EDUCAÇÃO FISÍCA ESCOLAR: INCLUSÃO / EXCLUSÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS MOTORES 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDUCAÇÃO FISÍCA ESCOLAR: INCLUSÃO / EXCLUSÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS MOTORES 1"

Transcrição

1 EDUCAÇÃO FISÍCA ESCOLAR: INCLUSÃO / EXCLUSÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS MOTORES 1 Vitor Mário Girdwood 1 Marcela Mota Freitas 2 1 Graduando em Educação Física pela Faculdade UNIME 2 Docente da Faculdade de Educação Física da UNIME ENDEREÇOS PARA CORRESPONDÊNCIA Vitor Mário O. Girdwood LOT. BOSQUE DOS KIOSKES Qd. H RUA B LOTE 35, PITANGUEIRA, LAURO DE FREITAS BA. CEP: Telefone: Trabalho de conclusão de Curso em Educação Física pela Faculdade UNIME, Lauro de Freitas /BA, Dezembro de 2007.

2 RESUMO A prática da educação física escolar proporciona oportunidades múltiplas para a ação educativa dos jovens. Os conteúdos e estratégias devem sempre propiciar a inclusão de todos os alunos inclusive os portadores de deficiência física. O objetivo deste estudo foi verificar se a Educação Física escolar é um meio de inclusão ou exclusão dos deficientes físicos motor, e se estes participam ativamente das aulas. Foram pesquisadas 15 escolas no Município de Lauro de Freitas (BA) mediante sorteio, sendo 5 da Rede Municipal, 5 Estadual e 5 Privada com aplicação de questionário para os diretores ou coordenadores das instituições. A prevalência foi obtida mediante cálculo de porcentagem. Das escolas visitadas 60% não têm alunos deficientes físicos motor e das 40% restantes somente 0,089% são deficientes físicos motor. Assim, a grande maioria dos deficientes físicos permanece fora das escolas de ensino regular, e os alunos que estão inseridos nessas escolas fazem educação física. Palavras-Chave: Deficientes Físicos; Educação Física; Educação. 2

3 ABSTRACT The practice of physical education school provides many opportunities for educational activity for young people. The content and strategies must always provide the inclusion of all students including those with disabilities physical. This study aimed to determine whether the physical education school is a means of inclusion or exclusion of disabled engine, and if they participate actively of classes. Were surveyed 15 schools in the city of Lauro de Freitas (BA) by drawing lots, 5 Municipal Network, 5 State, and 5 Private with application of questionnaire to the directors or coordinators of the institutions. The prevalence was obtained by calculating the percentage. Of the schools visited 60% do not have disabled physical and the 40% remaining only 0089% are disabled engine. Thus, the vast majority of disabled remains outside of schools of regulate education, and the pupils who are inserted these schools make physical education. Key Words: Disabilities Physical; Physical Education; Education 3

4 Introdução Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 1980) deficiência é uma perda ou anomalia de uma estrutura, função psicológica, anatômica, ou fisiológica que podem ser temporárias ou permanentes e incapacidade é qualquer redução ou falta (resultante de uma deficiência) de capacidade para exercer alguma atividade dentro dos limites considerados normais para o ser humano. (PORTAL ENTRE AMIGOS, 2005). O senso de 2000, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que existem no Brasil cerca de 14,5% de deficientes em geral, o que corresponde a 24,5 milhões de pessoas. Ainda, segundo o IBGE (2000), a população de deficientes físico motor corresponde a 0,99 milhões de habitantes, ou seja, 0,59% do total de deficientes em geral. (PORTAL ENTRE AMIGOS, 2005). De acordo com a Constituição Federal Brasileira a educação é direito de todos e dever do Estado e da família incentivar e promover o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Cap. III, Art.205). O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia, entre outros, de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. (ibid.art. 208). 4

5 A Lei de Diretrizes e Base (LDB) nº /96 determina que os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica, para atender às suas necessidades; (Cap.V.Art.59. inciso I) Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns; (ibid. Art.59 inciso III). Portanto, observa-se que a legislação referente aos direitos dos deficientes físicos de um modo geral ao acesso pleno ao processo de formação contido nos componentes curriculares, inclusive ao da Educação Física, é bastante avançada. No entanto, a literatura especializada mostra um quadro bem diferente, qual seja a prática não corresponde ao que determina a legislação. Assim sendo, o objetivo deste estudo é verificar se a Educação Física escolar é um meio de inclusão ou exclusão dos deficientes físicos motor e se esses alunos participam ativamente das aulas de educação física. Materiais e Métodos Foi realizado um estudo transversal quantitativo e qualitativo com característica randomizada. A relação das escolas da Prefeitura foi obtida na Secretaria de 5

