PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 111 PARTE 3 MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA

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1 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 111 PARTE 3 MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA

2 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CONSTRUÇÃO PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 112 ROTOR SUSTENTADO DENTRO DO ESTATOR POR MEIO DE MANCAIS APOIADOS EM TAMPAS MANUTENÇÃO DO ENTREFERRO NESSA MONTAGEM ESCOVAS MONTADAS EM SUPORTES SOLIDÁRIOS AO ESTATOR

3 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 113

4 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 114

5 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 115 CARCAÇA MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA USO INDUSTRIAL PORTE MÉDIO INTERPOLO PÓLO PRINCIPAL NÚCLEO DO ROTOR COMUTADOR

6 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 116 CORTE TRANSVERSAL TÍPICO DE MOTOR C.C. INDUSTRIAL

7 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 117 PÓLO PRINCIPAL PÓLO AUXILIAR MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA USO INDUSTRAL GRANDE PORTE COM ENROLAMENTO DE COMPENSAÇÃO NÚCLEO ROTÓRICO BANDAGEM DE AMARRAÇÃO DAS BOBINAS DO ROTOR COMUTADOR CARCAÇA ENROLAMENTO DE COMPENSAÇÃO CATÁLOGO COMERCIAL BBC

8 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 118 VISTA EM CORTE DE MOTOR C.C. INDUSTRIAL COMPENSADO PORTA ESCOVAS ENROLAMENTO DE ARMADURA CAMPO PRINCIPAL ENROLAMENTO DE COMUTAÇÃO CARCAÇA ENROLAMENTO DE COMPENSAÇÃO COMUTADOR CATÁLOGO COMERCIAL BBC

9 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 119 DETALHES CONSTRUTIVOS COMUTADOR E PORTA ESCOVAS PORTA ESCOVAS COMUTADOR ANEL DE FIXAÇÃO E AJUSTE ALOJAMENTO DO CONJUNTO PORTA ESCOVAS CATÁLOGO COMERCIAL BBC

10 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 120 LÂMINA DE COBRE ISOLAÇÃO CONTRA A TERRA CONDUTORES DE ARMADURA DETALHE CONSTRUTIVO DE COMUTADOR CONVENCIONAL

11 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 121 COMUTADOR PARTE MAIS CRÍTICA DA MÁQUINA DE CORRENTE CONTÍNUA PARTICULARIDADES CONSTRUTIVAS E DE OPERAÇÃO DO SISTEMA COMUTADOR ESCOVAS NAS MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA CONDIÇÃO GEOMÉTRICA DO COMUTADOR ( A QUENTE ): CIRCULARIDADE NA PISTA DE APOIO DAS ESCOVAS: MELHOR QUE 0,025mm (COMUTADORES ATÉ DIÂMETRO DE 600 mm) MÁXIMA PROJEÇÃO DE LÂMINAS INDIVIDUAIS FORA DO CÍRCULO IDEAL: MÁXIMO ENTRE 0,015 E 0,030mm DEPENDENDO DA ROTAÇÃO E DIÂMETRO CONDIÇÕES OPERACIONAIS DAS ESCOVAS: DENSIDADE DE CORRENTE: 7,5 12,5 A/cm² PRESSÃO SOBRE O COMUTADOR: g/cm² COEFICIENTE DE ATRITO TÍPICO: 0,10 0,35 QUEDA DE TENSÃO NO CONTATO COM AS LÂMINAS: 1,5 2,5 V/par (POSITIVAS + NEGATIVAS) TAXA DE DESGASTE EM CONDIÇÕES NORMAIS: 5x x10-9 mm/m

12 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 122 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: FUNCIONAMENTO BASE DE FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA DE CORRENTE CONTÍNUA ENROLAMENTO PSEUDO-ESTACIONÁRIO

13 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 123 ALOJAMENTO DAS BOBINAS NO NÚCLEO E CONEXÃO AO COMUTADOR VISTA ESQUEMÁTICA DO ENROLAMENTO MONTADO ROTOR SIMPLIFICADO

14 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 124

15 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 125 TENSÕES INDUZIDAS NA ARMADURA ELEMENTAR DE MÁQUINA C.C.

