ArcPlan S/S Ltda. Fone: Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73.

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1 1 de 27 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA PROJETO: GERENCIAMENTO INTEGRADO DE AGROECOSSISTEMAS EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORTE-NOROESTE FLUMINENSE - RIO RURAL/GEF Relatório Metodológico/Estatístico de Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal no Período de 2000 a (Produto 2) Julho / 2008

2 1- Apresentação 2 de 27 A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA), com o auxílio de financiamento do Fundo Mundial de Meio Ambiente (GEF), desenvolve programas voltados ao desenvolvimento rural sustentável. O projeto Gerenciamento Integrado de Agroecossistemas em Microbacias Hidrográficas do Norte- Noroeste Fluminense RIO RURAL/GEF é um dos programas em curso, que pretende proporcionar a conservação da biodiversidade, desenvolvendo práticas adequadas de manejo dos recursos naturais, de forma a fortalecer a organização comunitária na área rural do Estado do Rio de Janeiro, disseminando tecnologias de baixo impacto ambiental e criando um ambiente voltado à sustentabilidade da produção agropecuária fluminense. 2- Objeto e Área de Estudo Em continuidade ao cronograma de trabalho estabelecido no item 4 deste relatório, o presente estudo apresenta o monitoramento do uso do solo e cobertura vegetal para as 5 sub-bacias situadas nas regiões norte e noroeste do Estado do Rio de Janeiro. São elas: Sub-bacia do Rio Muriaé, Sub-bacia do Rio Imbé, Sub-bacia do Rio Macabu, Subbacia do Rio Doce/Canal Quitingute e Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba. Os referenciais básicos utilizados como subsídio para o início dos estudos nas sub-bacias foram os dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, uma iniciativa conjunta da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, originada no início dos anos 90. O mapeamento das 5 sub-bacias do norte-noroeste fluminense é um detalhamento dos dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, utilizando a mesma metodologia de interpretação das imagens de satélite, com acréscimo de novas categorias na legenda de Uso do Solo e Cobertura Vegetal. Dessa forma, partindo dos Remanescentes Florestais com área mínima de 10 hectares, mapeiam-se os fragmentos de Mata Atlântica com até 1 hectare e outras informações, por meio da interpretação das imagens de satélite, complementada com trabalhos de campo em cada sub-bacia, para validação dos dados.

3 3 de 27 Para gerar os mapeamentos nas sub-bacias, foi utilizado o Sistema de Informações Geográficas ARCGIS, adotando o Sistema de Projeção UTM / Datum - SAD 69 - Zona 24 S. O projeto em ARCGIS utiliza base cartográfica compatível com a escala 1:50000 para o mapeamento das 5 sub-bacias. O mapeamento das sub-bacias do Norte-Noroeste Fluminese possui a seguinte legenda: - Remanescentes Florestais (Primário / Secundário Avançado) de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista; - Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial / Médio de Regeneração; - Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbórea; - Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbustiva; - Remanescentes de Vegetação de Mangue; - Área Urbana; - Água / Rios / Lagos / Oceano; - Vegetação de Várzea; - Agricultura; - Silvicultura; - Pastagem; - Solo Exposto; - Afloramento Rochoso; - Praia; - Usinas de cerâmica; - Heliporto Petrobras.

4 4 de 27 A Figura 1 apresenta o mapeamento do ano de 2000 para a área do Norte- Noroeste Fluminense. Fig. 1 Mapeamento do ano de 2000 para as Sub-bacias monitoradas. A partir desses dados, foi elaborado um segundo mapeamento do uso do solo e cobertura vegetal, utilizando, desta vez, as imagens de satélite CBERS-2 do ano de A comparação dos dados referentes às duas épocas permite identificar a dinâmica que está ocorrendo em relação ao uso da terra, possibilitando a análise e monitoramento das transformações que cada sub-bacia vem sofrendo, segundo as categorias anteriormente definidas.

