Índice NOTA INTRODUTÓRIA SÍNTESE A I&D EMPRESARIAL TORNOU -SE MAIORITÁRIA A RAZÃO DO DESFASAMENTO ENTRE O CRESCIMENTO

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1 Índice NOTA INTRODUTÓRIA SÍNTESE A I&D EMPRESARIAL TORNOU -SE MAIORITÁRIA A RAZÃO DO DESFASAMENTO ENTRE O CRESCIMENTO DA I&D E O FRACO CRESCIMENTO DO PIB O agravamento do dualismo da sociedade e da economia portuguesas A estrutura da especialização da economia não era favorável ao desenvolvimento da I&D O arranque do apoio à I&D empresarial década de 80: uma oportunidade perdida Também na I&D o tempo de aprendizagem é um caminho incontornável Cresceu a inovação, persistindo o modelo de negócio assente na redução dos custos O baixo investimento na I&D pelas grandes empresas A modernização das infraestruturas e o crescimento dos setores não transacionáveis A incapacidade de ajustamento à mudança no enquadramento geoeconómico ACELERAÇÃO DA I&D EMPRESARIAL E DOS SEUS RESULTADOS O reforço da dinâmica da I&D empresarial Apoio à mobilidade de recursos humanos qualificados para as empresas... 67

2 6 PORTUGAL 2015: UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE? Investigação em consórcio entre empresas e universidades Prioridade à inovação em meios de produção Articulação da inovação com a internacionalização Apoio à valorização dos resultados no mercado Aceleração da I&D empresarial A I&D e a inovação com impacto económico que se tornou relevante A I&D e as empresas de base tecnológica alteram Melhoria do nível de formação da classe empresarial Sinais de um maior empenho das grandes empresas na I&D Evolução recente dos apoios à I&D e perspetivas de valorização dos resultados TENDÊNCIAS DA I&D EMPRESARIAL COM IMPACTO RELEVANTE NAS POLÍTICAS ECONÓMICA E SOCIAL Valorização dos recursos humanos e naturais Valorizar os recursos minerais Energias renováveis com rede Os oceanos Otimizar o uso dos recursos naturais, diminuir o impacto ambiental Mobilidade sustentável diminuindo a dependência externa e melhorando o ambiente Alguns eixos de inovação nos setores de meios de produção Engenharia eletrónica Serviços de software Da informática às indústrias de conteúdos Automação e robótica Da indústria dos moldes à «engineering and tooling» e à indústria dos plásticos Renovação dos produtos tradicionais pelas novas tecnologias embebidas Foram criadas novas condições para superar os constrangimentos do dualismo na formação

3 ÍNDICE Investir no social impulsiona a economia para um novo patamar de competitividade Saúde novos produtos diminuem custos e dão origem a novas exportações Ensino e formação Segurança A modernização das infraestruturas abre novas oportunidades de desenvolvimento, melhorando o ordenamento do território nacional MUDANÇAS NO ENQUADRAMENTO GEOECONÓMICO COLOCAM PORTUGAL NAS CORRENTES MAIS DINÂMICAS DO COMÉRCIO MUNDIAL Mudanças em curso nas redes internacionais favoraveis à nossa competitividade Melhor integração nas redes internacionais de energia Novas perspetivas com o alargamento do Canal do Panamá Abrem -se novas perspetivas para a economia portuguesa Desenvolvimento dos serviços de transporte, logística e comércio Desenvolvimento de indústrias fortemente exportadoras Uma maior integração da produção nacional no mercado europeu Entre Shenzhen e Sines REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA: UMA NOVA OPORTUNIDADE A Web liga o mundo, o digital impregna o analógico Articulação da dinâmica da inovação tecnológica com a competitividade do território REFORÇAR A ATRATIVIDADE DO PAÍS PARA CAPTAR INVESTIMENTOS QUALIFICADOS Reforçar a atratividade do país pelos investimentos com impacto social Investimento nas energias renováveis e melhoria da qualidade de vida Ajustar o modelo de consumo para melhorar a qualidade de vida

