Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso

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1 Pró- Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ANALISE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Autor: Marcus Vinicius Candido de Jesus Orientador: Prof. MS. Noriberto Barbosa da Silva Brasília - DF 2011

2 MARCUS VINICIUS CANDIDO DE JESUS EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ANÁLISE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Artigo apresentado no curso de graduação em Educação Física da Universidade Católica de Brasília como requisito parcial para obtenção do Título de Licenciado em Educação Física. Orientador: Prof. MS. NORIBERTO BARBOSA DA SILVA Brasília 2011

3 MARCUS VINICIUS CANDIDO DE JESUS EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ANALISE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA RESUMO O estudo apresentado tem como objetivo averiguar o conhecimento que os professores possuem para poder incluir um aluno deficiente em suas aulas. Para atingir esse objetivo foi feito uma pesquisa por meio de um questionário, aonde 100 profissionais atuantes na educação física escolar responderam de forma objetiva e subjetiva. Os resultados mostraram que os profissionais de educação física não tem conhecimento suficiente para incluir adequadamente um aluno com deficiência. A contribuição deste trabalho para o meio acadêmico é alertar o processo de formação do educador físico em relação a inclusão de alunos com deficiência. Palavras Chave: Alunos deficientes. Inclusão. Educação Física inclusiva. INTRODUÇÃO A Educação Inclusiva é um sistema que irá possibilitar que todo ser humano possa participar de um estabelecimento de ensino. O objetivo deste sistema é fazer com que todos aprendam e desenvolvam corretamente respeitando as necessidades educativas especiais. No portal do Wikipédia é possível encontrar uma citação do International Disability and Development Consortium - IDDC, realizado em março de 1998 na Índia, sobre a educação inclusiva trazendo uma abordagem de que um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando: Reconhece que todas as crianças podem aprender; Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social ou estado de saúde. Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças; Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;

4 É um processo dinâmico que está em evolução constante; Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais. De acordo com a Declaração de Salamanca (1994) todos os alunos com necessidades de aprendizagem devem ter acesso as escolas regulares, pois toda escola é capaz de se adequar e construir uma sociedade inclusiva e proporcionar uma educação para todos. A LDB (Lei de Diretrizes e Bases na Educação Nacional) (Lei 9394/96) é baseada no principio do direito universal á educação para todos deixando bem nítido que não existe uma forma divisória de educação para pessoas especiais. Por isso a escola não pode ter a educação especial como uma parte diferenciada da escola, e sim tem que ter como um todo, tudo dentro do ensino deve favorecer para a inclusão do aluno. Segundo Hegarty (1994) define a Educação Inclusiva como o desenvolvimento de uma educação apropriada e de alta qualidade para alunos com as necessidades especiais na escola regular. A Educação Inclusiva precisa de uma maior liberdade na questão do processo de ensino do aluno, e apesar do conceito da Educação Inclusiva ter avançado, atualmente o nosso ensino é automatizado na maioria das matérias do currículo escolar, ou seja, fazendo com que o conteúdo seja passado de maneira metódica com resultados onde o aluno com necessidades especiais não possua um aprendizado diferenciado estagnando-os na vida acadêmica. Educação Física é a ferramenta com a maior possibilidade de ocorrer no meio acadêmico à inclusão de um aluno, pois o professor dispõe de uma maior flexibilidade em conduzir seu conteúdo fazendo intervenções necessárias sem que modifique o objetivo final da aula. A Educação Física por ser uma disciplina que permite a interação mais efetiva dos alunos, desenvolve um relacionamento mais intenso facilitando soluções de eventuais problemas, somando assim, um ponto positivo para a inclusão de pessoas, pois o Ensino Inclusivo requer relacionamento. Por meio deste relacionamento desenvolvido, independente da formação acadêmica do profissional, vai permitir conhecer a fundo a dificuldade de cada

