NOTAS TÉCNICAS DO BANCO DE DADOS DO ATLAS DIGITAL GEOAMBIENTAL QUADRILÁTERO FERRÍFERO

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1 NOTAS TÉCNICAS DO BANCO DE DADOS DO ATLAS DIGITAL GEOAMBIENTAL QUADRILÁTERO FERRÍFERO Segunda versão: 21 de maio de 2015 Elaboração INSTITUTO PRISTINO Apoio

2 SOBRE AS NOTAS TÉCNICAS DO BANCO DE DADOS DO ATLAS DIGITAL GEOAMBIENTAL O presente documento reúne as informações técnicas correspondentes aos temas ambientais relacionados ao geossistema ferruginoso do Quadrilátero Ferrífero no Atlas Digital Geoambiental. A versão de 20 de janeiro de 2015 compreende 17 temas: 1- Área de entorno do Geossistema Ferruginoso no Quadrilátero Ferrífero; 2- Sítios Geológicos e Paleobiológicos; 3- Cavidades naturais; 4- Drenagem; 5- Base Geológica; 6- Cangas; 7- Biomas; 8- Remanescentes florestais da Mata Atlântica. Período ; 9- Unidades de Conservação e Áreas Protegidas; 10- Potencialidade de ocorrência de cavernas; 11- Área de aplicação da Lei da Mata Atlântica 12- Áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade brasileira; 13- Áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade de Minas Gerais; 14- Áreas-chave para a conservação da biodiversidade de plantas raras; 15- Estrada Real; 16- Títulos Minerários; 17- Malha municipal. Este acervo conta com arquivos provenientes de diversas fontes de dados públicas de livre acesso, adaptados pelo Instituto Prístino e disponibilizados para download em sua versão adaptada nos formatos shapefile (.shp) e.kml na página do Atlas Digital: Para cada tema descrito, estão relacionadas informações referentes ao sistema de coordenadas, datum e escala correspondentes aos arquivos georreferenciados. As referências e endereço eletrônico remetentes às fontes de dados originais encontramse listados no presente documento e em arquivos.txt associados aos arquivos.shp e.kml. Recomenda-se que o usuário, ao reproduzir e fazer uso dos arquivos georreferenciados, atente para as normas e padrões de citação correspondentes aos mesmos, explicitadas nas fontes de dados originais. 2

3 1 ÁREA DE ENTORNO DO GEOSSISTEMA FERRUGINOSO NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Área de entorno do geossistema ferruginoso no Quadrilátero Ferrífero Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_entorno Fonte: Instituto Prístino, 2014 Área de abrangência do geossistema ferruginoso, delimitada por um buffer de 2km mensurados a partir dos limites geológicos das formações ferríferas. 3

4 2 SÍTIOS GEOLÓGICOS E PALEOBIOLÓGICOS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Sítios Geológicos e Paleobiológicos Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_geossitios Escala: não informada Fonte: Comissão Brasileira dos Sítios Geológicos e Paleobiológicos - SIGEP, A Comissão Brasileira dos Sítios Geológicos e Paleobiológicos (SIGEP) publica os sítios geológicos e paleontológicos de excepcional valor. Esses geossítios podem representar uma ocorrência pontual ou ainda uma região marcada por diversas ocorrências representativas. Há locais que reúnem, inclusive, sítios de diferentes naturezas, no que diga respeito a origem, idade ou processos específicos. (acesso em 10 de dezembro de 2014) 4

5 3 CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO EM 2014 Nome da camada no Atlas Digital: Cavidades Naturais Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_cavidades Escala: 1:1 Fonte: Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas - CECAV, 2014 Em 2004, o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas - CECAV criou sua base de dados de localização das cavernas brasileiras, cuja alimentação conta com o aporte permanente de informações oriundas de outras bases de dados, estudos espeleológicos, material bibliográfico e, especialmente, trabalhos de campo realizados por seus técnicos e analistas ambientais.desde 2005 o CECAV vem disponibilizando em seu site, a parte desta base que contempla os dados validados por sua equipe técnica ou que revelam níveis mínimos de confiabilidade, oriundos de fontes fidedignas, citados por mais de uma fonte ou cuja geoespacialização se enquadra às descrições que os acompanham. Responsável: Núcleo de Geoprocessamento do CECAV Data da incorporação dos dados: 31/08/14 Descrição de dados: Cavidades geoespacializadas a partir da integração dos dados oriundos de: * levantamentos de campo realizados pela equipe técnica do CECAV, * estudos e pesquisas submetidos ao Ibama e ao CECAV, * bibliografia especializada, * CNC - Cadastro Nacional de Cavernas do Brasil, da Sociedade Brasileira de Espeleologia SBE, * CODEX - Cadastro Nacional de Cavernas, REDESPELEO BRASIL. (acesso em 09 de dezembro de 2014) 5

