UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA: ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE A LIQUIDEZ E A RENTABILIDADE DO SEGMENTO DE COMÉRCIO ATACADISTA COM BASE NO MODELO DINÂMICO DISSERTAÇÃO SUBMETIDA À UFPE PARA OBTENÇÃO DE GRAU DE MESTRE POR NELSON RODRIGUES DA SILVA Orientador: José Lamartine Távora Júnior, D.Sc. RECIFE, AGOSTO/2009

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PARECER DA COMISSÃO EXAMINADORA DE DEFESA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DE NELSON RODRIGUES DA SILVA A APLICAÇÃO DO MODELO FLEURIET COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA: ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE A LIQUIDEZ E A RENTABILIDADE DO SEGMENTO DE COMÉRCIO ATACADISTA COM BASE NO MODELO DINÂMICO ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Gestão da produção A comissão examinadora composta pelos professores abaixo, sob a presidência do primeiro, considera o candidato NELSON RODRIGUES DA SILVA aprovado. Recife, 31 de agosto de Prof. José Lamartine Távora Júnior, D.Sc (UFPE) Prof. Abraham Benzaquen Sicsú, D.Sc (UFPE) Prof. João Policarpo Rodrigues Lima, PhD (Depto. de Economia/UFPE) ii

3 DEDICATÓRIA A Railda da Silva Brandão (Idá), in memoriam, e a Edson Borges Brandão por tudo que a mim proporcionaram, inclusive poder realizar este trabalho. iii

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a DEUS por ter me concebido a oportunidade e a coragem de iniciar curso e concluí-lo, possibilitando a realização de um sonho. Ao meu filho, Matheus, pela compreensão pela minha ausência em diversos momentos durante as atividades. Ao colega de trabalho e amigo Luís Fernando Juriolli pelo apoio e incentivo em participar do curso e na colaboração dos trabalhos durante as aulas e na elaboração da dissertação. Aos colegas de trabalho pela compreensão da minha ausência para o desenvolvimento dessa dissertação. Ao colega Mauro Fará na colaboração no levantamento dos dados estatístico. A Juliane pela presteza no atendimento das minhas solicitações à secretária. À Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), especialmente ao Departamento de Engenharia de Produção, representada na iv

5 pessoa da D.Sc. Denise Dunker, pela oportunidade de realização desse mestrado. Aos companheiros de mestrado, por compartilhar o conhecimento em sala de aula. v

6 Tudo flui, tudo se move, exceto o próprio movimento. Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, porque, ao entrarmos pela segunda vez, não serão as mesmas águas que estarão lá, e a mesma pessoa já será diferente. Heráclito de Éfeso Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais. Mário Quintana vi

7 RESUMO Esta pesquisa apresenta um estudo sobre administração de capital de giro sob a ótica do Modelo Fleuriet (MF) ou Modelo Dinâmico, com base nos dados de empresas brasileiras que atuam no segmento comércio do atacadista. Este estudo teve como propósito apresentar e analisar a relação entre as variáveis do MF e os resultados (LAJIR, LAIR e LL), bem como os indicadores de rentabilidade (ROA, ROE, ROI, MOL e ML). O MF foi desenvolvido na década de 1970 com objetivo de analisar os investimentos em capital de giro e a sua administração. O modelo parte da reclassificação do balanço patrimonial em contas circulantes do ativo e do passivo em operacionais e erráticas, o que resulta na designação de três variáveis chaves capital de giro (CDG); a necessidade de capital de giro (NCG) e o saldo de tesouraria (ST). A combinação dessas variáveis possibilitou a identificação de seis tipos de estruturas financeiras. Dessa maneira, o MF modificou o enfoque da análise tradicional que é voltado para a avaliação da solvência, com base no pressuposto de descontinuidade das empresas, para uma análise dinâmica voltada para a atividade operacional das companhias. A pesquisa foi realizada com base nos dados de 308 empresas que apresentaram balanços anuais e consecutivos no período de 2003 a 2007, sendo dividido em duas amostras, uma com dados de 2003 a 2006, e a outra de 2004 a A partir da classificação das empresas nos seis tipos de estruturas financeiras, foi realizada a análise por meio de ferramentas estatísticas descritiva e inferencial. Com base nos resultados obtidos estatisticamente, conclui-se que há ausência de relação entre as variáveis do MF com os resultados e os indicadores de rentabilidade. Entretanto, verificou-se, com base na estatística descritiva, que o MF pode ser aplicado na administração do capital de giro por gestores financeiros. Palavras-Chave: Administração Financeira; Capital de Giro; Modelo Fleuriet; Rentabilidade; Liquidez. vii

8 ABSTRACT This research presents a study on the management of working capital from the perspective of the Fleuriet Model or Dynamic Model, based on data from Brazilian companies operating in the wholesale trade sector. This study set out to present and analyze the relationship between the variables of the Fleuriet Model and the results (EBIT, EBT and Net Profit - NP) and the indicators of profitability (ROA, ROE, ROI, Net Operating Margin NOM - and Net Margin - NM). The Fleuriet Model was developed in the 1970s and its aim is to analyze investments in working capital and how they are managed. This model starts by reclassifying the balance sheet accounts of current assets and liabilities into operational accounts and erratic accounts, which results in the designation of three key variables - working capital (WC); the working investiment (WI) and treasury balance (TB). The combination of these variables allowed six types of financial structure to be identified. Thus, the Fleuriet Model changed the focus of traditional analysis from one which aims at assessing solvency based on the assumption that companies may discontinue their activities, to a focus that makes a dynamic analysis which targets the operational activity of the companies. The research was conducted based on data from 308 companies that published annual and consecutive balance sheets in the period from 2003 to These were divided into two samples: one with data from 2003 to 2006 and the other with data from 2004 to After having classified the companies into six types of financial structure, the analysis was performed by means of descriptive and inferential statistical tools. Based on the results obtained statistically, it is concluded that there is an absence of any relationship between the variables of the MF with the results and the indicators of profitability. However, it was verified based on the statistical description that the Fleuriet Model can be applied to the management of working capital by financial managers. Liquidity. Keywords: Financial Management, Working Capital; Fleuriet Model, Profitability, viii

