O que é uma Sobreintensidade?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que é uma Sobreintensidade?"

Transcrição

1

2 O que é uma Sobreintensidade? Uma sobreintesidade é uma corrente de intensidade superior à nominal. Para este efeito, a intensidade de corrente máxima admissível num condutor é considerada como a sua intensidade nominal. As sobreintensidades podem resultar de sobrecargas verificadas em aparelhos de utilização (aumento da potência absorvida por estes aparelhos em relação à sua potência nominal), devido a curto-circuito ou defeitos Como realizar a protecção? É efectuada por aparelhos de protecção, este tipo de aparelho é destinado a impedir ou limitar os efeitos perigosos ou prejudiciais da passagem de uma corrente de intensidade superior à admissível nas canalizações ou aparelhos de utilização, aos quais possam estar sujeitas pessoas ou instalações. A protecção contra curtos-circuitos deverá ser estabelecida de forma a garantir que a duração do curto-circuito seja limitada a um tempo suficientemente curto para não alterar de forma permanente as características das canalizações e dos aparelhos. Os aparelhos destinados a assegurar simultaneamente a protecção contra sobrecargas e contra curtos-circuitos, deverão possuir poder de corte que lhes permita eliminar, com segurança a corrente de curto-circuito previsível no ponto da instalação em que forem estabelecidos E a actuação? Os aparelhos destinados a assegurar a protecção contra curtos-circuitos deverão ter poder de corte, pelo menos, igual à corrente de curto-circuito previsível no ponta da instalação em que forem estabelecidos e um tempo de corte de uma corrente resultante de um curto-circuito franco, que se produza em qualquer ponto do circuito em que forem inseridos, inferior ao tempo a partir do qual a passagem dessa corrente de curtocircuito possa alterar de forma permanente as características da instalação. Admitir-se-á o emprego de aparelhos de protecção com poder de corte inferior à corrente de curto-circuito previsível no ponto da instalação em que forem estabelecidos, desde que existam, em série e a montante desses aparelhos, outros aparelhos de protecção com poder de corte adequado. Alem disso, as características do conjunto dos aparelhos de protecção deverão ser tais que os aparelhos existentes a jusante cortem as correntes de curto-circuito de intensidade inferior ao seu poder de corte e, para as de intensidade superior, o tempo de corte do aparelho situado a montante seja menor que o do situado a jusante (por exemplo, de corta-circuitos fusíveis de alto poder de corte em série com disjuntores de poder de corte inferior ao da corrente de curtocircuito previsível no ponto onde este se encontrem estabelecidos (os corta-circuitos fusíveis podem ser instalados imediatamente a montante do disjuntor ou no inicio da canalização respectiva)). Espera-se que os aparelhos de protecção com poder de corte reduzido sejam dotados de protecção mecânica evitando a eventual projecção de estilhaços.

3 Aparelhos que asseguram unicamente a protecção contra sobrecargas: contactores-disjuntores equipados apenas de relés térmicos. Aparelhos que asseguraram simultaneamente a protecção contra sobrecargas e contra curtos-circuitos: Disjuntores de máximo de corrente (associados, eventualmente, a corta-circuitos fusíveis da classe am ) Corta-circuitos fusíveis das classes gf ou gt. Num transformador a protecção pode ser composta por três relés, um para cada fase, ou então com um único relé trifásico. O circuito da protecção inicia-se normalmente nos TI s. O relé associado a cada TI, vai carregar a bobine de um relé auxiliar de bloqueio após um tempo ajustado, retirando posteriormente o Transformador de Potência de serviço. Origem? Os transformadores de potência AT/MT ou MT/BT podem sofrer danos devido a defeitos de origem interna, ou de origem externa, tais como sobrecargas ou curtocircuitos, submeter o transformador a um sobreaquecimento e a esforços electrodinâmicos excessivos. Ou de origem interna, tais como curto-circuitos entre espiras, entre enrolamentos ou entre um enrolamento e a cuba, de intensidade variável segundo a sua localização. A detecção e eliminação destes diferentes defeitos implica o emprego de vários tipos de relés de protecção, cujas funções e utilização são explicitadas pelo texto e esquemas seguintes. No entanto, os defeitos próprios ao circuito magnético (aquecimentos locais por correntes induzidas) não podem ser detectados por uma protecção eléctrica, sendo-o por um relé mecânico accionado pela emanação de gases produzida pelo defeito (por exemplo no caso de transformadores refrigerados a óleo). Intensidades de Correntes de Curto-circuito As intensidades de corrente de curto-circuito são calculadas em função da potência de curto-circuito da rede, SccR, da tensão de curto-circuito do(s) transformador(es) e pressupondo que os curto-circuitos são trifásicos simétricos. De todos os tipos de defeito possíveis, esta é a que conduz aos valores máximos das intensidades de corrente. O valor de SccR é fornecido pela Empresa Distribuidora de Energia Eléctrica, e a tensão de curto-circuito do(s) transformador(es) é fornecido pelo fabricante.