6 Educação de Lauro de Freitas (BA) e das escolas públicas e particulares na Secretaria Estadual de Educação. Depois, foram realizados os sorteios dessas escolas que seriam pesquisadas. No total foram pesquisadas 15 escolas no Município de Lauro de Freitas (BA), sendo 5 de cada rede : estadual, municipal e privada. Foi aplicado um questionário aos diretores ou coordenadores de cada instituição. O instrumento utilizado para a coleta dos dados foi um questionário elaborado especificamente para este estudo (ver anexo), onde constam questões pertinentes aos deficientes físicos motor nas unidades escolares. O critério de inclusão das escolas foi a existência das aulas de Educação Física. O critério de exclusão foi a falta de dados oferecidos pelos Diretores ou Coordenadores das instituições visitadas para responder o questionário aplicado e escolas que não tivessem aulas de Educação Física. Para a análise estatística foi realizado o cálculo de porcentagens para encontrar a prevalência. Resultados Das escolas visitadas 60% não têm em seu corpo discente deficientes físicos motores. Dos alunos matriculados nas 15 escolas pesquisadas (gráfico 1) somente 11 eram portadores de deficiência física motora, representando 0,089% do 6

7 total (gráfico 3). Dez alunos praticam aulas de educação física (90,9%) (gráfico 2) e somente 1 aluno das escolas visitadas não faz as aulas (9,009%). GRAFICO 1 - Total de alunos matriculado em cada Rede. Numero de alunos em todas as Redes Nº de alunos na Rede Estadual Nº de alunos na Rede Privada Nº de alunos na Rede Municipal GRAFICO 2 Total de alunos Portadores de Deficiência Física Motora que participam ativamente das aulas de educação Física em cada Rede. Quantidade de alunos deficientes que participam das aulas de Ed. Física Estadual Nº Privada Municipal Das escolas pesquisadas, as da Rede Municipal é onde se encontra o maior numero de alunos portadores de deficiência física motora representando 8 alunos (0,194%), mas, essa quantidade é extremamente baixa perto do total de

8 alunos matriculados. Já as da Rede Estadual pesquisadas é onde se encontra o menor índice de portadores de deficiência física motora, apenas 1 ( 0,016%) do total de alunos mostrado no gráfico 3. GRAFICO 3 - Total de alunos Portadores de Deficiência Física Motora em cada Rede Numero de Portadores de Deficiencia Motora Nº de alunos portadores de deficiencia motora na Rede Privada Nº de alunos portadores de deficiencia motora na Rede Estadual Nº de alunos portadores de deficiencia motora na Rede Municipal 0 Segundo os diretores e coordenadores das escolas onde não existem alunos portadores de deficiência física matriculados tal se deve ao fato de que não houve procura por parte destes. A coordenadora de uma unidade escolar informou que se algum deficiente físico motor procurar a escola, ela aceita, pois, ela é a favor de escolas inclusivas. Muitas vezes diretores e coordenadores admitiram que o corpo docente não estivesse preparado para trabalhar com esse tipo de alunos e que o colégio não oferecia estrutura física para atendê-los. O único aluno portador de deficiência física matriculado não faz a aula de educação física, porque ele não vai ao colégio, pois como é cadeirante e sua casa 8

9 fica distante sua mãe ia levando-o, mas como esta ficou muito doente e não tendo outra pessoa para levá-lo ele não vai à escola. Discussão Em todas as escolas visitadas que não tem deficientes físicos motor também não têm adequação para receber esses alunos, já que, suas instalações não possuem adaptações ou planejamento para facilitar o transito destes. Contudo, existem outras escolas e colégios que já possuem adaptação para o recebimento dos alunos deficientes físicos motor, mas a quantidade de alunos matriculados é muito baixa. Tal acontece porque essas pessoas não procuram a rede regular de ensino para se matricular, já que a maioria das escolas não está preparada para recebê-los. A dúvida que fica é se realmente as escolas não tem alunos deficientes físicos motor porque elas não os aceitam ou se estes não procuram as escolas para se matricular, preferindo ir para centros educacionais especializados para portadores de deficiência. Em quase todas as unidades escolares visitadas havia escadas e/ou pisos irregulares ao invés de rampas de acesso e pisos adequados. Na Bahia há 750 mil portadores de deficiência em idade escolar, mas só 5% estudam. Algumas escolas já estão preparadas para incluir os alunos especiais, mas a maioria não tem professores nem equipamentos adequados. (PORTAL IBAHIA, 9

