Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ?

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO. 1- Como aderir à proposta AMQ?"

Transcrição

1 Dúvidas Freqüentes IMPLANTAÇÃO 1- Como aderir à proposta AMQ? A adesão é realizada através do preenchimento e envio do Formulário de Cadastramento Municipal no site do projeto. O gestor municipal da saúde deverá, inicialmente, indicar um coordenador AMQ uma pessoa de referência na secretaria municipal de saúde para responder pelo projeto, viabilizando a concretização de todas as etapas previstas. O gestor também deverá indicar um administrador do aplicativo digital AMQ alguém com experiência e habilidade em informática e sistemas de informação, que será responsável pela coordenação de todas as ações referentes ao aplicativo digital AMQ. No cadastramento municipal é solicitado o nome e outros dados destes responsáveis. 2- Como realizar o cadastramento municipal? Acessar o site do projeto e clicar no ícone: Cadastramento Municipal. Preencher o formulário de cadastro e clicar em Enviar Formulário. A partir deste momento a equipe do projeto já recebe a primeira comunicação de adesão, mas é necessário cumprir ainda outras etapas. Após enviar o formulário, aparecerá uma tela disponibilizando-o para ser salvo e impresso. Da mesma maneira aparecerá um modelo de ofício já contendo as informações básicas capturadas do cadastramento. Para concretização do cadastramento é imprescindível o envio destes documentos de maneira eletrônica e por correio, 1

2 conforme as orientações presentes naquela seção. Está disponível também um arquivo para Solicitação dos Cadernos AMQ, no qual deverá ser especificada a quantidade de materiais impressos necessária. Este arquivo deverá ser enviado por meio eletrônico. 3- As Equipes SF ou profissionais da estratégia que quiserem aderir ao AMQ isoladamente poderão fazê-lo? Todos os materiais estão disponíveis no site do projeto para download e impressão. Qualquer equipe de Saúde da Família ou seus profissionais poderão utilizar os materiais do projeto como referência para o seu trabalho, entretanto o cadastramento só poderá ser realizado com o consentimento do gestor municipal. A adesão ao AMQ possibilita que o município receba apoio técnico e tenha acesso a todos os recursos oferecidos pelo projeto. 4- Após o cadastramento, que outras etapas estão previstas para a implantação do projeto AMQ? Ao todo estão previstas cinco etapas: 1) Adesão municipal; 2) sensibilização e capacitação dos participantes; 3) auto-avaliação 4) digitação no aplicativo digital; 5) realização de intervenções para a melhoria da qualidade. Orienta-se, no mínimo, a realização de três auto-avaliações seguidas, que devem ser intercaladas por períodos de realização das intervenções, que variam de seis meses a um ano. 5- Para a segunda auto-avaliação é necessário realizar novo cadastramento municipal? 2

3 Não, o cadastramento municipal é realizado uma única vez. Caso o coordenador do projeto deseje ampliar o número de equipes cobertas, basta inseri-las no aplicativo digital AMQ com o auxílio do administrador. 6- Existe uma data específica ou data limite para aderir à proposta? Não. O aplicativo digital AMQ permitirá o cadastramento a qualquer momento, ou seja, quando o município sentir-se preparado para a adesão, deverá realizar diretamente o preenchimento do cadastro eletrônico no site do projeto através do ícone: Cadastramento Municipal. 7- Quais os critérios exigidos para o cadastramento municipal? É necessário apenas que o município tenha pelo menos, uma equipe de Saúde da Família devidamente implantada e regularizada no SIAB. O coordenador AMQ deverá planejar a implantação de acordo com as condições locais, respeitando sempre o princípio da livre adesão. 8- A auto-avaliação deverá ser aplicada a todos os atores envolvidos e em todas as equipes SF implantadas no município? A definição dos participantes da auto-avaliação é uma decisão da coordenação local do projeto AMQ, em consonância com o resultado da 3

4 sensibilização realizada. Não é necessário incluir todas as equipes do município no projeto. Poderão participar apenas o gestor (instrumento n 1), ou gestor e coordenadores (instrumentos n 1 e n 2), gestores, coordenadores e USF (n 1, n 2 e n 3), ou todos: n 1, n 2, n 3, n 4 e n 5, ou apenas um. Pode ser que estejam sensibilizados apenas os coordenadores e equipes (n 2, n 4 e n 5), por exemplo. O aplicativo digital AMQ aceitará qualquer uma destas combinações. O mais importante é que o processo seja por adesão voluntária em todas as etapas. Este processo irá depender do planejamento da implantação realizado pelo coordenador AMQ. 9- Após a realização do cadastramento por parte do município há algum prazo para o início da digitação dos dados no aplicativo? Após o cadastramento, o administrador em parceria com o coordenador AMQ deverá criar grupos avaliativos (ver pergunta 4 na seção APLICATIVO DIGITAL AMQ) e selecionar os agentes participantes naquele momento. A partir da criação dos grupos, o aplicativo digital AMQ fica aberto durante seis meses para cada grupo. Recomenda-se que se tenha um prazo de dois meses para sensibilização e capacitação, dois meses para leitura, esclarecimento de dúvidas e resposta aos instrumentos e mais dois meses para digitação e conclusão dos processos. 10- Como obter os materiais impressos do projeto? O coordenador do projeto deverá encaminhar para o do projeto o formulário de solicitação dos cadernos AMQ devidamente preenchido com a quantidade de materiais previstos. O formulário 4

5 de solicitação é disponibilizado após o cadastramento e também se encontra disponível na página inicial do site. 11- A proposta poderá ser aplicada à Atenção Básica em geral? Esta proposta foi desenvolvida de acordo com princípios e diretrizes da estratégia SF e dessa maneira os instrumentos foram desenhados e dirigidos a atores específicos: coordenação de equipes, USF, equipes SF etc. Mesmo o instrumento nº 1, do gestor, aborda sobre priorização dada por este a estratégia SF. O aplicativo digital AMQ está desenhado para receber dados da estratégia Saúde da Família, não aceitando outros formatos da Atenção Básica, logo somente municípios com equipes Saúde da Família poderão realizar a adesão e participar oficialmente do projeto. Entretanto, considerando que os princípios da Atenção Básica constituíram o eixo estruturante para a referida estratégia, muitos padrões de qualidade poderão ser aplicados aos outros modelos existentes (PACS e tradicional). Os técnicos locais poderão estudar cada instrumento buscando discriminar padrões aplicáveis e úteis à sua realidade. Na opinião do grupo técnico do projeto, o instrumento nº 4 é o único que apresenta maiores limitações para este propósito por se tratar da consolidação do modelo de atenção proposto pela estratégia SF. 12- Haverá garantia de privacidade das informações de âmbito municipal, inseridas no aplicativo digital AMQ? 5