5 5 de Relatório Metodológico / Estatístico de Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal no Período Ano de 2000 a PRODUTO 2 De acordo com as tabelas 13 e 14 apresentadas no item 4 - Cronograma de Trabalho, o PRODUTO 1 - Plano de Trabalho e Relatório Metodológico/Estatístico de Validação do Uso do Solo e Cobertura Vegetal do Mapeamento do Ano de 1999/ foi entregue em DVD ao contratante em 30 de maio de O PRODUTO 2 - Relatório Metodológico / Estatístico de Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal no Período de 2000 a 2005 é apresentado a seguir. O produto 2 consiste no Mapeamento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal com base na imagem de satélite CBERS-2 de 2005, elaborado a partir do mapeamento estabelecido para o período de 2000 para a Sub-bacia do Rio Muriaé, Sub-bacia do Rio Imbé, Sub-bacia do Rio Macabu, Sub-bacia do Rio Doce/Canal Quitingute e Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba. Para a execução do produto 2 foi realizado o georreferenciamento das imagens de satélite CBERS-2 de 2005, com base nas cartas topográficas 1: ou 1: do IBGE ou nas imagens do sensor ETM+/Landsat 7 ortorretificadas pela NASA, permitindo a interpretação das alterações de uso do solo e cobertura vegetal mapeadas no período anterior, através da análise da imagem TM/Landsat 5, do ano de As imagens CBERS-2 de 2005 utilizadas foram: - Órbita 149, Ponto 124 / Data ; - Órbita 149, Ponto 124 / Data ; - Órbita 149, Ponto 124 / Data ; - Órbita 149, Ponto 125 / Data ; - Órbita 149, Ponto 125 / Data ; - Órbita 150, Ponto 123 / Data ; - Órbita 150, Ponto 124 / Data ; - Órbita 150, Ponto 125 / Data

6 6 de 27 fluminense. A figura 2 mostra a articulação das imagens CBERS para a área do norte-noroeste Fig. 2 - Articulação das Imagens CBERS Em função da presença de nuvens localizadas em pontos específicos, foi necessária a utilização de imagens adicionais para garantir que toda a área analisada pudesse ser mapeada sem interferências na interpretação das imagens. A precisão do georreferenciamento é essencial na interpretação das modificações de uso e da cobertura vegetal ocorridas de 2000 a As imagens CCD/CBERS-2 de 2005 foram georreferenciadas com base nas cartas topográficas 1: ou 1: do IBGE ou nas imagens do sensor ETM+/Landsat 7 ortorretificadas pela NASA. As imagens TM/Landsat 5 de 2000 foram georreferenciadas com base nas imagens CCD/CBERS-2 de 2005, com um erro médio máximo de 1 pixel. Dessa forma, quando existia algum deslocamento significativo entre as imagens (mais de 1 pixel das imagens CBERS, ou seja, mais de 20m), o polígono interpretado em 2000 era deslocado para se ajustar às imagens CCD/CBERS-2. Só então, verificava-se se houve algum decremento da vegetação.

7 7 de 27 Quanto aos critérios de mapeamento, decidiu-se por flexibilizar a delimitação de polígonos de formações florestais (remanescentes, de vegetação de restinga e de mangue) cujos padrões apresentados nas imagens sugerissem degradação estrutural ou estágios muito iniciais de regeneração. Dessa forma, o mapeamento de 2000, que já havia sido feito, teve de ser refeito para permitir sua atualização mediante a utilização das imagens de Outra modificação significativa em relação às demais atualizações já realizadas foi a inclusão das imagens da câmera CCD do satélite Sino-brasileiro CBERS- 2. Um amplo trabalho de campo por equipes especializadas foi mais uma vez realizado em várias regiões críticas. Além disso, houve sensível melhoria no georreferenciamento da base temática, sendo possível a correção de imperfeições no posicionamento de polígonos. A delimitação dos remanescentes foi realizada através da vetorização de polígonos na escala 1: sobre as imagens TM/Landsat 5 referentes ao período 1999/2000. Uma vez delimitado um determinado polígono, por exemplo, sua confirmação e/ou atualização de sua situação era feita mediante análise visual de imagens do sensor CCD do satélite CBERS-2 (CCD/CBERS-2) referentes ao ano de Caso o polígono completo ou parte dele não apresentasse o padrão previamente definido como de remanescente florestal, seus limites eram revistos sobre as imagens TM/Landsat 5, procurando assegurar confiabilidade à definição dos limites dos desflorestamentos então definidos. A adoção dessa estratégia, trabalhando com a interpretação visual já em formato vetorial, possibilitou maior segurança no resultado final, tendo uma única base de polígonos com atributos da sua situação no período, ou seja: - polígonos com informação de remanescente em 2000 permaneceram como tal em 2005; - polígonos com informação de decremento eram remanescentes em 2000 e passaram a ser classificados como decremento (desflorestamento) em 2005; - polígonos com informação de incremento, que apresentavam padrão alterado ou com características de vegetação sem porte arbóreo em 2000 e passaram a apresentar padrão de remanescente em 2005.