6 4 DRENAGEM NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Drenagem Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_drenagem Escala: 1: Fonte: Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais - CODEMIG, 2005 Malha de drenagem perene e efêmera, baseada na base de dados estadual de informações topográficas e planimétricas GEOMINAS (1996). =30&idSubPrj=50&filhoId=62 (acesso em 20 de dezembro de 2014) 6

7 5 BASE GEOLÓGICA DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Base Geológica Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_geologia_completa Escala: 1: Fonte: Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais - CODEMIG, 2005 Adaptado do projeto "Geologia do Quadrilátero Ferrífero Integração e Correção Cartográfica em SIG". Este projeto corrige cartograficamente a geologia disponível para o Quadrilátero Ferrífero, resultante do projeto de mapeamento geológico pelo convênio United States Geological Survey USGS/Departamento Nacional da Produção Mineral DNPM ( ), e a integra ao mapeamento geológico do convênio DNPM/Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM ( ). O resultado consiste na integração cartográfica e geológica das unidades litoestruturais dos supergrupos Minas e Rio das Velhas. =30&idSubPrj=50&filhoId=62 (acesso em 10 de dezembro de 2014) 7

8 6 CANGAS DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Cangas Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_cangas Escala: 1: Fonte: Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais - CODEMIG, 2005 Adaptado do projeto "Geologia do Quadrilátero Ferrífero Integração e Correção Cartográfica em SIG". Este projeto corrige cartograficamente a geologia disponível para o Quadrilátero Ferrífero, resultante do projeto de mapeamento geológico pelo convênio United States Geological Survey USGS/Departamento Nacional da Produção Mineral DNPM ( ), e a integra ao mapeamento geológico do convênio DNPM/Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais CPRM ( ). O resultado consiste na integração cartográfica e geológica das unidades litoestruturais dos supergrupos Minas e Rio das Velhas. =30&idSubPrj=50&filhoId=62 (acesso em 10 de dezembro de 2014) 8

9 7 BIOMAS ENCONTRADOS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Biomas Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_biomas Escala: 1: Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 2004 Delimitação dos biomas obtida do Mapa de Biomas do Brasil, resultante da parceria entre IBGE e MMA, iniciada em O Bioma é conceituado no mapa como um conjunto de vida (vegetal e animal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional, com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, o que resulta em uma diversidade biológica própria. (acesso em 09 de dezembro de 2014) 9

10 8 REMANESCENTES FLORESTAIS DA MATA ATLÂNTICA NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO. PERÍODO Nome da camada no Atlas Digital: Remanescentes florestais da Mata Atlântica. Período Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_remanescentes_mata_atlantica_2012 Escala: 1: Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais- INPE, 2013 Adaptado do "Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica. Período ", uma publicação da Fundação SOS Mata Atlântica em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que contém informações atualizadas sobre as alterações na cobertura vegetal florestal nativa da Mata Atlântica. (acesso em 10 de dezembro de 2014) 10

