PLANO DE FORMAÇÃO 2013 / agrupamentodeescolasdagafanhadaencarnação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE FORMAÇÃO 2013 / 2014. agrupamentodeescolasdagafanhadaencarnação"

Transcrição

1 PLANO DE FORMAÇÃO 2013 / 2014 agrupamentodeescolasdagafanhadaencarnação

2 Índice I. CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 5 II. FUNDAMENTAÇÃO PESSOAL DOCENTE DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL BIBLIOTECA ESCOLAR BE CONSELHO PEDAGÓGICO PESSOAL NÃO DOCENTE ASSISTENTES TÉCNICOS ASSISTENTES OPERACIONAIS III. QUADROS RESUMOS PESSOAL DOCENTE PROPOSTAS PARA FORMAÇÃO CONTÍNUA CREDITADA PRIORIDADES DE FORMAÇÃO... ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO PROPOSTAS PARA FORMAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO OBJETIVOS DA FORMAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO IV. QUADROS RESUMOS PESSOAL NÃO DOCENTE PESSOAL ASSISTENTE TÉCNICO PESSOAL ASSISTENTE OPERACIONAL V. AVALIAÇÃO VI. BIBLIOGRAFIA Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 2

3 INTRODUÇÃO Qualquer que seja o meio ambiente a que nos referimos é hoje um lugar-comum afirmar que uma das condições do desenvolvimento reside na qualidade dos recursos humanos de que se dispõe. [ ] O desenvolvimento pressupõe, sem dúvida a existência de homens e mulheres competentes a todos os níveis, para conduzir e gerir o processo de evolução, adaptado ao respetivo contexto. (De Ketele, 1988, 7) De acordo com esta abordagem, a, seja inicial ou contínua aparece como uma das exigências mais relevantes do desenvolvimento. [ ] Isso é tanto mais evidente quanto as necessidades de evoluem, elas próprias, rapidamente, em virtude da necessária atualização de conhecimentos, ligada à evolução fulgurante das ciências e das técnicas. (De Ketele, 1988, 7) A contínua deveria ajudar a colmatar o isolamento dos professores, estimulando o trabalho cooperativo, pelo que se assiste, por toda a Europa, a um movimento crescente que advoga a centrada na Escola e nas práticas profissionais dos professores. Em consequência deve centrar-se no território de ação do professor e deve ter por objeto preferencial os atos profissionais dos professores, nas suas diferentes lógicas: lógica do saber disciplinar, lógica do aluno, lógica do desenvolvimento pessoal, social e profissional do professor e lógica institucional. (Nunes, 2000) Para que isto passe a ser uma realidade é importante começar a cultivar-se nas escolas cultura de, em que os professores se assumem como coautores da sua própria aprendizagem, ou seja, como os principais pelo seu desenvolvimento profissional. No caso da contínua de professores, a escolha por grupos (auto-organizados) de professores das modalidades de em contexto significa que, a partir de problemas ou necessidades comuns, o grupo em vai procurar e encontrar planos de ação e procedimentos (nos Círculos de Estudos e Projetos), meios de ação e matéria (nas Oficinas), ou intervenções profissionais (nos Estágios) que respondam aos problemas ou necessidades diagnosticadas. (Nunes, 2000) A Escola é um espaço de aprendizagem, de, de convívio e de engrandecimento dos valores e de construção de personalidades. Como espaço de global da pessoa humana, a escola tem a função fundamental de proporcionar aos seus agentes educativos medidas e capacidades que garantam um progresso na qualidade do ensino que é fornecido aos discentes. O Decreto-Lei n.º 15/ 2007 de 19 de janeiro, no Artigo 10.º, alíneas d) e e) indica como dever geral dos docentes: d) Atualizar e aperfeiçoar os seus conhecimentos, capacidades e competências, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, de desenvolvimento pessoal e profissional e de aperfeiçoamento do seu desempenho; Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 3

4 e) Participar de forma empenhada nas várias modalidades de que frequente, designadamente nas promovidas pela Administração, e usar as competências adquiridas na sua prática profissional; A atividade docente exige de cada agente educativo a necessidade de estar atualizado face ao universo discente, de melhorar as suas capacidades pedagógicas através do recurso a espaços de discussão, de partilha de ideias e experiências e de ações de. Considerando que (cf. Art.º 15.º do Estatuto da Carreira Docente): 1 A contínua destina-se a assegurar a atualização, o aperfeiçoamento, a reconversão e o apoio à atividade profissional do pessoal docente, visando ainda objetivos de desenvolvimento na carreira e de mobilidade nos termos do presente Estatuto. 2 A contínua deve ser planeada de forma a promover o desenvolvimento das competências profissionais do docente. e que de acordo com o previsto na alínea b) do n.º 2 do artigo 20.º e na alínea d) do artigo 33.º, ambos do Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, preveem a elaboração e aprovação do plano de docente e não docente e que um plano de deve conter, em termos concretos e precisos, a explicitação do levantamento de necessidades, a indicação dos objetivos a atingir, a identificação das áreas de a desenvolver e das modalidades mais adequadas a utilizar e qual o público-alvo a atingir, apresenta-se o plano de do Agrupamento que contém os itens elencados e que resultaram das reflexões levadas a cabo no âmbito das preocupações mais prementes que vagueiam nos espíritos daqueles que exercem nobremente a plena arte de educar e de ensinar. Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 4

