SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS

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2 SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS Eliminação de Barreiras à livre Prestação de Serviços Confederação do Comércio e Serviços de Portugal

3 Esquema 1. PORTUGAL- UMA ESPECIALIZAÇÃO COM FRACO POTENCIAL DE ASSEGURAR CRESCIMENTO 2. PORTUGAL- FATORES ESTRUTURAIS DE ATRATIVIDADE E NOVAS FUNÇÕES NA GLOBALIZAÇÃO 3. OS SERVIÇOS UM DUPLO PAPEL COMO NOVOS MOTORES DA EXPORTAÇÃO & COMO FATORES DE ATRATIVIDADE DO TERRITÓRIO PARA INVESTIDFORES, NOVOS RESIDENTES E TURISTAS

4 1. PORTUGAL- UMA ESPECIALIZAÇÃO COM FRACO POTENCIAL DE ASSEGURAR CRESCIMENTO,

5 TRÊS EUROPAS? Mapa da Especialização Europeia Conhecimento Capital Intensivo Serviços Indústria Terra &Território Trabalho Intensivo

6 TRÊS EUROPAS? Na abordagem seguida optou-se por realizar uma comparação entre OITO economias nacionais da União Europeia com base na informação disponibilizada no site European Cluster Observatory. Para tornar mais fácil a comparação entre economias nacionais dividiram-se os Clusters em quatro categorias: Clusters cuja competitividade assenta na intensidade de conhecimento; Clusters cuja competitividade assenta na escala de produção e na intensidade do capital; Clusters cuja competitividade assenta na intensidade de trabalho; Clusters que são muito dependentes da oferta de terra e de infra-estruturas de rede de base territorial.

7 TRÊS EUROPAS? EUROPA DO NORTE Exemplos: ALEMANHA E SUÉCIA EUROPA DO OESTE Exemplos: REINO UNIDO E HOLANDA EUROPA DO SUL Exemplos: ITÁLIA, ESPANHA E PORTUGAL A FRANÇA INTERMÉDIA

8 TRÊS EUROPAS? ALEMANHA

9 TRÊS EUROPAS? ALEMANHA Tem uma especialização centrada nas actividades industriais intensivas em escala e capital, com larga expressão em actividades de média tecnologia (indústria automóvel, fabrico de máquinas e equipamentos industriais, de material elétrico, da química e plásticos); Mas dispõe igualmente de pontos fortes em algumas das actividades intensivas em conhecimento (concepção e fabrico de dispositivos médicos, serviços às empresas e tecnologias de informação); Sendo quase inexistentes as actividades de especialização internacional assentes na intensidade de trabalho.

10 TRÊS EUROPAS? PORTUGAL

11 TRÊS EUROPAS? PORTUGAL Partilhando com a Espanha a ausência da maior parte das actividades intensivas em conhecimento e em capital e escala, tem como traços dominantes: Muito maior especialização nas indústrias intensivas em trabalho (vestuário, calçado, têxteis, mobiliário); Forte dependência de actividades assentes na terra (indústrias florestais, construção, turismo e mesmo nas áreas industriais dos materiais de construção e pedreiras); Mas com Especialização crescente nos serviços às empresas, classificados aqui como actividades intensivas em conhecimento.

12 2. PORTUGAL- O DESAFIO DO CRESCIMENTO ,

13 O DESAFIO DO CRESCIMENTO Portugal tem uma presença actual nos mercados internacionais que é muito vulnerável à concorrência das grandes economias emergentes e a cada vez maior número de economias em desenvolvimento; Portugal não pode crescer mantendo o seu foco, nem exclusivamente no que já se exporta, para exportar "mais do mesmo" (mesmo quando o "mesmo" é melhorado) nem manter uma fixação na Europa, uma região que vai crescer muito pouco nas próximas décadas; Portugal para responder à crise em que se encontra tem que organizar uma "expedição colectiva" à Globalização para voltar a crescer.

14 O DESAFIO DO CRESCIMENTO Como está a acontecer com Portugal, a redução do défice externo pode ser acompanhada pela ausência de crescimento, se for obtida por uma contracção da procura interna e pela viragem para exportação de uma parte mais significativa da capacidade instalada.

15 O DESAFIO DO CRESCIMENTO 1. A retoma do crescimento tem que assentar numa nova vaga de investimento na exportação de bens, serviços, conteúdos e conceitos que abra oportunidades no mercado exterior suficientemente vastas que: Justifiquem um aumento substancial e continuado do investimento no sector exportador; Contribuam para a diversificação e sofisticação da carteira de actividades exportadoras.