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA E DELIMITAÇÃO DO TEMA OBJETIVOS DO TRABALHO Objetivo Geral Objetivos Específicos ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO BASE CONCEITUAL EMBASAMENTO TEÓRICO REVISÃO DE LITERATURA AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ANÁLISE TRADICIONAL DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO O Capital de giro ou capital circulante Os ciclos operacional e financeiro Risco-retorno na administração do capital de giro Política de investimento do capital de giro Política de financiamento do capital de giro OS INDICADORES DE RENTABILIDADE Introdução ROE (return on equity) ou Retorno sobre o patrimônio líquido (RPL) ROA (return on total assets) ou Retorno sobre o ativo total Rentabilidade das vendas ROI (Return on investiment) ou Retorno sobre o investimento Autofinanciamento das empresas O MODELO FLEURIET OU MODELO DINÂMICO O Modelo Fleuriet ou Dinâmico Necessidade de capital de giro (NCG) Capital de giro Saldo de tesouraria Tipos de estruturas financeiras das empresas METODOLOGIA MÉTODO UTILIZADO UNIVERSO E AMOSTRA COLETA DE DADOS ix

10 4.4 TRATAMENTOS DOS DADOS PROCEDIMENTOS ESTATÍSTICOS Estatística inferencial APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS ESTATÍSTICA DESCRITIVA ESTATÍSTICA INFERENCIAL CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES CONCLUSÕES SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS x

11 LISTA DE FIGURAS Figura Ilustração da estrutura do Balanço Patrimonial Figura Estrutura do Balanço Patrimonial conforme a Lei 6.404/ Figura DRE de acordo com a Lei 6.404/ Figura Ilustração do fluxo do capital de giro Figura Ilustração do volume de capital de giro Figura Ilustração do Ciclo Operacional Figura Demonstração dos Ciclos Operacional e Financeiro Figura Ilustração do cálculo do ROA pelos índices de MOL e RA Figura Ilustração do Autofinanciamento Figura Estrutura de balanço patrimonial do Modelo Fleuriet Figura Estrutura patrimonial a partir do Modelo Fleuriet Figura Estrutura patrimonial a partir do MF Figura Ilustração da NCG Figura Ilustração do CCL e do CDG no Balanço Figura Ilustração do CDG positivo Figura Ilustração do CDG negativo Figura Ilustração do ST positivo Figura Ilustração do ST negativo Figura Ilustração do Efeito Tesoura Figura Radiografia da formação do ST xi

12 LISTA DE TABELAS Tabela Porte das empresas AI Tabela Porte das empresas A Tabela Números dos demonstrativos A Tabela Números dos demonstrativos A Tabela ROL e Resultados A Tabela ROL e Resultados A Tabela Indicadores de Rentabilidade A Tabela Indicadores de Rentabilidade A Tabela Análise MF ou Dinâmica (R$ - valor médio) Tabela Tipos de estruturas financeiras A Tabela Tipos de estruturas financeiras A Tabela Tipos de empresas x Resultados- A Tabela Tipos de empresas x Resultados A Tabela Tipos de empresas x Rentabilidade - A Tabela Tipos de empresas x Rentabilidade A Tabela Teste de correlação A Tabela Teste de correlação - A xii

13 LISTA DE QUADROS Quadro Ilustração das estruturas financeiras ou de balanço Quadro Exemplos das estruturas financeiras Quadro Classificação das Empresas quanto ao Porte Quadro Indicadores de Rentabilidade Quadro Variáveis do MF e Indicadores de Atividade Quadro Tipo de Estrutura Financeira e Níveis de Risco Quadro Interpretação do coeficiente de correlação Quadro Interpretação do coeficiente de correlação xiii

14 LISTA DE EQUAÇÕES Equação Índice de liquidez corrente Equação Índice de liquidez seca Equação Índice de liquidez geral Equação PME - Prazo médio de estoques Equação PMR - Prazo médio de recebimento Equação PMC - Prazo médio de compras Equação CO - Ciclo Operacional Equação CF - Ciclo Financeiro Equação ROE Equação ROE em função da ML e do giro do PL Equação ROA Equação ML Equação MOL Equação ROI Equação NCG Equação CDG Equação Ativo = Passivo Equação CCL Equação Coeficiente de Correlação xiv

15 LISTA DE SIGLAS AC ACF ACO AOL ANC AP ARLP AT BRDE BOVESPA CCL CF CFC CDG CO CVM DFC DRE EVA Inepad FEBRABAN FIPECAFI IOF IOG ISEF LAJIR LAIR LSA LL LO Ativo Circulante Ativo Circulante Financeiro Ativo Circulante Operacional Ativo Operacional Líquido Ativo não Circulante Ativo Permanente Ativo Realizável de Longo Prazo Ativo Total Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul Bolsa de Valores de São Paulo Capital Circulante Líquido Ciclo Financeiro Conselho Federal de Contabilidade Capital de Giro Ciclo Operacional Comissão de Valores Mobiliários Demonstração do Fluxo de Caixa Demonstração de Resultado de Exercício Economic Value Added Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração Federação Brasileira de Bancos Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras Imposto sobre Operações Financeiras Investimento Operacional em Giro Indicador de Saúde Econômico-financeira Lucro antes do Juros e Impostos Lucro antes do Imposto Renda Lei das Sociedades Anônimas Lucro Líquido Lucro Operacional xv

