PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA: PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT)

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1 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA: PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT) PERDAS CONSTANTES: p C INDEPENDENTES DA CARGA EFEITO DO CAMPO MAGNÉTICO NO NÚCLEO p FE V PERDAS DIELÉTRICAS (POLARIZAÇÃO DOS ISOLANTES) EFEITO DO CAMPO ELÉTRICO NO SISTEMA ISOLANTE p DIEL V PERDAS NO COBRE (EFEITO JOULE) PERDAS VARIÁVEIS: p V DEPENDENTES DA CARGA EFEITO DAS CORRENTES NOS CONDUTORES p JOULE I PERDAS SUPLEMENTARES (EFEITO JOULE) EFEITO DOS FLUXOS DISPERSOS NA ESTRUTURA p SUP I PERDAS TOTAIS EM CARGA : Σp = p C + p V

2 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 61 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS JOULE RESISTÊNCIAS EM CC RESISTÊNCIA ÔHMICA DOS ENROLAMENTOS : ( RESISTÊNCIA CC OU EM CORRENTE CONTÍNUA ) s C l m R = ρ l S m N C ρ : RESISTIVIDADE DO COBRE 1,7 x C l m : COMPRIMENTO MÉDIO DO CONDUTOR N : Nº DE ESPIRAS EM SÉRIE DA BOBINA N S C : SECÇÃO RETA DO CONDUTOR EQUIVALENTE p J = R I PERDA JOULE PRIMÁRIA : p J1 = mr 1 I 1 PERDA JOULE SECUNDÁRIA : p J = mr I m : Nº DE FASES DOS ENROLAMENTOS RESISTÊNCIAS ÔHMICAS E PERDAS JOULE DEPENDEM DA TEMPERATURA DO ENROLAMENTO r T = r T 34,5 + T 34,5 + 1 T 1 r T : RESISTÊNCIA NA TEMPERATURA DE REFERÊNCIA T r T1 : RESISTÊNCIA NA TEMPERATURA DE MEDIÇÃO T 1 34,5 = 1 / α COBRE α COBRE = COEFICIENTE DE VARIAÇÃO TÉRMICA DA RESISTIVIDADE

3 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 6 EFEITOS ADICIONAIS DA CORRENTE ADENSAMENTO - PERDAS SUPLEMENTARES CONDUTOR CONDUZINDO CORRENTE ALTERNADA ( I COND ) : FLUXO MAGNÉTICO ALTERNADO DISTRIBUÍDO DENTRO E FORA DO CONDUTOR, NORMAL AO PLANO DO MESMO ( Φ S ) VARIAÇÃO DO FLUXO NO TEMPO TENSÕES INDUZIDAS AO LONGO DO CONDUTOR (LEI DE FARADAY) CORRENTES INDUZIDAS IMPOSTAS NO PLANO DO CONDUTOR, EM OPOSIÇÃO À VARIAÇÃO DO FLUXO (LEI DE LENZ) ( I IND ) CONDUTOR CORRENTES INDUZIDAS SE COMPÕEM COM A CORRENTE CONDUZIDA PELO CONDUTOR I IND Φ S DISTORÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DA CORRENTE RESULTANTE AO LONGO DA SECÇÃO DO CONDUTOR I COND Φ S Φ S DISTRIBUIÇÃO APROXIMADA DO FLUXO CRIADO PELA PRÓPRIA CIRCULAÇÃO DA CORRENTE NO CONDUTOR I COND I IND

4 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 63 CORRENTE ADENSADA NO CONDUTOR MAIOR CONCENTRAÇÃO NAS EXTREMIDADES h I RES = I(h) DISTRIBUIÇÃO DA CORRENTE AFETA A DISTRIBUIÇÃO DA PERDA JOULE p = r Jdc I dc EF I IND I COND IEF I MAX I RES PERDA JOULE SEM ADENSAMENTO DISTRIBUIÇÃO DA CORRENTE AO LONGO DA ALTURA DO CONDUTOR r dc : RESISTÊNCIA DC DO CONDUTOR p Jac h C = 0 r h dc μ0 f I ( h) dh = r I > p r > r r = r [ g( h) ] ac EF Jdc ac dc ac dc ρ c PERDA JOULE COM ADENSAMENTO DE CORRENTE r ac : RESISTÊNCIA APARENTE EM AC ρ C : RESISTIVIDADE DO MATERIAL DO CONDUTOR - g(h) : FUNÇÃO COMPLEXA DA GEOMETRIA DO CONDUTOR