8 8 de 27 A Quarta edição do "Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica possui dados atualizados em 13 Estados abrangidos pelo bioma (PE, AL, SE, BA, GO, MS, MG, ES, RJ, SP, PR, SC, RS). O Atlas apresenta os resultados quantitativos da situação dos remanescentes da Mata Atlântica desses Estados e os desflorestamentos ocorridos no período de em 10 Estados, da Bahia ao Rio Grande do Sul, que representam 94% do Bioma Mata Atlântica. Esta fase manteve a escala 1:50 000, passando a identificar áreas acima de 3 hectares sobre as imagens TM/Landsat 5 e ETM+/Landsat 7 de 2000 e a sua atualização incluiu a utilização de imagens do sensor CCD do satélite sino-brasileiro CBERS-2 (CCD/CBERS-2). Esta edição também foi marcada por aprimoramentos metodológicos e, novamente, foram revistos os critérios de mapeamento, dentre os quais se destaca a adoção do aplicativo ArcGis 9.0 que permitiu a visualização rápida e simplificada do território de cada Estado contido no Bioma Mata Atlântica. A disponibilização dos dados na Internet (área de remanescentes, vegetação de restinga, vegetação de mangue e desflorestamentos), organizados por Estado, por município e por unidade de conservação, permite a qualquer cidadão com acesso à Internet, avaliar a situação da cobertura vegetal do bioma em qualquer um dos níveis mencionados. O relatório técnico, bem como as estatísticas e os mapas, imagens, fotos de campo, arquivos em formato vetorial e dados dos remanescentes florestais, por Município, Estado, Unidade de Conservação, Bacia Hidrográfica, Corredor de Biodiversidade e Área prioritária para conservação da biodiversidade, estão acessíveis nos portais e O Atlas da Mata Atlântica continuará verificando a dinâmica das ações antrópicas no bioma, com o objetivo de produzir e disponibilizar informações permanentemente aprimoradas e atualizadas sobre as alterações nos remanescentes florestais naturais. Além desses esforços, estudos específicos em alguns trechos do bioma, análises qualitativas das áreas críticas ou potenciais para a conservação da biodiversidade e outros diagnósticos temáticos já estão em andamento pela SOS Mata Atlântica e pelo INPE, em parceria com outras instituições e pesquisadores.

9 9 de 27 A Tabela 1 mostra os dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica para o Estado do Rio de Janeiro. A Tabela 2 mostra a dinâmica entre o período dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados da Mata Atlântica para o Estado do Rio de Janeiro. * em relação à área do Bioma Mata Atlântica avaliada no Estado ** em relação aos remanescentes florestais de Área avaliada no Estado equivalente a 100% (0% com cobertura de nuvens) 2 Área avaliada no Estado equivalente a 100% (0% com cobertura de nuvens) O Estado do Rio de Janeiro, campeão de desmatamento entre 1990 e 1995, teve poucas áreas desflorestadas acima de 3 ha. Neste estado, houve uma redução de 85%. Levantamentos de campo identificaram desflorestamentos na ordem de 1 a 2ha, o tal efeito formiga (pequenos desmatamentos realizados em série), ainda muito intenso e verificado em áreas menores. O mapeamento do Atlas da Fundação SOS Mata Atlântica de 2005 identificou uma área de 48 hectares de Decremento de Remanescentes Florestais dentro dos limites das sub-bacias. Estas áreas localizam-se na Sub-bacia do rio Macabu. Com o detalhamento do mapeamento realizado para as sub-bacias do nortenoroeste fluminense, identificou-se uma área de 72 hectares que, em 2000, foram classificados como Remanescentes Florestais e, em 2005, como Solo Exposto ou Pastagem ou Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial / Médio de Regeneração. O mapeamento identificou, também, uma área de 79 hectares que, em 2000, eram da classe de Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbórea e, em 2005, foram classificados como solo exposto ou pastagem ou agricultura. O total de área alterada da classe de Remanescentes Florestais (Primário / Secundário Avançado) e Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbórea é composto por 25 polígonos que apresentam a seguinte classificação no mapeamento de 2005 (possíveis diferenças nas estatísticas, de até 1 hectare, devem-se ao arredondamento das casas decimais):