5 individuo, e saberá a melhor forma de realizar a inclusão para obter o melhor resultado possível no desenvolvimento do aprendizado. Mendes (2005) diz que autores como Goffredo (1992) e Manzini (1999) têm alertado para o fato de que a implantação da educação inclusiva tem encontrado limites e dificuldades, em virtude da falta de formação dos professores das classes regulares para atender às necessidades educativas especiais, além de infraestrutura adequada e condições materiais para o trabalho pedagógico junto a crianças com deficiência. O que se tem colocado em discussão, principalmente, é a ausência de formação especializada dos educadores para trabalhar com essa clientela, e isso certamente se constitui em um sério problema na implantação de políticas desse tipo. "A Educação Física Adaptada é uma área da Educação Física que tem como objeto de estudo a motricidade humana para as pessoas com necessidades educativas especiais, adequando metodologias de ensino para o atendimento às características de cada portador de deficiência, respeitando suas diferenças individuais" (DUARTE e WENER, 1995: 9). Nos cursos de graduação em Educação física, a matéria que relaciona a Educação Inclusiva é a Educação Física Adaptada, que virou obrigatória a partir da resolução 3/87 do Conselho Federal de Educação, e por ser a única matéria que trata do assunto muitas vezes o profissional não possui o preparo ideal para enfrentar uma situação que precise fazer um ensino diferenciado. A dificuldade encontrada não está somente na falta de conhecimento e informação dos profissionais, e sim de todo o sistema de ensino que não possui na maioria dos estabelecimentos a necessidade mínima de organização pedagógica e física para a Educação Inclusiva funcionar de maneira adequada gerando o desenvolvimento ideal para alunos com dificuldades educacionais, pois o centro acadêmico que se propor a cumprir o objetivo da Educação Inclusiva deverá capacitar os seus profissionais para terem a consciência que exercerá um papel determinado na formação de seus alunos com característicos especiais. A Educação Física pode ser esse diferencial que a Educação Inclusiva precisa, mas os profissionais devem ser capacitados, pois sem o conhecimento necessário não será possível vencer um problema desconhecido. A partir das questões apresentadas, o presente estudo visa investigar o grau de conhecimento e de preparo dos profissionais de Educação Física formados

6 antes e após a implantação da Resolução 3/87 que obriga no currículo a matéria Educação Física Adaptada. MATERIAL E MÉTODOS Este estudo se caracteriza como descritivo de caráter transversal. O estudo será realizado através de um questionário, em anexo, modificado de Aguiar e Duarte (2005), contendo perguntas relacionadas ao preparo do professor de Educação Física para a inclusão de um aluno com dificuldades de aprendizagem. Será realizado com 100 professores de educação física da rede de ensino do Distrito Federal, sendo que 50 concluíram o curso de graduação em Educação Física antes da resolução 3/87 e os demais docentes após a obrigação curricular da matéria Educação Física adaptada. A análise será feita através da estatística descritiva. RESULTADOS E DISCURSSÃO A analise das respostas foi feita visando o objetivo final do estudo realizado, feito uma analise qualitativa e quantitativa das respostas obtidas. Nas perguntas objetivas foi feita uma analise estatística descritiva para que possa ter um melhor entendimento da distribuição de respostas. Nas perguntas subjetivas foi feito uma analise dos princípios básicos de conhecimento de cada pergunta, visando todas as respostas com o objetivo do trabalho. Na tabela referente à questão 1 pode-se observar que 23% dos informantes se formaram em faculdade publica e 77% em faculdades privadas. Questão 1 Faculdade de origem. Origem Numero % Publica 23 23% Privada 77 77% Total % Na tabela referente a questão 2 pode-se observar que 58% dos informantes são do sexo masculino e 42% são do sexo feminino.