6 Sim. Os relatórios de base municipal, detalhando os resultados individuais somente poderão ser acessados pelo município, através da senha do administrador do aplicativo digital. AMQ? 13- Os estados poderão ter acesso aos relatórios do aplicativo digital Sim, os gestores estaduais terão acesso, via site e aplicativo digital, aos relatórios consolidados por Instrumento respondido/ subdimensão, que apontam os resultados globais dos municípios daquele estado, e aos relatórios de acompanhamento que possibilita ao coordenador AMQ estadual visualizar em que momento do processo de auto-avaliação cada município se encontra. Através do relatório de acompanhamento podem-se obter informações como, por exemplo, quantos questionários foram criados e quantos submetidos. IMPORTANTE: A coordenação estadual não terá acesso a dados detalhados dos questionários. MOMENTO AVALIATIVO 1- O que é um Momento Avaliativo? Denominamos Momento Avaliativo o período de trabalho dos participantes com os instrumentos de auto-avaliação, suas folhas de respostas e o preenchimento das matrizes de planejamento das intervenções. Em cada caderno de auto-avaliação estão disponíveis três Momentos Avaliativos seqüenciais. 6

7 digital? 2- As matrizes de intervenção deverão ser inseridas no aplicativo Não. As matrizes de intervenção são instrumentos de programação para utilização exclusiva dos diversos atores envolvidos e, portanto, não fazem parte do aplicativo digital. 3- O que fazer caso a equipe esteja incompleta ou um profissional da equipe não puder ou não quiser participar da proposta AMQ? Neste caso não haverá problema algum. Os demais profissionais poderão realizar a auto-avaliação normalmente. Entretanto no caso de profissionais que não quiserem aderir é importante que haja a tentativa de sensibilizá los. 4- Todos os padrões que não estiverem em conformidade, ou seja, forem respondidos com NÃO, deverão obrigatoriamente gerar uma matriz de intervenção? Não. Os responsáveis pela elaboração da matriz, juntamente com os demais atores envolvidos deverão selecionar os padrões prioritários para intervenção. Recomenda-se que a seleção seja realizada com base na resolução dos padrões necessários ao alcance do estágio envolvido. Por exemplo, espera-se que seja dada prioridade às intervenções referentes ao estágio de qualidade elementar no sentido de completá-lo e assim por diante. No entanto, deverá ser considerada a realidade local e a possibilidade de realização das intervenções propostas. 7

8 5- Como deverão ser respondidos os instrumentos? Os Cadernos de Auto-avaliação nº 1 e nº 2, dirigidos respectivamente ao gestor, ou sua equipe de assessoria, e aos coordenadores da estratégia Saúde da Família, são de utilização individual, ou seja, cada um dos participantes tem o seu próprio caderno. O Caderno de Auto-avaliação nº 3, dirigido às Unidades Saúde da Família (USF), também é individual por sede física. O responsável técnico da unidade seja um gerente, um enfermeiro ou outro profissional, poderá convidar outros trabalhadores que compartilham aquele espaço para constituir uma pequena equipe de trabalho AMQ. No caso dos Cadernos de Auto-avaliação nº 4 e nº 5, cada equipe que aderir ao projeto deverá responder a um único exemplar de cada. Lembrando que o instrumento n 5 é dirigido apenas aos integrantes da equipe com nível universitário. 6- No caso de municípios com grande porte populacional, em que as atividades de gestão estão descentralizadas no território, será possível solicitar mais de um caderno de auto-avaliação n 1? Sim. O coordenador municipal AMQ deverá avaliar com o gestor a decisão de descentralizar também as respostas ao instrumento da gestão, envolvendo os assessores técnicos da gestão, gestores regionais ou distritais do município na resposta ao caderno de auto-avaliação nº 1. Poderão ser solicitados quantos cadernos nº 1, quantos forem estes gestores regionais ou assessores. Posteriormente, deverá ser construído um consenso das 8

9 respostas, pois o aplicativo digital AMQ aceita o registro de apenas um instrumento nº 1 por município. 7- No caso de municípios com grande porte populacional, os coordenadores municipais da estratégia Saúde da Família, quando hierarquizados no território em coordenação de nível central ou local deverão responder individualmente o caderno de auto-avaliação n 2? Cada coordenador participante deverá ter o seu próprio caderno de autoavaliação, respondendo individualmente ao instrumento, com referência no próprio trabalho. O aplicativo digital exigirá a definição do nível de coordenação ao qual pertence antes que as respostas sejam inseridas no Aplicativo digital AMQ. 8- Com relação aos instrumentos n 4 e n 5 outros profissionais de nível universitário que atuarem no município conjuntamente com as equipes SF poderão responder conjuntamente às questões? Sim. Estes profissionais também poderão participar do processo de autoavaliação junto com a equipe SF, contudo vale ressaltar que é necessário que as atividades desempenhadas por estes sejam de fato ações matriciais e conjuntas às atividades que as equipes SF desempenham. 9

10 9- Os outros instrumentos, a exceção do n 5, aceitarão a inserção de padrões loco-regionais? Os padrões loco-regionais poderão abordar temas relacionados a todos os instrumentos, entretanto inicialmente estarão localizados no instrumento n Em relação à opção de padrões locos-regionais como inseri-los no processo de auto-avaliação? O coordenador AMQ deverá receber as sugestões de padrões locoregionais e entrar em contato com a equipe técnica do projeto no Ministério da Saúde para alinhar a redação e os conteúdos de acordo com os critérios definidos para a globalidade do projeto. Existe a possibilidade de que padrões entendidos como relevantes para a realidade municipal em questão venham a ser inseridos no aplicativo digital AMQ, permitindo a consolidação dos dados. 11- Como proceder em relação ao instrumento 2 quando o município não possuir coordenador SF? Nesse caso a pessoa ou a equipe responsável pela estratégia Saúde da Família no município deverá responder o referido instrumento. 12- O instrumento 2 poderá ser respondido por mais de um coordenador? 10

11 Sim. Considerando que alguns municípios apresentam diversos coordenadores em variados níveis hierárquicos, este instrumento poderá ser respondido individualmente pelos coordenadores de nível central, regional (distrital), microrregional e de equipe. 13- Quando a USF não possuir um gerente como proceder em relação ao instrumento 3? Nesse caso a equipe deverá designar um responsável pelo preenchimento, preferencialmente o profissional de referência na equipe para a resolução de intercorrências administrativas. 14- Para responder SIM a um padrão é preciso que todos os itens previstos ou apontados no campo da descrição do mesmo estejam atendidos? Sim. É imprescindível que todos os itens sejam atendidos para que o padrão seja considerado em conformidade, ou seja, obter a resposta SIM. Justifica-se tal escolha a partir da metodologia adotada por este projeto, a qual estabelece padrões categóricos (sim/não) e estágios de qualidade incrementais, buscando, de maneira pedagógica, induzir boas práticas. Neste caso aquele item que está ausente de alguma forma comprometerá a qualidade do atendimento proporcionado por aquele serviço e, portanto, sua aquisição ou melhora do processo de trabalho em questão deverá ser programado através da matriz de intervenção no sentido de incrementar a qualidade do atendimento prestado. 11

