CONSCIENTIZAÇÃO DOS SUJEITOS DA EJA(I): LEITURA E ESCRITA COMO POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAÇÃO.

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1 CONSCIENTIZAÇÃO DOS SUJEITOS DA EJA(I): LEITURA E ESCRITA COMO POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAÇÃO. Anatália Borges de Souza 1 Sara Oliveira Lopes 2 Vanderléia dos Santos Leal 3 Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar reflexões sobre a Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJA(I), buscando através da mesma a valorização e conscientização dos sujeitos matriculados na modalidade. Esse trabalho refere-se ao estágio de intervenção apresentado ao componente curricular Prática Reflexiva na Educação de Jovens e Adultos (e Idosos), orientado pelo Professor Neilton da Silva 4, realizado na Escola Municipal Edelvira Sales Andrade com uma turma de nível II, na cidade de Amargosa-BA. A metodologia constituiu-se em entrevista com a regente e alunos, observações e intervenções, com carga horária de 34 horas. Diante dos resultados obtidos nas observações e entrevista, foi realizado uma pesquisa bibliográfica dialogando com alguns autores tais como: Brasil (art. 205); Lins, Medeiros e Silva (discutindo os sujeitos jovens, adultos e idosos da EJA(I)); Freire (na perspectiva leitura e escrita); entre outros. Consideramos que esse trabalho apresentou como resultado o fortalecimento da auto-estima dos sujeitos da EJA(I), juntamente com um avanço na compreensão da importância da leitura e escrita em suas vidas cotidianas. Palavras-chave: EJA(I): Escrita: Leitura. 1. INTRODUÇÃO Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para sua produção ou construção (FREIRE, 1997: 25) O presente trabalho intitulado Conscientização dos sujeitos da EJA(I): leitura e escrita como possibilidade de transformação tem por finalidade apresentar e discutir a importância da leitura e escrita na Educação de Jovens, Adultos e Idosos EJA(I), nível II da Escola Municipal Edelvira Sales Andrade, na cidade de Amargosa-Ba. 1 Graduanda do curso de Licenciatura em Pedagogia pela UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia / CFP Centro de Formação de Professores, Campus em Amargosa. Bolsista do programa de Educação Tutorial (PET Conexão de Saberes: Afirmação). 2 Graduanda do curso de Licenciatura em Pedagogia pela UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia / CFP Centro de Formação de Professores, Campus em Amargosa. 3 Graduanda do curso de Licenciatura em Pedagogia pela UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia / CFP Centro de Formação de Professores, Campus em Amargosa. 4 Professor Assistente do Centro de Formação de Professores (CFP) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Gestor do Núcleo de Formação para Docência do Ensino Superior (NUFORDES/PROGRAD).

2 Foi realizado como requisito parcial das avaliações do componente curricular Prática Reflexiva na Educação de Jovens, Adultos (e Idosos), tendo como principal objetivo favorecer o desenvolvimento das habilidades de leitura e de escrita com vista a conscientização dos sujeitos da EJA(I) e a transformação da sua vida cotidiana. Para atingir tal objetivo realizamos em três momentos: entrevista com a regente e os alguns alunos do nível II da sala em pesquisa, observação e em seguida tivemos a oportunidade de contribuir com a formação dos alunos da EJA(I) por 10 dias seguidos, onde buscamos conhecer e compartilhar momentos de aprendizagem com os mesmos, proporcionando atividades que englobassem os conteúdos oferecidos e suas vidas cotidianas, enfatizando a importância da leitura e escrita para os alunos da modalidade. Tal escolha do tema justifica-se pela nossa inquietação diante da realização das observações seguidas de entrevistas já citadas acima. O estudo deu-se mediante uma pesquisa de base qualitativa, em que utilizamos a observação direta do processo ensino/aprendizagem com o foco em leitura e escrita, entrevista e análise de gravações em áudio. Durante seu desenvolvimento valorizamos os sujeitos da modalidade, tal como suas origens, diferentes realidades e diferenciados níveis de aprendizagens. Assim afirma Grossi (...), o professor sabe que precisa ensinar partindo da lógica da aprendizagem processual dos alunos, o que demanda saber diagnosticar o conhecimento prévio e reconhecer que só ensina quem aprende. (GROSSI 1998 apud SCHWARTZ 2010, p. 81) Assim, abordaremos sobre o contexto da temática, história e sujeitos da EJA(I) (quem são esses alunos matriculados na modalidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos?). Discutiremos também leitura e escrita como instrumento de conscientização e seu uso no cotidiano. Para tanto encontra-se fundamentado em autores como Brasil (art. 205); Lins, Medeiros e Silva (discutindo os sujeitos jovens, adultos e idosos da EJA(I)); Freire (na perspectiva leitura e escrita); entre outros. As leituras nos fez perceber e refletir acerca da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, a importância do professor que possibilita a valorização durante as aulas das experiências de vida e os conhecimentos prévios da vida cotidiana dos sujeitos envolvidos, tal como suas diversidades e diálogos sobre suas exclusões sociais vividas. Como nos afirma Medeiros (p. 23) que a diversidade dos sujeitos na EJA(I) deve ser vista como um fator positivo justamente pela multiplicidade de saberes ali reunidos e a possibilidade de trocas, pois o ato de aprender exige uma ação coletiva entre sujeitos.