16 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 126 EFEITO MOCIONAL NOS CONDUTORES DE ARMADURA 1ª EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DA MÁQUINA C.C. E = k φ ω

17 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 127 C m f mec C r f mec EFEITO DA CORRENTE NOS CONDUTORES DE ARMADURA 2ª EQUAÇÃO FUNDAMENTAL DA MÁQUINA C.C. R - V + C = k φ GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA

18 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 128 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CARACTERÍSTICAS EXTERNAS r a EQUAÇÕES FUNDAMENTAIS DA MÁQUINA C.C. V a E Φ i exc F.E.M. INDUZIDA NA ARMADURA : CONJUGADO DESENVOLVIDO : E = k φ ω C = k φ EQUAÇÃO DO CIRCUITO ELÉTRICO : V a = E + r a I a r a : RESISTÊNCIA TOTAL DO CIRCUITO DE ARMADURA Φ = f ( i exc ): FLUXO IMPOSTO PELA EXCITAÇÃO k Z p = a. 2π. a Z a : CONDUTORES TOTAIS DA ARMADURA p: NÚMERO DE PARES DE PÓLOS a: NÚMERO DE PARES DE DERIVAÇÕES CARACTERÍSTICA EXTERNA ω = f (C ) CURVAS DISTINTAS DEPENDENDO DO TIPO DE CONEXÃO DE CAMPO ADOTADA: LIGAÇÃO DE CAMPO INDEPENDENTE LIGAÇÃO DE CAMPO SÉRIE LIGAÇÃO DE CAMPO COMPOSTA ( COMPOUND )

19 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 129 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CARACTERÍSTICAS EXTERNAS LIGAÇÃO DE CAMPO INDEPENDENTE FONTES INDEPENDENTES P/ ALIMENTAÇÃO DE ARMADURA E CAMPO FONTES INDIVIDUALMENTE CONTROLADAS / AJUSTADAS V a r a E Φ i exc E = k φ ω C = k φ ω = Va k φ r a ( k φ) 2 C V a = E + r a I a ω 0 = ω α C CURVAS CARACTERÍSTICAS RETAS COM CONSTANTE ω 0 E DECLIVIDADE α ω 0 : VELOCIDADE EM VAZIO (SEM CARGA) - α : DEFINE A REGULAÇÃO DE VELOCIDADE COM O TORQUE CONTROLE DE VELOCIDADE POR DUAS VARIÁVEIS INDEPENDENTES V a E i exc REVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO INVERSÃO DE ALIMENTAÇÃO DO CAMPO OU DA ARMADURA GRANDE CONTROLABILIDADE DO MOTOR AMPLA FAIXA DE VELOCIDADE DE OPERAÇÃO

20 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 130 LIGAÇÃO DE CAMPO INDEPENDENTE VARIAÇÃO DE VELOCIDADE PELA ARMADURA ( i exc = cte. ) Φ VARIAÇÃO DE VELOCIDADE PELO CAMPO ( V a = cte. ) FLUXO IMPOSTO PELA EXCITAÇÃO CARACTERÍSTICA DE MAGNETIZAÇÃO NÃO LINEAR Φ n Φ min ω 0 ω n ω i e-min ω i e-n i exc Va ra ω = k φ ( k φ) 2 C = k. V 1 i e-n Φ n FLUXO NOMINAL DE TRABALHO LIMITE DE SATURAÇÃO i e-min Φ min FLUXO MÍNIMO LIMITE DE DISPARO DA MÁQUINA C.C. OPERAÇÃO A FLUXO CONSTANTE : i exc = cte. i exc = i e-n OPERAÇÃO A FLUXO VARIÁVEL : i e-min < i < i exc e-n a k. C 2 ω 0-3 ω 0-2 V a-n ω 0-1 ω Va ra Ia ω = C = ( Va ra. Ia) k φ 2 ( k φ) C i e-3 ω 0-2 V a-1 ω 0 ω n i e-2 i e-1 i e-n V a-2 ω 0-3 V a-3 C n C C 3 C 2 C 1 C n C VARIAÇÃO PELA ARMADURA: Φ = cte. VARIAÇÃO PELO CAMPO : V a = cte.