5 I. Caracterização do Agrupamento O Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação é constituído pelos seguintes estabelecimentos: Escola Básica da Gafanha da Encarnação Sede Escola Básica da Gafanha da Encarnação Norte Escola Básica da Gafanha da Encarnação Centro Escola Básica da Gafanha da Encarnação Sul Escola Básica da Costa Nova do Prado Escola Básica da Gafanha do Carmo Jardim de infância da Gafanha da Encarnação Norte Jardim de infância da Gafanha da Encarnação Centro Jardim de infância da Gafanha da Encarnação Sul Jardim de infância da Gafanha do Carmo A escola sede do Agrupamento possui instalações físicas apropriadas. Além das salas específicas para as disciplinas de Ciências Naturais, Ciências Físico-Químicas, Educação Tecnológica, Educação Visual, Educação Musical e Teatro, conta com duas salas específicas para o funcionamento dos Cursos de Educação e Formação na área de Empregados de Bar e Mesa. Possui uma Sala de Estudo, que possui três computadores com ligação à Internet, a Biblioteca Escolar, onde se encontram quatro computadores com ligação à Internet, uma sala de Informática e treze salas de aulas normais, que estão apetrechadas com computador com ligação à Internet, projetor e quadro interativo, o mesmo acontecendo com as salas específicas para as disciplinas de Ciências Naturais, Ciências Físico-Químicas e Educação Musical. Dos recursos disponíveis na escola destacam-se, também, os catorze computadores portáteis recebidos no âmbito da iniciativa promovida pela equipa CRIE (Computadores, Redes e Internet na Escola) que são utilizados para diversas atividades pedagógicas. No ano letivo 2013 / 2014 a equipa pedagógica do Agrupamento é formada por um total de 77 docentes, distribuídos pelos grupos de recrutamento segundo a seguinte Tabela: Equipa Pedagógica em exercício de funções Grupo de recrutamento N.º de docentes 100 Educação Pré-escolar º Ciclo Ensino Básico Português e Estudos Sociais Português e Inglês Matemática e Ciências da Natureza Educação Visual e Tecnológica 4 Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 5

6 Grupo de recrutamento N.º de docentes 250 Educação Musical Educação Física Educação Moral e Religiosa Católica Português Francês Inglês Espanhol História Geografia Matemática Física e Química Biologia e Geologia Educação Tecnológica Informática Artes Visuais Educação Física Educação Especial 5 Professor Bibliotecário (Grupo 330) 1 Técnico Especializado Terapeuta da Fala (18 horas) 1 Técnico Especializado Terapeuta Ocupacional (4 horas) 1 Total 79 No ano letivo 2013 / 2014 a equipa Técnico / Operacional do Agrupamento é formada por um total de 37 assistentes, distribuídos segundo a seguinte Tabela: Equipa Técnico/ Operacional em exercício de funções Categoria N.º de assistentes Coordenadora dos Serviços Administrativos 1 Assistentes Técnicos 5 Assistentes Operacionais 26 Assistentes Operacionais da CMI 3 Total 35 Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 6

7 II. Fundamentação O fim último da análise das necessidades é o de produzir objetivos de pertinentes e realistas. As expectativas expressas e sintetizadas fornecerão os elementos para a identificação das necessidades. (De Ketele, 1988, 20) A, enquanto desenvolvimento profissional, necessita de ser enquadrada no contexto específico do Agrupamento em que estamos inseridos e partir estrategicamente de raciocínios de antecipação (diagnosticar o problema, definir o quê, como, porquê, quando ). Assim, determina-se que o Projeto Educativo do Agrupamento, nomeadamente as áreas de intervenção prioritárias aí identificadas, seja o ponto de partida para uma reflexão e análise dos problemas mais significativos do nosso meio escolar. Da resposta a essas problemáticas, com o intuito de encontrar respostas concretas, nascem as propostas de contínua do Agrupamento que visam o sucesso escolar em todas as suas vertentes. Com as formações propostas pretende-se, em termos gerais, desenvolver nos formandos uma cultura de questionação e aprendizagem permanentes, numa perspetiva de auto, facilitadora da produção de mudanças individuais e coletivas. Na verdade, a frequência das ações deverá potenciar uma escola adaptada às novas realidades sociais e tecnológicas. Nos vários Departamentos procedeu-se a uma reflexão para identificar problemas de âmbito pedagógico e didático e, também, organizacional. Deste modo detetaram-se algumas dificuldades/ lacunas que serão indicadas seguidamente e que justificam a premência da elencada no ponto III deste Plano de Formação Pessoal Docente Departamento do Pré-Escolar Em reunião do Departamento do Pré-Escolar, procedeu-se a uma reflexão para identificar problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Deste modo constatou-se que os livros e os contos tão utilizados na prática pedagógica do Jardim de Infância, não são aproveitados em todas as potencialidades que lhes são inerentes. Um outro domínio é o da plástica, pela importância que atualmente é reconhecida à criatividade, dada a grande relevância das operações cognitivas no processo criativo e como estímulo da criatividade que leva ao bom nível de desenvolvimento intelectual e possibilidade de se utilizarem estratégias de pensamento. Assim, conclui-se que este departamento tem necessidade de : No domínio da Linguagem de Expressão Plástica trabalhar as diferentes dinâmicas da atividade criativa com recurso à área da expressão plástica No domínio da Linguagem promover a emergência da leitura e da escrita, com suporte no conto Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 7