16 MF ML MOL MPE NCG NIG NLCDG PC PCF PCO PE PELP PL PMC PME PMR PNC ROA ROB ROE ROI ROL Sebrae Simples ST T WC WI Modelo Fleuriet Margem Líquida Margem Operacional Micro e Pequenas Empresas Necessidade de Capital de Giro Necessidade de Investimento em Giro Necessidade Líquida de Capital de Giro Passivo Circulante Passivo Circulante Financeiro Passivo Circulante Operacional Passivo Exigível Passivo Exigível de Longo Prazo Patrimônio Líquido Prazo Médio de Compras Prazo Médio de Estoques Prazo Médio de Recebimento Passivo não Circulante Return on total assets (Retorno sobre o Ativo Total) Receita Operacional Bruta Return on equity (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) Return on investiment (Retorno sobre o Investimento) Receita Operacional Líquida Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte Saldo de Tesouraria Tesouraria Working Capital Working Investiment xvi

17 Capítulo 1 Introdução 1 INTRODUÇÃO A formulação de modelos de análise econômico-financeira para subsidiar o processo de tomada de decisão e gestão financeira vem se tornando cada vez mais importante, tendo em vista a crescente preocupação com a saúde financeira das empresas, com impacto direto na sobrevivência e capacidade das organizações no sentido de empreenderem novos projetos. Para Assaf (1997), o processo de tomada de decisão reflete a essência do conceito de Administração. O autor ressalta que administrar é decidir, e a continuidade de qualquer negócio depende da qualidade das decisões tomadas por seus administradores nos vários níveis organizacionais. Essas decisões, por sua vez, são tomadas com os dados e as informações viabilizadas pela contabilidade. Diante disso, cabe aos profissionais de finanças e planejamento a coordenação e o controle das atividades referentes à geração de informações financeiras necessárias à administração, os quais incluem registros contábeis e fiscais, estoques, custos, fluxos de caixa, orçamentos financeiros e bens patrimoniais, como também saber aplicar os excedentes com a melhor rentabilidade possível e captar os recursos necessários nas melhores condições possíveis, criando valor para os acionistas no longo prazo. Portanto, independentemente da atividade operacional da empresa, o gestor financeiro estará envolvido em duas grandes decisões de características distintas, porém interdependentes: Decisão de investimento, e Decisão de financiamento (inclusive dividendos). A decisão de investimento está relacionada com a destinação dos recursos financeiros aplicados nos ativos (circulante e não circulante), o que envolve um processo de avaliação e seleção das escolhas de aplicação dos haveres. Já a decisão de financiamento está relacionada com a origem dos fundos investidos, inclusive via retenção de lucros (não pagamento de dividendos), no financiamento dos ativos. (Grifo do autor). Tais definições são corroboradas por Assaf (1997), que pondera que, enquanto as decisões de financiamento se referem às taxas de retorno exigidas pelos detentores de capital, as oportunidades de investimento focam suas preocupações nos retornos esperados e dessa forma, a busca do equilíbrio entre a capacidade de pagar suas obrigações nos prazos 1

18 Capítulo 1 Introdução pactuados, representada pela liquidez. A maximização dos retornos (ganho oriundo de investimento em certo período) dos aportadores de recursos ou proprietários, expresso pela rentabilidade, representa importante objetivo para propiciar a continuidade de uma empresa. Nesse contexto, Braga (2004) menciona que: No âmbito da análise das demonstrações contábeis é comum encontrar a expressão situação financeira como sinônimo de capacidade de solvência da empresa e situação econômico-financeira relacionada com algo mais amplo que envolve, também, a geração de lucros. De fato, uma empresa possui boa situação econômico-financeira quando apresenta adequado equilíbrio entre sua liquidez e rentabilidade. Esse conflito entre liquidez e rentabilidade constitui um grande desafio para os gestores financeiros das empresas, pois na medida em que aumenta a liquidez gera-se menor retorno, e decisões que impliquem maiores retornos reduzem a capacidade de liquidez da empresa, elevando o seu risco, o que envolve principalmente a administração do capital de giro, isto é, a gestão dos recursos de curto prazo (ativo e passivo circulantes). Diante desse desafio dos gestores financeiros, foi desenvolvido pelo pesquisador francês Michel Fleuriet, 1 em conjunto com uma equipe de pesquisadores da Fundação Dom Cabral, um modelo cujo objetivo foi desenvolver técnicas de gerenciamento financeiro focadas na realidade das empresas brasileiras. Esse trabalho ficou conhecido como Modelo Fleuriet (MF) ou Modelo Dinâmico, pelo qual se pode analisar a gestão financeira das empresas por meio de variáveis que podem explicar a sua dinâmica financeira, considerando-as em atividade, ao contrário do enfoque do modelo tradicional, que se baseia na apuração de índices financeiros a partir do balanço patrimonial e da demonstração de resultados, e somente vislumbra o aspecto da solvência medida pelos indicadores de liquidez (corrente, seca e geral), implicando uma visão de que não haveria continuidade dos negócios. O surgimento do MF foi o resultado da quebra de paradigma que veio com a mudança de enfoque da análise, antes feita na base contábil e estática, para uma base dinâmica, pois o modelo está ligado diretamente aos ciclos operacional e financeiro, e indica o perfil financeiro das empresas. Portanto, revela a maneira como é feita a administração financeira dos 1 Doutor em Direito e Finanças, naquela época era professor do Centre D Enseignement Supérieur des Affaires (CESA) e da Fundação Dom Cabral, da Universidade Católica de Minas Gerais. 2

