O ENSINO DE GRADUAÇÃO E A RELAÇÃO UNlVERSlDADE - EMPRESA NA UFMG José Nagib Cotrim Árabe Fernando Celso Dolabela Chagas

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1 O ENSINO DE GRADUAÇÃO E A RELAÇÃO UNlVERSlDADE - EMPRESA NA UFMG José Nagib Cotrim Árabe Fernando Celso Dolabela Chagas Publicado em XXXXX Data: XX/XX/XXXX 1. Introdução É evidente a necessidade de interação da Universidade com empresas para que a formação de seus alunos de graduação seja complementada com a realidade do mundo empresarial e do mercado de trabalho. Muito já foi escrito sobre a importância da interação Universidade - Empresa, das suas dificuldades e das suas vantagens. Esse artigo não pretende discutir mais uma vez essas dificuldades e vantagens, mas, de maneira mais objetiva, discorrer sobre a situação na UFMG dos aspectos dessa interação que impactam diretamente sobre a formação dos nossos alunos de graduação. Assim, as seções a seguir discutem como estão sendo tratados na UFMG quatro aspectos importantes na relação da Universidade com o mundo empresarial: estágios, empresas juniores, implantação de incubadoras de empresas e ensino de empreendedorismo. Apresentamos a situação atual e propostas de novas ações que resultem na melhoria do relacionamento entre a Universidade e o setor empresarial. 2. Estágios A Câmara de Graduação da UFMG, em documento (UFMG, 1997) no qual e proposta uma profunda mudança nos currículos dos seus cursos de graduação, conceitua o estagio curricular como "qualquer atividade que propicie ao aluno adquirir experiência profissional especifica e que contribua, de forma eficaz, para sua absorção pelo mercado de trabalho. Enquadram-se nesse tipo de atividade as experiências de convivência em um ambiente de trabalho, cumprimento de tarefas com prazos estabelecidos, trabalho em um ambiente hierarquizado e com componentes cooperativistas ou corporativistas, etc. O objetivo e proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da pratica profissional clássica, criando a possibilidade do exercício e aprimoramento de suas habilidades. Espera-se, com isso, que o aluno tenha a opção de incorporar atitudes praticas e adquirir uma visão critica de sua área de atuação profissional". Um ponto a ser destacado e que a Câmara considera como fundamental que o estagio seja realizado fora da UFMG, num sistema de parceria entre a Universidade e a iniciativa privada (ou o setor publico, se for o caso) avaliação do estagio deve ser feita a partir de conceitos e observações estabelecidos pelas fontes geradoras do estagio, acompanhando e seguindo parâmetros estabelecidos em conjunto com o Colegiado do curso ou a coordenação do estagio. Não só o aluno deve ser avaliado, mas também a própria parceria entre a UFMG e a fonte geradora do estagio. Assim, propõe-se também que a continuidade da parceria seja objeto de recredenciamentos periódicos. Varias habilidades e atitudes importantes na formação do cidadão e do profissional, em qualquer área de atuação, podem e devem ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas num estagio. Entre elas podemos citar: (1) a habilidade de trabalhar em equipe; (2) o desenvolvimento de capacidade empreendedora: (3) o exercício de um pensamento independente; (4) a capacidade de estruturar, contextualizar e solucionar problemas,