12 15- Após avaliação final dos resultados é possível determinar um estágio ou grau de qualidade para o município ou será concedido algum selo ou certificado de qualidade? O projeto AMQ não prevê nenhum tipo de certificado ou selo de qualidade. Não se configura como uma classificação do município e sim como uma avaliação de padrões por estágios de qualidade. Dessa forma é possível avaliar a qualidade da estratégia em todos os seus aspectos (gestão e equipe) e/ou em aspectos pré-definidos (saúde da criança, por exemplo). 16- As equipes implantadas recentemente poderão participar da autoavaliação? Sim, entretanto orienta-se que para a participação no processo de autoavaliação as equipes estejam implantadas há pelo menos três meses, pois as ações a serem avaliadas requerem um período de tempo mínimo para sua realização e obtenção de resultados. 17- O que fazer se um ou mais padrões não se configurarem como pertinentes para a realidade local do município? Caso isso ocorra os participantes deverão ser orientados a responder NÃO, mesmo que o município decida desconsiderar o resultado deste padrão para fins de avaliação e intervenção. Por se tratar de um processo de gestão interna onde o importante é que os resultados negativos sejam compreendidos, é necessário que todos os padrões sejam respondidos. Além disso, o aplicativo 12

13 digital não executa a validação das respostas dos instrumentos na falta de resposta para algum padrão. 18- O município pode incluir outras equipes ao projeto no decorrer dos seis meses? Sim. A seleção de unidades e equipes SF que irão participar da proposta AMQ fica a critério do município. Para incluir outras equipes, basta criar outro grupo avaliativo (ver questão 4 na seção APLICATIVO DIGITAL AMQ). A partir daí, o aplicativo digital ficará aberto para essas equipes, ou seja, para o outro grupo por seis meses. Lembrando que as etapas de sensibilização e capacitação deverão perpassar todo o processo de implantação do projeto AMQ e, portanto, deverão ser realizadas novamente, com as novas equipes. 3. APLICATIVO DIGITAL AMQ Preenchimento da Tabela Básica 1- Qual a primeira etapa que o administrador do aplicativo digital AMQ deverá fazer? O administrador deverá acessar o aplicativo e preencher a Tabela Básica. Deverão ser inseridos no aplicativo: as regiões, equipes e unidades que 13

14 participarão do processo, de acordo com sua hierarquia territorial no sistema municipal de saúde. Neste sentido, o preenchimento da tabela básica reproduz a organização regional e gerencial deste sistema municipal, situando onde cada ator e/ou equipe está inserido. 2- Como preencher a tabela básica? A tabela básica deve ser preenchida pelo administrador do aplicativo digital AMQ que deverá cadastrar os coordenadores (coordenador AMQ e coordenadores regionais do município, caso haja mais de um), os usuários (agentes digitadores), os facilitadores e as equipes SF por USF, Distrito e Regionais de Saúde, se houver. Caso não haja esta regionalização no município, a região deverá ser cadastrada como única. 4- Considerando o intervalo de tempo em que o aplicativo digital AMQ estiver aberto, até quando poderão ser cadastradas novas equipes? O aplicativo digital aceitará o cadastro de novas equipes a qualquer momento. Para isso, basta inseri-las na tabela básica e criar um novo grupo avaliativo (ver pergunta 5 nesta seção). O grupo avaliativo com as novas equipes ficará aberto por seis meses. 14

15 Criação de Grupos Avaliativos 4- O que são grupos avaliativos? Os grupos avaliativos são um recurso para organização dos participantes do AMQ no município, de acordo com os tempos do projeto. A existência de grupos permite ao administrador fazer a inclusão gradual de participantes no AMQ, a qualquer momento, sem prejuízo em relação ao tempo dado para a auto-avaliação. Cada grupo avaliativo tem a duração de seis meses. 5- É possível criar mais de um grupo avaliativo por dia? Não. O aplicativo digital AMQ só permite a criação de um grupo avaliativo por dia. O coordenador AMQ deverá planejar a implantação do AMQ, organizando a sensibilização e capacitação dos profissionais, de maneira a criar o menor número de grupos possível por município. Digitação das respostas 6- O próprio responsável pela resposta ao instrumento poderá também realizar a digitação dos dados? Sim. Desde que este responsável esteja cadastrado como usuário. 15

16 AMQ? 7- O padrão poderá deixar de ser respondido no aplicativo digital Não. O aplicativo não aceitará respostas em branco. 8- Caso algumas respostas sejam enviadas em branco para o digitador, qual o procedimento que deverá ser adotado? Primeiramente, deve-se checar com os responsáveis pelo preenchimento das folhas de resposta em questão se houve erro durante este preenchimento. Caso a opção por parte do(s) respondente(s) seja de deixar a resposta em branco, esta deverá ser considerada como NÃO. 9- As respostas poderão ser digitadas em momentos distintos? Sim. Para isso basta clicar no ícone salvar, que, ao abrir o aplicativo novamente este mostrará a digitação no momento em que esta foi interrompida, porém só será possível a validação dos questionários quando o instrumento estiver completamente preenchido. 10- Qual a diferença existente entre validar e submeter as respostas? 16

17 A validação é efetuada após a digitação de todas as respostas referentes ao(s) instrumento(s) em questão, é realizada individualmente por instrumento e não permite que os itens sejam alterados posteriormente. A submissão é o envio definitivo de todos os instrumentos respondidos no grupo em questão. Após esta etapa o aplicativo digital AMQ também não permitirá nenhuma alteração das respostas. 11- Caso uma equipe não esteja cadastrada no SIAB poderá utilizar o aplicativo digital AMQ? Não. Para a realização do cadastramento no aplicativo digital AMQ as equipes deverão estar devidamente implantadas e regularizadas no SIAB. 12- O administrador do aplicativo digital AMQ e o usuário (agente digitador) poderão gerar os mesmos relatórios? Não. O Administrador poderá gerar todos os relatórios disponíveis. O usuário pode gerar apenas os relatórios Resposta Questionário, consolidado da digitação por instrumento, para fins de checagem e confirmação. 13- O aplicativo digital AMQ poderá ser acessado off-line? Não. O acesso ao aplicativo digital AMQ apenas será possível se houver um terminal de acesso à internet. 17

Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional MAPEAMENTO DE SAN NOS MUNICÍPIOS 2015 MANUAL DE ORIENTAÇÃO

Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional MAPEAMENTO DE SAN NOS MUNICÍPIOS 2015 MANUAL DE ORIENTAÇÃO 1. FORMULÁRIO DO MAPASAN 2014 COM ORIENTAÇÕES Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional MAPEAMENTO DE SAN NOS MUNICÍPIOS 2015 MANUAL DE ORIENTAÇÃO Prefeituras Municipais RECOMENDAMOS A LEITURA

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Produtos: Saúde Pró Faturamento Saúde Pró Upload. Versão: 20130408-01

MANUAL DE UTILIZAÇÃO. Produtos: Saúde Pró Faturamento Saúde Pró Upload. Versão: 20130408-01 Produtos: Saúde Pró Upload Versão: 20130408-01 Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 LOGIN... 4 3 VALIDADOR TISS... 7 4 CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA... 10 4.1 DADOS CADASTRAIS MATRIZ E FILIAL... 11 4.2 CADASTRO DE

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Instrução Operacional nº 57 SENARC/ MDSBrasília,08de janeirode 2013. Assunto:Divulga aos municípios orientações para a substituição de Gestor Municipal, Prefeito, Órgão Responsável, Equipe de Gestão e

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO PORTAL DE ATENDIMENTO AO PRESTADOR

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO PORTAL DE ATENDIMENTO AO PRESTADOR MANUAL DE PREENCHIMENTO DO PORTAL DE ATENDIMENTO AO PRESTADOR Este Manual tem por finalidade orientar o preenchimento do Novo Portal de Serviços de Atendimento ao Prestador no atendimento aos beneficiários

Leia mais

M A N U A L D O C I D A D Ã O

M A N U A L D O C I D A D Ã O M A N U A L D O C I D A D Ã O O Sistema Eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão (e-sic) servirá de auxílio ao SIC (setor físico), para consulta via internet. E-SIC Versão 1.05 Sumário Introdução

Leia mais

O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio.