16 O DESAFIO DO CRESCIMENTO 2. A retoma do crescimento, num período de contração do crescimento da procura interna, exige em paralelo uma dinâmica assente na atracção de rendimento vindo do exterior; Não só como turismo, mas sobretudo como acolhimento de dezenas de milhares de novos residentes vindos da Europa; O que também pode contribuir A PRAZO para animar as actividades imobiliárias e de construção, valorizando ativos hoje acumulados como crédito mal parado.

17 O DESAFIO DO CRESCIMENTO 3. A retoma do crescimento, para ser sustentada, tem que assentar num aumento substancial da produtividade dos factores (capital, conhecimento/tecnologia, trabalho e terra): Nas atividades exportadoras, que têm que ser polos de elevada produtividade na economia (assente em equipamentos, tecnologia, organização, qualificação de recursos humanos & inovação); Nos sectores mais protegidos da concorrência internacionais através de reformas estruturais que aumentem a competição para incentivar eficácia eficiência na prestação de serviços

18 3. PORTUGAL- UM ITINERÁRIO PARA CRESCER, REPOSICIONANDO-SE NA GLOBALIZAÇÃO

19 PORTUGAL: DEFININDO UM INTINERÁRIO PARA CRESCER SAIR DE UM ESPECIALIZAÇÃO AINDA COM FORTE EXPRESSÃO DE ATIVIDADES TRABALHO INTENSIVAS OU DEPENDENTES DA TERRA PARA UMA ESPECIALIZAÇÃO COM MAIS ATIVIDADES ASSENTES: NO CONHECIMENTO, CRIATIVIDADE & ENGENHARIAS EM SERVIÇOS E EM INDUSTRIAS TRANSFORMADAS PELAS FUNÇÕES TERCIÁRIAS (I&D, Design, Marketing) NA EXPLORAÇÃO DA SUA GEOGRAFIA EM SERVIÇOS E EM INDUSTRIAS DE PRODUTOS COMPLEXOS

20 PORTUGAL: DEFININDO UM INTINERÁRIO PARA CRESCER ONDE ESTAMOS E PARA ONDE PODERÍAMOS EVOLUIR Conhecimento Capital Intensivo Serviços Indústria Portugal 2030? Terra & Território Portugal Actual Trabalho intensivo

21 ONDE SE CONCENTRAM HOJE OS FATORES ESTRUTURAIS DE ATRATIVIDADE DE PORTUGAL QUE PODEM SER MOBILIADOS PARA REPOSICIONAR A OFERTA NA GLOBALIZAÇÃO?

22 PORTUGAL: DEFININDO UM INTINERÁRIO PARA CRESCER Vagas Exportadoras explorando um conjunto de Macro Fatores de Atratividade distintivos de Portugal, de que destacámos quatro: Localização (geográfica, horária, etc.) e Espaço disponível; Ambiente e Recursos Naturais; Competências Tradicionais em áreas da Engenharia e da Indústria; Novos Polos de Conhecimento e novas Competências(*) Macro Fatores que têm que ser completados por melhorias significativas no Ambiente de Negócio (*) Resultantes do maior programa de Formação Avançada de Recursos Humanos em Ciência e Tecnologias da História Contemporânea do Pais.

23 PORTUGAL: DEFININDO UM INTINERÁRIO PARA CRESCER Quatro Macro Fatores PRINCIPAIS de Atratividade Novos Polos de Conhecimento & Novas Competências Competências Tradicionais - Indústrias & Engenharias Clima, Ambiente, & Qualidade de Vida Localização & Acesso a Espaços Aproveitamento do Super ciclo de Matérias Primas Florestas, Agricultura; Aquicultura Minérios, Petróleo, Gás Natural

24 PORTUGAL: DEFININDO UM INTINERÁRIO PARA CRESCER QUATRO TAREFAS DA ECONOMIA PORTUGUESA PARA RETOMAR O CRESCIMENTO, NA GLOBALIZAÇÃO ATRAIR RENDIMENTO EXPORTAR SERVIÇOS, CONTEUDOS & CONHECIMENTO RECENTRAR A TRADIÇÃO INDUSTRIAL VALORIZAR A LOCALIZAÇÃO PARA OPERADORES GLOBAIS

25 Portugal como Plataforma de Serviços às Empresas Multinacionais e de Desenvº de Conteúdos Digitais Portugal como fornecedor industria qualificado e local de desenvolvimen teste de novas soluções urbanas Novos Polos de Conhecimento & Novas Competências Competências Tradicionais - Indústrias & Engenharias Clima, Ambiente, & Qualidade de Vida Localização & Acesso a Espaços Portugal como Plataforma de Acolhimento, Lazer e Saúde Portugal como Plataforma de Atividade Globais que Valorizem os seus Ativos Geográficos