10 10 de 27 Remanescentes Florestais Alterados Sub-bacia do rio Macabu - 5 polígonos com área total de 20 hectares foram classificados como Solo exposto. Sub-bacia do rio Imbé - 2 polígonos com área total de 9 hectares foram classificados como Solo exposto. - 2 polígonos com área total de 14 hectares foram classificados como Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial / Médio de Regeneração. Sub-bacia do rio Muriaé - 2 polígonos com área total de 23 hectares foram classificados como Pastagem. - 2 polígonos com área total de 6 hectares foram classificados como Solo exposto. Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbórea Alterados Sub-bacia do rio Doce/Canal Quitingute - 2 polígonos com área total de 14 hectares foram classificados como Solo exposto. - 6 polígonos com área total de 46 hectares foram classificados como Pastagem. - 1 polígono com área total de 5 hectares foi classificado como Agricultura. Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba - 3 polígonos com área total de 14 hectares foram classificados como Agricultura.

11 11 de 27 A Figura 3 identifica os polígonos de Decremento de Remanescentes Florestais e de Vegetação de Restinga Arbórea no Norte-Noroeste Fluminense para o período de 2000 a Os polígonos são identificados pelo shp decremento2000_2005, que serão entregues junto com os produtos desta etapa do projeto. Fig. 3 Decremento de Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados da Mata Atlântica nas 5 Sub-bacias do Norte-Noroeste Fluminense

12 ArcPlan S/S Ltda. Fone: de 27 As figuras 4,5,6 e 7 ilustram a dinâmica no período de 2000 a 2005 de áreas onde foram identificados os decrementos de Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados da Mata Atlântica: As imagens de cada figura são da mesma área. Os polígonos em vermelho em 2000 têm a mesma localização espacial dos polígonos em branco em 2005 e representam Áreas Alteradas. Imagem Landsat 2000 Imagem Cbers 2005 Fig. 4 Comparação de Imagem Landsat do ano de 2000 com imagem CBERS do ano 2005 Imagem Landsat 2000 Imagem Cbers 2005 Fig. 5 Comparação de Imagem Landsat do ano de 2000 com imagem CBERS do ano 2005.

13 ArcPlan S/S Ltda. Imagem Landsat 2000 Fone: de 27 Imagem Cbers 2005 Fig. 6 Comparação de Imagem Landsat do ano de 2000 com imagem CBERS do ano Imagem Landsat 2000 Imagem Cbers 2005 Fig. 7 Comparação de Imagem Landsat do ano de 2000 com imagem CBERS do ano A identificação dos desflorestamentos foi, evidentemente, fundamentada na análise visual de imagens de 2000 (TM/Landsat 5 ou ETM+/Landsat 7) e de 2005 (CCD/CBERS-2). A alteração de padrão tonal ou textural de cobertura vegetal para os referentes a solo exposto, agricultura, pastagem ou de diminuição de fitomassa, originou limites de novos polígonos, agora definidos como desflorestamento.