19 Capítulo 1 Introdução estoques, valores a receber e a pagar, empréstimos de curto prazo e fluxos financeiros, sendo que, por meio desses indicadores, pode-se visualizar a capacidade de captar recursos e investir, obtendo-se a partir de então retornos maiores em relação aos custos captados, como também verificar as situações de desequilíbrio financeiro porventura apresentadas. O MF tem como principais variáveis, que evidenciam a situação econômico-financeira das empresas, a Necessidade de Capital de Giro (NCG), o Capital de Giro (CDG) e o Saldo de Tesouraria (ST). Também se caracteriza como indicador do modelo o conceito de Efeito Tesoura, definido pela ocorrência de ST negativo e crescente, em valor absoluto, em maior proporção do que a NCG. O MF apresenta-se como um instrumento de administração financeira, cujas particularidades remetem à reformulação do balanço patrimonial e classificação em determinadas rubricas, conforme sua relação com as operações (operacionais e/ou erráticas) da empresa. As decisões dos gestores empresariais, que são refletidas pelos indicadores supracitados, devem ter como objetivo a maximização da riqueza dos proprietários, traduzida em grande parte pela capacidade de geração de rentabilidade apresentada pela organização. Essa capacidade de gerar retorno para os acionistas pode ser avaliada por meio dos indicadores Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), Retorno sobre o Investimento (ROI), Retorno sobre Ativo Total (ROA), Margem Operacional (MOL) e Margem Líquida (ML), que serão estudados neste trabalho juntamente com o conjunto de indicadores do MF, em termos da existência ou não de relação entre os mesmos. Desse modo, o objeto deste trabalho é mostrar a aplicabilidade do MF como instrumento de gestão financeira, o que vai possibilitar sua aplicação pelas empresas no sentido de obterem a maximização do retorno e, como consequência, o equilíbrio entre liquidez e rentabilidade. Também verificar a existência de possíveis relações entre os lucros (operacional e líquido) gerados pelas empresas, bem como os indicadores de rentabilidade e variáveis do MF, cabendo destacar que se espera a existência de influência dessas variáveis na rentabilidade. 1.1 Justificativa e delimitação do tema 3

20 Capítulo 1 Introdução A primeira razão para a realização deste trabalho é de ordem prática, considerando que o autor desta pesquisa desenvolve suas atividades profissionais no âmbito da Diretoria de Crédito do Banco do Brasil, atuando da avaliação econômico-financeira de empresas com a utilização do MF. Dessa maneira, foi possível, empiricamente, observar a eficácia do modelo no que se refere à situação de equilíbrio financeiro e/ou insolvência. Outro motivo para o desenvolvimento desta dissertação é que a gestão financeira de uma empresa se mostra imprescindível, o que contribui para o processo de tomada de decisões e a definição de políticas que não comprometam a capacidade de pagamento e de solvência das organizações. Isso se reflete na gestão do capital de giro, o que, segundo Braga (1989, p. 81), a administração do capital de giro envolve um processo contínuo de tomada de decisões voltadas principalmente para preservar a liquidez da empresa, mas que também afetam a sua rentabilidade. A opção por utilizar o MF adveio da importância da gestão do capital de giro numa empresa, sendo que o MF traz uma nova visão sobre a liquidez e seus indicadores, sugerindo uma abordagem nova, diferente da análise tradicional, e oferece um modelo completo para a administração do capital de giro. Os indicadores do MF estão relacionados diretamente com os ciclos operacional e financeiro e destacam os aspectos da política de capital de giro, indicando o seu perfil financeiro, numa situação de plena continuidade dos negócios. O MF, por meio das informações obtidas por intermédio de demonstrativos contábeis, possibilita a compreensão e a avaliação do nível, qualidade e motivo do endividamento, as políticas operacionais e seus impactos na necessidade de giro da empresa, como também permite realizar simulações sobre a situação financeira no futuro. Segundo Fleuriet (2003, p. 160), para uma empresa manter-se na frente das concorrentes, é necessário ter estratégia financeira para definir os meios pelos quais a companhia irá financiar seu crescimento, podendo ser decomposta em duas partes: estratégia de rentabilidade e estratégia de liquidez. (Grifo do autor). Essa importância é refletida na pesquisa Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade das Micros e Pequenas Empresas entre , realizada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) nacional (SEBRAE, 2007), em que se verificou que tipos de assessorias são úteis para enfrentar as dificuldades das empresas, sendo considerada a área financeira como a mais importante. Já nas dificuldades no gerenciamento da empresa, os itens falta de capital de giro, falta de crédito e dificuldade financeira foram os mais citados, 4

21 Capítulo 1 Introdução tendo apenas menos importância que a carga tributária e a falta de profissionais qualificados. Já em relação às razões para o fechamento das empresas, os itens falta de capital de giro e dificuldade financeira, em conjunto, ficariam abaixo apenas da falta de clientes. Diante disso, a melhor compreensão do trade-off existente entre a liquidez (administração do capital de giro) e a rentabilidade poderá ajudar na tomada de decisões mais acertadas nas organizações, principalmente, no tocante à fonte de recursos no financiamento das necessidades operacionais. Também, ao investigar a relação entre as variáveis do MF e a rentabilidade, espera que se possam estimular os gestores financeiros no sentido da realizar uma reflexão a respeito do uso dos seus ativos, da precaução nas escolhas das fontes de financiamento e no atendimento das expectativas com relação à rentabilidade esperada. Além disso, o equilíbrio entre a liquidez adequada e a rentabilidade satisfatória pode trazer para a empresa diversos benefícios, tais como: facilidade de obtenção de novos financiamentos e empréstimos, possibilidade de entrada de novos investidores, e o mais essencial que é a possibilidade de crescimento sustentável. O tema assunto que se deseja provar ou desenvolver - deste trabalho é a investigação do relacionamento entre as variáveis do MF e os resultados e os indicadores rentabilidade. Segundo Braga (2004), há diversos modelos à disposição de quem deseja analisar os aspectos econômico-financeiros de empresas por intermédio de dados contábeis. Há modelos que vão desde os índices tradicionais até modelos mais sofisticados, baseados em métodos quantitativos por meio de análise discriminante, como também, sistemas complexos criados a partir de redes neurais. Entretanto, tais modelos analisam a situação financeira e a rentabilidade de maneira independente. Dessa maneira, esta dissertação, no que se refere à delimitação do estudo, está restrita à verificação do relacionamento dos indicadores do MF Necessidade de Capital de Giro, Capital de Giro e Saldo de Tesouraria com os resultados lucro antes dos juros e imposto de renda (LAJIR); lucro antes do imposto de renda (LAIR); lucro líquido (LL), e os indicadores de rentabilidade Retorno sobre o Patrimônio Líquido (Return on Equity), ROI Retorno sobre os investimentos (Return on Investment), MOL Margem Operacional, ML Margem Líquida e ROA Retorno sobre Ativo Total (Return on Total Assets) com base nos demonstrativos contábeis de empresas no período entre 2003 e 2007 do segmento Comércio Atacadista. 5

