Economia. A leap in educational standards. Innovation. Let the games begin! Competitiveness Global Projection Development made in Rio.

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1 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Economia ANO 01 EDIÇÃO / 2014 Competitiveness Global Projection Development made in Rio Innovation A leap in educational standards Olympics in Rio Let the games begin!

2 ACREDITAR NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO RIO DE JANEIRO. É a GLP Investindo cada vez mais em parques e condomínios logísticos. We believe in Rio de Janeiro s sustainable growth. GLP continues to invest in logistic parks and multi-tenant developments. Presença no Rio de Janeiro: Presence in Rio de Janeiro: GLP Campo Grande m 2 GLP Itatiaia m 2 GLP Queimados m 2 GLP Resende m 2 GLP Washington Luiz m 2 GLP IRAJÁ GLP DUQUE DE CAXIAS GLP PAVUNA m² de ABL m² de ABL m² de ABL ENTRE EM CONTATO: CONTACT US:

3 de Janeiro Líder de mercado na China, no Japão e no Brasil, a GLP oferece um portfólio de 28 milhões de m2 que reúnem localização, segurança e infraestrutura completa, com altíssimo padrão de qualidade. A GLP aposta e investe no estado do Rio de Janeiro. As a leading provider of modern logistics facilities in China, Japan and Brazil, GLP features a property portfolio of 28 million square meters with excellent location, security and comprehensive infrastructure, not to mention outstanding service quality. GLP bets on and invests in the state of Rio de Janeiro. GLP. LIDERANDO A EFICIÊNCIA EM PARQUES LOGÍSTICOS NA CHINA, NO JAPÃO E NO BRASIL. GLP. LEADING THE WAY IN HIGHLY EFFICIENT LOGISTIC FACILITIES IN CHINA, JAPAN AND BRAZIL.

4 Índice APOIO ACADÊMICO Ibmec Tel.: +55 (21) End: Av. Presidente Wilson, 118 Centro - Rio de Janeiro Diretor: Luiz Alberto Bettencourt Diretora Executiva: Joyce Martins Editor: João Estrella de Bettencourt Relações Institucionais: Thaisa Bianchi Direção de Arte: VX Comunicação Relações Comerciais: Leila Garcia, Jorge Abreu Fotógrafo: Marco A. Brito Administrativo: Eliana Rodrigues e Beth Pinheiro Tradutor: John Jardine Revisora: Denise Scofano REDAÇÃO, PUBLICIDADE E ADMINISTRAÇÃO Pensar Comunicação - Rua Miguel Pereira, 64 Humaitá - CEP Rio de Janeiro (F) Tel.: +55 (21) / IMPRESSÃO EDIGRÁFICA Competitividade O Rio cria um novo modelo de desenvolvimento Competitiveness Rio creates a new model for development Projeção Global Case Study: internacionalização do Estado do Rio de Janeiro Coluna Foreign Trade Column Horizonte 2030 O Centro de Pesquisas da GE Horizon 2030 GE s Research Center Qualidade de Vida... Nas comunidades pacificadas, o mercado integra Livability The market unifies in pacified communities Inovação Artigo Ibmec Ibmec Rio Informa Coluna Ibmec Rio announces Column Mobilidade... Mobilidade sustentável para as cidades do futuro Mobility Sustainable mobility for cities of the future... Global Projection Case Study: the internationalization of the State of Rio de Janeiro O mercado imobiliário no Brasil: oportunidades e riscos Ibmec Article The real estate market in Brazil: opportunities and risks Especial Olympics in Rio Special Coluna Inside the News Column Rio Olímpico... No Interior da Notícia Conhecimento Heliotérmicas no Brasil: uma alternativa à mão para a matriz energética do país Knowledge Solar thermal electricity in Brazil: an alternative on hand for the country s energetic matrix Centro de Referências Serviços de referência para o investidor Reference of services for investors... O Mundo do Comércio... A educação pública se moderniza e investe no aluno do século XXI Innovation Public education: more modern and investing in the student of the XXI century Economia Rio - Dezembro 2014

5 Editorial Um balanço que serve ao futuro A balance to deal with the future The series of incentives and support the state created to attract companies and investment led to a new model being created, an alternative way, far from a state-run approach, which is extremely attractive for private capital in the area of production. This initiative, together with the start of restructuring high-school teaching, which began with qualified staff, shifted frontiers and caught the attention of foreign investors. The state of Rio has internationalized. Rio is a brand associated with global value, and now a mature business environment; in which contracts are respected, and the government is reliable. At this point, the new approach diffused internally into the pacified communities, providing them services, new business opportunities, and opportunities for entrepreneurs. This is no mean feat, but there is obviously still a long way to go. The dynamics introduced in the general process of development helps us to look ahead, face new difficulties, reinvent continuously. The demands of the population are enormous. Economia Rio was born into this environment and, thus, wants to envisage the future, not just in the conscience needed of the past, but also of the present. We know that readers require real and honest answers. This edition, a brush stroke of the times, is also perhaps part of this work. It is worth using it discussing, contradicting, and seeding the debate. In this way we see and develop our journalistic commitment. The editors O conjunto de incentivos e de apoio que o Estado criou para atrair empresas e investimentos gerou um modelo, uma via alternativa que, longe de ser estatizante, foi altamente sedutora para o capital produtivo privado. A iniciativa, amparada no início da reorientação da estrutura educacional do ensino, que começou a ofertar mão de obra qualificada, transpôs fronteiras e captou interesse dos investidores no exterior. O Estado do Rio se internacionalizou. O Rio é marca de valor no mundo, agora associado a um ambiente de negócios maduro em que contratos são respeitados e o governo é confiável. A tal ponto esse sentimento se difundiu também internamente que o mercado entrou nas comunidades pacificadas e se encarregou de levar-lhes seus serviços e novas oportunidades de negócios. Não é pouco e, claro, ainda falta muito. A dinâmica introduzida no processo geral de desenvolvimento impõe olhar para a frente, reinventar-se continuamente. As demandas da população são enormes e a inércia ceifou décadas. Economia Rio nasceu nesse ambiente e, portanto, quer vislumbrar o futuro, amparando-se apenas na consciência que é preciso ter sobre o passado e o presente. Sabemos que a exigência do leitor pedirá a resposta da qualidade, da informação transformada em contraditório, da dúvida que gera oposição de ponto de vista e constrói o novo. Esta edição, amplo balanço de um tempo, é também parte dessa proposta. Cabe discutir, contraditar, semear o debate. Nele vemos o nosso compromisso jornalístico. Maior fonte de nossa permanente transformação. Os editores Dezembro Economia Rio 5