O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida nem transmitida

Leia mais

1. REGISTRO DE PROJETOS

1. REGISTRO DE PROJETOS 1. REGISTRO DE PROJETOS Nesta aplicação será feito o registro dos projetos/ ações de extensão, informando os dados iniciais do projeto, as classificações cabíveis, os participantes, a definição da região

Leia mais

SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO

SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO Manual passo-a-passo para obtenção do Auto de Licença de Funcionamento/ Auto de Licença de Funcionamento Condicionado Eletrônico

Leia mais

MANUAL DA SECRETARIA

MANUAL DA SECRETARIA MANUAL DA SECRETARIA Conteúdo Tela de acesso... 2 Liberação de acesso ao sistema... 3 Funcionários... 3 Secretaria... 5 Tutores... 7 Autores... 8 Configuração dos cursos da Instituição de Ensino... 9 Novo

Leia mais

Sistema Integrado de Atendimento

Sistema Integrado de Atendimento Sistema Integrado de Atendimento Sistema Integrado de Atendimento. Um sistema moderno, completo e abrangente que modifica a realidade do atendimento de sua empresa, proporcionando maior segurança na tomada

Leia mais

Q-Acadêmico. Módulo CIEE - Estágio. Revisão 01

Q-Acadêmico. Módulo CIEE - Estágio. Revisão 01 Q-Acadêmico Módulo CIEE - Estágio Revisão 01 SUMÁRIO 1. VISÃO GERAL DO MÓDULO... 2 1.1 PRÉ-REQUISITOS... 2 2. ORDEM DE CADASTROS PARA UTILIZAÇÃO DO MÓDULO CIEE... 3 2.1 CADASTRANDO EMPRESAS... 3 2.1.1

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR

MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR MANUAL DO USUÁRIO PORTAL DO PROFESSOR ACESSANDO O PORTAL DO PROFESSOR Para acessar o portal do professor, acesse o endereço que você recebeu através da instituição de ensino ou acesse diretamente o endereço:

Leia mais

MANUAL SISTEMA AJG/CJF

MANUAL SISTEMA AJG/CJF MANUAL DO SISTEMA AJG/CJF ÍNDICE 1. SEJA BEM VINDO AO AJG... 3 1.1 Seja Bem-Vindo!... 3 2. SOBRE A AJUDA... 4 2.1 Como navegar no ajuda on-line... 4 3. SOBRE O SISTEMA... 5 3.1 Sobre o sistema... 5 3.2

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA SISAU

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA SISAU MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE MODERNIZAÇÃO E INFORMÁTICA SISAU SISTEMA DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO MANUAL DO USUÁRIO

Leia mais

INFORME TÉCNICO Nº 04: INSTRUÇÕES PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO MÓDULO GRUPO GESTOR DO SISTEMA BPC NA ESCOLA

INFORME TÉCNICO Nº 04: INSTRUÇÕES PARA OPERACIONALIZAÇÃO DO MÓDULO GRUPO GESTOR DO SISTEMA BPC NA ESCOLA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS COORDENAÇÃO GERAL DE ACOMPANHAMENTO DE BENEFICIÁRIOS INFORME TÉCNICO

Leia mais

Manual MQS. Logo após colocar essas informações abrirá a página inicial do sistema:

Manual MQS. Logo após colocar essas informações abrirá a página inicial do sistema: Manual MQS Para acessar o sistema MQS na versão em PHP, basta clicar no link: www.mqs.net.br/plus. Colocar login e senha que foram fornecidos por email. Logo após colocar essas informações abrirá a página

Leia mais

Manual do Sistema de Trâmite de Processos da UFMT

Manual do Sistema de Trâmite de Processos da UFMT Manual do Sistema de Trâmite de Processos da UFMT Sumário OBJETIVO...2 INFORMAÇÕES...3 GRUPOS...4 OPERAÇÃO COM PROCESSOS E OFICIOS...5 USUÁRIOS...6 ACESSO...7 1º ACESSO...8 TELA INICIAL DO ACESSO...9 MENU:

Leia mais

Sistema de Gerenciamento de Projetos V 1.01 MANUAL DO COORDENADOR

Sistema de Gerenciamento de Projetos V 1.01 MANUAL DO COORDENADOR Roteiro para utilização do GEP Versão de referência: GEP V1.00 Índice analítico I Apresentação... 2 I.1 Controles básicos do sistema;... 2 I.2 Primeiro acesso... 2 I.3 Para trocar a senha:... 3 I.4 Áreas

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI. Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI. Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo Programa AMG Manual de Operação Conteúdo 1. Sumário 3 2. Programa

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA AQUISIÇÃO

PROCEDIMENTOS PARA AQUISIÇÃO PROCEDIMENTOS PARA AQUISIÇÃO Acesse o site www.teubilhete.com.br, selecione a opção Teu Online, e clique no botão, preencha o formulário com os dados de sua empresa. Reúna duas vias impressas do Contrato

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SIGPBF

SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SIGPBF SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SIGPBF MANUAL DE NAVEGAÇÃO MÓDULO DE TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS APLICATIVO UPLOAD/DOWNLOAD Versão do Guia: 1.1 Brasília, DF Abril de 2011 2011 Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

Política de Associação

Política de Associação Política de Associação Constam a seguir as orientações e os termos que definem a relação entre os associados e a Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação. 1. Informações Gerais A Rede Brasileira de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA XI CONGRESSO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO CONPEEX

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA XI CONGRESSO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO CONPEEX UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA XI CONGRESSO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO CONPEEX NORMAS DA XI MOSTRA DE EXTENSÃO E CULTURA A XI MOSTRA DE EXTENSÃO E CULTURA DA UFG acontecerá

Leia mais

MÓDULO 3 Cadastros básicos

MÓDULO 3 Cadastros básicos MÓDULO 3 Cadastros básicos Agora que você já conhece o SCAWEB, demonstraremos como realizar os cadastros básicos do HÓRUS. Inicialmente, você precisará acessar o HÓRUS com o email e senha cadastrados no

Leia mais

Sobre o Sistema FiliaWEB

Sobre o Sistema FiliaWEB Setembro/2009 SUMÁRIO SOBRE O SISTEMA FILIAWEB... 3 I - PAPÉIS E RESPONSABILIDADES NA NOVA SISTEMÁTICA DAS LISTAS DE FILIAÇÃO PARTIDÁRIA... 4 II CADASTRAMENTO DE USUÁRIO... 5 III REGISTRO DE FILIADOS...

Leia mais

paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0

paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0 paradigma WBC Public - compra direta Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.0 agosto de 2007 As informações contidas neste documento, incluíndo quaisquer URLs e outras possíveis referências a

Leia mais

Manual. O líder global na abordagem do plágio e no fornecimento de comentários enriquecedores.

