabalho com projetos de softwares aplicativos com órgãos públicos que atendam à Lei 8.666 Airton Molena e Prof. Dr.

Leia mais

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS

OFICINA 3 IGM Indicadores de Governança Municipal Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Objetivo: OFICINA 3 IGM Projeto SEP: PLANEJAMENTO E FORMAS ORGANIZACIONAIS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS MUNICIPAIS / REGIONAIS Contribuir com a SEP, analisando o processo de planejamento nos municípios, por

Leia mais

ÍNDICE P+L ÍNDICE P+L ÍNDICE DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

ÍNDICE P+L ÍNDICE P+L ÍNDICE DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ÍNDICE P+L ÍNDICE P+L ÍNDICE DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PARA A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS + O QUE É PRODUÇÃO MAIS LIMPA (P+L) Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente,

Leia mais

Os grandes balizamentos estabelecidos para condução dos negócios estão descritos a seguir:

Os grandes balizamentos estabelecidos para condução dos negócios estão descritos a seguir: O Plano Estratégico 2015-2030 Em setembro de 2012, a Medida Provisória 579/12, convertida na Lei 12.783, de 11/01/2013, estabeleceu a forma de prorrogação dos contratos de concessão de geração, transmissão

Leia mais

CO N T R O L A D O R I A E O U V I D O R I A

CO N T R O L A D O R I A E O U V I D O R I A CO N T R O L A D O R I A E O U V I D O R I A M E N S A G E M À A S S E M B L E I A L E G I S L A T I V A 2 0 1 3 G O V E R N O P A R T I C I P A T I V O, É T I C O E C O M P E T E N T E C o n t r o l a

Leia mais

Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed. Heloisa Covolan

Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed. Heloisa Covolan Discussão de gênero com olhar na sustentabilidade: O papel da mulher no Sistema Unimed Heloisa Covolan A mulher representa 52% da população brasileira. Quase 4 milhões a mais que os homens. 3 Metade das

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ODILON INÁCIO TEIXEIRA Auditor do TCE/PA

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ODILON INÁCIO TEIXEIRA Auditor do TCE/PA A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ODILON INÁCIO TEIXEIRA Auditor do TCE/PA CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É a atribuição de vigilância, orientação e correção de certo órgão

Leia mais

DECRETO Nº 32975 DE 21 DE OUTUBRO DE 2010

DECRETO Nº 32975 DE 21 DE OUTUBRO DE 2010 DECRETO Nº 32975 DE 21 DE OUTUBRO DE 2010 Regulamenta a Lei nº 4.372, de 13 de junho de 2006, que concedeu incentivos fiscais à construção e à operação de terminais portuários relacionadas à implementação

Leia mais

CARTA DE VITÓRIA PELO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CARTA DE VITÓRIA PELO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CARTA DE VITÓRIA PELO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL I. Introdução: Desde a Conferência RIO-92 diversas propostas foram discutidas e formuladas com um crescente conhecimento científico sobre a real condição

Leia mais

Sistema Estadual de REDD+ de Mato Grosso

Sistema Estadual de REDD+ de Mato Grosso Sistema Estadual de REDD+ de Mato Grosso Minuta do Anteprojeto de Lei Fórum Mato- grossense de Mudanças Climáticas Cuiabá, 06 de Junho de 2012 Grupo de Trabalho de REDD do Fórum Mato-grossense de Mudanças

Leia mais

Mecanismos Financeiros Ações em andamento no MMA. Secretaria de Biodiversidade e Florestas - SBF

Mecanismos Financeiros Ações em andamento no MMA. Secretaria de Biodiversidade e Florestas - SBF Mecanismos Financeiros Ações em andamento no MMA Secretaria de Biodiversidade e Florestas - SBF Iniciativas em andamento A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade TEEB Brasil Compensação por significativo

Leia mais

As megatendências globais que moldarão os governos até 2030

As megatendências globais que moldarão os governos até 2030 Smart Cities Fórum Brasil As megatendências globais que moldarão os governos até 2030 Charles Schramm Cities Global Center of Excellence at KPMG Brasil Setembro 2014 FutureState 2030 As megatendências

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre o Plano Anual de Auditoria Interna (PAINT), os trabalhos de auditoria realizados pelas unidades de auditoria interna e o Relatório Anual