14 14 de 27 Para o mapeamento das Sub-bacias, as áreas alteradas eram mapeadas de acordo com a classificação estabelecida na legenda de cada Sub-bacia. Uma área mapeada como desflorestamento em 2005 (dados do Atlas da Fundação SOS Mata Atlântica), por exemplo, no mapeamento das Sub-bacias pode ser classificada como agricultura ou pastagem ou solo exposto ou ainda outra classe, identificada a partir dos padrões de interpretação das imagens CBERS-2 de Atendendo às condições do projeto Rio Rural/GEF, os mapeamentos de uso do solo e cobertura vegetal caracterizam a área de estudo segundo alguns aspectos: - espacialização e quantificação de cada categoria de uso do solo e cobertura vegetal identificada nos mapeamentos para cada sub-bacia para o ano de 2005 (avaliação do índice de cobertura vegetal); - monitoramento do mapeamento do uso do solo e cobertura vegetal no período de 2000 a 2005 para cada categoria e para cada sub-bacia; - identificação de áreas alteradas (degradadas) no período de 2000 a 2005 para cada sub-bacia; - identificação de áreas com regeneração de vegetação no período de 2000 a 2005 para cada sub-bacia; Com o monitoramento do uso do solo e cobertura vegetal, será possível avaliar a dinâmica das áreas mapeadas, identificando possíveis mudanças existentes nas diferentes categorias. Com o auxílio dos trabalhos de campo, será possível validar os mapeamentos, acompanhados de levantamento fotográfico georreferenciado, de forma a compor um banco de dados fotográfico em ARCGIS.

15 15 de Uso do Solo e Cobertura Vegetal de 2005 para a Sub-bacia do Rio Muriaé. (Figura 8) Fig. 8 Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Muriaé - Estatísticas do Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Muriaé (Tabela 3) Classe Poligonos Área (Ha) Remanescentes Florestais Primário ou Secundário em Estágio Avançado de Regeneração Remanescentes Florestais Secundário em Estágio Inicial / Médio de Regeneração Agricultura Afloramento Rochoso Silvicultura 3 62 Solo Exposto Área Urbana Água / Rios / Lagos Pastagem Total

16 16 de 27 - Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal (Tabela 4) Classes 2005 Rema Avançado Rema Inicial/Médio Agricultura Afl Rochoso Silvicultura Solo Exposto Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem Total Rema Avançado * Rema Inicial/Médio * Agricultura Afl Rochoso Silvicultura Solo Exposto Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem * Total * valores retificados no mapeamento de 2000 De forma geral, a pastagem continua sendo a categoria de uso mais expressiva na Sub-bacia. No mapeamento de 2005, foi verificado um aumento de áreas de agricultura de forma dispersa por toda a sub-bacia, mas o sudeste permanece, ainda, com intenso uso agrícola. O total dos Remanescentes Florestais em Estágio Avançado aumentou em 76 ha, devido à inclusão de 103 ha de Remanescentes da classe Inicial/Médio e de 4 ha da classe de Pastagem, áreas que apresentaram regeneração. Foram, no entanto, identificados 29 ha de áreas de alteração dos Remanescentes Florestais Avançados, reclassificados como pastagem e solo exposto. Com o monitoramento da dinâmica do uso do solo e cobertura vegetal utilizando as imagens CBERS de 2005, foi possível aumentar a confiabilidade na interpretação da classe de Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração. Em função desse aumento de confiabilidade, foi necessária a validação das áreas dessa classe no mapeamento de As áreas que não apresentavam padrões para a manutenção na classe de Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração em 2005 e não apresentavam alterações significativas nos padrões de textura e reflectância, quando comparadas com as imagens de 2000, foram reclassificadas para a classe de Pastagem. Da área validada e mapeada como Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração em 2000, identificou-se uma área de 156 hectares que, em 2005, apresentou alteração no padrão de vegetação identificado nas imagens de Dessas áreas alteradas, 25 ha foram mapeados como agricultura, 77 ha como solo exposto e 54 ha como pastagem. No mapeamento de 2005, ha mantiveram-se como Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração e

17 17 de ha foram incluídos na classe de Remanescentes Florestais em Estágio Avançado de Regeneração em As áreas alagadas são em função de mudanças no leito de rios, que suprimiram 6 ha de Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração em As demais áreas relativas aos Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração, mapeadas em 2000, foram retificadas (validadas) para a categoria de Pastagem. Essas áreas não apresentam mudança significativa no porte vegetativo em relação ao ano de 2000 e não se enquadram no padrão de Remanescente Inicial/Médio em A retificação dos dados de 2000 deve-se à semelhança do padrão de textura e tonalidade das imagens de satélite, que caracteriza as categorias de Pastagem e Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração. A diferenciação dessas categorias gera dúvidas na interpretação das imagens, que puderam ser minimizadas a partir da utilização de imagens temporais. No arquivo shp de uso do solo e cobertura vegetal do ano de 2000 validado para 2005, e a nova tabela com estatísticas de uso do solo e cobertura vegetal para o ano de 2000, seguem juntamente com os produtos desta etapa do projeto.