4 Intensidade de corrente de curto-circuito na Alta Tensão A intensidade de corrente de curto-circuito na Alta Tensão poderá ser provocada por um curto-circuito no lado da Alta Tensão ou no lado da Baixa Tensão. Esta intensidade de corrente será sempre superior para o caso do curto-circuito ser na Alta Tensão, pois o valor total da impedância de curto-circuito será menor. Intensidade de corrente de curto-circuito na Baixa Tensão O cálculo da intensidade de curto-circuito na Baixa Tensão, na maioria dos casos, resulta apenas de curto-circuitos no circuito Baixa Tensão. Para o cálculo desta intensidade de corrente de curto-circuito é necessário conhecer a impedância de curto-circuito equivalente da rede distribuidora (referida ao secundário) e também a impedância de curto-circuito do(s) transformador(es). Detecção de curto-circuitos: Indicadores de c.c : Sensível a corrente de curto-circuito e ao sentido da corrente de c.c. A detecção é feita e é isolado o troço mediante as indicações dos indicadores de curtocircuito. Protecção simples: Corta-circuitos fusíveis utilização nos transformadores de Tensão e transformadores de potência de pequena capacidade. Protecção de TT: só necessário prever a protecção contra curto-circuitos Protecção de Potência: protecção contra curto-circuitos e Sobrecargas(selectividade quanto á corrente de arranque e a sobrecargas permitidas). A protecção pode ser efectuada por(s>250kva): Protecção por corta-circuitos fusíveis + interruptor seccionador Protecção por disjuntores Protecção por corta-circuitos fusíveis + interruptor seccionador Utilizados em transformadores de distribuição S<1600KVA a 10KV ou S< 1000KVA a 20KV, com frequência de manobras baixas. A escolha e o ajuste dos fusíveis são realizados, respeitando margens de segurança, e mediante a consulta de curvas que relacionam correntes e tempo de actuação. As protecções são colocadas de modo a actuarem selectivamente. Protecção por disjuntores Utilizada em transformadores de distribuição S>800KVA, ou em transformadores onde se prevê uma elevada frequência de manobras (T.I.+Relés). Nos transformadores triangulo-estrela só são necessárias 2 equipas TI+relé.

5 È necessário que a escolha e ajuste das protecções seja efectuado mediante as curvas de disparo de disjuntores. Aqui é necessário ter em atenção que as curvas tem duas características: a característica da protecção térmica e a característica da protecção contra curto-circuitos. A característica da protecção térmica inclui duas curvas; disparo a quente e disparo a frio. As protecções contra c.c. podem ser realizadas através de : Fusíveis Dispositivos de protecção+disjuntor Para os Fusíveis é obrigatório a sua existência nas três fases dos transformadores. Para os disjuntores, é necessário vereficar o regime de neutro: Neutro isolado: equipas de TI/Relé MI em duas fases Neutro ligado à terra (directamente ou através de impedância) Dispensa de protecções contra c.c. em transformadores: Quando as suas canalizações são ligadas directamente a quadros de repartição onde existem dispositivos de protecção Nos circuitos ou aparelhos cuja interrupção possa originar perigos para o funcionamento da instalação ou inconvenientes para a exploração- >Medidas para evitar c.c. manutenções mais frequentes, afastamento de materiais explosivos Em subestações em que os transformadores estão ligados em blocos, e a protecção é feita por disjuntores das linhas, a protecção é assim dispensada do lado do primário dos transformadores. Para S>5MVA e U>=60KV, existem dispositivos de protecão interna+telecomando-> abertura dos disjuntores das linhas Nos PTs equipados com um só transformador de S<=250KVA, existe a dispensa de protecção contra c.c do lado do primário e dispositivos de protecção interna(por ex. Relé de bochholz). A protecção é garantinda pela protecção da linha

6 Como é economicamente inviável o uso de aparelhagem que meça directamente as tensões e correntes de linha, utilizam-se os transformadores de instrumentos que possuem os seguintes objectivos: Alimentar o sistema de protecção e medição com tensão e corrente reduzida, mas proporcional ás grandezas dos circuitos de mais alta tensão. Proporcionar isolamento entre o circuito de alta tensão e os instrumentos e, consequentemente, segurança do pessoal Padronizar a fabricação dos instrumentos. São duas as grandezas medidas através dos transformadores de instrumentos: Corrente; Tensão; E para medi-las são utilizados, respectivamente: Transformador de corrente Transformador de tensão O Transformador de corrente tem o primário ligado em série com o circuito principal e o secundário ligados aos reles e/ou instrumentos de medição, cujo valor da corrente secundaria depende da relação de transformação do equipamento (nº de espiras). O transformador de tensão tem o objectivo de reduzir o valor da tensão de um determinado circuito para níveis compatíveis com instrumentos de medição e reles de protecção. São projectados para uma tensão secundária nominal padronizada de 115V, e o tipo de carga conectada ao seu secundário é normalmente relés ou voltímetros. Nos transformadores de grande porte, as protecções secundárias (protecção de 2ªlinha), é normalmente feita por relés de sobrecorrente. Estes reles operam quando há falha da protecção principal da alimentação, protecção de barras ou no próprio transformador. Esta falha está normalmente associada a um defeito em relés, TC, disjuntor ou no circuito de corrente contínua. Protecção contra sobrecargas e curto-circuitos entre fases em transformadores Quando o valor máximo da corrente de funcionamento em condições normais é ultrapassada, diz-se que o transformador está a trabalhar em sobrecarga. Os transformadores são equipamentos que podem suportar sobrecargas razoáveis durante um determinado tempo. Para curto circuitos entre fases no transformador, ou no seu lado de BT, haverá elevação das correntes, para valores bem superiores quando comparados ao de sobrecargas, podendo operar o relé de protecção.

7 Tanto para sobrecargas como para o caso de defeitos entre fases, o relé vai carregar uma bobine de um relé auxiliar de bloqueio, que após um tempo ajustado (selectividade), retira o transformador de operação. A protecção de sobrecorrente pode ser composta por 3 reles (um para cada fase) ou por um único relé trifásico. Este tipo de relé esta normalmente ligado aos TC, que podem ser de pedestal (externo) ou localizados nas buchas do lado de alta tensão do transformador (interno). Este ultimo está junto do TC do circuito de protecção diferencial do transformador, conforme a figura seguinte: Ligação dos TCs Os TCs deste tipo de protecção são ligados em estrela com o neutro á terra. Como se pode ver na de maneira simplificada, os secundários dos TCs estão conectados às bobines dos relés. Estes relés, são reles de sobrecorrente temporizados em circuito de corrente alternada que opera quando a corrente ultrapassa um valor prefixado. No caso de sobrecarga, as correntes que circulam nas bobines dos relés passam a ter valores acima do seu ajuste, provocando a sua operação. No ponto de fechamento da estrela, o somatório das correntes será igual a zero.

