UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BR 364 km 9,5 Sentido Rio Branco Porto Velho, Rondônia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BR 364 km 9,5 Sentido Rio Branco Porto Velho, Rondônia"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BR 64 km 9,5 Sentido Rio Branco Porto Velho, Rondônia CASOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOTIFICADOS NA DPCA DE OUTUBRO À DEZEMBRO DE DELFINO RK 2, MIRANDA MIF,ANDRADE RN 2,VASCONCELOS DMP 2,SOUSA KC 2 RESUMO: O fenômeno da violência contra crianças e adolescentes materializa-se através de várias formas, ou seja, violência física, psicológica, negligência e principalmente o abuso e a exploração sexual. Estes últimos são o foco deste trabalho o qual busca descrever o contexto da violência sexual contra crianças e adolescentes, bem como conhecer o perfil do agressor e da vítima. A pesquisa é de caráter quantitativo, cuja fonte de dados foram os Boletins de Ocorrências Policiais (BOP) registrados durante o último trimestre de 2008 na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), além de uma revisão de literatura delimitando os temas em bancos de dados indexados (Bireme e Scielo). A análise das variáveis foi realizada através do programa Microsoft Office Excel 2007, o que possibilitou a reflexão de algumas das facetas da violência sexual. Os dados revelam que 87,6% são vitimas do sexo feminino, sendo que 85% dos agressores são do sexo masculino, paralelamente as maiores ocorrências de vítimas estão na faixa etária entre 12 a 18 anos, enquanto que 44,8% não informam a relação do agressor com vitima, já a distribuição por zona de moradia do agressor/vítima prevalece à zona leste, entretanto, observou-se que todas as zonas do município foram apontadas. Diante desta análise percebeu-se que os cuidadores são os mesmos que abusam e que as ações de prevenção e proteção pouco tem se traduzido em resultados efetivos. PALAVRAS-CHAVE: Violência sexual, Criança e Adolescente.

2 ABSTRACT: The phenomenon of violence against children and teenagers take place in different ways: physical violence, psychological pressure, negligence and especially through the sexual abuse and exploration. The last two ways are the main subject covered by this work, which aims to evaluate the context of sexual violence against children and teenagers as well as to characterize the aggressor and victim profiles. The research is quantitative in nature, whose source of data were the bulletins of Events Police (BOP) recorded during the last quarter of 2008 in the Police Station for the Protection of Children and Adolescents (CAPD), a literature review themes in delimiting data banks indexed (Bireme and Scielo).The data analysis of variables was done through the software MS Office Excel 2007, allowing us to figure out the different shapes of the violence, especially the sexual violence. The data show that 87.6% of victims are female, while 85% of perpetrators are male, alongside the largest events of victims are aged between 12 to 18 years, while 44.8% did not inform the relationship of victim to offender, because the distribution by area of residence of the offender/victim prevails to the east, however, noted that all areas of the city were identified. In this analysis found that the caregivers are those who abuse and the actions of prevention and protection has just been translated into effective results. KEY WORDS: Sexual violence, Child and Teenager.

3 INTRODUÇÃO A violência é considerada por Souza 1 como um fenômeno complexo e de difícil conceituação e pode ser entendida como todo evento representado por relações, ações, negligências e omissões realizadas por indivíduos, grupos, classes e nações que ocasionam danos físicos, emocionais, morais e/ou espirituais a outrem. Da mesma maneira é reforçado por Azevedo & Guerra 2 que a violência ocorre em uma relação assimétrica de poder, e caracteriza-se pela existência de um sujeito agressor em condições superiores (idade, força, posição social ou econômica, inteligência, autoridade), que comete um dano físico, psicológico e/ou sexual, contrariamente à vontade da vítima ou por consentimento obtido a partir de indução, sedução enganosa, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal. Esse fenômeno não é recente e exclusivo do mundo contemporâneo. A história mostra exemplos de violência cometida contra os diferentes, como negros, mulheres, crianças, adolescentes, idosos e outros. Esta diferença ao ser traduzida em desigualdade tem propiciado e justificado as situações de violência que foram e ainda são perpetradas pelo ser humano, reforçando a discussão de que as raízes da violência se encontram nas estruturas sociais, econômicas e políticas e na própria consciência individual. Neste contexto histórico-social perpetuou-se atrocidades no comportamento das pessoas, dentro da relação abuso-vitimização, de forma que se sedimentou a violência 4. É dentro deste cenário que crianças e adolescentes são muitas vezes educados. Freqüentemente inseridos em atividades de trabalho intenso, a criança foi por muito tempo, considerada uma miniatura mais frágil e menos inteligente do que o adulto 5. No Brasil, considera-se violência contra criança, quando esta se encontra na faixa etária dentre doze anos incompletos, e adolescente entre doze e dezoito anos de idade, conforme previsto na Lei de 1 de Julho de 1990, que dispõe sobre todos os direitos das crianças e dos adolescentes no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), mas que ainda não está efetivada nas práticas dos equipamentos públicos e privados que prestam assistência a esta parcela da população 6.