6 Lorem Ipsum 6 Economia Rio - Setembro 2014

7 Editorial Rio de Janeiro: um modelo em prol da inovação no Brasil Ao longo dos últimos anos, o mundo experimenta uma transformação sem precedentes no intervalo para lançamentos de novos produtos ou tecnologias. Será que essa realidade se traduz como resultado da busca incessante por inovação? Rio, the meeting point of Energy and Technology Over the past few years, the world has undergone a transformation without precedent in terms of the time taken to launch new products and/or technologies. Could this reality be the result of an incessant search for innovation? Innovation is a thermometer of the modern world, which allows us to evaluate several indicators, as it has inherent ties to education, investment, competitiveness and other socioeconomic aspects. BNDES data from August of this year show that, between 2007 and 2012, the number of professionals working in the R&D family of professions only rose by 5.5%, even with the boom in new research and development centers in Brazil. In the same period, the labor force employed in R&D fell by 41.4% in national territory. Given these unfavorable figures, this scenario has seen a change, and the most successful initiative can be seen in Rio de Janeiro, in the Technology Park run by the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), which has attracted companies from different sectors and billions of investment since as far back as It is with great pride that we inaugurate GE s first Global Research Center in Latin America, located in Rio de Janeiro, close to UFRJ s Technology Park. We currently have 160 professionals working at the Center, which has the capacity for 400 researchers, and that will receive an investment of more than R$1 billion through to We believe that innovation is fundamental to facing the challenges faced by the country, and contributing to the sustainable development of Brazil. The country has a future of great advancements ahead, which will undoubtedly be reported on in detail by Economia Rio. The last edition in 2014 provides information about the conquests, including the inauguration of our R&D Center. We appreciate the readership, and hope to see even more progress in 2015, for both Brazil and GE. Inovar é um termômetro do mundo moderno que permite avaliar diversos indicadores, pois a inovação está conectada a educação, investimentos, competitividade e outros aspectos socioeconômicos. Dados do BNDES de agosto deste ano mostram que, entre 2007 e 2012, o número de profissionais atuantes nas famílias de profissões de P&D cresceu apenas 5,5%, mesmo com o boom de novos centros de pesquisas no Brasil. No mesmo período, o estoque de mão de obra empregada em P&D despencou 41,4% em solo nacional. Diante de números desvaforáveis, o cenário começa a mudar rápido. E a iniciativa de maior sucesso está justamente no Rio de Janeiro, onde ganhou forma o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que já atraiu empresas de diferentes setores e bilhões em investimentos desde Com muito orgulho, inauguramos nosso primeiro Centro de Pesquisas Global da GE na América Latina, localizado no Rio de Janeiro, bem próximo ao Parque Tecnológico da UFRJ. Hoje, já temos 160 profissionais no centro, com capacidade para 400 pesquisadores, que receberá investimentos acima de R$ 1 bilhão até Acreditamos que a inovação é fundamental para resolver os desafios do Brasil e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. O país tem pela frente um futuro de grandes avanços, que certamente serão contados em detalhes por Economia Rio. A edição que encerra 2014 traz detalhes de conquistas, inclusive a inauguração do nosso centro. Aprecie a leitura e espere muito mais progressos em Por parte do Brasil e da GE. Reinaldo Garcia presidente e CEO da GE na América Latina Reinaldo Garcia, president and CEO of GE in Latin America. Dezembro Economia Rio 7

8 Lorem Competitividade Ipsum 8 Economia Rio - Dezembro 2014

9 Competitividade Lorem Ipsum Dezembro Economia Rio 9

10 Competitividade Casamento que deu certo O volume de investimentos recebidos pelo Estado do Rio de Janeiro passou de R$ 69,5 bilhões no período para R$ 211,5 bilhões entre 2012 e 2014, segundo a Firjan. Para , a previsão é de que esse número alcance os R$ 235 bilhões. Nos próximos 20 anos, a International Energy Agency (IEA) estima que o Brasil atraia investimentos na casa de US$ 1 trilhão na exploração e produção de petróleo, a maior parte dos quais virá para o Estado do Rio, que concentra hoje quase 80% da produção nacional e terá absoluto protagonismo na cadeia do pré-sal. Na região do Norte Fluminense, houve uma explosão de desenvolvimento, inclusive demográfica. No médio Paraíba, os anúncios de novas indústrias do setor automotivo, ou de expansão das já existentes, se sucederam Nissan, Peugeot-Citroën, Man, Hyundai Heavy Industries, Jaguar Land Rover. Investimentos executados e previstos na casa dos R$17 bilhões. As fábricas dos setores alimentício, de cosméticos e higiene pessoal, que haviam abandonado o Estado, retornaram. Outras vieram ou cresceram, entre elas, as gigantes Procter&Gamble, Piraquê, Vigor, Nestlé, Coca-Cola. A Região Metropolitana do Rio, que abrigou parte dessa cadeia, tem hoje a maior renda média e um dos menores níveis de desemprego do país, em comparação com as demais avaliadas pelo IBGE. Na Capital, criou-se o maior polo nacional de centros de P&D. Dos 21 últimos centros instalados no Brasil, 18 vieram para o Rio. Apoiando-se na política de conteúdo nacional, o Estado recuperou a indústria naval e cria uma densa cadeia industrial ligada ao setor de petróleo. Os números são, é verdade, impressionantes. Mas números não são suficientes para contar essa história. O que está por trás desse processo, que tira a economia fluminense de décadas de estagnação? Houve planejamento governamental ou apenas a lógica do mercado e o bom momento internacional? Qual foi o papel do setor público e do setor privado? Tudo aconteceu em função do petróleo? Quais os prós e os contras? Quais as críticas e os questionamentos? Finalmente, esses números refletem um modelo de desenvolvimento original e de longo prazo? Para responder a essas perguntas, entrevistamos o secretário estadual de Desenvolvimento, Júlio Bueno, que comanda a pasta há oito anos, e os dois executivos à frente dos principais braços operacionais da Secretaria, Conceição Ribeiro, presidente da Codin, e Domingos Vargas, presidente da AgeRio. Falamos com o presidente e com analistas da Firjan, que se tornou a maior produtora de estudos sobre a economia do Estado. Conversamos com consultorias internacionais e representantes de grandes empresas. Ouvimos e pesquisamos os críticos. O resultado desse balanço você verá a partir das próximas linhas. O novo ambiente de negócios Arrumar a casa e acabar com o clima de beligerância entre as esferas de poder e entre os setores público e privado - esse foi o primeiro passo. O dever de casa do início de governo. Joaquim Levy agora ministro foi para a Secretaria de Fazenda. O governo estadual buscou criar um bom relacionamento institucional com as prefeituras e com o governo federal. A Secretaria de Desenvolvimento estabeleceu pontes sólidas com a iniciativa privada e as associações que a representam - como Firjan, Fecomércio e ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro) -, ou a apoiam, como o Sebrae. Pontes que resultaram em atracão de investimentos, mas também em diversos projetos conjuntos, por exemplo, na área de qualificação de mão de obra, essencial para sustentar o crescimento e um dos maiores gargalos do país. A parceria com o poder público funcionou muito bem. Todas as grandes fábricas que vieram para cá têm contado com o apoio das escolas do Senai, diz o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. Contas equacionadas, Investment Grade, credibilidade, proximidade com a iniciativa privada bases que permitiram os passos adiante e ajudaram a levar o Estado a um novo patamar internacional. A revista The Economist classifica atualmente o Rio como o segundo melhor ambiente de negócios do país. Indústria de transformação, cadeia produtiva e mercado interno O ambiente foi mudado, e os enormes investimentos gerados pelo petróleo que tomaram nova proporção com o pré-sal - garantiriam forte injeção de recursos. Garantiriam recursos, mas, sozinhos, não poderiam garantir o futuro. Era preciso pensar o Rio além do petróleo. Foi esse o diagnóstico do governo, já em 2007, e daí nasceu o mantra da indústria de transformação, que inclui do setor automobilístico aos de alimentos e bebidas, fármacos e cosméticos. Qual o sentido dessa aposta? A criação de amplas cadeias produtivas, agregando valor e gerando empregos de forma intensiva. Isso porque o setor, ao envolver transformação de insumos em bens intermediários ou finais, se constitui de diversas etapas de produção. Tomemos como exemplo a indústria automotiva. Para cada uma das fábricas que se instalaram no Estado, veio junto uma cadeia de fornecedores e fabricantes de autopeças, que irrigam o crescimento regional e oferecem empregos de diferentes qualificações e especialidades. Por baixo, 16 mil vagas diretas e 60 mil indiretas estão sendo criadas na área, sem contar os novos investimentos alinhavados. Já no caso de cervejarias - como a instalada pela Ambev em Piraí, que recebeu US$455 milhões em investimentos nos últimos cinco anos -, a 10 Economia Rio - Dezembro 2014