5 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 64 ADENSAMENTO DE CORRENTE OCORRE TAMBÉM DEVIDO À IMERSÃO DO CONDUTOR NO FLUXO DE DISPERSÃO PRESENTE NA VIZINHANÇA DAS BOBINAS DISTRIBUIÇÃO DA DENSIDADE DE CORRENTE VARIA EM FUNÇÃO DA POSIÇÃO NA BOBINA INTENSA NAS BOBINAS FEITAS EM FOLHA CONDUTORA CONTÍNUA MECANISMOS PARA LIMITAR EFEITOS DO ADENSAMENTO: SUBDIVISÃO DE CONDUTORES DE SECÇÃO ELEVADA DISTRIBUIÇÃO DE BOBINAS EM PARALELO ADEQUADAMENTE CONECTADAS USO DE CONDUTORES OU BARRAS COM TRANSPOSIÇÃO

6 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 65 RENDIMENTO EM POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR P U : POTÊNCIA ÚTIL (ATIVA) FORNECIDA PELO SECUNDÁRIO [kw] P ABS : POTÊNCIA TOTAL ABSORVIDA (ATIVA) PELO PRIMÁRIO [kw] η = P U / P ABS = P U / (P U + Σp) = P U / ( P U + p C + p V ) p C p FE ; p V = r CC I r CC : RESISTÊNCIA DE CURTO CIRCUITO EQUIVALENTE, COM PERDAS SUPLEMENTARES INCLUÍDAS, REFERIDA AO SECUNDÁRIO η = V I V I cosϕ cosϕ + p FE + r CC I

7 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 66 η (%) 100 cosφ = 1,0 cosφ = 0,8 cosφ = 0,6 I = 0 η = 0 ( VAZIO ) I = I CC η = 0 ( CURTO - V = 0 ) η MAX 0 < I I N < I CC 0 1,0 I (pu) PREFERENCIALMENTE η = V I V Icosϕ cosϕ + p = FE + r CC I + pfe + 1 V I 1 cosϕ r CC I V cosϕ η = 1+ 1 f ( I ) η MAX [ f ( I )] MIN df ( I di ) = 0

8 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 67 d di 1+ V pfe cosϕ 1 1 I + V r CC cosϕ I = 0 1 I V pfe cosϕ + V r CC cosϕ = 0 r I = CC p CONDIÇÃO PARA MÁXIMO RENDIMENTO: p FE V = p C OPERAÇÃO DO TRANSFORMADOR COM CARGA CONSTANTE, I N (NOMINAL): PROJETADO PARA r CC (I N ) = p FE MAXIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO EM POTÊNCIA

9 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 68 CARGA VARIÁVEL NO TEMPO : OBJETIVA-SE MINIMIZAR A POTÊNCIA DE PERDAS AO LONGO DO TEMPO RENDIMENTO EM ENERGIA E FORN : ENERGIA FORNECIDA NUM PERÍODO T E ABS : ENERGIA ABSORVIDA NO MESMO PERÍODO T η E = E FORN / E ABS MAXIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO DEVE SE DAR EM UMA POTÊNCIA ÚTIL EFETIVA NO PERÍODO: P EF < P N [ p V ] Pef = p C : IGUALDADE ENTRE PERDA VARIÁVEL E PERDA CONSTANTE DEVE SE DAR PARA A POTÊNCIA EFETIVA E NÃO PARA A NOMINAL

10 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 69 P U ; Pv ; P FE P Ui : POTÊNCIA ÚTIL NO INTERVALO i p Vi : PERDA VARIÁVEL NO INTERVALO i P Ui = V I i cosφ i p FE : PERDA CONSTANTE Δt i : INTERVALO DE TEMPO p Vi = r CCi I i p FE t PERFIL DE CARGA DO TRANSFORMADOR Δt 1 Δt Δt 3 Δt i Δt n-1 Δt n T η E = n i= 1 P Ui Δt i i= 1 + n p P Ui FE Δt T i + n i= 1 p Vi Δt i = T 0 P U dt + T 0 p P U FE dt T + T 0 p V dt

11 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 70 TRANSFORMADORES EM SISTEMAS TRIFÁSICOS SISTEMAS DE POTÊNCIA GRANDES BLOCOS DE ENERGIA GRANDES DISTÂNCIAS SISTEMA DE GERAÇÃO E TRANSMISSÃO TRIFÁSICO ADOÇÃO DO SISTEMA TRIFÁSICO MAIS ECONÔMICO GLOBALMENTE GERADOR: 1Ø VOLUME ELETROMAGNÉTICO: D²L GERA POTÊNCIA: P 1 GERADOR: mø DE MESMO VOLUME GERA POTÊNCIA: P m =P 1 msen [π /( m)] Nº DE FASES m POTÊNCIA P m P 1 1,41 P 1 1,50 P 1 1,53 P 1 1,55 P 1 1,57 P 1 Nº DE CONDUTORES NA LINHA