4 Em diversos países do mundo, assim como no Brasil, a violência sexual constitui um sério problema de saúde pública por ser uma das principais causas de morbimortalidade 7. Estudos indicam que dos 62 milhões de menores de 18 anos de idade, cerca de 155 mil são vítimas deste tipo de violência, embora somente 25% dos casos de abuso sexual dentro da família sejam denunciados aos órgãos competentes 8. Apesar dos números acima expostos, não há dados precisos a respeito de crimes sexuais. Estima-se que os registros dos órgãos oficiais correspondam a cerca de 10 a 20% dos casos que realmente acontecem. Outros estudos 8 revelam ainda que a violência sexual é comum, porém ressaltam que há uma relativa invisibilidade deste tipo de violência nas denúncias apresentadas aos órgãos especializados. Uma possível explicação para esta situação pode ser atribuída às barreiras sócio-culturais presentes na vida destes jovens e de suas famílias que dificultam a elaboração e o compartilhamento de suas vivências 9. Aliada a estas barreiras, a atuação do serviço de saúde ainda é extremamente limitada. Deve-se acrescer que o abuso sexual exige da equipe multidisciplinar conhecimentos apropriados de medicina legal e sexologia forense. A vítima necessita de acolhimento 10, fator fundamental para a humanização da assistência à saúde e essencial para que se estabeleça um relacionamento adequado entre o profissional e usuário 11. Exemplos desta humanização na assistência são demonstrados nos Estados Unidos e Canadá, no programa Sexual Assault Nurse Examiners (SANE - Enfermeiras Examinadoras de Agressão Sexual), no qual a enfermeira é especialista na realização do exame forense em crianças e adultos, e têm mostrado eficientes resultados em reduzir o trauma decorrente da agressão sexual na avaliação e tratamento às vítimas deste tipo de violência 12. A carência de estudos e pesquisas sobre violência contra crianças e adolescentes é uma barreira que tem dificultado a implementação de ações e medidas efetivas contra a violência, em nosso País e conseqüentemente no Município de Porto Velho/RO. Mediante a esta deficiência, propomos o presente estudo a fim de levantar dados que possam ser utilizados como subsídios para a identificação e desenvolvimento de uma assistência singular aos usuários vítimas deste tipo de violência. Partindo deste pressuposto este trabalho tem como objetivo descrever o contexto de violência sexual contra crianças e adolescentes no período de outubro a dezembro de 2008,

5 atendidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) no município de Porto Velho RO, identificar a sua incidência e conhecer o perfil das vítimas e agressores. Acredita-se que após a construção de um diagnóstico sobre tal problemática ficarão pontuados subsídios para auxiliar no planejamento das ações de proteção e promoção da saúde, além de contribuir para a elaboração de programas preventivos e formulação de políticas públicas, que atendam as reais necessidades de crianças e adolescentes em todos os níveis de complexidade. MÉTODOS Na elaboração do presente estudo, realizou-se uma revisão de literatura sistematizada, nas bases de dados do Centro Latino Americano e do Caribe de Informações em Ciências da Saúde (Bireme) e Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), procurando descrever o contexto da violência sexual. A pesquisa foi desenvolvida a partir de material constituído por sessenta trabalhos científicos publicados durante o período de 1978 a 2009, sendo que destes foram selecionados vinte e sete trabalhos que abordavam a referente temática. Também foi realizada pesquisa de campo a partir da análise de 600 Boletins de Ocorrências Policiais (BOP) da DPCA do município de Porto Velho - RO referente ao último trimestre de 2008, dos quais foram utilizados na pesquisa 87 boletins. A investigação proposta caracteriza-se como um estudo exploratório descritivo com abordagem quantitativa, cuja metodologia aplicada nos direciona a avaliar o contexto e alguns aspectos sobre violência sexual por meio de pesquisa de campo a partir da análise dos Boletins de Ocorrências Policiais (BOP) da DPCA do município de Porto Velho - RO que foram registradas durante o último trimestre de Como critérios de inclusão foram consideradas publicações relacionadas à violência sexual, enquanto que para a sistematização dos Boletins de Ocorrência Policial foram selecionadas as ocorrências intituladas com nome de: Comunicação, Atentado Violento ao Pudor, Abuso Sexual e Aliciamento. Ressalta-se que a escolha dessas ocorrências deve-se à necessidade de identificação da violência sexual a partir da leitura da história relatada pelo

6 comunicante, tendo em vista que não há um protocolo de notificação deste tipo de violência. Para busca bibliográfica foram utilizadas as seguintes palavras - chave: violência sexual, abuso, criança e adolescente. Após uma primeira investigação em outros órgãos competentes, optou-se por coletar os dados na DPCA, pois de acordo com a rede de captação de dados relativos à violência sexual, esta unidade é referência no Município. O instrumento metodológico para coleta das informações foi o mapa censitário sobre Violência Sexual de Gil 1, previamente testado para este tipo de estudo. Para levantamento das notificações de abuso sexual registradas na DPCA no período de outubro a dezembro de 2008 foram contempladas no instrumento metodológico as seguintes variáveis: A) Agressor A1. Vínculo com a vítima, A2. Sexo e A. Bairro e com relação a B) Vítima B1. Sexo, B2. Idade e B. Bairro. No entanto, ressalta-se que o número pequeno de variáveis investigadas devem-se ao fato do BOP não ser preenchido na íntegra e/ou não possuir em sua estrutura outras variáveis. Após a coleta, os dados foram digitados e trabalhados dentro do programa Microsoft Office Excel 2007 analisando a freqüência e associação das variáveis investigadas. RESULTADOS E DISCUSSÃO Em levantamento realizado nos Boletins de Ocorrência Policial no período de outubro a dezembro 2008 na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Porto Velho RO foram obtidos dados que propiciaram uma análise da incidência de violência sexual e o perfil do agressor e da vítima.

7 Sexo Agressor % Vítima % Masculino ,6 Feminino ,6 Não Informado ,89 Total Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA de Porto Velho-RO, de 01 de Outubro à 1 de Dezembro de Tabela 1 - Distribuição do número de casos de violência sexual registrados segundo sexo do agressor e da vítima. Porto Velho/RO outubro a dezembro de 2008 Na distribuição dos registros analisados observa-se uma maior incidência de agressores do sexo masculino quando comparado ao sexo feminino. Antagonicamente, um maior número de vítimas de abuso sexual são do sexo feminino enquanto que observa-se uma pequena parcela de meninos abusados sexualmente. Paralelamente a esta análise a tabela 1 demonstra uma variação significativa entre o número total de agressores com a ocorrência de 90 casos, enquanto que o número total de vítimas 112 perpassa o número de agressores. Este dado corrobora com o fato do mesmo agressor violentar várias vítimas, aliado à não existência de uma ficha de notificação no serviço, que separe casos novos de violência sexual dos de revitimização. Segundo Ribeiro et al 14, afirmam que não é apenas o desejo sexual o fator proeminente na motivação dos agressores sexuais, mas também o gênero, pois crianças e adolescentes fazem parte da categoria dominada e sujeita ao poder exercido pelo mais velho sobre o mais novo e do masculino sobre o feminino. Dessa forma, crianças e adolescentes como seres em desenvolvimento, psicológico e moralmente imaturos, não conseguem resistir a um familiar adulto que lhes impõe sua autoridade transformando-os em objetos sexuais. É nesse contexto, conforme, Faleiros & Faleiros 15 que subsiste a violência sexual de adultos contra crianças e adolescentes, onde o autoritarismo, o machismo e os