11 Competitividade média é de 50 empregos gerados na cadeia produtiva para cada um criado na fábrica, de acordo com pesquisa da FGV. Ao mesmo tempo, a aposta na indústria de transformação permitiu que se aproveitasse uma enorme vantagem competitiva do Estado: o forte mercado consumidor. O Rio tem a segunda economia e a terceira maior população, com 16,2 milhões de habitantes, embora seja o quarto menor Estado do Brasil. Portanto, tem adensamento econômico muito grande. Além disso, representa 11,5% do PIB brasileiro e está na região Sudeste, que, no total, concentra 55%, destaca a presidente da Codin, Conceição Ribeiro. Para o secretário Júlio Bueno, esse fator havia sido eclipsado nas últimas décadas pela sensação de insegurança, no que se refere tanto à falta de previsibilidade para investimentos quanto à violência propriamente dita. Nesse sentido, as UPPs tiveram também um papel importante. O presidente da Firjan concorda e pede expansão do projeto: As pessoas se sentem mais seguras à medida que as comunidades estão pacificadas. As Unidades de Polícia Pacificadora precisam ser consolidadas e ir para a periferia, Baixada, Zona Oeste, afirma. O Sistema Firjan apoia a política de pacificação e, desde 2010, tem unidades do Sesi Cidadania instaladas nas comunidades com UPPs. Contudo, ainda que haja muito a fazer e gargalos a serem transpostos, o objetivo de dar impulso à indústria de transformação não só foi cumprido como está em franca ampliação. E o Estado do Rio de Janeiro criou, desde 2007, quase um milhão de empregos formais, aumentando a renda per capita em 50%. Financiamento AgeRio Para atender ao aumento de investimentos e às novas perspectivas, era preciso elevar a capacidade de financiamento e articulação. Para tanto Bueno não hesita em destacar, o então governador Sérgio Cabral dotou a área de ferramentas de ação, orçamento e autonomia. Pelo lado do financiamento, a principal ferramenta foi a Agência de Fomento do Estado, a AgeRio, criada em 2012, em substituição ao Investe Rio. A agência, antes um órgão de pouca relevância, passa a ter papel central na viabilização de novos negócios, tanto de pequeno porte (ver matéria de qualidade de vida, nessa edição), quanto de largo escopo. Se em 2007 ela tinha capital de R$ 5 milhões, em 2014 esse volume chegou a R$ 350 milhões. Um salto de 7.000%, que levou a capacidade de financiamento público a R$3,5 bilhões. Modernização administrativa - Codin Na ponta dessa operação, o grande ator foi a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro, a Codin. Companhia de economia mista, a Codin existe desde 1967, mas foi fortemente renovada, da sede ao corpo técnico, que foi ampliado e qualificado. Dentre as iniciativas tomadas, criou-se um MBA de 550 horas especialmente para a equipe que atende os empresários, em parceria com o Ibmec. E a companhia montou um portal bilíngue, que oferece dados sobre todas as regiões do Estado para o potencial investidor. Tudo para ganhar agilidade e presença junto a cada empreendedor - da escolha do local para instalação à avaliação dos projetos de benefício fiscal, passando pela consultoria na implantação do negócio. À frente da empreitada há quatro anos, para onde foi após implementar com sucesso o projeto Rio Poupa Tempo, Conceição Ribeiro afirma que a Codin se profissionalizou. A grande diferença é que consolidamos uma estrutura eficiente para receber os empreendimentos. Não adianta dizer ao empreendedor o que ele precisa; temos que ouvi-lo e buscar o que ele quer. Ribeiro conta que as empresas levam a Codin uma wishlist extremamente específica e detalhada, incluindo tamanho preciso de terreno, topografia, infraestrutura necessária e proximidade de entroncamentos rodoviários, ferroviários e portuários. Para Nissan e Jaguar Land Rover, por exemplo, mostramos mais de 15 possibilidades até chegarmos no que eles queriam, ponto por ponto. Desenvolvimento regional os distritos industriais Para reverter o processo de desindustrialização e gerar condições de crescimento sustentável havia, entretanto, outro vetor decisivo: desenvolver polos regionais. Tomaram-se então dois caminhos preponderantes, ambos partindo do pressuposto de que o Estado não deve ser nem um agente intervencionista, que se sobreponha à iniciativa privada, nem um ator ausente, que se exima de fomentá-la. Um deles foi a entrada do governo como parceiro para possibilitar que os investimentos ganhem nova escala. O maior símbolo dessa política é a criação do Distrito Industrial do Açu. A Secretaria Estadual de Desenvolvimento detectou que o porto do Açu, em são João da Barra, então um projeto da LLX (posteriormente assumido pela Prumo), abria espaço, pelas características locais, para a instalação de um grande complexo industrial, de interesse direto de toda a cadeia produtiva do petróleo e, também, de siderurgia. Se o Estado não criasse as condições de instalação para essas empresas, contudo, surgiria apenas um porto para exportação de minério. Coube então à Codin a tarefa de montar o novo distrito - o primeiro a ser criado no Estado em décadas, para tanto assumindo a desapropriação de toda a área que o abrigaria. A medida não foi fácil. Houve protestos de agricultores e audiências nas câmaras de vereadores do município de São João da Barra e na Assembleia Legislativa Estadual. Críticos até hoje usam o distrito para questionar o atual modelo, afirmando que privilegia os grandes empreendimentos industriais em detrimento de uma visão microeconômica, mas o governo rebate, destacando justamente a ação descentralizadora: os investimentos (somente no porto são R$ 5,8 bilhões, sem contar os vários outros em curso, como as fábricas da Technip, R$ 750 bilhões, e NOV, R$ 500 milhões) representam uma revolução social no município e na região, transformando uma área sem perspectivas numa fronteira de desenvolvimento socioeconômico. Dezembro Economia Rio 11