3 2. BREVE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS SUJEITOS DA EJA(I) A Educação de Jovens, Adultos e Idosos deve ser pensada de forma que se tenha uma visão tanto da alfabetização quanto das atividades voltadas para profissionalização, considerando que a EJA(I) sempre destinou-se para os subalternizados da sociedade que neste caso é a classe trabalhadora, quando tem a oportunidade de acesso a modalidade, pois, infelizmente ainda se pode notar o quanto temos na nossa sociedade um caráter classista. A partir do ano de 1930 surge a emergência de uma organização do urbano industrial como eixo ativo da economia, com essa situação surge novas demandas na sociedade, exigências também no âmbito educacional. Logo vem a necessidade de qualificação e diversificação da força de trabalho, considerando, então o dever do estado de garantir a educação a todos inclusive aos adultos. Na década de 40 do século passado foi o momento que surgiu muitas políticas educacionais voltadas para classe trabalhadora, novas discussões, leis e várias iniciativas que começam a dar um espaço específico para educação de jovens, adultos e idosos no âmbito nacional. Ainda nesse mesmo período, foi considerado que a maior parte dos adultos da nossa população era analfabeta, assim afirma Ventura (2001) que: Por volta do final dos anos 1940 e início dos anos 1950, cerca de 55% da população brasileira maior de 18 anos era constituída por analfabetos. Foi nesta ocasião que a UNESCO liderou o movimento, de estímulo à criação de programas nacionais de educação de adultos analfabetos, principalmente nas regiões consideradas mais atrasadas do país, elaborando o conceito de educação funcional. (VENTURA, 2001, p. 04 e 05) Surge então a necessidade de institucionalização da educação de jovens, adultos e idosos, pois o Brasil sendo um país industrialista tinha-se a necessidade de educar essas pessoas em duas esferas: 1) na alfabetização desses adultos, nos referimos às políticas nacionais de alfabetização e educação básica; 2) na qualificação e treinamento da mão-de-obra, assim surgindo novos programas como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SNAI). Com base em Ventura (2001, p. 07) aqueles que não tiveram acesso a educação no sistema regular, tinha apenas a opção das campanhas de alfabetização em massa que vão surgir no final da década de 40 até o início da década de 60. Sendo elas: CEAA- Campanha Nacional de Educação de Adolescentes e Adultos, criada em 1947 e coordenada por Lourenço Filho e a CNER- Campanha Nacional de Educação Rural, posterior a primeira, ambas tendo como objetivo motivar o acesso a educação que iria promover aos sujeitos o desenvolvimento social e econômico que posteriormente iria fornecer uma melhora na condição de vida dos mesmos.

