Protocolo nº: Item: Contratação de empresa para o fortalecimento e implantação da gestão Obras Instalações. Prestação de Serviços

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1 1) Projeto: TERMO DE REFERÊNCIA Nº 01/2013 Ações prioritárias de apoio à gestão da Reserva Particular do Patrimônio Natural RPPN Bacchus: elaboração do Plano de Manejo e apoio à proteção. Assunto: Protocolo nº: Item: Contratação de empresa para o fortalecimento e implantação da gestão Obras Instalações e x Prestação de Serviços Aquisição de materiais e equipamentos INFORMAÇÕES 1. JUSTIFICATIVA A criação de Unidades de Conservação (UC) se apresenta como a principal estratégia para a conservação da biodiversidade no Brasil e no mundo. O Plano de Manejo é o documento técnico que norteia a gestão destas áreas e que dá as diretrizes para que seus objetivos sejam alcançados. As Reservas Particulares do Patrimônio Natural - RPPN são UC instituídas em áreas privadas, gravadas com caráter de perpetuidade, com o objetivo de conservar a diversidade biológica, conforme o disposto no artigo 21 da Lei Federal nº 9.985/2000 Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC. A RPPN Bacchus (Portaria INEA/RJ/PRES N 81, de 01 de dezembro de 2009) tem como objetivo proteger um importante remanescente de Mata Atlântica fluminense (101,73 hectares) e garantir a formação de corredor ecológico localizado no entorno imediato do Parque Estadual dos Três Picos PETP, compondo parte do Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar. As atividades de apoio à implantação desta UC de proteção integral foram propostas tomando como base os estudos prévios e necessários a sua criação e, também, considerando as intenções de gestão da proprietária/gestora. O presente Termo de Referência está dividido em dois eixos temáticos: 1) PLANEJAMENTO elaboração do Plano de Manejo da UC e 2) PROTEÇÃO Realização de atividades direcionadas à proteção e fiscalização da RPPN. 2. IDENTIFICAÇÃO Contratação de pessoa jurídica para prestação de serviços de consutoria especializada, visando a elaboração de Plano de Manejo, manutenção de trilhas utilizadas para fiscalização e abertura de aceiros contra incêndios florestais. Essas ações conjugadas pretendem garantir a proteção, o fortalecimento e implantação da gestão RPPN Bacchus de acordo com o que preconiza o Art. 3º e o 1º do Art. 4º da Deliberação CCA n o 26/ OBJETIVO DO TRABALHO 3.1 Objetivo Geral: Garantir a conservação e preservação dos atributos ambientais da RPPN Bacchus através da integração de atividades planejamento e proteção em curto, médio e longo prazo. 3.2 Objetivos Específicos: Elaborar Plano de Manejo da RPPN Bacchus; Realizar a manutenção de trilha para fiscalização da RPPN; Realizar a abertura de aceiro contra incêndios florestais; 1

2 4. SERVIÇOS, ETAPAS E PRODUTOS 4.1 ELABORAR PLANO DE MANEJO DA RPPN BACCHUS Quantidade/Unidade: 01 documento técnico Período de execução: 1 ao 6 mês Estratégia de implantação: Este documento terá três áreas como base territorial de abrangência para diagnóstico e planejamento, sendo elas: - Área da RPPN: 101,73 hectares de floresta nativa inseridos nos limites da RPPN Bacchus; - Área restante da propriedade: 18,70 hectares, considerada a área fora dos limites da RPPN; e - Área do entorno: constituída neste caso pelo município de Nova Friburgo, focando especialmente o distrito de Mury, as Unidades de Conservação do entorno e Corredores Ecológicos. O Plano deverá ser elaborado com base em dados secundários e primários, com informações complementadas por intermédio de reuniões com a proprietária. Também serão gerados dados primários produzidos em ambiente SIG. A metodologia adotada para elaboração do Plano de Manejo deverá seguir as orientações e diretrizes contidas no Roteiro Metodológico Estadual para Plano de Manejo de RPPN do INEA. O documento final será apresentado em formato conciso, buscando objetividade nas informações levantadas, devendo sempre apresentar as relações e nexos causais destas para o planejamento e gestão da RPPN. ATIVIDADE 1.1 Primeira reunião técnica - Plano de Trabalho. Quantidade/Unidade: 01 reunião participativa. Período de execução: 1º mês. Estratégia de implantação: Os trabalhos de elaboração do documento serão iniciados por uma reunião entre a proprietária da RPPN, funcionários do imóvel (se houver), equipe técnica contratada e INEA, com objetivo de discutir e aprovar o Plano de Trabalho detalhado apresentado pela instituição contratada. Após esta reunião serão iniciadas as etapas de Diagnóstico: i. Construção da Base de Dados Geospaciais na melhor escala disponível e levantamento bibliográfico ii. Reconhecimento de campo; reconhecimento da RPPN, identificação dos pontos de amostragem, contato com atores locais e estratégia para oficina de planejamento. ATIVIDADE 1.2 Geração e consolidação de mapas temáticos para elaboração do Plano de Manejo. Quantidade/Unidade: 23 mapas para o Diagnóstico Período de execução: 1º ao 3 mês. Estratégia de implantação: Para subsidiar a fase do diagnóstico e de planejamento serão produzidos mapas temáticos em ambiente SIG com interface SHP. Esta atividade tem como objetivo disponibilizar a maior quantidade de informações existentes sobre a área da propriedade, da RPPN e de seu entorno. O levantamento dos dados cartográficos serão adquiridos também via internet em páginas de órgãos públicos, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de onde serão adquiridas as cartas topográficas, em formato digital, que cobrem a área de estudo, na escala 1: e do Instituto Estadual do Ambiente (INEA, 2010). A partir das bases, serão levantadas todas as informações básicas de cunho territorial, como divisão municipal, estradas, hidrografia, entre outros dados. A seguir os mapas que deverão ser elaborados na fase de Diagnóstico. i. Mapa Geocartográfico (infraestruturas presentes e projetadas): malha viária primária, rede hidrográfica, assentamentos rurais (quando for o caso) e urbanos, Linhas de transmissão e Subestações (indicar kw), Empreendimentos ou Projetos de Infraestrutura; ii. Mapa de Unidades de Conservação federais, estaduais e privadas: UC, Comunidades Tradicionais, Projetos de Assentamentos; 2

3 iii. iv. Áreas com restrições ambientais (sítios Arqueológicos; Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade, segundo MMA); Mapa com as Isoietas de Precipitação; v. Mapa Climático (classificação de Köppen); vi. vii. Mapa de distribuição de chuvas (inverno e verão); Mapa de Processos Minerários; viii. ix. Mapa Geológico; Mapa Geomorfológico; x. Mapa Hipsométrico; xi. xii. Mapa Pedológico; Mapa de Uso e Cobertura do Solo; xiii. Mapa de APPs; xiv. Mapa dos Setores Censitários em questão (IBGE, 2010); xv. Mapa de Densidade Demográfica (por setores censitários de interesse: IBGE, 2010); xvi. xvii. xviii. xix. xx. xxi. xxii. xxiii. Espacialização das Faixas de Renda e da Estratificação Social (município ou Distrito); Espacialização dos graus de escolaridade, faixas etárias, raça e gênero (por setores censitários de interesse: IBGE, 2010); Mapas de Saneamento, por tipo e modalidades praticadas (abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta e destinação do lixo), por setores censitários de interesse (IBGE, 2010); Mapa de Sensibilidade Ecossistêmico; Suscetibilidade a Fogo; Mapa de Susceptibilidade à Erosão; Mapa de Potencial Turístico da Região; Espacialização das espécies de fauna e flora com provável ocorrência na RPPN. A Contratante se reserva ao direito de solicitar outros mapas não previstos neste TdR, caso seja identificada a necessidade durante a fase de Diagnóstico. ATIVIDADE Geração e consolidação da Fase de Diagnóstico do Plano de Manejo (Parte 1; Parte 2 e Parte 3 do Roteiro Metodológico Estadual para Planos de Manejo de RPPN; INEA, 2012). Quantidade/Unidade: 01 produto técnico Período de execução: 1º ao 3 mês. Estratégia de implantação: Planejamento e realização de Oficina de Diagnóstico, Planejamento e realização dos trabalhos de campo; ampla revisão bibliográfica; elaboração de relatórios por áreas temáticas: caracterização física, biótica e socioeconômica; integração dos resultados e síntese das informações; geração de mapas temáticos e; organização dos dados de acordo com o previsto no Roteiro Metodológico Estadual para Planos de Manejo de RPPN (INEA, 2012). ATIVIDADE 1.4 Segunda reunião técnica Definição das atividades para elaboração da Fase de 3

4 Planejamento. Quantidade/Unidade: 01 reunião participativa. Período de execução: 3º mês. Estratégia de implantação: Após o recebimento antecipado do documento a ser analisado (Diagnóstico), o INEA procede a avaliação do mesmo de forma conjunta e com os responsáveis por sua elaboração, obtendo-se assim, ao final da reunião, os módulos revisados e prontos para aprovação técnica. É definida ainda nessa etapa a estratégia para condução da oficina de planejamento. ATIVIDADE 1.5 Geração e consolidação da Fase de Planejamento. Quantidade/Unidade: 01 produto técnico. Período de execução: 3º ao 4 mês. Estratégia de implantação: Esta atividade deverá ser construída com base nas informações levantadas na Fase de Diagnóstico e na reunião participativa com a proprietária e funcionários. Serão geradas definições estruturais, como recursos humanos, materiais e infraestrutura visando o planejamento das atividades de proteção, pesquisa e turismo científico. ATIVIDADE 1.6 Terceira reunião técnica - para aprovação final do Plano de Manejo Quantidade/Unidade: 01 reunião participativa. Período de execução: 5º mês. Estratégia de implantação: Após a finalização do documento pela equipe técnica, será realizada uma reunião entre a proprietária, a equipe técnica contratada e INEA para revisão final do documento. Nessa reunião também deverá ocorrer a concordância/aprovação da proprietária. ATIVIDADE 1.7 Protocolar e acompanhar o processo de aprovação do Plano de Manejo junto ao INEA. Quantidade/Unidade: 01 documento técnico protocolado (caso haja necessidade de revisão, deverão ser revistos e protocolados quantos documentos forem necessários até a aprovação final do INEA). Período de execução: 6 mês. Estratégia de implantação: Conforme determina o art. 14 do Decreto Estadual n /2007 todo Plano de Manejo de RPPN deverá ser analisado e aprovado pelo INEA. Para tanto, o Plano deverá ser protocolado junto ao Serviço de RPPN do INEA, com posterior acompanhamento. O acompanhamento visa atender eventuais informações ou adequações complementares solicitadas pelo INEA. Esta atividade deverá seguir estritamente o procedimento técnico para aprovação de Plano de Manejo estabelecido pelo órgão REALIZAR ATIVIDADES DE APOIO À PROTEÇÃO AMBIENTAL DA RPPN BACCHUS ATIVIDADE Realizar a manutenção das trilhas existentes na RPPN. Quantidade/Unidade: aproximadamente 04 km de trilhas (2 vezes ao longo do projeto) Período de execução: 2 ao 5 mês. Estratégia de implantação: Será realizada manutenção em aproximadamente 04 km de trilhas, a definição do padrão da trilha será feita por meio da demarcação do perímetro, largura do corredor e piso. Na etapa de manutenção deverão ser respeitadas as curvas de nível do terreno e as características da vegetação no entorno. ATIVIDADE Abertura de aceiros em pontos críticos. Quantidade/Unidade: 02 itens Período de execução: 2 ao 5 mês. Estratégia de implantação: Os aceiros deverão ser abertos em pontos críticos da RPPN, principalmente em áreas limítrofes a pastos e estradas, em que o fragmento florestal fique exposto a possíveis danos ambientais, como fogo. 4

5 5. CRONOGRAMA DE METAS O prazo total para realização do serviço é de até 6 (seis) meses a partir da data contida no Termo de Início. Poderá haver prorrogação do prazo, caso exista a necessidade, e desde que seja apresentada uma justificativa por escrito pela contratada ao INEA e este submeter à aprovação ao contratante, além de um novo cronograma. Tabela 1: Cronograma de Execução Metas Objetivo específico 1 - Elaborar o Plano de Manejo da RPPN Bacchus Atividades Meses ª Reunião técnica participativa - Plano de Trabalho; 1. Elaboração do Plano de Manejo da RPPN Bacchus Geração e consolidação de mapas temáticos para o diagnóstico e planejamento (com SIG/interface Shp); Geração e consolidação do diagnóstico do Plano de manejo; Segunda reunião técnica de caráter participativo, objetiva subsidiar a Fase de Planejamento; Geração e consolidação do Planejamento; Terceira reunião técnica - para aprovação final do Plano de Manejo; 1.7- Protocolar e acompanhar o processo de aprovação do Plano de Manejo junto ao INEA; Objetivo específico 2 - Implantar estruturas de apoio as atividades de proteção e fiscalização da RPPN Bacchus 2. Implantação de estruturas de apoio às ações de proteção e fiscalização da RPPN Realizar a manutenção das trilhas existentes na RPPN; Abrir aceiros em pontos críticos. 5

6 6. FORMA DE PAGAMENTO O pagamento será efetuado após a aprovação de cada etapa, em no máximo 10 dias úteis, contra a apresentação e aceite da fatura/ nota fiscal dos serviços prestados, após apreciação e aprovação dos produtos relacionados por meio do parecer técnico e do Termo de Recebimento e Aceite de cada etapa. Tabela 2: Cronograma de Desembolso Atividades Desembolso 1.1-1ª Reunião técnica participativa - Plano de Trabalho; 15% Geração e consolidação de mapas temáticos para o diagnóstico e 10% planejamento (com SIG/interface Shp); Geração e consolidação do diagnóstico do Plano de manejo; 10% Segunda reunião técnica de caráter participativo, objetiva subsidiar a 10% Fase de Planejamento; Geração e consolidação do Planejamento; 10% Terceira reunião técnica - para aprovação final do Plano de Manejo; 15% 1.7- Protocolar e acompanhar o processo de aprovação do Plano de Manejo junto 10% ao INEA; Realizar a manutenção das trilhas existentes na RPPN 10% Abrir aceiros em pontos críticos. 10% Total 100% 7. HABILITAÇÃO TÉCNICA A empresa/entidade deverá comprovar a experiência em planejamento ambiental e/ou manejo de UC, de preferência em RPPN. A empresa/entidade deverá ter desenvolvido projetos/iniciativas de planejamento de sustentabilidade na região. A empresa/entidade deverá comprovar ter conhecimento prévio da área de abrangência da UC em questão. 01 Coordenador Geral - Profissional com formação acadêmica na área das ciências naturais (geografia, biologia, engenharia florestal, agronômica, ecologia, ou outras áreas a fins), deve ter experiência mínima comprovada de 03 (três) anos em elaboração, gestão e/ou coordenação de projetos relacionados a unidades de conservação, com as seguintes qualificações mínimas; Trabalhos realizados em projetos com ênfase em unidades de conservação e/ou elaboração de Plano de Manejo de unidades de conservação de proteção integral, e ao planejamento participativo com os atores envolvidos; Habilidade de promover entendimentos e acordos entre os diversos atores envolvidos no processo; Habilidade para negociação e resolução de conflitos; Capacidade de liderar e coordenar equipe de técnicos; e Trabalhos relacionados com a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. 6

7 01 Especialista em Flora - Profissional com formação acadêmica na área das ciências naturais (biologia, engenharia florestal, agronômica, ecologia, ou outras áreas a fins) com experiência mínima comprovada de dois (02) anos em levantamento botânico; 01 Especialista em Fauna - Profissional com formação acadêmica na área das ciências naturais (biologia, ecologia, zootecnista ou veterinária) com experiência mínima comprovada de dois (02) anos em levantamento de fauna; 01 Auxiliar de campo (fauna) com formação acadêmica ou técnica na área das ciências naturais (biologia, ecologia, zootecnista ou veterinária) com experiência comprovada em três (03) levantamentos de fauna; 01 Especialista em SIG Profissional com formação acadêmica na área de geografia, cartografia, agrimensura, ou outras áreas a fins, com experiência mínima comprovada de dois (02) anos em geoprocessamento. Os currículos de toda equipe, incluindo eventuais consultores, deverão ser enviados juntamente com as propostas para avaliação e devem conter os tempos de experiência, função e atividades descriminadas. Quaisquer mudanças posteriores na equipe deverão ser aprovadas previamente pelo INEA. 8. PRAZO O projeto terá duração total de 06 (seis) meses a partir da data contida no Termo de Início. As atividades do Plano de Manejo, manejo de trilha para fiscalização e proteção da RPPN e a abertura de aceiros deverão ocorrer de forma simultânea. 9. OBRIGAÇÕES DAS PARTES 9.1 Obrigações do INEA: Prestar as informações e os esclarecimentos que venham a ser solicitados, bem como disponibilizar-se para reuniões; Supervisionar e acompanhar o desempenho dos serviços e suas etapas, assim como convocar a qualquer momento o executor do projeto para prestar esclarecimentos ou sanar dúvidas; Avaliar produtos de cada etapa (item 6, tabela 1) em até dez dias úteis, no máximo; 9.2 Obrigações da contratada: Estar durante a execução dos serviços em contato com a proprietária do imóvel, com o contratante e com a equipe do SERPPN para troca de informações e orientações técnicas, definição de tarefas, prazos e critérios para aprovação, adequação de estudos à execução e agendar visita técnica; Realizar o serviço objeto deste estudo dentro da boa técnica e em conformidade legal e fornecer sempre que solicitado informações e documentos necessários ao desenvolvimento do serviço; Cumprir todas as diretrizes, realizar todas as tarefas e entregar todos os produtos deste TdR; Submeter o perfil da equipe (currículo e relatório da entrevista) para avaliação e aprovação do INEA; A proposta apresentada deverá conter no preço global todos os componentes do custo, inclusive gastos com passagens, diárias, transportes, combustível, uniformes, alimentação, eventos, reuniões, capacitações previstas, serviços de campo, de digitação, diagramação, 7

8 revisão de texto (ortografia e gramática), elaboração de mapas temáticos, locação de veículos bem como quaisquer gastos oriundos de obrigações e encargos fiscais, tributários, trabalhistas e previdenciário No caso do Plano de Manejo, entregar a versão integral final e o resumo executivo, em meio impresso em 2 vias (sendo 01 via INEA e 01 via ao acervo do Funbio) e digital, em formato e layout estabelecidos pelo INEA; Reservar ao INEA todos os direitos de cópia, publicação, transmissão, distribuição, comunicação ao público e/ou recuperação de todo ou parte do conteúdo por qualquer meio ou para todo o propósito, assim como o direito de uso, publicação,transmissão, distribuição, comunicação ao público e reprodução das imagens; Reservar ao INEA o direito de fazer alterações, caso necessário, na proposta do Plano de Manejo apresentada, de forma a adequá-la à administração eficaz das unidades de conservação; Entregar ao INEA em CD-ROM ou HD externo todas as imagens (mapas, fotos e ilustrações) em alta resolução (mínimo de 300 dpi) e formato vetorial, contendo autoria e legendas, além das respectivas autorizações de uso do material; 9.3 Obrigações da interveniente (proprietária) Responder aos contatos da contratada, do Contratante e da equipe do SERPPN para a troca de informações. Permitir a presença da equipe da contratada da SERPPN e/ou do Contratante na área da RPPN e de sua propriedade. Cumprir com a contrapartida prevista no projeto. Aprovar através de Termo de Consentimento (ou concordância) a realização das atividades previstas neste TDR em propriedade particular. Observações: Para melhor dimensionar as propostas técnica e de preço, recomenda-se aos proponentes analisar in loco as condições físicas, técnicas e logísticas existentes no objeto do presente TdR, por meio de Visita Técnica à Unidade de Conservação. Caberá aos proponentes as despesas desta(s) visita(s) in loco. A comprovação se dará por meio do Atestado de Visita Técnica, a ser fornecido pelo Chefe da UC ou seu preposto no término da referida visita. Esse Atestado integra a relação de documentos a serem apresentados pelas proponentes na etapa de habilitação das mesmas. 10. COORDENAÇÃO TÉCNICA DE ACOMPANHAMENTO Nome Daniela Pires e Albuquerque Luana Almeida Bianquini Função Coordenadora COMBIO Chefe Interina do SERPPN 11. APROVAÇÃO 8

9 Rio de Janeiro, de de Chefe Interina do Serviço de Reservas Particulares do Patrimônio Natural - SERPPN Coordenadoria de Mecanismos de Proteção à Biodiversidade - COMBIO Diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas - DIBAP 9

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