Manual. O líder global na abordagem do plágio e no fornecimento de comentários enriquecedores. Manual O líder global na abordagem do plágio e no fornecimento de comentários enriquecedores. 1 SUMÁRIO 1. CADASTRO DE NOVO USUÁRIO... 2 2. INCLUSÃO DE AULA E TRABALHO... 2 3. ENVIO DE DOCUMENTOS (TRABALHOS)...

Leia mais

Monitor de Comercialização Ofertante. Última Atualização 12/11/2015

Monitor de Comercialização Ofertante. Última Atualização 12/11/2015 Monitor de Comercialização Ofertante MT 43-1-00015-0 Última Atualização 12/11/2015 Índice I Como acessar um Leilão II Informações básicas III Anexos IV Como inserir subitens V Emissão de Relatórios VI

Leia mais

Manual do Módulo de PC Online

Manual do Módulo de PC Online do Módulo de PC Online Agilis Conteúdo Introdução... 4 Acesso à Funcionalidade... 5 1. Internet Explorer 6.x... 7 2. Internet Explorer 7.x... 9 3. Netscape Navigator 7.x... 10 4. Netscape Navigator 7.2x...

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES DA GESTÃO DO TRABALHO FRENQUENTLY ANSWER QUESTIONS (FAQ S) ATIVIDADES PARA FORMAÇÃO

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES DA GESTÃO DO TRABALHO FRENQUENTLY ANSWER QUESTIONS (FAQ S) ATIVIDADES PARA FORMAÇÃO PERGUNTAS MAIS FREQUENTES DA GESTÃO DO TRABALHO FRENQUENTLY ANSWER QUESTIONS (FAQ S) ATIVIDADES PARA FORMAÇÃO 1 FORMAÇÃO 1.1 O que é formação? Todas atividades relacionadas ao processo de educação, que

Leia mais

Manual de Operacionalização do Módulo de Prestação de Contas PCS

Manual de Operacionalização do Módulo de Prestação de Contas PCS Manual de Operacionalização do Módulo de Prestação de Contas PCS Versão Fevereiro/2013 Índice PCS - Módulo de Prestação de Contas...3 Acesso ao Módulo PCS...3 1. Contas financeiras...5 1.1. Cadastro de

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretária de Gestão Estratégica e Participativa da Saúde SGEP. Coordenação de Desenvolvimento dos Sistemas de Saúde - CDESS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretária de Gestão Estratégica e Participativa da Saúde SGEP. Coordenação de Desenvolvimento dos Sistemas de Saúde - CDESS MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretária de Gestão Estratégica e Participativa da Saúde SGEP Coordenação de Desenvolvimento dos Sistemas de Saúde - CDESS Departamento de Informática do SUS - DATASUS Manual operacional

Leia mais

Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0

Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0 Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0 DESENVOLVEDOR JORGE ALDRUEI FUNARI ALVES 1 Sistema de ordem de serviço HMV Apresentação HMV/OS 4.0 O sistema HMV/OS foi desenvolvido por Comtrate

Leia mais

Manual para acesso às disciplinas na modalidade EAD

Manual para acesso às disciplinas na modalidade EAD Manual para acesso às disciplinas na modalidade EAD Para acessar sua senha: 1. Entrar no portal Metodista online Acesse o site www.bennett.br. No lado superior direito aparecerá a janela da área de login,

Leia mais

ÍNDICE. SPO Módulo de Descentralização de Créditos no SIMEC 2

ÍNDICE. SPO Módulo de Descentralização de Créditos no SIMEC 2 ÍNDICE 1. Visão Geral - Funcionamento do sistema... 3 2. Descrição dos perfis do sistema... 4 3. Operação Novo termo de execução descentralizada... 5 a. Cadastramento do termo no sistema pela Unidade Técnica...

Leia mais

Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso Supervisão de Informática Departamento de Desenvolvimento Sistema Declaração On Line. Declaração On Line

Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso Supervisão de Informática Departamento de Desenvolvimento Sistema Declaração On Line. Declaração On Line Declaração On Line Manual de Apoio à Utilização do Sistema Manual do Usuário Versão 1.0 INTRODUÇÃO... 4 AUTENTICANDO-SE NO SISTEMA... 4 EM CASO DE ESQUECIMENTO DA SENHA... 5 ALTERANDO A SENHA DE ACESSO

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÃO. 1- Para acessar o sistema é necessário seguir os passos abaixo:

GUIA DE ORIENTAÇÃO. 1- Para acessar o sistema é necessário seguir os passos abaixo: GUIA DE ORIENTAÇÃO 1- Para acessar o sistema é necessário seguir os passos abaixo: 1.1 - ACESSAR O SITE DA PREFEITURA: 1.2 - CLICAR NA OPÇÃO: SERVIÇOS >> NOTA FISCAAL ELETRÔNICA 1.3 - Aguarde carregar

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais

Manual do Operacional do Sistema Calendário da Gestão Municipal. 1ª Versão

Manual do Operacional do Sistema Calendário da Gestão Municipal. 1ª Versão Manual do Operacional do Sistema Calendário da Gestão Municipal 1ª Versão 23/01/2009 Federação Catarinense de Municípios - FECAM Apresentação O Calendário da Gestão Municipal é um sistema desenvolvido

Leia mais

Manual do Usuário. Protocolo

Manual do Usuário. Protocolo Manual do Usuário Protocolo Índice de capítulos Parte I - Processos............................... 01 1 - Buscar................................ 01 2 - Listar................................ 02 3 - Abertura..............................

Leia mais

Espaço do Coordenador

Espaço do Coordenador Espaço do Coordenador Guia de utilização Versão 2.5 PARTE 6: Pedidos de pessoal 2 SUMÁRIO 8.4 PEDIDOS DE PESSOAL... 6 8.4.1 CLT... 7 8.4.2 ESTAGIÁRIO... 17 8.4.3 AUTÔNOMO... 26 8.4.4 VALE ALIMENTAÇÃO/REFEIÇÃO...

Leia mais

Pró-Reitoria de Administração - PRAd Assessoria de Informática - AI SISTEMA DE PUBLICAÇÃO DE LICITAÇÕES. Manual de Procedimentos

Pró-Reitoria de Administração - PRAd Assessoria de Informática - AI SISTEMA DE PUBLICAÇÃO DE LICITAÇÕES. Manual de Procedimentos Pró-Reitoria de Administração - PRAd Assessoria de Informática - AI SISTEMA DE PUBLICAÇÃO DE LICITAÇÕES Manual de Procedimentos 2004 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVOS...3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO...3

Leia mais

Núcleo de Relacionamento com o Cliente. de Relacionamento com o Cliente GUIA PRÁTICO DE USO. Produtos

Núcleo de Relacionamento com o Cliente. de Relacionamento com o Cliente GUIA PRÁTICO DE USO. Produtos GUIA PRÁTICO DE USO Núcleo de Relacionamento com o Cliente de Relacionamento com o Cliente Núcleo Seja bem vindo ao nosso novo canal de relacionamento! Neste Guia Prático de Uso você conhecerá como funciona

Leia mais

Manual do Portal do Fornecedor. isupplier

Manual do Portal do Fornecedor. isupplier isupplier Revisão 01 Setembro 2011 Sumário 1 Acesso ao portal isupplier... 03 2 Home Funções da Tela Inicial... 05 3 Ordens de Compra Consultar Ordens de Compra... 07 4 Entregas Consultar Entregas... 13

Leia mais

SISTEMA DE SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA DA UFRGS

SISTEMA DE SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA DA UFRGS SISTEMA DE SERVIÇOS DE INFRA-ESTRUTURA DA UFRGS Instituição: UFRGS Autores: Ricardo Vieira, José Luis Machado e Álvaro Juscelino Lanner Área: Sistema de Informações Introdução. O trabalho aqui proposto

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia de Alimentos é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes

Leia mais

O sistema CNEs/MJ é composto pelo CNEs/Web e CNEs/ Prestação de contas.