10 2007). Infelizmente os deficientes físicos como um todo ficam à margem da educação básica em todo Brasil, não sendo diferente do município de Lauro de Freitas na Bahia. A Secretaria de Educação do Estado não tem o número exato de quantas escolas continuam sem adaptação e de quantas já foram adaptadas. O certo é que muitas pessoas estão fora da sala de aula por causa da falta de condições de acesso. É meta da Secretaria adaptar todas as unidades do estado, afirma João Prazeres, da Secretaria de Educação. (PORTAL IBAHIA, 2007). Os dados acima mostrados são bastante relevantes, já que mostra uma realidade totalmente diferente o que preconiza a literatura pesquisada. Conclusão A grande maioria dos deficientes físico motor permanecem fora das escolas de ensino regular e os alunos que estão inseridos nas escolas pesquisadas fazem educação física. Observa-se com este estudo que as escolas precisam ser adaptadas para poder receber este tipo de aluno, e que haja uma reciclagem educacional de todo o corpo docente para que este esteja preparado a receber os mesmos. Essa exclusão dos deficientes físicos motor ocorre por varias questões, começando pela concepção da sociedade como um todo que descrimina e não tenta entender os problemas pertinentes do deficiente físico geral, dos órgãos públicos que 10

11 não fazem por onde para esclarecer as pessoas e com a não adaptação das escolas, colégios e ruas para a locomoção destes. Mesmo que os professores repreendam essa atitude discriminatória de outros alunos, o papel da educação física é importantíssimo. Essas aulas é o momento onde os alunos podem e tem mais contato uns com os outros, fazendo com que aprendam a respeitar as diferenças. Assim, não basta repreender e sim educar ministrando aulas prazerosas que estimulem a cooperação e principalmente a inclusão. Referências CONSTITUIÇÃO, Federal do Brasil 1988; <http://legis.senado.gov.br> acessado em: 12 de Mar MEC, Ministério da Educação, LDB; <http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf > acessado em: 12 de Mar PORTAL ENTRE AMIGOS, Brasil, Um País de pessoas com deficiência, <http://www.entreamigos.com.br/noticias/brasilradiografia.html> acessado em: 12 de Mar PORTAL DE NOTÍCIAS IBAHIA, <http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=154018&id_secao=31 >acessado em 12 de Dez. de

12 Anexo UNIME Docente: Marcela Mota Freitas Discente: Vitor Mário Girdwood FICHA DE ACOMPANHAMENTO Prezado (a) Senhor (a) No projeto de pesquisa desenvolvido é necessário obter algumas informações sobre inclusão dos deficientes físicos nas escolas e aulas de educação Física nas redes publica e privada de Lauro de Freitas, para tal solicito a sua colaboração respondendo as questões abaixo. Nome da Escola/Colégio: Bairro: Rede publica Municipal ( ) Rede publica Estadual ( ) privada ( ) Nº. de alunos matriculados: 1. Existem alunos com deficiência física matriculados? Sim ( ) Não ( ) 2. Nº. de alunos matriculados com deficiência física: 3. Os alunos com deficiência física participam das aulas de Ed. Física?Sim ( ) Não ( ) 4. Caso a resposta acima for NÃO, explique sucintamente porque eles não participam das aulas. 5. Nº. de alunos com deficiência física nas aulas de Ed. Física: 12

Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão

Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão Autor: Brena Samyly S. de Paula, Élida Mônica S. da Silva, Karlianne Sousa Silva Falção e Marilia Moreira Pinho Data: 13/05/2010 Resumo Nosso trabalho

Leia mais

A POLÍTICA EDUCACIONAL VOLTADA PARA PESSOA COM DEFICIENCIA NO BRASIL NO PARAMETRO DOS ULTIMOS CENSOS EDUCACIONAIS ABSTRACT