4 É necessário destacar que o discurso e necessidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos surgem antes da implementação dessas políticas, sendo que a nova Constituição (1934) propunha um Plano Nacional de Educação que deveria ser fixado e fiscalizado pelo Governo Federal, tendo em vista que a educação deveria ser para todos e gratuita. Nessa mesma linha de pensamento Haddad e Pierro afirmam que: Foi somente ao final da década de 1940 que a educação de adultos veio a se firmar como um problema de política nacional, mas as condições para que isso viesse a ocorrer foram sendo instaladas já no período anterior. O Plano Nacional de Educação de responsabilidade da União, previsto pela Constituição de 1934, deveria incluir entre suas normas o ensino primário integral gratuito e de freqüência obrigatória. Esse ensino deveria ser extensivo aos adultos. Pela primeira vez a educação de jovens e adultos era reconhecida e recebia um tratamento particular. (HADDAD e PIERRO, 2000, p.110). Portando, a partir de 1940 o Estado começa a desenvolver oportunidades educacionais que atenderam um número cada vez maior da população brasileira, promovendo qualificações mínimas mais voltadas às forças de trabalho. A educação de adultos passa então, a ser reconhecida como uma ação política, tendo uma visão do resgate do saber popular, diminuído a quantidade de jovens e adultos analfabetos no país. Nas décadas de 60 e 70 do século passado surge a Teoria do Capital Humano, uma educação geradora de um novo capital, reduzindo apenas a um fator de produção. Com a descentralização prevista na LDB (Lei de Diretrizes e Bases) de 1961, as duas campanhas citadas anteriormente desaparecem, tendo em vista a crítica de que desvincular o conteúdo pedagógico da alfabetização do contexto econômico, social e política do País legitimava uma visão do adulto analfabeto como incapaz e identificado psicologicamente com a criança. Considerando que os resultados das campanhas CEAA, e CNER, foram precários (VENTURA, 2001, p.10). Vale ressaltar que somente nos anos de 1960, com base em Ventura (2001) a educação de jovens, adultos foi reconhecida efetivamente com a LDB (Leis de Diretrizes e Bases), a partir de então passa a ter suas próprias características, surgindo à necessidade de um tratamento específico com relação ao âmbito didático pedagógico reconhecendo que todo cidadão tem o direito ao conhecimento e a educação básica, e também como uma ação política, tendo como missão o resgate e a valorização do saber popular, considerando que essa educação era voltada para qualificação profissional. 3. SUJEITOS DA EJA(I)

5 O tópico em questão nos faz refletir sobre a educação e formação de jovens, adultos e idosos que se encontra regulamente matriculados na modalidade da EJA(I). Mas quem são esses sujeitos da EJA(I)? De onde vem? Os jovens para Silva (2011, p. 7) são uma categoria que se caracterizam por estarem numa faixa de transição para a maturidade e ter mais ou menos a idade entre 15 a 25 anos, assim vivendo na fase de construção da identidade, marcada por conflitos e contradições. Para Lins (2012, p. 5) baseando-se em Souza (2000), o adulto é visto como estático e sujeito a percursos lineares característico de um modelo tradicional de transição para a vida adulta. Lins ainda destaca que Os adultos que estão na Educação de Jovens e Adultos vivenciam a transição para a vida adulta em meio às lógicas dos modelos tradicional e emergente, em uma sociedade caracterizada pelo capitalismo flexível, em uma época resultante de acontecimentos terríveis vividos no século XX. (LINS 2012, p. 5) Assim, o termo idoso é definido como uma expressão polissêmica, cuja frouxidão conceitual faz equivaler e aceitarmos socialmente os termos idoso, pessoa idosa ou variações como idade madura, adulto maduro, adulto maior, terceira idade, sênior, além de neologismos que mostram bem o caráter de vida ativa, autônoma e participante que essas pessoas devem levar, como felizidade, melhoridade, maioridade, entre outras (SILVA p. 9 apud PRADO E SAYD, 2006, p. 05) Assim podemos dizer que os sujeitos da EJA(I) são trabalhadores, empregados ou desempregados como também com necessidades educacionais especiais. São eles: jovens, adultos e idosos da zona urbana e rural, que por sua vez muitos deles começaram a trabalhar precocemente e por diferentes motivos voltaram a estudar. Para Medeiros (2008) as mulheres são a grande maioria na EJA(I), pois muitas constrói família, gravidez na adolescência, serviços doméstico (enquanto os pais trabalham ou até mesmo para ajudar no orçamento familiar). A autora acrescenta que; Jovens e adultos, mulheres ou homens que deixaram de estudar em outros momentos, ao buscar a EJA demonstram arrependimento ou mesmo vergonha, buscando agora a oportunidade de concretizar projetos de crescimento pessoal e profissional. Mas ao mesmo tempo, demonstram orgulho de sua condição de agora estudante, de alguém que está correndo atrás do tempo perdido. (MEDEIROS, 2008, p. 19) Vivemos em uma sociedade de regras, valores, direitos e deveres onde o jovem, adulto e o idoso, exercem determinados e diferentes funções em sua vida social. Mas e se falando de trabalho