21 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 131 C n C ; P mec C LIGAÇÃO DE CAMPO INDEPENDENTE P n P mec PLANO DE OPERAÇÃO DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA COM EXCITAÇÃO INDEPENDENTE ω n ω lim ω -n V a ; i exc ; V a-n i e-n V a iexc EXCURSÃO DAS VARÍÁVEIS DE ALIMENTAÇÃO DO MOTOR C.C. COM EXCITAÇÃO INDEPENDENTE i e-min ω n ω lim ω VARIAÇÃO PELA ARMADURA A TORQUE CONSTANTE C = cte. - P mec = k.. ω VARIAÇÃO PELO CAMPO A POTÊNCIA CONSTANTE C = k. 1/ ω -P mec = cte.

22 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 132 MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA COM CAMPO INDEPENDENTE TRANSITÓRIOS DE ACELERAÇÃO V a ; E V a-n V a E r a. E = k.φ.ω t ; i exc i e-n i exc > -n -n ie-min t I a = V a E r a C ; ω ω lim C acel C r C ω ω n C n C = C r C = k.φ. dω + J. dt < C n t

23 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 133 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CARACTERÍSTICAS EXTERNAS LIGAÇÃO DE CAMPO SÉRIE FONTE ÚNICA P/ ALIMENTAÇÃO DE ARMADURA E CAMPO r a i exc = EXCITAÇÃO PROVIDA PELA PRÓPRIA CORRENTE DE CARGA Φ φ = f ( I ) k'. a V a E Φ Φ n E = k φ ω Φ min k C = k φ 0 -min -n i exc V a = E + r a I a C C = k 2. k'. Ia C k I. 2 1 a C k. 2 ω = Va 1 ra k. k' C k. k' REGIÃO NÃO SATURADA REGIÃO SATURADA

24 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 134 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CARACTERÍSTICAS EXTERNAS LIGAÇÃO DE CAMPO SÉRIE CURVAS CARACTERÍSTICAS HIPÉRBOLES PARAMETRIZADAS PELA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO SEM CARGA : C 0 VELOCIDADE EM VAZIO : ω 0 CONTROLE DE VELOCIDADE POR UMA ÚNICA VARIÁVEL INDEPENDENTE V a ELEVADA REGULAÇÃO INERENTE DE VELOCIDADE DO MOTOR REVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO INVERSÃO DA BOBINA DE CAMPO EM RELAÇÃO À ARMADURA ω ω lim Va 1 ra ω = k. k' C k. k' ω n C n V a-2 V a-1 V a-n C ω = 0 C = C p = V k. k'. r a a 2 CONJUGADO DE PARTIDA

25 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 135 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA: CARACTERÍSTICAS EXTERNAS LIGAÇÃO DE CAMPO COMPOSTA ( COMPOUND ) FONTES INDEPENDENTES PARA ALIMENTAÇÃO DE ARMADURA E P/ ALIMENTAÇÃO DE PARCELA DO CAMPO EXCITAÇÃO PROVIDA PARCIALMENTE PELA CORRENTE DE CARGA E PARCIALMENTE POR FONTE INDEPENDENTE CAMPO SÉRIE CAMPO INDEPENDENTE OU SHUNT N DE ESPIRAS: N SER N DE ESPIRAS: N SHT r a FLUXO NO ENTREFERRO ESTABELECIDO PELA EXCITAÇÃO TOTAL: V a E Φ Fmm TOT = Fmm SER + Fmm SHT Fmm TOT = N SER. + N SHT. i exc i exc k CPD : GRAU DE COMPOSIÇÃO ( COMPOUNDAGEM ) DO CAMPO Fmm Fmm SER TOT = k CPD 0,05 < k CPD < 0,10 HIPO COMPOSTO 0,10 < k CPD < 0,20 NORMAL COMPOSTO 0,20 < k CPD < 0,50 HÍPER COMPOSTO