18 18 de 27 (Figura 9) 3.2 Uso do Solo e Cobertura Vegetal de 2005 para a Sub-bacia do Rio Imbé. Fig. 9 - Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Imbé - Estatísticas do Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Imbé (Tabela 5) Classe Poligonos Área (Ha) Remanescentes Florestais Primário ou Secundário em Estágio Avançado de Regeneração Remanescentes Florestais Secundário em Estágio Inicial / Médio de Regeneração Agricultura Afloramento Rochoso 6 66 Silvicultura Solo Exposto Área Urbana 3 42 Água / Rios / Lagos Pastagem Total 97834

19 19 de 27 - Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal (Tabela 6) Classes 2005 Rema Avançado Rema Inicial/Médio Agricultura Afl Rochoso Silvicultura Solo Exposto Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem Total Rema Avançado * Rema Inicial/Médio * Agricultura * Afl Rochoso Silvicultura Solo Exposto * Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem * Total * valores retificados no mapeamento de 2000 A Noroeste da Sub-bacia, onde o relevo apresenta maiores declividades e altitudes, concentram-se as áreas com remanescentes de Mata Atlântica. Nessa região, foram identificados 14 hectares de alteração de Mata e 9 hectares de desmatamento. O total de Remanescentes em Estágio Avançado aumentou devido à inclusão, nessa categoria, de 24 ha de Remanescentes em Estágio Inicial/Médio, que apresentaram padrões de regeneração. Nos Remanescentes de Mata em Estágio Inicial/Médio de Regeneração foi identificada uma área de 38 hectares de alterações nos padrões de reflectância, quando comparadas as imagens de 2000 e Com o monitoramento da dinâmica do uso do solo e cobertura vegetal utilizando as imagens CBERS de 2005, foi possível aumentar a confiabilidade na interpretação dos Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração. Em função desse aumento de confiabilidade, foi necessária a validação das áreas correspondentes a essa categoria no mapeamento de As áreas que não apresentavam padrões para a manutenção na classe de Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração em 2005 e nem alterações significativas nos padrões de textura e reflectância, quando comparadas com as imagens de 2000, foram reclassificadas para a classe de Pastagem (669 ha), solo exposto (21 ha) e agricultura (7 ha). Os dados retificados do mapeamento de 2000 seguem junto com os dados deste relatório. A pastagem continua sendo a categoria dominante na Sub-bacia e as áreas com atividades agrícolas ainda se concentram a nordeste da Sub-bacia. O aumento da categoria de solo exposto deve-se, em grande parte, à dinâmica em áreas de silvicultura. Parte das áreas de silvicultura, em 2000, foi substituída por agricultura, que aumentou também em áreas de pastagem, principalmente a sudeste da Sub-bacia.

20 20 de Uso do Solo e Cobertura Vegetal de 2005 para a Sub-bacia do Rio Macabu. (Figura 10) Fig Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Macabu - Estatísticas do Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Macabu (Tabela 7) Classe Poligonos Área (Ha) Remanescentes Florestais Primário ou Secundário em Estágio Avançado de Regeneração Remanescentes Florestais Secundário em Estágio Inicial / Médio de Regeneração Agricultura Silvicultura 3 20 Solo Exposto Área Urbana Água / Rios / Lagos Pastagem Total