6 podemos destacar a subsistência que em muitos dos casos proporciona a evasão escolar principalmente de crianças e adolescentes. Desta forma, a Constituição Federal de 1988 mais precisamente o Art nos afirma que: A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Falar sobre a educação do aluno trabalhador nos remete também a pensar não só nos deveres e direitos, mas nas políticas educacionais, pois segundo Ventura (2011, p. 3) só se efetivou a partir da necessidade de qualificação e diversificação da força de trabalho. Nessa perspectiva a autora ainda ressalta que a EJA(I) sempre destinou à classe trabalhadora e que ao longo da história se constituiu predominantemente em paralelo ao sistema regular de ensino. (p.2) 4. LEITURA E ESCRITA COMO INSTRUMENTO DE CONSCIENTIZAÇÃO A nossa sociedade é composta por uma diversidade de sujeitos, que independentes de relações comuns cada um carrega consigo diferentes história, que são construídas no decorrer de suas vivências. E para construir sua história cada ser tem uma atuação diferenciada. Os sujeitos da nossa sociedade são os próprios criadores de suas histórias, independentemente de sua condição ou posição social. Entretanto, o homem em seu espaço social necessita estar consciente de todas as modificações e transformações em seu meio. Como afirma Freire, (1981, p.65): Mais do que nunca se faz indispensável o desenvolvimento de uma mente crítica, com a qual o homem possa se defender dos perigos dos irracionalismos, encaminhamentos distorcidos da emoção, características destas fases de transição. Assim, a sociedade precisa de cidadãos pensantes, reflexivos e críticos com relação aos acontecimentos cotidianos que vem passando por metamorfoses a cada dia. Portanto, para que isso aconteça é preciso que a escola veja o homem como um sujeito pensante, capaz de criar, recriar e refletir sobre suas relações, e, não como um simples objeto que introduz e reproduz o que lhe é transmitido.

7 Deste modo, pensando na Educação de Jovens e Adultos e Idosos, temos por obrigação saber que esta modalidade está lidando com um público diversificado, que já traz consigo uma grande bagagem sociocultural. São pessoas trabalhadoras, pais e mães de família, que ficaram muito tempo sem ir à escola ou muitas vezes nunca chegaram a ter acesso à escolarização, ainda que possua também uma parcela significativa de adolescentes que evadiram durante o ensino regular e agora estão voltando para a escola em busca da aprendizagem logo procura essa modalidade. Para tanto existe também os alunos que são definidos como alunos problemas devido a histórias de fracasso, evasão escolar, sucessivas reprovações e incompatibilidade às práticas educativas, os quais se sentem deslocados no ambiente escolar em que estão inseridos por não encontrarem na interação com alunos/professor aspectos que valorize a sua trajetória de vida. No entanto, atualmente este público está se interessando e voltando para escola com intuito de obter melhor qualidade de vida profissional, sendo assim, Os jovens e adultos que procuram a EJA embora tenha uma bagagem de conhecimentos adquiridos de forma informal, fundados em suas crenças e valores já constituídos, tem necessidade da educação formal para satisfação de necessidades pessoais ou referentes ao mundo do trabalho. (MEDEIROS, p. 10) Muitos dos sujeitos que hoje procuram esta modalidade têm em mente o objetivo de conscientizarse a respeito do novo mundo do trabalho, com intuito de se adaptar as novas tecnologias, entretanto para outros não se reduz apenas a isso, mas também ao prazer de aprender a ler e escrever, uma forma de abrir os seus olhos para o mundo. Um mundo em que ele não enxergava até o momento em que aprendeu a ler e escrever, entendendo e compreendendo a mensagem que lhe é passada. Passando assim a ser a partir desse momento um cidadão consciente, crítico e capaz de criar, recriar. 5. USO E ABUSO DA LEITURA NO COTIDIANO NA EJA(I) DA ESCOLA MUNICIPAL EDELVIRA SALES ANDRADE A alfabetização para os sujeitos da EJA(I), precisa ser trabalhada no âmbito da importância da leitura e escrita para essas pessoas, considerando que Alfabetizar para Freire vai muito além da decodificação mecânica das palavras, tem um significado muito mais amplo, já que [...] possibilita uma leitura crítica da realidade, constitui-se como importante instrumento de resgate da cidadania e reforça o engajamento do cidadão nos movimentos sociais que lutam pela melhoria da qualidade de