11 9 UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E ÁREAS PROTEGIDAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Unidades de Conservação e Áreas Protegidas Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_unidades_conservacao Escala: não informada Fonte: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis- IBAMA, 2014; Ministério do Meio ambiente - MMA, 2012; Ministério do Meio ambiente - MMA, 2014; Decreto de 5 de junho de 2013; Decreto de 5 de junho de 2013; Decreto de 5 de junho de 2013; Decreto de 5 de junho de Compilação realizada pelo Instituto Prístino do mapeamento das Unidades de Conservação disponibilizadas pelas seguintes fontes: - IBAMA: base digital de dados geoespacializados das áreas protegidas do Brasil, compilados pelo IBAMA, com dados do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação e órgãos estaduais e municipais de meio ambiente (atualizado até 30/05/2014); -Ministério do Meio Ambiente (2012): Base de dados. Disponível em: (acesso em 28 de janeiro de 2012); - Ministério do Meio Ambiente (2014): Dados georreferenciados obtidos a partir do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação, no seguinte endereço: (acesso em 22 de dezembro de 2014); - Decreto de 5 de junho de 2013; - Decreto de 5 de junho de 2013; - Decreto de 5 de junho de 2013; - Decreto de 5 de junho de (acesso em 28 de janeiro de 2012) 11

12 (acesso em 22 de dezembro de 2014) 12

13 10 POTENCIALIDADE DE OCORRÊNCIA DE CAVERNAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Potencialidade de ocorrência de cavernas Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_potencial_cavidades Escala: 1: Fonte: Jansen et al., 2012 Adaptado do Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil, na escala 1: Segundo os autores: "O Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil, na escala 1: , foi elaborado a partir de nova metodologia, em que, pela classificação litológica, foram geradas cinco classes de grau de potencialidade: Muito Alto ; Alto ; Médio ; Baixo ; e Ocorrência Improvável. Para a identificação dessas classes foram utilizados: 1) dados de localização das principais regiões cársticas brasileiras; 2) mapa geológico do Brasil, na escala de 1: , da CPRM (com ênfase nos campos Litologia1, Litologia2 e Nome da Unidade, da tabela de atributos); 3) dados geoespacializados de cavernas disponibilizadas pelo CECAV, em 01/06/2012; e 4) revisão bibliográfica sobre as principais formações litológicas das cavidades registradas na base de dados do CECAV. Como resultado, obteve-se que 78,4% das cavidades encontram-se em áreas com graus de potencialidade de ocorrência Muito Alto e Alto, ou seja, desenvolvem-se basicamente em rochas carbonáticas e em formações ferríferas. Além disso, 12,8% das cavidades utilizadas localizam-se nas classes de Média potencialidade, englobando, especialmente, os arenitos e quartzitos, e apenas 8,7% do total estão inseridas nos graus de potencialidade Baixo e Ocorrência Improvável." Débora C. Jansen, Lindalva F. Cavalcanti, Hortência S. Lamblém. In: Revista Brasileria de Espeleologia - RBEsp v.2 n.1 (2012) (acesso em 19 de janeiro de 2015) 13

14 11 ÁREA DE APLICAÇÃO DA LEI N DE 2006 ( LEI DA MATA ATLÂNTICA ) NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Área de aplicação da Lei da Mata Atlântica Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_lei_mata_atlantica Escala: 1: Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 2012 Adaptado do "Mapa da Área de Aplicação da Lei nº de 2006". A Lei nº , aprovada pelo Congresso Nacional em 22 de dezembro de 2006, remeteu ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE) a elaboração do Mapa, delimitando as formações florestais e ecossistemas associados passíveis de aplicação da Lei, conforme regulamentação. O Decreto no 6.660, de 21 de novembro de 2008, estabeleceu que o mapa do IBGE previsto no Art. 2o da Lei no contempla a configuração original das seguintes formações florestais nativas e ecossistemas associados: Floresta Ombrófila Densa; Floresta Ombrófila Mista, também denominada de Mata de Araucárias; Floresta Ombrófila Aberta; Floresta Estacional Semidecidual; Floresta Estacional Decidual; campos de altitude; áreas das formações pioneiras, conhecidas como manguezais, restingas, campos salinos e áreas aluviais; refúgios vegetacionais; áreas de tensão ecológica; brejos interioranos e encraves florestais, representados por disjunções de Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Aberta, Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual; áreas de estepe, savana e savana-estépica; e vegetação nativa das ilhas costeiras e oceânicas. (acesso em 09 de dezembro de 2014) 14