26 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 136 LIGAÇÃO DE CAMPO COMPOSTA ( COMPOUND ) HÍPER COMPOSTO ω 0-3 ω NORMAL COMPOSTO HIPO COMPOSTO CAMPO SÉRIE E SHUNT SEMPRE ADITIVOS CAMPO SÉRIE PROMOVE REFORÇO DE ω 0-2 EXCITAÇÃO COM A CARGA ω 0-1 ω n MOTOR COMPOSTO CONTROLADO DE FORMA SIMILAR AO INDEPENDENTE CURVAS PARA V a = V a-n C n C APLICAÇÕES SIMILARES AO INDEPENDENTE, SUJEITAS A SOBRECARGAS MAIS SEVERAS REVERSÃO DO SENTIDO DE ROTAÇÃO: MOTOR COMPOSTO OPERA SEM DIFICULDADE EM VAZIO OU BAIXA CARGA REGULAÇÃO ELEVADA DE VELOCIDADE INVERSÃO DA ARMADURA EM RELAÇÃO À BOBINA DE CAMPO SÉRIE POLARIDADE DA BOBINA SHUNT INALTERADA

27 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 137 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA ASPECTOS OPERACIONAIS ESPECÍFICOS COMUTAÇÃO : CENTELHAMENTO INERENTE NO SISTEMA ESCOVAS + COMUTADOR NA REVERSÃO DE CORRENTE DAS BOBINAS DE ARMADURA PROVOCA EROSÃO E DESGASTE ACENTUADO DA SUPERFÍCIE DO COMUTADOR EFEITO DOS PÓLOS AUXILIARES POSSIBILITA REDUÇÃO / ELIMINAÇÃO DO CENTELHAMENTO VIABILIZA A OPERAÇÃO DO MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA E PERMITE LONGA VIDA ÚTIL REAÇÃO DE ARMADURA : ( CAMPO MAGNÉTICO CRIADO PELA CIRCULAÇÃO DE CORRENTE NA ARMADURA ) DISTORÇÃO NA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE CAMPO NO ENTREFERRO DA MÁQUINA, QUANDO EM CARGA PROVOCA INSTABILIDADE DE ROTAÇÃO ( DESMAGNETIZAÇÃO SOB CARGA E.D.R.A. ) PROVOCA DESEQUILÍBRIO NA DISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES AO LONGO DO COMUTADOR, EM CARGA PODE LEVAR AO ARCO ELÉTRICO ENTRE ESCOVAS ( FLASH-OVER ) EFEITO DO ENROLAMENTO DE COMPENSAÇÃO INIBE A DISTORÇÃO DE CAMPO PERMITE OPERAÇÃO COM REGIME DE ELEVADA DINÂMICA E VARIAÇÃO PELO CAMPO EM AMPLA FAIXA

28 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 138 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA - PRINCÍPIOS BÁSICOS DA COMUTAÇÃO i a + i a + i a + i a -i a -i a ω i a i a i a i a i a + i i a = 0 a + i a -i a -i a ω i a i a + i a + i a -i a -i a -i a ω i a i a BOBINA EM COMUTAÇÃO CURTO-CIRCUITO PELA ESCOVA CORRENTE NAS BOBINAS É INVERTIDA NA PASSAGEM PELO E.Q. VARIAÇÃO DA CORRENTE NO TEMPO DURANTE O PROCESSO DE COMUTAÇÃO