22 Capítulo 1 Introdução Trata-se de base primária obtida do banco de dados da diretoria de crédito do Banco do Brasil, que já possuem esses indicadores calculados, portanto, não será alvo deste estudo a apuração de tais indicadores para a avaliação proposta. No que concerne ao período escolhido, a delimitação ocorreu pela acessibilidade dos dados e pela maior quantidade de empresas analisadas nesse intervalo, que foi do segmento selecionado. Além disso, tais empresas possuem dois demonstrativos consecutivos. A amostra analisada neste trabalho será composta por 308 empresas do segmento comércio atacadista brasileiro, constante na base de dados do Banco do Brasil, que tiveram informações contábeis anuais em dois períodos sucessivos, nos anos de 2003 a À opção por esse período foi em razão de ter sido a época com uma maior quantidade de empresas com demonstrativos sucessivos. 1.2 Objetivos do Trabalho Objetivo Geral O objetivo principal desta pesquisa é verificar a aplicabilidade do MF como instrumento de gestão financeira, como também pesquisar a existência de relação entre as variáveis do MF: Necessidade de Capital de Giro (NCG), Capital de Giro (CDG) e Saldo de Tesouraria (ST) com os resultados (LAJIR, LAIR e LL) e os indicadores de rentabilidade (ROA, ROE, ROI, MOL e ML) de empresas do segmento de comércio atacadista, com vista a melhor compreender o trade-off existente entre liquidez e rentabilidade. Dessa forma, o problema deste trabalho está centrado nas seguintes questões: Os lucros ou resultados e os indicadores de rentabilidade podem ser explicados ou são influenciados pelas variáveis do MF? O MF pode ser utilizado como instrumento de gestão? Para alcançar estes objetivos, os dados das amostras serão analisados por meio das estatísticas descritiva e inferencial. Desse modo, considerando-se os objetivos mencionados nesta dissertação, será testada a seguinte hipótese: 6

23 Capítulo 1 Introdução H0: as variáveis do MF estão correlacionadas com os resultados e com os indicadores de rentabilidade Objetivos Específicos Para atingir o objetivo geral da pesquisa, são estabelecidos os seguintes objetivos específicos: apresentar a teoria relativa ao MF (modelo dinâmico), sua origem e aspectos conceituais; apresentar a teoria da administração do capital de giro; analisar a situação de solvência das empresas do setor comércio atacadista, consideradas neste trabalho com base nos indicadores: Necessidade de Capital de Giro (NCG), Capital de Giro (CDG) e Saldo de Tesouraria (ST) de liquidez propostos pelo MF, enquadrar as empresas constantes nas amostras na estrutura financeira desenvolvida a partir do MF; analisar a situação de rentabilidade das empresas do setor comércio atacadista consideradas neste trabalho por meio dos indicadores Margem operacional (MOL), Margem Líquida (ML), Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), Retorno sobre os Investimentos (ROI) e Retorno sobre os Ativos Totais (ROA); mostrar como o uso das informações contábeis pode servir como instrumento de gestão financeira/administrativa. 1.3 Estrutura da Dissertação Esta dissertação será estruturada em seis capítulos, conforme está descrito abaixo: Primeiro capítulo constará a introdução que permitirá ao leitor tomar conhecimento do tema que a dissertação tenciona investigar, e faz a caracterização da situação-problema da pesquisa, os objetivos (geral e específicos), a estruturação das hipóteses e as justificativas; 7

24 Capítulo 1 Introdução Segundo capítulo - demonstrará a importância da gestão do capital de giro, bem como serão descritas as avaliações já realizas com base no MF; Terceiro capítulo - serão apresentados os conceitos relativos às demonstrações contábeis, como também os conceitos relacionados com a administração do capital de giro, os indicadores de rentabilidade. Além disso, serão relatados os conceitos do MF, demonstrando as variáveis propostas pelo modelo, como também os tipos de estruturas financeiras com base no MF das empresas do segmento analisado; Quarto capítulo - serão descritos os métodos e as técnicas utilizados na pesquisa, isto é, a maneira como os dados foram coletados, além da caracterização da amostra, o tratamento estatístico aplicado e as ferramentas estatísticas utilizadas; Quinto capítulo - serão efetuadas as análises estatísticas mencionadas no quarto capítulo, de modo a averiguar os resultados dos testes obtidos com a aplicação do ferramental estatístico; Sexto capítulo - refere-se à descrição das considerações ou conclusões finais e aponta algumas recomendações para futuras pesquisas relacionadas com o tema objeto deste estudo. Por último, serão apresentadas as referências bibliográficas que alicerçaram a presente dissertação. 8

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS Claudio Barbosa Cardoso Orientador: Benedito Giovani Martins de Paula Linha de Pesquisa: Demonstrações Financeiras Universidade

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

Balanço Patrimonial. Ativos e Passivos. Análise Financeira de Balanços 29/10/2012. Planejamento Financeiro Profa.: Elaine Silvia Pasquini

Balanço Patrimonial. Ativos e Passivos. Análise Financeira de Balanços 29/10/2012. Planejamento Financeiro Profa.: Elaine Silvia Pasquini Balanço Patrimonial Relembrando da ultima aula!!!! Planejamento Financeiro Profa.: Elaine Silvia Pasquini Análise Financeira de Balanços O balanço Patrimonial de uma organização é uma peça contábil, em

Leia mais

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro.

Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Relação entre Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro. Tendo em vista que o capital de giro representa o saldo correspondente à diferença entre os saldos das contas do ativo e passivo circulantes,

Leia mais

O papel da Controladoria na Administração do Capital de Giro

O papel da Controladoria na Administração do Capital de Giro O papel da Controladoria na Administração do Capital de Giro Pablo Ferreira Dias da Silva* Universidade Federal do Pará Centro Sócio Econômico Administração Financeira e Orçamento Empresarial Matricula:

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 12- Unidade III. Análise avançada das demonstrações contábeis. Prof.: Marcelo Valverde

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 12- Unidade III. Análise avançada das demonstrações contábeis. Prof.: Marcelo Valverde ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aula 12- Unidade III. Análise avançada das demonstrações contábeis Prof.: Marcelo Valverde Unidade III. Análise avançada das demonstrações contábeis 3.1 Análise do

Leia mais

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br Análise Financeira Adriano Leal Bruni 1 Por que analisar? Mensurar riscos de crédito de correntes e potenciais clientes. Julgar o desempenho esperado das firmas. Monitorar o progresso da firma em alcançar

Leia mais

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1

Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv. Parte I - Introdução, 1 Prefácio à 3ª edição, xiii Apresentação, xv Parte I - Introdução, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis, 5 1.3 Usuários da Análise das Demonstrações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Janilson Laane Maio/2011 Objetivos 1. Apresentar o conceito e em que contexto está

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE 0 6. ÍNDICES DE RENTABILIDADE Caro aluno, você já sabe todo empresário ou investidor espera que o capital investido seja adequadamente

Leia mais

Gestão e Controle Financeiro Material de Apoio para as Unidades 4 e 5

Gestão e Controle Financeiro Material de Apoio para as Unidades 4 e 5 Gestão e Controle Financeiro Material de Apoio para as Unidades 4 e 5 Você e sua equipe são responsáveis por elaborar um relatório de Análise Financeira da Empresa GAMA. Abaixo estão dispostos o DRE e

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Bertolo CAPÍTULO 3 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONCEITOS PARA REVISÃO Devido aos investidores basearem as suas decisões de compra e venda em suas expectativas sobre a performance futura da empresa,

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson

Analise de Rentabilidade. Prof. Peter Wilson Analise de Rentabilidade Prof. Peter Wilson 1 Fases de Crescimento e Desenvolvimento Alto Receita Baixo Tempo 2 Fonte: Venture 1000.com O Consumo do Caixa Apresenta Diferentes Dinâmicas em cada Estágio

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR

ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR 0 ANÁLISE DA ESTRUTURA DE LIQUIDEZ PROPOSTA POR FLEURIET: UM ESTUDO DE CASO DA EMPRESA LOCALIZA RENT A CAR Gabriela de Castro Gaudêncio Cassimiro 1 Thiago Moura de Carvalho 2 Rosália Gonçalves Costa Santos

Leia mais

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008).

Unidade IV. A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). AVALIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Unidade IV 7 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A necessidade de capital de giro é a chave para a administração financeira de uma empresa (Matarazzo, 2008). A administração

Leia mais

PALAVRAS-CHEVE: Capital de giro, saldo de tesouraria, necessidade de capital de giro.

PALAVRAS-CHEVE: Capital de giro, saldo de tesouraria, necessidade de capital de giro. TÍTULO: ANÁLISE AVANÇADA DE EMPRESAS AUTOR: JOSÉ A MOURA ARANHA CREDENCIAIS: Graduado em Ciências Contábeis com pós-graduação em Perícia Contábil, Financeira e Empresarial, professor na Faculdade Estácio

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA.

FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA. FONTES DE FINANCIAMENTO DAS NECESSIDADES LÍQUIDAS DE CAPITAL DE GIRO: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO DE ANÁLISE FINACEIRA. Cássio Roberto de Araújo Fernando de Sousa Santana Giani Claudia Setto Vieira Jussiara

Leia mais

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES.

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DE FINANÇAS 1 JUSTIFICATIVA A atividade empresarial requer a utilização de recursos financeiros, os quais são obtidos na forma de crédito e de

Leia mais

ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ADC M

ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ADC M UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS ADC M Aluna: Larissa de Souza Chaves

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS.

UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. UTILIZAÇÃO DE INDICES COMO INTRUMENTOS DE ANÁLISE FINANCEIRA: ESTUDO EXPLORATÓRIO DAS EMPRESAS DE CARNES E DERIVADOS. Resumo Este artigo faz uma análise de viabilidade econômico-financeira das empresas

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

ATIVO PASSIVO 3) DESTINAÇÃO DO LUCRO

ATIVO PASSIVO 3) DESTINAÇÃO DO LUCRO ATIVO I PASSIVO ATIVO I PASSIVO F ATIVO PASSIVO 3) DESTINAÇÃO DO LUCRO ATIVO PASSIVO 3) ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO ATIVO PASSIVO ATIVO PASSIVO AC ativo circulante ANC ativo não circulante PC passivo

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1

DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 DISTRIBUIÇÃO DO LUCRO 1 Gillene da Silva Sanses 2 O artigo apresenta a nova realidade em que se inserem, sob a perspectiva de critério para cálculo, deliberação e distribuição aos sócios, dos lucros. O

Leia mais

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas)

Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Análise da Performance Econômica e Financeira da Empresa Coteminas (Companhia de Tecidos Norte de Minas) Resumo Cátia Raquel Felden Bartz 1 Gisele Carolina Padoin 2 Juliana Horbach 3 Diego Antonio Saugo

Leia mais

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS É a técnica que consiste na decomposição, comparação e interpretação dos demonstrativos do estado patrimonial e do resultado econômico de uma entidade. Técnicas de análise

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

Análise Financeira da Empresa Kepler Weber

Análise Financeira da Empresa Kepler Weber Análise Financeira da Empresa Kepler Weber Cátia R. F. Bartz (FAHOR) catia.fahor.com.br Glademir Jagnow (FAHOR) gb000937@fahor.com.br Mabel Bairros (FAHOR) mb000942@fahor.com.br Mariseia Schawinsky (FAHOR)

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

Administração Financeira II

Administração Financeira II Administração Financeira II Introdução as Finanças Corporativas Professor: Roberto César INTRODUÇÃO AS FINANÇAS CORPORATIVAS Administrar é um processo de tomada de decisões. A continuidade das organizações

Leia mais

ÍNDICES DE LUCRATIVIDADE. Margem Bruta. VL = Vendas Líquidas (ou Receitas Líquidas ou Faturamento Líquido)

ÍNDICES DE LUCRATIVIDADE. Margem Bruta. VL = Vendas Líquidas (ou Receitas Líquidas ou Faturamento Líquido) Índices econômico-financeiros sob a ótica de finanças 13 ÍNDICES DE LUCRATIVIDADE LB = Lucro Bruto Margem Bruta MB = LB Margem Bruta é quanto a empresa tem de lucro após a dedução dos custos da empresa.