12 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 71 O TRANSFORMADOR NO SISTEMA TRIFÁSICO A B C POLARIDADES RELATIVAS E CONVENÇOES PARA TENSÕES E CORRENTES EM CADA LADO I A I A I A v A v B v C A 1 A B 1 B C 1 C 1 ÁRIO A 1 A B 1 B C 1 C ÁRIO a 1 a b 1 b c 1 c a 1 v a b 1 b c a v 1 c b v c TRANSFORMADOR TRIFÁSICO OU BANCO DE TRES TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS CARGAS INDIVIDUAIS EQUILIBRADAS OU CONECTADAS EM CONEXÃO PADRÃO I a I b I c FASES INDIVIDUAIS CONECTADAS ENTRE SI EM LIGAÇÕES PADRÃO DO SISTEMA TRIFÁSICO: Υ - ESTRELA - Δ - TRIÂNGULO LIGAÇÕES ESPECIAIS: ZIG-ZAG TRIÂNGULO ESTENDIDO

13 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 7 CONEXÃO TRIFÁSICA EM ESTRELA - Y A 1 B 1 A B C 1 C N I A V A A V AB TENSÕES DE FASE: V A = V A-N = V A e j0 NEUTRO PODE SER OU NÃO ACESSÍVEL ACESSÍVEL I N = I A + I B + I C SEQUENCIA ZERO SISTEMA EQUILIBRADO I N = 0 I C C V C N V B B V B = V B-N = V A e- j10 V C = V C-N = V A e - j40 0 I B -V B TENSÕES DE LINHA: V AB 30 V A V AB = V A V B = V A e j0 V A e - j10 = 3V A e + j30 V C V BC V BC = V B V C = V A e - j10 V A e - j40 = 3V A e - j90 V B -V C V CA = V C V A = V A e - j40 V A e j0 = 3V A e - j10 -V A V CA DIAGRAMA FASORIAL V LINHA = 3V FASE ADIANTADA 30 - I LINHA = I FASE

14 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 73 CONEXÃO TRIFÁSICA EM TRIÂNGULO - Δ I AC A 1 A B B 1 C C 1 V C I A I I C CB V A CORRENTES DE FASE: I A = I A e j(0 - φ) I B = I A e - j(10 + φ) 0 V B I B I C = I A e - j(40 + φ) φ -I C I BA CORRENTES DE LINHA: V A I A 30 I AC I AC = I A I C = 3I A e - j(30 + φ) -I B I CB I C V C I B V B PERMITE CIRCULAÇÃO INTERNA NO Δ DE CORRENTES DE SEQUENCIA ZERO I BA = I B I A = = 3I A e - j(150 + φ) I CB = I C I B = 3I A e - j70 + φ) I BA DIAGRAMA FASORIAL I LINHA = 3I FASE ATRASADA 30 - V LINHA = V FASE -I A φ : ANGULO DE FASE DA CORRENTE EM RELAÇÃO À TENSÃO

15 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 74 CONEXÃO TRIFÁSICA EM ZIG ZAG - Z TENSÕES DE FASE: V ZA = V A-N A 1 B 1 C 1 I A V A / A V A / V ZB = V B-N V ZC = V C-N V ZA 30 0 V Aeq DIAGRAMA FASORIAL N A B A 3 C B 3 C 3 A 4 B 4 C 4 I C C V C / V C / N V A / V B / V AB V B / B -V B / -V C / V B / I B TENSÕES DE FASE: V C / -V A / LIGAÇÃO Z : ELIMINAÇÃO DE HARMÔNICAS TRIPLAS DA TENSÃO TOTAL DE FASE UTILIZAÇÃO EM CARGAS DESEQUILIBRADAS E RETIFICADORES V ZA = V A-N = V A / V B / = V A /e j0 V A /e - j10 V ZA = ( 3)/V A e + j30 V FASE Z = ( 3)/V FASE eq (DA ESTRELA CONVENCIONAL) V AB = 3V ZA = 3 ( 3)/V Aeq = 1,5V A-ESTRELA CONVENCIONAL

16 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 75 COMBINAÇÕES DE CONEXÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM COMBINAÇÕES MAIS COMUNS Y / Y - Δ / Δ - Δ /Y - Y / Δ - Y / Z - Δ / Z COMBINAÇÕES INTRODUZEM DEFASAGEM ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1 ÁRIO E DO ÁRIO GRUPOS DE DEFASAGEM PADRONIZADOS E INDICADOS POR SEMELHANÇA COM OS PONTEIROS DO RELÓGIO USO DO NEUTRO NAS CONEXÕES ESTRELA ASSOCIADO À CIRCULAÇÃO DE CORRENTES HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM E CORRENTES DE SEQÜÊNCIA ZERO DURANTE FALTAS ASSIMÉTRICAS