12 Competitividade E afirma que foram seguidos todos os procedimentos ambientais, bem como foi montada uma grande estrutura para atender os moradores desapropriados, reassentando-lhes e dando a eles condições de vida melhores do que as que tinham anteriormente. Apesar dos questionamentos, o porto e o distrito já estão em operação. Na opinião de Cristiano Prado, assessor de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Firjan, é imprescindível continuar e mesmo aprofundar essa linha: O desafio é manter o que foi feito até agora, pelos próximos anos. É preciso, sim, apoio do governo para localizar áreas ou para ajudar a liberá-las para as indústrias, preparar condomínios industriais. É necessário também ampliar o acesso à banda larga, à segurança e à infraestrutura. Objetivos que estão na mira da Secretaria Estadual de Desenvolvimento, segundo Bueno: Vamos fazer uma PPP para colocar fibra ótica em todo o Estado, com investimento de R$1 bilhão. Já a presidente da Codin lembra a importância de se ampliar a ocupação dos distritos industriais no Estado. Hoje, essa taxa está em torno de 65%. Nesse campo, a se destacar o distrito da Codin em Três Rios outro município que passa por grande salto econômico. Criado na década de 1980, só começou a ser ocupado em Hoje, entre as três empresas que lá operam está a da Neobus, fabricante de ônibus, com investimento de R$ 90 milhões. Descentralização com incentivos competitividade tributária O segundo mecanismo decisivo no desenvolvimento regional foi a política, nas palavras do secretário Júlio Bueno, de competitividade tributária. Essa medida foi aplicada em todo o Estado, mas vale enfatizar as regiões do médio Paraíba e Metropolitana. No médio Paraíba, a oportunidade vinha do já mencionado setor automotivo. Montadoras internacionais queriam vir para o Brasil em função da força do mercado nacional. A região tinha condições ideais: proximidade com São Paulo, entroncamento rodoviário de alta capacidade a Via Dutra, infraestrutura, vontade e ação institucional das prefeituras (Itatiaia, Resende, Porto Real). Na segunda, a vantagem era a proximidade do mercado consumidor particularmente atraente para indústrias do setor de alimentos e bebidas, cosméticos e higiene pessoal. Era necessário juntar as pontas e vencer a concorrência. Foi então adotada uma política tributária ousada, com concessão de benefícios que fizessem o jogo pender para o Estado. Sentou-se na mesa, caso a caso, para chegar no acordo que garantisse o empreendimento. Dupla polêmica. Pela suposta agressividade no jogo, diante de outros estados, e pela renúncia fiscal, que prejudicaria a arrecadação e, consequentemente, a capacidade de investimentos públicos. Novamente, Bueno responde com empregos e investimentos. Nunca antes o Estado gerou tantos postos de trabalho, nunca arrecadou tanto, nunca foi capaz de investir como investe hoje. De acordo com a PwC, essa visão é corroborada pelo mercado. Para a consultoria, que nos últimos anos tem feito pesquisas com executivos de grandes empresas com sede no Estado para mapear intenções de investimentos e políticas de contratação e preços, o modelo econômico usado para atrair indústrias e desenvolver a economia teve muito mais pontos positivos do que carências. Conhecimento e tecnologia A economia cresceu, investimentos se multiplicaram, mas um questionamento ainda não foi respondido: e o futuro? Como unir o desenvolvimento à necessidade, hoje unânime, de gerar inovação? Não houve um modelo muito focado no presente, no curto e médio prazo? Para o secretário Bueno, a resposta é conhecimento. Ele afirma que é essa a palavra que complementa o mantra da indústria da transformação. Para cada empreendimento, para cada setor em expansão, buscou-se atrair, também, unidades de pesquisa são nelas que se criam as novas tecnologias e os novos produtos. Na cadeia do petróleo, isso permitiu a vinda de diversos centros, como os da Siemens, GE, Schlumberger e FMC. Mas o processo se expande para outras áreas, como cosméticos, com o futuro centro da L Oréal, e biotecnologia (ver boxe os próximos alvos ). Com isso, aponta, faz-se com que as empresas se enraízem e concentrem no Estado seus investimentos em novos negócios, alimentando a formação e a contratação de pessoal altamente especializado. E o estado do Rio, capitalizando sua vocação e história de produções científica e acadêmica, torna-se não somente um mercado forte, mas um produtor global de tecnologia e soluções inovadoras. Cristina Alves e João Estrella de Bettencourt Selo de gestão: pela primeira vez, o IBEF concede o prêmio O Equilibrista a executivo do setor público O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico do Rio de Janeiro, Julio Bueno, foi premiado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) com o Troféu O Equilibrista, que elege anualmente, desde 1985, o executivo com maior destaque no exercício de suas atividades. O presidente do IBEF, José Carlos Monteiro, destaca que esta é a primeira vez que o prêmio contempla um gestor público. Por seu desempenho e disposição para o trabalho, junto com toda a sua equipe, Julio Bueno tem realmente contribuído muito com o desenvolvimento do nosso Estado, disse Monteiro. 12 Economia Rio - Dezembro 2014

13 Competitividade Os próximos alvos Apesar do cenário positivo, há consenso de que há muito a ser feito. O presidente da Firjan sublinha que é preciso continuar a reduzir a carga tributária no Estado, horizontalmente, e cita o ICMS como questão nevrálgica. Ele defende mudanças na política econômica brasileira: Tem que dar credibilidade para os agentes econômicos virem para o Brasil e para o Rio. Se não dermos garantia aos investidores, marco regulatório, mínimo de rentabilidade, e se não mostrarmos que as empresas são bem-vindas, fica difícil. Existe liquidez no mundo, e nós não temos poupança pública nem privada para garantirmos todos os investimentos em infraestrutura de que precisamos. Temos que atrair esses recursos e, para isso, é preciso desenvolver o business plan brasileiro. Já o secretário Julio Bueno lamenta que o Estado não tenha conseguido trazer as indústrias de linha branca. A Electrolux, por exemplo, resolveu ficar no Paraná. Ele destaca também que a nova fábrica da Havaianas escolheu Minas Gerais após ganhar incentivos para ficar numa área da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Para ele, o caminho é aprofundar o que vem sendo feito, sim, mas também investir em outras cadeias produtivas. Entretanto, que outros setores o Estado do Rio pode atrair ou desenvolver? Vários, mas alguns são considerados como de maior potencial de crescimento e escala, como o de desenvolvimento florestal e o de biotecnologia. Desenvolvimento florestal O Estado do Rio importa de outros estados 89% da madeira que as indústrias consomem. Para atender ao consumo, deveria ter 119 mil hectares de plantio, mas existem apenas 18 mil, diz o economista Antônio Salazar P. Brandão, coordenador do grupo executivo de agroindústria da Firjan. O plan- tio de florestas é um caminho superinteressante para o Rio, que, por sua topografia, nunca vai ser um grande produtor de soja, de milho. Mas pode ter plantio de árvores para uso da madeira, o que é uma opção boa para aumentar a competitividade da indústria, reduzindo custos com o transporte desse produto. E trata-se de uma atividade econômica que traz benefícios de outras dimensões, como o sequestro de carbono. Um estudo encomendado pela Firjan à empresa Pöyry Silviconsult mostra o potencial desse mercado e a constatação de que existem 685 mil hectares de pastagens naturais ou degradadas que poderiam servir ao plantio de florestas. Com isso, o Estado poderia atrair indústrias (como produtores de MDF, a fibra de média densidade para fabricação de pisos e portas) e aumentar a oferta de madeira para geração de vapor e energia para outras indústrias (como é o caso da indústria de cerâmica e siderúrgicas, ambas intensivas em energia). A madeira poderia ser usada em indústrias de móveis e na construção civil. Para fomentar o plantio de florestas, o governador Sérgio Cabral, ao assumir, enviou à Alerj projeto para flexibilizar exigências para o plantio das árvores. Ainda em 2007, conseguiu aprovar a lei de silvicultura, a Lei nº Com isso, já é possível plantar até 50 hectares sem necessidade de licença prévia, bastando comunicar ao Inea, o órgão ambiental do Estado. Há proposta também para se criarem distritos florestais. Antônio Salazar e Julio Bueno explicam que a lei fluminense para plantio de florestas é mais rigorosa em termos ambientais do que em outros estados, e até mesmo do que a legislação federal. No Rio, a Lei nº 1.356/88 obriga a fazer EIA-Rima em projetos para plantio acima de 200 hectares. Já na legislação federal, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) estabelece a exigência a partir de hectares. A Firjan fixou como meta 100 mil hectares de florestas plantados nos próximos cinco anos, o que seria suficiente para garantir, segundo a federação, 48 mil empregos por ano. Biotecnologia Menina dos olhos do governo estadual, a biotecnologia é uma paixão da presidente da Codin, que realizou seminários sobre o tema para seus funcionários, e empolga o secretário Bueno: temos um ciclo acontecendo no Brasil com os biossimilares. Não é mais química; agora é produção a partir de células, uma nova fronteira. O governo federal gasta 80% com esses medicamentos, que são apenas 15% do que eles compram. O governo está fazendo a nacionalização por meio do poder de compra, para desenvolver tecnologia aqui. Hoje temos Rio, São Paulo, Minas e Paraná disputando esse mercado, mas o Rio tem a vantagem de ter Manguinhos, e tem também o Instituto Vital Brazil, que é estadual, para ser o grande articulador dessa política. Podemos atrair fábricas com investimentos de R$ 400 milhões, R$ 500 milhões. Em julho último, o governo do Estado do Rio, o BNDES, o Instituto Vital Brazil, a Fiocruz e a Bionovis assinaram acordo para investimento de R$ 550 milhões e geração de 150 empregos diretos nos próximos três anos com a instalação, no Rio, de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento, uma unidade industrial e um centro de distribuição em Curicica. A Bionovis é uma joint venture da Hypermarcas e dos laboratórios EMS, Aché e União Química. Os biossimilares são usados no tratamento de doenças de alta complexidade e o governo federal tem investido, anualmente, R$ 6 bilhões em compras de medicamentos desse tipo. Dezembro Economia Rio 13

