SAPEC GROUP AGRO BUSINESS UMA HISTÓRIA DE SUCESSO

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2 SAPEC GROUP AGRO BUSINESS UMA HISTÓRIA DE SUCESSO SAPEC GROUP Beyond Nature AGRO BUSINESS

3 INOVAR, EXPORTAR E IMPORTAR ESPECIAL CHINA Editorial FASCÍNIO A ORIENTE No ano em que se comemoram os 500 anos da chegada dos portugueses à China, a tradição de relacionamento bilateral entre este gigante do Extremo Oriente e o país que ocupa a ponta mais ocidental da Europa continua a dar frutos. Conduzida pelo ímpeto do estreitar de laços comerciais entre as duas nações, é agora vez de uma valorosa comitiva de empresários portugueses rumar à China, em busca de novas oportunidades de negócio. Seduzidas pelo vislumbre do crescimento naquela que se assumiu, no último ano, como a maior potência comercial do mundo, as empresas portuguesas chegam à China levando na bagagem a qualidade, a inovação e a competitividade da sua oferta. No sentido inverso, e numa altura em que a economia portuguesa se debate com uma crise, o mercado português continua a relevar-se atrativo para o investimento chinês. Nesta edição especial dedicada às relações comerciais entre Portugal e China, contamos com os testemunhos da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, que ajuda a fazer a ponte entre os dois mercados; do banco BBVA, um aliado no processo de expansão internacional das empresas; da SAPEC Agro, que elege a China como mercado prioritário de importação; da Portocargo, pioneira na oferta de transportes diretos a partir de e para várias origens desta potência asiática e da COSEC, a companhia de seguros de créditos que apoia as empresas portuguesas na cobertura do risco comercial nas exportações para a China. FICHA TÉCNICA Impresa Publishing Dossiê Especial Inovar, Exportar e Importar Publicidade/Vendas Carlos Lopes (Diretor) Sérgio Alves (Comercial) Telefone Redação e publicidade Edifício São Francisco de Sales, 242, 2.º, Laveiras, Paço de Arcos Telefone: Produção, controlo de qualidade e prepress: Impresa Publishing Impressão Lisgráfica Coordenação editorial e gráfica Divisão Customer Publishing da Impresa Publishing Os conteúdos publicados no presente dossiê são da responsabilidade exclusiva do Departamento Comercial da Impresa Publishing, sendo editorialmente autónomos dos cadernos principais do jornal Expresso Suplemento Especial 3 Maio 2013

4 NEGÓCIOS COM A CHINA Procurando caminhos alternativos que permitam contornar a quebra acentuada no mercado interno e o abrandamento nos tradicionais destinos de exportação dentro do espaço comunitário, a economia portuguesa aponta baterias aos novos mercados em expansão. Com mais espaço para crescer, é cada vez mais significativa a comitiva empresarial lusa que elege a China como destino privilegiado de internacionalização. A chave para fazer negócio com a maior potência comercial do mundo está numa abordagem concertada em determinados sectores estratégicos, tendo a qualidade de oferta como cartão-de-visita Ancorados a uma jangada de pedra virada para o oceano Atlântico, é longa a tradição que tem lançado os portugueses em busca de novas oportunidades de expansão por esse mundo fora, aproveitando a boleia da globalização de que foram um dos povos pioneiros. Desde a era dos Descobrimentos portugueses com que, a partir do século XV, o País inaugurou um novo capítulo na história mundial, porém, muita tinta tem corrido. Mais de cinco séculos volvidos, já não é a exploração marítima e a conquista de outras latitudes que traçam os desígnios estratégicos os económicos, pelo menos desta nação europeia. A braços com uma crise económico-financeira interna que encontra também ecos no bloco europeu como um todo, colocando entraves à evolução tanto no mercado nacional como no espaço comunitário, Portugal parte agora à descoberta de um novo mundo de negócios, a reboque da força motriz das exportações. Um direcionar de atenções para o exterior que, apesar de ter sido ultimamente mais vincado pela conjuntura deficitária que atravessamos, já tinha sido em muito impulsionado pela globalização do comércio, em grande parte graças ao estabelecimento do Espaço Schengen e ao aprimoramento e sofisticação das vias de transporte, nomeadamente multimodal. Não é, aliás, por acaso que são muitos os que defendem hoje as exportações de bens e serviços como o motor do crescimento da economia nacional, como salienta a AICEP Portugal Global (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal). Só no último ano, o peso das exportações no produto interno bruto (PIB) ascendeu a 39%, o valor mais alto desde o ano 2000, segundo dados do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia e da Inovação. Um número que, ainda assim, não esconde o papel que os mercados fora da Europa têm ganho no consumar dessa estratégia empresarial de internacionalização, sobretudo nos últimos três anos. E é precisamente nesse plano que entram em cena países que, até então, tinham tido um peso praticamente inexpressivo nas relações comerciais com Portugal e que agora se tornam destinos cada vez mais atrativos ao investimento nacional. Orientada, então, pela procura de economias com maior potencial de crescimento, esta armada contemporânea de empresários lusos aponta agora baterias aos mercados emergentes. Em contrapartida ao maior dinamismo destas economias em expansão, o tecido empresarial português que se arrisca lá fora composto por empresas de maior dimensão, mas também por audazes pequenas e médias empresas (PME) leva como bandeira a qualidade dos produtos e serviços, a aposta Suplemento Especial 4 Maio 2013

