Realizado de 25 a 31 de julho de Porto Alegre - RS, ISBN

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Realizado de 25 a 31 de julho de 2010. Porto Alegre - RS, 2010. ISBN 978-85-99907-02-3"

Transcrição

1 DIMENSÕES DE SUSTENTABILIDADE NOS PROGRAMAS DE COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Márcio José Celeri Doutorando em Geografia da UNESP/Rio Claro Ana Tereza Cáceres Cortez Docente do departamento de Geografia da UNESP/Rio Claro - INTRODUÇÃO A palavra sustentabilidade está na ordem do dia! Ao que tudo indica, estamos avançando em direção a uma mudança (quiçá irreversível) de paradigma, migrando de padrões insustentáveis de produção e consumo para um estilo de vida social e ambiental mais justo e saudável. Em nossa forma de enxergar o mundo tem ganhado espaço e viabilidade nos meios midiáticos, inclusive naqueles mais populares. Os ecos da sustentabilidade podem ser sentidos em várias áreas do conhecimento humano, ressoam nos discursos de muitos políticos e de grandes corporações transnacionais, além de estar presente em qualquer texto institucional, dos governos locais à Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com o relatório Cuidando do Planeta Terra (1992), para que uma sociedade possa ser sustentável, é preciso atender a pelo menos nove princípios, que estão inter-relacionados e apóiam-se mutuamente: 1. Respeitar e cuidar da comunidade dos seres vivos; 2. Melhorar a qualidade da vida humana; 3. Conservar a vitalidade e a diversidade do planeta; 4. Minimizar e esgotamento de recursos não-renováveis; 5. Permanecer nos limites da capacidade de suporte da Terra; 6. Modificar atitudes e práticas pessoais; 7. Permitir que as comunidades cuidem de seu próprio meio ambiente; 8. Gerar uma estrutura nacional para a integração de desenvolvimento e conservação; 9. Constituir uma aliança global. Considerando a magnitude da complexidade inerente à implementação do desenvolvimento sustentável, existem variáveis fundamentais ao processo que são ainda desconhecidas ou não mensuradas pelas populações humanas, tais como: quais as 1

2 necessidades humanas e serem atendidas de fato? Como limitar o consumo excessivo sem paralisar a economia e criar problemas, como, por exemplo, o desemprego? Quais os verdadeiros limites no uso dos recursos naturais? Qual a capacidade de suporte da Terra? Qual a capacidade da natureza para se regenerar? Qual a capacidade das pessoas e das sociedades para se adaptarem a novas realidades e condições ambientais? (JAMES, 1997). A Agenda 21 brasileira preconiza que o envolvimento dos moradores e outros setores da sociedade organizada junto ao governo local é condição indispensável para lidar com os desafios básicos do desenvolvimento, tais como moradia, desemprego, lixo, água e poluição do ar (...). Ao pensar em sustentabilidade, naturalmente vem à mente o seu aspecto ecológico, a sua parcela de relacionada diretamente às questões ambientais (biodiversidade, vegetação, recursos naturais etc.). Entretanto, essa abordagem é apenas um dos eixos que constitui o que se entende como sustentabilidade: um conceito complexo e amplo, que comporta diversas dimensões (social, econômica, política, cultural etc.). Numa primeira análise, determinados aspectos da sustentabilidade restrita à Coleta Seletiva contrariam alguns dos princípios da sustentabilidade mais ampla ou geral. Exemplo disto é a própria geração de resíduos: em curto prazo, é interessante para qualquer sistema de Coleta Seletiva que a sociedade consuma cada vez mais, gerando assim mais resíduos. Desta forma, portanto, haveria mais embalagens e outros materiais possíveis de serem reciclados. Por outro lado, ao considerar a sustentabilidade em longo prazo (como deve ser!), consumo e resíduos excessivos não combinam! Enfocando a abordagem social da Coleta Seletiva, a própria atividade de catação, nos moldes como ela ocorre hoje, definitivamente não é a ideal em termos de sustentabilidade. Por contradições como as descritas acima, é que este artigo parte da idéia de que existam algumas condições para que a Coleta Seletiva funcione de maneira mais sustentável, atendendo à diversidade de dimensões inerentes ao conceito de sustentabilidade, na sua expressão mais ampla. A dimensão ecológica/ambiental Partindo da divisão em cinco dimensões aqui discutidas e focando sob a perspectiva ecológica/ambiental da sustentabilidade, todo e qualquer município, independe de 2