14 Competitividade Visões de futuro Um documento lançado em setembro deste ano pela Firjan, chamado Visões de Futuro, aponta as potencialidades e os desafios para o Estado do Rio nos próximos 15 anos. No estudo, o Rio foi dividido em nove regiões, e cada uma delas é analisada detalhadamente, com suas vocações econômicas e uma avaliação do que precisa ser feito. Os economistas da Firjan traçaram ainda a Rota de Desenvolvimento, uma conexão entre os diferentes polos, com ramificações. Segundo o estudo, a parte troncal dessa rota começa na Região Sul Fluminense, atravessa a Baixada, passa pela capital e pelo Leste Fluminense e avança para o Norte, com ramificações para a região Serrana/Centro-Sul, o Centro-Norte e o Noroeste Fluminense. O Sul Fluminense (Resende e região) forma o primeiro polo, fortemente ligado ao setor automotivo, embora o turismo desempenhe também um papel importante nos municípios litorâneos (Angra e região) e no Vale do Paraíba. A construção da nova pista de descida da Serra das Araras, na rodovia Presidente Dutra, é fundamental para integrar essa região à Rota, diz Cristiano Prado, assessor de Planejamento e Desenvolvimento Econômico da Firjan. O Arco Metropolitano terá papel decisivo para impulsionar o segundo polo de desenvolvimento, na Baixada Fluminense (Nova Iguaçu, Duque de Caxias e região). Ele vai integrar a Reduc e o Comperj e interligar toda a Região Metropolitana, atraindo novas empresas de transporte e logística e permitido a vinda de indústrias que queiram se beneficiar da ligação com o Porto de Itaguaí. Na metade da Rota, a capital deve continuar atraindo empresas de serviços, por conta da manutenção das UPPs e da melhoria da infraestrutura de transportes e logística, aproveitando também a vocação turística. Além disso, a Capital se firma como um dos maiores centros tecnológicos da América Latina, com o polo da Ilha do Fundão. Há expectativa também de fortalecimento dos distritos industriais. O quarto polo é no Leste Fluminense (Niterói e região), impulsionado pelo Comperj e pela indústria naval. O Norte Fluminense (Campos e região), por sua vez, constitui o quinto polo e terá seu crescimento direcionado pelos setores de petróleo e gás e de logística, com o desenvolvimento do Complexo Industrial Portuário do Açu, em São João da Barra. O local deverá tornar-se um centro importante de apoio à exploração de petróleo pelos próximos cinco a 15 anos. Cristiano Prado explica que a Rota de Desenvolvimento tem três ramificações. A primeira delas é a Região Serrana/ Centro-Sul (Petrópolis e região). A conclusão das obras da BR-040 vai melhorar a integração com a Região Metropolitana e reduzir custos de frete, mas o desafio é manter a atratividade para a fixação de empresas e a ocupação ordenada do espaço urbano. A segunda ramificação é a do Centro-Norte Fluminense (Friburgo e região) que, segundo a Firjan, precisa aproveitar ainda mais suas vocações nos setores metalomecânico e de vestuário, fazendo uso da qualidade de sua mão de obra. Há ainda necessidade de algumas obras para garantir a integração dessa região com a parte troncal da Rota, como a duplicação da BR-492 e a construção da terceira pista da RJ-116. A última ramificação, no Noroeste Fluminense (Itaperuna e região), dependerá do fortalecimento do perfil agroindustrial e das obras previstas no Projeto 2022, da Firjan. A proximidade com o Norte Fluminense e com o Complexo do Açu ajudam a integrar a região com o restante do Estado. O Projeto 2022, lançado em 2012, é um conjunto de empreendimentos na área de transporte e saúde e prevê a criação do Arco Rodoviário Sul, que reduziria o tráfego de veículos pesados em Itaperuna. O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, lembra que o Arco Metropolitano, entregue este ano, era uma obra pleiteada pela entidade desde o governo Marcello Alencar. Outros projetos, como o da BR-040 e a expansão do Metrô, estão avançando também. Mas ainda faltam as obras para desafogar a ponte Rio-Niterói. Ele lembra ainda que não foram feitos os investimentos federais em ferrovias, que são fundamentais para o desenvolvimento do Rio. 14 Economia Rio - Dezembro 2014

15 Competitividade Principais investimentos previstos (excluindo óleo e gás) para Nome Setor Município Objetivo Valor para Comperj Petroquímico Itaboraí Implantação R$ 20 bilhões Usina Nuclear de Angra 3 Energia elétrica Angra dos Reis Implantação R$ 8,5 bilhões Prosub* Construção naval Itaguaí Implantação R$ 7,7 bilhões Linha 4 do Metrô Transporte e logística Rio Expansão R$ 4,8 bilhões Cedae Saneamento básico Vários Implantação, expansão e modernização R$ 4,5 bilhões Porto Maravilha Desenvolv. urbano Rio Modernização R$ 4 bilhões Investimento no setor hoteleiro Hospedagem Rio Implantação/Modernização R$ 3,4 bilhões Sistema BRT Transporte e logística Rio Implantação R$ 3,4 bilhões Programa Morar Carioca Desenvolvimento urbano Rio Implantação R$ 2,5 bilhões BR-116 Duplicação da Serra das Araras Transporte e logística Rio Implantação R$ 2,5 bilhões Bio-Manguinhos Farmacêutico Rio Implantação R$ 1,4 bilhão Fábrica da Gerdau Siderurgia Rio Expansão/Modernização R$ 1,3 bilhão Terminal Ponta Negra Transporte e logística Maricá Implantação R$ 1,2 bilhão Turbogeradores Rolls-Royce Construção naval Rio Construção de embarcações R$ 1,2 bilhão Fábrica da PSA Peugeot-Citroën Automotivo Porto Real Expansão R$ 1,2 bilhão * O Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil engloba a construção de uma base nava e de um estaleiro para fabricação e manutenção de submarinos, bem como a fabricação de quatro submarinos convencionais e um nuclear. Investimentos públicos e privados no Rio em US$ bilhões desde 1997 Public and private sector investment in Rio - Us$ billion (Decisão Rio / Firjan) Dezembro Economia Rio 15