8 Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos deste Departamento os seguintes: Contribuir para valorizar pessoal e profissionalmente os docentes Melhorar a qualidade do ensino e das aprendizagens e valorizar a prática pedagógica Atualizar e aprofundar conhecimentos nas vertentes teóricas e práticas Desenvolver o gosto pela plástica Fomentar a plástica como elemento desencadear de criatividade e de operacionalidade de pensamento Promover a emergência da leitura e da escrita Aproveitar o livro / conto como uma porta aberta que ajude a crescer e a viver Deste modo propõem-se, para 2013 / 2014, as seguintes ações de : A utilização da área de expressão plástica no desenvolvimento criativo e operacional da criança As potencialidades do conto em contexto educativo Departamento do 1.º Ciclo Em reunião do Departamento do 1º ciclo, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades de ou problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Os vários docentes consideraram que, neste momento, não carecem de. De qualquer modo, e tendo em conta o que é definido pelo Projeto Educativo do Agrupamento, e sempre que tal se julgue pertinente e relevante, os docentes participarão em ações ou eventos formativos que contribuam para o enriquecimento pedagógico, profissional e disciplinar Departamento de Ciências Sociais e Humanas Em reunião do Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades de ou problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Os vários docentes consideraram que, neste momento, não carecem de. De qualquer modo, e tendo em conta o que é definido pelo Projeto Educativo do Agrupamento, e sempre que tal se julgue pertinente e relevante, os docentes participarão em ações ou eventos formativos que contribuam para o enriquecimento pedagógico, profissional e disciplinar Departamento de Línguas Em reunião do Departamento de Línguas, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades de ou problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Nessa reflexão, os vários docentes concluíram que é necessário promover o sucesso educativo dos discentes, dar consecução às metas orientadoras do Projeto Educativo do Agrupamento, fomentar a partilha de saberes e experiências e também propiciar momentos de reflexão. Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos deste Departamento os seguintes: Adotar metodologias ativas e participativas com recurso às Tecnologias de In e Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 8

9 Comunicação no processo de ensino/aprendizagem; Produzir materiais pedagógicos; Aplicar os materiais pedagógicos produzidos em contexto de sala de aula; Melhorar a qualidade das aprendizagens dos alunos. Deste modo propõem-se, para 2013 / 2014, as seguintes ações de : Elaboração de material pedagógico no âmbito das línguas Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Em reunião do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades de ou problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Deste modo constatou-se que os docentes do departamento pretendem desenvolver as suas competências e técnicas num conjunto de didáticas específicas e na construção de procedimentos para o desenvolvimento de práticas de ensino. Assim, conclui-se que: é importante desenvolver formas de potenciar as aprendizagens nas ciências experimentais com os alunos em situação de contexto intra e extra-aula; é necessário utilizar novas técnicas e procedimentos pedagógicos em termos didáticos para as disciplinas, favorecendo a aprendizagem dos alunos e potenciando o seu sucesso; a utilização e o conhecimento das novas tecnologias, como ferramentas de desenvolvimento e de transmissão, em contexto educacional, assume um papel muito importante. Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos deste Departamento os seguintes: melhorar o sucesso a Matemática motivar os alunos para as várias disciplinas utilizando as TIC preparar a implementação de tarefas no âmbito dos novos programas de Matemática melhorar as formas de aprendizagem com recurso a novas metodologias utilizar ferramentas de aprendizagem, como o geogebra Deste modo propõem-se, para 2013 / 2014, as seguintes ações de : Ensinar e aprender ciências com saídas de campo Didática específica para a Físico-Química GeoGebra Linux ou Flash Produção de material didático para a web Departamento de Expressões Em reunião do Departamento de Expressões, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades formativas e problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Deste modo constatouse que ainda existem algumas dificuldades ao nível do domínio de algumas técnicas/ equipamentos e para a implementação de formas mais enriquecedoras de ensino. Também se verifica que há algumas dificuldades na Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 9