8 preconceitos se articulam com as condições de vida das famílias e as questões de poder se manifestam nas relações afetivas e na sexualidade. Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA de Porto Velho-RO, de 01 de Outubro a 1 de Dezembro de Gráfico 1 - Distribuição do número de casos de violência sexual registrados segundo faixa etária da vítima. Porto Velho/RO outubro a dezembro de 2008 A maior incidência de abuso sexual, conforme gráfico 1 está presente na faixa etária de 12 a 17 anos, seguida das faixas de 2 a 6 anos e de 7 a 11 anos o que corrobora as explicações biológicas, ou seja, a fase de transição entre a infância e a vida adulta, onde há a retomada dos impulsos sexuais e o adolescente passa a buscar em pessoas fora do grupo familiar um objeto de amor. Este é um período de maior vulnerabilidade e resiliência que predispõe à prostituição, preconceitos, estereótipos, repressões, medos e dúvidas em relação ao exercício da sexualidade, uso ou recusa do preservativo em relações sexuais; valores e possíveis tabus e experiências negativas em torno de práticas de masturbação, ejaculação, menstruação, namoro, homossexualidade/bissexualidade, entre outros. Apesar destes dados, a literatura indica a faixa de 4 a 12 anos como a mais representativa para este tipo de abuso quando se analisa a ocorrência de vários tipos de violências contra a crianças e adolescentes 16. Nesta faixa etária, balas, pipocas, videogames, computadores e dinheiro são meios que facilitam a aproximação entre agressor e vítima, fato

9 comprobatório é a recente reportagem sobre os casos de pedofilia na cidade de Catanduva/SP 17,18. Na fase de latência, de 6 a 11 anos de idade aproximadamente, a criança passa a deslocar a libido da sexualidade para as atividades socialmente aceitas, o que infere menor incidência de abusos sexuais nesta faixa etária conforme o gráfico 1. 44,8% 16,09% 4,60% Amigo Avô 5,75% Mãe 2,0% Namorado Nora Padrasto 1,15% 11,49% Pai Primo Tia(o) 2,0% 2,0% 2,0% 6,89% Vizinho Não Informado Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente - DPCA de Porto Velho-RO, de 01 de Outubro a 1 de Dezembro de Gráfico 2 - Distribuição do número de casos de violência sexual registrados segundo o tipo de relação do agressor com a vítima. Porto Velho/RO outubro a dezembro de 2008 É evidente a falha do sistema de notificação quando constata-se que 9 das 87 ocorrências não informam o tipo de relação que o agressor tem com a vítima, ou seja, não consta no BOP o real vínculo entre agressor/vítima, seja por falha no preenchimento do boletim ou por desconhecimento do suspeito pela vítima. O agente agressor classificado como amigo representa 14 ocorrências. A literatura especializada 19 registra que geralmente os agressores têm grande proximidade com a família da criança e adolescente abusados, exercendo alguma influência sobre e/ou desfrutando da confiança de seus membros.

10 As ocorrências onde os agressores são do ambiente intrafamiliar são representadas nos números encontrados: padrasto (10), pai (6), mãe (5), avô (4), tio e primo (2) o que infere que o próprio cuidador é o mesmo que abusa sexualmente. Em relação a maior incidência somadas (6+10) de agressores serem reconhecidos como o padrasto ou o pai, o padrasto também representa a figura paterna, pedofilia e incesto, apesar de não serem sinônimos, podem ser usados para exemplificar alguns casos de abuso sexual, pois no primeiro crime ocorre a atração e abuso sexual contra crianças e o segundo refere-se ao abuso sexual de um membro da família, como no caso recente ocorrido na Áustria onde o pai abusou sexualmente de sua filha por vinte e quatro anos, mantendo-a em cativeiro num calabouço, onde nasceram 7 filhos produtos dos sistemáticos estupros, sendo que um destes morreu no cativeiro e foi incinerado pelo avô 18,19. Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA de Porto Velho-RO, de 01 de Outubro a 1 de Dezembro de Gráfico - Distribuição do número violência sexual registradas, segundo zona de moradia do agressor. Porto Velho/RO outubro a dezembro de 2008

11 Fonte: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA de Porto Velho-RO, de 01 de Outubro a 1 de Dezembro de Gráfico 4 - Distribuição do número de violência sexual registradas por zona de moradia da vítima. Porto Velho/RO outubro a dezembro de 2008 Os gráficos 4 e 5 demonstram que a incidência de violência sexual ocorre em todas as zonas do município de Porto Velho, abrangendo desde a periferia até as regiões de maior poder aquisitivo, o que contradiz a imediata associação entre pobreza/miserabilidade e violência 20. Pela região de moradia do agredido infere-se que as crianças e adolescentes menos favorecidas foram as mais atingidas, entretanto não foram somente elas. Além do que, a proximidade geográfica entre o agressor e vítima é relevante visto que fatores externos como cultura, nível socioeconômico e ciclo social são variáveis interdependentes que influenciam neste contexto. Observa-se também um alto número de BOP sem identificação da zona onde moram os agressores e as vítimas. As zonas Norte e Sul de ambos os gráficos evidenciam uma concentração dos locais de moradia dos agressores e das vítimas comprovando que ambos compartilham o mesmo espaço geográfico ou até mesmo se conhecem.