16 Competitiveness Rio creates a new model for development The volume of investment received by the state of Rio de Janeiro rose from R$69.5 billion in the period between 2006 and 2008, to R$211.5 billion between 2012 and 2014, according to Firjan The forecast for the two-year period between 2014 and 2016 is for investment to reach R$235 billion. The IEA (International Energy Agency) estimates that Brazil will attract investiment in the region of US$ 1 trillion in the next twenty years in the sector of explortion and production of oil, most of which will be in the state of Rio, which currently concentrates almost 80% of national production and that will be the protagonist in the pre-salt chain. The northern region of Rio de Janeiro (norte fluminense) has been the focal point for development, including in terms of its demographics. Announcements concerning the lower-middle areas of this region include new undertakings in the auto sector and/or the expansion of already existing plants run by: Nissan, Peugeot-Citroen, Man, Hyundai Heavy Industries, and Jaguar Land Rover. Investment already made and forecast in this sector totals R$17 billion. Plants manufacturing food, cosmetics and personal hygiene products, which had abandoned the state, have returned. Others have come or are expanding, including the giants Procter&Gamble, Piraque, Vigor, Nestlé, and Coca Cola. The metropolitan region, which is home to some of these production chains, currently has the highest income and lowest levels of unemployment in the country, compared with the others evalued by the IBGE. The largest R&D center has been set up in the capital city, and of the last 21 such centers installed in Brazil, 18 were in Rio. Supported by policies including local content clauses, the state has seen a recovery in its naval industry, and has created a sizeable industrial chain linked to the oil sector. The figures themselves are impressive, but numbers alone are not sufficient to tell the whole story. What is behind this process, which has taken the economy in Rio out of decades of stagnation? Was there government planning or just market logic during a stimulating international period? What were the roles of the public and private sectors? Is everything happening just because of oil? What are the pros and cons? What are prevailing criticisms and doubts? Finally, do these figures reflect an original and longterm development model? To answer these questions, we interviewed the state secretary of economic development, Júlio Bueno, who has held this position for eight years, and two executives heading up the Secretariat s main operational bodies, Conceição Ribeiro, president of Codin, and Domingos Vargas, president of AgeRio. We spoke to the president of and analysts from Firjan, which has become the largest producer of studies on the state s economy, past, present and future. We also spoke with international consultancy firms and representatives from large companies. We listened to and researched sources of criticism. The result of this balance can be seen below. The new business environment The first step involved cleaning house and ending the belligerence between the spheres of power and public and private sectors. The groundwork for a new government taking office. Joaquim Levy now a cabinet minister went to the Treasury Secretariat. The state government sought to create a healthy institutional relationship with the municipal authorities and federal government. The Secretary for economic development established some solid ground with and bridges between private initiative and the associations that represent them, such as Firjan and Fecomércio. Bridges that resulted in not only attracting investment, but also several joint projects, such as in the area of qualifying the labor force, essential to sustaining growth and one of the main bottlenecks in the country. The partnership with public power worked extremely well. All the large manufacturing plants that have come here have been supported by the Senai schools, said the president da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. Balanced accounts, credibility, and proximity to private initiative. Fundamental factors that stimulate the next steps and help take the state new a new international level the magazine The Economist currently ranks Rio as the second best business environment in the country. The manufacturing industry, production chain and domestic market The environment was transformed, and the massive investment generated by oil which was taken to new heights after the pre-salt discoveries guaranteed a significant injection of funding. However, capital alone cannot guarantee the future, and Rio needed to think about more than just oil. This was the government s diagnosis in 2007, since when the state has seen an expansion in its manufacturing industry, including the auto sector, pharmaceutical and cosmetics companies. What is the philosophy behind this move? The setting up of wide-ranging production chains, thus strengthening industry, adding value and creating jobs. This is due to the fact that the sector, as it involves the transformation of inputs and intermediary or final goods, was built in various production stages. The auto sector is one good example, as each manufacturing plant installed in the region brings a chain of suppliers and auto parts manufacturers, which fuel growth throughout the region and create jobs requiring different qualifications and specialties. Underscoring this, 16,000 direct and 60,000 indirect jobs are being created by the auto complex, not including the new planned investment. In the case of a brewery such as those installed by Ambev in Piraí, for an investment of US$455 million over the last five years the average id 50 jobs created on the production chain for each plant built, according to a survey by the Getulio Vargas Foundation (FGV). At the same time, investment in the manufacturing industry has allowed the state to take full advantage of its competitiveness: the strong consumer market. Rio has the second-largest economy and third-largest population, with 16.2 million inhabitants, despite being the fourth-smallest state in Brazil. However, its economic density is high. In addition, Rio accounts for 11% of Brazilian GDP, and is in the southeastern region, which concentrates a combined 55%, emphasizes the president of Codin, Conceição Ribeiro. For Secretary Júlio Bueno, this factor was eclipsed in the last few decades by the sensation of insecurity, both in terms of a lack of predictable investment and violence. In this sense, the Pacifying Police Units 16 Economia Rio - Dezembro 2014

17 Competitiveness (UPPs) also played an important role. The president of Firjan agrees, and has requested the project be expanded: People feel more and more secure as the local communities are pacified. The UPPs need to be consolidated and extended to the peripheral zones, Baixada, Zona Oeste, he adds. The Firjan system supports the policy of pacification and, since 2010, citizen rights units of Sesi Cidadania have been set up in the communities along with the UPPs. However, there is still a lot to do; and particularly about the bottlenecks to be dealt with, with the aim of ensuring the stimulation and continued expansion of the manufacturing industry. Since 2007, the state of Rio de Janeiro has seen almost a million formal jobs created, and an increase in income per capita of around 50%. Financing Age Rio To meet the increase in demand for investment and the changing outlook, it was necessary to raise the level of financing available as well as funding flexibility. As such- Bueno does not hesitate to note the then governor, Sérgio Cabral, equipped this area with some weapons with teeth: a budget and autonomy. In terms of financing, the main tool were the State Development Agency (AgeRio, set up in 2012, substituting Investe Rio). The Agency, previously of little significance, began to play a central role in making new businesses feasible, both small entities (see the article on quality of life, in this edition), and larger enterprises. The Agency had a budget of R$5 million in 2007, which rose to R$350 million in 2014, an increase of 7.000%, which led to a total public funding capacity of R$3.5 billion. The modernization of management - Codin Spearheading this operation, the main player has been the State Industrial Development Company (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro), Codin. A public and private enterprise, Codin was first set up in 1967, although it has since been restructured; from its head office to the team of technicians. Among the initiatives taken was to offer a MBA course (550 hours) specifically for the company s team dealing with entrepreneurs, in partnership with Ibmec. Codin also provided a bi-lingual portal, offering data about regions throughout the state for potential investors. Having led the entity for four years now, coming from successfully coordinating the implementation of the Poupa Tempo project, Conceição Ribeiro states that Codin is now a truly professional body. The big difference is that we consolidated an efficient structure to receive undertakings. It is not much help to entrepreneurs what we think they need, as we have to listen to them and find out what they want. Ribeiro says that companies take a wish list to Codin, often extremely specific, including the size of the land lot required, topography, details of infrastructure necessary, proximity to trunk roads, railways and ports, etc. For Nissan and Jaguar, for example, we showed more than 15 possible sites before they found what they were looking for, after checking all the boxes. Regional development the industrial districts To reverse the process of deindustrialization and generate the conditions for sustainable growth; there was, however, another decisive vector: that of developing regional industrial complexes. Two main paths were taken to achieve this, both based on the presupposition that the state should neither play an interventionist role, nor should it be absent. One was for the government to be a partner with private initiative, to assume the task of building infrastructure and, thus, leading to investment on a new scale. The most emblematic example of this policy was the creation of the Industrial Açu District. The state secretary for economic development realized that port of Açu, in São João da Barra, then a LLX project, and due to its local characteristics, could provide the necessary space for the installation of a large industrial complex, of direct interest to the entire production chain in the oil and steel sectors. If the state did not create the conditions necessary for the installation of these companies, however, the location would merely remain a port for the export of iron ore. The task for Codin was to set up a new district the first in the state in decades, and it thus had to appropriate all the land it would need, which was not easy. Protests by homeowners, questions about the Provisional Measure to remove farmers, hearings in the offices of local authorities in the municipality of São João da Barra, and the state Legislative Assembly all had to be dealt with. Critics use the District to question the current model, affirming that it prioritizes large industrial undertakings to the detriment of and a micro economic vision. The government defends itself by stating that the decentralization of investment in the region (R$5.8 billion in the port alone, excluding the other projects underway, such as the Technip plant R$750 million and NOV R$500 million), represent a social revolution in the municipality and region, transforming it into an area with an extremely bright outlook in socio -economic terms. The government also states that all the correct environmental measures were taken and conditions met, and a structure was set up to meet the rights and needs of homeowners moved off the land, providing them better living conditions than they had previously. After all the questions and doubts, the port and district are now both in operation. In the opinion of Cristiano Prado, Firjan s adviser for Economic Planning and Development, the continuity and scope of this policy was crucial: The biggest challenge is to maintain what has been achieved to date, particularly over the next few years. Government support is indeed required, especially to locate areas or help free them up for industries, and the preparation of industrial complexes. We also need to increase broadband access, security and infrastructure, objectives that are in the crosshairs of the State Development Secretariat, according to Bueno: We plan to set up a PPP to run fiber optics throughout the state, for an estimated investment of R$1 billion The president of Codin also emphasizes the importance of increasing occupancy levels in the industrial districts in the state, as this rate is currently around 65%. In this sense, of particular note is the Codin district in Três Rios another municipality that has grown in economic leaps and bounds. Set up in the 1980s, it was only first occupied in 2008, and among the companies that currently operate there is Neobus, manufacturing buses and coaches, with an investment of R$90 million. Descentralization with incentives tax competitiveness The second decisive mechanism in terms of regional development was the policy of, in the words of Secretary Júlio Bueno, tax competitiveness. This approach, adopted throughout the state, is worth emphasizing in the regions in Médio Paraíba (regional industrial locations close to Rio de Janeiro) and metropolitan areas. Dezembro Economia Rio 17