21 21 de 27 - Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal (Tabela 8) Classes 2005 Rema Avançado Rema Inicial/Médio Agricultura Silvicultura Solo Exposto Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem Total Rema Avançado Rema Inicial/Médio * Agricultura * Silvicultura Solo Exposto Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem * Total * valores retificados no mapeamento de 2000 A oeste da Sub-bacia, área onde estão os maiores fragmentos florestais, foi identificada uma alteração de 20 ha de Remanescentes Florestais existentes em Nos Remanescentes Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração, foi identificada uma alteração em área correspondente a 44 ha, mapeados como Pastagem e Solo Exposto. A Pastagem continua dominando a grande parte da Sub-bacia. No entanto, hectares de pastagem foram transformados em Agricultura. Foi identificada uma significativa alteração de áreas de pastagem em áreas de silvicultura, agricultura e solo exposto, totalizando um aumento de ha na área de Pastagem. Seguindo a metodologia das sub-bacias anteriores, foi necessária a validação das áreas dos Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração no mapeamento de As áreas que não apresentavam padrões para a manutenção na classe de Remanescentes Florestais Secundários em Estágio Inicial/Médio de Regeneração em 2005 e nem alterações significativas nos padrões de textura e reflectância quando comparadas com as imagens de 2000, foram reclassificadas para a categoria de Pastagem (327 ha) e Agricultura (4 ha). Os dados retificados do mapeamento de 2000 seguem junto com os dados deste relatório.

22 22 de 27 (Figura 11) 3.4 Uso do Solo e Cobertura Vegetal de 2005 para a Sub-bacia do Rio Doce. Fig. 8 - Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Doce - Estatísticas do Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Rio Doce (Tabela 9) Classe Poligonos Área (Ha) Agricultura Silvicultura 2 5 Solo Exposto Área Urbana Água / Rios / Lagos Pastagem Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbóreo Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbustivo Remanescentes de Vegetação de Mangue 3 17 Praia Usinas de cerâmica 2 15 Heliporto Petrobras 1 5 Várzea Total 34243

23 23 de 27 - Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal (Tabela 10) Classes 2005 Agricultura Silvicultura Solo Exposto Área UrbanaÁgua/Lagos Pastagem Rema Rest Arbóreo Rema Rest Arbustivo Rema Mangue Praia Usi Cerâmica Hl Petrobras Várzea Total Agricultura Silvicultura 5 5 Solo Exposto Área Urbana Água/Lagos Pastagem * Rema Rest Arbóreo * Rema Rest Arbustivo * Rema Mangue Praia Usi Cerâmica Hl Petrobras 5 5 Várzea Total * valores retificados no mapeamento de 2000 A pastagem continua sendo a categoria predominante na Sub-bacia. Com o monitoramento, identificou-se uma substituição de 649 hectares de pastagem por áreas agrícolas e uma área de 417 hectares em que ocorreu a situação inversa. Nas áreas identificadas como várzea em 2000, identificaram-se 53 hectares transformados em pastagem. Houve, no entanto, um aumento de 957 hectares de áreas de várzea. Esse aumento pode ser atribuído à sazonalidade que existe na aquisição das imagens de satélite e, ainda, à forte influência que a alteração dos níveis da água e do lençol freático exercem na Sub-bacia do Rio Doce, localizada em área litorânea e de planície. Foi identificado um decremento de 65 hectares de Remanescentes de Vegetação de Restinga de porte Arbóreo, substituídos por pastagem (46 ha), solo exposto (14 ha) e agricultura (5 ha). Foi identificada uma alteração no porte da vegetação de Restinga em 29 hectares e, ainda, 133 hectares de alteração em vegetação de Restinga de porte Arbustivo. Com o monitoramento da dinâmica do uso do solo e cobertura vegetal utilizando as imagens CBERS de 2005, foi possível aumentar a confiabilidade na interpretação da Vegetação de Restinga de porte arbustivo. Em função desse aumento de confiabilidade, foi necessária a validação das áreas dessa categoria no mapeamento de As áreas que não apresentavam padrões para serem classificadas como Vegetação de Restinga de porte arbustivo em 2005 e nem alterações significativas nos padrões de textura e reflectância quando comparadas com as imagens de 2000, foram reclassificadas para a classe de Pastagem no mapeamento de Os dados retificados do mapeamento de 2000 seguem junto com os dados deste relatório.