3 seu tamanho ou localização, deve assumir alguns compromissos com o seu meio ambiente. Dessa óptica destacam-se alguns benefícios ambientas importantes decorrentes da prática da coleta seletiva: Poupa recursos naturais e não renováveis, uma vez que reduz a necessidade de extração de matéria prima virgem; Economiza energia no reprocessamento de materiais, valorizando a reutilização e/ou reciclagem de matérias primas secundárias; Reduz a quantidade de lixo depositado em aterros sanitários, diminuindo os impactos negativos diretos e indiretos desse tipo de deposição. Existem certas condições e fatores que, quando observados auxiliam no atendimento satisfatórios da dimensão ecológica ambiental da sustentabilidade. De acordo com Teixeira (2008) para avaliar esta dimensão, existem certas condições e fatores como observar à recuperação significativa de resíduos, ou seja, impedir que uma grande quantidade de resíduos seja encaminhada para a disposição sem uma prévia triagem dos materiais recicláveis e, desse modo, alcançar níveis significativos de recuperação dos materiais. O mesmo ator conota que nesta dimensão também deve haver a geração de baixos/poucos impactos negativos, pois um bom programa de coleta seletiva deve se preocupar em causar poucos impactos negativos ao longo de suas etapas (da coleta à comercialização dos resíduos) e adotar medidas para minimizar aqueles que não forem possíveis de serem evitados. Cabe ressaltar que, ao gerar baixos impactos pela prática da coleta seletiva, os Programas de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos (PCSRS) contribuem para a melhoria da saúde dos trabalhadores e dos cidadãos, entretanto a quantidade e o modo como é feita a coleta dos resíduos varia em cada realidade, por isso cada programa deve realizar estudos de identificação dos impactos e buscar alternativas para reduzir os danos ao meio ambiente e potencializar a coleta. A dimensão econômica Estatísticas conhecidas dizem que cada real investido em saneamento básico propicia a economia de cinco reais em atendimento médico. Sendo assim, os aspectos 3

4 econômicos também devem ser levados em conta, uma vez que um bom PCSRS pode e deve gerar renda digna e bem-estar aos trabalhadores envolvidos. De acordo com Durany (2007) é necessário ainda um olhar cuidadoso para a existência de um sistema informal de catadores, isto é, uma rede de pessoas que atuam de forma autônoma, sem qualquer apoio, na coleta e comercialização de recicláveis oriundos da Coleta Seletiva. Para Celeri (2008) para esta dimensão, portanto, duas condições são consideradas fundamentais. A Geração de renda digna, garante aos trabalhadores um valor mensal aceitável que seja suficiente para saldar as dividas mensais. Neste contexto alguns fatores quando observados, podem contribuir para o aumento dessas possibilidades e oportunidades, como: a venda coletiva de resíduos; a comercialização direta à industria, sem intermediários; o investimento na capacitação para o empreendedorismo; certos mecanismos de subsídios da atividade por parte do Poder Público; a agregação de valor ao produto. De acordo com Celeri (2008), poucos são os PCSRS que conseguem escala suficiente para negociar seu produto direto com as indústrias recicladoras, evitando os atravessadores. Uma alternativa que tem se mostrado bastante viável nestes casos é a venda conjunta dos resíduos, inclusive com experiências já bem conhecidas e em funcionamento. Nesse contexto, de acordo com Teixeira (2008) é importante que o poder público e setores da sociedade estimulem a venda coletiva do material, fomentando iniciativas e organizações de catadores. Por outro lado, a atual logística dos PCSRS implantados mantém as organizações dependentes do poder público, com o agravante de que a renda obtida pelos catadores está muito abaixo da renda média dos brasileiros. Para Celeri (2008) é importante despertar nos catadores o espírito empreendedor. A falta de conhecimento na área contábil, por exemplo, pode trazer conseqüências negativas nas ocasiões de comercialização dos materiais recicláveis coletados. Além disso, a capacitação para o uso de instrumentos financeiros pode auxiliá-los na administração de suas cooperativas, tornando-os efetivamente donos de seu próprio negócio. 4

5 De acordo com Celeri (2008) a consideração das variáveis e mecanismos econômicos, é a segunda condição deste fator, pois de acordo com Besen (2006), a principal dúvida reside na questão: como saber os reais custos do PCSRS. Alguns pontos como a dificuldade de apropriação dos custos por parte dos órgãos gestores municipais, o acobertamento dos valores pelos técnicos municipais (por considerarem extremamente altos e colocarem em riscos a continuidade dos programas), e a modificação dos sistemas e modelos adotados e o processo de migração dos programas para as parcerias com organizações de catadores, ajudam a explicar o problema. A respeito da viabilidade econômica dos PCSRS, muitos municípios não computam gastos de administração, área e equipamentos para triagem do material, custos de divulgação, bem como os custos relacionados aos rejeitos, dentre outros (James, 2007) A queda do custo dos programas deve-se, em grande parte, às parcerias com as organizações de catadores, pois estas se constituem numa forma de ampliar a oferta de matéria prima para reciclagem do resíduo urbano com menos custo e maior distribuição de renda (LEAL, 2004). Existem experiências documentadas de PCSRS que, quando desenvolvidos em parceria com cooperativas e associações de catadores, conseguiram obter um custo de 100% mais baixo do que aqueles sistemas operados por empresas privadas. Nestes casos, além do ganho econômico, não se pode deixar de lado os ganhos sociais, que sequer entram na conta. Em 2004, o programa municipal de coleta seletiva de Porto Alegre, desenvolvido em parceria com cooperativas e associações de catadores, tinha um custo 100% mais baixo do que o de Curitiba, executado por uma empresa privada contratada, e considerado um modelo no país (CEMPRE INFORMA, 2005). Finalizando esta dimensão convêm destacar que o lado econômico tem que perpassar constantemente entre as boas condições internas e externas de trabalho, tornando completo o acesso aos benefícios trabalhistas e o acesso a bens e serviços sociais (alimentação, saúde e transporte) a todos os envolvidos. RESULTADOS PRELIMINARES 5