17 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 76 CONEXÃO Y / Y COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM I A A a I a V A V a V A / V a = a = V AB / V ab I C C B c b I b V ab EM FASE COM V AB I B PRIMÁRIO SECUNDÁRIO I c 0 0 DEFASAGEM NULA ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1 ÁRIO E DO ÁRIO V A V a DESLOCAMENTO DE FASE: Yy0 V AB V ab Y PRIMÁRIO y SECUNDÁRIO V C V B V c V b 0 0 DE DEFASAGEM

18 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 77 COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM CONEXÃO Y / Y - ALTERNATIVA I C I A C V A A B c V a a I a b I b V A / V a = a = V AB / V ab V ab EM OPOSIÇÃO DE FASE COM V AB DEFASAGEM DE 180º ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1 ÁRIO E DO ÁRIO I B PRIMÁRIO 0 SECUNDÁRIO 0 I c Y y DESLOCAMENTO DE FASE: Yy180 PRIMÁRIO SECUNDÁRIO V A V b V c DE DEFASAGEM V AB V ab V AB DESLOCAMENTO DE FASE: Yy 6 V C V a Y 1 ÁRIO V AB 0 MINUTOS (SEMPRE) V B V ab y ÁRIO V ab 6 HORAS ( 180 )

19 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 78 COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM CONEXÃO Δ / Y I CB I BA I AC V C C V B a A V A = V AB c B I a V a V b PRIMÁRIO SECUNDÁRIO V a V CA V c b I b I c V A / V a = a - V AB / V ab = a / 3 V ab ADIANTADO EM RELAÇÃO A V AB DEFASAGEM DE 30º ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1 ÁRIO E DO ÁRIO DESLOCAMENTO DE FASE: Dy+30 D y PRIMÁRIO SECUNDÁRIO DE DEFASAGEM EM AVANÇO V A = V AB V ab V AB DESLOCAMENTO DE FASE: Dy 11 V BC V ab D 1 ÁRIO V AB 0 MINUTOS (SEMPRE) V c V b y ÁRIO V ab 11 HORAS ( +30 )

20 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 79 COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM CONEXÃO Δ / Y - ALTERNATIVA COM ROTAÇÃO DE FASE I AB V A I CA I BC A C PRIMÁRIO V B = V BA V C B c a I a V a V b V c SECUNDÁRIO b I b I c V A / V a = a - V BA / V ba = a / 3 V ba ATRASADA EM RELAÇÃO A V BA DEFASAGEM DE 30º ENTRE TENSÕES DE LINHA DO 1 ÁRIO E DO ÁRIO DESLOCAMENTO DE FASE: Dy-30 D PRIMÁRIO y SECUNDÁRIO DE DEFASAGEM EM ATRASO V a V B =V BA V BA V A V ba 30 V BA DESLOCAMENTO DE FASE: Dy1 V C V c V b V ba D 1 ÁRIO V BA 0 MINUTOS (SEMPRE) y ÁRIO V ba 1 HORA ( - 30 )

21 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 80 COMBINAÇÕES ENTRE PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO - DEFASAGEM COMBINAÇÕES Δ / Δ E Y / Y DEFASAGENS PARES Dd0 - Dd - Dd4 - Dd6 - Dd8 - Dd10 E Yy0 -Yy -Yy4 -Yy6 - Yy8 - Yy10 COMBINAÇÕES Δ / Y E Y / Δ DEFASAGENS IMPARES Dy1 - Dy3 - Dy5 - Dy7 - Dy9 - Dy11 E Yd1 - Yd3 - Yd5 - Yd7 - Yd9 - Yd11

22 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 81 HARMÔNICAS EM TRANSFORMADORES EFEITOS DA SATURAÇÃO SOBRE O COMPORTAMENTO DO CIRCUITO MAGNÉTICO: DISTORÇÃO DA FORMA DE ONDA DA CORRENTE DE EXCITAÇÃO, PARA ALIMENTAÇÃO COM TENSÃO SENOIDAL INTRODUÇÃO DE COMPONENTES HARMÔNICAS NA CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO, PRINCIPALMENTE DE 3ª ORDEM PROVOCA ELEVADAS CORRENTES TRANSITÓRIAS NA LIGAÇÃO DA BOBINA À REDE INRUSH