8 Para curto-circuito, entre fases no lado de baixa tensão do transformador, ocorrerá um desequilíbrio entre as correntes com elevação anormal dos seus valores, acarretando a operação do relé. A figura seguinte apresenta os esquemas simplificados dos dois casos anteriormente mencionados. A actuação do relé, provoca a abertura do disjuntor do lado de 138KV, descarregando o transformador e os disjuntores gerais. Protecção contra curto-circuitos entre Fase e Terra no lado de baixa tensão de transformadores. Esta protecção tem a finalidade de operar para um defeito fase-terra no lado de baixa tensão do transformador, quando existir falha da protecção principal (primeira linha). Quando os reles operam, carregam uma bobine do relé auxiliar, retirando o transformador de operação. Ligação dos TCs Para transformadores ligados em Triangulo Estrela com ligação á terra, o primário desta protecção está conectado á malha de terra e ao neutro deste transformador. Quando ocorrer um defeito fase-terra, a corrente de curto-circuito circula pela neutro do transformador e a corrente secundaria referente sensibiliza o relé( ligado ao lado do

9 secundário do TC), actuando de modo a retirar o transformador de operação. Para diminuir o valor desta corrente de defeito, é utilizado resistência de terra no neutro do transformador. Para transformadores ligados em Triangulo Triangulo, existe a necessidade da instalação de um transformador terra ligado em zig-zag, com o objectivo de fornecer referencial para a terra ao transformador de força. O primário do TC desta protecção fica ligado ao neutro do transformador terra. Portanto, quando ocorre um defeito faseterra, a corrente de curto circuito procura o neutro deste equipamento. Esta corrente sensibiliza o relé (conectado ao secundário de TC), actuando de modo a retirar o transformador de força de operação.

10 Actuação da Protecção Existe um relé é ajustado de modo a actuar quando o transformador estiver com cerca de 43% de sobrecarga, e outro é ajustado para actuar com a passagem de uma corrente muito baixa(menor tap do relé), sendo que estes ajustes possuem tempos de actuacção superiores aos das protecções principais(1ª linha) dos transformadores (selectividade). Quando os reles operam, os seus contactos fecham fazendo com que se carregue da bobine do relé auxiliar. Este relé possui múltiplos contactos, sendo responsável pela execução de funções especificas, tais como: Alarme Abertura dos disjuntores gerais do transformador Abertura e bloqueio dos disjuntores junção de barra, etc. Caso o defeito não seja eliminado pela actuação do rele auxiliar anterior, conclui-se que o defeito (curtocircuito),

11 ocorre na parte entre o transformador e as buchas de entrada dos seus disjuntores gerais. Por este motivo é utilizado um outro relé (temporizador), que é carregado na operação dos relés principais e actua em conjunto com o auxiliar, com a finalidade de isolar o transformador.

12

13 Protecção contra incêndios Para entendermos, um transformador consta de umas bobinas submergidas numa cuba de óleo, que actua como refrigerador e isolante. A cuba tem a possibilidade de se dilatar, de modo a absorver a expansão do óleo. Para as subidas de temperatura deve-se regulas as protecções de modo a que a primeira actue aproximadamente aos 70º, aqui deve existir o disparo de uma forte buzina; a segunda actua aos 90º aproximadamente, e deve inevitavelmente cortar a energia que o alimenta, evitando assim a sua avaria. Nos transformadores em banho de óleo: Intenção: Limitar as consequências Evitar a propagação Medidas regulamentares: Interdição do emprego de matérias combustíveis nas instalações interiores Fossa com brita (> 200Kg de óleo) Temperatura do óleo (relés para o controlo) Extintores Ou mesmo a existência de um sistema complexo de protecção (instalações importantes) Portas corta-fogo

14 Transformador Protector A título indicativo, o Link para quem se encontrar interessado: Se perferirem possuo um Catalogo com varias caracteristicas, enviem um , que poderei disponibilizar para consulta.

Constituição - Núcleo. Constituição. Tipos de núcleos. Núcleo ferromagnético. Constituição - Enrolamentos. Tipos de núcleos 02/03/2015

Constituição - Núcleo. Constituição. Tipos de núcleos. Núcleo ferromagnético. Constituição - Enrolamentos. Tipos de núcleos 02/03/2015 02/03/2015 es monofásico Eletricista de Instalações trifásico es de tensão de medida 2014/ 2015 de intensidade 1 monofásico 2 4 Simbologia es: o aparelhos eletromagnéticos o sem partes móveis o destinados

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 1 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROTEÇÃO DE SISTEMA AÉREO DE DISTRIBUIÇÃO 2B CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO Durante um curto-circuito, surge uma corrente de elevada intensidade

Leia mais

Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios

Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios Proteção de Subestações de Distribuição Filosofia e Critérios Revisão 03 12/2014 NORMA ND.62 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejamento e

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

Princípio da Selectividade dossier

Princípio da Selectividade dossier D Disj. B Disjunt e B Princípio da Selectividade dossier D Disj. B Disjunt cu B Disj. A Disj. B cu B 0 A A = ka A Selectividade entre protecções, é hoje em dia, utilizada de uma forma regular. Esta técnica

Leia mais

COMANDOS ELÉTRICOS Este material não é destinado a comercialização.