2 buscando alternativas; (5) a capacidade de síntese e analise; (6) o desenvolvimento de uma postura critica reflexiva e criativa; (7) a aquisição de princípios éticos, incluindo respeito a diversidade étnica, cultural e religiosa; (8) responsabilidade com o meio ambiente; (9) habilidade para negociar conflitos na busca de soluções compartilhadas. Vários currículos de cursos da UFMG incorporam a atividade de estagio curricular, alguns por forca de legislação (vários dos antigos currículos mínimos. Extintos com a nova LDB, exigiam estágios curriculares para a formação dos profissionais; a expectativa e que essas exigências sejam mantidas para a maioria dos cursos apos a edição a as novas diretrizes curriculares para o ensino superior), outros por opção dos Colegiados. A situação atual na UFMG, no entanto, apresenta alguns problemas. Em primeiro lugar, a instituição não possui regras claras e uniformes para a avaliação dos estágios e para o credenciamento das fontes de estagio. Assim, a implementação se da de maneira diversificada, havendo cursos onde os estágios são bem acompanhados e avaliados pelo Colegiado, ao lado de outros que nem acompanham as atividades desenvolvidas pelos alunos, limitando-se a exigir documentos burocráticos que atestem a passagem do aluno por algum estagio. Nesse ultimo caso, nem sempre a experiência do aluno no estagio e relevante para a sua formação. Outro problema e a existência de cursos que não prevem no seu currículo o aproveitamento de atividades de estagio, mesmo em áreas onde o estagio pode trazer contribuições relevantes para a formação do aluno. O exemplo típico e o curso de Ciência da Computação, onde existe boa oferta de estágios de qualidade e que são efetivamente exercidos por grande parte dos alunos, mas que não são computados como créditos para a integralização do currículo. A Câmara de Graduação tem discutido o assunto e devera propor parâmetros mínimos para o controle de qualidade dos estágios. Por outro lado temos incentivado alterações nos currículos daqueles cursos que não prevem o aproveitamento de estágios para que esses cursos venham a fazê-lo. Outra linha de atuação da Pró-Reitoria de Graduação e o estreitamento de relações com instituições como o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). No ultimo caso, a UFMG esta estudando a instalação de um Balcão de Oportunidades de estágios no seu Campus. 3. Empresas Juniores O surgimento de diversas empresas juniores ligadas aos mais diversos cursos de graduação nas instituições de ensino superior demonstra a necessidade de um maior estreitamento das relações entre a Universidade e o mercado de trabalho. As empresas juniores, criadas, mantidas e gerenciadas por iniciativa dos próprios estudantes, são instituições sem fins lucrativos que prestam serviços a sociedade no ramo de atividades ao qual estão ligados os cursos de graduação relacionados a essas empresas. Apesar de não estarem juridicamente ligadas a instituição de ensino da qual os alunos fazem parte, e fundamental o apoio da instituição principalmente em dois aspectos: a disponibilizarão de infra-estrutura física e a orientação de membros do corpo docente nas atividades da empresa, para possibilitar o oferecimento de serviços de qualidade. Empresas juniores atuam no mercado e, portanto, são concorrentes de outras empresas da mesma área de atuação. Essa concorrência nem sempre e vista com bons olhos, sob a alegação de que o eventual custo inferior de serviços prestados pelas empresas juniores e subsidiado, já que são prestados por estudantes reunidos numa empresa instalada nas dependências da instituição de ensino. No entanto, a participação dos estudantes nessas relações com o mercado tem sido extremamente rica, despertando na maioria deles um espírito de atuação independente e empreendedora.