8 vida e pela transformação social. (FREIRE 1991, apud KLEIMAN, 2008). Dessa forma a leitura e a escrita seria um meio de se inserir na sociedade e se sentir como cidadão. Através das observações na Escola Municipal Edelvira Sales Andrade, notamos a importância do ler e escrever para os alunos da modalidade EJA(I), pois a prática da leitura é um elemento importante na sua vida cotidiana, nas demandas do trabalho, entre outras coisas. Considerando que além da necessidade da leitura, há também um desejo de poder passar na rua e ler os anúncios e placas que possa auxiliar na hora de encontrar algo. Considerando que para alguns jovens, adultos e idosos a falta da leitura e escrita significa o não acesso a determinada situações, como: o mundo do trabalho (essencial para uma melhor condição de vida), as informações em jornais, nas ruas, em viagem e em buscar informações necessárias para a sua sobrevivência na sociedade. Logo, percebe-se a necessidade de alfabetizar na perspectiva do letramento, no qual o educando possa fazer não apenas a leitura da palavra, mas sim como afirma Paulo Freire a leitura de mundo. Segundo Paulo Freire (2006), é a leitura da palavra que implicitamente está ligada a leitura do mundo, o qual ele define como um só ato que envolve uma compreensão crítica do ato de ler que não se esgota na decodificação pura da palavra ou da linguagem escrita. Dessa forma, Freire (2006, p.48), ler e escrever é como momentos inseparáveis de um mesmo processo, o da compreensão e do domínio da língua e da linguagem. Ler para Freire é uma forma de estar no mundo. Nesse sentido, a alfabetização é concebida não apenas como aquisição e domínio da leitura e da escrita, mas como capacidade de usar essa habilidade no desenvolvimento pessoal e coletivo com vistas à construção de uma sociedade mais igualitária e justa. Para Freire (1987, p.76) aprendemos, não apenas para nos adaptar, mas, sobretudo para transformar a realidade, para nela intervir, recriando-a. Portanto faz-se necessário incluir a perspectiva do letramento também na modalidade da EJA(I), pois por muito tempo a mesma vem sendo relegada simplesmente a aquisição da tecnologia de ler e escrever, o que já não é mais suficiente para a vida do sujeito na sociedade. O aluno alfabetizado simultaneamente precisa ser letrado, pois Magda Soares (2004) acredita que, dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque a entrada do adulto no mundo da escrita se dá simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desse sistema em atividades de