O sistema CNEs/MJ é composto pelo CNEs/Web e CNEs/ Prestação de contas. Material de apoio Material de apoio Informações Gerais O sistema CNEs/MJ é composto pelo CNEs/Web e CNEs/ Prestação de contas. O acesso ao CNEs/Web é realizado pelo site do CNES no endereço: www.mj.gov.br/cnes

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes versão 01/02/2014

FAQ Perguntas Frequentes versão 01/02/2014 - Jucergs DÚVIDAS ADICIONAIS SOBRE DBE/CNPJ, PREVISTAS NESTE INFORMATIVO, DEVERÃO SER DIRIGIDAS À RECEITA FEDERAL, ATRAVÉS DE AGENDAMENTO DE HORÁRIO PELA INTERNET, PARA O SERVIÇO ORIENTAÇÕES CNPJ OU CONSULTADO

Leia mais

CALEDÁRIO ESCOLAR. Página 1 de 24

CALEDÁRIO ESCOLAR. Página 1 de 24 Página 1 de 24 SISTEMA DE CALENDÁRIO ESCOLAR O Sistema de Calendário Escolar é a primeira etapa de uma grande evolução que ocorrerá nos sistemas de informatização da Secretaria de Estado da Educação. As

Leia mais

Manual Operacional do Assessor Jurídico

Manual Operacional do Assessor Jurídico Manual Operacional do Assessor Jurídico SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS - MÓDULO COMPRAS - EMISSÃO DE PARECER JURÍDICO PARA PROCESSOS DE COMPRA COM EDITAL OU DE DISPENSA DE LICITAÇÃO

Leia mais

WebQualis 3.0 MANUAL CAPES/MEC. Diretoria de Avaliação - DAV

WebQualis 3.0 MANUAL CAPES/MEC. Diretoria de Avaliação - DAV CAPES/MEC Diretoria de Avaliação - DAV WebQualis 3.0 Aplicativo para a classificação dos veículos de divulgação da produção científica da Pós-Graduação Brasileira MANUAL 2008 2 Fundação CAPES Presidente

Leia mais

Manual Protocolo Virtual Versão 1.2. Sumário

Manual Protocolo Virtual Versão 1.2. Sumário Sumário 1. Informações Iniciais 1.1. Sobre o sistema Protocolo Virtual Segunda chamada 1.2 Sobre o sistema Protocolo Virtual Trancamento 2. Procedimento do pedido de segunda chamada de Avaliação 3. Aluno

Leia mais

Guia para utilização do ambiente de EaD UniRitter

Guia para utilização do ambiente de EaD UniRitter Guia para utilização do ambiente de EaD UniRitter Sumário 1 Acesso ao ambiente de EaD... 1 2 Navegação... 2 3 Perfil... 2 4 Programação... 3 5 Blocos... 4 6 Comunicação... 6 6.1 Fórum de notícias... 6

Leia mais

PROJETO PILOTO. Setembro 2015

PROJETO PILOTO. Setembro 2015 PROJETO PILOTO Setembro 2015 Manual completo de funcionamento do projeto: Instruções Iniciais, Perguntas Frequentes e Tutorial de Utilização 1 Projeto Piloto - Aplicativo Di@rio de Classe 1) Instruções

Leia mais

MBA EM GESTÃO PÚBLICA

MBA EM GESTÃO PÚBLICA EDITAL DE SELEÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Online MBA EM GESTÃO PÚBLICA Regulamentação de Pós-Graduação Lato Sensu e Ato de Credenciamento Institucional para Oferta de Curso de Pós-Graduação

Leia mais

MANUAL OFICINAS HDI - AUDATEX WEB

MANUAL OFICINAS HDI - AUDATEX WEB MANUAL OFICINAS HDI - AUDATEX WEB Audatex Web Oficinas HDI Nível Usuário (Versão 2.8) Gerência de Suporte Técnico Departamento de Treinamento Resp.: Equipe de Treinamento Versão 1.0 Revisão 1 Data 13/5/2008

Leia mais

Instruções de Uso do sistema Sirc-Cartório

Instruções de Uso do sistema Sirc-Cartório Instruções de Uso do sistema Sirc-Cartório Pré-condição: Sistema instalado e configurado na estação de trabalho, conforme manual de instalação. Desta forma, haverá cadastrado no sistema um usuário administrador

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS QUANTO A UTILIZAÇÃO DO SUBSISTEMA DE CONTROLE DE EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS/SGA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS QUANTO A UTILIZAÇÃO DO SUBSISTEMA DE CONTROLE DE EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS/SGA MANUAL DE PROCEDIMENTOS QUANTO A UTILIZAÇÃO DO SUBSISTEMA DE CONTROLE DE EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS/SGA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO DE SECRETARIA GERAL SERVIÇO DE COMUNICAÇÕES ADMINISTRATIVAS

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Nutrição é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação

Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Edital para Seleção de Trabalhos para o II Seminário de Boas Práticas na Gestão de Unidades de Conservação 1. APRESENTAÇÃO

Leia mais

Portal de Compras. São José do Rio Preto

Portal de Compras. São José do Rio Preto Portal de Compras São José do Rio Preto Sumário DÚVIDAS GERAIS...2 PREGÃO ELETRÔNICO... 4 EMPRO Empresa Municipal de Processamento de Dados 1 DÚVIDAS GERAIS 1.O que é o Fluxograma das Etapas? Resposta:

Leia mais

COTAÇÃO DE COMPRAS COM COTAÇÃO WEB

COTAÇÃO DE COMPRAS COM COTAÇÃO WEB COTAÇÃO DE COMPRAS COM COTAÇÃO WEB RMS Software S.A. - Uma Empresa TOTVS Todos os direitos reservados. A RMS Software é a maior fornecedora nacional de software de gestão corporativa para o mercado de

Leia mais

Procedimentos para Realização de Avaliação de Desempenho Etapa 1: Organizar Estrutura

Procedimentos para Realização de Avaliação de Desempenho Etapa 1: Organizar Estrutura Procedimentos para Realização de Avaliação de Desempenho Etapa 1: Organizar Estrutura Versão: V0_0_3 Data: 11 de abril de 2014 Diretoria Geral de Recursos Humanos - DGRH Site: http://www.dgrh.unicamp.br

Leia mais

Acompanhamento e Execução de Projetos

Acompanhamento e Execução de Projetos Acompanhamento e Execução de Projetos Manual do Usuário Atualizado em: 28/11/2013 Página 1/24 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ABRANGÊNCIA DO SISTEMA... 3 3. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 3 4. COMO ACESSAR O SISTEMA...