7 Questão 2 - Sexo Sexo Numero % Masculino 58 58% Feminino 42 42% Total % Na tabela referente a questão 3 vê-se que 46 dos informantes tem apenas graduação, 50 tinham especialização, outros 3 tinha mestrado e apenas 1 tinha doutorado. Questão 3 Qual sua formação acadêmica. Formacao academica Numero % Graduação 46 46% Especialização 50 50% Mestrado 3 3% Doutorado 1 1% Total % Na tabela referente a questão 4 vê-se que 18% dos informantes tinha menos de 1 ano de atuação em educação física escolar, 32% tinham entre 1 e 5 anos de atuação, 23% entre 5 e 10 anos e outros 27% com mais de 10 anos de atuação. Questão 4 Ha quanto tempo atua na área de Educação Fisica Escolar e em qual escola trabalha atualmente. Tempo de atuacao Numero % Menos de 1 ano 18 18% Entre 1 e 5 anos 32 32% Entre 5 e 10 anos 23 23% Mais de 10 anos 27 27% Total % Na tabela referente a questão 5 pode-se observar que 15 informantes disseram que não possuem conhecimento em educação especial e 85 dos informants responderam que tinham conhecimento sobre o assunto. Questão 5 Possui conhecimento em educação Especial e/ou Educação Física Adaptada. Conhecimento Numero % Nao tinham 15 15% conhecimento Tinham conhecimento 85 85% Total %

8 Na tabela referente à questão 6 pode-se observar que os informantes que responderam ter conhecimento em educação física adaptada e/ou educação especial adquiriram pelas fontes: 54 pelos cursos de graduação, 30 em cursos de extensão, 41 em palestras, 23 em cursos de especialização, 1 em mestrado, 1 em doutorado, 34 em leituras independentes e 16 em outros meios. É importante lembrar que os informantes podiam responder mais do que uma alternativa. Questão 6 Caso possua, aonde obteve essas informacoes. Fontes Numero % Cursos de graduação 54 54% Cursos de extensão 30 30% Palestras 41 41% Cursos de 23 23% especialização Mestrado 1 1% Doutorado 1 1% Leituras independentes 34 34% Outros 16 16% Na tabela referente à questão 7 vê-se que as maiorias dos informantes, 81 disseram que nas suas escolas tinham alunos com deficiência e apenas 19 dos informantes atuam em escolas que não tem aluno com deficiência. Questão 7 Possui algum aluno deficiente na sua escola Numero % Escolas com alunos com 81 81% deficiência Escolas sem aluno com 19 19% deficiência Total % Na tabela referente a questão 8 pode-se observar que os informantes que responderam que tinham alunos com deficiência, listaram que os mesmos possuíam alunos com deficiências dos tipos: 72 de ordem física, 40 mental, 27 auditiva, 24 visual e 15 com outros tipos de deficiência. Bom lembrar que os informantes nessa questão poderia assinalar mais do que uma alternativa. Questão 8 Em caso afirmativo que tipo de deficiência. Tipos de Deficiencia Numero % Fisica 72 72% Mental 40 40% Auditiva 27 27% Visual 24 24% Outras 15 15%

9 Na tabela referente a questão 9 vê-se que 46% dos informantes disseram que possuem conhecimento suficiente para incluir um aluno deficiente em sua aula e a maioria, 54% responderam que não possuem conhecimento suficiente para incluir um aluno em sua aula. Questão 9 Você acredita ter conhecimento suficiente para incluir um aluno deficiente em sua aula. Conhecimento Numero % Sim 46 46% Nao 54 54% Em relação a pergunta subjetiva 10- Em caso afirmativo, o que você prioriza em suas aulas para incluir esse aluno, dos 46 docentes que responderam, 44 não tiveram argumentos que demonstram um conhecimento aprofundado do assunto e em sua maioria responderam da seguinte maneira: Integrar e socializar ; Planejar e adaptar ; Integrar e ter paciência com o aluno. Desses 46, apenas 2 profissionais responderam com os seguintes argumentos : não tratá-lo com prioridade, e sim em igualdade com os demais, passar atividades de inclusão, no qual o aluno possa participar sem sentir que tenha desvantagem. ;... suas potencialidades e suas funcionalidades visando o bem- estar do aluno e sua autonomia (independência), aonde fundamentaram suas respostas em experiências próprias e em autores como RUSSO (2003) que diz que os professores não podem dar uma super importância para os alunos que tem a necessidade especial, mas proporcioná-los de alguma forma a absorver o conteúdo ministrado. Ao analisar as respostas dadas pelos docentes participantes da questão apresentada vemos que 98% demonstraram respostas com argumentos básicos para inclusão de alunos com dificuldades especiais. O conhecimento é o fator de maior importância para a inclusão de alunos na sala de aula, pois o professor deve conhecer a dificuldade especifica para poder incluí-lo da melhor maneira, evitando que ocorra uma exposição indevida e priorizando em sua aula a versatilidade com conteúdo ministrado, adaptando sem tirar o lúdico e o objetivo final da aula. Na pergunta subjetiva 11- Em sua opinião, quais são os requisitos que um professor de Educação Física deve ter para poder incluir um aluno deficiente em suas