6 Tratar e dispor adequadamente os resíduos sólidos gerados pela sociedade é uma responsabilidade que temos com o ambiente e com a saúde coletiva. No caso dos resíduos sólidos, além deste aspecto temos uma possibilidade concreta de geração de trabalho e renda, que já vem sendo realizada por muitas pessoas. É cada vês maior a importância da recuperação dos resíduos sólidos como atividade econômica. Nesse contexto, os PCSRS exercem um papel fundamental, e a valorização do trabalho dos catadores de resíduos recicláveis pode ser obtida a partir de um modelo de gestão que tenha como principio a Solidariedade. Contudo a sustentabilidade deste programas tem como desafio constante a dependência das prefeituras, na tentativa de estabelecer autonomia e estratégias próprias de viabilização econômica da sua atividade. Ter um resultado financeiro positivo é fundamental, mas outros aspectos também são vistos como valores de grande importância: boas condições de trabalho, atitudes éticas, a educação do trabalhador e o respeito ao meio ambiente são alguns exemplos. É importante lembrar que, para um PCSRS ser considerado bom de verdade, ele precisa atender a alguns requisitos básicos. Obter uma boa eficiência na recuperação dos resíduos é sempre importante, mas garantir que os catadores tenham sua atuação respeitada e valorizada é essencial. E para isto, a sustentabilidade apresenta-se como uma alternativa para se conhecer a eficiência da gestão empregada. BIBLIOGRAFIA CELERI, M. J. Programas de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos: análise das experiências de São Carlos e Assis. Programa de Pós Graduação em Engenharia Urbana PPGEU mestrado - Universidade Federal de São Carlos, UFSCar. São Carlos, DURANY, X. G. AVC de sistemas de recogida selectiva de residuos municipales em barrios urbanos densos. L`Espace géographique. Paris, JAMES, B. Lixo e Reciclagem. São Paulo. Scipione, LEAL. A. C. et al. Resíduos Sólidos no Pontal do Paranapanema. Presidente Prudente. Antonio Thomaz Junior,

7 TEIXEIRA, B. A. do N. et al. Coleta Seletiva de Resíduos: práticas e reflexões em busca da sustentabilidade. 1ª Ed. São Carlos, UNIÃO INTERNACIONAL PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Cuidando do Planeta Terra: Uma estratégia para o futuro da vida. São Paulo: UICN,

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 441 ARTIGOS COMPLETOS...442

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 441 ARTIGOS COMPLETOS...442 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011 441 ARTIGOS COMPLETOS...442 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 17 a 20 de outubro, 2011

Leia mais

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para Política Nacional de Resíduos Sólidos Agora é lei Novos desafios para poder público, empresas, catadores e população Marco histórico da gestão ambiental no Brasil, a lei que estabelece a Política Nacional

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE LIXO O CASO DE IJUÍ/RS 1 Juliana Carla Persich 2, Sérgio Luís Allebrandt 3. 1 Estudo

Leia mais

Turismo responsável: uma alternativa ao turismo sustentável?. 1

Turismo responsável: uma alternativa ao turismo sustentável?. 1 1 Turismo responsável: uma alternativa ao turismo sustentável?. 1 Sérgio Domingos de Oliveira, Docente Dr;. 2 Rosislene de Fátima Fontana, Docente Msc. 3 Universidade Estadual Paulista. Unidade de Rosana,

Leia mais

Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado

Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado A oferta da Promon Intelligens considera o desenvolvimento de

Leia mais

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CAPÍTULO 15 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Você já parou para pensar no que significa a palavra progresso? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas,cidades, maquinas e muito outras coisas que ainda

Leia mais

O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL

O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL HADDAD, Tatiana Paula (Estágio I), e-mail: tphaddad@hotmail.com; PETILO, Kássia Schnepper (Estágio I), e-mail: kassiaschnepper@hotmail.com;

Leia mais

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE IJUÍ PROPOSTA PRELIMINAR - 2007

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE IJUÍ PROPOSTA PRELIMINAR - 2007 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE IJUÍ PROPOSTA PRELIMINAR - 2007 APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA A presente proposta articula um conjunto de sugestões, cenários e arranjos institucionais e sociais,