29 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 139 VARIAÇÃO DA CORRENTE NA BOBINA DE ARMADURA DURANTE A COMUTAÇÃO i bob + i a -i a i bob + i a -i a + i a + i a + i a -i a -i a ω i a1 i a2 ω i a1 i a2 b 1 b 2 R b1 R b2 + i a + i i a = 0 a -i a -i a ω = i a1 + i a2 = i a1 + i a2 R b1 = k.(1 / b 1 ) ; R b2 = k.(1 / b 2 ) i bob + i a + i a -i a -i a -i a ω + i a i bob (t 0 ) i a1 t 0 i a2 t COMUTAÇÃO RESISTIVA OU LINEAR VARIAÇÃO DA CORRENTE NA BOBINA DETERMINADA PELA RESISTÊNCIA EQUIVALENTE DO CONTATO: ESCOVA + LÂMINA DO COMUTADOR -i a T c : INTERVALO DE COMUTAÇÃO

30 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 140 COMUTAÇÃO NÃO LINEAR AÇÃO DOS PÓLOS DE COMUTAÇÃO ( PÓLOS AUXILIARES OU INTERPOLOS ) + i a i bob ATRASO NA CORRENTE DEVIDO À INDUTÂNCIA DA BOBINA e i e m i a e m i a e i EFEITO DO INTERPOLO t e L e L i bob (T c ) e m i a e m i a ia -i a T c : INTERVALO DE COMUTAÇÃO EFEITO DO INTERPOLO: TENSÃO INDUZIDA MOCIONAL: e i = B int. L.v B int : CAMPO PRODUZIDO PELO INTERPOLO TENSÃO INDUZIDA: e i = - e L ACELERAÇÃO NA VARIAÇÃO DA CORRENTE INTERPOLO EM SÉRIE COM A ARMADURA EFEITO OCORRE EM QUALQUER CONDIÇAO DE CARGA INDUTÂNCIA DA BOBINA NÃO NULA : TENSÃO INDUZIDA VARIACIONAL: e L = L. di / dt ATRASO NA VARIAÇÃO DA CORRENTE AO FINAL DO TEMPO DE COMUTAÇÃO: i bob -i a CIRCUITO DA BOBINA ABERTO MECANICAMENTE CENTELHAMENTO ( TENSÃO INDUZIDA NA ABERTURA DO CIRCUITO > QUEDA DE TENSÃO NO CONTATO DA ESCOVA COM A LÂMINA )

31 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 141 MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA - EFEITOS DA REAÇÃO DE ARMADURA REAÇÃO DE ARMADURA CAMPO MAGNÉTICO CRIADO PELA CIRCULAÇÃO DE CORRENTES NO ENROLAMENTO DO ROTOR COMPOSIÇÃO DA REAÇÃO DE ARMADURA COM O CAMPO PRINCIPAL DISTORÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE CAMPO NO ENTREFERRO EFEITO DA DISTORÇÃO DE CAMPO : SATURAÇÃO LOCALIZADA NO MATERIAL FERROMAGNÉTICO DESMAGNETIZAÇÃO SOB CARGA ( E.D.R.A. )

32 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 142 EFEITOS ADICIONAIS DA REAÇÃO DE ARMADURA ESCOVAS NA LINHA NEUTRA CALAGEM NULA EFEITOS DA CIRCULAÇÃO DE CORRENTE NOS CONDUTORES DA ARMADURA ESCOVAS DESLOCADAS NO SENTIDO DA ROTAÇÃO CALAGEM POSITIVA COMUTAÇÃO ATRASADA ESCOVAS DESLOCADAS NO SENTIDO CONTRÁRIO AO DA ROTAÇÃO EFEITOS DA MUDANÇA NA POSIÇÃO RELATIVA DAS ESCOVAS (CALAGEM) CALAGEM NEGATIVA COMUTAÇÃO AVANÇADA

33 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 143 EFEITOS ADICIONAIS DA REAÇÃO DE ARMADURA U ent EM VAZIO EFEITO DA DISTORÇÃO DE CAMPO EM CARGA SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DE TENSÕES ENTRE LÂMINAS DO COMUTADOR: EM CARGA EM VAZIO DISTRIBUIÇÃO UNIFORME EM CARGA DISTRIBUIÇÃO DESEQUILIBRADA RISCO DE ULTRAPASSAGEM DA TENSÃO DISRUPTIVA PELO AR ARCO ENTRE ESCOVAS ( FLASH-OVER )

