PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS"

Transcrição

1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS

2

3 MENSAGEM DO PRESIDENTE O cooperativismo vive seu momento de maior evidência. O Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela ONU, significa o reconhecimento mundial ao importante papel do cooperativismo no desenvolvimento socioeconômico dos cooperados e comunidades. Da mesma forma, o Sistema CECRED ganhou grande destaque internacional ao receber o Prêmio Mundial em Excelência Cooperativista. É diante desse contexto que assumimos a grande responsabilidade de manter a excelência do nosso negócio. Assim, o Sistema CECRED se uniu para construir o Planejamento Estratégico dos próximos cinco anos, apresentado com muita satisfação neste documento. Resultado de mais de seis meses de trabalho, entre levantamentos de informações, estudos e debates, o planejamento foi construído com a participação ativa de todas as cooperativas e a validação do Conselho de Administração. Uma equipe de profissionais dedicou-se ao máximo para apresentar objetivos que atenderão às necessidades estratégicas de todas as cooperativas singulares. Três pontos importantes diferem esse planejamento do anterior: a metodologia utilizada, Balanced Scorecard (BSC), que divide os objetivos estratégicos em quatro eixos; a definição clara dos nossos diferenciais competitivos; e o posicionamento estratégico de mercado. O sucesso do planejamento estratégico está na fidelidade da sua execução e por este motivo servirá de base para os orçamentos anuais de todas as cooperativas. Além disso, os objetivos estratégicos destacados neste documento serão desdobrados em indicadores e metas, que determinarão as ações de cada cooperativa. Agradecemos ao grupo de profissionais do Sistema que tornou real este planejamento, assim como também à empresa de consultoria que nos auxiliou na direção das atividades. Temos a certeza de que os objetivos descritos neste documento serão alcançados, com empenho e cooperação de todos nós. Acreditamos que todos os esforços são apropriados desde que mantenhamos a natureza do nosso negócio: de ser cooperativa acima de tudo. O relacionamento direto e transparente com o cooperado e a preocupação com o desenvolvimento social e econômico das pessoas e comunidades são os fatores que direcionam nossas decisões. Moacir Krambeck Presidente do Conselho de Administração da CECRED 03

4 COMO CONSTRUÍMOS O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O Planejamento Estratégico do Sistema CECRED foi construído através da metodologia BSC (Balanced Scorecard). O BSC divide objetivos estratégicos em 4 eixos principais: Mercado; Cooperados; Produtos e Processos; Aprendizado e Conhecimento. Os objetivos estratégicos são as principais diretrizes que o Sistema pretende seguir. Para colocá-los em prática e com o comprometimento de todas as cooperativas, esses objetivos serão desdobrados em metas e planos de ação. A construção desse trabalho foi bastante participativa com encontros individuais com cada cooperativa para levantar, debater e analisar o ambiente atual e os cenários internos e externos. Essas informações foram consolidadas por um comitê executivo de planejamento estratégico, formado por representantes da Central CECRED e de todas as singulares. A consolidação das propostas de objetivos estratégicos, posicionamento de mercado, diferenciais competitivos foram posteriormente validados pelos presidentes. PRINCIPAIS ETAPAS A concepção deste planejamento contempla diversas etapas, sendo as principais: Alinhamento e Constituição do Comitê Executivo do Planejamento Estratégico, com a validação dos Presidentes Encontros individuais com cada cooperativa singular e central CECRED para levantamento das demandas estratégicas Análise interna, avaliação de mercado, projeções e validação dos números em cada cooperativa Deliberação do Conselho de Administração sobre Posicionamento de Mercado, Diferenciais Competitivos e Objetivos Estratégicos Workshop dos Presidentes: Apresentação das propostas do Comitê Executivo para discussão e validação Workshop do Comitê Executivo: Consolidação das demandas estratégicas e propostas para os objetivos estratégicos Workshop do Comitê Executivo: Cenário Macroeconômico, Indicadores e Mapa Estratégico Seminário de Dirigentes em Joinville - SC. Apresentação e entrega do Planejamento Estratégico Execução, acompanhamento e controle 04

5 AS COOPERATIVAS NO CENÁRIO MACROECONÔMICO Além de informações, números e projeções das cooperativas, o Comitê Executivo de Planejamento Estratégico aprofundou estudos sobre os cenários econômicos nacional e internacional, e seus impactos no mercado financeiro. A crise econômica enfrentada pelas grandes potências mundiais e o novo cenário de negócio no Brasil (constante redução da taxa Selic e do spread bancário) fizeram parte dos itens apreciados para a concepção dos objetivos estratégicos do Sistema CECRED para os próximos 5 anos. Diante dessa realidade, as cooperativas de crédito possuem como principais desafios: capacitação de dirigentes, lideranças e colaboradores para o novo cenário de negócios; ampliação de prazos e volume da carteira de crédito, visando ganho em escala; e aumento do índice de cobertura das despesas totais com receitas provenientes de produtos e serviços com alto valor agregado. 05

6 POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO DE MERCADO DO SISTEMA CECRED O posicionamento estratégico do Sistema CECRED estabelece o principal negócio das cooperativas singulares. Ele define qual é o nosso público-alvo, ou seja, para quem devemos direcionar os maiores esforços considerando o nível de competitividade. Parcerias Institucionais COOPERADOS Pessoas Físicas / Alta Renda + COMPETITIVO Pessoas Físicas COMPETITIVO Micro e Pequena Empresa Pessoas Jurídicas - Média Empresa COOPERADOS Foco Principal Devemos ser os melhores. Aqui está o nosso diferencial competitivo, natural e permanente. Foco Complementar Atendimento especialmente em captação de recursos e prestação de serviços com qualidade. Parcerias Institucionais. Atendimento especialmente na prestação de serviços e parcerias para o desenvolvimento dos respectivos segmentos e da sociedade. Posicionamento Estratégico: Crédito Urbano cooperativas abertas com foco em pessoa física e jurídica (micro e pequena empresa) e cooperativas segmentadas com foco no seu público alvo, pessoa física e jurídica (micro e pequena empresa). 06

7 DIFERENCIAIS COMPETITIVOS Podemos considerar como diferenciais competitivos tudo aquilo que nos torna únicos aos olhos dos nossos cooperados. Abaixo seguem nossos diferenciais, que devem estar na mente de todos os dirigentes, lideranças e colaboradores, para que possamos transmiti-los aos nossos cooperados e alcançar com eficácia nossos objetivos. SER COOPERATIVA Natureza do negócio que, como instituição de atuação local ou segmentada, agrega renda e proporciona desenvolvimento social e econômico. PERTENCIMENTO Transparência nas relações, fortalecendo a participação do cooperado, que assume seu papel de dono e usuário, decorrente da percepção de pertencer à cooperativa e sentir que esta lhe pertence. RELACIONAMENTO E SIMPLICIDADE Proximidade com o cooperado, reconhecendo e buscando a satisfação das suas necessidades, com um atendimento personalizado, de forma transparente, simples e direta. 07

8

9

10 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS MERCADO 1. Crescer, no mínimo, 20% ao ano em número de cooperados: através da ampliação, expansão, ocupação e cobertura (SC, RS e PR), priorizando o potencial das atuais cooperativas, evitando a sobreposição de áreas entre as de livre admissão. 2. Ampliar a cobertura das despesas totais com receitas de serviços. 3. Diminuir os custos fixos sobre os ativos totais. 4. Rentabilizar o Patrimônio Líquido, no mínimo, em 100% da taxa Selic. 5. Crescer, no mínimo, 30% ao ano em ativos totais. 6. Fortalecer a marca sistêmica mantendo a singularidade. 10

11 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS COOPERADO 1. Intensificar ações educativas e de fomento junto aos cooperados e comunidades, visando a ampliação do quadro social e da participação efetiva dos sócios nas atividades das cooperativas senso de pertencimento. (PROGRID, comitês educativos, eventos e outros). 2. Aumentar a participação do cooperado na utilização de produtos e serviços (IPP - índice de penetração do produto - e ticket médio). 3. Desenvolver ações educativas e de desenvolvimento de projetos focando o empreendedorismo para pessoa física e jurídica (negócios do cooperado). 4. Reforçar a comunicação direta com o cooperado demonstrando os benefícios pessoais e coletivos da sua participação na cooperativa para a geração de riquezas - proposta de valor. 5. Atender o público alvo principal (pessoas físicas e empresas de micro e pequeno porte) de forma diferenciada, com soluções integrais para fidelização, mantendo o modelo cooperativo de crédito urbano, foco local e/ou segmento de atuação. 11

12 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS PRODUTOS E PROCESSOS 1. Investir, otimizar e gerenciar os canais de atendimento, direcionando a geração de negócio de forma presencial e as transações simples através do autoatendimento. 2. Aprimorar a estrutura de atendimento para pessoa jurídica e ampliar o portfólio de produtos e serviços (pessoa física e jurídica), com destaque para captação. 3. Desenvolver modelo de inteligência de negócios: informações gerenciais, comerciais e de relacionamento. 4. Aprimorar a gestão de riscos e o sistema de controles internos. 5. Manter e reforçar o modelo de centralização dos serviços comuns às singulares, com mapeamento e gestão dos processos. 6. Manter e ampliar o modelo de parcerias estratégicas em infraestrutura, produtos e serviços. 12

13 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS APRENDIZADO E CONHECIMENTO 1. Promover o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais para o novo cenário de negócio, com metodologias e ferramentas adequadas (programa de endomarketing, comunicação colaborativa e EAD ensino à distância). 2. Programa de capacitação para conselho de administração e fiscal, para aplicação plena dos padrões de governança do Sistema. 3. Programa intensivo e continuado de capacitação de executivos, diretores e gerentes para o exercício das suas atribuições frente ao novo modelo de governança e cenário de negócio. 4. Reformular o Prolider focando maior aplicação prática e garantindo mais agilidade no processo de capacitação de coordenadores. 5. Aprimorar políticas de gestão de pessoas atualizadas de acordo com a dinâmica de mercado para manter e atrair talentos. 6. Fortalecer o modelo de governança consolidando a segregação do estratégico e executivo, aprimorando o modelo de participação dos cooperados nas singulares e na central. 13

14 MAPA ESTRATÉGICO Mercado e Sociedade Cooperado Produtos e Processos Aprendizado e Conhecimento CRESCIMENTO E SOLIDEZ Promover o crescimento da base de cooperados Aumentar o número de ativos Aumentar a cobertura das despesas com receita de serviços Diminuir os custos em relação aos ativos RELACIONAMENTO DIFERENCIADO E SIMPLICIDADE Estimular a utilização dos produtos e serviços Aprimorar o atendimento diferenciado para fidelização de cooperados VISÃO DE NEGÓCIOS COM SUSTENTABILIDADE Ampliar a captação de recursos Aprimorar a gestão de riscos e controles internos Ampliar a aplicação de recursos Ampliar o portfólio de produtos e serviços PESSOAS E COMPETÊNCIAS FAZEM A DIFERENÇA Administrar o PPR - Programa de Participação nos Resultados Promover o treinamento de pessoas Gerar maior rentabilidade do PL Aprimorar a eficiência operacional Ampliar o senso de pertencimento Incentivar a Educação, Formação e Informação Ampliar as receitas com serviços Controlar as despesas operacionais Atrair, desenvolver e manter talentos 14

15

16 Viacredi Acredicoop CecrisaCred Credifiesc Credcrea Credelesc Transpocred Credifoz Credicomin Crevisc SCRcred Rodocrédito Viacredi Alto Vale Transulcred

Ciclos de Melhoria e Inovação dos Processos Caso Sebrae/RJ. Palestrante: Marcelo Lima Gerente TI

Ciclos de Melhoria e Inovação dos Processos Caso Sebrae/RJ. Palestrante: Marcelo Lima Gerente TI Ciclos de Melhoria e Inovação dos Processos Caso Sebrae/RJ Palestrante: Marcelo Lima Gerente TI Agenda O Sebrae/RJ Contexto Inicial Iniciativas de Gestão por Processos Iniciativa Interna Projeto Gestão

Leia mais

Aprovado na 4ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo 10-12-10 REVISADO NA 3ª RO DO CONSELHO DELIBERATIVO 24-08-12

Aprovado na 4ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo 10-12-10 REVISADO NA 3ª RO DO CONSELHO DELIBERATIVO 24-08-12 Aprovado na 4ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo 10-12-10 REVISADO NA 3ª RO DO CONSELHO DELIBERATIVO 24-08-12 Missão: MISSÃO Administrar os recursos previdenciários com segurança e rentabilidade,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS 1 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS 2014.1 BRUSQUE (SC) 2013 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 FUNDAMENTOS EM SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO...

Leia mais

Módulo 5. Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios

Módulo 5. Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios Módulo 5 Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios Implementando BSC para um negócio específico O BSC é uma estrutura para desenvolvimento

Leia mais

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG

Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG 1 Introdução Texto para discussão Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG Como resultado da coleta de subsídios para aperfeiçoamento da gestão da carreira de Especialista em Políticas

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica

Planejamento e Gestão Estratégica Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada

Leia mais

Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho?

Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho? Resultados, Sustentabilidade, Desempenho, Foco. Sim, sabemos que a sua organização quer chegar lá. Mas você sabe o melhor caminho? Nossa Empresa A MasterQual é uma consultoria brasileira que tem como principal

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 0 2014 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO FACULDADE CENTRO MATO-GROSSENSE SORRISO/MT Portaria Nº 004/2015 Dispõe sobre Relatório Apresentado pela Comissão Própria

Leia mais

Organização, Processos e Tomada de Decisão

Organização, Processos e Tomada de Decisão Organização, Processos e Tomada de Decisão Planejamento e Programação na Administração Pública Administração Estratégica Elaboração e Gestão de Projetos 59 Empreendedorismo Governamental Um plano de gestão

Leia mais

Como tudo começou...

Como tudo começou... Gestão Estratégica 7 Implementação da Estratégica - BSC Prof. Dr. Marco Antonio Pereira pereira@marco.eng.br Como tudo começou... 1982 In Search of Excellence (Vencendo a Crise) vendeu 1.000.000 de livros

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover

Leia mais

Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira

Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira Minuta do Capítulo 12 do PDI: Capacidade e Sustentabilidade Financeira Elaborada pela Pró-Reitoria de Administração 1 1 Esta minuta foi apreciada pelo Colégio de Dirigentes em 7 de julho de 2014, sem ressalvas.

Leia mais

Estrutura do PDI 2014-2018

Estrutura do PDI 2014-2018 APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências Unimed Apucarana Gestão por Competências Unimed Apucarana Unimed Apucarana em números 158 médicos cooperados 16 aspirantes a cooperado 17.676 clientes 63 colaboradores 79 recursos

Leia mais

Julho/2011 Volcei Marcon Gabriel Albino

Julho/2011 Volcei Marcon Gabriel Albino Workshop Descrição de cargos Julho/2011 Volcei Marcon Gabriel Albino Agenda 1 2 3 Nossa metodologia O Projeto Workshop de Descrição de Cargos 2011 Hay Group. All rights reserved 1 01 Nossa metodologia

Leia mais

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 Processo de Avaliação e Acompanhamento de Empreendimentos Pré-Incubados Utilizando Balanced Scorecard Perez, Celso Roberto Instituto

Leia mais

Economia Criativa conceito

Economia Criativa conceito Economia Criativa conceito A Economia Criativa é um conceito ainda em desenvolvimento, que compreende a gestão da criatividade para gerar riquezas culturais, sociais e econômicas. Abrange os ciclos de

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo

Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade. Versão para público externo Votorantim Industrial Relatório de Sustentabilidade Versão para público externo Mensagem da alta administração Em 93 anos de história da Votorantim, temos mantido a consistência na geração de valor, pautando

Leia mais

1 COOPERATIVA 14 COOPERATIVAS 504 MIL 4,4 BILHÕES CENTRAL SINGULARES MAIS COOPERADOS MAIS DE ATIVOS DE R$ POSTOS DE ATENDIMENTO

1 COOPERATIVA 14 COOPERATIVAS 504 MIL 4,4 BILHÕES CENTRAL SINGULARES MAIS COOPERADOS MAIS DE ATIVOS DE R$ POSTOS DE ATENDIMENTO Título 1 COOPERATIVA CENTRAL 14 COOPERATIVAS SINGULARES MAIS DE 504 MIL COOPERADOS MAIS DE R$ 4,4 BILHÕES DE ATIVOS 155 POSTOS DE ATENDIMENTO VIACREDI ACREDICOOP CECRISACRED CREDIFIESC CREDCREA CREDELESC

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Página 1 Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Projeto I Padronização e Melhoria dos Procedimentos das Varas Federais, Juizados e Turmas Recursais Escopo: Implementação de método de gerenciamento

Leia mais

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM 5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM Oficina 2 Grupo G1 28/01/2015 SUMÁRIO Abertura Matriz SWOT Perspectivas do BSC e Objetivos Estratégicos Mapa Estratégico Vetores Formulação Estratégica Abertura

Leia mais

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11 Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás Projeto IV.11 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento

Leia mais

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização

Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Unidade de Projetos de Termo de Referência para elaboração e desenvolvimento de Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Agosto de 2009 Elaborado em: 4/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

ACoordenação da Pós-Graduação da Faculdade São Luís

ACoordenação da Pós-Graduação da Faculdade São Luís O PROFISSIONAL-PESQUISADOR. O PERFIL ATUAL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE SÃO LUÍS Mônica Cairrão Rodrigues* ACoordenação da Pós-Graduação da Faculdade São Luís acredita que o diferencial na postura do

Leia mais

GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA

GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA SONIA RIOS Economista / Administradora de Empresas Gestão Privada e Pública / Psicóloga Consultora Empresarial Especialista em Gestão Estratégica

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4. 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4 Planejamento Estratégico do Sindicato Caderno de Orientações para Outubro de 2008 Sumário 1 APRESENTAÇÃO...3 2 LINHAS GERAIS...4 2.1. Diretrizes Básicas... 4 2.3. Objetivos... 4 2.4. Público-Alvo... 4

Leia mais

Como pode ser dividido

Como pode ser dividido Planejamento Como pode ser dividido O planejamento estratégico prever o futuro da empresa, em relação ao longo prazo. De uma forma genérica, consiste em saber o que deve ser executado e de que maneira

Leia mais

A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO

A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO Plano Plurianual 2010-2014 Considerando o caráter dinâmico do processo de planejamento estratégico, o monitoramento e as revisões periódicas vêm auxiliar a Administração,

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES POLÍTICA DE RELACIONAMENTO CORPORATIVO COM GRANDES CLIENTES CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA SESI, SENAI E IEL GERÊNCIA EXECUTIVA DE RELAÇÕES COM O MERCADO BRASÍLIA,

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS SUSTENTABILIDADE E M P R E S A R I A L Política de Sustentabilidade Empresarial das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014. Fone: (47) 433.2351 www.simpesc.org.br

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014. Fone: (47) 433.2351 www.simpesc.org.br PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (BALANCED SCORECARD - BSC) 2010 2014 Sumário - Desafios das Organizações - Histórico do Trabalho - Breve Conceituação BSC - Apresentação do Mapa Estratégico - Objetivos Estratégicos

Leia mais

RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM

RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM RESUMO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SESCOOP/AM MISSÃO DO SESCOOP Promover o desenvolvimento do Cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras 2010 Declaração Nós, das Empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e

Leia mais

Edital PROEX/IFRS nº 021/2015. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto

Edital PROEX/IFRS nº 021/2015. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto Edital PROEX/IFRS nº 021/2015 Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto A Pró-reitora de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios Orientações para elaborar um Plano de Negócios Maio de 2010 www.nascente.cefetmg.br Página 1 Apresentação Este documento contém um roteiro básico de Plano de Negócios. O objetivo é permitir que o futuro

Leia mais

PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Aprovado na 135ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, em 18 de dezembro de 2012 1 PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Aprovado

Leia mais

Edital PROEX/IFRS nº 17/2016. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto

Edital PROEX/IFRS nº 17/2016. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto Edital PROEX/IFRS nº 17/2016 Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto O Pró-reitor de Extensão Substituto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 12 Capacidade e Sustentabilidade Financeira

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 12 Capacidade e Sustentabilidade Financeira PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019 Capítulo 12 Capacidade e Sustentabilidade Financeira Florianópolis Dezembro 2014 CAPÍTULO 12...12.1 CAPACIDADE E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA...12.1 12.1

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

Grupo de Apoio ao Planejamento Institucional. Projeto de Governança do Planejamento Estratégico do Ministério Público do Estado do Pará

Grupo de Apoio ao Planejamento Institucional. Projeto de Governança do Planejamento Estratégico do Ministério Público do Estado do Pará ESTADO DO PARÁ MINISTERIO PÚBLICO Grupo de Apoio ao Planejamento Institucional Projeto de Governança do Planejamento Estratégico do Ministério Público do Estado do Pará Abril/2014 PROJETO DE GOVERNANÇA

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

Premissas conceituais e abordagem

Premissas conceituais e abordagem Premissas conceituais e abordagem EDUCAÇÃO CORPORATIVA: CONSTRUINDO A PONTE ENTRE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS (competências humanas) E ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIO (competências organizacionais) Instituto Sindipeças

Leia mais

www.idsingular.com.br

www.idsingular.com.br Business and Executive Coach ID Coach Seu mundo do tamanho do seu conhecimento Tel. 31 3681 6117 ID COACH No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo.

Leia mais

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT

K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT K & M KNOWLEDGE & MANAGEMENT Conhecimento para a ação em organizações vivas CONHECIMENTO O ativo intangível que fundamenta a realização dos seus sonhos e aspirações empresariais. NOSSO NEGÓCIO EDUCAÇÃO

Leia mais

MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc.

MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc. CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Administração: Gestão de Negócios em Comércio e Vendas Coordenação Acadêmica: Prof. Fernando R. A. Marchesini, Msc. 1 OBJETIVOS: Conduzir

Leia mais

COOPERAÇÃO TÉCNICA NÃO REEMBOLSÁVEL ATN/OC 9736-BR PROGRAMA DE ESTRATÉGIA E PLANO DE AÇÃO PARA A EFETIVIDADE DO DESENVOLVIMENTO NO BRASIL PRODEV

COOPERAÇÃO TÉCNICA NÃO REEMBOLSÁVEL ATN/OC 9736-BR PROGRAMA DE ESTRATÉGIA E PLANO DE AÇÃO PARA A EFETIVIDADE DO DESENVOLVIMENTO NO BRASIL PRODEV COOPERAÇÃO TÉCNICA NÃO REEMBOLSÁVEL ATN/OC 9736-BR PROGRAMA DE ESTRATÉGIA E PLANO DE AÇÃO PARA A EFETIVIDADE DO DESENVOLVIMENTO NO BRASIL PRODEV ACORDO FIRMADO COM O BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior

Núcleo Comum. Gestão Empresarial. Administração Estratégica Planejamento e o BSC. Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior Núcleo Comum Gestão Empresarial Administração Estratégica Planejamento e o BSC Prof. Me. Achiles Batista Ferreira Junior INTRODUÇÃO O ato de planejar e gerenciar pertence ao cotidiano de grande parte dos

Leia mais

Balanced Scorecard INTRODUÇÃO

Balanced Scorecard INTRODUÇÃO Balanced Scorecard Transformando a teoria em prática Nairson de Oliveira Drª Rosemeire Guzzi Sampaulo INTRODUÇÃO Somente 10% das empresas conseguem executar suas estratégias Fortune Na maioria dos fracassos

Leia mais

1. METODOLOGIA APLICADA

1. METODOLOGIA APLICADA 1. METODOLOGIA APLICADA O propósito do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações

Leia mais

RadarInovação-Setembrode2010. DanielSaadeGuilhermePereira

RadarInovação-Setembrode2010. DanielSaadeGuilhermePereira RadarInovação-Setembrode2010 DanielSaadeGuilhermePereira EMPRESA SOCIAL DE BASE TECNOLÓGICA: UM CAMINHO ENTRE CIÊNCIA E MERCADO O caráter social da transferência de tecnologia de instituições de ciência

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

Plataforma de Colaboração do Sicoob

Plataforma de Colaboração do Sicoob Plataforma de Colaboração do Sicoob Colaboração Colaboração: Pessoas trabalhando juntas para resolver problemas comuns Experiência Conhecimento Conteúdo Novas Soluções Interação Foco nos Objetivos Cooperativismo

Leia mais

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012

GESPÚBLICA. Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 GESPÚBLICA Brasília ǀ 25 de Setembro de 2012 Resultados Decisões Estratégicas Informações / Análises O PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA Ideologia Organizacional Missão, Visão,Valores Análise do Ambiente

Leia mais

Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração

Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração Marta Suplicy Ministra da Cultura Ana Cristina Wanzeler Secretária-Executiva Marcelo Narvaes Fiadeiro Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração Paulo Cesar Kluge Coordenador-Geral de Tecnologia

Leia mais

Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR. Imagens: depositphotos.com. Roberto Dias Duarte

Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR. Imagens: depositphotos.com. Roberto Dias Duarte Contador 2.0 CONTADOR 2.0: MODELOS DE NEGÓCIOS CONTÁBEIS DE ALTO VALOR Imagens: depositphotos.com www.robertodiasduarte.com.br facebook.com/imposticida contato@robertodiasduarte.com.br Nossa "prosa" SPED

Leia mais

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas

4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas 4 Proposta de método de avaliação de desempenho em programas O método de avaliação foi proposto especialmente para esta pesquisa, mas poderá ser utilizado em outros casos relacionados à avaliação de desempenho

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Angela Sprenger (FCAV) angelasp@uol.com.br Beatriz Leonel Scavazza (FCAV) bscavazza@vanzolini-ead.org.br Gulherme

Leia mais

Balanço Social 2007. 1 - Apresentação. 1.1 Carta do Diretor Executivo. Índice. 1 - Apresentação. 2 - Empresa. 3 - Qualidade.

Balanço Social 2007. 1 - Apresentação. 1.1 Carta do Diretor Executivo. Índice. 1 - Apresentação. 2 - Empresa. 3 - Qualidade. 1 - Apresentação Balanço Social Índice 1 - Apresentação 1.1 Carta do Diretor Executivo 1.2 Perfil do Empreendimento 1.3 Nossos Produtos e Serviços 1.4 Abrangência de Atuação 1.5 Setores de Atuação 2 -

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

Programa de Gestão Estratégica da chapa 1

Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Programa de Gestão Estratégica da chapa 1 Apresentamos a primeira versão do programa de gestão estratégica da chapa Construindo Juntos um ICT de Excelência. Esse documento é fruto de uma construção coletiva,

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2010 SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO FINANCEIRA EM CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA. Contatos Luiz Augusto Gonçalves de

Leia mais

Educação Corporativa no TCU. Vilmar Agapito Teixeira Diretor de Desenvolvimento de Competências Instituto Serzedello Corrêa

Educação Corporativa no TCU. Vilmar Agapito Teixeira Diretor de Desenvolvimento de Competências Instituto Serzedello Corrêa Educação Corporativa no TCU Vilmar Agapito Teixeira Diretor de Desenvolvimento de Competências Instituto Serzedello Corrêa Programa de Formação AUFC-TEFC 2009 Blog de concurseiro Para consultores, combinar

Leia mais

GERAÇÃO DE RENDA ATRAVÉS DE PRODUTOS ARTESANAIS

GERAÇÃO DE RENDA ATRAVÉS DE PRODUTOS ARTESANAIS GERAÇÃO DE RENDA ATRAVÉS DE PRODUTOS ARTESANAIS Franciele Hoffmann, Fernanda Cristina Sanches, Lidiane da Silva Fernandes, e-mail: fer.c.sanches@hotmail.com Projeto de Extensão Tecnológica Empresarial

Leia mais

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE GENÉTICA Planejamento Estratégico 2012-2016 Março de 2012 2 Planejamento Estratégico DEPARTAMENTO DE GENÉTICA 1. Missão O Departamento

Leia mais

Planejamento estratégico 2016-2019

Planejamento estratégico 2016-2019 Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO

Leia mais

PARCERIA GOVERNO RS E ASSOCIAÇÃO QUALIDADE RS / PGQP

PARCERIA GOVERNO RS E ASSOCIAÇÃO QUALIDADE RS / PGQP Governo do Estado do Rio Grande do Sul PARCERIA GOVERNO RS E ASSOCIAÇÃO QUALIDADE RS / PGQP JULHO DE 2003 À JULHO DE 2006 1 PROJETOS DIVERSOS JUL/2003 JUL/2006 2003 Assinatura do Termo de Cooperação Concepção

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPD - 07 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XV GRUPO DE INOVAÇÃO TECONOLÓGICA, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO - GPD AVALIAÇÃO

Leia mais

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente

Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Presidente. Diretoria Executiva Luiz Barretto Diretor-Presidente SISTEMA SEBRAE DIRECIONAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2022 1 2 2012 Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação,

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 3 - AS PERSPECTIVAS DO BSC - FINANCEIRA E CLIENTES PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA

Leia mais

Disciplina : Avaliação de Desempenho. Prof. Robson Soares

Disciplina : Avaliação de Desempenho. Prof. Robson Soares Capítulo 4 Balanced Scorecard Disciplina : Avaliação de Desempenho Prof. Robson Soares À medida que são verificados os diversos conceitos e concepções ligados a avaliação de desempenho, torna-se necessário

Leia mais

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg Valores & Princípios Grupo Freudenberg C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o Nossos Princípios & Conduta e Comportamento 3 Os Nossos Princípios e o documento de

Leia mais

Projeto de Disseminação da Informação para ME e EPP no Brasil Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação

Projeto de Disseminação da Informação para ME e EPP no Brasil Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação Projeto de Disseminação da Informação Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação Introdução Detalhamento da Proposta do Projeto Estratégia e desenvolvimento tático Atividades e ações Resultados

Leia mais

Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas

Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas Decreto n 5.707/2006 Marco Legal Decreto nº 5.707, de 23/02/2006 Instituiu a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 1 O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 100-TC-B5 05/2005 Daniela Karine Ramos Ilog Tecnologia, dadaniela@gmail.com B - Conteúdos

Leia mais

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos

Leia mais

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 AS EMPRESAS Mapa Estratégico Menos níveis hierárquicos Foco no Cliente Novas Lideranças Gestão por processos O RH parceiro da estratégia Terceirizações Foco no core

Leia mais

A Experiência do Ministério dos Transportes na execução da estratégia

A Experiência do Ministério dos Transportes na execução da estratégia A Experiência do Ministério dos Transportes na execução da estratégia MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Secretaria de Política Nacional de Transportes SPNT Orlando Figueiredo Filho O contexto das mudanças SETOR

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO PERFIL DE CARGO S 1- DADOS DA VAGA Cargo: Analista Função: Analista de Cooperativismo e Monitoramento Unidade Estadual: Sescoop- Maranhão Carga Horária: 40h/ semanais Salário: R$ 1.663,00 (hum mil seiscentos

Leia mais

PLANO DE CAPACITAÇÃO

PLANO DE CAPACITAÇÃO PLANO DE CAPACITAÇÃO FASE 1-2012 SOLUÇÕES CRONOGRAMA SUSTENTABILIDADE DEZEMBRO GESTÃO FINANCEIRA SETEMBRO A NOVEMBRO GESTÃO DE PESSOAS NOVEMBRO A DEZEMBRO INDICADORES DE GESTÃO E DESEMPENHO EMPRESARIAL

Leia mais

Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais. MBA Executivo em Finanças Corporativas

Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais. MBA Executivo em Finanças Corporativas Investimento: a partir de R$ 179,00 mensais Tempo de realização do MBA: 18 meses Investimento: R$179,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF) Ou Investimento: R$ 219,00 (acesso ao portal na internet,

Leia mais

POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina

POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina índice APRESENTAÇÃO...3 POLíTICA DE PATROCíNIOS Do Grupo Volvo América Latina...3 1. Objetivos dos Patrocínios...3 2. A Volvo como Patrocinadora...3

Leia mais

Planejamento Estratégico 2014-2018

Planejamento Estratégico 2014-2018 Planejamento Estratégico 2014-2018 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE GOIÁS Crea-GO O Planejamento Estratégico é um processo dinâmico, sistêmico, participativo e contínuo para determinação

Leia mais

Esfera: 10 Função: 20 - Agricultura Subfunção: 122 - Administração Geral UO: 22101 - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Esfera: 10 Função: 20 - Agricultura Subfunção: 122 - Administração Geral UO: 22101 - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Programa 0360 Gestão da Política Agropecuária Numero de Ações 11 Ações Orçamentárias 10HD Implantação do Projeto de Melhoria da Infra-estrutura da Sede do MAPA Produto: Projeto implantado Unidade de Medida:

Leia mais

Ações Empresariais com Agregação de Valor

Ações Empresariais com Agregação de Valor GESTÃO CORPORATIVA Ações Empresariais com Agregação de Valor Heleni de Mello Fonseca Diretora de Gestão Empresarial 1 ESTRATÉGIA EMPRESARIAL DA CEMIG 2003/2006 Alinhada ao direcionamento do Sócio Majoritário,

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO

PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO PESQUISA CENÁRIO 2010-2015: DESAFIOS ESTRATÉGICOS E PRIORIDADES DE GESTÃO PESQUISA RESPONDENTES 1065 executivos (as) PERÍODO De 02 a 17 (Novembro de 2009) CEOs Diretores UNs Diretores Funcionais QUESTIONÁRIO

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA UNIVERSIDADE COOPERATIVA Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA Educação Empresarial - Treinamento

Leia mais

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna A importância dos RECURSOS HUMANOS na empresa moderna Organizações: cenário atual Empresas vêm passando por impactos revolucionários: Dimensão globalizada Aumento da competitividade Mudanças constantes

Leia mais