Leia mais

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico PREMIO NACIONAL DE QUALIDADE EM SANEAMENTO PNQS 2011 INOVAÇÃO DA GESTÃO EM SANEAMENTO - IGS Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico SETEMBRO/2011 A. OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade

Leia mais

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução A Educação Ambiental como Pressuposto para um Turismo Sustentável 1 Cristine Gerhardt Rheinheimer 2 Teresinha Guerra 3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo Chegamos a um ponto de nossa trajetória

Leia mais

Aliança Resíduo Zero Brasil

Aliança Resíduo Zero Brasil Aliança Resíduo Zero Brasil carta de adesão 1. Introdução A extensão dos problemas socioambientais, envolvendo o consumo e a geração de resíduos no Brasil, originam-se em grande parte nas questões econômicas,

Leia mais

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS Mônica Abranches 1 No Brasil, no final da década de 70, a reflexão e o debate sobre a Assistência Social reaparecem e surge

Leia mais

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau

Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Proposta de Plano de Desenvolvimento Local para a região do AHE Jirau Fundação Getulio Vargas, Abril de 2011 REGIÃO PODE TER LEGADO COMPATÍVEL COM DESENVOLVIMENTO INOVADOR E SUSTENTÁVEL Deixar um legado

Leia mais

POTENCIAL DA RECICLAGEM EM CUIABÁ E NO ESTADO DE MATO GROSSO

POTENCIAL DA RECICLAGEM EM CUIABÁ E NO ESTADO DE MATO GROSSO SEMINÁRIO PREPARATÓRIO À XII CONFERÊNCIA DAS CIDADES REGIÃO CENTRO-OESTE CUIABÁ, 02 DE SETEMBRO DE 2011 TEMA: POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS POTENCIAL DA RECICLAGEM EM CUIABÁ E NO ESTADO DE MATO

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica LIXO MÍNIMO: EDUCANDO PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS Heliene Ferreira da Silveira Batista 1,3 Andréia Arruda de Oliveira Mosca 2,3 1 Bolsista PIVIC/UEG 2 Pesquisadora - Orientadora 3 Curso de Geografia,

Leia mais

ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO

ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO Tatiane Castaño Valadares*, Fernando Vieira de Sousa FUNEDI/UEMG taticastanobiologia@gmail.com

Leia mais

1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental.

1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental. 1. Nome da Prática inovadora: Coleta Seletiva Uma Alternativa Para A Questão Socioambiental. 2. Caracterização da situação anterior: O município de Glória de Dourados possui 9.927 habitantes (IBGE-2011),

Leia mais

Waste to Energy: Uma alternativa viável para o Brasil? Yuri Santos, Sérgio Oliveira e Ricardo Correa

Waste to Energy: Uma alternativa viável para o Brasil? Yuri Santos, Sérgio Oliveira e Ricardo Correa Waste to Energy: Uma alternativa viável para o Brasil? Yuri Santos, Sérgio Oliveira e Ricardo Correa 2 Promon Intelligens Promon Intelligens 2013 Introdução O tema da gestão sustentável dos Resíduos Sólidos

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos sociais. O edital destina-se às organizações

Leia mais

COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E INTEGRAÇÃO CAMPUS EMPRESA IF-SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS MURIAÉ

COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO E INTEGRAÇÃO CAMPUS EMPRESA IF-SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS MURIAÉ Em Busca dos 3Rs (REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR) 1. EQUIPE Coordenadora: Andrea Procópio Lourenço Técnica em Assuntos Educacionais Mariana Silva de Paiva Engenheira Agrônoma Professora Ana Tereza César

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES - RS BRASIL PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES Elaborado por: COMITE DE COORDENAÇÃO DO

Leia mais

Meio Ambiente discute soluções para lixo

Meio Ambiente discute soluções para lixo NIQUELÂNDIA Meio Ambiente discute soluções para lixo Euclides Oliveira A correta deposição do lixo produzido diariamente pelos moradores de Niquelândia, a operação adequada do aterro sanitário que dará

Leia mais

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14

Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 Seminário Intersetorial Empresas e Povos Indígenas 13/03/14 1 ANDAMENTOS DOS TRABALHOS GTAI/FMASE FMASE 2005 = Coordena ações de interesse do setor sobre aspectos socioambientais geração, transmissão,

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

Sustentabilidade nos Negócios

Sustentabilidade nos Negócios Sustentabilidade nos Negócios MUNDO INSUSTENTAVEL HÁBITOS DE...MAIS CONSUMO Otimizar o uso dos recursos naturais e a redução dos impactos ambientais, bem como promover a inclusão produtiva por meio da

Leia mais

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional

sumário executivo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional sumário executivo PREVENcÃo da Criminalidade e Seguranca Cidadã Relatório Internacional 2012 O Relatório Internacional sobre Prevenção da Criminalidade e Segurança Cidadã 2012 do Centro Internacional para

Leia mais

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS 198 Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS Isailma da Silva Araújo; Luanna Nari Freitas de Lima; Juliana Ribeiro dos Reis; Robson

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP Proposta: Propor mudanças nas leis que regem a publicação, desenvolvimento e divulgação dos testes no Brasil, de forma que se padronizem e ofereçam subsídios do alcance e limites dos testes. Proposta:

Leia mais

1) NOME DO PROJETO: Reciclando oportunidades - coleta seletiva como instrumento de sustentabilidade, trabalho e renda.