4 8 PORTUGAL 2015: UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE? 8. PROMOVER O INVESTIMENTO PRODUTIVO QUALIFICADO Oportunidades irreversíveis, riscos e urgência Refocar as prioridades da política de captação de IDE Alavancar na «diáspora» a captação de IDE Anexo Índice de Quadros QUADRO 1 Indicadores de dinamismo económico das empresas com I&D ( ) QUADRO 2 Portugal: um grande esforço na formação da população QUADRO 3 Grau de formação por escalões etários em Portugal e na OCDE, 2010 (%) QUADRO 4 Percentagem de empregadores e trabalhadores com formação superior QUADRO 5 Níveis de escolaridade formação ao longo da vida e utilizadores da internet 2002 (%) QUADRO 6 Participação em ações de formação não formal QUADRO 7 Emprego de diplomados nas empresas QUADRO 8 Inovação com um impacto económico limitado pelo forte «dualismo» da indústria portuguesa QUADRO 9 Produtividade (vendas por trabalhador) QUADRO 10 Criação de desemprego entre 2005 e QUADRO 11 Inovação um impacto económico limitado, pelas características do setor exportador QUADRO 12 Inquérito a projetos de investigação em consórcio concluídos com sucesso QUADRO 13 Grau de continuidade das atividades de I&D QUADRO 14 Indicadores de inovação: Portugal/média europeia (UE 27) QUADRO 15 Peso relativo das grandes empresas na I&D empresarial (em 2003) QUADRO 16 Os transportes na estrutura da despesa das famílias, QUADRO 17 Meio de transporte utilizado nas deslocações pendulares QUADRO 18 Distribuição setorial das PME Líder (dados de 2009)... 62

5 ÍNDICE 9 QUADRO 19 Data de contratação dos doutorados pelas empresas candidatas ao SIFIDE QUADRO 20 Distribuição etária e por situação no emprego dos «doutores» QUADRO 21 Evolução do tipo de inovação dos projetos de I&D em consórcio apoiados pela AdI QUADRO 22 Participação nacional em projetos Eureka ( ) (%) QUADRO 23 Empresas inovadoras com I&D intramuros, realizada de forma contínua QUADRO 24 Aumento das vendas de produtos inovadores QUADRO 25 Empresas com licenciados e com I&D, segundo o n.º de trabalhadores em QUADRO 26 O papel das empresas com I&D no funcionamento do sistema produtivo QUADRO 27 Projetos de I&D apoiados pela AdI ( ): matriz tecnologia X setores de aplicação (% do n.º de projetos) QUADRO 28 Melhoria do nível formação dos empregadores QUADRO 29 Empresas com I&D apoiadas pela AdI dos setores de eletrónica e software QUADRO 30 Projetos TICE QUADRO 31 Projetos de I&D de empresas de moldes (CAE 25734) QUADRO 32 Taxa de desemprego da população dos 25 aos 64 anos por níveis de escolaridade QUADRO 33 A importância da saúde como destino da I&D empresarial (% do n.º de projetos) QUADRO 34 Custos comparados dos modos de transporte de mercadorias Índice de Figuras Figura 1 Investigação e desenvolvimento empresarial supera a dos outros setores Figura 2 Indicador de inovação: 2010 subida de «divisão» Figura 3 As empresas com I&D em Portugal Figura 4 Balança tecnológica e balança comercial com evoluções divergentes Figura 5 O dualismo na formação dos trabalhadores é um entrave à inovação... 34

6 10 PORTUGAL 2015: UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE? Figura 6 O sucesso nos resultados dos projetos de I&D em consórcio depende da experiência Figura 7 Distância média diária percorrida em automóvel Figura 8 Renovação do tecido empresarial associado ao investimento na I&D Figura 9 Percentagem de empresas novas nos programas de I&D em consórcio Figura 10 Importância dos spin -offs nos projetos de I&D em consórcio (% de projetos com participação de spin -offs nos consórcios) Figura 11 Investimento elegível e n.º de participações em projetos de I&D empresarial aprovados pela AdI Figura 12 Evolução, numa geração, dos níveis de formação dos empregadores. Dados de Figura 13 Queda no incentivo público pela AdI à I&D empresarial Figura 14 Uma vaga potencial de resultados a chegar ao mercado Figura 15 Previsão de aceleração do crescimento do rácio médio de licenciados na população Figura 16 Alterações na envolvente externa favoráveis a Portugal Figura 17 Acessibilidades marítimas do porto de Sines Figura 18 Expansão da capacidade do terminal de contentores do porto de Sines FIGURA 19 Inovação, investimento com impacto social FIGURA 20 Atividades económicas por grau de intensidade tecnológica CAE Rev

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