COMANDOS ELÉTRICOS Este material não é destinado a comercialização. COMANDOS ELÉTRICOS Está apostila é usada nas aulas ministradas na matéria de comandos no curso de pósmédio mecatrônica, não se tratando de um material voltado para a qualificação. Há ainda um complemento

Leia mais

Procedimento Prático Para Manutenção de Cabine Introdução Manutenção preventiva Manutenção corretiva Procedimento, verificações e ensaios

Procedimento Prático Para Manutenção de Cabine Introdução Manutenção preventiva Manutenção corretiva Procedimento, verificações e ensaios Procedimento Prático Para Manutenção de Cabine Introdução Nos equipamentos elétricos se faz necessária a manutenção, para que os mesmo possam estar sempre disponível, prolongando sua vida útil, Esta manutenção

Leia mais

Protecção de Sobretensões. Luis Cabete Nelson Vieira Pedro Sousa

Protecção de Sobretensões. Luis Cabete Nelson Vieira Pedro Sousa Protecção de Sobretensões Luis Cabete Nelson Vieira Pedro Sousa Sobretensões São as diferenças de potencial anormais que se produzem num circuito eléctrico, como consequência de diversas perturbações,

Leia mais

GABARITO - DEP34. Questão 1. Questão 2. Questão 3. Questão 4

GABARITO - DEP34. Questão 1. Questão 2. Questão 3. Questão 4 GABARITO - DEP34 Questão 1 Os TCs para serviço de proteção apresentam boas características de exatidão, 0,1%, 0,3%, 0,6% e 1,2%. Também apresentam uma baixa corrente de saturação, quando comparados com

Leia mais

PORTARIA N.º 949-A/2006 DE 11 DE SETEMBRO

PORTARIA N.º 949-A/2006 DE 11 DE SETEMBRO PORTARIA N.º 949-A/2006 DE 11 DE SETEMBRO Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão ÍNDICE GENERALIDADES DEFINIÇÕES ALIMENTAÇÃO E ESTRUTURA DAS INSTALAÇÕES INFLUÊNCIAS EXTERNAS COMPATIBILIDADE

Leia mais

PREVENIR é vencer. O quê? A imprudência, o fatalismo, a indisciplina, a desatenção, o desleixo, a preguiça, a falta de reflexão, o desrespeito pela

PREVENIR é vencer. O quê? A imprudência, o fatalismo, a indisciplina, a desatenção, o desleixo, a preguiça, a falta de reflexão, o desrespeito pela PREVENIR é vencer. O quê? A imprudência, o fatalismo, a indisciplina, a desatenção, o desleixo, a preguiça, a falta de reflexão, o desrespeito pela integridade física de cada um. Enfim, é vencer quanto

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 48

COMUNICADO TÉCNICO Nº 48 Página 1 de 19 COMUNICADO TÉCNICO Nº 48 ATENDIMENTO DE NOVOS CONSUMIDORES LOCALIZADOS EM ÁREAS DE SISTEMAS SUBTERRÂNEOS DE DISTRIBUIÇÃO Diretoria de Engenharia e Serviços Gerência de Engenharia da Distribuição

Leia mais

SUBESTAÇÃO TIPOS DE SUBESTAÇÕES

SUBESTAÇÃO TIPOS DE SUBESTAÇÕES SUBESTAÇÃO Uma subestação elétrica é um grupamento de equipamentos elétricos com a finalidade de dirigir o fluxo de energia elétrica num sistema de potência e de possibilitar a operação segura do sistema,

Leia mais

SEGURANÇA DE MÁQUINAS

SEGURANÇA DE MÁQUINAS SEGURANÇA DE MÁQUINAS SITUAÇÃO PERIGOSA: Toda a situação em que uma pessoa é exposta a um ou mais riscos ou fenómenos perigosos Zona perigosa Toda a zona interior e/ou ao redor de uma máquina, na qual

Leia mais

ISEL. Subestação de Alto Mira. Relatório de Visita de Estudo. 27 Maio 2005. Secção de Sistemas de Energia

ISEL. Subestação de Alto Mira. Relatório de Visita de Estudo. 27 Maio 2005. Secção de Sistemas de Energia ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Relatório de Visita de Estudo 27 Maio 2005 Secção de Sistemas de Energia Junho 2005 Índice 1. Enquadramento

Leia mais

Proteção de Redes Aéreas de Distribuição

Proteção de Redes Aéreas de Distribuição Proteção de Redes Aéreas de Distribuição Revisão 02 07/2014 NORMA ND.78 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejamento e Operação Rua Ary Antenor

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5 Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES Sistema para aquecimento de água sanitária com o aproveitamento de energia solar INSTALACÃO DO TERMOACUMULADOR A Norma respeitante á montagem deste aparelho é a NP 3401. Estes aparelhos

Leia mais

ÍNDICE 1. OBJECTIVO...2 2. INTRODUÇÃO...2 4. ÂMBITO DE APLICAÇÃO...4 5. ACÇÕES DE MANUTENÇÃO...5 7. RECOMENDAÇÕES DE EXPLORAÇÃO...

ÍNDICE 1. OBJECTIVO...2 2. INTRODUÇÃO...2 4. ÂMBITO DE APLICAÇÃO...4 5. ACÇÕES DE MANUTENÇÃO...5 7. RECOMENDAÇÕES DE EXPLORAÇÃO... ÍNDICE 1. OBJECTIVO...2 2. INTRODUÇÃO...2 3. DISPOSIÇÕES LEGAIS APLICÁVEIS...3 3.1. Inspecções de Instalações Eléctricas...3 3.2. Verificação dos eléctrodos de terra...3 3.3. Limpeza, conservação e reparação

Leia mais

Capítulo 3 Circuitos Elétricos

Capítulo 3 Circuitos Elétricos Capítulo 3 Circuitos Elétricos 3.1 Circuito em Série O Circuito Série é aquele constituído por mais de uma carga, ligadas umas as outras, isto é, cada carga é ligada na extremidade de outra carga, diretamente

Leia mais

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.

Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012. António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up. Capítulo 3 Documento Rascunho Eurico Ferreira S.A. 23 de Fevereiro de 2012 António Luís Passos de Sousa Vieira 070503362 ee07362@fe.up.pt Capítulo 3 Baterias Solares As baterias solares, também conhecidas

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA GPC SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPC 01 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA

Leia mais

Circuitos Retificadores

Circuitos Retificadores Circuitos Retificadores 1- INTRODUÇÃO Os circuito retificadores, são circuitos elétricos utilizados em sua maioria para a conversão de tensões alternadas em contínuas, utilizando para isto no processo

Leia mais

Esquemas. & diagramas. caderno 3

Esquemas. & diagramas. caderno 3 Esquemas & diagramas caderno 3 Regimes de neutro Norma IEC 60364 A norma IEC 60364 é a norma padrão internacional definida pelo International Electrotechnical Commission relativamente a instalações eléctricas

Leia mais

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br

Leia mais

ISEL. Subestação de Sacavém. Relatório de Visita de Estudo. 6 Dezembro 2005. Secção de Sistemas de Energia

ISEL. Subestação de Sacavém. Relatório de Visita de Estudo. 6 Dezembro 2005. Secção de Sistemas de Energia ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E AUTOMAÇÃO Relatório de Visita de Estudo 6 Dezembro 2005 Secção de Sistemas de Energia Março 2006 Índice 1. Enquadramento

Leia mais

GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO

GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO República de Angola Ministério da Energia e Águas GERADORES DE EMERGÊNCIA ACCIONADOS POR MOTORES DE COMBUSTÃO Guia de recomendações e orientações para a operação e a manutenção Emissão: MINEA/DNEE Dezembro

Leia mais

AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA

AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA ENE095 Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Prof. Luís Henrique Lopes Lima 1 TRANSFORMADORES DE MEDIDAS

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO

PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE ELÉTRICO SECCIONAMENTO AUTOMÁTICO DA ALIMENTAÇÃO Prof. Marcos Fergütz Março/2014 O CHOQUE ELÉTRICO OCORRE POR Fonte: www.google.com.br/imagem Fonte: SIEMENS Efeitos do Choque Elétrico

Leia mais

ENGENHEIRO ELETRICISTA

ENGENHEIRO ELETRICISTA ENGENHEIRO ELETRICISTA QUESTÃO 01 O projeto de uma S.E. consumidora prevê dois transformadores, operando em paralelo, com as seguintes características: 500kVA, 13800//220/127V, Z = 5% sob 13.8KV; I n =

Leia mais

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva

Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva Conceitos e definições para correção do fator de potência através de carga capacitiva anobra de capacitores Na ligação de capacitores a uma rede ocorre um processo transitório severo até que seja atingido

Leia mais

Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial

Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial Critérios para a selecção de um dispositivo diferencial Utilização de dispositivos diferenciais com SUNNY BOY, SUNNY MINI CENTRAL e SUNNY TRIPOWER Conteúdo Aquando da instalação de inversores, surgem frequentemente

Leia mais

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para

Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação

Leia mais

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES

PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 6.005. Página 1 de 20. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição

NOTA TÉCNICA 6.005. Página 1 de 20. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição Página 1 de 0 NOTA TÉCNICA 6.005 REQUISITOS MÍNIMOS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR PARTICULAR DE CONSUMIDOR PRIMÁRIO COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA AES ELETROPAULO UTILIZANDO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA

Leia mais

protecção contra sobreintensidades

protecção contra sobreintensidades DOSSIER o electricista 02 Bruno Serôdio (Eng.º) Gestor de Produto Hager - Sistemas Eléctricos Modulares, S.A. protecção contra sobreintensidades {NAS INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS} A protecção das instalações

Leia mais

Transformadores de Distribuição Herméticos

Transformadores de Distribuição Herméticos 2004 Transformadores de Distribuição Herméticos generalidades A gama é constituida por transformadores segundo as seguintes especificações: transformadores trifásicos, 50 Hz, para instalação em interior

Leia mais

Simulação de Distúrbios no Sistema Elétrico de Distribuição como Suporte Técnico as Solicitações de Ressarcimentos de Danos

Simulação de Distúrbios no Sistema Elétrico de Distribuição como Suporte Técnico as Solicitações de Ressarcimentos de Danos 1 Simulação de Distúrbios no Sistema Elétrico de Distribuição como Suporte Técnico as Solicitações de Ressarcimentos de Danos N. C. de Jesus, H.R.P.M. de Oliveira, E.L. Batista, M. Silveira AES Sul - Distribuidora

Leia mais

Solius 61 Manual de Instruções

Solius 61 Manual de Instruções Zona Industrial de Avintes, nº 103 4430 930 Avintes, V. N. de Gaia web: www.cirelius.pt e-mail: info@cirelius.pt tel: 227 843 817 fax: 227 843 819 Controlador Solar Solius 61 O controlador Solius 61 dispõe

Leia mais

Efeito magnético da corrente elétrica

Efeito magnético da corrente elétrica Efeito magnético da corrente elétrica Descoberta Um condutor percorrido por uma corrente elétrica faz desviar uma agulha magnética - efeito magnético da corrente elétrica. Observação Um condutor percorrido

Leia mais

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng.