5 INOVAR, EXPORTAR E IMPORTAR ESPECIAL CHINA na inovação, o know-how e a larga experiência no relacionamento e nas trocas com outros países. Uma experiência que pode, inclusivamente, ser sinónimo de uma outra mais-valia paralela: para além do valor acrescentado da oferta portuguesa para os países de destino e da consequente criação de oportunidades de negócio no sentido inverso, estimulando o comércio bilateral, o aprofundar de laços com Portugal pode abrir as portas dos mercados da lusofonia aos seus parceiros noutros pontos do globo. A Oriente, tudo de novo Nesse desbravar de vias alternativas para prosperar e crescer além-fronteiras, as rotas de exportação de uma fatia substancial das empresas portuguesas têm-nas conduzido até ao Extremo Oriente. Nesse quadrante, seria impossível para a economia portuguesa ignorar uma potência internacional que se tem vindo a afirmar, sobretudo na última década, como um gigante económico incontornável: a China. Um mercado com mais de 1,3 mil milhões de pessoas, em que o poder de compra tem vindo a aumentar progressivamente, reclamando um papel cada vez mais preponderante no quadro internacional. Fazendo jus à possante imagem do dragão que é figura marcante da mitologia chinesa, a crescente robustez comercial desta nação asiática conheceu um novo ponto alto em No ano passado, a China tornou-se a maior potência comercial do mundo, destronando os Estados Unidos. Ainda que no que toca ao PIB a economia chinesa não ultrapasse a norte-americana, a soma das exportações e importações chinesas atingiu 3,87 biliões de dólares (2,9 biliões de euros) em 2012, contra 3,82 biliões de dólares (2,87 biliões de euros), no caso dos Estados Unidos. E apesar de um ligeiro abrandamento em 2012, o Banco Asiático de Desenvolvimento estima que a economia chinesa cresça 8,2% em 2013, a reboque do investimento em infraestruturas e do aumento do consumo interno. O mesmo sentido ascendente que dá conta da boa performance da economia chinesa está patente também nos fluxos comerciais com a sua congénere portuguesa. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as exportações portuguesas para a China alcançaram, em 2012, o melhor ano de sempre, totalizando 779 milhões de euros, o que representa uma subida de 96,3% em relação a Uma cifra que pode ser explicada pela crescente apetência do mercado chinês por produtos e serviços portugueses em setores chave, como as indústrias automóvel, dos minérios e minerais, madeira e cortiça, calçado, agro-química e agro-alimentar, neste caso com os vinhos, o azeite e os laticínios na linha da frente. Suplemento Especial 5 Maio 2013

6 Sérgio Martins Alves Secretário-Geral da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa PORTUGAL-CHINA: O PAPEL DA CCILC Fundada há 35 anos, a Câmara fornece serviços qualificados que permitem às empresas desenvolver as suas atividades empresariais na China e em Portugal de forma mais eficiente, informada e segura A conjuntura bilateral singular de aproximação económica entre Portugal e a China tem permitido à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) pela dimensão, importância e diversidade dos investimentos em curso, mas também pelo peso e capital de experiência da Câmara e dos seus associados projetar- -se como uma agência de prestação de serviços e de fomento de negócios com uma distinta capacidade de ação, especialização e interlocução com a China, mas também como um fórum de reflexão económica de elevado nível empresarial e institucional. A atual direção, onde pontificam os maiores grupos económicos portugueses, procura agora imprimir uma dinâmica adequada e um novo quadro de atuação em parceria com agentes económicos dos dois países, que irão potenciar a mais-valia desta organização. Fundada antes do restabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a República Popular da China, a CCILC procura há 35 anos dinamizar as relações económicas e facilitar a interação entre entidades dos dois países. Criada em 1978 com o respaldo oficial de ambos os governos, a CCILC promoveu o restabelecimento das relações políticas e foi a primeira instituição que, de um modo sistemático e persistente, auxiliou ao desenvolvimento