23 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 8 CORRENTES HARMÔNICAS E DE SEQUÊNCIA ZERO EM TRANSFORMADORES CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO FORTE COMPONENTE DE 3ª HARMÔNICA PARA FLUXO SENOIDAL NO NÚCLEO E TENSÃO INDUZIDA SENOIDAL NO SISTEMA TRIFÁSICO HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM ESTÃO EM FASE NO TEMPO E CONSTITUEM CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FREQUÊNCIA TRIPLA CORRENTES DE FALTA CURTO-CIRCUITO ASSIMÉTRICO OU CARGAS DESEQUILIBRADAS PROVOCAM CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL CIRCULAÇÃO DE COMPONENTES DE SEQÜÊNCIA ZERO DEPENDE DA LIGAÇÃO DO TRANSFORMADOR

24 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 83 CORRENTES HARMÔNICAS E DE SEQUÊNCIA ZERO EM TRANSFORMADORES CONEXÕES: Y / Y COM NEUTROS ISOLADOS NÃO PROVÊEM CAMINHO PARA CIRCULAÇÃO DE COMPONENTES DE CORRENTE DE SEQUÊNCIA ZERO RESULTA : DISTORÇÃO DO FLUXO NO NÚCLEO EM VAZIO TENSÕES INDUZIDAS POR FASE NÃO SENOIDAIS (COMPONENTE DE FREQUÊNCIA TRIPLA DE TENSÃO) FLUTUAÇÃO DO NEUTRO FORTE DESEQUILÍBRIO DA TENSÃO DE FASE PARA OPERAÇÃO COM CARGA DESEQUILIBRADA CONEXÕES: Δ / Δ - Δ / Y - Y / Δ COM NEUTROS ISOLADOS PERMITEM A CIRCULAÇÃO DE HARMÔNICAS DE 3ª ORDEM NO CIRCUITO FECHADO DO LADO COM LIGAÇÃO Δ RESULTA: RECUPERAÇÃO DO FLUXO SENOIDAL NO NÚCLEO E DA TENSÃO DE FASE TAMBÉM SENOIDAL E LIMITAÇÃO DA FLUTUAÇÃO DO NEUTRO AINDA NÃO PERMITEM CIRCULAÇÃO DE CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO DE FALTA EXCETO SE O NEUTRO ESTIVER ATERRADO E A FALTA OCORRER NO LADO CONECTADO EM Y

25 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 84 ENROLAMENTO TERCIÁRIO NOS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA MESMO EM LIGAÇÕES QUE PERMITEM A CIRCULAÇÃO DE SEQUÊNCIA ZERO ( Y / Y - Δ / Y Y / Δ COM NEUTRO ATERRADO) A IMPEDÂNCIA DE SEQUÊNCIA ZERO DO TRANSFORMADOR PODE LIMITAR ESSAS CORRENTES MANIFESTAÇÃO DOS PROBLEMAS JÁ MENCIONADOS COMPROMETIMENTO DAS PROTEÇÕES DO SISTEMA PROBLEMA MAIS GRAVE EM BANCOS TRIFÁSICOS COMPOSTOS DE TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E EM TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS DO TIPO ENCOURAÇADO ( 5 COLUNAS ) USO DE TRANSFORMADORES COM ENROLAMENTO TERCIÁRIO, OU ENROLAMENTO DE ESTABILIZAÇÃO CONSTITUI-SE DE UM TERCEIRO ENROLAMENTO, MONTADO NAS COLUNAS JUNTO COM O 1 ÁRIO E O ÁRIO E CONECTADO EM TRIÂNGULO FORMA UM CAMINHO PARA A CIRCULAÇÃO INTERNA DE CORRENTES DE SEQUÊNCIA ZERO IMPOSTAS PELO FLUXO HOMOPOLAR CRIADO NO NÚCLEO DO TRANSFORMADOR

26 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 85 ENROLAMENTO TERCIÁRIO NOS TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA ENROLAMENTO TERCIÁRIO EM Δ Φ A Φ B Φ C CIRCUITOS DE SEQUENCIA ZERO COM E SEM TERCIÁRIO I Δ CORRENTES DE SEQUENCIA ZERO TEM MESMA FASE NO TEMPO PRODUZEM FLUXOS MAGNÉTICOS HOMOPOLARES NO NÚCLEO INDUZ TENSÕES SIMULTÂNEAS NAS 3 FASES TERCIÁRIO EM Δ FORMA CAMINHO FECHADO PARA CIRCULAÇÃO DE CORRENTES REDUÇÃO DA IMPEDÂNCIA DE SEQUENCIA ZERO

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