Leia mais

FÓRUM: o SNA em debate - 15 e 16 de dezembro de 2006 Brasília - DF

FÓRUM: o SNA em debate - 15 e 16 de dezembro de 2006 Brasília - DF Apresentadas no Fórum: o SNA em debate, realizado entre os dias 15 e 16 de dezembro de 2006, em Brasília/DF Implantação da Política Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, definindo o financiamento

Leia mais

Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Modelo de Excelência em Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Conceitos Fundamentais Os Fundamentos da Excelência em Gestão expressam conceitos que

Leia mais

DIÁLOGO E RELACIONAMENTO

DIÁLOGO E RELACIONAMENTO Apresentação A Duratex sabe de sua responsabilidade em contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Por isso, a sustentabilidade é o caminho escolhido pela companhia para fazer negócio. Por meio da

Leia mais

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação IV.. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos Tipologia de Investimento Eixo IV IV. Objectivo Consolidar a cobertura regional das infra-estruturas e equipamentos

Leia mais

BASE LEGAL. Lei nº 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos - Decreto No. 7.404/2010

BASE LEGAL. Lei nº 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos - Decreto No. 7.404/2010 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: QUESTÕES EMERGENTES NA ÁREA DE RECURSOS HÍDRICOS

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: QUESTÕES EMERGENTES NA ÁREA DE RECURSOS HÍDRICOS CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: QUESTÕES EMERGENTES NA ÁREA DE RECURSOS HÍDRICOS Oscar de Moraes Cordeiro Netto 1 ; Carlos Eduardo Morelli Tucci; Dalci Maria dos Santos & Marcio de Miranda Santos INTRODUÇÃO

Leia mais

Programa Municipal HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL IBIRAREMA SP

Programa Municipal HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL IBIRAREMA SP Programa Municipal HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL IBIRAREMA SP THIAGO BRIGANÓ Professor UENP; Especialista em Gestão Pública FEMA; 3 Mandato Eletivo: o Vereador (2005 a 2012); o Presidente da Câmara Municipal (2011

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações

Leia mais

Campus UFSCar de Sorocaba Experiências em Sustentabilidade

Campus UFSCar de Sorocaba Experiências em Sustentabilidade Colóquio Sustentabilidade, Educação Ambiental e Eficiência Energética: um desafio para as instituições de ensino e para a sociedade. CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL Secretaria Especial do

Leia mais

AGENDA DE PLANEJAMENTO 2012-2014. SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO Dezembro de 2011 Vs 01 23/12/2011

AGENDA DE PLANEJAMENTO 2012-2014. SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO Dezembro de 2011 Vs 01 23/12/2011 AGENDA DE PLANEJAMENTO 2012-2014 SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO Dezembro de 2011 Vs 01 23/12/2011 Apresentação É fundamental, para a consolidação das ações previstas no Plano de Governo e no

Leia mais

Capítulo 4 MUDANÇA DOS PADRÕES DE CONSUMO. A. Exame dos padrões insustentáveis de produção e consumo

Capítulo 4 MUDANÇA DOS PADRÕES DE CONSUMO. A. Exame dos padrões insustentáveis de produção e consumo Capítulo 4 MUDANÇA DOS PADRÕES DE CONSUMO 4.1. Este capítulo contém as seguintes áreas de programas: (a) Exame dos padrões insustentáveis de produção e consumo; (b) Desenvolvimento de políticas e estratégias

Leia mais

Esfera: 10 Função: 18 - Gestão Ambiental Subfunção: 127 - Ordenamento Territorial UO: 44101 - Ministério do Meio Ambiente

Esfera: 10 Função: 18 - Gestão Ambiental Subfunção: 127 - Ordenamento Territorial UO: 44101 - Ministério do Meio Ambiente Programa 0512 Zoneamento Ecológico-Econômico Numero de Ações 9 Ações Orçamentárias 1J30 Elaboração da Base Cartográfica Digital da Amazônia Legal Produto: Carta produzida Esfera: 10 Função: 18 - Gestão

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PAINÉIS DE CONTRIBUIÇÃO

CERTIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PAINÉIS DE CONTRIBUIÇÃO CERTIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PAINÉIS DE CONTRIBUIÇÃO Certificações O MPF passa por um processo de certificação de qualidade em suas várias instâncias. A certificação pode ser: Por exemplo, Certificação

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002

RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002 RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002 O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE CEMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Estadual n.º 7.978, de 30 de novembro de 1984, alterada

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS NO BRASIL: UMA VISÃO GERAL. Agosto/2007