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS Este manual foi elaborado para orientar o Cliente, Órgão/Entidade, sobre os procedimentos necessários a serem seguidos com relação à preparação

Leia mais

MANUAL DO SERIE ALIMENTAÇÃO

MANUAL DO SERIE ALIMENTAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO DIRETORIA DE APOIO AO ESTUDANTE ASSESSORIA DE ANÁLISE E ESTATÍSTICA GERÊNCIA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR 3 SUMÁRIO 1. ACESSO... 05 1.1 Alterar

Leia mais

SISPES. Passo a Passo: cadastro de usuários e cadastro de entidades ( árvore ) Brasília, janeiro de 20131

SISPES. Passo a Passo: cadastro de usuários e cadastro de entidades ( árvore ) Brasília, janeiro de 20131 SISPES Passo a Passo: cadastro de usuários e cadastro de entidades ( árvore ) Brasília, janeiro de 20131 SUMÁRIO 1. Cadastro Líder Órgão...3 2. Cadastro Líder UO...5 3. Cadastro de entidades (árvore)...13

Leia mais

DIRETORIA DE EXTENSÃO ORIENTAÇÕES AOS COORDENADORES DE PROJETOS/PROGRAMAS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ON-LINE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

DIRETORIA DE EXTENSÃO ORIENTAÇÕES AOS COORDENADORES DE PROJETOS/PROGRAMAS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ON-LINE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA ORIENTAÇÕES AOS COORDENADORES DE PROJETOS/PROGRAMAS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA ON-LINE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Acesse o SGUWeb com seu usuário e senha. Entre na opção Projetos Minhas Propostas Escolha

Leia mais

Capacitação. Sistemática de Avaliação de Desempenho - AD

Capacitação. Sistemática de Avaliação de Desempenho - AD Capacitação Sistemática de Avaliação de Desempenho - AD Introdução Referencial legal Conceitos básicos da sistemática de avaliação de desempenho Objetivos e benefícios da avaliação de desempenho Quem está

Leia mais

ÍNDICE ANALÍTICO: 1.0. CADASTRO DE CONTABILISTAS... 4 1.1. Primeiro Acesso... 4 1.2. Visão Geral... 11

ÍNDICE ANALÍTICO: 1.0. CADASTRO DE CONTABILISTAS... 4 1.1. Primeiro Acesso... 4 1.2. Visão Geral... 11 MANUAL DE USO DO SISTEMA GOVERNO DIGITAL ÍNDICE ANALÍTICO: 1.0. CADASTRO DE CONTABILISTAS... 4 1.1. Primeiro Acesso... 4 1.2. Visão Geral... 11 2.0. SOLICITAÇÕES DE AIDF E AUTORIZAÇÃO DE EMISSÃO DE NOTA

Leia mais

GUIA DE CERTIFICAÇÃO. Exame Nacional do Ensino Médio. Brasília-DF. Guia de Certificação Exame Nacional do Ensino Médio Enem

GUIA DE CERTIFICAÇÃO. Exame Nacional do Ensino Médio. Brasília-DF. Guia de Certificação Exame Nacional do Ensino Médio Enem GUIA DE CERTIFICAÇÃO Exame Nacional do Ensino Médio Brasília-DF MAIO/2015 Guia de Certificação Equipe técnica Diretoria de Avaliação da Educação Básica Alexandre André dos Santos Alessandro Borges Tatagiba

Leia mais

Minuta de Termo de Referência

Minuta de Termo de Referência Minuta de Termo de Referência Contratação de serviço para elaboração do mapeamento, análise, propostas e implantação de melhorias nos processos de trabalho da Coordenadoria Geral de Licenciamento Ambiental

Leia mais

BR DOT COM SISPON: MANUAL DO USUÁRIO

BR DOT COM SISPON: MANUAL DO USUÁRIO BR DOT COM SISPON: MANUAL DO USUÁRIO BAURU 2015 2 BR DOT COM SISPON: MANUAL DO USUÁRIO Manual do usuário apresentado para auxiliar no uso do sistema SisPon. BAURU 2015 3 SUMÁRIO 1 Instalação... 5 1.1 Sispon...

Leia mais

Padrão ix. Q-Ware Cloud File Publisher Manual para realização do Donwload de Arquivos. Versão 1.0.1.0

Padrão ix. Q-Ware Cloud File Publisher Manual para realização do Donwload de Arquivos. Versão 1.0.1.0 Padrão ix Q-Ware Cloud File Publisher Manual para realização do Donwload de Arquivos Versão 1.0.1.0 Copyright 2000-2013 Padrão ix Sistemas Abertos Ltda. Todos os direitos reservados. As informações contidas

Leia mais

SIE - SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA O ENSINO CADASTRO DE FUNCIONÁRIOS

SIE - SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA O ENSINO CADASTRO DE FUNCIONÁRIOS SIE - SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA O ENSINO CADASTRO DE FUNCIONÁRIOS SANTA MARIA FATECIENS 2008 Este manual tem por finalidade apresentar as especificações detalhadas da aplicação de Cadastro de Funcionários,

Leia mais

Regulamento Projeto interdisciplinar

Regulamento Projeto interdisciplinar Regulamento Projeto interdisciplinar 1 Apresentação O presente manual tem como objetivo orientar as atividades relativas à elaboração do Projeto Interdisciplinar (PI). O PI é o estudo sobre um tema específico

Leia mais

Guia de Proteção às Marcas

Guia de Proteção às Marcas Guia de Proteção às Marcas Comitês Olímpicos Nacionais e Comitês Paralímpicos Nacionais versão 3 Guia de Proteção às Marcas Comitês Olímpicos Nacionais e Comitês Paralímpicos Nacionais Guia de Proteção

Leia mais

PROGRAMA APOIO ÀS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA SEDIADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PROGRAMA APOIO ÀS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA SEDIADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Edital FAPERJ N. o 06/2007 PROGRAMA APOIO ÀS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA SEDIADAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia,

Leia mais

Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD

Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD Sumário: 1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EFD 1. 1 APRESENTAÇÃO 1. 2 LEGISLAÇÃO 1. 3 DA APRESENTAÇÃO DO ARQUIVO DA EFD 1. 4

Leia mais

Manual do Usuário - Cliente Externo

Manual do Usuário - Cliente Externo Versão 3.0 SGCL - Sistema de Gestão de Conteúdo Local SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1. Referências... 4 2. COMO ESTÁ ORGANIZADO O MANUAL... 4 3. FUNCIONALIDADES GERAIS DO SISTEMA... 5 3.1. Acessar a Central

Leia mais

e-assina Assinatura Digital de Documentos

e-assina Assinatura Digital de Documentos e-assina Assinatura Digital de Documentos Instruções de uso do e-assina O e-assinarfb é uma solução para assinatura digital de documentos, que garante integridade, autenticidade e não-repúdio da origem

Leia mais

Inicialmente, faça seu cadastro, depois, use seu CPF e sua Senha para fazer o Login e entrar no sistema quantas vezes quiser.