26 Portugal como Plataforma de Acolhimento, Lazer e Saúde Turismo Residencial Turismo & Entretenimento Serviços de Saúde & Reabilitação

27 Portugal como Plataforma de Serviços às Empresas Multinacionais e de Desenvº de Conteúdos Digitais Serviços às Empresas Outsourcing de TI, Serviços Partilhados, Web Services, Call Centers Serviços de Engenharia, Arquitetura e Gestão de Obra Serviços de Engenharia e I&D-automóvel, aeronáutica, espaço Desenvolvimento de Software, Conteúdos Digitais, Aplicações Multimédia Gestão de redes de comunicações e Desenvolvimento de aplicações no ciberespaço

28 EXEMPLOS

29 EXEMPLOS Portugal - Centros de Investigação, Desenvolvimento e Engenharia de Empresas Multinacionais & EDISOFT & CEIIA

30 EXEMPLOS Portugal: Serviços Partilhados e Outsourcing de Serviços por Multinacionais

31 EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS ÀS EMPRESAS - UM EXEMPLO DE REFERÊNCIA

32 OBSERVAÇÃO: O papel chave das funções de serviço na recentragem da industria- I&D, Design, Marketing Portugal como fornecedor industrial qualificado e local de desenvolvimento e teste de novas soluções Mais Integração de Produtos Complexos e mais Produção de Módulos e Subsistemas para Produtos Complexos (setores automóvel, aeronáutica, engenharia offshore, equipamento elétrico pesado etc) Mais conceção e/ou teste de soluções inovadoras para sistemas infraestruturais electricidade, mobilidade e habitat Competências setoriais mais aplicadas em áreas funcionais em crescimento-ex: saúde, lazer, segurança

33 Portugal como Plataforma de Atividades Globais que Valorizem os seus Ativos Geográficos SERVIÇOS Logística - plataforma portuária e aeroportuária de conexão Europa/Mundo Energia- Receção, armazenamento e transporte de gás natural para Europa Energia- Exportação de eletricidade renovável para a Europa por conta de terceiros países Apoio a Atividades no Espaço INDUSTRIA Industria Automóvel Industria Aeronáutica Oil & Gas e engenharia do offshore

34 SÍNTESE O Reposicionamento de Portugal na Globalização, para retomar o crescimento irá ter que se apoiar: Nos Serviços, como atividades exportadoras Nas funções terciárias na Industria como condição para diversificação da oferta competitiva atividades e produtos Na dinamização e sofisticação da oferta de Serviços do mercado interno como fator de atratividade de turistas e novos residentes

35 COMENTÁRIO SOBRE A DIRETIVA SERVIÇOS

36 Maximizar o potencial da Directiva Serviços É no contexto da melhoria do Ambiente de Negócio que se justifica falar da Diretiva Serviços, e em especial como tirar o máximo potencial que a mesma encerra. Em Portugal tem havido um esforço significativo na alteração de praticamente todos os regimes jurídicos relativos ao acesso e exercício de atividades de serviços. As maiores dificuldades residirão, por um lado, na articulação entre o nível nacional e regional, mantendo as Câmaras Municipais uma ampla margem de liberdade na aplicação da legislação relativa a licenciamentos (o que se traduz em procedimentos muito distintos entre municípios) e, por outro, na operacionalização efetiva do balcão do empreendedor/único, cujos resultados estão longe de ser os desejáveis (muitas vezes também por dificuldades na articulação entre o nível nacional e local). Esta é uma área onde necessariamente teremos que continuar a trabalhar.

37 Maximizar o potencial da Directiva Serviços Portugal avançou, igualmente, (em parte decorrente das obrigações constantes do Memorando de Entendimento) no reforço do reconhecimento mútuo das qualificações profissionais e na redução do número de profissões regulamentadas o que representa um contributo importante para o desenvolvimento dos serviços profissionais, área em Portugal tem vindo a apostar.

38 Maximizar o potencial da Directiva Serviços No entanto, não podemos deixar de referir que por vezes um excesso de desregulamentação tem consequências algumas irreversíveis no ordenamento do território (de que Portugal é já um bom exemplo) e no acesso dos consumidores a bens e serviços essenciais de qualidade, com a agravante que, em paralelo com a desregulamentação do acesso à actividade temos, por outro lado, um crescente de regulamentação em áreas como os produtos químicos ou farmacêuticos, o ambiente, informação ao consumidor só para se citar alguns exemplos. Em termos globais, as PME não viram diminuir as suas obrigações, antes pelo contrário, e isso é claramente negativo para o seu desenvolvimento.

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