3 Atualmente existem sete empresas juniores atuando ativamente na UFMG, ligadas aos cursos de Psicologia (RH Consultoria Junior), Engenharia Mecânica (Produção Junior Consultoria & Assessoria), Ciências Administrativas, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis (UFMG Consultoria Junior), Medicina Veterinária (Vet Junior), Engenharia Elétrica (Consultoria e Projetos Elétricos Junior), Engenharia Civil (EMJEC - Empresa Junior de Engenharia Civil UFMG) e Estatística Consultoria e Assessoria em Estatística). Outras existem, mas não funcionam no momento, corno e o caso da UFMG Informática Junior, ligada ao curso de Ciência da Computação. A atual geração de alunos dirigentes das empresas juniores da UFMG tem sido extremamente ativa e esta incentivando a criação de empresas ligadas a outros cursos, alem de buscar apoio da Universidade para a expansão desse tipo de atividade. Como conseqüência desse esforço, estão em processo de criação empresas ligadas aos cursos de Engenharia de Minas, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, Educação Física, Farmácia e Direito. Alem disso, será lançado aproximadamente o Núcleo das Empresas Juniores da UFMG, com o apoio da Administração Central, que também esta estudando um programa de apoio a essas atividades com os seguintes componentes: 1. Premio Qualidade UFMG Empresa Junior: a ser distribuído anualmente as empresas que se enquadrem em critérios de qualidade ainda a serem definidos; 2.Treinamento: para diretores e consultores das empresas juniores nas áreas de administração financeira, custos, marketing, legislação e gerenciamento de recursos humanos; 3. Manual: apoio ao Núcleo para a confecção de um manual de procedimentos para a implantação e funcionamento de empresas juniores; 4. Avaliação de docentes: discussão sobre critérios de avaliação dos docentes da UFMG de forma a considerar a supervisão realizada pelos professores como uma atividade acadêmica regular do corpo docente. 4. Incubação de empresas A UFMG tem desenvolvido ações no sentido de implantar uma infra-estrutura de incubação de empresas, oferecendo aos seus alunos condições de materialização de sua atividade empreendedora. A primeira atividade neste sentido foi a participação em um consorcio de instituições que criou a Incubadora de Software de Belo Horizonte, INSOFT, que funciona desde 1996 e que já graduou varias empresas. Estão em vias de implantação o CIM (Centro de Inovação Multidisciplinar), instalada no prédio do Departamento de Física e o Gene CRIA, incubadora de software criada pelo Departamento de Ciência da Computação, com o apoio da Sociedade Softex e do CNPq e que funcionara em parceria com a INSOFT. 5. Empreendedorismo 5.10 contexto brasileiro e o ensino de empreendedorismo O ensino universitário direcionado a formação de empregados O ensino universitário brasileiro sempre foi voltado para a formação de empregados. Nos cursos de administração de empresas o currículo e dirigido principalmente para a formação de gerentes, e a abordagem de ensino elege a grande empresa como tema central, ignorando como regra o estudo da pequena empresa. Em todos os cursos

4 universitários a "cultura" do ensino pressupõe que o aluno esteja em busca de uma qualificação que lhe garanta um emprego. A incipiente relação universidade - empresa Por outro lado, o País ainda não atingiu maturidade na interação universidade - empresa, com baixíssimo índice de sinergia neste campo, em virtude, principalmente, e do parque empresarial brasileiro ter sido tradicionalmente composto por empresas multinacionais, com centros de desenvolvimento tecnológico situados em seus países de origem. Distanciados, universidade e empresa no Brasil ainda não conseguiram construir um modus vivendi que possa dar origem a existência de parques científicotecnologicos e ecossistemas de eficácia perante a globalização. Isolados, atuando sem canais de comunicação que possam provocar resultados importantes ao desenvolvimento econômico, universidade e empresa tendem a manter a distancia uma da outra e pior, a cristalizar as visões tradicionais e os preconceitos que supostamente as justificam. O tema integração universidade - empresa no Brasil, apesar de abordado em alguns foros da academia, via de regra ainda não conseguiu, sem embargo de inúmeras tentativas, adotar outra forma que não seja a do discurso sem a produção de resultados significativos. Em vista disso, a interlocução institucional entre universidade e empresa ainda e assunto difícil e incipiente. A tecnologia na empresa brasileira e os impactos da globalização no Brasil Por seu turno, a empresa brasileira, também por falta de capital, tem escassas condições de induzir e estimular as suas relações com os centros de pesquisas universitários. Por vários motivos cuja menção ultrapassa o âmbito deste texto, a empresa nacional buscou no passado a proteção do governo brasileiro através de criação de reservas de mercado que impediam a importação em sua área de atuação, enquanto se atualizava através da aquisição de tecnologia de paises do primeiro mundo. A urgência do empreendedorismo no Brasil decorre, portanto, entre fatores comuns a todos os paises, da contingência da abertura abrupta do mercado nacional para o mundo globalizado, fazendo com que as empresas nacionais, tradicionalmente operando em mercado protegido, passassem a competir internacionalmente sem uma preparação previa e sem tradição na área tecnológica. A metodologia de ensino de empreendedorismo desenvolvida na UFMG (Dolabela, 1997) aborda dois sistemas de atividades: a) ensino de empreendedorismo, em que um dos elementos chave, e inédito, e o fato de ele não ser ministrado somente por docentes da área de Administração de Empresas, mas sim por professores do curso de graduação onde o ensino for oferecido; b) disseminação deste ensino, através de processos de sensibilização, indução e treinamento do corpo docente já instalado nas universidades. As metodologias surgiram como resposta às necessidades de um País em que a cultura empreendedora se manifesta de forma tímida, o que induz a urgência da multiplicação do ensino de empreendedorismo. A metodologia de disseminação, também inédita, apresenta resultados surpreendentes. Em menos de três anos de sua aplicação, professores das mais variadas áreas tem alcançado grande sucesso no oferecimento do ensino de empreendedorismo.