A POLÍTICA EDUCACIONAL VOLTADA PARA PESSOA COM DEFICIENCIA NO BRASIL NO PARAMETRO DOS ULTIMOS CENSOS EDUCACIONAIS ABSTRACT A POLÍTICA EDUCACIONAL VOLTADA PARA PESSOA COM DEFICIENCIA NO BRASIL NO PARAMETRO DOS ULTIMOS CENSOS EDUCACIONAIS Luciana Juliane Marques dos Reis 1 RESUMO A partir de sua concepção como direito social,

Leia mais

Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso

Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ANALISE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Autor: Marcus Vinicius Candido de

Leia mais

Lei nº 12.796 de 04/04/2013

Lei nº 12.796 de 04/04/2013 O governo federal publicou nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial da União, a lei número 12.796 que altera a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Como novidade, o texto muda

Leia mais

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IFCE: UMA EXPERIÊNCIA

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IFCE: UMA EXPERIÊNCIA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IFCE: UMA EXPERIÊNCIA LUCINEIDE PENHA TORRES DE FREITAS Instituto Federal de Educação Ciência e

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR Ana Lucia Lima da Costa Pimenta Monteiro Prefeitura Municipal de Biguaçu anamonteiro1970@hotmail.com INTRODUÇÃO: As políticas

Leia mais

. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES . REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O Curso de Letras - Licenciatura - objetiva a formação pedagógica, ao contemplar uma visão

Leia mais

Iniciando nossa conversa

Iniciando nossa conversa MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Garantindo acesso e permanência de todos os alunos na escola Necessidades educacionais especiais dos alunos Iniciando nossa conversa Brasília 2005

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores OFICINA DE MATERIAIS DIDÁTICOS ADAPTADOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS: UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

O DESAFIO DO PROFESSOR E DA ESCOLA DA REDE REGULAR DE ENSINO FRENTE Á INCLUSÃO

O DESAFIO DO PROFESSOR E DA ESCOLA DA REDE REGULAR DE ENSINO FRENTE Á INCLUSÃO O DESAFIO DO PROFESSOR E DA ESCOLA DA REDE REGULAR DE ENSINO FRENTE Á INCLUSÃO PRESTES, Simone de Cássia Discente do Curso pedagogia da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva CERDEIRA, Valda

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: DIREITO À DIVERSIDADE Ana Carolina Marques de GOES 1 RESUMO: A educação inclusiva, especificamente relativa às pessoas com deficiência, é um assunto muito

Leia mais

Educação Ambiental no Ensino Fundamental a Partir da Percepção do Corpo Docente em Rio Verde - GO 1.

Educação Ambiental no Ensino Fundamental a Partir da Percepção do Corpo Docente em Rio Verde - GO 1. Educação Ambiental no Ensino Fundamental a Partir da Percepção do Corpo Docente em Rio Verde - GO 1. Priscila Paulino da Silva 2 e Paula Andrea N. dos Reys Magalhães 3 1 Artigo apresentado à Faculdade

Leia mais

PROFESSOR DE ARTES: A POLÍTICA EDUCACIONAL EM VIÇOSA ARTS TEACHER : EDUCATIONAL POLICY IN VIÇOSA

PROFESSOR DE ARTES: A POLÍTICA EDUCACIONAL EM VIÇOSA ARTS TEACHER : EDUCATIONAL POLICY IN VIÇOSA PROFESSOR DE ARTES: A POLÍTICA EDUCACIONAL EM VIÇOSA Fernanda Ribeiro de Nardi Bastos (UFV) i Prof. Ms. Rosana Aparecida Pimenta (UFV) ii RESUMO: O presente trabalho foi desenvolvido no município de Viçosa,

Leia mais

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA Bruna Tayane da Silva Lima; Eduardo Gomes Onofre 2 1 Universidade Estadual

Leia mais

TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR

TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: AUTISMO INFANTIL: UM ESTUDO DA LEGISLAÇÃO ACERCA DA INCLUSÃO NO ENSINO REGULAR CATEGORIA: EM

Leia mais

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar INTERFACE DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DO CENSO ESCOLAR SÁ, Michele Aparecida de¹ ¹Doutoranda em Educação Especial - UFSCar CIA, Fabiana² ²Professora Adjunta