10 avaliação dos gestos motores das modalidades individuais e coletivas, havendo necessidade de dar resposta à inclusão de novas matérias no programa da disciplina. Assim, conclui-se que: Existe necessidade de adequação a novas realidades e exigências organizacionais. Existe necessidade de atualização das competências ao nível das TIC É igualmente importante desenvolver mecanismos e pedagogias diferenciadas ao nível programático e de conteúdos. Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos deste Departamento os seguintes: Aquisição de conhecimentos e técnicas através da experimentação do trabalho colaborativo dos elementos do Agrupamento. Produção de novos materiais de apoio para as atividades desenvolvidas. Adquirir conhecimentos e competências profissionais na área das TIC Proporcionar aos alunos um ensino mais estruturado e de acordo com as necessidades individuais Deste modo propõem-se, para o ano letivo 2012/ 2013, as seguintes ações de : Utilização de Software Educativo Específico - Easy-Cad Introdução ao cinema de animação A Vela em contexto Escolar Windsurf nível II Departamento de Educação Especial Em reunião do Departamento de Expressões, procedeu-se a uma reflexão para identificar necessidades formativas e problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Deste modo constatouse que a inclusão de alunos com necessidades educativas especiais nas escolas passou a ter cada vez mais importância, principalmente a partir da Declaração de Salamanca, em 1994, da qual o Portugal é signatário. A principal vertente da Declaração de Salamanca foi justamente a proposta da escola inclusiva. Por esta proposta, assume-se que as escolas regulares são meios importantes para combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias, constituindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos. Com o Decreto-Lei n.º 3/ 2008 de 7 de janeiro, os professores de educação especial são cada vez mais impelidos a terem um papel especial na intervenção com estes alunos. Ao falar de escola inclusiva, pressupõe-se a necessária valorização e respeito pela diversidade humana. As práticas e a implementação de novas estratégias para o trabalho pedagógico, bem como a reorientação curricular, são ações absolutamente necessárias à inclusão escolar. Assim, a escola deve tentar adequar-se aos diferentes estilos de aprendizagem de seus alunos e, neste processo, aqueles que apresentam necessidades educativas especiais devem ser encarados como estímulo ao próprio desenvolvimento institucional. O Departamento de Educação Especial continua a sentir necessidade de, sobretudo nas áreas relacionadas com o desenvolvimento de competências específicas, sobretudo relacionadas com leitura, escrita e cálculo e os desenvolvimentos cognitivos. Assim, conclui-se que: Existe necessidade de atualização no domínio das competências específicas; Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 10

11 Existe necessidade de adquirir novas conceções e modos de intervir em relação às deficiências. Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos deste Departamento os seguintes: Proporcionar aos alunos um ensino mais estruturado e de acordo com as necessidades individuais Melhorar o domínio de competências específicas Desenvolver o sucesso escolar Deste modo propõem-se, para 2013 / 2014, as seguintes ações de : Problemas específicos de leitura, escrita e cálculo Biblioteca Escolar BE Em reunião da Equipa da Biblioteca Escolar (BE), procedeu-se a uma reflexão para identificar situações formativas. Os vários docentes consideraram que, neste momento, não carecem de. De qualquer modo, e tendo em conta o que é definido pelo Projeto Educativo do Agrupamento, e sempre que tal se julgue pertinente e relevante, os docentes participarão em ações ou eventos formativos que contribuam para o enriquecimento pedagógico, profissional e disciplinar Conselho Pedagógico Em reunião do Conselho Pedagógico, procedeu-se a uma reflexão para identificar problemas de âmbito pedagógico, didático, organizacional e comunitário. Deste modo constatou-se que atualmente os docentes têm necessidade de partilhar documentação e de trocar in em tempo real sem ter a necessidade de o fazer presencialmente, pelo que se torna imprescindível trabalhar com ferramentas eletrónicas que facilitem este contato. Com vista a melhorar os resultados escolares, sabendo que as atitudes dos alunos condicionam gravemente o desenrolar da aula e consequentemente o aproveitamento, é importante lidar com o fenómeno da indisciplina dando-lhe uma resposta plena e eficaz. Assim, conclui-se que: Há necessidade de trabalhar colaborativamente; Existem dificuldades na utilização/ operacionalização de ferramentas eletrónicas que facilitem o trabalho colaborativo; Existem dificuldades na forma como se lida com os problemas de indisciplina Mediante os problemas detetados, propõem-se como objetivos os seguintes: Partilhar boas práticas; Melhorar a comunicação institucional; Fomentar o trabalho colaborativo; Melhorar os resultados escolares dos alunos através da melhoria dos comportamentos Trabalhar e desenvolver as características de civismo e de cumprimento de regras e normas por parte dos alunos Deste modo propõem-se, para o ano letivo 2012/ 2013, as seguintes ações de : Trabalho colaborativo Gerir a indisciplina na escola e na sala de aula Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 11

12 2.2. Pessoal Não Docente Assistentes Técnicos De acordo com o Projeto Educativo do Agrupamento e a legislação em vigor, a Direção, em reunião com os assistentes técnicos, tomará a decisão que considera mais importante e relevante para o processo formativo Assistentes Operacionais De acordo com o Projeto Educativo do Agrupamento e a legislação em vigor, a Direção, em reunião com os assistentes operacionais, tomará a decisão que considera mais importante e relevante para o processo formativo. Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 12

13 III. Quadros Resumos Pessoal Docente O Decreto Regulamentar n.º 26/ 2012 de 21 de fevereiro, que regulamenta o sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, no seu artigo 19.º, ponto 2 alínea e), prevê que o docente no seu relatório de autoavaliação aborde, necessariamente, entre outros, o seguinte aspeto A realizada e o seu contributo para a melhoria da ação educativa Propostas para Formação Contínua Creditada Com base no levantamento de necessidades de elencadas nos vários Departamentos, foram propostas pelos Departamentos as seguintes ações: DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DESTINATÁRIOS DURAÇÃO MODALIDADE FORMADOR(ES) Trabalho colaborativo Todos os docentes do Agrupamento 25 h Curso de Gestão da indisciplina na escola e na sala de aula Todos os docentes do Agrupamento 25h Formação Celso Oliveira Problemas específicos de leitura, escrita e cálculo h Utilização de Software específico - EasyCAD 530, h Introdução ao cinema de animação 530, 600, h A Vela em contexto escolar 260, h Windsurf nível II 260, h Ensinar e aprender ciências com saídas de campo 230, h Didática específica para a Físico-Química h GeoGebra 230, h Produção de material didático para a Web 230, 500, 510, h Elaboração de materiais pedagógicos no âmbito das línguas 200, 210, 220, 300, 320, 330, h Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 13