18 Competitiveness The opportunity in regional areas around Rio is mainly associated with the previously mentioned auto sector. International manufacturers want to some to Brazil due to the strength of its local market dynamics. Médio Paraíba provided the ideal conditions: close to São Paulo, high-capacity trunk roads Via Dutra, infrastructure, the willingness and institutional support of local authorities (Itatiaia, Resende, Porto Real, among others). Second, the advantage was the proximity to the consumer market particularly attractive to industries in the food and beverages, cosmetics and personal hygiene sectors. It was necessary to join the dots and beat the competition, and a bold tax policy was adopted, conceding benefits that swung the pendulum towards the state. Individual meetings were held on a case by case basis, to reach agreements that guaranteed the undertaking stayed in the state. Twice the controversy. Based on the supposed aggressiveness of the game, played against other states, and the fiscal loss, which hurts the capacity to make public investments, once again Bueno counters with jobs and investment. Never before has the state created so many jobs, never has it earned more in tax revenue, and never before has it had the capacity to invest that it does today. According to PwC, this vision is corroborated by the market. The consultancy firm, which has carried out studies with executives of large firms based in the state over the last few years to map out planned investment and policies related to hiring and prices, states that the economic model used to attract industries and develop the economy has far more positive points than negative ones. Knowledge and technology The economy grew, investments multiplied, but one question remained unanswered: what about the future? How to join development with innovation? Was this model too focused on the present, short and medium terms? For secretary Bueno, the response was knowledge. He states that this is the word that complements the mantra of manufacturing industry. For each undertaking, for each sector expanding, the aim is to also attract appropriate research units - as they create the new technology and products. This has led to several new centers being established in Rio in the oil chain, such as Siemens, G.E, Schlumberger and FMC. However, the process is expanding into other areas, such as cosmetics, with L Oreal s future research center, and biotechnology (see the box the next targets ). Given this, companies are putting down roots in the state and concentrate investment in new businesses, driving the qualification and hiring of highly specialized personnel. And the state of Rio, capitalizing on its vocation and history in terms of scientific and academic production, has not only become a strong market, but also a global producer of innovational technological solutions. Seal of Management Approval: for the first time IBEF was awarded O Equilibrista prize for executives to an employee in the public sector The state secretary for Economic Development in Rio de Janeiro, Julio Bueno, was awarded the O Equilibrista trophy by the Brazilian Institute for Financial Executives (IBEF), in its annual election, which has been made since1985, for the top-performing executive in carrying out his job. The president of the IBEF, José Carlos Monteiro, emphasized that this is the first time that the award has been given to a public figure. For his performance, dedication to his job; and willingness to work, together with his team, Julio Bueno has really contributed to the development of our state, said Monteiro. The choice was made from professionals who have contributed decisively to national and state economic development. The award evaluates leadership, how situations of adversity were dealt with, whether targets were met using modern management techniques, and if they collaborated to enriching and making progress for society as a whole The next targets Despite the positive scenario, consensus is that there is still a lot to be done. The president of Firjan underscores that the tax burden in the state still needs to be lowered, horizontally, and cites ICMS as the key question. He defends changes in Brazilian economic policy: We have to have the credibility for economic agents to come to Brazil and Rio. If we do not provide guarantees to investors, established regulatory frameworks, minimum levels of profitability, and if we do not show new companies are welcome, attracting new business will be difficult. There is liquidity in the world, and we do not have either public or private savings to guarantee all the necessary investment in infrastructure. We have to attract these funds and, to do this, we need to develop a business plan for Brazil. Secretary Júlio Bueno regrets that the state has not managed to attract the industries producing white line goods. Electrolux, for example, decided to stay in Paraná. He adds that the new Havaianas plant will now be built in Minas Gerais, after being offered incentives to set up in an area Supervising Development in the Northeast (Sudene). For him, the way forward is to bolster what has already been done, but also invest in other production chains. This begs the question as to which other sectors can the state of Rio attract or develop? Various, but some are considered as having a higher potential for growth and scale, such as forestry development and biotechnology. Forestry development The state of Rio imports 89% of the timber consumed by industries here from other states. To meet this demand, we need to plant another 119,000 hectares, but there is only 18,000, says economist Antônio Salazar P. Brandão, coordinator of the executive agroindustry group at Firjan. Forestry plantation is an extremely interesting way forward for Rio, which, due to its topography, will never be a large producer of soya, corn, etc. But it could sustain tree plantations for timber, which is a good option to increase the competitiveness of industry, by lowering the transport costs of this product. And this is an economic activity that brings benefits in other segments, such as the capture of carbon. A study requested by Firjan from Pöyry Silviconsult shows the potential of this market and the fact that there are 685,000 hectares of natural or degraded pastureland that could be used to plant forests. As such, the state could attract industries (such as manufacturers of MDF, medium density fiberboard used to make flooring and doors), as well as increase the supply of timber for the generation of steam and energy for other industries (as is the case with the ceramic and steel industries, both of which are intensive in terms of energy use). The wood could also be used in furniture and civil construction industries. To encourage the planting of forests, in 2007 Governor Sérgio Cabral sent to te state Legislative Assembly a 18 Economia Rio - Dezembro 2014