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TABOÃO DA SERRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FACULDADE SUDOESTE PAULISTANO MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EDUCAÇÃO ESPECIAL

ASSOCIAÇÃO TABOÃO DA SERRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FACULDADE SUDOESTE PAULISTANO MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EDUCAÇÃO ESPECIAL ASSOCIAÇÃO TABOÃO DA SERRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FACULDADE SUDOESTE PAULISTANO MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EDUCAÇÃO ESPECIAL Diretrizes e Orientações Coordenador de Estágio Profª Adil

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

PARECER CME/THE Nº024/2008

PARECER CME/THE Nº024/2008 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP.: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br PARECER CME/THE Nº024/2008

Leia mais

REQUERIMENTO N.º DE 2012.

REQUERIMENTO N.º DE 2012. REQUERIMENTO N.º DE 2012. (Do Sr. Francisco Araújo) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, sugerindo ao Ministério da Educação avaliação das experiências de flexibilização curricular no ensino

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA ACESSIBILIDADE NA ESCOLA ESPECIAL HELEN KELLER CAXIAS DO SUL

PROJETO DE PESQUISA ACESSIBILIDADE NA ESCOLA ESPECIAL HELEN KELLER CAXIAS DO SUL UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL ELENISE PEREIRA PROJETO DE PESQUISA ACESSIBILIDADE

Leia mais

PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA São Paulo SP 04/2012 Categoria: C - Métodos e Tecnologias Setor Educacional: 3 Educação Universitária Natureza do Trabalho:

Leia mais

Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus.

Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus. PROJETO DE LEI N º 280/2013 ESTADO DO AMAZONAS Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus. Art.

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN Leonardo Triaca 1 ; Elizabeth Emma Soares de Nunez 2 ; Adriana Zilly 3 RESUMO: Com a política de inclusão

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE SILVA.Thiago Pereira da ¹ Universidade Estadual da Paraíba-UEPB e-mail: thiagoellisson@yahoo.com.br MOURA.Camila

Leia mais

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Objetivos da aula: Revisão da aula de 2 de abril. Ciências Sociais. Profa. Cristiane Gandolfi

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Objetivos da aula: Revisão da aula de 2 de abril. Ciências Sociais. Profa. Cristiane Gandolfi Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Ciências Sociais Profa. Cristiane Gandolfi Objetivos da aula: Compreender a estrutura didática definida na LDBEN 9394/96 e sua articulação com o conceito de

Leia mais

INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL

INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL Resumo Vitor Alves UFSC vituxo_17fev@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: Não contou com financiamento.

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CADERNO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENSINO MÉDIO RIBEIRÃO PRETO 2013 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Aluno: RA: Ano/semestre: Período letivo: 2 SUMÁRIO ORIENTAÇÕES

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22/2015

RESOLUÇÃO Nº 22/2015 RESOLUÇÃO Nº 22/2015 Dispõe sobre o processo de atribuição de classes e/ou aulas aos Professores Adjuntos Educação Básica, PAEBs, detentores de emprego público do Quadro do Magistério Municipal para o

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE REGIMENTO ESCOLAR PROPOSTA PEDAGÓGICA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ENCONTRO DOS CONSELHOS DE REGIMENTO ESCOLAR ROSAMARIA DE FARIAS

Leia mais

1. Considerações Iniciais

1. Considerações Iniciais CONGREGAÇÃO Resolução nº 02 de 15/04/2009 Normas para o Estágio de Estudantes na Escola técnica A Congregação da Escola técnica, reunida em sessão de 15 de abril de 2009, com base na Lei 11.788 de 25/09/08

Leia mais

RESOLUÇÃO CP N.º 1, DE 30 DE SETEMBRO DE 1999. (*)

RESOLUÇÃO CP N.º 1, DE 30 DE SETEMBRO DE 1999. (*) RESOLUÇÃO CP N.º 1, DE 30 DE SETEMBRO DE 1999. (*) Dispõe sobre os Institutos Superiores de Educação, considerados os Art. 62 e 63 da Lei 9.394/96 e o Art. 9º, 2º, alíneas "c" e "h" da Lei 4.024/61, com

Leia mais

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS.

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS. SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS. Leonice Vieira de Jesus Paixão UNIMONTES- Universidade Estadual de Montes

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Arte (Teatro Artes Visuais Música - Dança)

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Arte (Teatro Artes Visuais Música - Dança) Essa carta é somente um modelo e caso o aluno precise do documento tem que protocolar a solicitação na Secretaria Acadêmica. MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Arte (Teatro Artes Visuais

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A

A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A PROJETO DE LEI Nº 912/2011 EMENTA: ESTABELECE CRITÉRIOS PARA A INCLUSÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS EM TURMAS REGULARES DA REDE DE ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL. Autor(es): VEREADOR ELIOMAR COELHO

Leia mais

Regimento de estágio não obrigatório

Regimento de estágio não obrigatório PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO - CEA Regimento de estágio não obrigatório Faculdade de Ciências Contábeis Maio 2009 1 CONTEÚDO Apresentação 3 Definição

Leia mais

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008).

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008). 1. O que é o estágio? Estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes. O estágio integra o itinerário

Leia mais

Resolução nº 111, de 20 de dezembro de 2011.

Resolução nº 111, de 20 de dezembro de 2011. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Conselho Superior Resolução nº

Leia mais

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO CARNEIRO, Trícia Oliveira / Centro Universitário Leonardo da Vinci SODRÉ, Marta Patrícia Faianca / Universidade do Estado do

Leia mais

A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INCLUSÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA CLARICE VANDERLEI FERRAZ (UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS). Resumo Segundo o MANIFESTO IFLA/UNESCO/BIBLIOTECA ESCOLAR(2002) a missão

Leia mais

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica: REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO IFRR N A regulamentação geral de estágio tem por objetivo estabelecer normas e diretrizes gerais que definam uma política

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

GT4. FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INCLUSÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

GT4. FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INCLUSÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES GT4. FORMAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INCLUSÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES INTRODUÇÃO Priscila Ferreira Ramos Dantas - UFRN 1 Nadia Kalliny Joaquim dos santos

Leia mais

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE 1 1. TÍTULO: Programa de Estágio para Alunos do Ensino Médio nas Promotorias de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará. 2. IDENTIFICAÇÃO Ministério Público do Estado do Pará, CNPJ 05054960/0001-58,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional:

PROJETO PEDAGÓGICO. 2.3 Justificativa pela escolha da formação inicial e continuada / qualificação profissional: PROJETO PEDAGÓGICO 1 Identificação: Curso de Extensão em Navegação Marítima Básica Contextualização da(s) localidade(s) onde ocorrerá o curso: O curso será oferecido no CRPNM ( Centro de Referência em

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos)

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos) Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física (3 anos) 2012-2013 1 Prezado (a) estagiário (a), O presente manual visa orientá-lo (la) quanto à realização do Estágio

Leia mais

Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília Eixo Temático: Formação de professores na perspectiva inclusiva

Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília Eixo Temático: Formação de professores na perspectiva inclusiva A CONSTITUIÇÃO DE UMA POLÍTICA DE INCLUSÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ESTUDO DE CASO ATRAVÉS DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Lara, Patrícia Tanganelli - UNESP/Marília

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais São as seguintes as disciplinas de Estágio Supervisionado do Curso de Artes Visuais (licenciatura): Estágio Supervisionado I (ART30049) 120 horas Propõe

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA CONDIÇÕES ARQUITETÔNICAS DAS ESCOLAS DA REDE REGULAR DE ENSINO DE CATALÃO-GO PARA ACESSO E PERMANÊNCIA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Cristiane da Silva SANTOS 1 Taís Almeida SANTOS 2 Resumo: A acessibilidade

Leia mais

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO Maria Wanderléa Rosário dos Santos Faculdade Integrada Brasil Amazônia - FIBRA Letícia Gabrielly de Sousa Pinto Faculdade Integrada Brasil Amazônia

Leia mais

Bacharelado em Educação Física

Bacharelado em Educação Física Bacharelado em Educação Física Estágio Curricular O Estágio Curricular possivelmente seja uma das mais ricas experiências do acadêmico que optou pelo Curso de Bacharelado em Educação Física. As situações

Leia mais

CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1

CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1 CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1 A coordenação do curso de psicologia da Faculdade Leão Sampaio torna público para o conhecimento dos interessados, que estará

Leia mais

Palavras-chave: Formação de Professores. Educação Especial. Educação Inclusiva.