9 leitura e escrita o letramento. Não basta simplesmente saber ler, mas também que saiba fazer uso dessa leitura. Faz-se necessário que o professor da EJA(I) tenha um olhar sensível para com os educados, por se tratar de pessoas que trazem histórias de vidas, experiências do seu cotidiano, buscando entender o que levou esse alunos a procurarem a escola, considerando que os estudantes que procuram a EJA(I) como alternativa para si alfabetizarem são pessoas que de alguma forma foram excluídos do sistema educacional na idade própria de ensino. Um dos possíveis motivos que os levaram a abandonar a escola e até mesmo não freqüentá-la foi à necessidade de lançarem-se no mercado de trabalho, no período que deveriam estar estudando, para complementar a renda familiar ou mesmo sustentá-la. Percebemos também por meio do depoimento desses alunos que a maior expectativa que eles tecem em relação à EJA(I) é conseguir a aprender ler e escrever e este é um interesse comum entre os alunos, pois quando perguntamos aos mesmos qual o motivo que os fizeram voltar a escola, eles responderam que era aprender a ler e escrever. Os alunos também acreditam na modalidade, como uma forma de voltar a estudar e concluir os estudos que um dia não foi possível, mas agora com a modalidade EJA(I) volta à esperança de aprender e mudar sua posição na sociedade, enquanto sujeito construtor de sua própria história, a qual o desejo de aprender para ter um conhecimento não apenas das disciplinas, mas também cultural. Esse conhecimento faz parte da vida desses sujeitos. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao fazermos essas considerações, reafirmamos a importância do ato da leitura e escrita na vida cotidiana dos sujeitos da Educação de Jovens, Adultos (e Idosos). Neste artigo foi possível discutirmos também as características e quem são os sujeitos matriculados na modalidade EJA(I). A EJA(I) é uma modalidade de Educação que por muitas vezes tem passado despercebida pelos olhares da sociedade, no entanto é nesse contexto que estão os jovens, adultos e idosos em sua maioria trabalhadores que por algum motivo não tiveram oportunidade de freqüentar a escola na faixa etária apropriada. Essa condição não os impossibilita de serem sujeitos de direitos, demandando assim uma educação de qualidade, sem contanto está subjugada frente a outras modalidades e níveis educacionais. A EJA(I) ainda tem que lutar por muitas conquistas, pois os marcos históricos nos mostra o contexto do surgimento dessa modalidade e como ela vem se constituindo marcada por políticas assistencialistas que não favorece para que a EJA(I) seja considerada como modalidade de

10 Educação com suas especificidades e, que portanto deve ser tratada com a devida seriedade que a compete. O desejo de aprender a ler e escrever, que vem das exigências da sociedade contemporânea, é o que motiva essas pessoas a continuarem na escola, mesmo depois de um longo dia de trabalho. Esse desejo é comum na fala dos alunos, principalmente em atividades que tivemos a oportunidade de propor, assuntos que envolvia a vida dos alunos, ou mesmos o ambiente de trabalho o qual ele está inserido durante o dia. A condição da falta de domínio da leitura e escrita os colocam numa situação de inferioridade, na qual eles não querem e nem precisam permanecer. O ser humano constitui-se de aspectos de natureza biológica, social, afetiva e histórica. Estes inúmeros fatores precisam ser levados em conta no ato educativo, e se tratando nos alunos da EJA(I), estes devem ser valorizados ainda em maior amplitude, pois estes indivíduos vêm para a escola carregados de experiências adquiridas fora desse ambiente, mas que formam sua identidade. 7. REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Texto promulgado em 5 de outubro de Disponível em: <http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/busca;jsessionid= ea425323a19759b76362c BFCA?q=ARTIGOS+205+AO+214+DA+CONSTITUI%C3%87%C3%83O+FEDERAL&s=jurisp rudencia> Acesso em: 06/05/2012. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 47ª Ed. São Paulo: Cortez, (Coleção Questões da nossa Época, vol. 13). FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 18. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, HADDAD, Sérgio; PIERRO, Maria Clara Di. Escolarização de jovens e adultos. Mai/Jun/Jul/Ago 2000 Nº 14 KLEIMAN, Ângela (org.). Os significados do letramento. Uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. 10ª imp. Campinas, SP: Mercado de Letras, (Coleção Letramento, Educação e Sociedade). p ; p ; p LINS, M. J. F. Sujeitos da educação de jovens e adultos: tempos de juventudes, de adultez e de velhices. III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA. Disponível em:

11 Maria-Jose-de-Faria-Lins.pdf MEDEIROS. Luzia Bernardete. OS SUJEITOS DA EJA E SUAS MARCAS. Disponível em: SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação. Jan /Fev /Mar /Abr, Nº 25, (p ). SOUZA, Manu Alves. Educação de jovens e adultos e a diversidade lingüística: as relações entre fala e escrita. Disponível em: Acessado em: 04/05/2012. SILVA, N. Andragogia e gerontologia social: novos ingredientes para o debate sobre a educação de todas as idades. III Semana de Educação de Jovens e Adultos Educação ao longo da vida: planejamento de ensino, violência e idoso 2011 ISSN VENTURA, Jaqueline P. Educação de Jovens e Adultos Trabalhadores no Brasil: revendo alguns marcos históricos

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