do relacionamento económico e comercial. A Câmara estabeleceu-se como uma entidade de referência, consolidando uma reputação de credibilidade no estabelecimento de pontes e contactos, sempre com uma forte e transversal representatividade do tecido económico português entre os seus associados, que serão agora mais acompanhados pelos seus homólogos chineses, que vêm conferir uma maior bilateralidade à CCILC, onde existe uma prestigiada rede de parceiros dos sectores público e privado em ambos os países. A Câmara fornece serviços qualificados que permitem às empresas desenvolver as suas atividades empresariais na China e em Portugal de forma mais eficiente, informada e segura. Atualmente focada em desencadear negócio e investimento nos sectores com maior potencial de crescimento, como o turismo, o imobiliário ou os sectores agroalimentar e industrial, sem descurar outros, a CCILC procura facultar informações de toda a natureza: divulgar oportunidades de negócio, contactos, dados estatísticos, participação em feiras e realização de missões empresariais, disponibiliza legislação e regulamentação, organiza eventos e fomenta um networking empresarial por diversos meios. Elabora estudos de mercado e pesquisas, proporciona apoio em visitas de delegações oficiais e missões em ambos os países, que promove regularmente; executa interpretações, traduções e trabalhos de consultoria jurídica, fiscal e comercial, entre várias atividades. A promoção e proteção dos interesses dos associados, a divulgação de informação suscetível de afetar as suas atividades e uma ação constante e empenhada junto das autoridades oficiais com vista à criação de melhores condições para a resolução de problemas que auxiliem o desenvolvimento dos negócios bilaterais constituem a missão central da ação da CCILC. Suplemento Especial 6 Maio 2013

7 AIR FRANCE KLM, líder europeu para a Grande China A AIR FRANCE e a KLM operam 93 voos semanais entre os seus hubs de Paris-Charles de Gaulle e Amesterdão-Schiphol e 9 destinos na Grande China: Hong Kong, Pequim, Xangai, Chengdu, Guangzhou, Hangzhou, Xiamen, Wuhan e Taipé. Com os seus parceiros China Southern e China Eastern, o grupo Air France-KLM propõem 126 voos semanais para a Grande China. A AIR FRANCE e a KLM oferecem aos clientes que viajam por motivos de negócios ou de lazer ligações rápidas desde Lisboa para centenas de destinos em todo o mundo. A proximidade de Lisboa a cerca de 2h30 dos seus hubs, com tempos de ligação optimizados, são elementos-chave para os passageiros de negócios portugueses poderem descansar nos voos intercontinentais e chegarem repousados e prontos para trabalhar no seu destino final. Paris-Charles de Gaulle 2: modernização e fluidez No recentemente renovado aeroporto de Paris-Charles de Gaulle, os clientes da Air France beneficiam de ligações mais rápidas e fáceis em edifícios modernos. Todos os voos intercontinentais estão agrupados no terminal 2E, o qual dispõe de modernos lounges VIP La Première e Business (mais de 3000m 2 ). O Terminal 2F é exclusivamente dedicado aos voos Europeus (Schengen), voos operados pela Air France e os seus parceiros da aliança SkyTeam. Ao concentrar as suas operações numa zona do aeroporto, os circuitos de ligações passaram a ser mais simples e mais curtos, permitindo poupar até 10 minutos entre dois voos de ligação. Bombaim Deli Bangalore CDG AMS 7 Beijing (Pequim) CDG AMS CZ 14 AF 7 Chengdu AMS 4 KL AMS Guangzhou (Cantão) KL + 7 CZ Xiamen 3 7 AF + 7 CZ KL Banguecoque Kuala Lumpur 7 4 : Números de voos por semana Macau mais perto de Portugal Em 2013 celebram-se os 500 anos de relações sino-portuguesas; um ano importante para ambos os países. Macau é uma porta privilegiada para a entrada das empresas nacionais no mercado chinês e a Air France-KLM propõem um leque de voos e produtos que permitem aos empresários portugueses conquistar o mercado asiático. A Air France e a KLM operam 19 voos semanais para Hong Kong oferecendo óptimas ligações desde Lisboa via Paris e Amesterdão. No aeroporto de Hong Kong acede-se rapidamente ao ferry que liga o mesmo a Macau. No regresso um balcão de check-in dedicado está à disposição dos passageiros na sala de entrega de bagagens do ferry. Airbus A380 da Air France levanta voo para Xangai Na época de Verão 2013, a Air France propõe 27 voos semanais entre Paris-Charles de Gaulle e Xangai. A partir de 02 de Setembro, destes vinte sete voos três serão operados em Airbus A380 para Xangai-Pudong. A Air France será a primeira companhia aérea europeia a servir a capital económica chinesa em A380. CDG Jakarta Hangzhou AMS Wuhan Phnom Penh 3 Hanoi 3 AF KL Taipé Hong Kong Ho Chi Minh Ville 1 Singapura Seul CDG 12 AF AMS 7 KL Osaka Fukuoka Xangai CDG 11 AF 3 CDG 10 MU AMS 12 KL Manila Denpasar Tóquio (NRT e HND) AMS 7 KL A380 a partir de 02/09/13 A bordo do Airbus A380, a Air France oferece quatro cabines: La Première (Primeira), Business (executiva), Premium Economy (Económica Premium) e Economy, bem como vários novos serviços exclusivos para uma experiência de viagem única e ainda mais conforto: durante o voo, com os padrões da indústria, Produzindo menos de 75 gramas de CO2 por passageiro/quilómetro, o A380 é um dos aviões mais ecológicos do mundo. BlueBiz, acrescente mais valor à sua empresa O programa BlueBiz da AIR FRANCE, KLM e DELTA, programa de fidelização dedicado às PME, permite reduzir custos no orçamento de viagens das empresas aderentes. Ao viajar com a AIR FRANCE, KLM, DELTA, ou outros parceiros, as empresas acumulam Blue Credits. adesão é gratuita em airfrance.pt ou klm.pt. As reservas das viagens da empresa podem ser realizadas através da AIR FRANCE, KLM ou de um agente de viagens. Para mais informações

8 BBVA, UM EXCELENTE ALIADO NO PROCESSO DE EXPANSÃO INTERNACIONAL DAS EMPRESAS O BBVA é um grupo financeiro global com um modelo de negócio assente na banca de retalho e centrado no cliente, que oferece aos seus clientes uma gama completa de produtos e serviços financeiros e não financeiros Presente em 33 países, o BBVA ocupa uma posição de liderança no mercado espanhol, sendo a maior instituição financeira no México e ocupando posições de liderança em vários países da América Latina e na região de SunBelt, nos Estados Unidos. Conta também com uma presença relevante na Turquia e na China, através de participações no Garanti Bank e no CITIC, respetivamente. Com mais de oito mil agências em todo o mundo, 53 milhões de clientes, 117 mil colaboradores e 3500 acordos de colaboração com bancos correspondentes, o BBVA torna-se num excelente aliado no processo de expansão internacional das empresas. A aposta na inovação como fator diferenciador e como alavanca do desenvolvimento da atividade permite ao BBVA criar soluções inovadoras, que coloca à disposição dos seus clientes por forma a apoiar a sua atividade local e a promover o seu crescimento internacional. OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO ALÉM-FRONTEIRAS Consciente dos obstáculos inerentes ao processo de internacionalização, o Grupo BBVA trabalha para promover e facilitar o processo de internacionalização das empresas. Dispõe, por isso, de uma rede de coordenadores internacionais que trabalha diariamente para apoiar as empresas que procuram alargar o seu negócio a novos mercados. Através da colaboração entre os diversos bancos do Grupo, as empresas têm acesso a uma extensa cobertura internacional que as ajuda a explorar e potenciar novas oportunidades de negócio além-fronteiras. Na atual conjuntura, a procura de novos mercados para a internacionalização da atividade é determinante para o sucesso das empresas. Consciente dessa necessidade, o BBVA tem vindo a apoiar as empresas, dando a conhecer novas geografias com elevado potencial de crescimento e a ajustar o seu modelo de negócio por forma a melhor satisfazer as necessidades dos seus clientes. Exemplo disso são as iniciativas que o BBVA tem vindo a realizar em Portugal, denominadas Oportunidades de Investimento e Comércio Externo, através das quais partilha com os empresários portugueses informação relativa às diferentes geografias onde o Grupo está presente, assim como oportunidades de negócio existentes, ajudando os empresários portugueses a identificar e a explorar as oportunidades oferecidas pelos diferentes mercados internacionais. Países como o Peru, Colômbia, México, Turquia e China já foram abordados pelo BBVA. Fiel à sua estratégia, o BBVA reforça o apoio às empresas com atividade exportadora, disponibilizando-lhes um completo conjunto de soluções de comércio internacional. Soluções essas que contemplam linhas de crédito para financiamento e apoio de tesouraria, que assumem um papel bastante relevante no financiamento da economia portuguesa (Linha de Crédito Empresas BBVA, com 500 milhões de euros, e Linhas de Crédito PME Investe com o apoio do Finova) e outros produtos ajustados às necessidades específicas dos diferentes mercados. Para o mercado em análise, o BBVA em Portugal, em coordenação com o BBVA Hong Kong, implementou um novo serviço para operações em moeda CNY. Este novo serviço permite posicionar o BBVA como um dos bancos de referência no mercado, que oferece esta divisa nas diferentes operações possíveis de serem realizadas, quer a nível de trading quer a nível de soluções de mercados. Trata-se de uma solução de extrema importância, tendo em conta o aumento da relevância das transações comercais com este país. O BBVA dispõe ainda de uma equipa de especialistas que disponibiliza às empresas um atendimento personalizado e que ajuda a identificar os produtos e serviços mais adequados aos diferentes mercados onde querem investir, bem como os instrumentos financeiros que ajudam na gestão do risco cambial inerente ao negócio internacional. Suplemento Especial 8 Maio 2013