Transformadores Para Instrumentos. Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Transformadores Para Instrumentos Prof. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Sumário 1. Tipos de Transformadores. 2. Transformadores de Corrente - TCs. 3. Transformadores de Potencial TPs. 4. Ligação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório EXPERIÊNCIA 01 ENSAIO DO DISJUNTOR DE BAIXA TENSÃO 1 INTRODUÇÃO Esta aula no laboratório

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA Transformadores são máquinas de operação estática que transferem energia elétrica de um circuito

Leia mais

Instrumentação Industrial e Medidas Eléctricas - IPT - DEE Carlos Ferreira

Instrumentação Industrial e Medidas Eléctricas - IPT - DEE Carlos Ferreira Sensores Amedição das grandezas físicas é uma necessidade. Para essa função são utilizados sensores estes convertem a grandeza a medir noutra. No caso da instrumentação a variável de saída é normalmente

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE ELÉTRICOS INTRODUÇÃO Os fatores básicos que envolvem o dimensionamento de um condutor são: tensão nominal; freqüência nominal; potência ou corrente

Leia mais

Sistemas de Accionamento Electromecânico

Sistemas de Accionamento Electromecânico Sistemas de Accionamento Electromecânico Comando e protecção de motores Introdução SISTEMAS de ACCIONAMENTO ELECTROMECÂNICO, O que são? Sistemas capazes de converter energia eléctrica em energia mecânica

Leia mais

Instruções, precauções e sugestões para a manutenção de transformadores do tipo seco encapsulados, com vista a satisfazer as normas de segurança

Instruções, precauções e sugestões para a manutenção de transformadores do tipo seco encapsulados, com vista a satisfazer as normas de segurança MANUAL DE INSTALAÇÃO Instruções, precauções e sugestões para a manutenção de transformadores do tipo seco encapsulados, com vista a satisfazer as normas de segurança POR ÍNDICE 1. Generalidades 1.1 Normas

Leia mais

GABARITO - DEF30. Questão 1

GABARITO - DEF30. Questão 1 GABARITO - DEF30 Questão 1 a) Ensaio em aberto: Um dos lados do transformador é deixado em aberto, normalmente o lado de alta tensão. Instrumentos de medição são conectados para medir a corrente I 1, V

Leia mais

Informação Técnica Derating de temperatura para Sunny Boy e Sunny Tripower

Informação Técnica Derating de temperatura para Sunny Boy e Sunny Tripower Informação Técnica Derating de temperatura para Sunny Boy e Sunny Tripower No caso de derating de temperatura, o inversor reduz a sua potência para proteger os componentes contra sobreaquecimento. Este

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Módulos de função xm10 para Caldeiras de aquecimento Murais, de Chão e para a parede. Para os técnicos especializados Leia atentamente antes da montagem 7 747 005 078 03/003 PT Prefácio

Leia mais

Protecção contra sobretensões. Descarregadores de sobretensões

Protecção contra sobretensões. Descarregadores de sobretensões Protecção contra Descarregadores Protecção contra As podem muitas vezes causar danos irreparáveis nas instalações eléctricas, bem como, nos equipamentos eléctricos e electrónicos. Os descarregadores são

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA MANUTENÇÃO DE POSTO DE TRANFORMAÇÃO (CABINE ALTA) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos de manutenção e reparação em posto de transformação de cabine alta (MT/BT)

Leia mais

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica

Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Num metal os electrões de condução estão dissociados dos seus átomos de origem passando a ser partilhados por todos os iões positivos do sólido, e constituem

Leia mais

Aula 1 Introdução. Análise de redes em condições transitórias. rias:

Aula 1 Introdução. Análise de redes em condições transitórias. rias: Proteção de Sistemas Elétricos Aula 1 Introdução Análise de redes em condições transitórias condições transitórias: rias: chaveamento CC falta de fase formas de ondas anormais descargas atmosféricas origem:

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3 30 / 08 / 2012 1 de 19 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 3 4.1 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT... 3 4.2 Agência Nacional de Energia

Leia mais

Sistemas e Circuitos Eléctricos

Sistemas e Circuitos Eléctricos Sistemas e Circuitos Eléctricos 1º Ano/1º Semestre EACI 1º Laboratório: Introdução ao Material de Laboratório Pretende-se nesta aula de laboratório que o aluno se familiarize com o material/equipamento

Leia mais

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO INSTALAÇÕES AT E MT. SUBESTAÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO Ensaios de funcionamento e verificações gerais Protocolo de ensaios Elaboração: GTRPT Homologado: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 1ª Emissão:

Leia mais

Cypelec. Rua Comendador Santos da Cunha, 304, Ap. 2330 4701-904 Braga Tel: 00 351 253 20 94 30 Fax: 00 351 253 20 94 39 http://www.topinformatica.

Cypelec. Rua Comendador Santos da Cunha, 304, Ap. 2330 4701-904 Braga Tel: 00 351 253 20 94 30 Fax: 00 351 253 20 94 39 http://www.topinformatica. 2 Cypelec IMPORTANTE: ESTE TEXTO REQUER A SUA ATENÇÃO E A SUA LEITURA A informação contida neste documento é propriedade da Ingenieros, S.A. e nenhuma parte dela pode ser reproduzida ou transferida sob

Leia mais

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento

Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento 30 Capítulo VIII Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Parte 3: Método da queda de potencial com injeção de alta corrente e ensaios em instalações energizadas Jobson Modena e

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA)

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) PP. 1/9 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ASSISTÊNCIA À CONTAGEM EM PT S E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO IP (ILUMINAÇÃO PÚBLICA) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos diversos relacionados com a

Leia mais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais

Controle II. Estudo e sintonia de controladores industriais Controle II Estudo e sintonia de controladores industriais Introdução A introdução de controladores visa modificar o comportamento de um dado sistema, o objetivo é, normalmente, fazer com que a resposta

Leia mais

CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO

CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO CONDIÇÕES A OBSERVAR PARA O ESTEBELECIMENTO DE POSTO DE TRANSFORMACÃO PRIVATIVO 1 CONDIÇÕES PRÉVIAS Antes de iniciar qualquer trabalho de montagem, ou antes de adquirir um posto de transformação (PT),