1) NOME DO PROJETO: Reciclando oportunidades - coleta seletiva como instrumento de sustentabilidade, trabalho e renda. 1) NOME DO PROJETO: Reciclando oportunidades - coleta seletiva como instrumento de sustentabilidade, trabalho e renda. 2) AUTORA DO PROJETO: Vanessa Maia de Amorim Evangelista Promotora de Justiça 1ª Promotoria

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DOS MUNICÍPIOS DE BRASIL NOVO, MEDICILÂNDIA, URUARÁ E PLACAS PROJETO042/2014

Leia mais

Município de Capanema - PR

Município de Capanema - PR LEI Nº. 1.557, DE 20 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre a política municipal de resíduos sólidos do Município de Capanema e dá outras providências. A Câmara Municipal de Capanema, Estado do Paraná, aprovou

Leia mais

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA Apesar de nos últimos anos ter-se dado visibilidade apenas ao discurso único capitaneado pelo IPPUC, vários movimentos populares, associações de

Leia mais

Lei Nº 1223/2014. Capítulo I. Da Educação Ambiental e Mobilização Social. Do Conceito e Princípios

Lei Nº 1223/2014. Capítulo I. Da Educação Ambiental e Mobilização Social. Do Conceito e Princípios Lei Nº 1223/2014 DISPÕE SOBRE O PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA O SANEAMENTO BÁSICO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FORMANDO CIDADÃOS PELA SUSTENTABILIDADE - PROJETO ECOJACQUES Andreza Menezes Nunes, Cinara

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PROJETOS DE SANEAMENTO AMBIENTAL EM ÁREA PERIURBANA DE SALVADOR, BAHIA

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PROJETOS DE SANEAMENTO AMBIENTAL EM ÁREA PERIURBANA DE SALVADOR, BAHIA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PROJETOS DE SANEAMENTO AMBIENTAL EM ÁREA PERIURBANA DE SALVADOR, BAHIA Luiz Roberto Santos Moraes, PhD Professor Titular em Saneamento da Universidade Federal da Bahia INTRODUÇÃO

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Recicle Art

Mostra de Projetos 2011. Recicle Art Mostra de Projetos 2011 Recicle Art Mostra Local de: Ivaiporã. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Sesi Apucarana. Cidade: Apucarana. Contato:

Leia mais

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental

Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 491 Eixo Temático ET-13-011 - Educação Ambiental DIALOGANDO NA INDÚSTRIA: UMA FERRAMENTA PARA DISCUTIR A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS

OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS 1 OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS Marta Pimenta Velloso CSGSF/ENSP/FIOCRUZ Na sociedade contemporânea, o consumo de produtos e serviços tem gerado resíduos em excesso. Atualmente,

Leia mais

Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli

Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli Indicadores de resultados de projetos sociais http://www.rits.org.br Leandro Lamas Valarelli O contexto do debate A idéia da construção de indicadores de resultados para projetos vem ganhado força entre

Leia mais

Fundação Nacional de Saúde. Competências

Fundação Nacional de Saúde. Competências Competências A FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE (FUNASA), ÓRGÃO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, É UMA DAS INSTITUIÇÕES DO GOVERNO FEDERAL RESPONSÁVEL EM PROMOVER A INCLUSÃO SOCIAL POR MEIO DE AÇÕES DE SANEAMENTO

Leia mais

UNISAL ARTIGO PARA MOSTRA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL AMERICANA 2011

UNISAL ARTIGO PARA MOSTRA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL AMERICANA 2011 UNISAL ARTIGO PARA MOSTRA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL AMERICANA 2011 Autora: Profa. Dra. Melissa Furlan Cursos: Direito e Engenharia Ambiental Área de Pesquisa: Meio Ambiente Título do artigo: O destino

Leia mais

MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA

MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA MEU NEGÓCIO É RECICLAR A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOINHAS - BAHIA NO APOIO AO MOVIMENTO DE CATADORES DE RUA Patrícia Cristina de Lima Moreira (1) Assistente Social (UNIT), Assistente Social do Serviço

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

TÍTULO: PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FACULDADE ANHANGUERA DE ANÁPOLIS

TÍTULO: PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FACULDADE ANHANGUERA DE ANÁPOLIS TÍTULO: PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FACULDADE ANHANGUERA DE ANÁPOLIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FARMÁCIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE ANÁPOLIS AUTOR(ES):