15 12 ÁREAS PRIORITÁRIAS PARA A CONSERVAÇÃO, UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL E REPARTIÇÃO DE BENEFÍCIOS DA BIODIVERSIDADE BRASILEIRA NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade brasileira Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_areas_prioritarias_mma Escala: 1: Fonte: Ministério do Meio Ambiente - MMA, 2003 O Decreto 5.092, de 21 de maio de 2004, definiu que o Ministério do Meio Ambiente deveria definir as regras para identificação de áreas prioritárias para a para a conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade. Por meio da Portaria 126, de 27 de maio de 2004, o Ministério do Meio Ambiente estabeleceu que as áreas prioritárias são as apresentadas no mapa "Áreas Prioritárias para a Conservação, Utilização Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira", publicado pelo Ministério do Meio Ambiente em novembro de 2003 e reeditado em maio de Os seminários de avaliação dos biomas foram desenvolvidos por diversas instituições e sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente com o objetivo de identificar as áreas e as ações prioritárias para a conservação, utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira. (acesso em 09 de dezembro de 2014) 15

16 13 ÁREAS PRIORITÁRIAS PARA A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DE MINAS GERAIS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade de Minas Gerais Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_areas_biodiversitas Escala: 1: Fonte: Fundação Biodiversitas, 2005 Adaptado do mapa de "Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade de Minas Gerais", publicado no estudo "Biodiversidade em Minas Gerais: um atlas para sua conservacão". Este mapa-síntese apresenta as 112 áreas mais importantes para a conservação da biodiversidade no estado de Minas Gerais. Elas foram definidas pela sobreposição e análise dos mapas gerados pelos grupos temáticos (mamíferos, aves, répteis e anfíbios, peixes, invertebrados, flora, fatores abióticos, UCs e socioeconomia), classificados num contexto multidisciplinar e, portanto, mais abrangente. Nessa classificação, considerou-se a categoria originalmente indicada pelo grupo temático, a justificativa da indicação, a sobreposição de áreas indicadas por mais de um grupo, as pressões antrópicas, as novas discussões no âmbito dos grupos regionais e as recomendações dos grupos temáticos não-biológicos. A cada área foi atribuída uma categoria de importância biológica: Alta, Muito alta, Extrema e Especial. (acesso em 12 de dezembro de 2014) 16

17 14 ÁREAS-CHAVE PARA A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE (ACBs) DE PLANTAS RARAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Áreas-chave para a conservação da biodiversidade de plantas raras Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_acb_plantas_raras Escala: 1: Fonte: Giulietti et al., 2009 Informações extraídas do projeto "Plantas Raras do Brasil", desenvolvido pela Universidade Estadual de Feira de Santana e a ONG ambientalista Conservação Internacional com objetivo combinar esforços de pesquisadores e instituições para identificar e mapear todas as espécies raras de plantas do Brasil e também as áreas mais importantes para a conservação dessas espécies. A primeira etapa do projeto foi concluída com a publicação do livro Plantas Raras do Brasil, lançado no dia 2 de julho de (acesso em 09 de dezembro de 2014) 17

18 15 ESTRADA REAL AO LONGO DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Estrada Real Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_estrada_real Escala: não informada Fonte: Instituto Estrada Real Eixo principal da Estrada Real. Engloba o Caminho dos Diamamntes, Camanho do Sabarabuçu, Caminho Velho e Caminho Novo. em 08 de janeiro de 2015) 18

19 16 TÍTULOS MINERÁRIOS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Títulos Minerários Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_titulos_minerarios Escala: não informada Fonte: Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, 2014 Processos minerários em tramitação no Departamento Nacional de Produção Mineral. Ano base em 09 de dezembro de 2014) 19

20 17 MALHA MUNICIPAL DE ABRANGÊNCIA DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO Nome da camada no Atlas Digital: Malha municipal Nome dos arquivos.shp e.kml para download no Atlas Digital: QF_municipios Escala: 1: Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 2005 Adaptado da malha municipal do IBGE, com a divisão das mesoregiões, das microregiões, dos municípios e dos setores censitários do Brasil para o ano de Arquivo original e informações disponíveis para download em: (acesso em 09 de dezembro de 2014) Produzido com recursos de medida compensatória fixada em Composição Judicial firmada pelo Ministério Público de Minas Gerais 20

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