9 Ver o mundo como uma oportunidade de negocio e aproveitar o seu banco.

10 João Martins Diretor de Marketing Estratégico do Agrobusiness do Grupo SAPEC PLAYER DE REFERÊNCIA NO MERCADO INTERNACIONAL DE GENÉRICOS Procurando cimentar um lugar de destaque na indústria agroquímica a nível mundial, a SAPEC Agro elege a China como mercado prioritário de importação Sendo uma empresa da indústria agroquímica, quais as áreas de atuação da SAPEC Agro? A SAPEC Agro opera ao nível agrícola em duas áreas: proteção de culturas e nutrição vegetal. Na área da proteção de culturas, produzimos e distribuímos produtos fitofarmacêuticos: inseticidas, herbicidas e fungicidas. Na área da nutrição vegetal, através da Tradecorp, uma empresa detida a 100% pelo Grupo SAPEC, produzimos e distribuímos fitonutrientes e outros adubos especiais. Estamos em Portugal desde 1926 e possuímos unidades fabris e laboratoriais em Setúbal, onde empregamos mais de 300 pessoas. Têm-se afirmado como líderes na Península Ibérica nos mercados fitofarmacêuticos, em particular no segmento de genéricos. O que dita essa posição de destaque? Espanha foi o primeiro mercado de exportação da empresa, processo iniciado em Decorrida mais de uma década a operar com duas empresas em distribuição direta, o Grupo SAPEC tem hoje uma presença consolidada nesse país, onde detemos mais de 8% de quota de mercado. Quanto a Portugal, a história de distribuição de produtos fitofarmacêuticos começou nos anos 60. Esta experiência acumulada, aliada a uma estratégia de sucesso, levou-nos à liderança do mercado com 32% de quota de mercado em 2012, fruto da performance das duas companhias com que operamos (SAPEC Agro e Selectis). Somos hoje o terceiro player ibérico da distribuição direta de produtos fitofarmacêuticos, com uma participação superior a 12%. O segmento de genéricos diferenciados área onde investimos fortemente em inovação constitui o TRADIÇÃO DE EXCELÊNCIA A SAPEC AGRO INVESTE CONTINUAMENTE NOS PROCESSOS DE CERTIFICAÇÃO, QUE SÃO O GARANTE DO COMPROMISSO COM A QUALIDADE E EXCELÊNCIA DE PROCESSOS Suplemento Especial 10 Maio 2013

11 INOVAR, EXPORTAR E IMPORTAR ESPECIAL CHINA Existem ainda entraves ao desenvolvimento de relações comerciais com a China do ponto de vista da importação de produtos ou matérias-primas? Que entraves são esses e como é que é possível ultrapassá-los? Naturalmente, para chegar aqui houve um caminho a percorrer. Houve uma curva de aprendizagem. Como em qualquer processo deste tipo, o mais importante foi termos tido a capacidade de não fazer o percurso sozinhos. No ponto onde estamos hoje, a língua, as diferenças culturais ou outro tipo de aspetos relacionados com a importação de matériasprimas que fazemos já não poderão ser considerados entraves, apenas meras características de um processo específico! Dentro de dias, inclusive, iremos receber uma delegação de sintetizadores chineses, que numa visita oficial à Europa organizada pela associação de fabricantes da província de Zhejiang, a segunda maior produtora de produtos fitofarmacêuticos, visitará a SAPEC e uma outra empresa do Norte da Europa. core business da companhia, sendo o Grupo SAPEC líder ibérico neste segmento. Os dois primeiros atores focalizam o seu negócio na comercialização de produtos sob proteção. Recentemente, o laboratório da SAPEC Agro recebeu uma acreditação única na Península Ibérica para a realização de ensaios físico-químicos em produtos fitofarmacêuticos. O que significou para vocês esse reconhecimento? De facto, em janeiro deste ano obtivemos a acreditação 17025:2005 (segundo a norma NP EN ISO/ IEC) para a realização de ensaios físico-químicos em produtos fitofarmacêuticos. Esta acreditação, em conjunto com as certificações GLP (Good Laboratory Pactices) dos nossos laboratórios, pressupõem uma vantagem competitiva chave no apoio ao processo de registo e comercialização de produtos fitofarmacêuticos a nível europeu e brasileiro, tratando-se de ferramentas essenciais para apoiar a dinâmica de internacionalização da empresa e de reforço da sua vocação exportadora. Desde 1998 que a SAPEC Agro investe continuamente nos processos de certificação, que são o garante do nosso compromisso com a qualidade e excelência de processos e o catalisador da aposta na inovação. APOSTA GANHA COMPETITIVIDADE COMERCIAL, SERIEDADE E FIABILIDADE NEGOCIAL, ASSOCIADAS