14 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DESTINATÁRIOS DURAÇÃO MODALIDADE FORMADOR(ES) A utilização da área de expressão plástica no desenvolvimento criativo e operacional da criança h As potencialidades do conto em contexto educativo h 3.2. Propostas para Formação de Curta Duração DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DESTINATÁRIOS DURAÇÃO FORMADOR(ES) Todos os docentes do agrupamento 3 h Objetivos da de curta duração DESIGNAÇÃO DA AÇÃO OBJETIVOS Adaptações curriculares e condições específicas de avaliação ao abrigo do DL n.º 3 Definir o que são Adaptações curriculares Definir o que são condições específicas de avaliação Esclarecer dúvidas dos docentes do AEGE IV. Quadros Resumos Pessoal Não Docente 4.1. Pessoal Assistente Técnico DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DESTINATÁRIOS DURAÇÃO MODALIDADE FORMADOR(ES) - a definir - Assistentes Técnicos 4.2. Pessoal Assistente Operacional DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DESTINATÁRIOS DURAÇÃO MODALIDADE FORMADOR(ES) - a definir - Assistentes Operacionais Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 14

15 V. Avaliação Todo este processo só poderá considerar-se concluído se for objeto de uma avaliação, que oriente na reformulação das estratégias adotadas. Nesse sentido, é intenção do Agrupamento proceder no final do plano, ou em situações pontuais que assim o exijam, a uma reflexão do Plano de Formação do Agrupamento e consequente revisão, tendo sempre presente as grande linhas orientadoras do Projeto Educativo. Esta avaliação deverá ser da responsabilidade da Equipa de Autoavaliação do Agrupamento. Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 15

16 VI. Bibliografia AEGE (2007) Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação Carvalho, Angelina; Ramoa, Manuela (2000) Dinâmicas da Formação: Recentrar nos sujeitos, transformar os contextos. Porto: Edições Asa. De Ketele, Jean-Marie e al (1988) Guia do formador. Lisboa: Instituto Piaget. Decreto-Lei n.º 270/ 2009 de 30 de setembro alteração ao Decreto-Lei n.º 15/ 2007 de 19 de janeiro Estatuto da Carreira Docente Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho alteração do Decreto-Lei n.º 75/ 2008 de 22 de abril Regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário Nunes, Jorge (2000) O professor e a ação reflexiva. Lisboa: Edições ASA. Gafanha da Encarnação, julho de 2013 A Direção Plano de Formação - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Encarnação 16

Agrupamento de Escolas de Cuba. Plano de Formação

Agrupamento de Escolas de Cuba. Plano de Formação Agrupamento de Escolas de Cuba Plano de Ano Letivo de 2012/2013 Índice Introdução... 3 1- Departamento curricular da educação pré-escolar... 6 2- Departamento curricular do 1º ciclo... 6 3- Departamento

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3

NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA 2 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 3 1.1 Formação do Pessoal Docente 3 1.2 Formação do Pessoal Não Docente 4 1.3 Formação orientada para os alunos 4 1.4 Formação orientada para os pais e

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS 2º CEB. Introdução

PLANO DE ESTUDOS 2º CEB. Introdução Introdução Entre os 10 e 12 anos, as crianças necessitam que lhes seja despertado e estimulado o seu desejo de aprender. No Colégio Pedro Arrupe pretendemos estimular e promover esse desejo, desenvolvendo

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2013/2015

PLANO DE AÇÃO 2013/2015 PLANO DE AÇÃO 2013/2015 INTRODUÇÃO: Os planos de formação previstos na alínea b) do n.º 2 do artigo 20.º e na alínea d) do artigo 33.º, ambos do Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, devem conter,

Leia mais

A Formação Contínua de Professores: uma Leitura do Decreto- Lei 22/2014

A Formação Contínua de Professores: uma Leitura do Decreto- Lei 22/2014 Casanova, M. P. (2015). A Formação Contínua de Professores: uma leitura do Decreto-Lei 22/2014. In A Formação Continua na Melhoria da Escola. Revista do CFAECA. Almada: CFAECA (pp. 12-18). In http://issuu.com/almadaformarevista/docs/9forma

Leia mais

Projeto de Intervenção

Projeto de Intervenção Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO PESSOAL DOCENTE E PESSOAL NÃO DOCENTE

PLANO DE FORMAÇÃO PESSOAL DOCENTE E PESSOAL NÃO DOCENTE PLANO DE FORMAÇÃO PESSOAL DOCENTE E PESSOAL NÃO DOCENTE Compreendemos a necessidade de olhar a mudança num duplo movimento de integração - endógeno e exógeno: Bolívar (2007:28) As mudanças devem assim

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEVANTE DA MAIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEVANTE DA MAIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEVANTE DA MAIA Escola Básica e Secundária do Levante da Maia PLANO DE OCUPAÇÃO PLENA DE TEMPOS ESCOLARES 2013-2017 Crescer, Saber e Ser Página 0 (Anexo I) ÍNDICE I. Nota Introdutória