Leia mais

José Matias, Ludgero Leote, Automatismos industriais - Comando e regulação, Didáctica Editora

José Matias, Ludgero Leote, Automatismos industriais - Comando e regulação, Didáctica Editora AUTOMAÇÃO (M323) CAPÍTULO III Sistemas Eléctricos 2013/2014 Bibliografia José Matias, Ludgero Leote, Automatismos industriais - Comando e regulação, Didáctica Editora Dores Costa, Fé de Pinho, Comando

Leia mais

A entrada de energia elétrica será executada através de:

A entrada de energia elétrica será executada através de: Florianópolis, 25 de março de 2013. 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente memorial tem como principal objetivo complementar as instalações apresentadas nos desenhos/plantas, descrevendo-os nas suas partes

Leia mais

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. (A) O movimento de energia de frio dentro de um espaço onde ele é necessário. (B) A remoção de calor

Leia mais

Portaria n.º 1276/2002 de 19 de Setembro

Portaria n.º 1276/2002 de 19 de Setembro Portaria n.º 1276/2002 de 19 de Setembro O artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 410/98, de 23 de Dezembro, que aprovou o Regulamento de Segurança contra Incêndio em Edifícios de Tipo Administrativo, determina

Leia mais

SUNNY CENTRAL. 1 Introdução. Avisos relativos à operação de um gerador fotovoltaico ligado à terra

SUNNY CENTRAL. 1 Introdução. Avisos relativos à operação de um gerador fotovoltaico ligado à terra SUNNY CENTRAL Avisos relativos à operação de um gerador fotovoltaico ligado à terra 1 Introdução Alguns fabricantes de módulos recomendam ou exigem a ligação à terra negativa ou positiva do gerador fotovoltaico

Leia mais

Transformadores a seco. Indutores e reatores (chokes) a seco Para aplicações de componentes eletrônicos de potência, transmissão e distribuição

Transformadores a seco. Indutores e reatores (chokes) a seco Para aplicações de componentes eletrônicos de potência, transmissão e distribuição Transformadores a seco Indutores e reatores (chokes) a seco Para aplicações de componentes eletrônicos de potência, transmissão e distribuição 2 Indutores e reatores (chokes) a seco Reatores ABB para requisitos

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1)

CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia CURSO TÉCNICO DE ELETROMECÂNICA APOSTILA DE COMANDOS ELÉTRICOS (COMPILADO - 1) PROF. WESLEY DE ALMEIDA SOUTO wesley@cefetba.br 03/ 2004 1. INTRODUÇÃO A representação

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 4. Disjuntor 145 kv 02 4.1. Objetivo 02 4.2. Normas 02 4.3. Escopo de Fornecimento 02 T- 4.1. Tabela 02 4.4. Características Elétricas 02 4.5. Características Operativas 03 4.5.1.

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento de Condutores Elétricos Dimensionamento técnico baixa tensão Seção mínima Capacidade

Leia mais

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA TEMA DA AULA TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Por que medir grandezas elétricas? Quais grandezas elétricas precisamos medir? Como medir

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 115, de 29 de junho de 1998 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons

Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons Elétrica Quem compõe a instalação elétrica - quadro de luz - centro nervoso das instalações elétricas. Deve ser metálico ou de material incombustível, e nunca de madeira (na sua parte interna ou externa).

Leia mais

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.

Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,

Leia mais

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE

COELCE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 106 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DECISÃO TÉCNICA CRITÉRIO PARA INSTALAÇÃO DT - 16 RELIGADOR AUTOMÁTICO TRIFÁSICO DE 15 KV USO EM POSTE DOCUMENTO NORMATIVO DA TRANSMISSÃO DESIM -896-1 I JUN/1 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 NORMAS E TRABALHOS...1

Leia mais

PEA 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA: PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT)

PEA 2400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA: PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT) PEA 400 - MÁQUINAS ELÉTRICAS I 60 CARACTERIZAÇÃO DAS PERDAS E RENDIMENTO NO TRANSFORMADOR EM CARGA: PERDAS NO FERRO (HISTERÉTICA E FOUCAULT) PERDAS CONSTANTES: p C INDEPENDENTES DA CARGA EFEITO DO CAMPO

Leia mais

SOLID CERAMIC HAIR STYLER

SOLID CERAMIC HAIR STYLER SOLID CERAMIC HAIR STYLER Straigth & Curls HS 3830 PORTUGUÊS A C E A B D F 2 SEGURANÇA Durante a colocação em funcionamento do aparelho, por favor, respeite as seguintes indicações: 7 Este aparelho destina-se

Leia mais

Sistema de Alimentação para lâmpadas UV.

Sistema de Alimentação para lâmpadas UV. Página 1 de 8 Sistema de Alimentação para lâmpadas UV. Linha: UV-TRON - Alimentação bifásica - Alto fator de potência Revisão: 2 Página 2 de 8 Características Gerais: O sistema Rasatronic UV-TRON é um

Leia mais

Métodos de Protecção de Reactâncias

Métodos de Protecção de Reactâncias Faculdade de Engenharia Universidade do Porto Métodos de Protecção de Reactâncias (Metodologia geral) José Eduardo Martins de Carvalho Miguel Freitas ~ LEEC (Energia) - 5º Ano Sistemas de Protecção Novembro/Dezembro

Leia mais

LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO)

LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO) LIGAÇÃO NOVA E AUMENTO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM ENTRADAS COLETIVAS EXISTENTES (PADRÃO ANTIGO) Condições de atendimento Diretoria de Distribuição Gerência de Engenharia da Distribuição

Leia mais

NOTA TÉCNICA 6.010. Página 1 de 19. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição

NOTA TÉCNICA 6.010. Página 1 de 19. Diretoria de Planejamento e Engenharia. Gerência de Planejamento do Sistema. Gerência da Distribuição Página 1 de 19 NOTA TÉCNICA 6.010 REQUISITOS MÍNIMOS PARA INTERLIGAÇÃO DE GERADOR PARTICULAR DE CONSUMIDOR SECUNDÁRIO COM A REDE DE DISTRIBUIÇÃO DA AES ELETROPAULO UTILIZANDO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA

Leia mais

UERJ / MARTE ENGENHARIA LTDA. Av. Rio Branco, 251 14º Andar, CEP 20.040-009 Rio de Janeiro RJ Tel./Fax.: (021) 524-3401, e-mail : dproj@marteng.com.