34 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 144 MÉTODOS DE PARTIDA E VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DOS MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA ALIMENTAÇÃO A PARTIR DE FONTE C.A. : CONVERSORES C.A. C.C. RETIFICADORES CONTROLADOS OPERAÇÃO EM UM OU DOIS QUADRANTES OPERAÇÃO EM QUATRO QUADRANTES COM CONVERSORES EM ANTI-PARALELO GRUPOS MOTOR-GERADOR C.C. SISTEMA WARD-LEONARD OPERAÇÃO NATURAL EM QUATRO QUADRANTES ALIMENTAÇÃO A PARTIR DE FONTE C.C. : PARTIDA E ACELERAÇÃO REOSTÁTICA OPERAÇÃO EM UM OU DOIS QUADRANTES MÉTODO DISSIPATIVO RECORTADOR DE TENSÃO CHOPPER OPERAÇÃO EM UM OU DOIS QUADRANTES OPERAÇÃO EM QUATRO QUADRANTES COM CHOPPER REGENERATIVO

35 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 145 MÉTODOS DE PARTIDA E VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DE MOTORES C.C. CONVERSORES C.A. C.C. RETIFICADORES CONTROLADOS BASEADOS EM TIRISTORES r a i exc TOPOLOGIA TÍPICA DE CONVERSOR V AC 3 V a E Φ V exc V AC 1 DE 1 QUADRANTE CONVERSOR DE CAMPO CONVERSOR DE ARMADURA REGULADOR DE ω REGULADOR DE REGULADOR DE i exc MALHA DE ω REF = = CONTROLE DE VELOCIDADE REALIMENTAÇÃO DE REALIMENTAÇÃO DE i exc REALIMENTAÇÃO DE ω

36 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 146 MÉTODOS DE PARTIDA E VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DE MOTORES C.C. GRUPOS MOTOR - GERADOR C.C. SISTEMAS WARD LEONARD r a - G r a- M MOTOR SÍNCRONO OU DE INDUÇÃO i exc - G i exc - M GRUPO ROTATIVO WARD LEONARD V AC 3 G.C.C. E G V a E M M.C.C. = DE 4 QUADRANTES = + r campo - CONTROLE DE EXCITAÇÃO DO GERADOR C.C. REATOR DE CIRCULAÇÃO = SISTEMA ESTÁTICO WARD LEONARD DE 4 QUADRANTES V AC 3 V AC 3

37 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 147 MÉTODOS DE PARTIDA E VARIAÇÃO DE VELOCIDADE - ALIMENTAÇÃO A PARTIR DE BARRAMENTO C.C. RESISTOR DE PARTIDA E CONTROLE DE VELOCIDADE R 1 + R 2 + R ARMADURA V LINHA RESISTOR DE DERIVAÇÃO DO CAMPO V MOTOR CAMPO SÉRIE CONTROLE DE PARTIDA E ACELERAÇÃO REOSTÁTICA I C E A = I I A V = AMED LINHA r A K.φ.ω R + cte. C dω = J. cte. ω = k. t dt = K. φ. ω V E = MOTOR i cte. k. t - max V MOTOR V LINHA ω - med - min ω n ω 1 ω 2 ω 3 ω 4 ω n 0 t a t

38 PEA MÁQUINAS ELÉTRICAS I 148 CONTROLE DE PARTIDA E ACELERAÇÃO POR MEIO DE CHOPPER + + V V LINHA V MOTOR V LINHA V MOTOR - - t 0 τ CHAVE ELETRÔNICA SCR GTO IGBT OPERA COM FREQUÊNCIA DE CHAVEAMENTO FIXA E COM INTERMITÊNCIA AJUSTÁVEL FATOR DE INTERMITÊNCIA ( DUTY-CYCLE ) ( t 0 / τ ) t V 0 =. τ MOTOR V LINHA - med.

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