12 CONCLUSÃO O presente estudo discutiu a incidência de violência sexual contra crianças e adolescentes, através das notificações dos BOPs da DPCA, o que permitiu o conhecimento do perfil do agressor e da vítima. Observa-se que apesar de marcos históricos e avanços nas discussões sobre as facetas da violência, em especial a violência sexual, pouco de efetivo pôde ser feito até o momento. Os dados revelam que o cuidador é o mesmo que abusa. Assim, as intervenções são cada vez mais importantes para que sejam realizadas o mais precocemente possível, ações de prevenção e de correção dos atos abusivos. Para tanto, não basta ter e capacitar equipes e pessoas, mas, principalmente, estudar com rigor científico a amplitude do tema em questão e discuti-lo também com a sociedade. Desse modo, a abordagem do problema necessita de muitas mãos, que juntas construam redes de proteção e apoio. Trabalhar de modo intersetorial e interdisciplinar com profissionais das áreas de saúde, educação e segurança, de modo que estes recebam uma capacitação sobre notificação de violência sexual, em conjunto com o Programa de Saúde da Família, é o caminho que melhor atende as necessidades do cenário atual. É importante atentar-se ainda para a necessidade de modernizar o sistema de dados e incluir variáveis que possam auxiliar no conhecimento da situação que crianças, adolescentes e famílias vivenciam, devido à carência de informações nas fichas de notificação dos casos, com a finalidade de elaborar programas e políticas públicas eficientes que possam reduzir os índices de violência sexual encontrados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. SOUZA ER. Processos, sistemas e métodos de informação em acidentes e violência no âmbito da saúde pública. In: Minayo, MCS, Deslandes SR, organizadores. Caminhos do Pensamento: epistemologia e método. Rio de Janeiro, 2002.

13 2. AZEVEDO MA., GUERRA VNA (Org.). Crianças Vitimizadas: A Síndrome do Pequeno Poder. São Paulo: Iglu, DREZETT J. Estudo de fatores relacionados com a violência sexual contra crianças, adolescentes e mulheres adultas [Tese]. São Paulo: Centro de Referência da Saúde da Mulher e de Nutrição, Alimentação e Desenvolvimento Infantil, ARIÉS P. História Social da Criança e da Família. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, PALÁCIOS J., MARCHESI A. (Org.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: Psicologia Evolutiva. Tradução de Francisco Franke Settineri e Marcos A. G. Domingues. Porto Alegre: Artes Médicas, CAMPOS MAMR. et al. Violência sexual: integração saúde e segurança pública no atendimento imediato à vítima. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 14, n. 1, p , jan./abr HEISE L. Gender-based abuse: the global epidemic. Cad. Saúde Pública Disponível em: <http// Acesso em: 15/0/ MULLER R.C.L., VEIGA M.K. Abuso sexual. In: FRANÇOSO, L., GEJER, D., REATO, L. Sexualidade e saúde reprodutiva na adolescência. São Paulo: Atheneu, FERREIRA A.L. et al. A prevenção da violência contra a criança na experiência do ambulatório de atendimento à família: entraves e possibilidades de atuação. In: Ciência e Saúde Coletiva. É possível prevenir a violência? Rio de Janeiro. ABRASCO, v.04, n BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Gestão de Políticas Estratégicas. Área Técnica Saúde da Mulher. Normas sobre a prevenção

14 e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescente. Brasília: HOGA LAK. A dimensão subjetiva do profissional na humanização da assistência a saúde: uma reflexão. Ver. Esc. Enferm. USP Disponível em: <http://bases.bireme.br>. Acesso em: 15/0/ DELGADO L. de F., FISBERG M. Síndrome do bebê espancado. Pediatria Moderna, v. 25, n., p , , jul GIL DG. Violence against children: physical abuse en the United USA. Harvard University, RIBEIRO MA, FERRIANI, MGC, REIS, JN. Violência sexual contra crianças e adolescentes: características relativas à vitimização nas relações familiares, Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, FALEIROS VP, FALEIROS ETS. Circuito e curtos - circuitos: atendimento, defesa e responsabilização do abuso sexual contra crianças e adolescentes. São Paulo, ed.veras, SANTOS HO. Crianças Espancadas. Campinas, Papirus, MEZAN R. Predadores psíquicos. Folha de São Paulo, São Paulo, 22 de março de Caderno Especial, seção Autores, do Mais, p COUTINHO L, DINIZ L. Violadas e feridas. Dentro de casa. Revista Veja, São Paulo, 25 de março de Caderno Especial, ed. Abril, edição 2105, ano 42 nº AZEVEDO MA, GUERRA VNA (Org.). Infância e violência doméstica: fronteiras do conhecimento. º ed. São Paulo: Cortez

15 20. BIDARRA ZS, GREGÓRIO, FJ; Configurações da violência da Psicológica contra crianças e adolescentes no município de Toledo PR [Monografia]. Paraná, Unicamp.

ARTIGO DE PESQUISA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PERFIL DA VÍTIMA E DO AGRESSOR EM PORTO VELHO/RO

ARTIGO DE PESQUISA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PERFIL DA VÍTIMA E DO AGRESSOR EM PORTO VELHO/RO 19/ Rev. Soc. Bras. Enferm. Ped. v.9, n.1, p.19-25 São Paulo, julho de 2009 ARTIGO DE PESQUISA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PERFIL DA VÍTIMA E DO AGRESSOR EM PORTO VELHO/RO Sexual violence

Leia mais

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ

PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA SAÚDE DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS E PROMOÇÃO DA CULTURA DE PAZ VOCÊ É A PEÇA PRINCIPAL PARA ENFRENTAR ESTE PROBLEMA Brasília - DF 2008

Leia mais

Saúde para redução de acidentes e violências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2007.p.17 30. A155

Saúde para redução de acidentes e violências. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2007.p.17 30. A155 Apostólico MR. Violência como problema de pesquisa em saúde e Enfermagem. In: Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem, 17, 2013 jun 3 5. Anais. Natal: Associação Brasileira de Enfermagem Seção Rio

Leia mais

1.4 Objeto e Metodologia

1.4 Objeto e Metodologia 1.4 Objeto e Metodologia O objeto a pesquisa cujos dados serão apresentados foi definido juntamente com a SAS- Secretaria de Assistência Social de Presidente Prudente em especial com a equipe do CREAS

Leia mais

Abuso Sexual Contra Crianças e Adolescentes

Abuso Sexual Contra Crianças e Adolescentes Abuso Sexual Contra Crianças e Adolescentes Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes Direitos sexuais são direitos humanos universais; Baseiam-se no direito à liberdade, à dignidade e à igualdade para

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói. Paloma Rodrigues Carvalho 1 1.