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações financeiras do exercício

Leia mais

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira INTRODUÇÃO 1 Análise Financeira Dar a conhecer a situação económico-financeira e monetária A partir de documentos de informação contabilística Situação financeira Equilíbrio Financeiro, Solvabilidade,

Leia mais

Análise das Demonstrações Financeiras

Análise das Demonstrações Financeiras UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. Rua: Barão de Camargo, nº. 695 Centro Uberlândia/MG. Telefax: (34) 3223-2100 Análise das Demonstrações

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

Avaliação Econômica Valuation

Avaliação Econômica Valuation Avaliação Econômica Valuation Wikipedia The process of determining the current worth of an asset or company. There are many techniques that can be used to determine value, some are subjective and others

Leia mais

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga CONTABILIDADE GERENCIAL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ATRAVÉS DE ÍNDICES Importância da Análise Através de Indicadores. Visa obter através

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO Nádia Nascimento Cardoso 1, Carla Cristina Ferreira de Miranda orientadora 2 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas Universidade do Vale Paraíba,

Leia mais

Workshop Rentabilidade e liquidez nas instituições de ensino Guilherme da Nóbrega Milton dos Santos

Workshop Rentabilidade e liquidez nas instituições de ensino Guilherme da Nóbrega Milton dos Santos Workshop Rentabilidade e liquidez nas instituições de ensino Guilherme da Nóbrega Milton dos Santos Conteúdo As números fundamentais da gestão econômicofinanceira Compreendendo a liquidez Capital de Giro

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A. Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II Professora: Alessandra Vieira Cunha Marques 1 AMBIENTE FINANCEIRO E CONCEITOS FINACEIROS Atividades

Leia mais

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... XXXXX. Salário para boa condição de vida. Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente ADMINISTRAR ----- NÃO É ABSOLUTO. SUCESSO EM ALGUMAS EM OUTRAS... INTEGRAÇÃO = PESSOAS / EMPRESAS = ESSENCIAL SATISFAÇÃO FINANCEIRA RESULTANTE DA SINERGIA Leva à PRODUTIVIDADE que é buscada continuamente

Leia mais

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir:

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: Modelo Fleuriet Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: COMPRAS PRODUÇÃO E ESTOCAGEM CAIXA

Leia mais

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 Prefácio, xvii Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 1 Amplitude da análise financeira, 3 1.1 Visão estratégica da empresa, 3 1.2 Que é análise financeira de empresas, 6 1.3 Análise financeira e áreas

Leia mais

I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O

I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O Sumário Prefácio, xiii Parte I - FUNDAMENTOS BÁSICOS DE FINANÇAS CORPORATIVAS, 1 1 O que são Finanças Corporativas?, 3 1 Introdução, 3 2 Objetivos empresariais, 4 3 Estratégias operacionais, 5 4 Estrutura

Leia mais

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015

Auditor Federal de Controle Externo/TCU - 2015 - 2015 Prova de Análise das Demonstrações Comentada Pessoal, a seguir comentamos as questões de Análise das Demonstrações Contábeis aplicada na prova do TCU para Auditor de Controle Externo (2015). Foi

Leia mais

COMPORTAMENTO DO CAPITAL DE GIRO PELO MÉTODO FLEURIET DA EMPRESA LOJAS RENNER S/A NO PERÍODO DE 2010 A

COMPORTAMENTO DO CAPITAL DE GIRO PELO MÉTODO FLEURIET DA EMPRESA LOJAS RENNER S/A NO PERÍODO DE 2010 A XXVIENANGRAD COMPORTAMENTO DO CAPITAL DE GIRO PELO MÉTODO FLEURIET DA EMPRESA LOJAS RENNER S/A NO PERÍODO DE 2010 A 2014 Carlos Alberto Serra Negra Camila Pinto Assis Fernando Marinho dos Reis FOZDOIGUAÇU,2015

Leia mais

Análises de demonstrações financeiras

Análises de demonstrações financeiras Análises de demonstrações financeiras Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Análise da demonstrações financeiras Demonstrações: Importante veículo de comunicação entre empresa

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL

A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL A CONTABILIDADE COMO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL Gestão Empresarial Márlio Lúcio Ribeiro Gomes Coorientador: Prof. Evânio de Carvalho Cruz Universidade do Vale do Sapucaí RESUMO Este trabalho tem

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1. Moisés Araújo Guarda 2 1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MA PROMOTORA DE EVENTOS LTDA. Luciana da Silva Moraes 1 Moisés Araújo Guarda 2 Sara Alexssandra Gusmão França 3 RESUMO Este artigo versa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO 1 A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE FINANCEIRA DE BALANÇOS PARA O GESTOR FINANCEIRO Esliane Carecho Borges da Silva (Orientadora- Docente dos cursos de Contabilidade e Tecnologia em Gestão Financeira-AEMS) Jose

Leia mais

ANÁLISE DO EBITDA PARA TOMADA DE DECISÃO

ANÁLISE DO EBITDA PARA TOMADA DE DECISÃO ANÁLISE DO EBITDA PARA TOMADA DE DECISÃO Guilherme Pressi¹ RESUMO O processo de obtenção das informações financeiras visando à verificação dos efeitos das atividades operacionais, avaliação de empresas

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 4 Demonstrações Financeiras

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 4 Demonstrações Financeiras 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstrações Financeiras Tópicos do Estudo Demonstrações Financeiras ou Relatórios Contábeis Demonstrações Financeiras e a Lei das Sociedades Anônimas Objetivos

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 06: ANÁLISE E CONTROLE ECONÔMICO- FINANCEIRO TÓPICO 01: ANÁLISE POR ÍNDICES Fonte (HTTP://WWW.FEJAL.BR/IMAGES/CURS OS/CIENCIASCONTABEIS.JPG) ANÁLISE POR INTERMÉDIO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I

A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO FINANCEIRO EM UM BUSINESS PLAN - Parte I! Qual a importância do Plano Financeiro em um Business Plan?! Quais os tipos de Planejamento Financeiro utilizados em um Business Plan?!