10 aulas, dos 71% dos docentes que responderam a questão apresentada, 18% usaram argumentos do tipo: querer dar aula ; amor e paciência ; (47% argumentaram) cursos específicos para ter um maior conhecimento ; (6% argumentaram) Estrutura e material adaptado. Esses aspectos apresentados já foram levantados por autores como Fonseca (1995) que diz que os professores precisam ser preparados com cursos especializados e necessitam a seu favor para suas aulas de recursos pedagógicos adaptados para o melhor desenvolvimento de seus alunos. Na tabela referente a questão 12 pode-se observar que a maioria dos informantes, 65% responderam que a participação dos alunos na aula de educação física auxilia na inclusão da comunidade escolar e 35% disseram que não auxilia na inclusão. Questão 12 Na sua opinião, a participação do aluno deficiente nas aulas de Educação Física auxilia o aluno na inclusão da comunidade escolar. Crenca Numero % Sim 65 65% Nao 35 35% Na pergunta subjetiva 13 - Em caso afirmativo, por que e de que forma? que deveria ser respondido apenas pelos docentes que responderam sim na questão objetiva 12. Dos 65 docentes que responderam a questão, apenas 10 mostraram algum conhecimento do assunto utilizando respostas como por exemplo: na aula de Educação Física se desenvolvem de forma mais lúdica e em conseqüência as relações estabelecidas nesse momento podem se estender em outras situações. ; com a inclusão do aluno, o mesmo terá melhora significativa, em sua vida afetiva e social. Conclui-se que 90% dos docentes que responderam a questão não têm nenhuma ou apenas uma idéia parcial de como a educação física pode incluir pessoas deficientes na comunidade escolar. A atividade física tem ajudado pessoas deficientes a adquirir não só uma maior mobilidade em sua vida, mas principalmente resgata a sua auto-estima e o seu equilíbrio emocional. Na pergunta subjetiva 14 O que você entende de inclusão de pessoas

11 deficientes no ensino regular, dos 77 professores que responderam a questão, 29 responderam a questão sem demonstrar algum conhecimento do assunto. Dos que fundamentaram 33 disseram que a inclusão dos alunos deficientes está sendo feita de uma forma errada, como por exemplo: a inclusão está sendo feito de forma precária, sem planejamento e de forma inadequada ; 15 docentes disseram sobre a importância da inclusão e responderam como o exemplo a seguir: Colocar estas pessoas em nível de igualdade, de direitos e deveres, buscando uma sociedade justa e igualitária ; Os 48 profissionais fundamentaram suas respostas em autores como Aguiar (2005) e Duarte (2005), aonde dizem que a dificuldade de incluir um aluno existe, mas é de grande importância que aconteça. É importante lembrar que segundo a Carta internacional de educação física e desporto, publicada em 1978 pela UNESCO estabelece que a prática da educação física seja um direito de todos e que programas devem dar prioridade aos grupos menos favorecidos no seio da sociedade. CONCLUSÃO A partir do resultado do questionário aplicado para professores de educação física que lecionam em escolas e pondo em nota que os informantes podem não ter respondido o questionário com a devida seriedade por diversos motivos, conclui-se que poucos tem conhecimento suficiente para poder incluir um aluno que tem dificuldades especiais, pode-se justificar pelo assunto ser recente por exemplo: no curso de Educação Física da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, a disciplina Educação Física Adaptada foi oferecida em 1993, 6 anos depois que a Resolução Federal 3/87 implementou essa matéria em seu currículo, mas é obrigação do profissional ter domínio total do assunto, buscar conhecimento para poder se tornar um educador que produz conhecimento. Sugere-se com base no estudo feito que em relação ao curso de graduação de Educação Física, o currículo no ensino superior seja alterado, e a educação física adaptada entre como complemento de cada disciplina, por exemplo: Na disciplina Metodologia da natação ter aulas durante o semestre de natação adaptada, assim tornando o profissional de Educação Física mais versátil e mais capacitado para incluir um aluno em qual quer área de sua formação.

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, João Serapião; DUARTE, Édison. EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESTUDO NA ÁREA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, 2005 CIDADE, Ruth Eugênia; FREITAS, Patrícia Silvestre. EDUCAÇÃO FÍSICA E INCLUSÃO: CONSIDERAÇÕES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA, 2003 DUARTE, E.; LIMA, S. M. T. ATIVIDADE FÍSICA PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: EXPERIÊNCIAS E INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S. A., 2003 GLAT, Rosana; FERNANDES, Edicléa Mascarenhas. DA EDUCAÇÃO SEGREGADA À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE OS PARADIGMAS EDUCACIONAIS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL BRASILEIRA1, in Revista Inclusão nº 1, 2005, MEC/ SEESP FONSECA, V. EDUCAÇÃO ESPECIAL. Porto Alegre: Artes Médicas MENDES, Enicéia Gonçalves. A EDUCAÇÃO INCLUSIVA E A UNIVERSIDADE BRASILEIRA, 2003 MAZZOTTA, M. J. S. QUESTÃO DE ENTENDIMENTO. IN MESA- REDONDA: MUDANÇAS DE ATITUDES DA ESCOLA FRENTE À INTEGRAÇÃO. VIVÊNCIA, 14, p , SANT ANA, Izabella Mendes. EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES E DIRETORES, dezembro 2005 RODRIGUES, David António. A EDUCAÇÃO FÍSICA PERANTE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: REFLEXÕES CONCEPTUAIS E METODOLÓGICAS, 2003 WIKIPEDIA. EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Disponível em: Acesso em: data. 3 de maio

13 Anexo Questionário 1. Faculdade de origem ( )Publica ( )Privada 2. Sexo ( )Masculino ( )Feminino 3. Qual sua formação acadêmica? ( )Graduação ( )Especialização ( )Mestrado ( )Doutorado 4. Há quanto tempo atua na área de Educação Física Escolar? ( )Menos de 1 ano ( )Entre 1 e 5 anos ( )Entre 5 e 10 anos ( )Mais de 10 anos 5. Possui conhecimento em Educação Especial e/ou Educação Física Adaptada? ( )Sim ( )Não 6. Caso possua aonde obteve essas informações? ( )Curso de Graduação ( )Cursos de Extensão ( )Palestras ( )Cursos de especialização ( )Mestrado ( )Doutorado ( )Leituras independentes ( )Outros 7. Possui algum aluno Deficiente na sua escola? ( )Sim ( )Não 8. Em caso afirmativo que tipo de deficiência? ( )Física ( )Mental ( )Auditiva ( )Visual ( )Outras

14 9. Você acredita ter conhecimento suficiente para incluir um aluno deficiente em sua aula? ( )Sim ( )Não 10. Em caso afirmativo, o que você prioriza em suas aulas para incluir esse aluno? 11. Em sua opinião, quais são os requisitos que um professor de Educação Física deve ter para poder incluir um aluno deficiente em suas aulas? 12. Na sua opinião, a participação do aluno deficiente nas aulas de Educação Física auxilia o aluno na inclusão da comunidade escolar? ( )Sim ( )Não 13. Em caso afirmativo, por que e de que forma? 14. O que você entende de inclusão de pessoas deficientes no ensino regular?

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