Inicialmente, faça seu cadastro, depois, use seu CPF e sua Senha para fazer o Login e entrar no sistema quantas vezes quiser. Inicialmente, faça seu cadastro, depois, use seu CPF e sua Senha para fazer o Login e entrar no sistema quantas vezes quiser. Insira aqui o Código de sua empresa, que deverá ser fornecido pelo Gestor da

Leia mais

PORTAL DE COMUNICAÇÃO DE CRIAÇÃO. Sistema de solicitação de proteção de propriedades intelectuais on-line.

PORTAL DE COMUNICAÇÃO DE CRIAÇÃO. Sistema de solicitação de proteção de propriedades intelectuais on-line. PORTAL DE COMUNICAÇÃO DE CRIAÇÃO Sistema de solicitação de proteção de propriedades intelectuais on-line. A Agência USP de Inovação, núcleo de inovação tecnológica da Universidade de São Paulo, lançou

Leia mais

Deferimento de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) pela Junta Comercial

Deferimento de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) pela Junta Comercial FAQ Perguntas Frequentes versão 09/9/13 Deferimento de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) pela Junta Comercial 1. Quais são as modalidades de cadastro disponíveis para solicitação de CNPJ? No

Leia mais

Treinamento GVcollege Módulo Portaria

Treinamento GVcollege Módulo Portaria Treinamento GVcollege Módulo Portaria Sumário 1. Acesso portaria... 4 2. Manutenção de acessos... 4 3. Inclusão de acesso por turma... 6 4. Apuração de frequência... 6 5. Relatório de apurações... 7 6.

Leia mais

EDITAL 2016 PERÍODO DE VIGÊNCIA: ABERTURA: 26/10/2015 ENCERRAMENTO: 11/09/2016

EDITAL 2016 PERÍODO DE VIGÊNCIA: ABERTURA: 26/10/2015 ENCERRAMENTO: 11/09/2016 EDITAL 2016 PERÍODO DE VIGÊNCIA: ABERTURA: 26/10/2015 ENCERRAMENTO: 11/09/2016 SELEÇÃO DE NOVOS PROJETOS / EMPRESAS, PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO DE EMPRESAS E PROJETOS DO INATEL INSTITUTO NACIONAL DE

Leia mais

Manual de Rotinas para Usuários. Advogados da União. Procuradoria da União no Estado do Ceará PU/CE SAPIENS. Sistema da AGU de Inteligência Jurídica

Manual de Rotinas para Usuários. Advogados da União. Procuradoria da União no Estado do Ceará PU/CE SAPIENS. Sistema da AGU de Inteligência Jurídica Manual de Rotinas para Usuários Advogados da União Procuradoria da União no Estado do Ceará PU/CE SAPIENS Sistema da AGU de Inteligência Jurídica Versão 1.0 2015 1 INTRODUÇÃO 3 1.1 O QUE É O SAPIENS? 3

Leia mais

Treinamento Proposta Online

Treinamento Proposta Online Treinamento Proposta Online 03 Procedimentos para preenchimento da Proposta Preenchendo a Proposta Online Digitalizando os documentos 06 20 33 Pendências nas Propostas 02 Procedimentos para preenchimento

Leia mais

SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS

SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS SAV - SISTEMA DE AGENDAMENTO DE VEÍCULOS Introdução ao SAV Prezado Cliente SAV - Sistema de Agendamento de Veículos visa prover as empresas de transporte de um rápido, eficiente e consistente nível de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) GUIA SISTEC

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA. Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) GUIA SISTEC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica (SISTEC) GUIA SISTEC FEVEREIRO / 2010 GUIA SISTEC INTRODUÇÃO...03 PRÉ-CADASTRO

Leia mais

Cadastro de Docentes 1

Cadastro de Docentes 1 Cadastro de Docentes 1 CONTEÚDO Conteúdo... 2 Introdução... 3 Onde e como acessar o sistema Gestão?... 4 Como obter a sua senha?... 5 Como obter o seu e-mail institucional?... 5 Cadastro de Docentes...

Leia mais

Internet Banking. Outubro - 2012

Internet Banking. Outubro - 2012 Internet Banking Outubro - 2012 1 Índice 1. Início... Pg. 4 2. Menu Home... Pg. 5 3. Menu Conta Corrente... Pg. 7 3.1 Extratos Conta Corrente... Pg. 8 3.2 Extratos de Tarifas...Pg. 9 3.3 Informações Complementares...

Leia mais

CED. Manual do Usuário

CED. Manual do Usuário CED Manual do Usuário Definições Este documento possui alguns termos específicos, por isso faremos uma breve descrição dos conceitos atribuídos a eles: Usuário Administrador: usuário responsável pelo gerenciamento

Leia mais

Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração

Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração Medical Office 2015 Instruções de Instalação e Configuração 1) Faça o download do Medica Office através do nosso site www.medicaloffice.com.br opção do Download; 2) Após realizado o download do arquivo

Leia mais

SERVICE DESK MANAGER SDM. Manual do Sistema - DPOI

SERVICE DESK MANAGER SDM. Manual do Sistema - DPOI SERVICE DESK MANAGER SDM Manual do Sistema - DPOI Conteúdo SERVICE DESK MANAGER SDM... 1 Manual do Sistema - DPOI... 1 INTRODUÇÃO... 4 ACESSO AO SISTEMA... 5 OPÇÕES DO SISTEMA... 6 SISTEMA... 7 Pesquisar

Leia mais

MANUAL VERSÃO 1.13-abv

MANUAL VERSÃO 1.13-abv 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. O QUE É O EOL?... 3 2. ACESSANDO O EOL... 3 4. EXAMES ADMISSIONAIS... 4 5. MUDANÇA DE FUNÇÃO... 6 6. EXAMES DEMISSIONAL E RETORNO AO TRABALHO... 8 7. EXAMES PERIÓDICOS... 9

Leia mais

Termos e Política de Privacidade

Termos e Política de Privacidade Termos e Política de Privacidade Sua privacidade é fundamental para nós. Por isso, queremos explicar-lhe os detalhes de política e práticas adotadas para proteger sua privacidade para que se sinta confortável

Leia mais

O Sistema foi inteiramente desenvolvido em PHP+Javascript com banco de dados em MySQL.

O Sistema foi inteiramente desenvolvido em PHP+Javascript com banco de dados em MySQL. Nome do Software: Gerenciador de Projetos Versão do Software: Gerenciador de Projetos 1.0.0 1. Visão Geral Este Manual de Utilização do Programa Gerenciador de Projetos via Web, tem por finalidade facilitar

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Manual de Utilização Versão 3.10 Sumário 1 Funções do Emissor... 3 1.1 Aba Inicial... 4 1.2 Aba Sistema... 5 1.2.1 Mensagem Sistema... 5 1.2.2 Extras... 6 1.2.3 Contingência... 6 1.2.4 Execução... 7 1.3

Leia mais

Monitor de Comercialização - Proponente MT-212-00056-2

Monitor de Comercialização - Proponente MT-212-00056-2 Monitor de Comercialização - Proponente MT-212-00056-2 Última Atualização: 08/01/2015 Índice I Como acessar um Leilão II Informações básicas III Anexos IV Painel de Lances V Envio de Lances VI Prorrogação

Leia mais