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1 Biocombustíveis: Geopolítica e Sustentabilidade MMA UnB USP

2 Ministério do Meio Ambiente MMA Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental SMCQ Estrutura do Ministério Departamento de Licenciamento e Avaliação Ambiental DLAA Coordenação de Energia e Meio Ambiente CEMA

3 Principais fontes renováveis de energia

4 Perfil da matriz energética brasileira em Bio 32% Ren 47,3%

5 RENOVÁVEL É SUSTENTÁVEL? QUEM DEFINE SUSTENTABILIDADE?

6 Diretivas da UE? CARB? EPA SUSTENTABILIDADE DE? BIOCOMBUSTÍVEIS?? RSB RTFO (UK) GBEP?? Relatório Cramer?

7 QUEM DEFINE SUSTENTABILIDADE?

8 SUSTENTABILIDADE - AMBIENTAL A sua definição é discutida e criada internacionalmente; A sua implementação e fiscalização ocorrem internamente; Não existe it uma certificação internacional i sendo questionável sua legitimidade e reais benefícios.

9 MEIO AMBIENTE QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS? SÁ S? O Estado - através dos diversos entes federados; A iniciativa privada (indústrias, produtores etc); A sociedade como um todo.

10 O ESTADO SISNAMA - Sistema Nacional de Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente; IBAMA, ICMBIO; Órgão Estadual* de Meio Ambiente (Distrital*); Órgão Municipal* de Meio Ambiente. *CONAMA 237

11 Código Florestal; AÇÕES DO ESTADO: Política Nacional do Meio Ambiente; Política Nacional de Recursos Hídricos; Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza SNUC; Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC.

12 ASPECTOS CRÍTICOS: Descolamento Discussões e Aplicação Órgãos federais, que discutem sustentabilidade, não licenciam biocombustíveis; Ausência de normas estaduais; Órgãos estaduais => licença ambiental; Problemas de fiscalização e monitoramento.

13 CONSIDERAÇÕES É necessário normas p/ práticas sustentáveis; Alternativas socialmente acessíveis (escalas); Importância do papel dos Org. Ambientais e da sociedade p/ garantir as melhores práticas; Importância de mudança nos padrões de consumo e eficiência do uso de energia; Externalidades das fontes fósseis.

14 CONCLUSÕES Biocombustíveis podem representar alternativa sustentável às fontes fósseis; Sustentabilidade => questões econômicas e estratégicas; Na falta de consenso se ganho tempo até estruturação de novos arranjos econômicos; De toda forma, traz a tona a discussão sobre, modelo de desenvolvimento.

15 OBRIGADO!!! Marcelo Castro Pereira Marcelo Castro Pereira

16 Código Florestal Lei nº 4.771/1965 Reserva Legal

17 Código Florestal Lei nº 4.771/1965 Áreas de Preservação Permanente - APP

18 I - à compatibilização do desenvolvimento econômico social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico; II - à dfiiã definição de áreas prioritárias itá i de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico, atendendo aos interesses da União, dos Estados, do Distrito Federal, do Territórios e dos Municípios; VII - à imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados, e ao usuário, de contribuição pela utilização de recursos ambientais i com fins econômicos. PNMA Lei Nº / 1981 Objetivos

19 II - o zoneamento ambiental; (Regulamento) PNMA III - a avaliação de impactos ambientais; IV - o licenciamento e a revisão de atividades id d efetiva fti ou potencialmente t Lei Nº / poluidoras; 1981 VI - a criação de espaços territoriais protegidos pelo Poder Público, tais como áreas de proteção ambiental, de relevante interesse ecológico e reservas extrativistas; istas Instrumentos

20

21 SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei nº 9.985/ /2000

22 POLÍTICA NACIONAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS - LEI /09187/09 INSTRUMENTOS: III - os Planos de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento nos biomas; XVI - os indicadores de sustentabilidade;

23

24 Expansão da cana e desmatamento na AM:

25

26 P4.231 CETESB Fertirrigação com vinhaça

27 Considerações sobre os aspectos negativos e positivos da produção e consumo de biocombustíveis Potenciais ou efetivos

28 Aumento na emissão de GEE, devido: LUC Land use change mudança no uso do solo: Direta t substituição i de culturas; Indireta efeito de deslocamento das culturas; Utilização da queima; Emissão de NO x ech 4.

29 Aumento na emissão de GEE devido a LUC;

30 Produção a partir de monocultura; Extensas áreas homogêneas; Reduzido número de culturas; Utilizar somente grandes escalas de produção.

31 Mar de Mar de cana-de-açúcar Mar de soja

32 Degradação social: Mudança na posse ou controle da produção; Trabalho em condições degradantes; Substituição do emprego por máquinas; Risco local para a produção de alimentos; Extinção das agrovilas.

33 Degradação ambiental: Perda da biodiversidade; Contaminação de solo e água: Vinhaça, fertilizante, defensivo, erosão, etc. Supressão de fragmentos isolados; Queima de áreas protegidas; Poluição pela queima p/ colheita manual.

34

35 Desrespeito à legislação ambiental. Não cumprimento aos % ais de RL; Desrespeito às regras de APP; Problema com os resíduos industriais: Vinhaça; Glicerina.

36 Desrespeito à legislação ambiental.

37 Desrespeito à legislação ambiental.

38 Redução da emissão de GEE; Emissões Evitadas de CO 2 no Transporte Rodoviários: Etanol - 85% de redução de GEE; P/ cada m 3 1,7 e 2,6 tco 2 eq. (etanol H e A); 2008/17 - fósseis por biocombustíveis 570 Mt p de CO 2 eq.

39 Redução da poluição ([poluentes] RMSP) Sem chumbo: reduzido de 1,4 µg/m 3 (1977) para menos de 0,10 µg/m 3 (2003); enxofre: 46 µg/m 3 (1984) 11 µg/m 3 (2007); Acetaldeídos menos tóxicos que formaldeídos; Pequeno aumento de NO x x; MP: 93 µg/m 3 (1986) 40 µg/m 3 (2007). (CETESB)

40 Diversificação da matriz energética Opção de combustível renovável: Veículos leves etanol; Veículosí l pesados biodiesel; Bioeletricidade; Cogeração; Energia térmica (siderurgia).

41 Geração de empregos e benefícios sociais Cadeia mais distributiva de renda (x fóssil); Maior geração de empregos que cadeia fóssil; Desenvolvimento no interior no Brasil (diversos ( municípios envolvidos na cadeia produtiva);

42 Recuperação de áreas degradadas Necessidade de sistematização conservação do solo e recursos hídricos; Atividade id d + lucrativa capacidade d de investimentos em conservação; Utilização de áreas próximas à usina; Programa que fomente a recuperação para implantação de cana-de-açúcar açúcar.

43 Atendimento à legislação ambiental. Atividade capitalizada maior possibilidade de atender a legislação; Necessidade de licenciamento oportunidade para exigir atendimento à legislação: Recuperação de APP e RL. Desmatamento e uso de água?

44 Tendência da taxa de captação de água na I.C.

45 OBRIGADO!!! Marcelo Castro Pereira Marcelo Castro Pereira

desenvolvimento sócioeconômico, interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana.

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