5 Os elementos inovadores da metodologia contemplam as características e necessidades brasileiras e tem apresentado resultados surpreendentes que configuram uma verdadeira revolução no ensino universitário do país. Entre outras características a metodologia apresentada trata o ensino de empreendedorismo como um fenômeno aberto a todas as especial idades, rompem do às barreiras que o tornam exclusivo do campo de administração de empresas, permitindo com isto a sua propagação em redes. O estilo e a filosofia da metodologia têm formado seguidores por todo o País. A utilização do corpo docente já instalado, em todas as áreas do conhecimento, possibilita a propagação acelerada do ensino de empreendedorismo, fazendo com que os diversos cursos de graduação tenham autonomia e independência para a implantação deste conteúdo. A experiência tem demonstrado que a maioria dos professores já tem uma rede de relações estabelecida em seu campo de interesse, e não encontram dificuldades em identificar e trazer para a sala de aula os seus principais atores. Por outro lado, se o ensino de empreendedorismo permanecesse exclusivamente nas mãos dos departamentos de ensino de Administração a capacidade quantitativa de oferecimento deste tipo de ensino seria extremamente limitada. 5.3 Os resultados das atividades de empreendedorismo da UFMG Atualmente os cursos de graduação de Engenharia Metalúrgica, Ciência da Computação, Física Biblioteconomia, Geologia e Estatística da UFMG oferecem a disciplina de empreendedorismo. em seus currículos. Vários cursos de extensão, abertos a toda comunidade também vem sendo oferecidos. Como resultado mais visível dessas atividades, foram geradas 26 em presas de base tecnológica dirigidas por alunos e ex-alunos, nos últimos cinco anos. Igualmente importante foi à disseminação das atividades de ensino de empreendedorismo a partir da experiência da UFMG para âmbito nacional, conforme pode ser evidenciado pelos projetos e programas apresentados a seguir. Projeto Softstart O objetivo deste projeto e disseminar o ensino de empreendedorismo nos cursos de graduação em informática de todo o Brasil. Iniciado em 1996, o Projeto Softstart conta atualmente com mais de 100 instituições de nível universitário em todo o Brasil participando do programa, oferecendo o ensino de empreendedorismo na área de informática. Praticamente todo território nacional esta coberto, já que 23 dos 26 estados do Brasil e o Distrito Federal oferecem o ensino em 68 cidades. Estima-se que foram criadas cerca de 120 empresas de informática no sistema Softex. Mais de 3000 alunos estão sendo treinados por ano com a participação de 240 professores da área de informática preparados para o ensino de empreendedorismo. Programas REUNE-Brasil e REUNE-MG O objetivo desses programas e disseminar o ensino de empreendedorismo nas instituições de ensino superior do Brasil, em todos os cursos de graduação. O planejamento prevê a sua implementação em todo o país nos próximos dois anos. Atualmente 90 cursos de graduação estão participando do programa em quatro estados brasileiros. Pretende-se expandir o programa para todos os estados a partir

6 de Os programas já capacitaram 180 professores de diversas áreas, tendo alcançando 1200 alunos em Programa SENAI - SEI O objetivo deste programa e disseminar o ensino de empreendedorismo nos cursos profissionalizantes do SENAI. O programa atinge atualmente 35 unidades de ensino profissionalizante do SENAI-MG, tendo capacitado 70 professores de diversas áreas e treinado 1 mil alunos em 1998.

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