A PADRÕES DE QUALIDADE ELEVADOS, JUSTIFICAM A ELEIÇÃO DA CHINA COMO MERCADO DE IMPORTAÇÃO PRIVILEGIADO Uma boa parte das matérias-primas que a SAPEC Agro utiliza nos seus produtos têm origem chinesa. Quando é que despertaram para esse mercado e o que justificou essa opção? O início da relação com fornecedores asiáticos, em particular chineses, remonta a meados dos anos 90. Na altura operávamos unicamente em Portugal, com uma filosofia de distribuição de produtos de terceiras companhias. A necessidade de proporcionar ao agricultor um rácio benefício/qualidade elevado, aliada à reorientação estratégica da empresa, conducente à sua independência, originou uma aposta crescente no segmento de produtos genéricos e, daí, uma aposta crescente na China. Que fatores tornam a China atrativa e competitiva enquanto mercado de importação? A China é o líder mundial na produção de produtos fitofarmacêuticos genéricos, assim como é o local onde hoje as multinacionais de I&D produzem uma parte importante da sua produção. Os fatores principais que para tal contribuem são: a variedade da oferta; a competitividade comercial; a seriedade e a fiabilidade negocial. Estes fatores, associados a parâmetros de qualidade elevados, que se conseguem com a adequada seleção dos parceiros de negócio, são as principais mais-valias que o mercado chinês nos oferece. Do vosso ponto de vista, tendo em conta a experiência de contacto e relação que têm com a economia chinesa, os empresários chineses estão mais atentos ao mercado português, procurando investir por cá? Mais que investir no mercado português, a China procura investir em qualquer boa oportunidade de negócio. Têm recursos financeiros e a visão estratégica central para essa orientação. Mas isso é senso comum, o mundo convive com essa realidade a cada instante. Vejo o processo por outro prisma: compete ao empresário português ser proativo e despoletar essas oportunidades. Só aterrando em solo chinês se percebe o alcance desta realidade! No ano passado, 65% do volume de negócio da SAPEC foram dedicados à exportação, uma fasquia que sei que querem continuar a ver subir, tendo, nomeadamente, Espanha, Brasil, Itália e França como mercados de destino preferenciais. De futuro, equacionam a possibilidade de exportação para o mercado chinês? A exportação é, de facto, uma prioridade para a SA- PEC Agro. Passámos em pouco mais de uma década de volumes residuais para cerca de 70% em Para esta performance contribuem hoje, principalmente, Espanha, França e Itália. O Brasil é um projeto que deverá arrancar já em 2014 e que reforçará esta tendência exportadora da nossa companhia. A nossa presença na China limita-se aos escritórios da SAPEC Agro Macau, que serve como plataforma comercial; como destino de exportação, este país não está nos nossos horizontes. Que objetivos traça a SAPEC Agro para 2013? Na SAPEC Agro habituamo-nos a pensar a médio prazo. Os próximos cinco anos apontam para a duplicação do volume de negócios, para o crescimento das exportações, para cimentar a nossa posição como player de referência no mercado internacional de genéricos, para continuar a gerar emprego, para continuar a gerar valor para o acionista e para o país. Quanto a 2013, reforçar as nossas prioridades: continuar a pôr no centro da nossa estratégia o produtor agrícola nos mercados onde operamos. É ele a razão da nossa existência. O resto vem por acréscimo! Suplemento Especial 11 Maio 2013

12 Mário de Sousa Presidente do Conselho de Administração da Portocargo A REPUBLICA POPULAR DA CHINA É UMA DAS PRIORIDADES INQUESTIONÁVEIS DA PORTOCARGO Desde que a Portocargo iniciou a atividade, em 1990, foi definido pelos seus fundadores que a República Popular da China seria um dos mercados alvo Tendo em consideração que a Portocargo opera na área do transporte internacional de mercadorias, que tipo de oferta disponibilizam aos vossos clientes? Desde o transporte internacional ao levantamento e entrega na origem e destino, do seguro de mercadorias transportadas ao desembaraço aduaneiro das mercadorias, independentemente de efetuadas na área de residência dos importadores ou exportadores ou em regime de representação fiscal, a Portocargo está vocacionada e organizada para projetar, coordenar e executar serviços desde que as mercadorias saem das fábricas até à sua entrega no domicílio. Oferecem soluções de transporte ajustadas em função das especificidades de cada mercadoria, necessidade temporal e custo. Essas soluções à medida são uma mais-valia inequívoca nos dias que correm? Reputados técnicos especializados nas várias áreas e tarefas ligadas ao transporte, logística, declarações aduaneiras, alicerçados em profundos conhecimentos nos vários assuntos inerentes ao comércio internacional, nomeadamente quanto às condições de compra e forma de pagamento, permitem que a Portocargo estude e apresente a cada cliente as várias soluções, partindo sempre do princípio de que teremos que ser parte integrante da solução e nunca parte dos problemas. Partindo do pressuposto de que a plena satisfação dos clientes é o principal objetivo da Portocargo, e tendo sempre em consideração rotas, tempo de trânsito, regularidade, bem como a inquestionável capacidade financeira, é efetuada uma criteriosa seleção de companhias marítimas/aéreas, bem como de parceiros locais. Em quantos países está presente a Portocargo? Como empresa, a Portocargo opera em Portugal e Roterdão desde Através de parcerias nos vários países com os quais operamos, garantimos aos nossos clientes, independentemente da sua dimensão ou localização, a prestação de um serviço global e tendo sempre em consideração as regras e legislação local. Em conjunto com os nossos parceiros chineses sob a égide da FECL (Far East Cargo Line), operamos em regime de representação exclusiva e recíproca nos vários países do Extremo Oriente, sendo a República Popular da China responsável pela maior parte do tráfego. Para além da República Popular da China, a Portocargo, através de representação exclusiva, está presente em 62 países espalhados por todos os continentes. Que fatores ditaram essa aposta estratégica no mercado chinês? Desde que a Portocargo iniciou a atividade, em 1990, foi estrategicamente definido que a República Popular da China seria um dos mercados alvo. A República Popular da China é uma das prioridades inquestionáveis da Portocargo, independentemente de se tratar de importação ou exportação. A aposta neste mercado iniciou-se quando o país ainda concentrava as suas exportações nas até então designadas corporações e foi delineada nos primórdios da empresa. A capacidade técnica dos seus recursos humanos e a segurança que nos é dada pelos nossos parceiros chineses permitiram à Portocargo ser pioneira na oferta de transportes diretos a partir das várias origens na República Popular da China, mesmo quando as infraestruturas e a legislação do país (no que respeita ao comércio internacional) eram ainda embrionárias. Qual a importância deste mercado para a Portocargo atualmente? No volume total dos negócios da Portocargo, a Re- Suplemento Especial 12 Maio 2013

13 INOVAR, EXPORTAR E IMPORTAR ESPECIAL CHINA pública Popular da China representa hoje um valor percentual menor que no passado longínquo e recente. Esta diminuição resulta não da diminuição do interesse ou atividade com aquele país, mas do investimento e diversificação da Portocargo noutros mercados e continentes. Mesmo considerando o abrandamento das importações devido à crise económica e financeira que em Portugal se vive, a nossa presença na República Popular da China não tem sido beliscada, antes pelo contrário, melhorada, com o aumento das nossas exportações para a República Popular da China. As perdas constatadas na importação são compensadas com o aumento da exportação. Para um empresário português que esteja a ponderar começar a exportar para a China, o que é que é imprescindível ter em conta? Para que um exportador português tenha sucesso na exportação para a China, o mais importante é a sua preparação prévia quanto à forma como abordar este mercado. Para que se possam concentrar no seu core business, a nossa principal recomendação aos exportadores portugueses vai no sentido de selecionarem cuidadosa e criteriosamente os seus parceiros, não baseados apenas no fator preço/dimensão, mas pelo valor acrescentado que cada operador lhes pode oferecer no que concerne ao conhecimento do mercado chinês. Ainda existem entraves para quem chega e para quem opera no mercado chinês? Sendo a China um país focalizado na maximização das suas exportações, tem certamente algumas características protecionistas. No entanto, com a correta abordagem ao mercado, tendo em consideração a legislação, tipificação de consumidores e de empresas importadoras, a China é certamente um mercado que nenhum exportador português deverá ignorar. Para que possa ultrapassar barreiras, apenas têm que escolher parceiros com know-how necessário, evitando a abordagem aventureira. Asseguram também o transporte de mercadorias no sentido inverso: da China para Portugal. É também essa versatilidade que vos tem aberto as portas deste mercado? A Portocargo não só assegura o transporte e as várias operações como efetua transportes e operações relacionados com origem na China e destinos distintos de Portugal. Ou seja: operações triangulares ou vulgarmente designadas por cross trade. A nossa versatilidade é um fator crucial, não só na República Popular da China como nos vários países com os quais trabalhamos, tendo como objetivo sistemático o aprofundamento do conhecimento da realidade e das normas locais de onde pretendemos partir ou onde pretendemos chegar, independentemente dos meios de transporte a utilizar. Suplemento Especial 13 Maio 2013

14 Berta Dias da Cunha Administradora da COSEC O APOIO DA COSEC NA COBERTURA DO RISCO COMERCIAL NAS EXPORTAÇÕES PARA A CHINA A COSEC tem vindo a acompanhar e a apoiar as empresas portuguesas que têm galgado fronteiras e procurado implementar a sua atividade a nível de exportações para esta potência económica mundial O mercado da China, que alberga um quarto dos consumidores a nível global, tem vindo a ganhar grande poder de compra e está disposto a adquirir bens distintivos e serviços de elevada qualidade. Uma análise da evolução da relação comercial entre Portugal e a China permite algumas ilações iniciais que favorecem sinais positivos no relacionamento entre estes dois países. De acordo com dados recentemente apresentados pelo INE, o saldo da balança comercial (Portugal-China), apesar de ainda deficitário, regista uma evolução crescente e relevante para Portugal. Em 2012, a importação de bens oriundos do gigante asiático representou 1,38 mil milhões de euros, mas os dados de exportação registam desde 2010 um crescimento acentuado, tento ultrapassado os 700 milhões de euros no final de Destacam-se nesta relação comercial os materiais de transporte, produtos minerais e máquinas e aparelhos e material elétrico. De acordo com os mesmos indicadores, é igualmente merecedor de destaque o crescimento muito acentuado dos valores de exportação de serviços para a China, pese embora ainda só representarem 0,2% do total. A COSEC tem vindo a acompanhar e a apoiar as empresas portuguesas que têm galgado fronteiras e procurado implementar a sua atividade a nível de exportações para esta potência económica mundial. Este trabalho de parceria com as empresas nacionais tem elevado, nos últimos anos, a exposição da COSEC no mercado chinês. Este esforço de exportação para a China tem sido mais visível em quatro sectores do mercado nacional, os quais ao longo dos anos têm tido sempre mais apetência e propensão para apostar no mercado externo, como é o caso dos sectores do têxtil e calçado, automóvel, comércio e retalho e dos produtos alimentares. Até ao final do mês de abril do corrente ano, isto significava uma exposição da COSEC de cerca de 12 milhões de euros, com um crescimento de 56% face a período homólogo, e fazendo com que a China ocupe o 35.º lugar no ranking dos países cobertos pela COSEC, equivalendo a 0,3% da sua exposição em mercados externos. A COSEC não se limita à gestão do risco comercial por sua própria conta, tendo também a gestão por conta e ordem do Governo Português de uma linha de apoio para países que se encontram fora da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) para operações de curto prazo até 24 meses, os quais cobrem riscos comerciais e políticos, o que em 2012 equivaleu a 203 milhões de euros. A República Popular da China foi o 10.º mercado mais procurado por este tipo de linha de apoio, equivalendo a 1,7% do total disponibilizado, com a disponibilização de 3,6 milhões de euros. No último ano, podemos ver que esta linha de apoio para transações com este mercado asiático cresceu 67% em relação a 2011, sendo as empresas ligadas ao sector da cortiça, maquinaria industrial, pastas cerâmicas, têxtil e vinhos a usufruírem destes apoios. Suplemento Especial 14 Maio 2013

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