GESTÃO DE RESÍDUOS NO BRASIL: UMA VISÃO GERAL. Agosto/2007 GESTÃO DE RESÍDUOS NO BRASIL: UMA VISÃO GERAL Agosto/2007 Quantidade de Resíduos Sólidos Urbanos Gerada e Coletada em 2005 (ton/dia) Macroregião RSU gerado (ton/dia) Ìndice de Coleta (%) RSU coletado (ton/dia)

Leia mais

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2

Sumário PARTE I INTRODUÇÃO 1 PARTE II FERRAMENTAS ANALÍTICAS 41. Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 PARTE I INTRODUÇÃO 1 Capítulo 1 O que é economia ambiental? 2 Análise econômica 2 A importância dos incentivos 4 Incentivos: um exemplo residencial 5 Incentivos e o aquecimento global 7 A criação de políticas

Leia mais

Centro de Excelência em Engenharia, Suprimento e Construção. Pedro Barusco Filho Gerente Executivo da ENGENHARIA

Centro de Excelência em Engenharia, Suprimento e Construção. Pedro Barusco Filho Gerente Executivo da ENGENHARIA Centro de Excelência em Engenharia, Suprimento e Construção Pedro Barusco Filho Gerente Executivo da ENGENHARIA São Paulo, 22 de novembro de 2006 Origem do Centro de Excelência O Projeto foi proposto pela

Leia mais

Soluções tecnológicas para o setor elétrico

Soluções tecnológicas para o setor elétrico Soluções tecnológicas para o setor elétrico O IPT dispõe de uma grande variedade de competências tecnológicas e infraestrutura moderna para apoiar os projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação das

Leia mais

LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010.

LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Art. 1 o Esta Lei institui a Política

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM OBRAS DE SANEAMENTO: Um olhar do Rio ao Rio

EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM OBRAS DE SANEAMENTO: Um olhar do Rio ao Rio EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM OBRAS DE SANEAMENTO: Um olhar do Rio ao Rio SANEPAR OBJETIVO DA PRÁTICA Sensibilizar os atores sociais para questões e práticas socioambientais que promovam a sustentabilidade por

Leia mais

O Programa Atuação Responsável. Atuação Responsável Um compromisso da Indústria Química

O Programa Atuação Responsável. Atuação Responsável Um compromisso da Indústria Química O Programa Atuação Responsável O Atuação Responsável é uma ética empresarial, compartilhada pelas empresas associadas à Abiquim Missão do Programa Atuação Responsável Promover o aperfeiçoamento da gestão

Leia mais

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa

Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Instituto Sindipeças de Educação Corporativa 2016 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Inovação e Sustentabilidade Gestão de Mercado Escolas Gestão de Negócios Manufatura e Supply Chain Gestão

Leia mais

Centro Nacional de Conservação da Flora - CNCFLORA

Centro Nacional de Conservação da Flora - CNCFLORA INSTITUTO DE PESQUISAS JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO JBRJ/MMA Centro Nacional de Conservação da Flora - CNCFLORA Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade PROBIO II

Leia mais

ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO:

ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO: ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA EM PORTUGAL Sophie Mrejen 1, Sofia Nunes 2, João Soares 2, Catarina Freitas 1 1 DEGAS, Departamento de Estratégia e Gestão

Leia mais

A Eliminação das Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio no Brasil

A Eliminação das Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio no Brasil Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental Departamento de Mudanças Climáticas Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio A Eliminação das Substâncias Destruidoras

Leia mais

Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos. Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013

Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos. Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013 Programa de Gestão Metropolitana de Resíduos Seminário A implantação das políticas de resíduos sólidos ABES 06. jun 2013 AS REGIÕES METROPOLITANAS Proximidade e ocorrência de conurbação Compartilhamento

Leia mais

O Ciclo da Gestão Pública: Planos Plurianuais, Orçamento e Execução Orçamentária. Joaquim Liberalquino E-mail: jliberalquino@globo.

O Ciclo da Gestão Pública: Planos Plurianuais, Orçamento e Execução Orçamentária. Joaquim Liberalquino E-mail: jliberalquino@globo. O Ciclo da Gestão Pública: Planos Plurianuais, Orçamento e Execução Orçamentária Joaquim Liberalquino E-mail: jliberalquino@globo.com LIVRO GBRSP O livro oferece uma abordagem didática para auxiliar na

Leia mais