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

FICHA DE CURSO DESIGNAÇÃO. DURAÇÃO 128 Horas + 3 horas de exame. ÁREA TEMÁTICA DA FORMAÇÃO 862 Segurança e Higiene no Trabalho

FICHA DE CURSO DESIGNAÇÃO. DURAÇÃO 128 Horas + 3 horas de exame. ÁREA TEMÁTICA DA FORMAÇÃO 862 Segurança e Higiene no Trabalho FICHA DE CURSO Neste documento poderá encontrar as principais informações sobre o curso pretendido, nomeadamente a duração, área temática, destinatários, objetivo geral e objetivos específicos, estrutura

Leia mais

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC)

Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) Atividades de Enriquecimento do Currículo (AEC) INTRODUÇÃO: De acordo com o DL 91/2013, artº 14º e os despachos normativos da organização do ano letivo n.s 7 e 7-A/2013 e o recente despacho de organização

Leia mais

Plano de ação da biblioteca escolar

Plano de ação da biblioteca escolar AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA GAFANHA DA ENCARNÇÃO Plano de ação da biblioteca escolar 2013-2017 O plano de ação constitui-se como um documento orientador de linhas de ação estratégicas, a desenvolver num

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento

Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento Agrupamento de Escolas da Trofa Plano de Melhoria e Desenvolvimento Biénio 2015/2017 INTRODUÇÃO A autoavaliação e a avaliação externa são procedimentos obrigatórios e enquadrados na Lei n.º 31/2002, de

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR ANO LETIVO 2013/2014 Departamento do Pré- Escolar 2013/2014 Page 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação em educação é um elemento integrante

Leia mais

Externato Académico. Projeto Educativo

Externato Académico. Projeto Educativo Externato Académico Projeto Educativo 2015-2018 Índice 1. Introdução... 3 2. Caracterização... 4 2.1. Recursos materiais e educativos... 5 3. Princípios orientadores... 7 3.1.Missão, Visão, Objetivos e

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância

Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

Departamento das Educação Pré-escolar

Departamento das Educação Pré-escolar Departamento das Educação Pré-escolar A melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que

Leia mais

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO

Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior Cód. 152900 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2015/2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar

Leia mais

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar Critérios de Avaliação Departamento Educação Pré-Escolar 2015/2016 Critérios de Avaliação As principais diretrizes normativas referentes à avaliação na Educação Pré-Escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015. Serviço Técnico de Educação para a Deficiência Intelectual e Motora Direção Regional de Educação e Recursos Humanos Região Autónoma da Madeira Caminho de Santo António,

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA Julho de 2012 Rua da Verónica, 37, 1170-384 Lisboa Tel: 218860041/2 Fax: 218868880 Email: geral@aegv.pt INDICE I. Introdução. 3 II. Ponto de partida.....

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS 2015-2016 1 INTRODUÇÃO No início do ano letivo, compete ao conselho pedagógico do agrupamento definir os critérios de avaliação para cada ciclo e

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES

PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES Agrupamento de Escolas Elias Garcia 2013/2016 1 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2013/2016 O Plano Plurianual de Atividades (PPA) constitui um dos documentos de autonomia,

Leia mais

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico..

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico.. 2008/2010 2012/2014 ÍNDICE Introdução 1-O que é..4 2-Contexto normativo..4 3-Articulação com outros instrumentos..4 4-Conteúdos do projeto educativo....5 5-Diagnóstico estratégico..4 6 -Resultados vão

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria

AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRONCHES AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria JANEIRO 2014 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ANÁLISE QUALITATIVA... 1 3.... 5 3.1. Áreas de Melhoria... 5 3.2. Identificação

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo V Regulamento do Programa de Formação em Competências Básicas Artigo 1.º Objeto 1. O programa visa a aquisição, por parte dos adultos, de competências básicas

Leia mais

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade 1. Educação Especial: histórico, funcionamento e legislação Para suprir a demanda da Educação Especial e

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

FREIXO MARCO DE CANAVESES

FREIXO MARCO DE CANAVESES PROJETO EDUCATIVO FREIXO MARCO DE CANAVESES TRIÉNIO 2012-2015 Conteúdo 1. Caracterização da Escola Profissional de Arqueologia... 2 1.1. Origem e meio envolvente... 2 1.2. População escolar... 2 1.3. Oferta

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN: Desafios e perpectivas para uma formação reflexiva e investigativa RESUMO Jacyene Melo de Oliveira Araújo Profª Drª UFRN- CE-SEDIS Os Estágios

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015

Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015 Escola EB1 João de Deus CÓD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende CÓD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE CÓD. 152 870 Plano de Melhoria Biénio 2013/2015 Agrupamento de Escolas de Clara

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII

PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência

Leia mais

FACE. Formação Avançada em Ciências da Educação CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2015

FACE. Formação Avançada em Ciências da Educação CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2015 FACE Modalidades de formação: A Cursos/Oficinas acreditadas pelo Conselho Científicopedagógico da Formação Contínua (CCPFC) B Módulos de Formação A Cursos/Oficinas acreditadas pelo CCPFC Desenvolvimento

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de 2014. Série. Número 132

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de 2014. Série. Número 132 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 21 de julho de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Despacho n.º 196/2014 Aprova o Calendário Escolar dos estabelecimentos