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino

Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino Desafios para a gestão escolar com o uso de novas tecnologias Mariluci Alves Martino A escola e a gestão do conhecimento Entender as instituições educacionais pressupõe compreendê-las e colocá-las em relação

Leia mais

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES

ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL SUGESTÕES ELEIÇÕES 2008 A RELAÇÃO ENTRE VEREADORES, ADMINISTRAÇÕES PETISTAS E O MOVIMENTO SINDICAL 1) INTRODUÇÃO SUGESTÕES Ao longo dos seus vinte e oito anos e com a experiência de centenas de administrações que

Leia mais

17 a 20 de agostode 2010, Rio de Janeiro. Programasde responsabilidadesocial Juliana Calsa e Milena Noenta

17 a 20 de agostode 2010, Rio de Janeiro. Programasde responsabilidadesocial Juliana Calsa e Milena Noenta 17 a 20 de agostode 2010, Rio de Janeiro Programasde responsabilidadesocial Juliana Calsa e Milena Noenta DADOS DA FOZ DO BRASIL Saneamento Atende a 3 milhões de habitantes no Brasil. Resíduos Urbanos

Leia mais

Cooperativa de Trabalho: Experiência do Reciclador Solidário de Piracicaba

Cooperativa de Trabalho: Experiência do Reciclador Solidário de Piracicaba Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Cooperativa de Trabalho: Experiência do Reciclador Solidário de Piracicaba Área Temática de Trabalho

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

A atuação do poder público de Santa Catarina na implantação de políticas de atendimento ao tratamento de resíduos sólidos pelo setor privado.

A atuação do poder público de Santa Catarina na implantação de políticas de atendimento ao tratamento de resíduos sólidos pelo setor privado. A atuação do poder público de Santa Catarina na implantação de políticas de atendimento ao tratamento de resíduos sólidos pelo setor privado. Tratamento de resíduos no mundo Média diária de resíduo 1,00

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS.

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS. PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS. O Programa de Educação Ambiental nas Escolas terá como marcos norteadores: - A educação ambiental contida na Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA),

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL

A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL A EVOLUÇÃO DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL 1. Aspectos gerais A geração de lixo urbano no Brasil está em torno de 140,000 ton/dia, sendo que a estimativa dos órgãos

Leia mais

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES 1 PPA-UFCG PROGRAMA PERMANENTE DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO 2006-2008 ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES (MAPAS VIVOS DA UFCG) 2 DIMENSÃO MISSÃO E PDI MAPAS VIVOS DE

Leia mais

Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade

Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade SEMINÁRIO Reciclagem e Valorização de Resíduos Sólidos - Meio Ambiente e Sustentabilidade Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais 27 de maio de

Leia mais

ASCAMPA ASSOCIAÇÃO DE CATADORES E CATADORAS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DA REGIÃO NORTE DE PALMAS TO

ASCAMPA ASSOCIAÇÃO DE CATADORES E CATADORAS DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DA REGIÃO NORTE DE PALMAS TO PLANO DE TRABALHO Reciclando Atitudes: Reciclagem e Beneficiamento de Resíduos Sólidos Rumo à Coleta Seletiva Solidaria em Palmas-to Palmas Tocantins 15 de novembro de 2011 Resumo 2.1. Introdução 03 2.2.

Leia mais

Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA

Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA Rio de Janeiro (RJ), 31 de Agosto de 2012. Heverthon Jeronimo da Rocha Gerente Técnico de Meio Ambienta - URBANA Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de Natal Área 170,298

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS DO INEP SOBRE A CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DA CIDADE DE SÃO CARLOS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA E, A BUSCA POR FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

CUR SO TECNOLOG IA E M G EST AO AM BI ENT AL PROJ ET O D E I NICI AÇ AO CI ENTIFI CA - PIC

CUR SO TECNOLOG IA E M G EST AO AM BI ENT AL PROJ ET O D E I NICI AÇ AO CI ENTIFI CA - PIC CUR SO TECNOLOG IA E M G EST AO AM BI ENT AL PROJ ET O D E I NICI AÇ AO CI ENTIFI CA UM ESTUDO SOBRE O TRATAMENTO DOS RESIDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO (RCD) NO DF - FATORES AMBIENTAIS E RECICLAGEM.

Leia mais

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE A Organização das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o objetivo de trazer ao debate público

Leia mais

RESOLVE AD REFERENDUM DO CONSELHO:

RESOLVE AD REFERENDUM DO CONSELHO: RESOLUÇÃO N o 02/2008, DO CONSELHO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS Aprova o Regimento do Programa de Educação, Saúde e Cultura Populares, da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal, e dá

Leia mais

Projeto Construindo a Ecocidadania- percepções acercadas atividades de Educação Ambiental.