UERJ / MARTE ENGENHARIA LTDA. Av. Rio Branco, 251 14º Andar, CEP 20.040-009 Rio de Janeiro RJ Tel./Fax.: (021) 524-3401, e-mail : dproj@marteng.com. GPC / 21 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO V PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE DE SISTEMAS DE POTÊNCIA - (GPC) PROTEÇÃO E CONTROLE DIGITAIS DA SUBESTAÇÃO DE 230 KV DA USINA TERMELÉTRICA

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP)

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) NOTA RELATÓRIO -.... Grupo:............ Professor:...Data:... Objetivo:............ 1 - Considerações gerais

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO PRODIMENTOS ASSO DE MICRO E MINI GERAÇÃO COM FONTES 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES... 2 3. DEFINIÇÕES... 3 4. CONDIÇÕES GERAIS... 8 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS... 11 6. VIGÊNCIA...

Leia mais

Capítulo II. Faltas entre fases e entre espiras Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção de geradores

Capítulo II. Faltas entre fases e entre espiras Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção de geradores 22 Capítulo II Faltas entre fases e entre espiras Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* A proteção do gerador deve ser analisada cuidadosamente, não apenas para faltas, mas também para as diversas condições

Leia mais

projecto de postos de transformação

projecto de postos de transformação 123 Henrique Ribeiro da Silva Dep. de Engenharia Electrotécnica (DEE) do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) projecto de postos de transformação {2.ª Parte - Postos em Cabine} Os postos de

Leia mais

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima*

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* 30 Capítulo VI Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas

Leia mais

www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.02 2014 Answers for infrastructure and cities.

www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION 3AE5 e 3AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.02 2014 Answers for infrastructure and cities. www.siemens.com/sion Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 Equipamento de média tensão Catálogo HG 11.0 014 Answers for infrastructure and cities. Disjuntores a vácuo SION AE5 e AE1 R-HG11-8.tif Siemens HG

Leia mais

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador.

Figura 8.1 Representação esquemática de um transformador. CAPÍTULO 8 TRANSFORMADORES ELÉTRICOS 8.1 CONCEITO O transformador, representado esquematicamente na Figura 8.1, é um aparelho estático que transporta energia elétrica, por indução eletromagnética, do primário

Leia mais

Estudo de Caso das Falhas em Transformadores de Corrente de Neutro em Banco de Capacitores de 138kV

Estudo de Caso das Falhas em Transformadores de Corrente de Neutro em Banco de Capacitores de 138kV XIX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 010 a 6 de novembro São Paulo - SP - Brasil Estudo de Caso das Falhas em Transformadores de Corrente de Neutro em Banco de Capacitores de

Leia mais

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U).

Proteção de cabos. o valor da relação Uo/U, que representa o quanto o cabo suporta de sobretensão fase-terra (Uo) e entre fases (U). 32 Apoio Proteção e seletividade Capítulo XII Proteção de cabos Por Cláudio Mardegan* Falando em proteção de cabos, este capítulo abordará de proteção deve ficar, no máximo, igual ao valor de alguns critérios

Leia mais

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS 8.1 - Motores de Corrente Contínua 8.2 - Motores de Corrente Alternada 8.3 - Motores Especiais 8.4 - Exercícios Propostos Na natureza a energia se encontra distribuída sob

Leia mais

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR

RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR RISCO DE EXPLOSÃO EM SALA DE BATERIAS COMO EVITAR Recentemente estive envolvido na elaboração de um laudo técnico pericial referente ao um princípio de incêndio ocorrido em um local onde estavam sendo

Leia mais

entidade promotora financiamento GUIA DO INSTALADOR

entidade promotora financiamento GUIA DO INSTALADOR entidade promotora financiamento GUIA DO INSTALADOR José Maria Almeida Pedro.almeida@ineti.pt Jorge Cruz Costa Cruz.costa@ineti.pt Esquema unifilar utilização 8 INÍCIO Slides 4 a 12 9 7 1 CD 4 5 6 7 7

Leia mais

Transformador Trifásico [de isolamento]

Transformador Trifásico [de isolamento] ISTITTO POLITÉCICO DE ISE ESCOLA SPERIOR DE TECOLOGIA Transformador Trifásico [de isolamento] Ligações do transformador trifásico de isolamento. Objectivos * Conhecer as possibilidades para a transformação

Leia mais

EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES)

EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES) EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES) Baixos valores de fator de potência são decorrentes de quantidades elevadas de energia reativa. Essa condição resulta em aumento na corrente total que

Leia mais

ÓRGÃOS DE MANOBRA E CONTROLO. Tipos, função e localização

ÓRGÃOS DE MANOBRA E CONTROLO. Tipos, função e localização ÓRGÃOS DE MANOBRA E CONTROLO Tipos, função e localização Órgãos de manobra e controlo de um sistema adutor Principais tipos de órgãos Válvulas de manobra e segurança (manuais ou de funcionamento autónomo)

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA EQUIPAMENTOS DA SE PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA COMPONENTES SUBESTAÇÕES OBJETIVOS Apresentar os principais equipamentos

Leia mais