Palavras-chave: Formação de Professores. Educação Especial. Educação Inclusiva. FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO EDUCACIONAL ESPECIALIZADA. Autor: Franklin Vieira de Sá (Graduando/UFPI) Coautora: Michelle Guimarães Borges (Graduanda/UFPI) Coautora: Jardeane Aparecida Marque

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Parecer CME/PoA nº 022/2014 Processo nº 001.021680.14.0

Leia mais

Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF)

Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF) CONSTRUÇÃO COLETIVA DO PLANO PEDAGÓGICO INDIVIDUALIZADO: IMPACTO NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL EM CLASSES REGULARES. Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF) Manuel

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB andreza_magda@hotmail.com Introdução Zelga Dantas de

Leia mais

INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR

INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR OLIVEIRA, Linda Marques Pedadoga e acadêmica do Curso de Formação Psicologia da ACEG/FASU-Garça/SP linda_faculdade@yahoo.com.br Souza, Selma

Leia mais

FACULDADE SANTO AGOSTINHO - FSA NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA NUAPE COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

FACULDADE SANTO AGOSTINHO - FSA NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA NUAPE COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS FACULDADE SANTO AGOSTINHO - FSA DIRETORIA DE ENSINO NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA NUAPE COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS MANUAL DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Teresina 2015 DIRETORIA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA Orientação para

Leia mais

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência.

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência. FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO COM ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIAS Gislaine Coimbra Budel PUC PR Elaine Cristina Nascimento PUC PR Agência Financiadora: CAPES Resumo Este artigo apresenta

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO Considerando o objetivo de formação de docentes em que a atividade prática de prestação de serviços especializados é relevante à sociedade, torna-se necessário

Leia mais

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES

MANUAL DO ALUNO (A) ATIVIDADES COMPLEMENTARES/ESTUDOS INDEPENDENTES A formação complementar é fruto da participação do aluno, durante o período de realização do seu curso superior, em atividades que não estão inseridas na grade curricular, mas que reconhecidamente contribuem

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA

EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA ARTIGO 1 EDUCAÇÃO INCLUSIVA E ESCOLA REGULAR: PONTOS E CONTRAPONTOS DA PROPOSTA 1 FERNANDES, Ivani Márcia da Costa. RESUMO: A educação inclusiva é pauta de pesquisas, projetos, documentos e debates variados

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO

MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO CONVÊNIO Nº / QUE ENTRE SI CELEBRAM CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE GUANAMBI CESG, MANTENEDOR DA FACULDADE GUANAMBI FG, POR MEIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE DIREITO DA FACULDADE

Leia mais

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Autora: Maria José Calado. Orientador: Professor Dr.Washington Luiz Martins (UFPE). Instituição Superior de

Leia mais

AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA

AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA AS DIFICULDADES ENFRENTADAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS EM ESCOLAS MUNICIPAIS DO SUL DE SERGIPE E O PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA Resumo SANTOS, Antonio Hamilton dos 1 - UFS SANTOS, Hélio Magno

Leia mais

FACULDADE DE MÚSICA CARLOS GOMES

FACULDADE DE MÚSICA CARLOS GOMES FACULDADE DE MÚSICA CARLOS GOMES MANTIDA PELA ARTE E MÚSICA LTDA. REGULAMENTO DE ESTÁGIO APRESENTAÇÃO O Núcleo de Coordenação de Estágios tem por objetivo propiciar orientações praticas sobre o estágio

Leia mais

III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais

III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais SURDEZ: UM MAPEAMENTO DAS PRODUÇOES ACADÊMICAS EM UM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR ALVES, R. A. 1 MANZOLI, L. P. 2 URBAN,

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1

CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1 CONCEPÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA MANTIDAS POR ESTUDANTES DE PEDAGOGIA DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP DE MARÍLIA 1 Carla Cristina MARINHO 2. Sadao OMOTE 3. Faculdade de Filosofia e Ciências,

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE EM TANGARÁ DA SERRA- MT: DO MAGISTÉRIO AO CURSO DE PEDAGOGIA RESUMO

PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE EM TANGARÁ DA SERRA- MT: DO MAGISTÉRIO AO CURSO DE PEDAGOGIA RESUMO PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE EM TANGARÁ DA SERRA- MT: DO MAGISTÉRIO AO CURSO DE PEDAGOGIA Bruna Rossi Carvalho De Oliveira 1 Carlos Edinei de Oliveira 2 RESUMO Com a emancipação político-administrativa do

Leia mais

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA GODOY,Shirley Alves -NRE/Londrina 1 shirley.alvesgodoy@gmail.com Eixo Temático: Pedagogia

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº /22 - CME NATAL/RN Estabelece a Reformulação da Normatização da Jornada de trinta horas para o Educador Infantil para o Ensino Infantil nos Centros Infantis

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

Das atividades, atribuições e carga horária

Das atividades, atribuições e carga horária Edital de abertura de inscrições para o processo de qualificação de candidatos à função de Coordenador de Projetos Responsável pela Orientação e Apoio Educacional das Escolas Técnicas do Centro Estadual

Leia mais

das demais previsões relativas ao estágio previstas no Projeto Pedagógico do Curso, no Regimento Interno e na Legislação.

das demais previsões relativas ao estágio previstas no Projeto Pedagógico do Curso, no Regimento Interno e na Legislação. DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL DOS OBJETIVOS Art. 1 O Sistema de Estágio da FACULDADE REDENTOR DE PARAÍBA DO SUL terá por objetivos gerais:

Leia mais

11º Congreso Argentino y 6º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias. Espaços Físicos para a Prática Pedagógica da Educação Física nas Escolas

11º Congreso Argentino y 6º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias. Espaços Físicos para a Prática Pedagógica da Educação Física nas Escolas 11º Congreso Argentino y 6º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias Espaços Físicos para a Prática Pedagógica da Educação Física nas Escolas Chane Basso Benetti benetticb@yahoo.com.br Léocla Vanessa

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO por PROFª Ms. Maria Rosa Silva Lourinha Rio de Janeiro, MARÇO / 2013. 1 ÍNDICE Apresentação 1.

Leia mais

A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ

A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA Laís PALHARES ALVES Claudio PALMA SANCHEZ RESUMO: Os direitos de uma criança com deficiência estão prescritos na Constituição Federal Brasileira, mas nem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Estabelece os procedimentos necessários à sistematização do Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO BRASIL CONTEXTO HISTÓRICO E CONTEMPORANEIDADE RESUMO

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO BRASIL CONTEXTO HISTÓRICO E CONTEMPORANEIDADE RESUMO EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO BRASIL CONTEXTO HISTÓRICO E CONTEMPORANEIDADE Maricélia Tomáz de Souto 1 (mariceliatomaz@gmail.com) Beatriz da Silva Lima 1 (beatrizslima7@gmail.com) Erica Domingos Pereira 1 (ericadp.domingos@gmail.com)

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO CHOÇA ESTADO DA BAHIA LEI Nº 278, DE 17 DE OUTUBRO DE 2014. Altera e insere dispositivos na Lei Municipal nº 016, de 20 de janeiro de 2004, a qual dispõe sobre o Plano de Carreira e Remuneração dos Servidores do Magistério

Leia mais

A Educação Especial de Macau: retrospectiva e perspectiva

A Educação Especial de Macau: retrospectiva e perspectiva Administração n.º 79, vol. XXI, 2008-1.º, 219-246 219 A Educação Especial de Macau: retrospectiva e perspectiva Yuen Pong Kau* I. Introdução O acelerado desenvolvimento da economia mundial do conhecimento

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

ESTRUTURA, POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL AJUDA

ESTRUTURA, POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL AJUDA ESTRUTURA, POLÍTICA E GESTÃO EDUCACIONAL AULA 02: LEGISLAÇÃO E SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO. NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO. FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS TÓPICO 04: AS MODALIDADES DE ENSINO AJUDA MODALIDADES

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Coordenadoria Geral de Estágios

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Coordenadoria Geral de Estágios DIRETRIZES E NORMAS PARA A ATIVIDADE DE ESTÁGIO NA PUC-SP Aprovadas pelo CEPE, em 11 de fevereiro de 2009 I INTRODUÇÃO A LDB trouxe à discussão a flexibilização curricular, a valorização da experiência

Leia mais

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS Mirian Vieira Batista Dias Universidade Federal de São Carlos/Secretaria

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais