Plano Diretor DPZ

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1 Plano Diretor DPZ Plano diretor de desenvolvimento do Porto de Fortaleza A alternativa de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Fortaleza, a seguir apresentada, busca obter o atendimento às demandas através do melhoramento das instalações existente com reforço estrutural e aprofundamento dos diversos trechos de cais acostável propondo, também, nova organização espacial, evitando-se a construção de novos berços ou terminais, preservando as áreas ao longo do molhe de abrigo, principalmente a praia mansa, para usos alternativos ao atendimento de navios de transporte de cargas. Alternativa de desenvolvimento e zoneamento O porto demandará, para atender ao tráfego projetado para os próximos 20 anos, da disponibilização de terminais para as movimentações de grãos (trigo/milho); de carga geral, contêineres e fertilizantes; e de soja, além de instalações para atender aos navios de cruzeiros marítimos, havendo necessidade de maiores profundidades para o tráfego de contêineres e para as exportações de soja, limitando-se, entretanto, à faixa de 12,0 a 12,5 metros. De uma maneira geral, considerando-se as condicionantes e as necessidades de atendimento às demandas projetadas, o PDZ proposto para o horizonte do ano 2020 contempla: - Um berço para embarcações de tráfego interno do porto e barcos de recreio/passeio turísticos, com profundidades da ordem de 3,5 a 5m metros; - Um terminal de passageiros de cruzeiros marítimos, com profundidade de 8,0 metros; - Um terminal especializado para descarregamento de navios de grãos de trigo e milho; - Um terminal de múltiplo uso, com dois berços com profundidade limitada a 10,0 metros, para atender navios de carga geral,contêineres e fertilizantes, e, eventualmente, exportação de grãos. Com a construção de terminais especializados para contêineres e para exportação de grãos, em novas áreas, esses mesmos dois berços, servirão ao tráfego de carga geral e fertilizantes; - Especialização na movimentação de contêineres em um novo terminal, com profundidade de 12,0 a 12,5 metros; - Um terminal de exportação de soja, cujas características dependerão do tamanho dos navios a serem utilizados, do tamanho de carregamento e de freqüência e sazonalidade dos embarques; e - O píer petroleiro permanecerá com a movimentação de combustíveis líquidos e matérias primas para as fábricas de asfalto e de lubrificantes naftênicos.

2 Agenda Estratégica INTRODUÇÃO A agenda estratégica ( ) é um instrumento de planejamento estratégico, cuja finalidade é a de alinhar, por consenso, distintas visões de futuro, cenários, macro-objetivos, ações prioritárias, projetos e indicadores de avaliação que cada participante do processo tem e entende que se deva considerar coletivamente, em um horizonte de médio prazo. Tem como referência expectativas individuais e coletivas, o estrutural e o conjuntural da realidade portuária, as diretrizes políticas de desenvolvimento nacional e local, a capacidade de obtenção de recursos e os planos existentes com horizontes de longo prazo. A proposta da agenda estratégica surge por se compreender que o cenário macroeconômico em época de globalização é sensível, vulnerável e altamente mutável, com alto grau de incerteza, seja regional, nacional e internacional. Diante de tal fato, portanto, aliado à elaboração de planos com horizontes de longo prazo, especialmente na administração pública, como planos-diretores ou diretrizes estratégicas de longo prazo, torna-se relevante a adoção de agendas estratégicas como valioso instrumento do processo de planejamento estratégico. A agenda estratégica é realizada mediante processos participativos que estimulam o pensamento sistêmico e de prospecção, aproveitando a experiência acumulada dos participantes, o diálogo-problematizador, a integração das diferenças, o consenso e o agir comprometido em direção a um horizonte próximo ou de médio prazo (5 anos). Ao final do processo participativo, se obtém a agenda, fruto da contribuição individual e do consenso, da vontade coletiva de dialogar, de se entender e buscar, conjuntamente, caminhos para a superação dos problemas atuais e para o enfrentamento que os desafios de se criar o futuro impõe a todos aqueles que assumem a responsabilidade e o compromisso pelo amanhã, no caso, do nosso Porto de Fortaleza, Estado do Ceará.

3 FASES DE CONSTRUÇÃO DA AGENDA ESTRATÉGICA Fase 1 Seminário de Construção da Agenda Estratégica do Porto de Fortaleza pela Comunidade Portuária Participante. 5 encontros mês de Abril de 2004 Participantes: Cia. Docas, Marinha Brasileira, Usuários, Armadores, Agentes de Navegação, Sindicatos, OGMO e Órgãos Intervinientes. Fase 2 Rodas de Diálogo com funcionários da Cia Docas do Ceará. 14 encontros meses de maio, junho, julho e agosto de Participantes: Presidente, Assessores, Coordenadores e funcionários. Fase 3 Apresentação da Agenda Estratégica do Porto de Fortaleza. Reunião Gerencial da CDC para avaliar e referendar o trabalho realizado; Apresentação e discussão no CAP; e Devolução da agenda para toda a comunidade portuária participante. Setembro e outubro de 2004 Cenários Cenário 1: Sem investimentos em infra e super-estrutura haverá esvaziamento do Porto de Fortaleza por evasão de cargas para outros portos. Cenário 2: Ocorrendo os investimentos, mais especificamente Aprofundamento do Porto e instalação de equipamentos para movimentação de mercadorias, o Porto de Fortaleza será fortalecido ao longo dos próximos anos. Visão de Futuro Vemos uma ampla movimentação de cargas no Porto de Fortaleza, navios de maior calado, de cabotagem e de longo curso, chegando e saindo do porto. Estamos entre os 15 portos de maior destaque no cenário nacional em tonelagem e entre os cinco maiores em cabotagem de carga conteinerizada. A imagem do Porto é altamente positiva entre os exportadores/importadores.

4 É um Porto certificado, de máxima segurança. Somos um porto com alto nível de automação e informatização, com uma equipe de funcionários altamente treinada. O Porto está presente na vida da cidade de Fortaleza, como história, cultura e serviço. MACROS-OBJETIVOS, AÇÕES ESTRATÉGICAS E PROJETOS 1. Macro-objetivo: Melhorar a infra e super-estrutura portuárias, garantindo sua ampla utilização no atendimento à demanda crescente da exportação/importação. Ações Estratégicas e Projetos: 1.1. Dragar o Porto para a profundidade de 13,0 metros e calado de 12,5 metros, para adequá-lo aos novos padrões marítimos internacionais. Aprofundamento do Porto Ampliar e/ou adequar berços, pátios e armazéns para melhor receber navios e cargas Adequar a estrutura do A-3 e A-4 para movimentação de granel sólido. Instalar Câmara de Inspeção Frigoríficada e Armazém Frigorífico. Ampliar pátio de contêineres. Transformar o A-5 em pátio de contêineres. Implantar nova área de armazenagem para granel sólido. Implantar Projeto Turístico na área da Praia Mansa. Construir armazém C-5 para carga geral Viabilizar a aquisição de equipamentos de movimentação de carga geral e granel sólido para aumentar a eficiência na movimentação de cargas. Instalar equipamentos de movimentação de granel sólido, contêineres e carga geral Manter permanentemente o Sistema de Segurança do Porto dentro dos padrões internacionais.

5 Consolidar a implantação do Plano de Segurança. 2. Macro-objetivo: Atrair cargas para o Porto de Fortaleza, objetivando a utilização de plena capacidade de suas instalações, tornando-o destaque no cenário portuário nacional. Ações Estratégicas e Projetos: 2.1. Atuar com ênfase mercadológica junto aos armadores, donos de mercadoria e operadores logísticos. Participar em feiras e eventos e realizar ações comerciais junto aos armadores, donos de mercadoria e operadores logísticos Estabelecer estrutura tarifária competitiva. Realizar estudo de tarifa portuária e de otimização de custos Agilizar os despachos de mercadorias. Implantar o Centro Integrado de Atendimento ao Usuário. 3. Macro-objetivo: Construir e comunicar uma imagem portuária, com ênfase nas áreas comercial, cultural, de segurança e de capacidade de pleno atendimento, junto aos usuários e sociedade em geral. Ações Estratégicas e Projetos: 3.1. Fortalecer e ampliar a percepção positiva que os diferentes públicos, usuários, instituições e sociedade em geral têm sobre o Porto de Fortaleza. Efetivar a publicação e distribuição de jornal interno e externo. Manter atualizados vídeo, folder e site institucionais.

6 3.2. Implantar a governança eletrônica, visando a transparência das ações e agilidade na troca de informações e na prestação de serviços. Consolidar sistemas informatizados de: Inteligência de Negócios, Controle de Compras e Processos, Intranet, troca de informações com parceiros da operação portuária e Acompanhamento de Serviços do Porto. Implantar a Sala de Controle do Porto e CFTV para área operacional Manter os usuários e a população em geral envolvidos com fatos, ações e realizações culturais do Porto. Criar Salão de Imagens e Objetos do Porto e definir Calendário de eventos. 4. Macro-objetivo: Desenvolver a organização de forma integrada e participativa, visando aumentar seu estado de otimização e realização. Ações Estratégicas e Projetos: 4.1. Atualizar e modernizar o processo de trabalho, buscando maior eficiência organizacional. Atualizar o Manual de Organização. Implantar metas organizacionais, setoriais e de desempenho. Adequar as instalações físicas e quadro funcional às necessidades do trabalho Valorizar e aperfeiçoar o profissional visando um maior desempenho e satisfação no trabalho. Implantar Sistema de Capacitação Profissional e Desenvolvimento Humano e Programas de Desenvolvimento das Unidades de Trabalho e de Aperfeiçoamento Gerencial.

7 Programa de Arrendamento (Aguardando aprovação da ANTAQ) I APRESENTAÇÃO A Companhia Docas do Ceará, como Autoridade Portuária e gestora do patrimônio público, conduz o processo de modernização do Porto de Fortaleza, cujo objetivo maior é torná-lo cada vez mais um porto ágil, competitivo e de baixos custos operacionais, com maior participação da iniciativa privada na gestão e nos investimentos para seu reaparelhamento. No exercício do seu papel que abrange a destinação, ocupação, uso e preservação de áreas portuárias terrestres marítimas e instalações, tem entre seus objetivos a intensificação gradativa do arrendamento de áreas e instalações portuárias. Nesse contexto, apresentamos a Proposta do PROGRAMA DE ARRENDAMENTO DE ÁREAS E INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS PROAP PORTO DE FORTALEZA, em consonância com os preceitos da LEI Nº 8.630/93 e Norma sobre Arrendamento de Áreas e Instalações Portuárias destinadas à movimentação Armazenagem de Cargas e ao Embarque e Desembarque de Passageiros, aprovada pela Resolução Nº 055 ANTAQ, de 16 de dezembro de O plano de arrendamento de áreas e instalações portuárias será efetuado com base nas áreas definidas no Plano Diretor de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Fortaleza, vigente para o período e na Agenda Estratégica desenvolvida no ano de 2004, aprovados pelo Conselho de Autoridade Portuária CAP através da Deliberação nº - 002/97 e Deliberação nº - 004/04, respectivamente. II OBJETIVOS: Arrendar áreas e instalações à iniciativa privada; Reduzir custos portuários; Atrair investimentos privados; Otimizar o desempenho; Maximizar o aproveitamento econômico da infra-estrutura portuária; Contribuir para a modernização do porto de Fortaleza e para o desenvolvimento do Estado do Ceará; Credenciar projetos com a mais alta viabilidade técnica e financeira e maior contribuição ao desenvolvimento estratégico do Porto de Fortaleza.

8 III ÁREAS ARRENDADAS Área 1 Empresa: M. DIAS BRANCO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA Localização: Pátio B1 Área: 6.000m 2 Prazo: 20 anos Vigência: a Objetivo: Implantação de um conjunto de silos para cereais a granel e moinho para industrialização de trigo e seus derivados. Obrigação: Movimentar toneladas/ano Movimentação: toneladas/ano Área 2 Empresa: M. DIAS BRANCO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA Localização: Pátio B2 Lote 1 Área: 1.800m 2 Prazo: 20 anos Vigência: a Objetivo: Destinado à construção de um conjunto de silos verticais para armazenagem de grãos com capacidade estática mínima de toneladas. Obrigação: Movimentar toneladas/ano Movimentação: toneladas/ano Área 3 Empresa: M. DIAS BRANCO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA Localização: Pátio B2 Lote 2 Área: 1.800m 2 Prazo: 25 anos Vigência: a Objetivo: Uso exclusivo de armazenamento, em silos, de cereais a granel movimentados no porto de Fortaleza. Movimentação: toneladas/ano Área 4 Empresa: J. MACEDO ALIMENTOS S/A Localização: Armazém A-1 Área: 6.000m 2 Prazo: 10 anos Vigência: a

9 Objetivo: Arrendamento do Armazém A-1 do Porto de Fortaleza, para uso exclusivo de armazenamento de granéis sólidos. Movimentação: toneladas/ano Área 5 Empresa: TERGAN Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda Localização: Armazém A-2 Área: 6.174m 2 Prazo: 30 anos Vigência: a Objetivo: Uso exclusivo de armazenamento de granéis sólidos Movimentação: toneladas/ano Área 6 Empresa: DE FRANCESCO ALIMENTOS LTDA Localização: Áreas 1 e 2 Cais Pesqueiro Área: 9.500m 2 Prazo: 25 anos Vigência: a Objetivo: Uso exclusivo para armazenamento de contêineres, carga geral ou óleos vegetais. IV ÁREAS A SEREM ARRENDADAS 1. PRAIA MANSA Área de m² destinada à construção de um terminal de embarque/desembarque para passageiros de navios de cruzeiros marítimos, com profundidade de 8,00 metros, associado a um projeto turístico. Justificativa: O arrendamento desta área, hoje não aproveitada, para implantação de píer para navios de passageiros, integrado a uma Estação de Passageiros e equipamentos turísticos, trará como vantagens: aumento da receita da CDC através do arrendamento da área, melhores condições de preservação ambiental da área e revitalização desta área não operacional para fins culturais, recreativos e comerciais. 2. ARMAZÉM A-3 e A-4 Armazéns com m2 de área cada, destinados à movimentação de granéis sólidos. Justificativa: O arrendamento implicará em melhor aproveitamento destes armazéns com instalação de equipamentos modernos de movimentação de granéis sólidos, atraindo para o Porto de Fortaleza novas cargas e promovendo ambiente equilibrado de competição na operação e exploração

10 portuária, visto que já existem outros arrendamentos de armazéns para o mesmo fim. Ressaltamos a vocação do porto para movimentação deste tipo de carga. 3. ARMAZÉM C-3 (GALPÃO DA MANUTENÇÃO) Armazém com m2 de área, destinado à instalação de estrutura frigorificada para consolidação de produtos da fruticultura e pesca. Justificativa: Este arrendamento trará melhoria no desempenho operacional e da qualidade de serviços prestados pelo porto a seus usuários, visto que pelo porto escoam frutas tropicais e pescado. Com a instalação de um armazém frigorífico para consolidação destas cargas, o custo destes produtos sofrerá redução ensejando melhor competitividade dos produtos na exportação. 4. PÁTIO B2 LOTE 3 Pátio com m2 de área, destinado à instalação de silos para movimentação de granéis sólidos. Justificativa: Este arrendamento trará melhor aproveitamento da infraestrutura existente, visto que o pátio em questão é contíguo a outras instalações de granel sólido existentes. Esta área tem vocação natural para construção de novos silos para granéis sólidos atendendo à demanda de movimentação de soja, malte e milho já existente no porto, mas feita em pequena escala devido à ausência de instalações apropriadas.

11 Quadro de Obras

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