24 24 de Uso do Solo e Cobertura Vegetal de 2005 para a Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba. (Figura 12) Fig Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba - Estatísticas do Uso do Solo e Cobertura Vegetal na Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba (Tabela 11) Classe Poligonos Área (Ha) Remanescentes Florestais Primário ou Secundário em Estágio Avançado de Regeneração Remanescentes Florestais Secundário em Estágio Inicial / Médio de Regeneração Agricultura Área Urbana Água / Rios / Lagos Pastagem Remanescentes de Vegetação de Restinga Arbóreo Remanescentes de Vegetação de Mangue 1 25 Praia 2 78 Várzea Total *

25 25 de 27 - Monitoramento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal (Tabela 12) Classes 2005 Rema Avançado Rema Inicial/Médio Agricultura Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem Rema Rest Arbóreo Rema Mangue Praia Várzea Total Rema Avançado Rema Inicial/Médio Agricultura Área Urbana Água/Rios/Lagos Pastagem * Rema Rest Arbóreo Rema Mangue Praia Várzea * Total * * retificação dados de alteração na área total da subbacia de para classe de pastagem tem 28 polígonos e área de e não classe de várzea com a mesma área, no entanto com 40 polígonos. O monitoramento na Sub-bacia do Entorno da Estação Ecológica de Guaxindiba identificou uma alteração de 14 hectares em área de Restinga, que foram transformados em Agricultura. De forma geral, houve um aumento de áreas agrícolas, principalmente de forma dispersa na parte oeste da sub-bacia onde o relevo passa a ter maiores declividades.

26 26 de Cronograma de trabalho Data de Assinatura do Contrato: 30 de abril de TABELA 13 PRODUTOS 1) Plano de Trabalho e Relatório de validação do uso do solo fornecido com base nas imagens de 1999/2000.* 2) Mapa e Relatório com estatísticas de evolução do uso do solo nas 5 sub-bacias do projeto para o período 1999/2000 a 2005/06 e banco de fotografias georreferenciadas. 3) Interpretação do Marco Zero do Uso do Solo das 3 micro-bacias monitoradas no projeto com base nas imagens de alta resolução, banco de fotografias georreferenciadas e produção de mapas e relatórios contendo estatísticas de alteração no uso do solo para cada microbacia. 4) Mapa e Relatório com estatísticas de evolução do uso do solo nas 5 sub-bacias do projeto para o período 2005/2006 a 2007/08, banco de fotografias georreferenciadas e produção de mapas e relatórios contendo estatísticas de alteração no uso do solo para cada microbacia. 5) Interpretação de Meio Termo do Uso do Solo das 3 micro-bacias monitoradas no projeto, com base nas imagens de alta resolução, banco de fotografias georreferenciadas e produção de mapas e relatórios contendo estatísticas de alteração no uso do solo para cada microbacia. 6) Interpretação da evolução do Uso do Solo das 3 micro-bacias monitoradas do projeto, com base nas imagens de alta resolução, banco de fotografias georreferenciadas e produção de mapas e relatórios contendo estatísticas de alteração no uso do solo para cada microbacia. PRAZOS 1 mês após a assinatura do Contrato 3 meses após a assinatura do Contrato 5 meses após a assinatura do Contrato 15 meses após a assinatura do Contrato 28 meses após a assinatura do Contrato 40 meses após a assinatura do Contrato * PRODUTO ENTREGUE AO CONTRATANTE

27 27 de 27 A entrega dos produtos especificados na Tabela 13 segue as datas de acordo com a Tabela 14 abaixo: Tabela 14 Ano Mês M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A Produto 1 Produto 2 Produto 3 Produto 4 Produto 5 Produto 6 Os produtos serão entregues em mídia digital nos seguintes formatos: - arquivos em formato SHAPE do mapeamento do Uso do Solo e Cobertura Vegetal: - arquivos referentes ao mapeamento do ano 2000 e arquivos de Imagens de Satélite (CBERS-2) Georreferenciadas em formato TIF. - arquivos de impressão dos mapas em formato PDF: - arquivos referentes ao mapeamento do ano 2000 e relatório descrevendo a metodologia utilizada em formato DOC e PDF. - planilhas estatísticas em formato EXCEL. - estatíticas retificadas referentes ao mapeamento do ano estatísticas referentes ao mapeamento do ano estatísticas de análise do monitoramento no período de 2000 a São Paulo, 30 de julho de 2008.

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