Projeto Construindo a Ecocidadania- percepções acercadas atividades de Educação Ambiental. Projeto Construindo a Ecocidadania- percepções acercadas atividades de Educação Ambiental. Tatiana Peixoto Gonçalves Universidade Federal do ABC (UFABC) discente do Bacharelando em Ciência e Tecnologia

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS

EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS 1 EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - MARIA ELOISA FARIAS - UNIVERSIDADE LUTERNA DO BRASIL - ULBRA - CANOAS RS O Desenvolvimento Sustentável vem sendo objeto de estudos, análises e críticas entre

Leia mais

O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS O ENGAJAMENTO DA INDÚSTRIA DE TINTAS NA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Há muitos anos, a indústria de tintas, sob a liderança da ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), pesquisa

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA VISÃO DOS TRABALHADORES DO ATERRO SANITÁRIO DE AGUAZINHA

INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA VISÃO DOS TRABALHADORES DO ATERRO SANITÁRIO DE AGUAZINHA INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA VISÃO DOS TRABALHADORES DO ATERRO SANITÁRIO DE AGUAZINHA RODRIGUES, Ângela, Cristina, Lins; SILVA, Isabel, Gomes da; CUNHA,

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL

A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL Júlio César de Almeida (FASA) julioc.almeida@hotmail.com Gisele Figueiredo Braz

Leia mais

Ecologia Industrial Existem empresas que não têm possibilidade de simbiose?

Ecologia Industrial Existem empresas que não têm possibilidade de simbiose? Ecologia Industrial Existem empresas que não têm possibilidade de simbiose? Valéria Madeira Apresentação do Grupo de Pesquisa O Grupo de Ecologia Industrial Aplicada (GEIA) surgiu dentro do programa de

Leia mais

Seminário: Responsabilidade Compartilhada no Gerenciamento dos Resíduos Sólidos

Seminário: Responsabilidade Compartilhada no Gerenciamento dos Resíduos Sólidos Seminário: Responsabilidade Compartilhada no Gerenciamento dos Resíduos Sólidos REALIZAÇÃO: Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Colesta seletiva Consumidor Triagem Indústria Comercialização

Leia mais

Políticas Públicas de Fomento ao Cooperativismo *

Políticas Públicas de Fomento ao Cooperativismo * Políticas Públicas de Fomento ao Cooperativismo * Introdução Euclides André Mance México, DF, 19/10/2007 No desenvolvimento do tema desta mesa, trataremos de três aspectos, a saber: a) de que cooperativismo

Leia mais

NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES.

NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES. 1 NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES. FREITAS, Samylla Tassia Ferreira de¹; SILVA, Thariny Alves²; SOUSA, Leticia Ferreira de³; OLIVEIRA, Sandra

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL MENDONÇA, Ana Maria Gonçalves Duarte. Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: Ana.duartemendonca@gmail.com RESUMO

Leia mais

Agenda de Ações. Política Pública de Coleta Seletiva com Inclusão dos Catadores e Catadoras

Agenda de Ações. Política Pública de Coleta Seletiva com Inclusão dos Catadores e Catadoras Agenda de Ações 2008 Política Pública de Coleta Seletiva com Inclusão dos Catadores e Catadoras Fórum Lixo e Cidadania da Cidade de São Paulo 1. Introdução 2. Fórum Lixo e Cidadania da Cidade de São Paulo

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA O Aterro Sanitário de Nova Iguaçu (RJ): estratégias sustentáveis de gestão pública para os resíduos

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL & SAÚDE: ABORDANDO O TEMA RECICLAGEM NO CONTEXTO ESCOLAR ARNOR, Asneth Êmilly de Oliveira; DA SILVA, Ana Maria Gomes; DA SILVA, Ana Paula; DA SILVA, Tatiana Graduanda em Pedagogia -UFPB-

Leia mais

MA160.MA.77/RT.001 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID

MA160.MA.77/RT.001 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID 3.18.1. Introdução O quadro de saúde da região da área de influência direta do empreendimento traduzido pelas condições

Leia mais

VIVÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REUTILIZAÇÃO DO PAPEL COMO RECURSO EDUCACIONAL

VIVÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REUTILIZAÇÃO DO PAPEL COMO RECURSO EDUCACIONAL VIVÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REUTILIZAÇÃO DO PAPEL COMO RECURSO EDUCACIONAL Jose Lucas dos Santos Oliveira e-mail: joselucasoliveira55@gmail.com Leonardo Lucas dos Santos Dantas e-mail:leonardolucascbio@gmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES UNIDADE MÉIER

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES UNIDADE MÉIER UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES UNIDADE MÉIER ÉTICA AMBIENTAL DISCIPLINA: PODER, LIDERANÇA E ÉTICA. PROF ª: MICHELI GARGALHONE ALUNOS: FERNANDA KNOPP LEAL JULIANA CARVALHO SANTOS LUANA ROCHA DE BIASE MARCELINE

Leia mais

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos

PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos PATRULHA AMBIENTAL MIRIM: Um espaço de Emancipação dos Sujeitos RESUMO Elizane Pegoraro Bertineti 1 Tanise Stumf Böhm 2 O presente texto busca apresentar o trabalho realizado pela Patrulha Ambiental Mirim

Leia mais

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa?