Leia mais

PLANO DE MELHORIA Julho 2014

PLANO DE MELHORIA Julho 2014 PLANO DE MELHORIA Julho 2014 Índice Nota Introdutória... 2 1. Resultados da avaliação externa... 3 2. Áreas e ações de melhoria... 4 3. Acompanhamento e divulgação... 7 AET Plano de melhoria 2014/2015

Leia mais

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS TREINO DA APTIDÃO MUSCULAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Registo: CCPFC/ACC-61196/09 Válida até: 30-09-2012 Destinado a: Professores dos Grupos 260 e 620 AERÓBICA NA ESCOLA - METODOLOGIA BÁSICA Registo: CCPFC/ACC-61225/09

Leia mais

Plano de Atividades. Ano letivo 2011 / 2012

Plano de Atividades. Ano letivo 2011 / 2012 Plano de Atividades Ano letivo 2011 / 2012 Plano de Atividades de Informática @ 2011-2012 Plano de Atividades Pretende-se com este plano promover o uso efetivo das tecnologias de informação e comunicação

Leia mais

Projeto Educativo de Escola

Projeto Educativo de Escola Projeto Educativo de Escola Professor 2012-2016 Índice 1. Identificação 02 2. Introdução 03 3. Princípios... 04 4. Valores.. 06 5. Objetivos Metas Estratégias... 07 6. Avaliação 11 7. Bibliografia 12 8.

Leia mais

Oferta formativa 2014/2015... 3. Ensino pré-escolar... 4. 1.º Ciclo do Ensino Básico... 5. 2.º Ciclo do Ensino Básico... 6

Oferta formativa 2014/2015... 3. Ensino pré-escolar... 4. 1.º Ciclo do Ensino Básico... 5. 2.º Ciclo do Ensino Básico... 6 Agrupamento de Escolas Júlio Dantas Proposta de Oferta Formativa 2014/2015* Largo Prof Egas Moniz, Apartado 302 8601 904 Lagosl Telefone: 282 770 990 Email: info @ aejd.pt http://www.aejd.pt/ * A abertura

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA JULHO 2015 1 Abreviaturas AEAG Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo CAF Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) AM - Ação de Melhoria

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS RUY BELO PLANO DE FORMAÇÃO 1 PLANO DE FORMAÇÃO Índice Introdução 4 Pressupostos teóricos 5 Enquadramento legal 7 Âmbito da formação (objetivos) 9 Docentes Não docentes Pais e encarregados de educação Levantamento

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em

Leia mais

Critérios de Avaliação Educação Física

Critérios de Avaliação Educação Física M. E. - GEPE Critérios de Avaliação Educação Física Grupo Disciplinar de Educação Física 2015/2016 1. Introdução Na procura da qualidade, torna-se evidente o papel essencial desempenhado pelas estruturas

Leia mais

ESCOLA PROFISSIONAL DE ALVITO PROJETO EDUCATIVO

ESCOLA PROFISSIONAL DE ALVITO PROJETO EDUCATIVO ESCOLA PROFISSIONAL DE ALVITO PROJETO EDUCATIVO Setembro 2013 ...A condição humana devia ser o objecto essencial de todo o ensino. (M.O. Mourin 2000) Índice 1-Introdução... 3 2 Caracterização do Meio...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA ANEXO II DOMÍNIO: GESTÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Estudex PROJETOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS PARCERIAS CALENDARIZAÇÃO Sala de estudo para o

Leia mais

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM

PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização

Leia mais

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio:

Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio: Projeto Educativo Creche Humanus C.A.M. 1 de 11 Índice Introdução... 3 Quem somos?...3 As Dimensões do Projeto Educativo Dimensão Global da Criança.. 5 Dimensão Individual.... 6 Dimensão das Aquisições..

Leia mais

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira A Educação Financeira nas Escolas: O Referencial de Educação Financeira e a formação de docentes 5ª Conferência Internacional de Educação Financeira Perspetivas e reflexões: por uma cidadania ativa Educação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s S a n t o s S i m õ e s Regulamento Interno Serviço de Educação Especial 1 Artigo 1.º Definição 1.1. O Presente documento define e regula o funcionamento e a missão

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO AE de maximinos EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO 2012/2013 Equipa de Autoavaliação Alcina Pires Ana Paula Couto Antonieta Silva António Rocha Beatriz Gonçalves José Pedrosa Paula Mesquita

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES Inovação e Qualidade Plano de Ação Estratégico - 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES PROJECTO DE INTERVENÇÃO PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICO 2012/2013 Escola de Oportunidades e de Futuro Telmo

Leia mais

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Regulamentos CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Secção Permanente do Senado de 16 de Novembro de 2005 Exposição de Motivos O desenvolvimento de um projecto de qualidade educativa

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Pedagogia Tempo de Integralização: Mínimo: 8 semestres Máximo: 14 semestres Nome da Mantida: Centro Universitário

Leia mais

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 P á g i n a 2 34 Índice 1. Introdução. 4 2. Sucesso Escolar...6 2.1-1.º

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07 BACABAL-MA 2012 PLANO DE APOIO PEDAGÓGICO AO DOCENTE APRESENTAÇÃO O estímulo à produção intelectual do corpo docente é uma ação constante da Faculdade de Educação de Bacabal e para tanto procura proporcionar

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARNAXIDE [Projeto Curricular]

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARNAXIDE [Projeto Curricular] AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CARNAXIDE [Projeto Curricular] Índice 1. INTRODUÇÃO.... ORGANIZAÇÃO CURRICULAR... 4.1 - Modelo de organização curricular... 4. Desenho curricular/carga horária... 6. Orientação

Leia mais

CURSO DE PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO

CURSO DE PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO Universidade Aberta Departamento de Educação e Ensino a Distância Informações e Secretariado do Curso Dra. Nira Nunes E-mail: cps@uab.pt Os contactos e informações sobre este Curso são apenas efetuados

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7 5. Propostas

Leia mais

Projeto de intervenção

Projeto de intervenção AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA Projeto de intervenção 2013/2015 Índice 1. Enquadramento. 3 2. Caracterização do Agrupamento.. 5 2.1. Bibliotecas Escolares... 5 2.2. Educação Especial.. 6 2.2.1. Unidade

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO

PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO Agrupamento Vertical de Escolas São Vicente/Telheiras (171931) PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO 2009 2012 Sede: ESCOLA BÁSICA 2, 3 DE TELHEIRAS Nª 2 Rua Fernando Namora 1600-454 LISBOA Telef.: 217121260

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PRINCÍPIOS Caráter holístico e contextualizado do processo de desenvolvimento e aprendizagem da criança; Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017

PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017 PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO Plano Estratégico de Melhoria 2014/2017 O Plano de Melhoria da Escola é um instrumento fundamental para potenciar o desempenho

Leia mais

Normas e Critérios Gerais de Avaliação. Cursos Profissionais

Normas e Critérios Gerais de Avaliação. Cursos Profissionais Normas e Critérios Gerais de Avaliação Cursos Profissionais O formador deve orientar toda a sua atividade didática no sentido de promover o sucesso educativo do formando através de planificações contextualizadas,

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

PARTE C EDUCAÇÃO. 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016

PARTE C EDUCAÇÃO. 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016 18966-(2) Diário da República, 2.ª série N.º 114 16 de junho de 2016 PARTE C EDUCAÇÃO Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação Despacho normativo n.º

Leia mais

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA ESCOLA SECUNDÁRIA FERNANDO NAMORA Ano Letivo 2012/2013 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO DE DESPORTO ESCOLAR - Badminton - Orientadores: Professor

Leia mais

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA Departamento do 1ºCiclo PLANO DE TURMA Ano Turma Plano de Turma 1º Ciclo Ano Letivo 20 /20 Índice Introdução 1. Caracterização da turma 1.1. Caracterização dos

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO (A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Clube de adrez Professor Responsável Carlos Magalhães Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução 3 2. Objetivos

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 2 de julho de 2014 Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DAMADEIRA Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira

Leia mais

Desde 1995, tem sido desenvolvido no Centro Municipal de Juventude, um espaço no âmbito da dança contemporânea, através da ESCOLA DE DANÇA.

Desde 1995, tem sido desenvolvido no Centro Municipal de Juventude, um espaço no âmbito da dança contemporânea, através da ESCOLA DE DANÇA. Desde 1995, tem sido desenvolvido no Centro Municipal de Juventude, um espaço no âmbito da dança contemporânea, através da ESCOLA DE DANÇA. Destinando a formação a alunos de todas as idades, o ensino da

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO CENTRO DE FÉRIAS DESPORTIVAS DE VERÃO N OS MOCHOS - 2013 - PROJETO DINAMIZADO PELA ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DE ESPINHO PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO Espinho, 2 de Maio de 2013 ÍNDICE Página Introdução 3

Leia mais

Projeto Educativo de Escola

Projeto Educativo de Escola -- Escola Secundária da Ribeira Grande Projeto Educativo de Escola 2013-2016 Projeto apreciado em reunião de Conselho Pedagógico do dia 2 de maio de 2013 B Escola Secundária da Ribeira Grande - Projeto

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial

Manual de Procedimentos no âmbito da Educação Especial AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE PAIVA Escola Sede: Escola Secundária de Vila Nova de Paiva Rua Padre Joaquim Rodrigues da Cunha 3650-219 Vila Nova de Paiva Telefone: 232609020 Fax:232609021 http://esvnp.prof2000.pt

Leia mais

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR

PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade

Leia mais

Plano de Gestão do Risco (2013-2015)

Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Plano de Gestão do Risco (2013-2015) Camões, I.P. Janeiro de 2013 Lisboa, janeiro de 2013 Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Av. da Liberdade, 270 1250-149 Lisboa 1 Índice Índice... 2 Acrónimos...

Leia mais

Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo

Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo 4º ciclo de seminários de aprofundamento em administração e organização escolar Painel A escola, o município e a melhoria das aprendizagens Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA 6308 Diário da República, 1.ª série N.º 208 28 de outubro de 2013 deve ler-se: «O valor da remuneração adicional do agente de execução destinado a premiar a eficácia e eficiência da recuperação ou garantia

Leia mais

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso

O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso Introdução * Sonia Pires Simoes O projeto pedagógico Institucional representa a linha pedagógica que a Instituição norteia para gerenciamento

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Sátão 2015-2016 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos

Leia mais