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói. Paloma Rodrigues Carvalho 1 1. VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: a experiência do II Conselho Tutelar de Niterói Paloma Rodrigues Carvalho 1 RESUMO Este trabalho é produto do Projeto Violência Silenciada - Criança e Adolescente

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

Palestrante: Silvana Ferreira Fernandes silvanaff@yahoo.com.br Psicopedagoga e Neuropedagoga

Palestrante: Silvana Ferreira Fernandes silvanaff@yahoo.com.br Psicopedagoga e Neuropedagoga Palestrante: Silvana Ferreira Fernandes silvanaff@yahoo.com.br Psicopedagoga e Neuropedagoga CONTRA MULHERES, CRIANÇAS E IDOSOS CONCEITO DE VIOLÊNCIA A violência é um fenômeno polissêmico e complexo que

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes

Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes Vamos Combater o Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes A violência sexual contra crianças e adolescentes acontece em todo o mundo, em diversas famílias e classes sociais. O QUE É A

Leia mais

O PERFIL DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA REDE DENÚNCIA E ATENDIMENTO EM FEIRA DE SANTANA 2003 A 2006.

O PERFIL DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA REDE DENÚNCIA E ATENDIMENTO EM FEIRA DE SANTANA 2003 A 2006. 274 O PERFIL DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA REDE DENÚNCIA E ATENDIMENTO EM FEIRA DE SANTANA 2003 A 2006. Thyana Cordeiro Lopes ; Rosely Cabral de Carvalho 2 ; Maria Conceição Oliveira

Leia mais

Direitos Humanos: As múltiplas faces da violência

Direitos Humanos: As múltiplas faces da violência Direitos Humanos: As múltiplas faces da violência Material didático destinado à sistematização do conteúdo da disciplina Direitos Humanos Publicação no semestre 2015.1 do curso de Direito. Autor: Jean

Leia mais

Violência doméstica contra crianças e adolescentes: estudo de um programa de intervenção

Violência doméstica contra crianças e adolescentes: estudo de um programa de intervenção 143 Violência doméstica contra crianças e adolescentes: estudo de um programa de intervenção Domestic violence against children and adolescents: a supporting program study TEMAS LIVRES FREE THEMES Ana

Leia mais

PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE AO ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ROLE OF NURSES IN FRONT OF THE SEXUAL ABUSE OF CHILDREN AND TEENS

PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE AO ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ROLE OF NURSES IN FRONT OF THE SEXUAL ABUSE OF CHILDREN AND TEENS C. L. V. Tapia, L. J. AntoniassI, J.P. Aquino 1 PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE AO ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ROLE OF NURSES IN FRONT OF THE SEXUAL ABUSE OF CHILDREN AND TEENS Carmen Elisa Villalobos

Leia mais

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 1 O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 RESUMO: Este artigo apresenta uma reflexão sobre a violência

Leia mais

70% 500.000. De acordo com a nova lei, são crianças e adolescentes. 1. de estupro

70% 500.000. De acordo com a nova lei, são crianças e adolescentes. 1. de estupro O QUE É VIOLÊNCIA SEXUAL Todos os anos, estima-se que 500.000 70% Mulheres das vítimas sejam vítimas de estupro no Brasil, e que outros tantos milhões sofram com abusos e violências sexuais. de estupro

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB

PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB PERSPECTIVAS DE ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER: MAPEAMENTO DAS DENÚNCIAS ENTRE OS ANOS DE 2010 E 2011 NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE-PB Autoria: Antonio Pereira Cardoso da Silva Filho Universidade

Leia mais

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS.

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: FATORES PRECURSORES E RISCOS ASSOCIADOS. RIBEIRO, Fernanda Nunes. Discente de Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: fernandanunesribeiro@hotmail.com SANTANA,

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100 Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças

Leia mais

O Paraná Está Ligado!

O Paraná Está Ligado! VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER O Paraná Está Ligado! Lançamento de rede estadual marca o enfrentamento à violência contra a mulher no Paraná O lançamento simbólico de uma rede de atenção à mulher em situação

Leia mais

A MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR EM PONTA GROSSA: SUBSÍDIOS PARA O DEBATE

A MULHER VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR EM PONTA GROSSA: SUBSÍDIOS PARA O DEBATE 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A MULHER

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul

Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul Perfil da mulher vítima de violência doméstica no Brasil, Rio Grande Sul e Caxias do Sul Adalberto Ayjara Dornelles Filho Ramone Mincato Paula Cervelin Grazzi Resumo: Uma breve revisão de estudos sobre

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA ESTIGMATIZAÇÃO DE JOVENS E LUGARES DA CIDADE

A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA ESTIGMATIZAÇÃO DE JOVENS E LUGARES DA CIDADE A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA ESTIGMATIZAÇÃO DE JOVENS E LUGARES DA CIDADE Juliana A. Cantarino Toledo 1 Rayssa Pinto Rezende 2 Resumo O trabalho busca mostrar como a mídia em Juiz de Fora tem influenciado

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

Violência doméstica contra a mulher: perspectiva para o trabalho das equipes de saúde da família

Violência doméstica contra a mulher: perspectiva para o trabalho das equipes de saúde da família Violência doméstica contra a mulher: perspectiva para o trabalho das equipes de saúde da família Clara de Jesus Marques Andrade 1 Introdução Este artigo extraído da tese As equipes de Saúde da Família

Leia mais

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL E ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL NA CASA SANTA LUIZA DE MARILLAC. SOMER, Diana Galone (estagio I), e-mail: dianassomer@gmail.com BOMFATI, Adriana (supervisor), e-mail:

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPB0178 QUEBRA DO SIGILO PROFISSIONAL EM CASOS DE PEDOFILIA GABRIELE

Leia mais

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 SOUZA, M. A. 2 ZAMPAULO, J. 3 BARROS, D. R. B. Resumo: Com esse breve estudo buscou se refletir sobre as mudanças que a família tem vivenciado no contexto social. Procura

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MESTRADO EM PLANEJAMENTO E GOVERNANÇA PÚBLICA REDE DE PROTEÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUAÇÃO DE RISCO PARA A VIOLÊNCIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO. NÚCLEO DE DEFESA DO IDOSO E PESSOA COM DEFICIÊNCIA ALEXANDRE DE OLIVEIRA ALCÂNTARA

REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO. NÚCLEO DE DEFESA DO IDOSO E PESSOA COM DEFICIÊNCIA ALEXANDRE DE OLIVEIRA ALCÂNTARA REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO. NÚCLEO DE DEFESA DO IDOSO E PESSOA COM DEFICIÊNCIA ALEXANDRE DE OLIVEIRA ALCÂNTARA FORTALEZA, 17 de junho de 2011. VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO PESQUISA: Violência

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Departamento de Políticas Temáticas dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO a Área da Assistência Social PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO Assistência Social na PNAS Situada como proteção social não contributiva;

Leia mais

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Campinas, Abril de 2014 Violência contra as Mulheres: dados Internacional: 1 de cada

Leia mais

Gravidez na adolescência e impactos no desenvolvimento infantil. Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams Novembro de 2013

Gravidez na adolescência e impactos no desenvolvimento infantil. Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams Novembro de 2013 Gravidez na adolescência e impactos no desenvolvimento infantil Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams Novembro de 2013 LAPREV Violência(Família e Escola) Pesquisa Ensino Intervenção/Consultoria/Capacitação

Leia mais

Exploração Sexual Comercial de Crianças as e Adolescentes

Exploração Sexual Comercial de Crianças as e Adolescentes Exploração Sexual Comercial de Crianças as e Adolescentes Gorete Vasconcelos go_vasconcelos@yahoo.com.br Marcos Históricos e Políticos Código de Menores /1927 Doutrina da Situação Irregular; Declaração

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE APRESENTAÇÃO: A violência sexual contra a criança e o adolescente tem sido um problema de difícil enfrentamento por

Leia mais

Violência contra as Mulheres em Pernambuco

Violência contra as Mulheres em Pernambuco Violência contra as Mulheres em Pernambuco Recife, 25 de novembro de 2015 FICHA TÉCNICA Coordenação: Equipe do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia Pesquisadora: Ana Paula Melo (pesquisadora convidada)

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: IDENTIFICAÇÃO DE CASOS E ATENDIMENTO NO CREAS Jakson Luis Galdino Dourado CREAS - jaksonpsi@gmail.com Joana Grazziele Bomfim Ribeiro CREAS Silvia Catarina Dourado Vasconcelos -

Leia mais

Violência Sexual PIBID -Temas Transversais Unipampa campus Uruguaiana

Violência Sexual PIBID -Temas Transversais Unipampa campus Uruguaiana Violência Sexual PIBID -Temas Transversais Unipampa campus Uruguaiana Termos Utilizados Abuso Sexual; Violência Sexual doméstica; Prostituição; Tráfico para fins sexuais (interno e externo); Pornografia

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Homem

Política Nacional de Saúde do Homem Política Nacional de Saúde do Homem O Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Saúde do Homem. O objetivo é facilitar e ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde. A iniciativa

Leia mais

Pedofilia: Em Defesa de um Corpo em Desenvolvimento Pesquisa Ação Contra o Abuso Sexual de Crianças

Pedofilia: Em Defesa de um Corpo em Desenvolvimento Pesquisa Ação Contra o Abuso Sexual de Crianças Pedofilia: Em Defesa de um Corpo em Desenvolvimento Pesquisa Ação Contra o Abuso Sexual de Arnaldo Risman Risman@risman.psc.br Gabriela Medeiros Vieira gabrielam_vieira@yahoo.com.br Franciane Cesar Motta

Leia mais

COTIDIANO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL: A PROPÓSITO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

COTIDIANO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL: A PROPÓSITO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COTIDIANO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL: A PROPÓSITO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DALVA ROSSI 1. Os Assistentes Sociais possuem um conteúdo extremamente importante oriundo do cotidiano profissional, que

Leia mais

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres META 3 Eliminar as disparidades entre os sexos no ensino fundamental e médio, se possível, até 2005, e em todos os níveis de ensino, o mais

Leia mais

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO:

QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: CLASSIFIQUE EM VERDADEIRO (V) OU FALSO (F) AS SENTENÇAS ABAIXO: QUESTIONÁRIO: VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS NOME: 1. Um tapinha no bumbum não é considerado violência devido ao baixo grau de agressão. 2. A prática sexual com indivíduos menores de 14 anos, com o consentimento

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO:

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet no Estado do Rio de Janeiro? REALIZAÇÃO:

Leia mais

A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases

A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases A 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia - Estatísticas e Cases Dra.Ancilla-Dei Vega Dias Baptista Giaconi Maio/2014 0 4ª Delegacia de Polícia de Repressão à Pedofilia Criada em 23 de Novembro

Leia mais

Mulher e Violência. Simpósio de Bioética e Violência contra a mulher CREMESP- Centro de Bioética 23 de outubro 2015 São Paulo

Mulher e Violência. Simpósio de Bioética e Violência contra a mulher CREMESP- Centro de Bioética 23 de outubro 2015 São Paulo Simpósio de Bioética e Violência contra a mulher CREMESP- Centro de Bioética 23 de outubro 2015 São Paulo Mulher e Violência Lilia Blima Schraiber Profa Medicina USP-MPR TÓPICOS: 1. Quando pensamos a relação

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 385 VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS CASOS DE VIOLÊNCIA NA POPULAÇÃO ACIMA DE 60 ANOS NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB

AVALIAÇÃO DOS CASOS DE VIOLÊNCIA NA POPULAÇÃO ACIMA DE 60 ANOS NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB AVALIAÇÃO DOS CASOS DE VIOLÊNCIA NA POPULAÇÃO ACIMA DE 60 ANOS NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB INTRODUÇÃO Anna Flávia Martins Diniz 1 Janine Florêncio de Souza 2 Jéssica Oliveira Rodrigues 3 Natália

Leia mais

Quando suspeitar de abuso sexual Mesa-redonda Infanto-puberal. Dr Tarcísio Crócomo

Quando suspeitar de abuso sexual Mesa-redonda Infanto-puberal. Dr Tarcísio Crócomo Tarcísio Crócomo Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico ou

Leia mais

UM OLHAR SOBRE A VIOLÊNCIA INFANTIL NA CIDADE DE MARÍLIA-SP 1

UM OLHAR SOBRE A VIOLÊNCIA INFANTIL NA CIDADE DE MARÍLIA-SP 1 UM OLHAR SOBRE A VIOLÊNCIA INFANTIL NA CIDADE DE MARÍLIA-SP 1 Ana Elisa Araújo Messias* Sandra Regina Gimeniz-Paschoal** Sueli Andruccioli Felix*** RESUMO: Este artigo é o resultado de uma investigação

Leia mais

REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS REDE, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS Autoras: Bruna dos Reis Martins Acadêmica de Enfermagem Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa UFF Angele dos Reis Martins - Acadêmica de Biologia Faculdade de

Leia mais

FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIAS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIAS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIAS DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Cleide Lavoratti (Coordenadora

Leia mais

PROGRAMA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DIREITOS HUMANOS, SAÚDE E EDUCAÇÃO: RESULTADOS Área temática: Direitos Humanos e Justiça Helena Terezinha Hubert Silva - Coordenadora da Ação de Extensão 1 Carolina

Leia mais

MAUS-TRATOS E O MANEJO NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA

MAUS-TRATOS E O MANEJO NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA MAUS-TRATOS E O MANEJO NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO PEDIÁTRICA 2013 Camila Martins dos Santos Psicóloga. Graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Brasil E-mail do/a autor(a):

Leia mais

VIOLÊNCIAS COMETIDAS CONTRA CRIANÇAS NOS MUNICÍPIOS DE CIANORTE,

VIOLÊNCIAS COMETIDAS CONTRA CRIANÇAS NOS MUNICÍPIOS DE CIANORTE, VIOLÊNCIAS COMETIDAS CONTRA CRIANÇAS NOS MUNICÍPIOS DE CIANORTE, Dr. CAMARGO, MARIALVA E OURIZONA, REGIÃO NORTE DO PARANÁ, NO PERÍODO DE 1999-2004. NALESSO, A.P.P. 1 ; CASTILHO, C.F.V., PICOLO, C.A.D.;

Leia mais

QUERIDO(A) ALUNO(A),

QUERIDO(A) ALUNO(A), LANÇADA EM 15 MAIO DE 2008, A CAMPANHA PROTEJA NOSSAS CRIANÇAS É UMA DAS MAIORES MOBILIZAÇÕES PERMANENTES JÁ REALIZADAS NO PAÍS, COM FOCO NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: A ESCOLA COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR E COLETIVO

PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: A ESCOLA COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR E COLETIVO PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: A ESCOLA COMO ESPAÇO DE CONSTRUÇÃO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR E COLETIVO Área: SERVIÇO SOCIAL Categoria: EXTENSÃO Cristiane

Leia mais

A VISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO: PERSPECTIVAS DO SERVIÇO SOCIAL 1

A VISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO: PERSPECTIVAS DO SERVIÇO SOCIAL 1 A VISIBILIDADE DA VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO: PERSPECTIVAS DO SERVIÇO SOCIAL 1 MACHADO, Adiles Dias 2 ; KAEFER, Carin Otilia 3 ; SILVA, Flademir da Costa 4 ; 1 Resultado de discussões realizadas no Projeto

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

18 de Maio. Denuncie. Faça sua parte! Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

18 de Maio. Denuncie. Faça sua parte! Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes 18 de Maio Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Denuncie. Faça sua parte! Ficha Técnica União Norte Brasileira

Leia mais

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 JANDIRA FEGHALI (Deputada Federal/Brasil) Temas: Trabalhando com autoridades e parlamentares

Leia mais

Efeitos circulares entre a violência doméstica contra a criança e o adolescente e a violência nas escolas

Efeitos circulares entre a violência doméstica contra a criança e o adolescente e a violência nas escolas Efeitos circulares entre a violência doméstica contra a criança e o adolescente e a violência nas escolas Profª MSc Adriana Costa de Miranda Universidade Estadual de Roraima UERR adriana.soc@uerr.edu.br

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA GRUPOS E CENTROS DE CONVIVÊNCIA DE PONTA GROSSA: PERFIL E DEMANDAS DA PESSOA IDOSA Fabiana Vosgerau

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE - BRASIL: Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet?

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE - BRASIL: Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet? RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE - BRASIL: Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet? REALIZAÇÃO: SaferNet Brasil APOIO: Ministério Público Federal

Leia mais

Acadêmica do curso de Psicologia da Faculdade Luciano Feijão (FLF). E-mail: gilsianemarques@gmail.com 2

Acadêmica do curso de Psicologia da Faculdade Luciano Feijão (FLF). E-mail: gilsianemarques@gmail.com 2 PSICOLOGIA E ABUSO SEXUAL INFANTIL: UMA DELICADA E INTRODUÇÃO ESSENCIAL INTERVENÇÃO GILSIANE MARIA VASCONCELOS MARQUES 1 MAYARA SOARES BRITO TELES 2 GEORGIA MARIA MELO FEIJÃO 3 Na atualidade o abuso sexual

Leia mais

COMPREENDENDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: SIGNIFICADOS SEGUNDO MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO

COMPREENDENDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: SIGNIFICADOS SEGUNDO MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO COMPREENDENDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: SIGNIFICADOS SEGUNDO MULHERES VÍTIMAS DE AGRESSÃO Leonora Rezende PACHECO 1 Marcelo MEDEIROS 2 Universidade Federal de Goiás - Faculdade de Enfermagem - Programa de

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: produção científica em periódicos online RESUMO

VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: produção científica em periódicos online RESUMO VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS: produção científica em periódicos online Natalia Leite Pedrosa (ufpb) Débora Cristina Alves Barros (ufpb) Kelma Rayanne Santos Moura (ufpb) Leila de Cássia Tavares da Fonsêca (ufpb)

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

Curso de. Direito. Núcleo de Prática Jurídica. Crimes Sexuais Estupro e Pedofilia. www.faesa.br

Curso de. Direito. Núcleo de Prática Jurídica. Crimes Sexuais Estupro e Pedofilia. www.faesa.br Curso de Direito Núcleo de Prática Jurídica Crimes Sexuais Estupro e Pedofilia www.faesa.br mportante: Serviços especializados em crimes sexuais: Ÿ Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA)

Leia mais

Gisane kelly Silva de Miranda 1 Rosimere Pessoa de Souza 2

Gisane kelly Silva de Miranda 1 Rosimere Pessoa de Souza 2 Gisane kelly Silva de Miranda 1 Rosimere Pessoa de Souza 2 Resumo: O presente trabalho tem por intuito analisar os fatores que condicionam o aumento da vulnerabilidade da transmissão do vírus do HIV entre

Leia mais

Direitos Humanos - Lei Maria da Penha: O Que. Conquistamos e o Que Podemos Conquistar?

Direitos Humanos - Lei Maria da Penha: O Que. Conquistamos e o Que Podemos Conquistar? Direitos Humanos - Lei Maria da Penha: O Que Conquistamos e o Que Podemos Conquistar? Material didático destinado à sistematização do conteúdo da disciplina Direitos Humanos Publicação no semestre 2015.1

Leia mais

1. CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UMA DEMANDA PARA A SAÚDE PÚBLICA.

1. CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UMA DEMANDA PARA A SAÚDE PÚBLICA. 1. CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UMA DEMANDA PARA A SAÚDE PÚBLICA. Carlos Roberto Marinho da Costa II Assistente Social- UFPE Especialista em Gestão Ambiental-UPE carlosrobertomar@hotmail.com Resumo: O presente

Leia mais

Homicídios (ou extermínio?) de crianças e adolescentes: uma análise das reportagens veiculadas na mídia escrita em Fortaleza (CE).

Homicídios (ou extermínio?) de crianças e adolescentes: uma análise das reportagens veiculadas na mídia escrita em Fortaleza (CE). RESUMO Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação Homicídios (ou extermínio?) de crianças e adolescentes: uma análise das reportagens veiculadas na mídia escrita em Fortaleza

Leia mais

Cartilha de Prevenção Orientações para o combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Cartilha de Prevenção Orientações para o combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão,

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER A Organização Mundial de Saúde (OMS) define violência como o uso intencional da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2010

PROJETO DE LEI Nº, DE 2010 PROJETO DE LEI Nº, DE 2010 (Da Sra. Jô Moraes) Prevê o pagamento, pelo Poder Público, de danos morais e pensão indenizatória aos dependentes das vítimas fatais de crimes de violência sexual e violência

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

PRESERVAÇÃO DA VIDA: COMUNIDADE ESCOLAR DO BAIRRO DO ICUI CONTRA O TRAFICO DE PESSOAS

PRESERVAÇÃO DA VIDA: COMUNIDADE ESCOLAR DO BAIRRO DO ICUI CONTRA O TRAFICO DE PESSOAS PREFEITURA MUNICIPAL DE ANANINDEUA SECRETARIA MUNICIPAL DE CIDADANIA, TRABALHO E ASSISTENCIA SOCIAL CENTRO DE REFERËNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL CRAS UIRAPURU PRESERVAÇÃO DA VIDA: COMUNIDADE ESCOLAR DO BAIRRO

Leia mais

Introdução. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

Introdução. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA INCLUSÃO

Leia mais

Formas de Violência Doméstica (contra crianças, adolescentes e mulheres)

Formas de Violência Doméstica (contra crianças, adolescentes e mulheres) VIOLÊNCIA DOMÉSTICA A violência é uma questão social que afeta a todas as pessoas, mulheres e homens, sejam elas crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos. Ela acontece em todas as classes sociais,

Leia mais

A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE.

A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE. A BOCA CALA, O CORPO FALA: VIOLÊNCIA SEXUAL, SEGREDO E PSICANÁLISE. Desde os primeiros passos de Freud em suas investigações sobre o obscuro a respeito do funcionamento da mente humana, a palavra era considerada

Leia mais

PESQUISA APLICADA EM COOPERAÇÃO universidades e escolas institucionais de Ministério Público

PESQUISA APLICADA EM COOPERAÇÃO universidades e escolas institucionais de Ministério Público PESQUISA APLICADA EM COOPERAÇÃO universidades e escolas institucionais de Ministério Público José Roberto Porto de Andrade Júnior joserobertopajr@hotmail.com joseporto@mpsp.mp.br Assessor da Diretoria

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Módulo II - O provimento dos serviços socioassistenciais Proteção Social Especial Recife, fevereiro/2014 Conteúdo Programático

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRA3043 EDITAL Nº 01/2014 1. Perfil: 01 2. Nª de vagas:seis (6) vagas 3. Qualificação educacional: Graduação na área de Serviço Social, preferencialmente

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: estudos e articulações da rede de atendimento no município de Guarapuava-PR

PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: estudos e articulações da rede de atendimento no município de Guarapuava-PR PROJETO DE EXTENSÃO PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: estudos e articulações da rede de atendimento no município de Guarapuava-PR Área: SERVIÇO SOCIAL SONEGO, Cristiane KOLODY, Andressa

Leia mais

Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet no Estado da Paraíba?

Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet no Estado da Paraíba? RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE NO ESTADO DA PARAÍBA: Hábitos de Navegação na Internet: será que nossos alunos e educadores navegam com segurança na Internet no Estado da Paraíba? REALIZAÇÃO: SaferNet Brasil

Leia mais

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP

FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP FLUXO DE ATENDIMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL Superintendência de Atenção Primária S/SUBPAV/SAP Betina Durovni Subsecretária de Atenção Primária, Vigilância e Promoção de Saúde 1 Introdução A violência contra

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

ENTREVISTA COM A CRIANÇA / ADOLESCENTE E A FAMÍLIA

ENTREVISTA COM A CRIANÇA / ADOLESCENTE E A FAMÍLIA ENTREVISTA COM A CRIANÇA / ADOLESCENTE E A FAMÍLIA Se possível, a criança deve ser entrevistada separadamente. O entrevistador deve ser sensível aos possíveis temores e apreensões da criança quando discutir

Leia mais

Violência Intrafamiliar e Maus Tratos contra a pessoa idosa. Profª Dra. Ângela Cristina Puzzi Fernandes

Violência Intrafamiliar e Maus Tratos contra a pessoa idosa. Profª Dra. Ângela Cristina Puzzi Fernandes Violência Intrafamiliar e Maus Tratos contra a pessoa idosa Profª Dra. Ângela Cristina Puzzi Fernandes A Organização das Nações Unidas instituiu 15 de junho como o Dia Mundial de Conscientização da Violência

Leia mais