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 26 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 1 Objetivos e considerações gerais sobre as Demonstrações Financeiras Conteúdo

Leia mais

MATERIAL DE APOIO - PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO - PROFESSOR MATERIAL DE APOIO - PROFESSOR CONTABILIDADE (CUSTOS, GERAL E AVANÇADA) MÓDULO 4: DOAR A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei 11.638/07, a

Leia mais

Análise Financeira de Balanço

Análise Financeira de Balanço UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia de Produção e Gestão Contabilidade Gerencial EPR 30 Análise Financeira de Balanço Juliano Jun Tatsumi nº11462 Marina Carvalho Brandão nº11466 Itajubá,

Leia mais

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear.

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. MAXIMILLIANO DA SILVA MARINHO Graduando Do Curso De Ciências Contábeis Da UFPA maxi_marinho@yahoo.com.br Heber Lavor Moreira Prof Orientador

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INTRODUÇÃO O objetivo da Administração Financeira é maximizar o patrimônio dos acionistas. A função do administrador financeiro é orientar as decisões de investimentos

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO FINANCIAL ADMINISTRATION OF THE COOPERATIVES: APPLICATION OF THE DYNAMIC MODEL

GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO FINANCIAL ADMINISTRATION OF THE COOPERATIVES: APPLICATION OF THE DYNAMIC MODEL Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Campus Ponta Grossa - Paraná - Brasil ISSN 1808-0448 / v. 02, n. 02: p. 143-152, 2006 GESTÃO FINANCEIRA DAS COOPERATIVAS: APLICAÇÃO DO MODELO DINÂMICO

Leia mais

Analise Financeira ou de Balanço

Analise Financeira ou de Balanço ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS FASF- FACULDADE SAGRADA FAMÍLIA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CONTABILIDADE GERENCIAL PROF. EDENISE Analise Financeira ou de Balanço Avaliação da Situação da Empresa em seus

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas O Valor Patrimonial das Empresas Em situações específicas: Utilização Determinar o valor de liquidação de uma empresa em condição de concordata ou falência; Avaliação de ativos não

Leia mais

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa 1 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A Necessidade de Capital de Giro é a chave para a administração financeira de uma empresa. Necessidade de

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010 Elias Cruz Toque de Mestre www.editoraferreira.com.br Temos destacado a importância das atualizações normativas na Contabilidade (Geral e Pública), pois em Concurso, ter o estudo desatualizado é o mesmo

Leia mais

3 Modelo Dinâmico de Capital de Giro

3 Modelo Dinâmico de Capital de Giro 24 3 Modelo Dinâmico de Capital de Giro Este capitulo tem por objetivo apresentar uma revisão bibliográfica sobre o Modelo Dinâmico de Capital de Giro, visando sua aplicação nas demonstrações financeiras

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

ESTUDO SOBRE A APURAÇÃO DO SPREAD DA INDÚSTRIA BANCÁRIA

ESTUDO SOBRE A APURAÇÃO DO SPREAD DA INDÚSTRIA BANCÁRIA FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS,ATUARIAIS E FINANCEIRAS Órgão de apoio institucional ao Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP RESUMO ESTUDO SOBRE A APURAÇÃO DO SPREAD DA INDÚSTRIA

Leia mais

Uma Conciliação entre MVA e o VPL 1 Marcelo Arantes Alvim

Uma Conciliação entre MVA e o VPL 1 Marcelo Arantes Alvim Uma Conciliação entre MVA e o VPL 1 Marcelo Arantes Alvim RESUMO O presente trabalho, apesar de ter sido publicado em 2000 é um assunto bem rico para os dias atuais, tem por objetivo fazer uma conciliação

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 22

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 22 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 22 GERENCIAMENTO DO CRESCIMENTO Cálculo da taxa de crescimento sustentável para as vendas (TCS) O que fazer quando o crescimento das vendas é diferente da TCS CAVALCANTE & ASSOCIADOS

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE 1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSO PROJETO A VEZ DO MESTRE ANÁLISE POR QUOCIENTES DE ESTRUTURA DE CAPITAIS PARA EMPRESAS DE MÉDIO PORTE Por: Marcelo da Fonseca Ribeiro Orientador Prof.

Leia mais

METODOLOGIA DINÂMICA DA ANÁLISE DE BALANÇO: UMA FERRAMENTA ALTERNATIVA DE ANÁLISE DE RISCO NA CONCESSÃO DE CRÉDITO

METODOLOGIA DINÂMICA DA ANÁLISE DE BALANÇO: UMA FERRAMENTA ALTERNATIVA DE ANÁLISE DE RISCO NA CONCESSÃO DE CRÉDITO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS METODOLOGIA DINÂMICA DA ANÁLISE DE BALANÇO: UMA

Leia mais

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS A SUPERIORIDADE DO MÉTODO DO FLUXO DE CAIXA DESCONTADO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alexandre Assaf Neto O artigo está direcionado essencialmente aos aspectos técnicos e metodológicos do

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Resumo: UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Capital de giro refere-se aos recursos correntes (curto prazo) da empresa,

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais