AQUARELAS MÚSICAIS. ALISSON THIAGO DO NASCIMENTO (

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AQUARELAS MÚSICAIS. ALISSON THIAGO DO NASCIMENTO (E-mail: ali14alis@hotmail.com)"

Transcrição

1 1 AQUARELAS MÚSICAIS ALISSON THIAGO DO NASCIMENTO ( Resumo: As obras realizadas pelo pesquisador/artista Alisson Thiago do Nascimento, nascido na cidade de Ponta Grossa (Paraná / Brasil), com uma produção singular subjetiva, voltada para a música e a pintura em aquarela. A construção/composição da poética das obras, intitulada Aquarelas Musicais acontece de forma dialógica, contém um caráter de construção artística, existe uma técnica, com os diversos processos e materiais; e a uma poética autoral, embasadas teoricamente pelos autores Pareyson (1984) e Hutcheon (1991) e Rey (2002). Consiste a produção artística em seis (6) obras, utilizado a técnica do desenho de hachuras, com formas livres e espontâneas, sem uma preocupação rígida na formação da imagem das obras, acontece o desenvolvimento essa técnica, com a proximidade das linhas, criando luz e sombra, volume e texturas de cada produção. Para a finalização das obras, utilizada a técnica da pintura em aquarela para a composição, e forma as cores das obras. Contextualização poéticamente, existe uma pesquisa sobre a definição de poética, pois acontece um processo de produção das obras, no sentido de processamento, uma técnica para a criação e junto um formação de significado. A poética elaborada tem como características os diferentes instrumentos musicais, como são tocados musicalmente, dentro das diversas culturas e utilizados nos mais distintos estilos da música, exemplo o Clássico, Blues, Folk, Rock, Grunge, Instrumental e no Jazz. Para a composição e formação visual das obras, relacionado diretamente a sensação no ato do músico tocar algum instrumento com as cores. O processo de criação/experimentação teve como referência a fotografia e para conceber a criação, partindo de um esboço, até a arte final. Palavra-chave: Pintura Aquarelada. Poética. Hachuras. Introdução Esta pesquisa tem como abordagem dois temas norteadores: o processo de produção de sentido coma pintura em aquarela e a construção de obras artísticas. Foi escolhido como abordagem na construção da arte, pelo fato do caráter conceitual e simbólico existente, o método de pesquisa qualitativa, que decorre das áreas sociais. Está metodologia procura realçar/ressaltar o aprofundamento do exercício da intuição e da imaginação, volta-se à construção do sensível. Utilizada a fenomenologia, onde procura ver a experiência enquanto acontecimento de um fenômeno, e não a partir de conceitos. Para Alvares (2012, p.32), busca tornar visível e explicita a experiência vivida, a constituição do mundo-vida, assim estabelecendo na pesquisa uma relação dialógica, abarcando teoria e prática, sendo assim, o processo de formação de sentido e criação das obras. Buscou-se, assim, nessa própria realidade individual, algo memorável, com

2 2 conceito/simbologia para ser produzido, transformado em arte. Assim, segundo Bueno (2003, p. 33), o mundo passa a ser o conteúdo do meu saber, o conteúdo da minha experiência, o conteúdo do meu pensar e conteúdo da minha consciência [...] pois parte da vivência imediata da consciência para chegar a pressupostos do nosso conhecimento. A partir dos pressupostos fenomenológicos, pode-se afirmar que o conhecimento só tem sentido se estiver relacionado com a realidade das coisas humanas, e a construção do conhecimento parte de uma leitura dialógica da realidade, pois reúne na intencionalidade, o sujeito e o objeto, a existência e a significação, o homem e o mundo. (ALVARES, 2012) Poética Nesta pesquisa, a questão poética é abordada para o desenvolvimento e a construção do significado de uma obra de arte. A obra acontece de forma dialógica e contém um caráter de construção artística, uma técnica, com os diversos processos e materiais, e a uma poética. De acordo com Hutcheon (1991, p.24), poética é uma estrutura teórica aberta, em constante mutação, com a qual possamos organizar nosso conhecimento cultural e nossos procedimentos críticos para uma construção de significado. Para Pareyson (1984), poética é, [...] um determinado gosto convertido em programa de arte, onde por gosto se entende toda a espiritualidade de uma época ou de uma pessoa tornada expectativa de arte; [...]. À atividade artística é indispensável uma poética, explícita ou implícita, já que o artista pode passar sem um conceito de arte mas não sem um ideal, expresso ou inexpresso, de arte. [...] uma poética é eficaz somente se adere à espiritualidade do artista e traduz seu gosto em termos normativos e operativos, o que explica como uma poética está ligada ao seu tempo, pois somente nele se realiza aquela aderência e, por isso, se opera aquela eficácia. (PAREYSON, 1984, p. 26). Na citação acima, Pareyson (1984) e Hutcheon (1991) esclarecem a definição de poética na construção simbólica/conceitual para um processo de criação artística. Segundo Rey (2002, p 123), Para o artista, a obra é, ao mesmo tempo, um processo de formação e um processo no sentido de processamento, de formação de significado. É nessa borda, entre procedimentos diversos transpassados por significações em formação e deslocamentos, que se instaura a pesquisa.

3 3 Rey (2002) comenta sobre a concepção da obra de arte, entre construção de significados subjetivos do artista para a criação (de sentido) da obra. O autor explica, ainda, que A obra é, ao mesmo tempo, um processo de formação e um processo no sentido de processamento; de formação de significado, [...] é porque, de alguma forma, a obra interpela os meus sentidos, ela é um elemento ativo na elaboração ou no deslocamento de significados já estabelecidos. Ela perturba o conhecimento de mundo que me era familiar antes dela: ela me processa. (REY, 2002, p. 123) A citação acima comenta sobre o processo formador de que se constitui a poética, o diálogo existente na construção/formação poética com a personalidade do artista, as circunstâncias, os meios e valores existentes. Segundo Perissé (2009, p. 42), a própria obra do artista constitui o próprio artista, suas verdades e mentiras, angústias e certezas, aquilo que se sente, aquilo que pressente. Na sua própria obra o artista habita [...] suas dores e perplexidades, seus relatos e ilusões, suas convicções e seus achados. Essas são construções simbólicas presentes em uma obra, pois, segundo Rey (2002), existe uma construção artística no processo de criação para algo/alguém. Também neste sentido, de fazer um processo a alguém: sim, somos processados pela obra. A obra, em processo de instauração, me faz repensar os meus parâmetros, me faz repensar minhas posições. O artista, às voltas com o processo de instauração da obra, acaba por processar-se a si mesmo, coloca-se em processo de descoberta. Descobre coisas que não sabia antes e que só pode ter acesso através da obra (REY, 2002, p. 123). Ainda para Rey (2002), existe uma construção e um processo de descoberta, pois o artista expõe seus conceitos, olhares e posições no ato da criação. Completa Perissé (2009, p. 42): criar com a obra é entrar em sintonia com ela, admira-la, adjetiva-la, valora-la e valoriza-la, aderir sua presença, são esses os conceitos que contem na criação de uma obra. Na seguinte subseção dessa pesquisa, descrevo o meu processual artístico e minhas diversas idealizações/composições artísticas com a tintura em aquarela (processual técnica e poética). A Linguagem Artística: Música(is) Como toda linguagem artística, a música desperta nas pessoas, o sentimento existe dentro de cada um de nós, seres viventes, a emoção fala mais alto, seja na alegria, a tristeza, no apego e suas antíteses.

4 4 E sempre esteve no decorrer em todo tempo da história da humanidade, é fruto da produção dos seres humanos, das mais diversas culturas e tribos. Traduz para fora as emoções que os seres humanos vivenciam, criam e acreditam, dessa forma A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas etc. (BRASIL, 1998, p. 45). Todo esse processo de criação e sensibilidade faz com que a música sensibilize a todos, deixando os seres mais sensíveis a apreciação com a arte, sendo cada vez fruto dos artistas e assim da sociedade, para Sekeff (2007, p. 20) O fazer musical não é o mesmo nos diversos momentos da história da humanidade ou nos diferentes povos, pois são diferenciados os princípios de organização dos sons. E esse aspecto dinâmico da música é essencial para que possamos compreendê-la em toda a sua riqueza e complexidade. Contribuindo nesse processo Maffioletti (2007) escreve diz é isso que fará dela um ser humano capaz de compreender os sons de sua cultura (p. 130). Por meio desse contato o ser humano começa e desenvolver uma identidade a música, o acesso a cultura que está a sua volta. É por isso que ela assume significados diferenciados em diversos locais, pois segundo Penna (2008, p. 21) a música é, Elementos: Expressão e Cor Uma linguagem cultural, consideramos familiar aquele tipo de música que faz parte de nossa vivência; justamente porque o fazer parte de nossa vivência permite que nós nos familiarizemos com os seus princípios de organização sonora, o que torna uma música significativa para nós. No processo de elaboração e criação das obras de arte, tenho como intuito dentro da linguagem da arte: a música. Transpondo meu olhar para as pessoas ao tocarem (no ato) algum instrumento seja instrumentos de cordas, de sopro e de batuques. Qual se têm diversas sensações e prazeres no ato de tocar a música, de diferentes estilos. Seja a leveza, o amor, o ódio e o repúdio, assim relacionando o prazer de se tocar algum instrumento, com a sensação de se tocar um instrumento de diferente estilo musical. E assim, diversos tipos de expressão com a música, o ser humano e os instrumentos musicais, Brito (2003, p. 93) diz, É certo que música é gesto, movimento e ação. No entanto, é preciso dar [...] possibilidade de desenvolver sua expressão, permitindo que criem gestos, que observem [...] concentrem-se na interpretação da canção, sem a obrigação de fazer gestos comandados durante o tempo todo.

5 5 Sendo assim, o corpo expressa o que sente, e a música é o caminho que se faz sensação de sentir para uma apreciação estética, tornando-se único o momento de sentir (enquanto emoção) a música com o corpo, O corpo expressa a música, mas também transforma-se em ouvido, transmutando-se na própria música. No momento em que isso ocorre, música e movimento deixam de ser entidades diversas e separadas, passando a constituir, em sua integração com o homem, uma unidade. (FONTERRADA, 2005, p. 120) Como esse pensamento sobre expressão e (de sentir) a música, quero transmitir dentro da minha produção artística com a utilização da pintura em aquarela. Um dos elementos da composição visual presentes na produção das obras é a cor. Qual pode transmitir ao espectador emoções, ideias e conceitos, de forma simples e singela, segundo Dondis (1999, p. 38) diz que A cor está, de fato, impregnada de informação, e é uma das mais penetrantes experiências visuais que temos todos em comum. Constitui, portanto, uma fonte de valor inestimável para os comunicadores visuais. Assim, a análise das obras elaboradas parte do expectador para fazer a leitura aberta das imagens, segundo a sua própria percepção e olhar. A cor tem forte representação nas obras, como conceito e bagagem informativos de características das cores da pintura com a técnica em aquarela, enfatizando a música presente na obras, que segundo Dondis (1999, p. 42) a percepção da cor é o mais emocional dos elementos específicos do processo visual, ela tem grande força e pode ser usada com muito proveito para expressar e intensificar a informação visual. Assim, a utilização da cor dentro do conceitual nas obras, é de característica predominantemente especifico do observador, dentro a qual o mesmo cabe a analisar, assim a cor não apenas tem um significado universalmente compartilhado através da experiência, como também um valor informativo específico, que se dá através dos significados simbólicos a ela vinculados. (DONDIS, 1999, p. 42) Produção: Do esboço a Arte final Para a concepção/criação das obras, a série de produção intitulada Aquarela Musical, que consiste em seis (6) obras com técnica em aquarela, com uma poética sobre os diferentes instrumentos musicais (onde e como são tocados musicalmente), dentro das diversas culturas e utilizados nos mais distintos estilos da música (Clássico, Blues, Folk, Rock, Grunge, Instrumental e no Jazz). E, para a composição visual, como as sensações táteis e audíveis dos diversos músicos ao tocarem os instrumentos

6 6 musicais, relacionando-as diretamente com as cores, nortearam essa produção com referências fotográficas para visualização e partir para a criação. Inicialmente o processo prático para a produção das obras, inicia-se com o desenho com a técnica em hachuras, é uma técnica artística utilizada para criar efeitos de tons ou sombras a partir do desenho de linhas paralelas próximas. A quantidade, a espessura e o espaçamento entre as linhas irão afetar o sombreamento da imagem como um todo e enfatizar as formas, criando ilusão de volume, diferenças na textura e na cor. (HALLAWELL, 2006). Formando assim o figurativo de cada uma das seis (6) produções, com a utilização da técnica em hachuras, a formação da imagem acontece com a proximidade das linhas, criando luz e sombra, volume e texturas de cada obra, visto na figura 01, 02. Após a criação dos desenhos com a técnica em hachuras, o próximo processo foi à utilização da pintura com a técnica em Aquarela, qual apresenta o elemento da água junto à tinta na sua utilização, que segundo Bachelard (1989, p. 17) A água nos aparecerá como um ser total: tem um corpo, uma alma, uma voz. Mais que nenhum outro elemento [...] a água é uma realidade poética completa [...] apesar da variedade de seus espetáculos, tem a garantia de uma unidade. A água deve sugerir ao poeta uma obrigação nova: a unidade de elemento. Segundo Bachelard (1989) com a utilização da água na construção poética das obras, conceitual poéticamente um elemento de unicidade de cada obra produzida, formando assim uma unidade entre elas, formando um corpo e uma alma. Sendo assim a finalização das seis (6) obras artísticas, visto nas figuras 3, 4, 5, 6, 7 e 8. Considerações Finais Inicialmente, a primeira consideração é para o titulo da série de produções elaboradas, Aquarelas Músicais, qual conceitua todas as obras de forma minimalista, a palavras Aquarela sendo oriundo de uma forma de pintura utilizada com diversas técnicas de produção, foi a técnica utilizada nas obras. A palavra Músicais conceitua dentro das obras os objetos figurativos, as pessoas e os instrumentos, junto a formação da imagem das obras. A conclusão desta pesquisa foi, portanto, a realização das seis (6) obras artísticas mesclando a aquarela e a música, com caráter de unicidade e autenticidade de produção realizada. Para assim, então ser visualiza e/ou utilizada nos diversos meios visuais.

7 7 Referências ALVARES, S. C. Educação Estética na EJA: A beleza de ensinar e aprender com jovens e adultos. São Paulo: Telos, BACHELARD, Gaston. A Água e os Sonhos. São Paulo: Martins Fontes, BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental, (1998). Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, v. 3. BRITO, Teca, Alencar. Música na Educação Infantil: propostas para formação integral da criança. 2ª ed. São Paulo: Peirópolis, BUENO, E. R. A. Fenomenologia: a volta às coisas mesmas. In: PEIXOTO, A. J. (Org.). Interações entre fenomenologia e a educação. Campinas: Alìnea, p DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, FONTERRADA, Marisa, Trench, Oliveira. De tramas e fios: Um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Editora UNESP, HALLAWELL, P. À mão livre: a linguagem e as técnicas do desenho. São Paulo: Melhoramentos, HUTCHEON, Linda. Poético do pós-modernismo: História, teoria, ficção. Rio de Janeiro: Imago, MAFFIOLETTI, Leda, Albuquerque, (2001). Práticas musicais na escola infantil. In:. CRAIDY, C. KAERCHER, G. E. (Orgs.) Educação infantil Pra que te quero? Porto Alegre: Artmed. Cap. 11. PAREYSON, Luigi. Os problemas da estética. São Paulo: Martins Fontes Editora, PENNA, Maura. DÓ, RÉ, MI, FÁ E MUITO MAIS: discutindo o que é música.música(s) e seu ensino. Porto Alegre, Sulina, PERISSÉ, G. Estética & Educação. Belo Horizonte: Autêntica, REY, Sandra. Por uma abordagem metodológica da pesquisa em artes visuais. In: BRITES, Blanca; TESSLER, Elida (Org.). O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: Editora da UFRGS, p SEKEFF, M. L. Da música seus recursos. 2 ed. Ver e ampliada São Paulo. Editora UNESP, 2007.

8 8 Figura 01 Processo com a técnica em Hachuras. Figura 02 Processo com a técnica em Hachuras.

9 9 Figura 03 Aquarelar Violoncello Figura 04- Aquarelar Saxofone

10 10 Figura 05- Aquarelar Guitarra Figura 06 - Aquarelar Violon

11 11 Figura 07 - Aquarelar Fonte: Portfólio do pesquisador. Figura 08 - Aquarelar Voz

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento INTRODUÇÃO Educadores musicais têm manifestado sua preocupação com a observância da Lei nº 11769, que é a lei de inclusão da música no currículo das

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Edna Aparecida Pereira 1 Vanessa Rodrigues Ferreira 2 RESUMO A música na Educação Infantil vem atendendo a objetivos alheios a questões próprias dessa linguagem

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

As músicas do meu Brasil : o trabalho com atividades de apreciação musical significativa em sala de aula

As músicas do meu Brasil : o trabalho com atividades de apreciação musical significativa em sala de aula As músicas do meu Brasil : o trabalho com atividades de apreciação musical significativa em sala de aula Laís Coutinho de Souza e-mail: lais.coutinho@outlook.com Lucas D Alessandro Ribeiro e-mail: lucdaless@live.com

Leia mais

A Música No Processo De Aprendizagem

A Música No Processo De Aprendizagem A Música No Processo De Aprendizagem Autora: Jéssica Antonia Schumann (FCSGN) * Coautor: Juliano Ciebre dos Santos (FSA) * Resumo: O presente trabalho tem por objetivo investigar sobre a importância em

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO?

DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO? DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO? Fábia da Silva de Oliveira Educadora do Ensino Fundamental I na Escola La Salle, Águas Claras/DF, Pedagoga com

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA.

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. Amanda Pathiely Serrânia Faria UFG/FEFD 1 Orientador e Coautor: Prof. Dr. Alexandre Ferreira UFG/FEFD 2 Graduanda do curso de Licenciatura

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa "Escola Aberta", sob orientação de Telma Ferraz Leal

1. INTRODUÇÃO. e Alexsandro da Silva. 1 Andréa Carla Agnes e Silva é dinamizadora do Programa Escola Aberta, sob orientação de Telma Ferraz Leal TÍTULO: OFICINA DE LEITURA: UMA PROPOSTA DINÂMICA PARA FORMAÇÃO DE LEITORES AUTORA: Andréa Carla Agnes e Silva 1 INSTITUIÇÃO: Universidade Federal de Pernambuco Escola Aberta ÁREA TEMÁTICA: Educação 1.

Leia mais

Composição dos PCN 1ª a 4ª

Composição dos PCN 1ª a 4ª Composição dos PCN 1ª a 4ª Compõem os Parâmetros os seguintes módulos: Volume 1 - Introdução - A elaboração dos Parâmetros curriculares Nacionais constituem o primeiro nível de concretização curricular.

Leia mais

Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante

Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante CATEGORIAS SUBCATEGORIAS INDICADORES 1.1. Tempo de serviço docente ( ) 29 anos (1) 1.2. Motivações pela vertente artística ( ) porque

Leia mais

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO)

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) assinatura do(a) candidato(a) Admissão por Transferência Facultativa 2. a Transferência Facultativa/2010 ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) Segunda Etapa Prova Dissertativa LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Leia mais

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA PROJETO: ARTES NA EDUCAÇÃO ESPECIAL O CORPO E A MENTE EM AÇÃO LUCAS DO RIO VERDE 2009 APRESENTAÇÃO Em primeiro lugar é preciso compreender

Leia mais

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1

EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 EDUCAÇÃO ALGÉBRICA, DIÁLOGOS E APRENDIZAGEM: UM RELATO DO TRABALHO COM UMA PROPOSTA DIDÁTICA 1 Claudemir Monteiro Lima Secretária de Educação do Estado de São Paulo claudemirmonteiro@terra.com.br João

Leia mais

O MUNDO É A CASA DO HOMEM

O MUNDO É A CASA DO HOMEM O MUNDO É A CASA DO HOMEM Nichan Dichtchekenian Há dois motivos principais que me levam a fazer esta apresentação: O primeiro é fazer um esclarecimento e uma defesa da Fenomenologia, buscando, este esclarecimento,

Leia mais

PROJETO MÚSICA NA ESCOLA

PROJETO MÚSICA NA ESCOLA Rede Salesiana de Escolas. Entusiasmo diante da vida. PROJETO MÚSICA NA ESCOLA Escola: Nossa Senhora Auxiliadora Níveis de Ensino: Fundamental II Coordenação Pedagógica: Maria das Graças L. N. Ferreira

Leia mais

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo

MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Resumo 1 MONITORIA: EXPERIENCIA DA PESQUISA EM SALA DE AULA NO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Resumo Patricia Santos de Barros/UFRJ A nossa vivência pedagógica situa-se no âmbito do curso de Licenciatura

Leia mais

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil.

Palavras-chave: escrita musical, histórias infantis, conto sonoro. Seminário do 16 O. COLE vinculado: V Seminário Linguagens em Educação Infantil. O Conto Sonoro, uma forma de explorar a escrita musical. Renata de Oliveira Pavaneli Frederico, Escola de Educação Infantil Casa da Gente Campinas-SP. musicamed@directnet.com.br reoliveirafred@gmail.com

Leia mais

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA 1 O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA José Ozildo dos SANTOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba Rosélia Maria de Sousa SANTOS Instituto Federal de Educação,

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 4 1º VOLUME ARTES VISUAIS O FAZER ARTÍSTICO Criação de desenhos, pinturas e colagens, com base em seu próprio repertório. Exploração das possibilidades oferecidas por diferentes

Leia mais

Projeto de Música Pop e Rock

Projeto de Música Pop e Rock Projeto de Música Pop e Rock Docentes: Ângelo Cunha Paulo Bispo Teresa Laranjeira Externato Marista de Lisboa Introdução A Música é única para os seres humanos e como as outras artes, é tão básico como

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN. Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais

Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN. Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais Releitura da Árvore Vermelha - MONDRIAN Escola Municipal Santa Maria Muriaé Minas Gerais 1 JUSTIFICATIVA Dar mais sentido aos conteúdos curriculares e também para que meus alunos, ao final do semestre,

Leia mais

Caro educador, um conjunto de critérios de seleção de obras literárias organizado pelo grupo de formadores do Projeto Entorno;

Caro educador, um conjunto de critérios de seleção de obras literárias organizado pelo grupo de formadores do Projeto Entorno; Caro educador, Nas páginas deste documento, você vai encontrar várias informações e materiais importantes para apoiar a realização dos projetos institucionais de leitura na sua escola: um conjunto de critérios

Leia mais

INFORMATIVO 2015 GRUPO

INFORMATIVO 2015 GRUPO INFORMATIVO 2015 GRUPO 5 Considerar a criança como sujeito é levar em conta, nas relações que com ela estabelecemos, que ela tem desejos, ideias, opiniões, capacidade de decidir, de criar, e de inventar,

Leia mais

COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas

COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas COMUNICAÇÃO I-D-E-N-T-I-D-A-D-E-S e Outros Olhares Inclusão social de jovens infratores através das artes plásticas PORFIRO, André Luiz 1 Palavras-Chave: Ensino de arte, Inclusão social e Ressignificação

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Pedagogia Disciplina

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR Patrícia Lima da Silva¹ Brunna Sordi Stock² RESUMO No segundo semestre do ano de 2009, em uma das disciplinas obrigatórias do currículo de

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da

Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da 1 Apresentação das obras de Maximiliano Gutiez por Marcelo M. Martins bolsista CNPq Maximiliano Gutiez expõe, a partir do dia 21, na Galeria da Unicamp, algumas de suas obras. Aproveita o caro momento

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul FACULDADE DE EDUCAÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DA DISCIPLINA: EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS: PESQUISA E PRÁTICA CODICRED: 142AU-04 EMENTA: Caracterização, organização e gestão dos espaços não-formais na promoção da aprendizagem

Leia mais

Projetos e Referencial Curricular Nacional par a a Educação Infantil

Projetos e Referencial Curricular Nacional par a a Educação Infantil Projetos e Referencial Curricular Nacional par a a Educação Infantil Maévi Anabel Nono UNESP Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Departamento de Educação São José do Rio Preto A descoberta

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

SEGUNDO S E T Ê N I O

SEGUNDO S E T Ê N I O SEGUNDO S E T Ê N I O Segundo Setênio O nascimento dos sentimentos Quando o corpo está estruturado e especialmente o cérebro bem formado, também os dentes de leite herdados são eliminados. Inicia-se a

Leia mais

Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos.

Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos. Música Objetivo da Aula Promover a interação e a comunicação social que envolva os aspectos afetivos, sensoriais, estéticos e cognitivos. Desde que se começou a estudar a história da humanidade, tem-se

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV ARTE OBJETIVOS GERAIS Desenvolver o pensamento artístico, estético e crítico; Estimular a percepção visual e

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO EMEFTI PROFESSOR WALDYR EMRICH PORTILHO GESTORA: GERLIANESANTANA GOUVEIA CABRAL COORD. ÁREA: ARISTÓTELES MESQUITA DE LIMA NETTO PROFESSORA SUPERVISORA: ELIZANGELA F. RODRIGUES Exposição e relato de experiências

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

Pré-Escola 4 e 5 anos

Pré-Escola 4 e 5 anos PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR Secretaria Municipal da Educação e Cultura SMEC DIÁRIO DE CLASSE Educação Infantil Pré-Escola 4 e 5 anos DIÁRIO DE CLASSE ESCOLA: CRE: ATO DE CRIAÇÃO DIÁRIO OFICIAL / /

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL: A PERSPECTIVA DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

EDUCAÇÃO MUSICAL: A PERSPECTIVA DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO MUSICAL: A PERSPECTIVA DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo PIVA, Fabricia - UNIVALI fabipiva@terra.com.br Área Temática: Educação: Currículo e Saberes Agência Financiadora: Não contou com

Leia mais

Tema 6: Vocação - nova relação Deus nos brindou com um coração marista

Tema 6: Vocação - nova relação Deus nos brindou com um coração marista Tema 6: Vocação - nova relação Deus nos brindou com um coração marista DEUS NOS BRINDOU COM UM CORAÇÃO MARISTA Herdeiros do carisma marista A vocação como memória do carisma. Dom para acolher e fazer crescer.

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras

O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras O mundo lá fora oficinas de sensibilização para línguas estrangeiras Ligia Paula Couto (Universidade Estadual de Ponta Grossa) Introdução Este artigo relatará a experiência de um grupo de alunos e professores

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte

Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte Sticker Art: Uma ferramenta de inclusão e conscientização do valor da arte Priscila de Macedo Pereira e Souza Resumo: Uma experiência numa escola pública de Goiânia, usando da técnica Sticker Art para

Leia mais

À Procura de Mozart Resumo Canal 123 da Embratel Canal 112 da SKY,

À Procura de Mozart Resumo Canal 123 da Embratel Canal 112 da SKY, À Procura de Mozart Resumo O vídeo nos oferece um relato sobre a vida e obra de Wolfgang Amadeus Mozart. Ele nos é apresentado como único e inigualável devido à sua genialidade na música clássica do século

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS

A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS A CONSTRUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOCENTE A PARTIR DE IMAGENS E AS IMAGENS COMO ENUNCIADOS Francieli Regina Garlet (UFSM) Resumo: A escrita a que se refere o presente texto, diz respeito à proposta desenvolvida

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As letrinhas mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A máquina de pesadelos 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) Na série As letrinhas mágicas,

Leia mais

ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ

ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ ATIVIDADES DESENVOVLIDAS PELO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA LEM- FOZ Prof.a. Ms. Renata Camacho Bezerra UNIOESTE Campus de Foz do Iguaçu renatacb@unioeste.br Prof.a. Ms. Patrícia Sândalo Pereira

Leia mais

Palavras-chave: arte contemporânea; instalação; santuário; cacto

Palavras-chave: arte contemporânea; instalação; santuário; cacto SANTUÁRIO CACTU SAN1 Sandro Bottene2, Salète Regina Protti3. 1 Artigo de Conclusão do Curso de Graduação em Artes Visuais Bacharelado (2012) 2 Artista Visual e Professor Graduado em Artes Visuais pela

Leia mais

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A LEITURA E O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Adriana M. das Virgens Chagas (adrianachagas3@hotmail.com) Aluna de graduação do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Aracruz Luciana C.

Leia mais

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação 1 Processo de formação de professores um olhar para a dança. Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação A Constituição Federal de

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO.

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO. TÍTULO: 4 a FEIRA CULTURAL O HOMEM E O CINEMA AUTORAS: EVANDRA CRISTINA DA SILVA E RENATA APARECIDA DOS SANTOS ESCOLA ESTADUAL JARDIM DAS ROSAS (SERRANA/SP) COMUNICAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIA DESCRIÇÃO

Leia mais

MÚSICA NA ESCOLA: EXPRESSÃO SILENCIADA

MÚSICA NA ESCOLA: EXPRESSÃO SILENCIADA MÚSICA NA ESCOLA: EXPRESSÃO SILENCIADA Autora: Patrícia Fernanda Carmem Kebach 1 Resumo: Este artigo pretende abordar a importância de se trabalhar a educação musical, tanto em ambientes formais, quanto

Leia mais

TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL.

TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL. TEXTURAS E SENSAÇÕES COM PINTURAS DE AMILCAR DE CASTRO: REFLEXÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA EDUCAÇÃO INFANTIL. Arachele Maria Santos 1 Maria Joseilda da Silva Oliveira 2 RESUMO Este projeto

Leia mais

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS

CURIOSIDADE É UMA COCEIRA QUE DÁ NAS IDÉIAS PAUTA DO ENCONTRO Início : 13hs30 1. Parte teórica 20 2. Oficina elaboração de mapas conceituais e infográficos ( processo) 40 3. Socialização dos resultados ( produto) 40 4. Avaliação geral da proposta

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail.

POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail. POEMAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: A LEITURA REALIZADA ATRAVÉS DE BRINCADEIRAS Elaine da Silva Reis UFPB elainereis1406@gmail.com 1 INTRODUÇÃO Os estudos mais recentes que tomam a Educação Infantil como objeto

Leia mais

Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I

Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I 1 Projeto: Barulhinho Bom Música e Movimento na Educação Infantil I Professora: Catarine Green Martins ADI: Maria Aparecida S. Falabella e Silvia Regina Ivoti Coordenadora: Silvana Alves Larrubia Diretora:Mauricéia

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

Revista Diálogos Interdisciplinares - GEPFIP

Revista Diálogos Interdisciplinares - GEPFIP 231 ARTE E CULTURA NA EDUCAÇÃO: uma parceria imprescindível para aprendizagem Ariane Silva CASTRO 1 Glaucimar Carlos SANCHES 2 Rigoberto Delvalle ORTEGA 3 RESUMO O presente relato tem por objetivo relatar

Leia mais

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física

A mobilização de conhecimentos matemáticos no ensino de Física Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Brasil cintiabento@ig.com.br Edda Curi Universidade Cruzeiro do Sul Brasil edda.curi@cruzeirodosul.edu.br Resumo Este artigo apresenta um recorte

Leia mais

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Grupo de Estudo de Tecnologia e Educação Matemática - GETECMAT 15/09/2011 Camila de Oliveira da Silva Tópicos iniciais para discussão... Formação inicial do professor

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo

Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Secretaria Municipal de Educação de Braço do Trombudo Concurso: Prêmio AMAVI De Educação 2013 Pequenos Artistas Grandes Talentos Qualidade na Prática da Docência 2013 1 Professora: Aline de Fátima Alves

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2007/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2007/1 1 1 ACESSÓRIOS Fase: 5ª Carga Horária: 30h/a Créditos: 02 Pesquisa e planejamento. Conceituação. Concepção de produtos de moda voltada para o mercado de acessórios. 2 ATIVIDADES COMPLRES Fase: -x- Carga

Leia mais

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

I CFD. Área: ARTE Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL

I CFD. Área: ARTE Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL Série: 6º ANO 1º TRIMESTRE ARTE VISUAL. Arte Rupestre. Arte Africana. Arte Indígena Brasileira Valorizar o(s) autor (es) dos objetos culturais apreciados, conhecendo aspectos de suas principais obras;

Leia mais

ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES

ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES Normas Complementares, relativas aos temas e as especificações das Provas

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores O CURSO DE EXTENSÃO DA UNIRIO EDUCAÇÃO INFANTIL: ARTE, CORPO E NATUREZA : RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Leia mais

Planejamento Anual 2016. Maternal I

Planejamento Anual 2016. Maternal I Planejamento Anual 2016 Maternal I Em nossa ação educativa, pretendemos colaborar para todos trabalharem pela harmonia nas relações entre os homens e os povos, fundada no amor ao outro, seja quem for,

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel

O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel O Patrimônio Cultural pode ser entendido como um conjunto de coisas de seres humanos. Coisas de gente, criadas para facilitar a vivência em grupo

Leia mais

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano)

Arte Ensino Fundamental. Fase Final (6º a 9º ano) Arte Ensino Fundamental Fase Final (6º a 9º ano) 2012 APRESENTAÇÃO Caro(a) professor(a), (...) Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta e com o silêncio ( intimamente sábio

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Helton Andrade Canhamaque/UFES heltongeoufes@hotmail.com Júlio de Souza Santos/UFES juliogeoufes@hotmail.com INTRODUÇÃO O trabalho em questão

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Carros Usados 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Carros Usados faz parte da

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

3/8/2012. Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva. Ementa

3/8/2012. Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva. Ementa Arte, Criatividade e Recreação Profa. Ma. Adriana Rodrigues da Silva 1 Temas em Estudo Tema 1: Tema 2: Pintura - Experiência Lúdica com as Cores 2 Ementa Tendências curriculares no ensino da arte e do

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Andréa Pereira de Souza Gestora da Formação Permanente na Secretaria Municipal de Educação do município de Mogi das Cruzes. Cintia

Leia mais

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO

COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO 2686 COMANDOS DE PRODUÇÃO TEXTUAL: ANÁLISE DOS DADOS DE UMA PESQUISA-AÇÃO Contexto da Pesquisa Nagely Beatriz Hütner - ESAP O presente artigo versa sobre o relato de uma pesquisa de mestrado que teve como

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA. Veruska Anacirema Santos da Silva A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA DOS ANNALES PARA O ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE CINEMA E HISTÓRIA Veruska Anacirema Santos da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Orientador: Prof. Dr. Edson Farias (UnB)

Leia mais