19 Competitiveness project to ease requirements. In the same year, he managed to pass the forestry law. Thus, it is already possible to plant 50 hectares without prior license by informing the INEA, the environmental agency of the state. There is also a proposition for the to creation of forest districts. Antônio Salazar and Júlio Bueno explain that the law in Rio for planting forestry is more rigorous in environmental terms than in other states, and even federal legislation. In Rio, Law nº 1,356/88 obliges EIA-Rima is used in projects planting more than 200 hectares, whereas the National Council for the Environment (Conama) stipulates 1,000 hectares in federal legislation. Firjan has set a target of 100,000 hectares of forest to be planted in the next five years, which should be sufficient to guarantee, according to the federation, 48,000 jobs a year. Biotechnology The apple of the state government s eye, biotechnology is particularly favored by the president of Codin, who has held seminars on the subject for employees, and encouraged secretary Bueno: we are already in the middle of a cycle in Brazil with biosimilar/biogenic products. This is no longer chemistry; it is now the production from cells, and represents a new frontier. The federal government spends 80% on these medicines, which is only 15% of what it purchases. The government is nationalizing this segment using its purchasing power to develop the technology here. We now have Rio, São Paulo, Minas and Paraná disputing this market, but Rio has the advantage of Manguinhos, and the Vital Brazil Institute, which is state owned, as the intermediary and articulator of this policy. We can attract manufacturing plants with investments of R$400 million, R$500 million. Last July, the state government of Rio, the BNDES, Vital Brazil Institute, Fiocruz and Bionovis signed an agreement to invest R$550 million, and create 150 direct jobs in the next three years with the installation of a research and development laboratory in Rio, an industrial unit and a distribution center in Curicica. Bionovis is a joint venture between Hypermarcas and the laboratories EMS, Aché and União Química. Biosimilar medicinal products are used to treat highly complex diseases, and the federal government has invested R$6 billion a year purchasing medicines of this type. Visions of the future A document published in September of this year by Firjan, entitled Visions of the Future, indicates the potential and challenges for the state of Rio in the next 15 years. The study divides Rio into nine regions, each analyzed in detail, listing their economic vocations together with an evaluation of what needs to be done. The economists at Firjan also drew up a Pathway for Development, a connection between the different complexes, with all the associated ramifications. According to this study, the central section of this route begins in the Sul Fluminense (southern) region of Rio, runs through the Baixada (outlying city areas), the capital city and Leste Fluminense (western region), before heading North, with ramifications for the Região Serrana (mountain region)/centro-sul (central southern), Centro-Norte (central northern) and Noroeste Fluminense (northeast areas of Rio). Sul Fluminense (Resende and surrounding regions) form the first complex, with its strong ties to the auto sector, although tourism also plays an important role in the coastal municipalities (Angra and surrounding regions), and Paraíba Valley. The construction of a new lane on the road coming down from Serra das Araras, on the Presidente Dutra highway, is fundamental to integrating this region along the route, says Cristiano Prado, Firjan s Economic and Development Planning adviser. The Arco Metropolitano plays a decisive role in driving the second development complex in Baixada Fluminense (Nova Iguaçu, Duque de Caxias an dsurrounding regions). It will integrate Reduc and Comperj, as well as interlink the Metropolitan Region, attracting new transport and logistics companies, and also allowing industries to come to the region that want to benefit from the links with the port of Itaguaí. Halfway along the route, the capital will continue to attract service companies, due to the maintenance of the UPPs and improvement in transport and logistics infrastructure, also making the most of its vocation for tourism. In addition, the capital has firmly established itself as one of the largest technological centers in Latin America, with the Ilha do Fundão complex. A strengthening in the local industrial districts is also expected. The fourth complex is Leste Fluminense (Niterói and surrounding regions), driven by Comperj and the naval industry. Norte Fluminense (Campos and surrounding regions), in turn, makes the fifth complex, and its growth will be dictated by the oil and gas and logistics sectors, with the development of the Industrial Complex at Açu port, in São João da Barra. This location is more than likely to become an important support center for oil exploration in the next five to 15 years. Cristiano Prado explains that the Development Route has three main ramifications. The first is in the Região Serrana/Centro-Sul (Petrópolis and surrounding region). The completion of work on BR-040 will improve the integration with the Metropolitan Region, and reduce freight costs, but the challenge is to maintain the attractiveness for new companies, with an ordered occupation of well-planned urban space. The second ramification is in the Centro-Norte Fluminense (Friburgo and surrpounding region) which, according to Firjan, needs to develop its vocations in the metal mechanical and clothing segments even more, using the quality labor force it already has there. There is also the need to do some work to ensure this region s integration with the central Route, such as duplicating the highway BR-492, and the construction of a third lane on RJ-116. The last ramification, in Noroeste Fluminense (Itaperuna and surrounding regions), will depend on the strengthening of the agroindustrial profile, and the works scheduled in Firjan s Project The proximity with Norte Fluminense and the Açu complex help to integrate this region with the rest in the state. Project 2022, launched in 2012, is a series of undertakings in the areas of transport and health, and includes the building of Arco Rodoviário Sul, which will reduce heavy vehicle traffic in Itaperuna. The president of Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, says that Arco Metropolitano, inaugurated this year, was a Project requested by the entity since the Marcello Alencar government. Other projects such as the BR-040 and expansion of the Metro, are also moving forwards. However, there is still work to do to reduce the traffic volume over the Rio-Niterói bridge. He also emphasizes that federal investment in railway networks still has to be made, and that is fundamental to the development of Rio. Cristina Alves e João Estrella de Bettencourt Dezembro Economia Rio 19

20 Projeção Global Case Study: internacionalização do Estado do Rio de Janeiro Case Study: the internationalization of the State of Rio de Janeiro Missão Reposicionar o Estado do Rio de Janeiro internacionalmente, perante potenciais parceiros, investidores, turistas e formadores de opinião. Mission Reposition the State of Rio de Janeiro internationally, given its potential partners, investors, tourists and formers of opinion. Diagnóstico Potencial econômico do Rio de Janeiro subutilizado. O Estado encontra dificuldade em se deslocar de associação folclórica e turística. Aproximações institucionais não geram escala de investimento estrangeiro. Diagnostic Rio de Janeiro s economic potential is under utilized. The state finds it difficult to move away from the traditional folkloric and touristic associations. Institutional approximation does not generate the scale of foreign investment. Desafio Fazer com que cooperação internacional assinaturas de memorandos de entendimentos, protocolos de intenções, acordos de cooperação, convênios gere resultados concretos. Qualquer iniciativa deve estar calcada em um interesse objetivo da administração pública. Challenge Ensure international cooperation signing of memorandums of understanding, protocols of intent, accords for cooperation, agreements generate concrete results. Any initiative should be taken together with an objective interest by public administration. Primeiros passos 1. Mudança de visão Relações internacionais saem da área econômica e passam a ser diretamente ligadas ao governador. Em 2007, é criada a Subsecretaria de Relações Internacionais (SSRI), subordinada à Secretaria de Estado da Casa Civil. Conceito de diplomacia de chefe de estado. 2. Definem-se quatro eixos de atuação da SSRI: Comércio e Investimentos, Cooperação Internacional, Financiamentos Externos e Relações Institucionais. 3. Nova estrutura organizacional Maior peso para os internacionalistas (formados em Relações Internacionais). Ganha força a lógica da iniciativa privada. Adota-se a metodologia balanced scorecard, criada em Harvard: estratégia empresarial, gerência do negócio, gerência de serviços e gestão da qualidade; e indicadores de desempenho. Realiza-se uma consultoria aprofundada para reestruturação da área e definição do perfil de profissionais para os cargos. Define-se política interna de progressão de colaboradores técnicos, com resultados no médio prazo. First steps 1. Change of vision international relations move away from the area of economics to ones more directly linked with the governor. The Sub-secretariat of International Relations (SSRI) was created in 2007, subordinate to the State Secretariat. Concept of diplomacy as a head of state. 2. Four operational fronts were established for the SSRI: Commerce and Investments, International Cooperation, External Financing and Institutional Relations. 3. New organizational structure More weight for the internationalists (International Relations graduates). The logic of private initiative should be prioritized, a balanced scorecard method adopted, as created at Harvard: business strategy, business management, management of services and quality; and with performance indicators. Do some in-depth research and consulting to restructure the area, together with the definition of profiles of professionals for the positions to be held. Define a progressive domestic policy for technical staff, with results to be seen in the midterm. 20 Economia Rio - Dezembro 2014

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