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa? Destaque: Somos, nós mulheres, tradicionalmente responsáveis pelas ações de reprodução da vida no espaço doméstico e a partir da última metade do século passado estamos cada vez mais inseridas diretamente

Leia mais

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR I - OBJETIVO GERAL Realização de Módulos do programa de capacitação

Leia mais

O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e

O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Parceria: O marco mundial da nova ordem ambiental é minimizar o lixo. Desde 1992, os 170 países presentes na conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a RIO/92, assinaram a Agenda 21, que

Leia mais

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS)

Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) Tecnologia sociais entrevista com Larissa Barros (RTS) A capacidade de gerar tecnologia e inovação é um dos fatores que distinguem os países ricos dos países pobres. Em sua maioria, essas novas tecnologias

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE

ESTUDO DE VIABILIDADE ESTUDO DE VIABILIDADE REDE LOCAL / ARRANJO PRODUTIVO LOCAL / CADEIA PRODUTIVA NOME: SIGLA: ESTADO: 1º Parte - Viabilidade Econômica e Ambiental Esta é a dimensão mais importante do estudo de viabilidade

Leia mais

Palavras-chave: lixo - sensibilização - reciclagem

Palavras-chave: lixo - sensibilização - reciclagem RECICLAGEM: UMA ALTERNATIVA DE SENSIBILIZAÇÃO PARA COM O LIXO PRODUZIDO NA COMUNIDADE SÃO MATEUS, CUIABÁ MT SANTOS, AGDA LEMES DOS UNIC GOMES, ANINÊS ASSUNÇÃO UNIC Devido à evolução e o desenvolvimento

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo

Leia mais

MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO MANHUAÇU Estado de Minas Gerais PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL

MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO MANHUAÇU Estado de Minas Gerais PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO MANHUAÇU Estado de Minas Gerais PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL SUMÁRIO: 1.INTRODUÇÃO... 2 2. OBJETIVOS GERAIS... 2 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 4. PLANO DE TRABALHO PARA MOBILIZAÇÃO

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 FALA PEDAGOGIA Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 Daniela Erani Monteiro Will O Projeto Político Pedagógico (PPP), há alguns anos, está na pauta de discussões

Leia mais

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012

PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 PORTARIA Nº 185, DE 12 DE JULHO DE 2012 Torna públicas as teses e diretrizes para a elaboração de uma Política Nacional de Empreendedorismo e Negócios PNEN, e dá outras providências. O MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Gerenciamento dos resíduos sólidos no município de Penápolis SP. Introdução:

Gerenciamento dos resíduos sólidos no município de Penápolis SP. Introdução: Gerenciamento dos resíduos sólidos no município de Penápolis SP. Autor (a): Nathália Karoline de Carvalho Soares E-mail: nathy.c.soares@gmail.com Graduando do curso de Geografia da Universidade Estadual

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC) RECICLADOR Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de Ensino Vicente de Paula

Leia mais

Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais

Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais EXTENSO 2013 Eje 4: Ambiente, Educación Ambiental y Desarrollo Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais Letícia Fernanda Assis¹; Márcio Viera²; Juliana Ferrari³;

Leia mais

A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações

A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações Ítalo Camilo da Silva Nogueira Faculdade Nossa Senhora Aparecida /GO - italocamilo@hotmail.com Karlla Junara Cintra Azambuja Soares

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Maria Iolanda de Oliveira 1 Rita de

Leia mais

Gestão e Gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Pirapozinho, São Paulo, Brasil 1 Fernanda Regina Fuzzi 2 fernanda_fr8@hotmail.

Gestão e Gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Pirapozinho, São Paulo, Brasil 1 Fernanda Regina Fuzzi 2 fernanda_fr8@hotmail. Introdução Gestão e Gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no município de Pirapozinho, São Paulo, Brasil 1 Fernanda Regina Fuzzi 2 fernanda_fr8@hotmail.com Antonio Cezar Leal 3 cezar@fct.unesp.br

Leia mais

Of. nº 21 /2015. Guaporé, 25 de junho de 2015.

Of. nº 21 /2015. Guaporé, 25 de junho de 2015. Of. nº 21 /2015. Guaporé, 25 de junho de 2015. Senhor Presidente, Encaminho nesta Casa Legislativa, para apreciação e votação dos nobres Edis, o projeto de lei legislativa nº 009/2015, que INSTITUI O PROGRAMA

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EMPRESA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EMPRESA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EMPRESA 1 MÁRIO GOMES FILHO Graduação: Engenharia Civil - 1983 Pós : Educação Ambiental 1999 Pós : Gestão Ambiental 2002 2 A empresa Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado

Leia mais

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social Elisabeth Grimberg Elisabet Grimberg é Mestre em sociologia, Coordenadora da Área de Ambiente Urbano do Instituto

Leia mais